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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Natal de Paz e Alegria

Christmas is an announcement to live with Peace and Joy
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O que se pretende, de facto, com a celebração do Natal?


Pe. Dr. Marcos Gonçalves (MG)- O Natal é a festa do nascimento de Cristo. Deus Todo-Poderoso e Criador nasce, torna-se carne (encarnação), um bebé. E diante de um bebé ninguém tem medo de se aproximar. Nasce na simplicidade de uma manjedoura porque as hospedarias estavam cheias. É este o grande mistério que estamos a celebrar. Mistério de beleza e de bondade que nos deve deixar deslumbrados diante do Menino-Deus, de Deus que se aproximou de cada um de nós. Celebramos Deus que vem e isso não é apenas um movimento mas diz quem é Deus, um Deus presente nas nossas vidas, próximo de cada um de nós.
Ainda que muitas coisas rodeiem o Natal e são bonitas e ajudem a vive-lo, a verdade é que mesmo sem elas, Cristo nasce.
O Natal não é um adorno ou decoração que no final da quadra se mete num caixote ou apenas se tira do caixote quando ao homem lhe apetece e está motivado e tem razões para celebrar porque a vida lhe corre bem. Há Natal não porque o homem quer, mas porque Deus quis nascer no meio de nós. Há Natal não porque tenhamos saúde ou nos apeteça celebrar e decorar a casa, mas porque Deus se aproximou de ti, assim como estás e vives para dar-te uma vida nova, a Vida de Deus. Há Natal não porque tenhamos uma família e estejamos quentinhos e aconchegados, mas porque até no meio da solidão Ele é presença de amor que dá força e ânimo, é companhia.
No Natal nasce Cristo, mas de certa maneira nascemos todos nós para um tempo novo, um tempo para viver os mesmos sentimentos de Cristo, um tempo para reanimar em nós aquilo que realmente somos, filhos amados de Deus. Mesmo para quem não acredita em Cristo acaba por ser envolvimento pelas luzes e pelas tradições, pelos cantares e pela festa, pelos sentimentos de bondade e de paz. E por isso, de certa maneira o Natal toca todo o homem.
Mas o Natal faz de nós, cristãos, anunciadores da feliz notícia: Cristo nasceu. Há tantas más notícias e o homem precisa de receber este feliz anúncio para viver com mais paz e alegria, com a esperança que não desilude. Aproximando-nos de Deus seremos melhores e faremos um mundo melhor. Parece irreal, mas há tantos corações assim, tão bons porque próximos de Deus. A verdadeira alegria é sentir que a nossa existência pessoal e comunitária é visitada e enchida por um grande mistério, o mistério do amor de Deus.
JM - Há quem fale de perda de valores cristãos no nosso tempo, concorda?
MG - Há muitas situações e muitas histórias. Há perda de valores e perda do sentido dos sinais, mas há também luzeiros de esperança. Tenho tido a experiência de confessar pessoas que já não se confessavam há mais de vinte anos. Aconteceu o Natal na vida dessas pessoas. Vejo muita gente que nunca vai à missa e de repente com amigos e conhecidos entra numa Missa do Parto e algo de novo voltou a brilhar no seu coração. No meio dos cantares e bailares, das luzes e dos enfeites nós precisamos de apontar sempre o caminho para Cristo; só o encontro com Ele mudará o sentido da nossa vida. Sempre que no homem exista um sentimento de bem-querer, uma acção de bondade, uma palavra de ânimo, aí está Cristo.
Menino Jesus e Pai Natal
JM - Como encara o “convívio” entre o Menino Jesus e o Pai Natal?
MG - Convido sempre as famílias a fazerem o presépio em casa. A colocarem o Menino Jesus num cantinho da casa. Um cantinho que será sempre uma grande catequese para crianças e também para os adultos. Será sempre um lugar a passar e a visitar. Será sempre um lugar para rezar e maravilhar-se pela presença de Deus que nasce no meio de nós. Através da simplicidade dos gestos e dos sinais podemos viver o Natal. Gosto também do Pai Natal.
É uma figura simpática. Um velhote de barbas brancas a distribuir presentes. Lembro-me de uma noite o ter esperado, escondido na sala, com o meu irmão. Não o vi, adormecemos antes. Faz parte do nosso imaginário. Mas, atenção! Uma coisa são as historiazinhas do Pai-Natal, da Branca de Neve e da Carochinha; e outra coisa é a História da Salvação, de Deus que nasce. Não é um conto de encantar, é a realidade maravilhosa de Deus que nasce no meio de nós.
