} Galeriacores Cartoon Notícias

Home

 

Galeriacores Cartoon Notícias

Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Investigadores fazem crescer dentes em ratinhos de laboratório

A way to regenerate living mammalian teeth in laboratory rats
Para ver a animação clique neste cartoon gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon gif and wait a few seconds.




Investigadores japoneses conseguiram fazer crescer dentes de substituição em mandíbulas de ratinhos usando uma técnica que poderá levar ao desenvolvimento de órgãos completos em organismos, indica um estudo hoje divulgado.


Já existia tecnologia capaz de desenvolver alguns tecidos em laboratório que depois podem ser transplantados em animais. Mas o que a equipa de Etsuko Ikeda, da Universidade de Ciências de Tóquio, agora explora são meios para fazer crescer órgãos no próprio organismo.


Os cientistas desenvolveram por bio-engenharia um germe de dente, com características semelhantes às de uma semente com as células e as instruções necessárias para formar um dente, e transplantaram-no em mandíbulas de ratinhos.


Segundo o estudo, esses germes cresceram normalmente dando origem a dentes plenamente funcionais, com dureza comparável à dos naturais e fibras nervosas capazes de responder a estímulos de dor.


Seguindo a expressão genética com uma proteína fluorescente inserida no germe transplantado, os investigadores comprovaram que os genes activados no desenvolvimento dos dentes estavam também activos durante o crescimento dos dentes de substituição.


A técnica usada poderá levar ao desenvolvimento de órgãos de substituição e permitir fazer crescer órgãos funcionais completos dentro de organismos a partir de células estaminais ou outras células germinais.


"Propomos esta tecnologia para modelo de futuras terapias de substituição de órgãos", escreveram os investigadores no estudo, publicado na revista norte-americana Proceedings of the National Academy os Sciences.



Fonte: Diário Digital

Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Evolução ou criação?

Para ver a animação clique neste gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this gif and wait a few seconds.




