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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Armas de Deus

God's Artillery
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Segundo uma investigação da ABC News, existem referências em código ao Novo Testamento e passagens acerca de Jesus Cristo inscritas no armamento pesado norte-americano, encomendado pelo Estado a uma empresa sedeada no Michigan.

As armas são utilizadas no Iraque e no Afeganistão, quer por soldados dos EUA, quer por soldados dos exércitos locais. A Trijicon, empresa de armamento em causa, tem um contrato no valor de 660 milhões de dólares (462 milhões de euros), por vários anos, segundo o qual deverá fornecer 800 mil armas à marinha e contratos adicionais para fornecer armas ao exército.

Segundo as regras do exército norte-americano para o Iraque e Afeganistão, é proibida qualquer manifestação religiosa. A medida visa prevenir acusações que argumentem que os EUA entraram numa cruzada religiosa no “Médio Oriente”.

“Aquele que me seguir nunca entrará nas trevas, mas terá sempre a luz da vida” – Livro do Apocalipse (João 8:12), quando Mateus e João falam de Jesus como "a luz do mundo". Esta é uma das citações usadas, sob o código JN8:12. Segundo declarações do director de vendas e marketing da Trijicon, Tom Munson, à ABC News “as frases estiveram lá sempre”. “A prática da empresa começou com o fundador Glyn Bindon, um cristão devoto da África do Sul, que morreu em 2003 num desastre de avião”, explicou.

Já os porta-vozes da marinha e do exército norte-americanos argumentam que desconheciam as marcas bíblicas nas armas e que estão a estudar as medidas a tomar. No entanto, existem fotos no site do Departamento de Defesa que mostram soldados iraquianos a serem treinados pelo exército norte-americano com armas da Trijicon.

Segundo Weinstein, advogado e antigo membro da força aérea, já vários membros do seu grupo tinham reclamado contra as frases nas armas. “Permite aos insurgentes, talibã e membros da al-Qaeda argumentarem que foram mortos por armas de Jesus”, explicou. “Este é provavelmente o melhor exemplo da violação da separação entre a igreja e o Estado neste país”, acrescentou ainda.


Fonte: I

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domingo, 27 de dezembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


“À procura do Rosto de Deus”

Searching for the face of God
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Homilia Pontifical do Natal por D. José Policarpo, Cardeal-Patriarca de Lisboa

1. O início do Evangelho de São João, que agora escutámos, resume bem o que significa para o homem esta ousadia do amor de Deus, que foi fazer-se Homem. “A Deus nunca ninguém O viu. O Filho Unigénito, que está no seio do Pai, é que O deu a conhecer” (Jo. 1,18). Está explicado o motivo de Deus para a encarnação do seu Verbo eterno: para que o homem O pudesse conhecer, pudesse ver o Seu rosto. Ver o rosto de Deus, conhecê-l’O face a face, foi um anseio profundo dos crentes de Israel. Moisés, o homem de Deus, com quem Deus falava como um amigo fala ao seu amigo (cf. Ex. 33,11), no alto do Sinai, ousa pedir: “Senhor, deixa-me ver o Teu rosto” (Ex. 33,18).


Este desejo brota da fé de Israel. Só se deseja conhecer o rosto de um amigo, de alguém que sentimos perto de nós. O crente de Israel sofre a tensão de uma dupla experiência: a certeza de que Deus está presente, interessa-se pelo Povo, nas maravilhas que realiza em seu favor, é um Deus que deseja intimidade; mas, por outro lado, Ele é um mistério difícil de alcançar, o que leva o Salmista a exclamar: “Tu és, na verdade, um Deus escondido” (Is. 45,15). Tudo isto faz ressaltar o dom inaudito da Encarnação: em Jesus Cristo pode contemplar-se o rosto de Deus. Ele é a derradeira atitude de Deus para se tornar próximo e se dar a conhecer ao Seu Povo, Ele que “muitas vezes e de muitos modos falou antigamente aos nossos pais, pelos profetas e que, nestes dias que são os últimos, nos falou por Seu Filho” (He. 1,1ss).


2. Já Isaías enalteceu os mensageiros que trazem a notícia do regresso de Deus a Sião, que leva todos a soltar brados de alegria porque vêem, com os próprios olhos, Deus que volta para Sião. O Profeta acredita que esse regresso de Deus à intimidade com o Povo da Aliança será o ponto de partida do anúncio do Deus vivo a todos os povos do mundo. “O Senhor descobriu o seu santo braço à vista de todas as nações e todos os confins da terra verão a salvação do nosso Deus” (Is. 52,10). Esta consciência de que o Povo do Senhor terá como missão anunciar o Deus vivo a todos os povos, radicalizar-se-á em Jesus Cristo e na sua Igreja, que é sacramento de salvação para todos os povos. Ir por todo o mundo a anunciar a salvação de Deus, em Jesus Cristo, é a missão da Igreja, expressa no último envio dos Apóstolos, por Jesus: “Todo o poder Me foi dado no Céu e na Terra; ide, pois, e fazei discípulos em todas as nações” (Mt. 28,18).


Este anúncio do profeta do regresso de Deus a Sião é o anúncio do Messias, da encarnação do Verbo de Deus. Nunca como em Jesus Cristo, Deus esteve presente no meio do seu Povo. Esta vinda de Deus para Sião não foi facilmente reconhecida pela totalidade do Povo. São João reconhece-o: “Veio para o que era seu e os seus não O receberam” (Jo. 1,11); “a luz brilha nas trevas e as trevas não a receberam” (Jo. 1,5). Este é um dos grandes paradoxos da história: um povo oficialmente crente em Deus, não reconhece Deus que o visita.


Este paradoxo verifica-se hoje, na nossa sociedade. Somos um povo cuja cultura foi profundamente marcada pelo cristianismo, em que a grande maioria dos portugueses são baptizados, mas que celebrando o Natal de forma cultural, não reconhece em Jesus o Deus que o visita.


O Natal interpela, antes de mais, a Igreja. O nascimento de Jesus é uma proposta de intimidade com Deus que vem, sempre de novo, ao nosso encontro em Jesus Cristo. Se não vivermos a profundidade e a surpresa desse encontro, não o podemos anunciar com convicção, não seremos o lugar a partir do qual é anunciado ao mundo o verdadeiro Deus.


3. Só esse anúncio, que seja testemunho do encontro com o rosto de Deus no rosto humano de Jesus, será luz que brilha nas trevas, vencerá a indiferença, o agnosticismo e mesmo o ateísmo. Hoje, na nossa sociedade, há alguns que negam mesmo a existência de Deus, atitude que pode parecer clara na lógica da razão, mas que não tranquiliza o coração. Outros refugiam-se na atitude agnóstica de quem não se pronuncia, de quem não sabe dizer nada sobre Deus, que respeitam os crentes mas não se sentem interpelados por eles, esquecendo que há inquietações profundas que dificilmente se podem calar, que “o coração tem razões que a razão desconhece”, na expressão popular que tenta definir o amor. Mas a maior parte dos nossos contemporâneos adiam sempre, para mais tarde, uma tomada de posição sobre Deus, acabando assim por adiar um encontro com o próprio Deus. No diálogo com todos estes nossos irmãos devemos apresentar-nos na humildade da nossa fé, que se gera certezas inabaláveis, sem sempre exclui a obscuridade e a dúvida. Temos em comum com todos os que procuram, o nosso desejo de ver a Deus, de poder contemplar o Seu rosto.


A compreensão da fé, em todo o Novo Testamento, é uma adesão a Jesus Cristo como caminho para a visão de Deus. A sua expressão mais forte é a esperança, que vence obstáculos e dificuldades, desejando ver a Deus face a face. Em São Paulo é clara essa compreensão da fé como caminho humilde e confiante à procura do rosto de Deus. Aos Coríntios ele escreve: “hoje vemos como num espelho, de maneira confusa, mas então veremos face a face. Hoje conheço de maneira imperfeita, mas então conhecerei como sou conhecido” (1Cor. 13,12). O encontro perfeito e definitivo com Cristo é para Paulo o cumular da esperança.


Contemplemos o nascimento de Jesus celebrando a sua Páscoa. Esta proporciona-nos, continuamente, o encontro vivo com Ele, por via sacramental, e assim vamos aprendendo a desejar, sempre mais, aquele momento em que, no Seu rosto, contemplaremos o rosto de Deus.



D. José Policarpo, Cardeal-Patriarca de Lisboa

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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Saramago: "Deus é vingativo e má pessoa"

Saramago says that God is vindictive and a bad person
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Num encontro com a imprensa, o prémio Nobel da Literatura, José Saramago voltou a repetir-. Ainda que negue ser homem de polémicas e apenas exortar as suas “convicções”, lá vai dizendo o de sempre: “O Deus da Bíblia não é de fiar: é vingativo e má pessoa.”


Considerando que “em Espanha, não existiria tamanha polémica” em torno das suas declarações, Saramago confessou-se “surpreso” pela onda de reacções. “’Caim’ é o livro de que mais se tem falado sem que tenha sequer sido lido”, afirmou, ironizando: “É quase magia, um milagre.”


Quanto a comentar a afirmação de Mário David, o eurodeputado social-democrata que apelou a que o Nobel renunciasse à cidadania portuguesa, nem pensar: “Acha que vou fazer algum comentário a isso?”, atirou.


Sem perder o tom irónico e mantendo a polémica, Saramago ainda aproveitou para reforçar as suas convicções de ateu confesso: “Antes da criação do Universo, que se saiba, Deus nada fez. Depois, fez o Universo em seis dias e nota-se, como diz a minha mulher, Pilar. Ao sétimo dia descansou e continua a descansar até hoje.”