É nesta história que todos nós entramos e é nesta história de vida que Deus nos encontra e quer caminhar connosco. Colocar tudo no mesmo patamar seria ingenuidade e seria esconder o verdadeiro sentido do Natal. Natal será sempre um espanto, um deslumbramento do homem que admira a visita de Deus.
“Trocar presentes não é consumismo”
JM - O “consumismo” desta época preocupa-o?
PMG - Quando chega o tempo de Advento e Natal fala-se muito do consumismo. Mas, na época de dificuldades para as lojas e empresas e, claro, para as famílias, não sei se o melhor não será mesmo apelar para que consumam. Cada um com as suas possibilidades.
Há certamente exageros e é bom estar atentos para não fazer do Natal apenas isso. Todavia, penso que comprar um presente e trocar presentes não é consumismo. É um gesto de amizade e de carinho, um gesto de presença na vida dos outros. Antigamente matava-se a galinha mais gorda e na festa comia-se melhor. Hoje continua-se a fazer o mesmo, de acordo com o tempo em que vivemos, e tudo isso faz parte também do Natal. Quem serve um jantar ou faz um chá em casa prepara a mesa. Para preparar a mesa temos de ir ao supermercado fazer compras. É a coisa mais natural da nossa vida. O importante é sempre perceber que entre as ofertas dadas e as recebidas, no meio de visitas, nós sejamos presente, presença na vida dos outros. Vejo também na nossa sociedade e na Igreja sentimentos de bondade e de atenção para aqueles mais desfavorecidos. São sinais de esperança, sinais da fé.
O lugar do nascimento de Deus, hoje
JM - Qual acha que seria o lugar, hoje, que Jesus escolheria para nascer?
MG - Cristo nasceu numa manjedoura porque não havia lugar para Ele nas hospedarias. Imagino como foi esse momento dramático em que Nossa Senhora estava para dar à luz e São José, aflito, a bater em todas as portas. E nenhuma porta se abriu. E nenhuma casa deixou entrar Aquele que nasce para que possamos nascer todos.
Cristo continua a nascer. Vai depender de nós onde. Se estivermos fechados e ocupados como aquelas hospedarias, Cristo irá nascer noutro lugar que não a nossa vida e o nosso coração. Se formos como Maria, Cristo nascerá no nosso coração, na nossa família. Onde está o homem, aí Cristo quer nascer para lhe dar vida em plenitude. Vigilantes e atentos escancaremos as portas da nossa existência. Se não abrirmos as portas, Ele vai nascer, vai nascer na mesma, mas não nascerá em ti, nem na tua casa, nem na tua vida. Hoje e sempre Cristo escolhe nascer no teu coração.
JM - Como vive o seu Natal, Pe. Marcos?
Que lembrança especial guarda da infância?
MG - Vivo o Natal preparando as leituras e as celebrações da Missa. Grande parte do dia de Natal é vivido dentro da Igreja.
Da infância, guardo a Festa na família e na Paróquia. Eram as Missas do Parto e o levantar bem cedo..., a Missa da noite de Natal. Recordo-me da igreja cheia de gente, os sinos, o cheiro ao incenso, os acólitos... . Havia também o circo e o cinema com algum filme sobre o Natal, as visitas aos familiares e aos presépios das igrejas.
JM - Como responsável pela Igreja do Colégio, no centro da cidade, qual a mensagem natalícia que pretende deixar às inúmeras pessoas que por aqui passam?
MG - A igreja do Colégio foi construída para trazer esperança. É essa a missão da Igreja na cidade. E a nossa esperança é Cristo. Todo o tempo do Advento, como preparação para o Natal é organizado com tudo aquilo que a Igreja é nos seus sinais, na Palavra anunciada, nos gestos e nas celebrações para que todos se encontrem na Igreja com Cristo. É sempre o convite a fazer o presépio em casa e através dos sinais mais simples e ricos da nossa tradição preparar também a manjedoura do nosso coração para receber o Menino Deus que vai nascer.
Este ano, ainda no tempo de Natal, vamos receber (de 29 Dezembro a 3 de Janeiro) a Imagem Peregrina de Fátima e será, por isso, um tempo de graça para viver a Mensagem de Fátima, a mesma Mensagem do Evangelho.
Santo e Feliz Natal para todos. O Menino Deus nasceu.
“O Presépio é uma escola de vida onde podemos aprender o segredo da verdadeira alegria. Que todos possam encontrar-se com Cristo e voltar para a sua vida com Ele, com os Seus sentimentos, com um olhar sobre a vida, a família, o trabalho, com outros olhos, com os olhos de Deus, com a força de bondade, de ânimo que torna a vida mais digna e mais aberta e mais bela para ser vivida e partilhada.”
Pe. Dr. Marcos Gonçalves, Reitor da Igreja do Colégio e director do Gabinete de Informação da Diocese do Funchal