Criacionistas em Portugal. A ideia de que o 'Homo sapiens' descende de outros primatas e esses de outros animais e esses por sua vez de formas de vida mais incipientes, até ao início da vida algures há muitos mil milhões de anos, ninguém sabe como nem porquê é recusada por muito boa gente. Ora leia
Há quem não celebre 'A Origem das Espécies'
"Os protestantes não perdem uma ocasião de ter uma zanga com o mundo." Tiago Oliveira Cavaco, 31 anos, formado em Ciências da Comunicação na Universidade Nova, músico com discos editados ("Vou tendo bandas"), bloguer (de A Voz do Deserto, com subtítulo "religião e panque roque"), pai de três crianças (Maria, quatro anos, Marta, dois e Joaquim, um), cristão baptista e pregador "ainda não consagrado", diz- -se, no entanto, um criacionista brando. "Acredito naquilo em que o cristianismo ortodoxo acredita: que o mundo foi criado por Deus. Os católicos também acreditam nisso mas convivem bem com o evolucionismo, são mais preguiçosos. Nós agarramo-nos mais à Bíblia."
De facto, num país em que, dizem as sondagens e inquéritos, a maioria das pessoas é cristã católica, o que significa que acredita num ser superior e criador, responsável por tudo o que existe e atento a tudo o que se passa, e na vida depois da morte num lugar agradável chamado paraíso ou desagradável chamado inferno ou num sítio a meio caminho chamado purgatório dependendo de um sistema de pontos relacionado com boas e más acções, o ponto de partida do criacionismo não deve surgir como algo de muito extraordinário. Afinal, ser criacionista é basicamente crer que há um deus responsável por tudo o que existe e que a Bíblia é, além da palavra revelada desse deus, também um livro de história com o guião exacto do surgimento da Terra e da vida sobre ela. Até aqui, nada de substancialmente novo, certo? A diferença fundamental reside no facto de os criacionistas considerarem que o criacionismo é uma doutrina científica.
Ao contrário do que se passa com a maioria dos católicos, porém, os criacionistas, geralmente evangélicos, negam a possibilidade da evolução das espécies tal como é ensinada na escola, nomeadamente a parte em que a humanidade descende de outros primatas e é fruto de mais de um milhão de anos de diferenciações genéticas. Os criacionistas crêem que somos todos descendentes de um casal primordial - Adão e Eva, os próprios, ele feito de barro, ela de uma costela dele - cuja criação divina ocorreu há cerca de seis mil anos, e que como esse casal, criado já adulto como se narra no livro do Génesis, foram criadas todas as outras espécies, incluindo as extintas (como os dinossáurios, cuja extinção é geralmente localizada há 65 milhões de anos).
"As pessoas vêem-nos como excêntricos", reconhece Tiago Cavaco. "Mas se esta discussão não tivesse qualquer tipo de sustentabilidade científica ela não se aguentaria. E a verdade é que ganhou espaço. Os alegados factos científicos que fundamentam a teoria da evolução são rebatidos pelos bons criacionistas." Um bom criacionista será, por exemplo, o engenheiro electrónico portuense Agostinho Santos. Sessenta e cinco anos, trinta e três livros publicados ("e mais dez no computador"), o último dos quais em Julho passado, sobre dinossáurios, mergulha na literatura científica e depois "compatibiliza-a com a Bíblia". Por exemplo, sobre os dinossáurios: "Acredito que houve dinossáurios, até porque há evidência disso, pegadas, ovos, fósseis. Há quem não acredite, mas eu acredito, apesar de a Bíblia não falar deles. E não vejo nenhuma contradição entre a Bíblia e a ciência, aliás nunca se encontrou um erro na Bíblia. Quanto ao desaparecimento deles, o que Bíblia diz é que a certa altura houve um dilúvio universal - e há vestígios disso - e sepultou muitos animais. Este dilúvio teria sido uns 4500/5000 anos antes de Cristo. E acho que depois do dilúvio houve uma alteração da temperatura da Terra.
"Para o facto de apesar de segundo o relato bíblico Noé ter construído um barco onde colocou um casal de cada animal existente na Terra, para salvar os frutos da Criação, e de portanto assim ter tido forçosamente de salvar um casal de cada tipo de dinossáurio, o que impediria a sua extinção, Agostinho Santos tem uma explicação. "Na arca de Noé as espécies ficaram como que estranguladas. Só havia um casal de cada. Imaginemos que um dos dinossáurios ao sair da arca partiu uma perna. Acabava logo ali aquela espécie." Além disso, acrescenta, "ninguém na verdade sabe o que aconteceu aos dinossáurios. Há hipóteses"...
A ideia de que as respostas fundamentais daquilo a que se chama ciência às perguntas fundamentais (que somos, por que somos, de onde vimos, de onde veio tudo, porquê) não são mais que hipóteses metafísicas, uma questão de fé como aquela que "segura" o criacionismo é afinal o fulcro da explicação do criacionismo aos não convertidos. "Creio que tanto o evolucionismo como o criacionismo são modelos: com base nas mesmas descobertas e artefactos materiais é possível construir modelos distintos. Mas não considero que se possa chegar ao livro do Génesis e fazer uma interpretação literal - não se pode dizer que é um relato científico." Samuel Pinheiro, arquitecto e secretário-geral da Aliança Evangélica Portuguesa, é um defensor da possibilidade de, como sucede em alguns estados dos EUA, o criacionismo ser ensinado nas escolas públicas paralelamente ao evolucionismo: "O evolucionismo é totalitário, quer-se impor como a única forma de compreender o mundo." Até porque, garante, "as pessoas resistem de um modo geral à ideia de que tudo surgiu por acaso, crêem que existe uma inteligência em tudo o que existe". Quando dava aulas no liceu, e quando falava disso com os seus alunos, eles concordavam. "Diziam, professor, tem razão, nós também não acreditamos que tudo tenha surgido por acidente." E conclui: "Ou tudo surgiu a partir de nada ou tudo surgiu a partir de Deus - qual destas hipóteses é a mais credível?"
Jónatas Machado, 45 anos, constitucionalista, professor na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e apontado por todos os evangélicos contactados como "o grande criacionista português", não tem dúvidas. "Quem é irracional é quem postula uma criação irracional e por acaso. Aliás, há fortes evidências científicas no sentido de uma criação ordenada. Por exemplo, a existência de leis naturais corrobora a existência de uma criação ordenada - a lei da gravidade, da biogénese, do movimentos dos planetas, são compatíveis com a ideia de uma criação inteligente. Uma outra evidência importante de criação inteligente é a quantidade inabarcável de informação que existe no genoma. Ora quando encontramos num qualquer sistema de informação codificada isso significa, alto lá, há aqui origem inteligente. E no DNA encontramos informação codificada em qualidade e densidade e quantidade que e excede a capacidade tecnológica humana, toda a capacidade da comunidade científica."
Especialista há poucos anos - "Fui em 2004 com um colega constitucionalista assistir a uma conferência do físico alemão criacionista Werner Ditt, e esse meu colega estava a ditar uma revista e queria um texto sobre criacionismo. Pediu-me 30 páginas e eu escrevi 70. A ideia era fazer um apanhado do que dizem as várias especialidades de cientistas criacionistas nas várias áreas" -, tornou-se, "quer queira quer não", a maior referência portuguesa em criacionismo: "Toda a gente me pergunta coisas e me convida para conferências." Com os seus principais textos criacionistas disponíveis na Net, no portal da Associação Evangélica Portuguesa, Machado afirma nunca se furtar ao diálogo e confronto. Sendo profundamente religioso, proclama-se também um adepto da liberdade e expressão e um inimigo de leis que condenem a blasfémia. "Gosto de debater com quem pensa diferente de mim. Ajuda-me a pensar." Ainda assim, há algo que não questiona: a existência e o porquê de Deus. "Quem não acredita em Deus tem de acreditar que tudo vem do nada. O ateu Richard Dawkins diz que o universo nasceu por acaso do nada, mas isso não é ciência, é metafísica. E mostra que o que está aqui em causa não é uma oposição entre ciência e fé, mas entre duas visões do mundo metafísicas, em função das quais toda a realidade é lida." Assim tão simples. E seja qual for a objecção encontrada, da idade das estrelas (orçada em muitos milhões de anos, quando para o criacionismo só podem ter seis mil) aos fósseis, passando pela inevitabilidade do incesto em série que estaria na base da humanidade criada a partir de um único casal, Jónatas Machado tem uma resposta. "Os criacionistas e os evolucionistas têm a mesma evidência: as mesmas rochas, os mesmos ossos, os mesmos artefactos. O que é diferente é a forma de os ver. Por exemplo, onde os evolucionistas vêem, nos genes, evidência de um ancestral comum, os criacionistas olham para os mesmos genes e vêem a evidência de um criador comum." Para resumir: "Newton dizia que ciência é uma engenharia do avesso, tentar perceber a criação de Deus da frente para trás. Pensar os pensamentos de Deus depois de Deus."