‘Caim’ foi lançado em Portugal há 48 horas e, segundo Zeferino Coelho, editor da caminho, “a primeira edição de 50 mil exemplares deve estar quase a esgotar. Já estamos concentrados na segunda”, avançou ao CM. O livro tem já edições no Brasil e Espanha (traduções em castelhano e catalão) e, em breve, em Itália. Saramago encontra-se actualmente a escrever um novo livro que lançará em 2010. sobre o tema...”segredo.”


Fonte: Correio da Manhã

Saramago: «Há aí muitas pessoas que me odeiam»

José Saramago declarou esta quarta-feira, em entrevista à RTP, que «há aí muitas pessoas que, no seu legítimo direito, me odeiam», numa resposta à onda de polémica que levantou com a publicação do seu novo livro «Caim» e com as declarações que «incendiaram» a igreja católica .


O prémio Nobel português tem dado explicações sobre as declarações que efectuou e sobre o conteúdo da sua obra. Esta quarta-feira, na apresentação do livro, em Lisboa, declarou:
«Eu não tenho culpa, eu não matei Abel».


Já está noite, na entrevista Judite de Sousa, considerou que as reacções «exaltadas» à sua obra acontecem porque, segundo diz, «há aí muitas pessoas que, no seu legítimo direito, me odeiam. Não me querem ver morto, mas odeiam-me». Saramago não recusa especificar nomes, mas garante que serão uns «quatro ou cinco» que depois são seguidos.


Ainda na reacção às críticas dos últimos dias, o escritor premiado recusa comentar
as declarações do Eurodeputado do PSD que considerou que Saramago deveria renunciar à cidadania portuguesa. «Sem comentários. Nada me pode obrigar a comentar uma estupidez. Seria tão estúpido como essa estupidez», diz o prémio Nobel.


«Livro de Saramago é uma sátira»


José Saramago rejeita ainda críticas de quem o considera afastado de Portugal: «Peça meças a outras pessoas por amar tanto Portugal como eu». O escritor diz ainda que não se afastou de Portugal, que «tem casa» e que paga pontualmente os impostos.


O prémio Nobel português assume ainda que está disponível para debater o tema com a Igreja Católica ou com «qualquer pessoa, mas com uma condição: «Venham de boa fé. Estou farto de ser criticado por quem não leu os livros. Que falta de seriedade intelectual é esta? Sejamos sérios».

Fonte: IOL

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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O ateísmo descarado de José Saramago

Jose Saramago's atheistic boldness in his new novel
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Narrativa bíblica de Caim e Abel é o ponto de partida para José Saramago fazer de Deus o protagonista do romance, lançado em Outubro

Quando há uns meses o escritor e prémio Nobel da literatura José Saramago falou ao DN sobre o livro que estava a escrever, já tinha afirmado que o título seria composto de uma única palavra. Ontem ficámos a conhecê-la: Caim, um nome povoado de ressonâncias bíblicas, históricas e filosóficas.

Porém, o novo livro de Saramago, a ser lançado em Outubro na Feira do Livro de Frankfurt, "não é um tratado de teologia nem um ensaio, é uma ficção" escreve Pilar Del Rio no blogue do escritor. Saramago retoma a história bíblica do assas- sínio de Abel pelo seu irmão Caim, mas, no romance é atribuída a Deus a autoria moral do crime e uma consequente redenção de Caim. Nesta obra, o escritor volta mostrar um Deus arbitrário, incoerente e tirano, que embora tenha sido criado pelo homem é causador de muitos dos seus males.

"Deus, o demónio, o bem, o mal, tudo isso está na nossa cabeça, não no céu ou no inferno, que também inventámos. Não nos damos conta que, ao termos inventado Deus, nos tornámos imediatamente escravos dele", diz Saramago ao jornal espanhol La Vanguardia. E prossegue afirmando que este livro "não é um ajuste de contas com Deus, mas um ajuste de contas definitivo com os homens que o inventaram".

A presença de referências bíblicas ou de críticas mais ou menos abertas à religião católica e à Igreja são um dos traços que caracterizam a obra de Saramago. No entanto, neste novo livro, o escritor aborda o tema recorrendo a um tom mais irónico, ao contrário do que fez, por exemplo, na obra O Evangelho Segundo Jesus Cristo, o que lhe valeu em 1991 ter sido vetado pelo Governo de então para concorrer ao prémio Europeu de Literatura. Este veto culminou com a saída do escritor de Portugal e a sua posterior fixação na ilha espanhola de Lanzarote.

Agora, Saramago já não teme voltar a ser crucificado, "alguns talvez o façam, mas o espectáculo já será menos interessante", declara ao mesmo jornal.

O livro foi escrito entre Dezembro de 2008 e Abril de 2009 "numa espécie de transe, como nun-ca me tinha acontecido", conta ainda o escritor, que prossegue dizendo que a personagem de Caim era uma daquelas que habitavam há muitos anos o seu ima-ginário. O início deste romance coincidiu com a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza, situação que poderá não ser totalmente alheia ao regresso do escritor a esta temática, ou à escolha para cenário de um local onde a vivência da re- ligião tem alimentado tantos e tão longos conflitos. Uma "irresumível história sobre a justiça e a injustiça", foi assim que Zeferino Coelho, o editor de Saramago descreveu ao DN o livro de 200 pá- ginas, que no final de Outubro estará à venda nas livrarias de Portugal e Espanha. "Escrever é a melhor maneira de permanecer vivo", declarou ao El Pais, o prémio Nobel português.



Fonte: DN Artes

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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dia Mundial da Criança

World Children's Day celebrated in Portugal on the first day of June

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Nesta Segunda-feira, dia 1 de Junho, Dia Mundial da Criança em Portugal, apresentamos um projecto dianamizado pelo Departamento da Catequese do Patriarcado de Lisboa (DCPL) que sublinha a importância da espiritualidade e da religião na educação infantil. Trata-se do "Despertar da Fé nas Crianças" e merece a aposta de um grupo de trabalho do DCPL e da Fundação Maria Ulrich.

A Irmã Maria José Bruno, do DCPL, indica ser na família que se descobre "a relação autêntica de verdade e de ternura" e por isso se gera "a descoberta de Deus". Este deve ser uma descoberta diária, "na vida do dia-a-dia".
As crianças são estimuladas pelos objectos e símbolos que existem numa casa e pela importância que os adultos lhe dão. "Os símbolos das festas, principalmente do Natal e da Páscoa trazem uma mensagem e são ocasião de descoberta, de conversa sobre o que significam e dizem de Deus", refere.

A oração é parte essencial na educação cristã e vários são os casais que partilham com os filhos essa experiência. Inicialmente uma oração simples, com "simples palavras de agradecimento" que a pouco a pouco ganham "mais pedidos e agradecimentos, e dão contam do que as crianças mais tinham gostado nesse dia", indica a Ir. Maria José recordando testemunhos.

"A oração da noite feita com as crianças em ambiente afectivo, de intimidade e de confiança, é um momento forte de relação consigo, de relação em família e de relação com Deus", sublinha a religiosa. O mais importante, não é saber muitas ração, mas que "oração e vida se unam".

À medida que as crianças vão crescendo vão ficando alertas para várias dimensões. Cores, objectos, texturas tornam-se apelativas e são instrumentos de crescimento e aprendizagem. A Ir. Maria José indica que psicopedagogos e outros educadores são da opinião que pelos 4-5 anos se pode começar a contar as histórias da Bíblia às crianças.

"Antes mesmo da catequese, é benéfico que elas conheçam histórias bíblicas, encontrem figuras com as quais se identifiquem. Mais tarde, pelos oito anos, elas encontrarão o sentido do conhecimento".

Neste âmbito, as principais festas do ano, podem ser também um motivo de promoção religiosa e, simultaneamente, cultural.

Outro aspecto importante na espiritualidade da criança é o contacto com a comunidade de cristãos, "mesmo quando ainda vão no carrinho". Este é um lugar "onde convivem diferentes gerações, onde se celebra a fé e onde se vivem dinâmicas de solidariedade que concretizam o mandamento do amor de Deus e do próximo, na atenção particular aos que mais necessitam".

A religiosa assinala ser cada vez maior o número de paróquias que preparam a Eucaristia dando uma atenção particular à participação de famílias com crianças pequeninas.

Os contextos que a criança vai apreendendo, quer na comunidade como no contexto escolar, abrem-na para a diferença, mesmo que não o consigam explicar com clareza. "Eles reconhecem que há crianças que não festejam o Natal, nem a Páscoa, nem os aniversários", manifesta a Ir. Maria José. Mas a educação deve ser focada no respeito e conhecimento "de outras culturas e religiões das crianças".

Na
página da internet do DCPL e em http://www.despertardafe.com/ encontra informações sobre "O Despertar da Fé nas Crianças" e o exemplo de uma paróquia que o implementa.



Fonte: Agência Ecclesia

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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Bento XVI: quatro anos polémicos

Benedict XVI: four years of controversial papacy

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Os primeiros meses de 2009 têm sido «desastrosos» para Bento XVI que, na opinião de comentadores ouvidos pela Lusa, assinala domingo quatro anos de magistério em quebra e sobretudo perdendo o que tinha conseguido nos três primeiros anos.