Vera Luza



Fonte: Jornal da Madeira

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Um "Picasso" de palmo e meio

Kieron Williamson is a young Prodigy Painter
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Chama-se Kieron Williamson, tem sete anos e é considerado o Picasso dos tempos modernos. Mal sabia desenhar mas a partir do momento que lhe ofereceram aguarelas e óleos tudo mudou.


Os especialistas em arte reconhecem-lhe um talento fora do comum e comparam a qualidade das suas pinturas às obras de Picasso.


O caso tem atraído a atenção da imprensa internacional e o pequeno Williamson já é conhecido como o «novo Picasso».


Este menino prodígio na área da pintura conseguiu a proeza de vender 16 quadros por cerca de 18 mil euros em apenas 15 minutos na galeria Picture Craft. Até aos seis anos Williamson parecia uma criança comum, que passava o tempo a colorir livros de ilustrações à semelhança de tantas crianças da sua idade.


Mas assim que a família residente em Holt, no Reino Unido foi passar ferias a Devon e à Cornualha tudo mudou.


Kieron ficou impressionado com as paisagens e decidiu reproduzi-las em telas. Em telas... maravilhosas!


De resto as paisagens são mesmo o tema principal dos trabalhos do menino. Geralmente, as pinturas mostram locais próximos à residência da família, em Norfolk, no leste da Inglaterra.


Segundo Adrian Hill, galerista da Picturecraft, responsável pela venda das obras do menino inglês «alguns clientes ficaram lavados em lágrimas comovidos com o nível de qualidade dos trabalhos da criança. Outros clientes chegaram a ligar do estrangeiro na ânsia de obter mais informações sobre o trabalho de Williamson».
A venda das 16 obras fechou assim que começou e teve destinos tão longínquos como o Japão, Canadá e Alemanha.


Nem a mãe da criança, Michelle Williamson, uma nutricionista de 36 anos, conseguiu assistir à venda das telas do filho. Bastou um atraso de 15 minutos, tempo gasto a levar Kieron à escola, e quando chegou já os quadros do filhos estavam todos vendidos.


Adrian Hill é peremptório «A última criança que vimos com este nível foi Picasso».


Os pais não podiam estar mais babados mas igualmente surpreendidos. O pai é «marchant» de arte o que tem levantado algumas dúvidas sobre a história de o talento da criança. O facto do talento deste pequeno Picasso se ter revelado apenas de um ano para o outro também não ajuda. Dúvidas à parte o pequeno Kieron está entusiasmado com tanto sucesso:


«Só estava à espera de vender um dois quadros», adiantou o pequeno «Picasso».
A próxima exposição de obras de Kieron está agendada para Agosto do próximo ano.


Fonte: IOL

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Jesus nascido da Virgem Maria no Peru

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Chama-se Jesus, é filho de Virgem Maria e de um carpinteiro, e nasceu esta quinta-feira, dia de Natal (2008), em Lima, no Peru. Segundo a agência «EFE», este foi o primeiro bebé a nascer no dia de Natal no Peru, tendo nascido 10 minutos depois da meia-noite.