Fonte da notícia: DN Online

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Experiência inédita com moscas

Para ver a animação clique neste gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this gif and wait a few seconds.



Investigadores portugueses do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), em colaboração com colegas norte-americanos, recriaram um processo de selecção natural numa população de moscas do vinagre e voltaram atrás no tempo numa experiência de reversão evolutiva, refere a Lusa.


Os resultados deste trabalho, coordenado por Henrique Teotónio, responsável pelo Laboratório de Genética Evolutiva do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), vêm hoje publicados na edição online da revista Nature Genetics.


O estudo insere-se no caminho aberto pela teoria da evolução de Charles Darwin, descrita há 150 anos, e «demonstra uma parte dessa teoria que até agora toda a gente aceitava, mas nunca ninguém tinha confirmado do ponto de vista empírico», disse o investigador à agência Lusa.


«A diferença é que quando fazemos experiências de evolução no laboratório estamos a observar a evolução a decorrer defronte dos nossos olhos, não é ir para a natureza e depois tentar inferir o que se passou», acrescentou.


Henrique Teotónio e colegas da Universidade da Califórnia em Irvine usaram nestas experiências moscas de uma população selvagem de Drosophila melanogaster recolhida no Estado de Massachusetts (EUA) em 1975 e demonstraram pela primeira vez a ocorrência de um processo de selecção natural na variação genética dessa população.


A partir de 1980 as moscas foram mantidas em condições laboratoriais diferentes, o que fez com que mudassem de acordo com os ambientes a que foram expostas.


«Mudando os ciclos de reprodução ou de sobrevivência através de condições de stress ambiental, como falta de comida ou falta de água, por exemplo, foi observado que as várias populações derivadas da original evoluíram de formas muito diferentes umas das outras», explicou o cientista.


Anos depois, em 1996, Henrique Teotónio começou a trabalhar com estas populações de moscas diferenciadas para as colocar de volta num ambiente próximo do original e estudar as suas alterações genéticas ao longo de 50 gerações, como parte do seu doutoramento na Universidade da Califórnia.