Eleito papa a 19 de Abril de 2005, num mais rápidos conclaves de sempre, o cardeal Joseph Ratzinger, hoje com 82 anos, feitos quinta-feira, suscitou logo de início muitas reservas, dado o seu papel à frente da Congregação para a Doutrina da Fé, a sucessora da Inquisição.

Sétimo Papa alemão depois de Adriano VI (1522-1523), o último pontífice não italiano antes do polaco João Paulo II, e 265º pontífice da história da Igreja Católica, Bento XVI publicou logo no primeiro ano uma encíclica («Deus caritas est», Deus é amor) sobre o amor cristão, documento recebido com grandes elogios à sua dimensão intelectual e avanço teológico.

A participação no Encontro Mundial da Juventude, em Colónia, Alemanha, em Agosto de 2005, foi um primeiro teste à sua popularidade, sobretudo tendo em conta que sucedia a João Paulo II, que sempre encontrara grande eco entre os jovens.

A esmagadora maioria dos observadores referiu que Ratzinger, ainda poucos meses com a veste branca dos papas, passou com êxito esse teste, revelando uma inesperada facilidade de comunicação com os jovens.

Ano atribulado

Problemas de comunicação são apontados, no entanto, como estando na origem das polémicas registadas nos anos seguintes, e muito especialmente nos primeiros quatro meses de 2009.

Numa conferência em Ratisbona (Alemanha), em Setembro de 2006, provoca a ira dos muçulmanos ao citar uma frase do imperador Manuel II («Mostra-me então o que Maomé trouxe de novo. Não encontrarás senão coisas más e desumanas, tal como o mandamento de defender pela espada a fé que ele pregava»).

Mesmo os mais críticos de Bento XVI reconhecem que o papa foi mal interpretado, pois apenas pretendeu lançar um aviso aos muçulmanos para que façam uma reflexão teológica interna para se actualizarem e melhor entenderem o mundo de hoje.

Dois meses depois, numa visita à Turquia, Bento XVI rezou numa mesquita, num gesto que pretendia mostrar que não está distante dos muçulmanos.

Outro gesto bem recebido foi o pedido de desculpa pelos abusos sexuais e outros comportamentos cometidos por padres católicos, apresentado nas viagens aos Estados Unidos (Abril de 2008) e Austrália (Julho do mesmo ano).

Se todos estes incidentes agitaram as águas calmas do Vaticano, em nada se comparam com a turbulência verificada logo no início deste ano, quando Bento XVI decidiu levantar a excomunhão a quatro bispos integristas, ligados à Fraternidade S. Pio X, de Marcel Lefèbvre, que não aceita o Concílio Vaticano II e as reformas que introduziu na Igreja Católica.

Os protestos desta vez não vieram apenas de sectores externos à Igreja: além das comunidades judaicas se insurgirem contra a decisão, pois um dos bispos envolvidos nega a existência do Holocausto, também muitos grupos no interior da Igreja manifestaram desagrado e rejeição, sobretudo depois de em Setembro de 2007 Bento XVI ter cedido e admitido a celebração de missas segundo o rito tridentino, em vigor até ao Vaticano II.

A contestação dentro da própria Igreja foi de tal ordem que o papa, num gesto inédito, sentiu-se obrigado a endereçar uma carta aos bispos de todo o mundo, justificando a decisão.

Em Março, o que prometia ser uma viagem histórica a África (Camarões e Angola), acabou por ser abafada por uma declaração informal, feita no avião antes da chegada, em que Bento XVI afirma que a distribuição de preservativos não resolve o problema da sida em África, antes o aumenta.

De tudo o resto que o papa falou durante a viagem aos dois países africanos não ficou rasto, nem mesmo o apontar da mudança de comportamentos sexuais como uma das soluções para o problema ou a referência ao papel que a Igreja Católica tem desempenhado em África no combate à propagação da doença.



Fonte: IOL Diário

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Páscoa

EASTER
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Quero dizer-te que fui eu. Que fui eu que reuni as pessoas, fui eu que os contactei a todos. Diz a todos que fui eu que fiz juntar o povo para ouvir a boa nova. Diz que eu sabia ao que ia. Eu quis que me vissem sofrer. Não fui apanhado desprevenido. Eu já sabia de tudo. E foi tal e qual o que aconteceu. Tal como eu previa. Toda a violência, a incompreensão, tudo. Tudo estava planeado, tudo estava programado. A crucificação, inclusive. Tudo. Rigorosamente tudo. Para que nunca mais se esquecesse. Para que ficasse para a história. Só uma grande, imensa injustiça fica para a história. E eu vim para ficar para a história. Estava previsto. Eu sabia.Toda a incompreensão, todo o desespero por que algumas pessoas passaram, que me desculpem. Eu sabia.
Só não ponderei o quanto os ia fazer sofrer.
Diz-lhes, aos homens, que nada do que eu sofri foi em vão. Quando vim à terra, nós sabíamos que só um grande acontecimento poderia marcar a história. E esse grande acontecimento seria o limite da dor a que eu iria sujeitar-me em nome dos homens, em nome da humanidade. Tudo estava desenhado para que eu me tornasse um mártir. Para aquela época era a única possibilidade. Mostrar às pessoas que se poderia evoluir através da abnegação, do sofrimento.
Assim como nesta época é preciso banir esse conceito e introduzir um mais adequado à Nova Era. A evolução através da consciência.
Nenhum homem precisa de sofrer se ganhar consciência.A verdadeira consciência crística, que não é mais do que ver a matéria com os olhos do céu. Ver a vida terrena como um grande campo de aprendizagem.
Diz-lhes que não tenham pena de mim. Tudo estava planeado para ser assim. O meu sofrimento durou 2000 anos, mas agora acabou. É importante que se note que já entrámos numa Nova Era de entendimento, de consciência e de responsabilidade.
E, principalmente, de amor incondicional. Não aquele amor terreno, condicionado a amar se as pessoas ou coisas forem o que esperamos delas, pelo contrário, o amor não condicionado a nada. Eu amo-te por tudo o que és e respeito o direito de o seres.
Diz aos homens que esse tempo acabou. Acabou o tempo do medo, da violência e da indignação. Restam alguns espécimes, mas as novas gerações tratarão de os redimir.
Fala-lhes nas crianças Índigo, esses meninos que vêm reformular o mundo e que trazem a Era de Aquário dentro dos seus corações.
A partir de agora para educar uma criança, mais, muito mais do que educação, deverá dar-se amor. Amor incondicional. Amá-la pelo que ela é. E ajudá-la a limar as arestas.
Diz-lhes que o tempo do medo acabou e que lhes agradeço tanta dedicação, tanta reza, tanta intenção. Mas eu sofri o que tinha de sofrer para que a mensagem fosse passada com a força que foi. Há 2000 anos a única força que fazia uma mensagem atravessar os séculos era a injustiça e a pena.
A partir de agora será o amor.
Tirem-me da cruz. Se tiverem Jesus crucificado nas vossas casas, tirem. Deixem só a cruz. Ou uma imagem de braços abertos, como que a abraçá-los, e a abraçar o mundo.
Esta é a imagem que gostaria que guardassem de mim daqui para a frente.
Cabrita, diz aos homens que os tempos estão a mudar. A Nova Era está a chegar e não tenho mãos a medir com tantas manifestações humanas de sabedoria.
Fica em luz.
Fica em paz.
Abençoo-te.
Alexandra Solnado é autora de:CD LUZ – Pergunte. O Eu Superior Responde (Com CD de Exercícios de Meditação) NOVO MAIS LUZ - Pergunte. O Céu Responde LUZ - Pergunte. O Céu Responde A Alma Iluminada O Eu Superior e Outras Lições de Vida (Com CD de Exercícios de Meditação)A Minha Limpeza Espiritual (com CD de Exercícios de Meditação)A Era da LiberdadeA Lógica do Céu e a Lógica da TerraA Entrega.



Por: Alexandra Solnado

Fonte: Astral Sapo.pt

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Olho de Deus

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Um telescópio gigante do observatório de La Silla, Chile, conseguiu captar novas imagens do «Olho de Deus». A espiral de gás e pó resultantes da explosão de uma estrela, tem realmente a forma de um olho, é tão grande que demoraria dois anos e meio a atravessar de um lado ao outro.

Situada na constelação de Aquário, a 700 anos-luz da terra, pode ser vista da Terra até através de telescópios amadores.

Um equipamento topo de gama conseguiu estas imagens tão detalhadas, que permitem ver galáxias distantes no centro do olho.



Fonte: IOL Diário

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Eutanásia, entre a vida e a morte

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Antes de falar sobre esse tema, devo confessar que ele me divide e testa. Não tenho opinião formada sobre esse assunto, venho apenas trazer opiniões alheias, mesmo que cada um defenda seu ponto de vista.

Esse é um tema polémico, duro, nauseante, cercado de ética, política, moralismo, princípios religiosos, solidariedade e compaixão.

Não consigo, portanto, homogeneizar todas essas polemicas dentro de mim, simples mortal observadora do comportamento alheio.

Mas a eutanásia nos estremece por dentro. Sempre haverá uma disputa velada entre os homens e o Divino, entre o certo e o errado, entre a vontade de um sobre a vida do outro, seja para defendê-la ou abreviá-la.

O caso Eluana é insano, li muito as declarações de seu pai, que durante mais de 10 anos e 5000 páginas de processos, simplesmente defendia o seu direito de pai sobre o direito dos médicos sobre a vida de sua filha. Foi uma longa batalha.