O pequeno Jesus Emanuel nasceu de cesariana e surpreendeu os pais. «Não sabíamos que seria um menino, mas isso também não importava», disse a mãe, Virgem Maria Huarcaya, cujo nome provém da devoção do seu pai pela santa. «Quando era pequena, gozavam-me na escola por causa do meu nome», contou. Mas isso não a impediu de chamar «Jesus» ao seu filho.


O nascimento do bebé parece destinado a ter contornos bíblicos. Além de se chamar Jesus, ter nascido no dia 25 de Dezembro, e ser filho de Virgem Maria, o pai, Adolfo Huamaní, é carpinteiro. Mas nesta história, o estábulo foi substituído por um hospital.





Fonte da notícia: IOL Diário

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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O espanto do Natal

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Nós que todos os anos vivemos o Natal perdemos o espanto perante o Natal. Essa é uma das piores coisas que pode acontecer a quem vive todos os anos o Natal. De facto, aqueles que participam com fervor na celebração anual do Natal sentem muitas emoções acerca dele, desde a elevação espiritual à indignação perante o consumismo e o desinteresse da sociedade. Mas raramente sentem aquilo que é o mais adequado perante o mistério natalício: o espanto.


O espanto principal vem, naturalmente, do próprio acontecimento que se celebra: que Deus omnipotente, que não cabe nos Céus, tenha decidido descer até nós e nascer como um menino, é algo de inaudito, inconcebível, quase inacreditável. Este é o mistério central da nossa fé cristã, mas dificilmente o conseguimos entender, quanto mais descrever, de tal forma ele ultrapassa tudo o que podemos imaginar. Vivemos todos os dias com ele, mas não somos capazes de compreender aquilo em que baseamos a nossa própria vida. O nosso Deus é, sem dúvida, espantoso!


Mas, mesmo se olharmos o Natal de fora, ele é uma festa absolutamente assombrosa. Se virmos o Natal como alguém que nada sabe sobre ele, se o considerarmos sem referência ao seu significado espiritual, temos de admitir que se trata de um fenómeno impressionante.


Ele é a única festa verdadeiramente global que o mundo alguma vez viu. O Natal atravessa todas as fronteiras e culturas. Existem, sem dúvida, muitas pessoas a quem o Natal nada diz, mas é difícil encontrar alguém que não saiba que ele existe.


Por outro lado, todos falam do "espírito natalício" mesmo quando ignoram o tal significado espiritual. De múltiplas maneiras e formas, os meios agnósticos, pagãos e até ateus se sentem tocados por uma mística que não sabem de onde vem. "Festa da família", "tradição popular", "quadra da solidariedade", "reino do Pai Natal" são maneiras comuns de descrever aquilo que ninguém consegue explicar, mas que todos sentem palpavelmente nesta quadra.


Os fenómenos espantosos que rodeiam o Natal são muitos mais. Por exemplo, trata-se da única celebração de aniversário que se verifica há mais de 2000 anos. Mas vale a pena pensar um pouco de onde vem esta surpreendente realidade. Se aquele que nada sabe sobre o Natal quiser entender a origem daquilo que tanto o surpreende, onde deve ele procurar a resposta? Que lhe podemos dizer nós, aqueles que todos os anos vivemos o Natal e participamos com fervor na sua celebração?


Bem, esta questão levar-nos-ia muito longe. Alguns refeririam dados sociológicos, históricos e etnográficos. Falariam da influência planetária da civilização ocidental, do gosto das culturas pelos presentes e pelas festas e de muitas outras coisas. Mas não existem muitas dúvidas que a razão última do fenómeno vem, simplesmente, do facto indiscutível que o nosso Deus é espantoso. O Deus que fez as girafas e os cometas, que concebeu a aurora e as trovoadas, que imaginou as galáxias e os seres humanos, só Ele poderia inventar uma coisa como o Natal.
João César das Neves





Fonte da notícia: Agência Ecclesia

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Jorge Goncalves

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