«O que eu fiz foi pô-las num ambiente idêntico àquele em que foram colocadas em 1975, quando foram retiradas da natureza, a que chamamos de controlo ou ancestral» - explicou.


O que aconteceu foi que, ao recuarem no tempo, «muitas voltaram ao estado ancestral, mas muitas não voltaram e fizeram-no a taxas diferentes durante as 50 gerações». As alterações foram observadas em termos de morfologia, metabolismo ou demografia, tendo esta parte do estudo sido já publicada em 2000 na revista Nature.


Ao fim das 50 gerações, as moscas estavam perfeitamente adaptadas ao ambiente ancestral, e no entanto apresentavam características diferentes relativamente ao ancestral.


O trabalho agora publicado estudou a variação em sequências de ADN nestas populações e concluiu que «toda a variação genética já era preexistente, já lá estava no estado ancestral. É apenas uma mudança nas frequências relativas dessa variação genética que está por detrás da evolução das características que observámos anteriormente», sublinhou Henrique Teotónio.


Henrique Teotónio, 36 anos, dedica-se plenamente à investigação no Instituto Gulbenkian de Ciência, onde além do grupo de Genética Evolutiva dirige o programa de doutoramento em Ciências da Vida.




Fonte da notícia: IOL Diário

Etiquetas: , , , , ,

segunda-feira, 10 de março de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Genética pode produzir arte

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos. To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.
Açores, Azores, Açores, Ilhas portuguesas, férias, natureza, laser, turismo nos Açores
Um «artista» artificial desenvolvido ao longo dos últimos dez anos na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) permite produzir obras de arte em computador baseadas no código genético de seres vivos, noticia a Lusa.

«É uma aplicação de computador que permite criar obras estéticas inovadoras, revela-se uma poderosa ferramenta de apoio à criatividade», disse hoje à agência Lusa Penousal Machado, coordenador do projecto NEvAr.

Desenvolvido por investigadores do Laboratório de Inteligência Artificial do Departamento de Engenharia Informática da FCTUC, o NEvAR baseia-se em algoritmos de inspiração biológica, criando imagens a partir da programação genética pela mistura de código genético de seres vivos e incorporação de alterações aleatórias - as chamadas mutações.

«Na medida em que a vida artificial simula os processos naturais, a própria beleza artística da Natureza pode ser produzida com fidelidade por meios artificiais», sublinhou.

O sistema possui três modos de funcionamento -interactivo, semi-autónomo e autónomo - possibilitando, no primeiro caso, que a evolução da obra de arte seja guiada pelo utilizador. No outro extremo - o modo automático - o NEvAr recorre a uma rede neuronal artificial que lhe permite efectuar juízos estéticos e artísticos e criar, por um lado, imagens inovadoras e, por outro, assumir-se como uma espécie de «crítico de arte computadorizado».

Para tal, os investigadores programaram a aplicação informática com dois conjuntos de imagens, um de pintores famosos - como Van Gogh, Picasso, Dali ou Monet, entre outros - e outro com imagens produzidas aleatoriamente em computador, «ensinando» o sistema a distinguir entre ambas.

«Consegue distinguir entre aquilo que é inspirador e o que é indesejável. Não pretende substituir os críticos de arte, antes mostrar a quem não é perito que há imagens agradáveis e outras que não são interessantes», disse Penousal Machado.



Fonte da notícia: Portugal Diário

Etiquetas: , , ,


Jorge Goncalves

web site hit counter

Add to Technorati Favorites
Estou no Blog.com.pt

Galeriacores / Home I ForumsIGrupo/Groups I Cartoons I Publicações I Culinária/Recipes

Altar virtual /Chapel I Notícias dos Açores I Notícias da Graciosa I Links I Fotos-Photos


Pesquisa personalizada

Outros blogs de interesse:

Notícias da Ilha Graciosa
Notícias dos Açores
Curiosidades
TV grátis via Satélite
Satellite free TV
Desgarradas pela Internet
O mundo da música grátis
Plantas Milagrosas
Saúde e dietas
Galeriacores cartoon humor


Photography Newsfeed:




Galeriacores © Some rights reserved

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

Contacte o dono deste blog:

Galeriacores@gmail.com




Melhor visualização com a Internet Explorer / Best viewd with the Internet Explorer