Nós, médicos, hipocraticamente estamos subjugados ao compromisso de manter a vida a qualquer custo, mesmo nos opondo a vontade de doentes e seus familiares. Eluana não voltaria jamais. Terri Schiavo, americana, também não. O que diríamos sobre Hugo Claus, indicado ao Nobel e prisioneiro doente de Alzheimer que morreu em março em um hospital de Antuérpia, que teve a sua eutanásia permitida? É muito difícil expressarmos um valor de julgamento sobre o que mais defendemos na vida: a própria vida.

Eutanásia (do
grego ευθανασία - ευ "bom", θάνατος "morte") é o ato pelo qual se abrevia a vida de um doente incurável de maneira controlada e assistida por um especialista. Uma complicada questão de bioética e biodireito, pois o Estado tem como lei máxima a proteção da vida dos seus cidadãos.

Admitida na antiguidade, a eutanásia só foi condenada a partir do judaísmo e do cristianismo, em cujos princípios a vida tinham o caráter sagrado.

Os Brâmanes eliminavam os velhos enfermos e os recém-nascidos defeituosos por considerá-los imprestáveis aos interesses do grupo, os Espartanos matavam os recém-nascidos deformados e até anciãos, pois espartanos deveriam ter as máximas condições de robustez e força; e os Celtas tinham por hábito que os filhos matassem os seus pais quando estes estivessem velhos e doentes.

Existem dois tipos de eutanasia: a ativa, que conta com atitudes que objetivam o fim da vida de maneira planejada e negociada entre o doente (ou seu representante legal) e o medico (ou outro profissional de saúde vinculado ao caso); e a passiva, que não provoca deliberadamente a morte, mas interrompe todos os cuidados necessários para manutenção da vida em um doente terminal ou irreversível.
A eutanásia não defende a morte, mas a escolha pela mesma por parte de quem a concebe como melhor opção ou a única.

São muitos os argumentos sobre a eutanásia, desde os religiosos, éticos até os políticos e sociais. Do ponto de vista religioso a eutanásia é tida como uma usurpação do direito à vida humana...

As pessoas com doença crônica e, portanto, incurável, ou em estado terminal, têm naturalmente momentos de desespero, momentos de um sofrimento físico e psíquico e social muito intenso.

Os pedidos de Eutanásia por parte dos doentes são muitas vezes pedidos de ajuda, implorações para que se pare o sofrimento!

No Brasil a eutanásia é considerada homicídio, já na Holanda é permitida por lei e na Bélgica registrou se 705 casos da eutanásia durante o ano passado, 42% a mais do que em 2007.

A discussão sobre a eutanásia é multifocal e leva a uma reflexão sobre o significado da dignidade humana, seja no sentido de respeitar o direito de viver, seja na oportunidade de respeitar o direito de morrer com dignidade, a partir do instante que a morte é justa.

Na medicina avançamos na possibilidade de salvar mais vidas, e criamos automaticamente complexos dilemas éticos que permitem maiores dificuldades para um conceito mais ajustado do fim da existência humana. O aumento da eficácia e a segurança das novos tratamentos motivam questionamentos quanto aos aspectos econômicos, éticos e legais resultantes do emprego exagerado de tais medidas e das suas possíveis indicações inadequadas.

O atual Código Penal, não especifica o crime da eutanásia. O médico que a pratica comete crime de homicídio simples, tipificado no artigo 121, com pena de 6 a 20 anos de reclusão.

Nem a lei nem a ética médica exigem que “tudo seja feito” para manter uma pessoa viva. A insistência, contra o desejo do paciente, em adiar a morte com todos os meios disponíveis não é prática corrente nos hospitais. Seria algo cruel e desumano. A morte é algo de natural e não se justifica a sua recusa absoluta. Há um momento a partir do qual as tentativas de curar podem deixar de demonstrar compaixão ou de fazer sentido sob o ponto de vista médico. O esforço deve ser posto em tornar o tempo de vida que reste ao doente o melhor possível. A intervenção médica pode-se limitar a aliviar a dor e outros sintomas de sofrimento. Enfim, esse é um tema amargo. Mas altamente reflexivo que pelo menos nos faz enxergar melhor o sofrimento do outro.

A solidariedade médica é quase um ato obrigatório e humanizado. Mesmo sob as polêmicas questões entre a vida e a morte.



Fonte: ITU.com.br

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sábado, 7 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Evolução ou criação?

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Criacionistas em Portugal. A ideia de que o 'Homo sapiens' descende de outros primatas e esses de outros animais e esses por sua vez de formas de vida mais incipientes, até ao início da vida algures há muitos mil milhões de anos, ninguém sabe como nem porquê é recusada por muito boa gente. Ora leia
Há quem não celebre 'A Origem das Espécies'
"Os protestantes não perdem uma ocasião de ter uma zanga com o mundo." Tiago Oliveira Cavaco, 31 anos, formado em Ciências da Comunicação na Universidade Nova, músico com discos editados ("Vou tendo bandas"), bloguer (de A Voz do Deserto, com subtítulo "religião e panque roque"), pai de três crianças (Maria, quatro anos, Marta, dois e Joaquim, um), cristão baptista e pregador "ainda não consagrado", diz- -se, no entanto, um criacionista brando. "Acredito naquilo em que o cristianismo ortodoxo acredita: que o mundo foi criado por Deus. Os católicos também acreditam nisso mas convivem bem com o evolucionismo, são mais preguiçosos. Nós agarramo-nos mais à Bíblia."
De facto, num país em que, dizem as sondagens e inquéritos, a maioria das pessoas é cristã católica, o que significa que acredita num ser superior e criador, responsável por tudo o que existe e atento a tudo o que se passa, e na vida depois da morte num lugar agradável chamado paraíso ou desagradável chamado inferno ou num sítio a meio caminho chamado purgatório dependendo de um sistema de pontos relacionado com boas e más acções, o ponto de partida do criacionismo não deve surgir como algo de muito extraordinário. Afinal, ser criacionista é basicamente crer que há um deus responsável por tudo o que existe e que a Bíblia é, além da palavra revelada desse deus, também um livro de história com o guião exacto do surgimento da Terra e da vida sobre ela. Até aqui, nada de substancialmente novo, certo? A diferença fundamental reside no facto de os criacionistas considerarem que o criacionismo é uma doutrina científica.
Ao contrário do que se passa com a maioria dos católicos, porém, os criacionistas, geralmente evangélicos, negam a possibilidade da evolução das espécies tal como é ensinada na escola, nomeadamente a parte em que a humanidade descende de outros primatas e é fruto de mais de um milhão de anos de diferenciações genéticas. Os criacionistas crêem que somos todos descendentes de um casal primordial - Adão e Eva, os próprios, ele feito de barro, ela de uma costela dele - cuja criação divina ocorreu há cerca de seis mil anos, e que como esse casal, criado já adulto como se narra no livro do Génesis, foram criadas todas as outras espécies, incluindo as extintas (como os dinossáurios, cuja extinção é geralmente localizada há 65 milhões de anos).
"As pessoas vêem-nos como excêntricos", reconhece Tiago Cavaco. "Mas se esta discussão não tivesse qualquer tipo de sustentabilidade científica ela não se aguentaria. E a verdade é que ganhou espaço. Os alegados factos científicos que fundamentam a teoria da evolução são rebatidos pelos bons criacionistas." Um bom criacionista será, por exemplo, o engenheiro electrónico portuense Agostinho Santos. Sessenta e cinco anos, trinta e três livros publicados ("e mais dez no computador"), o último dos quais em Julho passado, sobre dinossáurios, mergulha na literatura científica e depois "compatibiliza-a com a Bíblia". Por exemplo, sobre os dinossáurios: "Acredito que houve dinossáurios, até porque há evidência disso, pegadas, ovos, fósseis. Há quem não acredite, mas eu acredito, apesar de a Bíblia não falar deles. E não vejo nenhuma contradição entre a Bíblia e a ciência, aliás nunca se encontrou um erro na Bíblia. Quanto ao desaparecimento deles, o que Bíblia diz é que a certa altura houve um dilúvio universal - e há vestígios disso - e sepultou muitos animais. Este dilúvio teria sido uns 4500/5000 anos antes de Cristo. E acho que depois do dilúvio houve uma alteração da temperatura da Terra.
"Para o facto de apesar de segundo o relato bíblico Noé ter construído um barco onde colocou um casal de cada animal existente na Terra, para salvar os frutos da Criação, e de portanto assim ter tido forçosamente de salvar um casal de cada tipo de dinossáurio, o que impediria a sua extinção, Agostinho Santos tem uma explicação. "Na arca de Noé as espécies ficaram como que estranguladas. Só havia um casal de cada. Imaginemos que um dos dinossáurios ao sair da arca partiu uma perna. Acabava logo ali aquela espécie." Além disso, acrescenta, "ninguém na verdade sabe o que aconteceu aos dinossáurios. Há hipóteses"...
A ideia de que as respostas fundamentais daquilo a que se chama ciência às perguntas fundamentais (que somos, por que somos, de onde vimos, de onde veio tudo, porquê) não são mais que hipóteses metafísicas, uma questão de fé como aquela que "segura" o criacionismo é afinal o fulcro da explicação do criacionismo aos não convertidos. "Creio que tanto o evolucionismo como o criacionismo são modelos: com base nas mesmas descobertas e artefactos materiais é possível construir modelos distintos. Mas não considero que se possa chegar ao livro do Génesis e fazer uma interpretação literal - não se pode dizer que é um relato científico." Samuel Pinheiro, arquitecto e secretário-geral da Aliança Evangélica Portuguesa, é um defensor da possibilidade de, como sucede em alguns estados dos EUA, o criacionismo ser ensinado nas escolas públicas paralelamente ao evolucionismo: "O evolucionismo é totalitário, quer-se impor como a única forma de compreender o mundo." Até porque, garante, "as pessoas resistem de um modo geral à ideia de que tudo surgiu por acaso, crêem que existe uma inteligência em tudo o que existe". Quando dava aulas no liceu, e quando falava disso com os seus alunos, eles concordavam. "Diziam, professor, tem razão, nós também não acreditamos que tudo tenha surgido por acidente." E conclui: "Ou tudo surgiu a partir de nada ou tudo surgiu a partir de Deus - qual destas hipóteses é a mais credível?"
Jónatas Machado, 45 anos, constitucionalista, professor na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e apontado por todos os evangélicos contactados como "o grande criacionista português", não tem dúvidas. "Quem é irracional é quem postula uma criação irracional e por acaso. Aliás, há fortes evidências científicas no sentido de uma criação ordenada. Por exemplo, a existência de leis naturais corrobora a existência de uma criação ordenada - a lei da gravidade, da biogénese, do movimentos dos planetas, são compatíveis com a ideia de uma criação inteligente. Uma outra evidência importante de criação inteligente é a quantidade inabarcável de informação que existe no genoma. Ora quando encontramos num qualquer sistema de informação codificada isso significa, alto lá, há aqui origem inteligente. E no DNA encontramos informação codificada em qualidade e densidade e quantidade que e excede a capacidade tecnológica humana, toda a capacidade da comunidade científica."
Especialista há poucos anos - "Fui em 2004 com um colega constitucionalista assistir a uma conferência do físico alemão criacionista Werner Ditt, e esse meu colega estava a ditar uma revista e queria um texto sobre criacionismo. Pediu-me 30 páginas e eu escrevi 70. A ideia era fazer um apanhado do que dizem as várias especialidades de cientistas criacionistas nas várias áreas" -, tornou-se, "quer queira quer não", a maior referência portuguesa em criacionismo: "Toda a gente me pergunta coisas e me convida para conferências." Com os seus principais textos criacionistas disponíveis na Net, no portal da Associação Evangélica Portuguesa, Machado afirma nunca se furtar ao diálogo e confronto. Sendo profundamente religioso, proclama-se também um adepto da liberdade e expressão e um inimigo de leis que condenem a blasfémia. "Gosto de debater com quem pensa diferente de mim. Ajuda-me a pensar." Ainda assim, há algo que não questiona: a existência e o porquê de Deus. "Quem não acredita em Deus tem de acreditar que tudo vem do nada. O ateu Richard Dawkins diz que o universo nasceu por acaso do nada, mas isso não é ciência, é metafísica. E mostra que o que está aqui em causa não é uma oposição entre ciência e fé, mas entre duas visões do mundo metafísicas, em função das quais toda a realidade é lida." Assim tão simples. E seja qual for a objecção encontrada, da idade das estrelas (orçada em muitos milhões de anos, quando para o criacionismo só podem ter seis mil) aos fósseis, passando pela inevitabilidade do incesto em série que estaria na base da humanidade criada a partir de um único casal, Jónatas Machado tem uma resposta. "Os criacionistas e os evolucionistas têm a mesma evidência: as mesmas rochas, os mesmos ossos, os mesmos artefactos. O que é diferente é a forma de os ver. Por exemplo, onde os evolucionistas vêem, nos genes, evidência de um ancestral comum, os criacionistas olham para os mesmos genes e vêem a evidência de um criador comum." Para resumir: "Newton dizia que ciência é uma engenharia do avesso, tentar perceber a criação de Deus da frente para trás. Pensar os pensamentos de Deus depois de Deus."





Fonte da notícia: DN Online

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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O espanto do Natal

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Nós que todos os anos vivemos o Natal perdemos o espanto perante o Natal. Essa é uma das piores coisas que pode acontecer a quem vive todos os anos o Natal. De facto, aqueles que participam com fervor na celebração anual do Natal sentem muitas emoções acerca dele, desde a elevação espiritual à indignação perante o consumismo e o desinteresse da sociedade. Mas raramente sentem aquilo que é o mais adequado perante o mistério natalício: o espanto.


O espanto principal vem, naturalmente, do próprio acontecimento que se celebra: que Deus omnipotente, que não cabe nos Céus, tenha decidido descer até nós e nascer como um menino, é algo de inaudito, inconcebível, quase inacreditável. Este é o mistério central da nossa fé cristã, mas dificilmente o conseguimos entender, quanto mais descrever, de tal forma ele ultrapassa tudo o que podemos imaginar. Vivemos todos os dias com ele, mas não somos capazes de compreender aquilo em que baseamos a nossa própria vida. O nosso Deus é, sem dúvida, espantoso!


Mas, mesmo se olharmos o Natal de fora, ele é uma festa absolutamente assombrosa. Se virmos o Natal como alguém que nada sabe sobre ele, se o considerarmos sem referência ao seu significado espiritual, temos de admitir que se trata de um fenómeno impressionante.


Ele é a única festa verdadeiramente global que o mundo alguma vez viu. O Natal atravessa todas as fronteiras e culturas. Existem, sem dúvida, muitas pessoas a quem o Natal nada diz, mas é difícil encontrar alguém que não saiba que ele existe.


Por outro lado, todos falam do "espírito natalício" mesmo quando ignoram o tal significado espiritual. De múltiplas maneiras e formas, os meios agnósticos, pagãos e até ateus se sentem tocados por uma mística que não sabem de onde vem. "Festa da família", "tradição popular", "quadra da solidariedade", "reino do Pai Natal" são maneiras comuns de descrever aquilo que ninguém consegue explicar, mas que todos sentem palpavelmente nesta quadra.


Os fenómenos espantosos que rodeiam o Natal são muitos mais. Por exemplo, trata-se da única celebração de aniversário que se verifica há mais de 2000 anos. Mas vale a pena pensar um pouco de onde vem esta surpreendente realidade. Se aquele que nada sabe sobre o Natal quiser entender a origem daquilo que tanto o surpreende, onde deve ele procurar a resposta? Que lhe podemos dizer nós, aqueles que todos os anos vivemos o Natal e participamos com fervor na sua celebração?


Bem, esta questão levar-nos-ia muito longe. Alguns refeririam dados sociológicos, históricos e etnográficos. Falariam da influência planetária da civilização ocidental, do gosto das culturas pelos presentes e pelas festas e de muitas outras coisas. Mas não existem muitas dúvidas que a razão última do fenómeno vem, simplesmente, do facto indiscutível que o nosso Deus é espantoso. O Deus que fez as girafas e os cometas, que concebeu a aurora e as trovoadas, que imaginou as galáxias e os seres humanos, só Ele poderia inventar uma coisa como o Natal.
João César das Neves





Fonte da notícia: Agência Ecclesia

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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O ateísmo de Richard Dawkins


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Cartazes com a frase «Provavelmente, Deus não existe» poderão circular por toda a cidade de Londres, em Janeiro, segundo a BBC.

A campanha ateísta é da British Humanist Association (BHA) e tem o apoio do académico britânico Richard Dawkins, autor do livro «The God Delusion» e conhecido pelos seus documentários que questionam o papel das religiões.

O objectivo da campanha do BHA é «promover o ateísmo na Grã-Bretanha, encorajar mais ateístas a assumirem publicamente a sua posição e elevar o moral das pessoas a caminho do trabalho».

Com o dinheiro obtido através de doações, o grupo quer colocar cartazes em dois grupos de 30 autocarros por quatro semanas.

A frase completa é: «There`s probably no God. Now stop worrying and enjoy your life» («Provavelmente, Deus não existe. Agora, páre de se preocupar e curta a vida», em tradução livre).

«Nós vemos tantos cartazes que divulgam a salvação através de Jesus ou que ameaçam com condenação eterna, que eu tenho certeza que essa campanha será vista como um sopro de ar fresco», disse Hanne Stinson, presidente da BHA.

«Se fizer com que as pessoas sorriam, além de pensar, melhor», concluiu. Como os organizadores conseguiram arrecadar mais do que planeavam, pretendem colocar os cartazes também do lado de dentro dos autocarros.

A BHA também estuda a possibilidade de estender a campanha a outras cidades, incluindo Birmingham e Manchester, na Inglaterra, e Edimburgo, na Escócia.

«A religião está acostumada a usufruir de benefícios tributários, respeito não merecido, o direito de não ser ofendida e o direito de fazer lavagem cerebral nas crianças», disse Dawkins. «Mesmo nos autocarros, ninguém pensa duas vezes quando vê um slogan religioso. Esta campanha fará com que as pessoas pensem - e pensar é um anátema perante a religião».

Surpreendentemente, a Igreja Metodista agradeceu Dawkins por incentivar um «interesse constante em Deus». «Esta campanha será uma coisa boa se fizer com que as pessoas pensem nas questões mais profundas na vida», disse Jenny Ellis, reverenda metodista. «O Cristianismo é para pessoas que não têm medo de pensar sobre a vida e o seu significado».

Fonte da notícia: IOL Diário

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sábado, 11 de outubro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Uma estrada para Deus

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Decorre em Roma, de 5 a 25 de Outubro, o Sínodo sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja. O interesse e a envolvência que colocamos no Ano Paulino não pode alhear-nos deste acontecimento, pois São Paulo conduz-nos para a veneração, a escuta e a prática das Escrituras que, como ele afirma, são inspiradas por Deus e contribuem para o aperfeiçoamento do homem e para a prática de boas obras (Cf 2 Tim 3, 16-17). Como representantes dos bispos portugueses estarão em Roma Dom António Taipa e Dom Anacleto Oliveira, este último autor do guião “Um ano a caminhar com São Paulo”.


A realização do Sínodo motivou alguns países e dioceses a fazer um inquérito sobre o conhecimento e leitura da Bíblia por parte dos católicos. Os resultados foram muito pouco animadores tanto em Portugal como em Espanha, países de forte tradição católica mas, pelos dados recolhidos, com conhecimento muito escasso acerca desta fonte do cristianismo. Num ambiente cultural de descrença, de confusão e de desconfiança em relação ao cristianismo, é lamentável esta ignorância. De facto, num mundo desfavorável à fé cristã, os crentes precisam ainda mais de alimento espiritual e de convicções assentes no conhecimento das Sagradas Escrituras.


O Concílio Vaticano II, inaugurado a 11 de Outubro de 1962, trouxe algum progresso no interesse e na aproximação dos católicos à Bíblia. Promulgou a Constituição sobre a Divina Revelação (Dei Verbum), de grande riqueza e alcance prático, que tem inspirado e orientado a leitura meditada e orante da Bíblia. As leituras bíblicas da Liturgia adquiriram maior riqueza e variedade, as homilias ligaram-se mais aos textos bíblicos, desenvolveram-se os grupos bíblicos, cultivou-se e cultiva-se a lectio divina. Da mesma forma, a Bíblia tornou-se a principal fonte da catequese. No entanto, os fiéis, em geral, não adquiriram o gosto e o hábito da leitura pessoal da Palavra de Deus na Sagrada Escritura. Foi-lhes apresentada a fonte mas não ficam em contacto com ela para, depois, continuar a beber.


Bento XVI, no passado 12 de Setembro em Paris, numa lição memorável sobre a origem da cultura europeia, esclareceu como na génese desta se encontra a procura de Deus, ou seja, a procura da verdade sobre o mistério da vida e do homem. A procura de Deus conduz à cultura da palavra, ao aprofundamento da estrutura das línguas e da forma de expressão. Na realidade, a revelação bíblica é o caminho que Deus abriu para chegarmos até Ele. Por seu lado, a Palavra revelada introduz na oração e no canto da comunidade (“A Escritura necessita de interpretação e, portanto, precisa da comunidade onde se formou e é vivida. Nesta encontra a sua unidade e sentido” afirmou o Papa).


O conhecimento da Bíblia tem sido, portanto, uma base de primeira importância no desenvolvimento da cultura e da vida comunitária. Não é apenas um livro religioso. É um património cultural, oferece uma compreensão positiva da vida e da pessoa. Eleva o homem na cultura e nos valores morais que alicerçam o humanismo europeu. As figuras e acontecimentos bíblicos são símbolos fundamentais da vida humana que retratam e interpretam as situações existenciais de todos os tempos.


Estamos numa época propícia para promover a leitura e meditação da Bíblia. As pessoas estão cansadas de tanto palavreado oco, banal, vazio e enganador. A Palavra da Bíblia é a “Palavra da Verdade”, “Palavra de Vida Eterna”, que ilumina e alegra o coração, despertando a esperança e encaminhando para o amor.


Procuremos, portanto, que o Ano Paulino e este Sínodo nos motivem para um conhecimento mais profundo e um contacto mais assíduo com a Palavra de Deus, de modo que esta penetre na inteligência, no coração e na vida real dos católicos.


+ Manuel Pelino Domingues, Bispo de Santarém

Fonte da notícia: Agência Ecclesia

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sábado, 20 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Deus é brasileiro!

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado que Deus se assumiu brasileiro. A declaração do presidente refere-se à "boa fase" que o país atravessa desde que ele foi eleito presidente.

Lula voltou a enumerar as "realizações" de seus dois mandatos presidenciais durante comício de apoio à candidata a prefeita de São Paulo Marta Suplicy (PT) na Vila Nova Cachoeirinha, zona norte da cidade. "Quando assumi tinha uma preocupação: resolver os problemas deste país", afirmou.


Lula prégou a "independência desse país" com a descoberta de petróleo na camada pré-sal, e disse que o crescimento brasileiro revelou a falta de mão-de-obra qualificada. "Quando eu deixar a presidência podem me contratar como torneiro", disse.

Empolgado com o discurso, Lula disse que sua presença no Palácio do Planalto fez com que Deus decidisse se assumir brasileiro. "Deus assumiu publicamente que é brasileiro. Ele disse: 'Já que o Lula está aqui, eu vou ficar um pouquinho'."

Ele também não poupou críticas aos adversários. Sem mencionar a derrubada da CPMF no Congresso, afirmou que a oposição tirou dele R$ 40 bilhões que seriam investidos em saúde. "As coisas estão andando como os nossos adversários não esperavam", disse.

As críticas mais incisiva, no entanto, foram reservadas ao DEM. "[Nessas eleições] até o DEM está com a minha foto. De dia falam mal de mim, de noite distribuem santinhos com a minha cara. Eles não têm lado porque são oportunistas."

Crise financeira

Ainda exaltando o crescimento do país, Lula criticou a forma como o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, vem conduzindo a crise imobiliária americana. "O governo dos Estados Unidos demorou para tomar uma atitude. Quando me perguntaram sobre a crise, eu disse: 'pergunte para o Bush. A crise é deles e são eles que vão ter de resolver'."

Fonte da notícia: Folha Online Brasil

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domingo, 7 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Em busca da partícula de Deus

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Física. A maior máquina científica, o LHC, começa a operar na quarta-feira, envolvida em polémica. O objectivo é encontrar o bosão de Higgs, a partícula essencial, o 'santo graal' da física

Acelerador prepara experiência mais complexa

A maior e mais dispendiosa máquina científica do mundo "não representa qualquer perigo para a humanidade", conclui um relatório ontem divulgado pelos físicos do CERN (Centro Europeu de Investigação Nuclear, na sigla francesa).

Esta nova avaliação do Large Hadron Collider (LHC, o maior acelerador de partículas mundial) deverá silenciar de vez a tentativa de travar a mais complexa experiência científica de sempre, prevista para decorrer a partir de quarta-feira e cujos preparativos deverão começar ainda este fim-de-semana.

O objectivo da máquina é encontrar a menor partícula, base da matéria, o bosão de Higgs, também chamada "partícula de Deus", cuja existência a teoria prevê há 40 anos.

Um grupo tentou parar a experiência, alegando que se formarão buracos negros minúsculos e que estes vão engolir o planeta. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos rejeitou uma providência cautelar, no final de Agosto, e este novo relatório explica que as experiências no LHC se baseiam em testes feitos nos aceleradores mais pequenos. A energia libertada na colisão de dois protões será idêntica à de dois mosquitos em colisão e que os buracos negros que se formarem serão diminutos, não havendo paralelo na natureza.

"Se as partículas em colisão no LHC tivessem o poder de destruir a Terra, nós não existíamos", conclui o painel de físicos do CERN, em resposta à preocupação do grupo que se reuniu em torno do teórico alemão Otto Rössler, o homem que deu a cara pela paragem da máquina.

Rössler representava a crítica mais articulada, mas há observadores para quem o LHC tem aspecto de máquina do fim dos tempos, algo saído da ficção científica ou da imaginação de Dan Brown, escritor que tem, aliás, um romance, Anjos e Demónios, passado no CERN e dedicado a este tipo de maquinaria de colisões entre religião e ciência.

O complexo acelerador custou 2,5 mil milhões de euros e o seu anel, enterrado na região de Genebra, na Suíça e França, tem 27 quilómetros. O LHC não estará a funcionar em pleno antes de 2010, e o custo do projecto, onde vão trabalhar 9 mil cientistas, será na realidade mais alto, da ordem de 8 mil milhões de euros, a pagar pelos 20 países que integram o CERN, incluindo Portugal. Para encontrar o bosão de Higgs, feixes de protões serão acelerados a velocidade próxima da luz, colidindo uns com os outros, numa tentativa de replicar as condições existentes após o Big Bang (o universo, tal como o conhecemos, terá sido formado pela explosão da matéria extremamente densa e quente).

Fonte da notícia: DN Online

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domingo, 31 de agosto de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Olhar o mundo como dom de Deus


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Que a família humana saiba respeitar o plano do Criador sobre o mundo e seja cada vez mais consciente do grande dom de Deus que é a criação

1. Criação, dom de Deus

O modo cristão de olhar o mundo, partilhado com outras religiões, não dispensa este princípio: tudo é, em última instância, dom gratuito de Deus. Há outros modos de olhar o universo, modos materialistas, nos quais o conceito de criação não tem lugar – o universo é olhado como fruto de forças e acasos sem nenhum princípio explicativo. Mesmo assim, é possível encontrar preocupações comuns a crentes e ateus relativamente ao cuidado a ter com a natureza. Tais preocupações comuns dizem respeito, sobretudo, ao esforço por encontrar formas cada vez mais humanas de viver e ter acesso aos bens da terra sem destruir irremediavelmente a criação.

2. Sacralização da natureza

As preocupações ecológicas fazem cada vez mais parte do nosso quotidiano – seja-se crente ou não. Há uma consciência cada vez mais clara de que a acção humana transforma a natureza, e nem sempre para melhor. Os «movimentos ecológicos» – e até os partidos políticos ecologistas – têm na sua origem, quase sempre, esta consciência da fragilidade da natureza e da necessidade de adoptar modelos de desenvolvimento mais respeitadores dos equilíbrios naturais. Há, porém, ideologias radicais que, em nome da natureza e sua defesa, se vêm revelando cada vez mais inimigas do homem. Tais ideologias, muito devedoras do materialismo actual, pseudo-científico, acabam deificando a natureza, considerando-a «sagrada», «intocável»... e, no mesmo passo, demonizam o homem e a sua acção sobre o mundo, vista sempre como má e prejudicial. Perde-se, deste modo, aquela concepção mais equilibrada segundo a qual o resultado da acção sensata do homem sobre a natureza é um gradual processo de humanização do mundo, que vai sendo transformado e tornado cada vez mais habitável.

3. Questões em aberto

O ecologismo ideológico encontrou no «aquecimento global» e na utilização dos combustíveis fósseis o seu mais significativo campo de batalha. Aquele, atribuído exclusivamente à acção humana, passou de fenómeno climático a estudar e enfrentar, se possível e necessário, a ideologia de tipo totalitário, sem possibilidade de contradição – a desqualificação de quantos, no mundo científico, procuram explicar de modo diferente as complexidades climáticas actuais é o exemplo acabado deste totalitarismo. Mas não se fica por aqui. A subida global dos preços dos cereais, serve-lhe também para avançar noutros caminhos. Um dos mais promissores parece ser a tentativa de impor, de novo, o medo da sobrepopulação humana do planeta, que levaria a escassez crónica de alimentos e a fomes generalizadas. Daí até à promoção de políticas estatais de controlo demográfico com penalizações para as famílias numerosas... vai um passo pequeno que alguns começam a exigir. A carestia dos alimentos tem, evidentemente, muitas causas – entre elas, a promoção «ecológica» dos chamados biocombustíveis, feitos a partir de cereais. Não há, porém, argumentos sérios mostrando a impossibilidade de alimentar a população mundial com os recursos actuais. Infelizmente, isso não detém a lógica de quem olha os seres humanos como os maiores inimigos de uma natureza sacralizada, à qual muitos não se importariam de sacrificar o desenvolvimento dos povos.

4. Respeitar o plano do Criador

Desde as origens, o homem está chamado a «dominar a terra» (cf. Génesis 1, 28). Este domínio significa a libertação do homem face a todos os «poderes» da natureza, pois esta não é uma divindade superior ao homem – logo, é princípio de liberdade do homem face a todas as outras coisas criadas e instaura a possibilidade de agir sobre a natureza, conhecendo-a e transformando-a. Não é, porém, um domínio isento de «cuidado», ou seja, como de senhor sem deveres nem contas a prestar. Mais do que senhorio sobre a criação, o domínio do homem é colaboração na obra de Deus criador – e a sua acção deve orientar-se no sentido de aprofundar a bondade da criação, proclamada também nas origens (cf. Génesis 1, 31). Eis, pois, como o cristão deve entender o plano de Deus sobre a criação: um projecto de aperfeiçoamento e humanização continuada, conduzindo a um mundo cada vez mais habitável e acolhedor para todos os filhos de Deus e todas as suas criaturas. Tal não se fará sem cansaço e sofrimento e apenas se realizará plenamente nos tempos escatológicos. Pode, no entanto, ser já antecipado, sempre que o homem cuida, agradecido, dos bens que lhe foram concedidos.

Palavras de Bento XVI
Agência Ecclesia

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domingo, 24 de agosto de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Hindus celebram nascimento do deus Krishna

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Hindus celebram nascimento do deus Krishna

Draped in a spirit of festivity, devotees thronged colourfully-decorated temples and kept fasts till midnight as Janmashtami, the birthday of Lord Krishna, was celebrated across the country on Sunday with exuberance and gaiety.

Chanting "Krishna Hare Hare", the faithful made a beeline to illuminated temples which reverberated with religious songs amid blowing of conch shells.

Areas in-and-around most of the temples were wrapped in a multi-layered security cover in view of a wave of bomb attacks in Ahmedabad, Bangalore and Jaipur recently.

A huge posse of police personnel kept a hawk-eye vigil near the places of worship as devotees were subjected to strict security checks.

As part of Janmashtami celebrations, clay pots called "Dahi-Handi", filled with curd and butter, were suspended high above the ground at many places.

To the constant chorus of "Govinda, Govinda", youths formed human pyramids to reach to the pot and then broke it to the merriment of all those present.

Colourful floats depicting the birth of Lord Krishna, his pranks as "Makhan Chor" and his frolics with Radha adorned temples where worshippers offered fruits, flowers and sweets to their beloved God to celebrate his birthday.

Fonte da notícia: The Hindu News

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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Deus macaco é director de universidade

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A divindade Hanuman, representada pela figura de um poderoso macaco, foi nomeada oficialmente para o cargo de director-geral da Sardar Bhagat Singh College of Technology and Management, uma universidade no norte da Índia. A notícia foi publicada no site do «Pakistan Daily», citado pelo Globo.com.

O escritório de Hanuman terá muito incenso, uma escrivaninha e claro, um computador portátil. Diante da cadeira do director divino estarão quatro cadeiras. Todos os que entrarem na sala deverão tirar os sapatos e reverenciá-lo.

«Acreditamos que qualquer trabalho que tenha a benção do Senhor Hanuman está destinado ao sucesso», disse Vivek Kangdi, vice-director da escola. «Quando estávamos à procura de um director para nossa instituição, analisamos muitos nomes de peso na área de tecnologia e administração. No fim, decidimos pelo Senhor Hanuman, já que ninguém é maior que ele», explicou Kangdi.

Hanuman é um dos mais populares deuses do panteão hindu. O seu feito mais famoso, descrito no épico «Ramayana», foi liderar um exército de macacos contra o demoníaco Rei Ravana e resgatar uma princesa raptada.

A Universidade Sardar Bhagat Singh abriu no ano passado em Lucknow, capital de Uttar Pradesh, o estado mais populoso da Índia. Vai formar bachareis em engenharia e administração, fica por saber quem vai assinar os diplomas.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
Segundo os nossos antepassados "é preciso haver tolos para haver discretos" e eu estou certo em afirmar que realmente eles tinham toda a razão.

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quarta-feira, 11 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Crianças visitaram o Santuário de Fátima

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Alegria, colorido, festa, surpresa e animação são palavras que, uma vez mais, marcaram a Peregrinação das Crianças a Fátima, este ano na 30ª edição. Milhares de crianças de Portugal inteiro e também um pequeno grupo da Áustria participaram naquela que é uma das mais singulares peregrinações a este santuário mariano.
Sempre igual no ambiente de festa e de oração, e na dedicação do Santuário na preparação das diferentes celebrações, esta peregrinação é diferente de todas as outras porque é totalmente preparada para os mais novos, que mais uma vez acolheram o convite do Santuário para estarem em Fátima neste feriado nacional.

A marcar a diferença, o tema escolhido para este ano: “Jesus, só tu és a verdade”, que procurou sensibilizar, através de gestos, símbolos e de exemplos de vida, a importância de verdade como gesto de amor.

Durante a celebração principal da Peregrinação, esta manhã no Recinto do Santuário de Fátima, foi simbolicamente apresentada a necessidade, e a urgência, da descoberta da verdade com o derrube de um muro negro a simbolizar a mentira. Dentro do muro, uma enorme cruz, escondida também com panos negros, depois retirados, mostraria a beleza e força que deve representar a busca da verdade na vida de cada um.

Nesse momento, durante a homilia, Mons. Luciano Guerra, Reitor do santuário de Fátima, que pela primeira vez presidiu à Peregrinação explicou: “Revele-se a verdade da Cruz de Cristo! Caiam os véus espessos da mentira que escondem a verdade da Cruz de Cristo! Por ter amado a verdade, Jesus foi rodeado do ódio e da mentira. No dia em que nós deitarmos abaixo a mentira, a Cruz de Jesus aparecerá como uma cruz florida, cruz da luz, cruz da verdade, cruz do amor, cruz da Vida. Caiam então os muros da mentira que rodeiam a Cruz de Cristo! (…) No fundo do nosso coração, nós proclamamos hoje aqui que queremos ser filhos da luz, queremos amar a verdade, que se encontra na cruz florida de Jesus Cristo”.

A grande maioria das crianças, acompanhada pelos seus catequistas, esteve sentada nas escadarias da Basílica do Santuário de Fátima e participou de forma surpreendente e entusiasta na celebração. Outras crianças participaram na Eucaristia a partir de vários locais do Recinto, acompanhadas pelos seus pais e outros familiares. Um grupo colaborou activamente com a organização da peregrinação e os quarenta meninos e meninas que integram o coro infantil do Santuário de Fátima “Os Pastorinhos de Fátima”, dirigido pelo maestro Paulo Lameiro, animaram musicalmente as celebrações.

No final da Missa, D. António Marto, Bispo de Leiria-Fátima, subiu ao altar e exortou os seus “amiguitos e amiguitas”, conforme gosta de cumprimentar as crianças, a serem testemunhos da verdade. “Hoje, Jesus pediu-me, a mim, bispo e sucessor dos apóstolos, para vos dizer: Jesus precisa de vós como precisou do pequenito Francisco, Pastorinho de Fátima, para através de vós levar o amor da verdade e verdade do amor”, exclamou ao sublinhar que Jesus “não se esquece de cada um de vós” e que, por isso, “quer que sejais grandes no amor à verdade, no amor aos outros e grandes a alegria de viver”.

Crianças recebem livrinho de presente-surpresa

“Jesus, só Tu és a verdade” é o título do livro oferecido a todos os meninos e meninas que participaram na Peregrinação das Crianças 2008.

Desta vez as crianças levam para suas casas uma edição para crianças com textos do Leccionário Litúrgico, Domingo a Domingo, até ao Domingo de 11 de Junho de 2009.

Na publicação, editada em número de trinta mil exemplares, as ilustrações estiveram a cargo das Irmãs Oblatas de Maria Virgem de Fátima e os textos de reflexão são assinados por Maria da Graça Fernandes, de Leiria.

Na Apresentação, Mons. Luciano Guerra, Reitor do Santuário de Fátima, pede para as crianças lerem o livro com muita atenção, por nele estarem as palavras de Jesus. “Vamos guardá-las no coração. Vamos lembras-nos delas sempre. Jesus ficará no nosso coração e nós ficaremos no Coração de Jesus!”, escreveu Mons. Luciano Guerra, que terminará a sua função como Reitor do Santuário de Fátima ainda este ano e que, por isso, escreve também desta forma às crianças: “Um grande abraço do Reitor do Santuário de Fátima que se despede de vós pela última vez, e que faz uma oração a Nossa Senhora para todos vos sentirdes alegres com a leitura do Evangelho de Jesus.”

Para cada Domingo ou Dia Santo foi escolhida uma Leitura, apresentada primeiramente por Maria da Graça Fernandes, e enriquecida com um texto de oração, após a publicação do texto bíblico.

“A palavra de Deus enche-nos o coração. (…) É o que vamos tentar fazer ao longo destes domingos: ajudar-te a perceber o que Jesus nos quer dizer e nos manda fazer, para transformarmos o nosso mundo num mundo mais parecido com Deus”, escreve Maria da Graça Fernandes na introdução da publicação.

Nas quatro páginas finais, um poema dedicado ao Beato de Fátima Francisco Marto, cujo Centenário de Nascimento (a 11 de Junho de 1908) o Santuário celebra este ano. Intitulado “Francisco Marto, Pastorinho de Aljustrel” o poema da autoria do fatimense António das Neves Martins recorda a breve vida do Pastorinho consolador de Jesus.

Mons. Luciano Guerra também recebeu prenda-surpresa

Desta vez não foram só as crianças a terem direito a uma momento-surpresa. No momento final da Eucaristia, o Bispo D. António Marto subiu ao altar, saudou com afecto as crianças e ofereceu ao Reitor do Santuário de Fátima, que nada sabia da iniciativa, um presente.

Lá dentro, um livro especial e único para Mons. Luciano Guerra, onde são revisitadas as peregrinações das crianças ao Santuário de Fátima desde o ano de 1979.

Umas palavras especiais fecham a mensagem de introdução da publicação, escritas em nome de todos os meninos e meninas que durante estes trinta anos participaram nas várias peregrinações anuais a Fátima: “As crianças de Portugal dizem-lhe: «Muito obrigado, Senhor Reitor, pela sua ternura e por tudo quanto fez por nós!»”

O álbum-surpresa pretendeu, explica a Comissão da Peregrinação das Crianças deste ano, coordenada pelo Padre Armindo Janeiro, homenagear e agradecer todo o carinho e dedicação de Mons. Luciano Guerra na organização destas peregrinações.

Na ocasião, D. António Marto explicou às crianças que "Monsenhor Luciano Guerra foi o grande promotor e animador desta tão linda Peregrinação das Crianças ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima. Sabeis que, por limite de idade, vai deixar o cargo de Reitor. Hoje presidiu pela primeira vez (à Peregrinação das Crianças) para estar mais perto de vós. Queremos todos agradecer-lhe toda a ternura que ele tem e que ele tem por todos vós".

Num gesto espontaneo, repetido um sem-número de vezes durante esta Peregrinação, ecoou no Recinto um grande aplauso ao Reitor.

“A Peregrinação das Crianças foi para Monsenhor Reitor a ‘menina dos seus olhos’, que lhe deu muito mais trabalho do que todas as outras Peregrinações realizadas no Santuário, como algumas vezes lhe ouvimos dizer”, recorda o texto da Comissão, publicado na introdução do único exemplar impresso, oferecido ao Reitor.

“Que descoberta do que é bom, belo e verdadeiro se proporcionou às crianças, ao longo destes 30 anos! E tudo isto, bem envolvido em muita criatividade, que tinha no momento da ‘surpresa’ o seu ponto mais emocionante. Momento que Monsenhor Reitor sabia conduzir com especial intuição e arte: criava tal expectativa e ‘suspense’ que fazia com que aqueles milhares de crianças correspondessem entusiasmadas ao que lhes era pedido e com visível interesse.

Tudo isto, e muito mais, queremos evocar neste sumário de recordações, com a ajuda de fotografias e alguns dados sobre cada uma das Peregrinações”, refere o texto.

Na introdução é recordado o arranque da iniciativa: “A Peregrinação de 1977, promovida pelo Secretariado Diocesano da Catequese do Patriarcado de Lisboa, com o seu entusiasta promotor P. Policarpo Canas, aconteceu para celebrar o 60º Aniversário das Aparições de Nossa Senhora. E, a partir daí, dado o êxito da experiência, começou-se a organizar todos os anos. E porque não eram só grupos de crianças de Lisboa que vinham a Fátima, mas também de outras Dioceses, nomeadamente as vizinhas, cedo os Secretariados de Leiria e Santarém (Zona Centro) passaram a fazer parte da sua organização. No entanto, para o êxito desta iniciativa, foi decisivo o acolhimento, apoio e participação efectiva dos Serviços do Santuário, a começar pelo seu primeiro responsável, Monsenhor Luciano Gomes Paulo Guerra”.

Com um grafismo colorido e dinâmico, enriquecido com fotografias do Arquivo Multimédia do Santuário, a publicação recorda, ano a ano, o presidente, o tema e o gesto simbólico de cada Peregrinação das Crianças.

No final da publicação, e sempre em sinal do merecido agradecimento a Mons. Luciano Guerra, são publicados alguns dos cartazes de cada peregrinação, desde o último, da edição deste ano, da autoria Inês do Carmo, filha do conhecido comunicador Júlio Isidro, até aos primeiros.

Recorde-se que Mons. Luciano Guerra é Reitor do Santuário de Fátima desde 13 de Fevereiro de 1973, tendo terminado mais um mandato neste ano de 2008. Manter-se-á em funções até à entrada do novo Reitor já anunciado, o Padre Virgílio Antunes.

LeopolDina Simões, Sala de Imprensa do Santuário de Fátima

Fonte da notícia: Agência Ecclesia

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sábado, 29 de dezembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


40 mil jovens entram em 2008 a rezar



Cristãos de toda a Europa preparam-se para viver uma passagem de ano diferente, ao estilo de Taizé


40 mil jovens que vão participar no Encontro Europeu de Jovens em Genebra, promovido pela comunidade ecuménica de Taizé entre 28 de Dezembro e 1 de Janeiro próximos


Dezenas de milhares de jovens que virão de toda a Europa e também dos outros continentes vão receber uma carta do irmão Alois, o sucessor do irmão Roger. Intitulada «Carta de Cochabamba», escrita na Bolívia durante um recente encontro de jovens latino-americanos animado pela Comunidade de Taizé, este texto vai inspirar a reflexão dos jovens reunidos até ao dia 1 de Janeiro em toda a região à volta de Genebra.


Há quatro perguntas no final da carta do irmão Alois. Estas perguntas estarão no centro dos tempos de partilha que terão lugar todas as manhãs nos 160 pontos de acolhimento. Elas serão retomadas de distintas formas durante os 25 encontros de reflexão que terão lugar nas tardes dos dias 29 e 31, na Palexpo. São estas as perguntas:


- Em situações de conflito, saberemos escutar o outro?
- Saberemos procurar uma repartição mais justa dos bens?
- Seremos próximos daqueles que são mais pobres do que nós?
- Seremos capazes de chegar ao ponto de perdoar?


Para participar no Encontro de Genebra, que está a ser preparado em colaboração com as igrejas católicas e protestantes, 30.000 jovens farão a viagem a partir de outros países. Eles serão alojados nas casas de milhares de famílias de toda a região, de Bellegarde a Yverdon-les-Bains, de Genebra a Montreux.


Serão também publicados para o Encontro Europeu de Genebra dois outros textos do irmão Alois, que serão traduzidos em 26 línguas e entregues a cada um dos participantes. Um deles é um apelo à reconciliação dos cristãos. O irmão Alois escreve: «Em Cristo pertencemos uns aos outros. Quando os cristãos estão separados, a mensagem do Evangelho torna-se inaudível.»


No segundo texto, intitulado «Carta a quem gostaria de seguir Cristo», o irmão Alois continua: «Deus chama-te à liberdade. Não faz de ti um ser passivo. Pelo seu Espírito Santo, Deus habita em ti, mas não se substitui a ti. Pelo contrário, ele desperta energias insuspeitas.»


O irmão Alois vai falar todas as noites, durante as orações comunitárias na Palexpo.


A oração comunitária de domingo 30 de Dezembro, que reunirá dezenas de milhares de jovens, será transmitida em directo em Eurovisão pela TSR 2 das 19:00 horas às 20:10 horas.

Dando continuidade aos Encontros de Zagreb, Milão, Lisboa, Hamburgo, Paris ou Budapeste, o Encontro de Genebra será uma nova etapa da «Peregrinação de Confiança através da Terra», lançada pelo irmão Roger há mais de 25 anos.

Fonte da notícia: Agência Ecclesia





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Jorge Goncalves

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