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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Estude o rosto do parceiro

Observing facial features
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Veja como pode ler o rosto de um potencial namorado ou marido para descobrir as suas principais características.

Poderá um homem ser super sexy, um amante apaixonado, bom pai e um marido fantástico, tudo em simultâneo? Os olhos não são o único espelho da alma. De acordo com os princípios da fisionomia, todo o rosto revela o nosso carácter.

Por vezes, sem querermos, inferimos coisas sobre as pessoas meramente ao olharmos para elas. Muitas pessoas dizem que essa abordagem não é fundamentada e pode mesmo ser injusta, mas estudos que se centram nas ligações entre a aparência de uma pessoa e a sua personalidade mostram-nos que existem algumas leis gerais.

Homens com muitas características masculinas são supostamente diferentes de homens com traços mais suaves. Esta descoberta pode ajudar-nos a decidir se alguém merece que invistamos nele o nosso tempo e esforço.

Não é de admirar que frequentemente temos diversos parceiros que são o extremo oposto do homem com quem assentamos finalmente e com o qual decidimos criar família. Pais afectuosos são supostamente homens com características faciais mais suaves, homens que não costumam ter a reputação de ser amantes fabulosos.

A culpa é da testosterona

Na Universidade de Michigan, o psicólogo Daniel J. Kruger concebeu uma experiência, na qual os participantes tinham que decidir, com base na observação de fotografias, se a pessoa apresentada era adequada para ser um amigo, parceiro, amante, pai...

Tinham também que atribuir certas características pessoais às pessoas das fotos. Os investigadores modificaram as imagens e até alterações mínimas fizeram com que as pessoas mudassem de opinião, fazendo-as tirar diferentes conclusões e avaliações.

Muitas vezes, os nossos pais não concordam com as nossas escolhas de parceiros. Na verdade, o que está em jogo é frequentemente o que simplesmente vêem no rosto desse homem.

Pais e filhos vêem muitas vezes coisas diferentes

A fisionomia explica porque é que muitas vezes temos opiniões muito diferentes das dos nossos pais sobre quem é um parceiro adequado nós. Os pais têm normalmente uma percepção mais madura, prudente e sóbria, o que significa que tendem a gostar mais de homens com características faciais mais suaves, assumindo que estes são mais honestos, fiéis e que tomarão melhor conta dos nossos filhos.

Tais previsões são confirmadas por alguns estudos. As filhas tendem a preferir homens que transmitem a imagem de potencial bom amante, vigoroso e apaixonado, homens cheios de testosterona, que os torna mais competitivos e que sabem como “lutar” pela nossa atenção.

Rostos mais velhos tendem a ser vistos como confiáveis. Quando foi perguntado aos homens com quem deixariam as suas namoradas passar um fim-de-semana, também eles escolheram tendencialmente homens com traços mais suaves.

Fisionomia – pseudociência?

Relacionar as características faciais com a personalidade designa-se fisionomia. A fisionomia era muito popular na China e no Japão. Todos nós, mesmo que inconscientemente, julgamos as pessoas baseados na sua aparência. Neste caso, não podemos falar de um método científico irrefutável. Contudo, os criminalistas usam a fisionamia no seu trabalho, tal como o fazem os homens e mulheres de negócios quando estabelecem contactos profissionais.


Por T.B.


Fonte: Mulher/Sapo

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domingo, 27 de dezembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


“À procura do Rosto de Deus”

Searching for the face of God
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Homilia Pontifical do Natal por D. José Policarpo, Cardeal-Patriarca de Lisboa

1. O início do Evangelho de São João, que agora escutámos, resume bem o que significa para o homem esta ousadia do amor de Deus, que foi fazer-se Homem. “A Deus nunca ninguém O viu. O Filho Unigénito, que está no seio do Pai, é que O deu a conhecer” (Jo. 1,18). Está explicado o motivo de Deus para a encarnação do seu Verbo eterno: para que o homem O pudesse conhecer, pudesse ver o Seu rosto. Ver o rosto de Deus, conhecê-l’O face a face, foi um anseio profundo dos crentes de Israel. Moisés, o homem de Deus, com quem Deus falava como um amigo fala ao seu amigo (cf. Ex. 33,11), no alto do Sinai, ousa pedir: “Senhor, deixa-me ver o Teu rosto” (Ex. 33,18).


Este desejo brota da fé de Israel. Só se deseja conhecer o rosto de um amigo, de alguém que sentimos perto de nós. O crente de Israel sofre a tensão de uma dupla experiência: a certeza de que Deus está presente, interessa-se pelo Povo, nas maravilhas que realiza em seu favor, é um Deus que deseja intimidade; mas, por outro lado, Ele é um mistério difícil de alcançar, o que leva o Salmista a exclamar: “Tu és, na verdade, um Deus escondido” (Is. 45,15). Tudo isto faz ressaltar o dom inaudito da Encarnação: em Jesus Cristo pode contemplar-se o rosto de Deus. Ele é a derradeira atitude de Deus para se tornar próximo e se dar a conhecer ao Seu Povo, Ele que “muitas vezes e de muitos modos falou antigamente aos nossos pais, pelos profetas e que, nestes dias que são os últimos, nos falou por Seu Filho” (He. 1,1ss).


2. Já Isaías enalteceu os mensageiros que trazem a notícia do regresso de Deus a Sião, que leva todos a soltar brados de alegria porque vêem, com os próprios olhos, Deus que volta para Sião. O Profeta acredita que esse regresso de Deus à intimidade com o Povo da Aliança será o ponto de partida do anúncio do Deus vivo a todos os povos do mundo. “O Senhor descobriu o seu santo braço à vista de todas as nações e todos os confins da terra verão a salvação do nosso Deus” (Is. 52,10). Esta consciência de que o Povo do Senhor terá como missão anunciar o Deus vivo a todos os povos, radicalizar-se-á em Jesus Cristo e na sua Igreja, que é sacramento de salvação para todos os povos. Ir por todo o mundo a anunciar a salvação de Deus, em Jesus Cristo, é a missão da Igreja, expressa no último envio dos Apóstolos, por Jesus: “Todo o poder Me foi dado no Céu e na Terra; ide, pois, e fazei discípulos em todas as nações” (Mt. 28,18).


Este anúncio do profeta do regresso de Deus a Sião é o anúncio do Messias, da encarnação do Verbo de Deus. Nunca como em Jesus Cristo, Deus esteve presente no meio do seu Povo. Esta vinda de Deus para Sião não foi facilmente reconhecida pela totalidade do Povo. São João reconhece-o: “Veio para o que era seu e os seus não O receberam” (Jo. 1,11); “a luz brilha nas trevas e as trevas não a receberam” (Jo. 1,5). Este é um dos grandes paradoxos da história: um povo oficialmente crente em Deus, não reconhece Deus que o visita.


Este paradoxo verifica-se hoje, na nossa sociedade. Somos um povo cuja cultura foi profundamente marcada pelo cristianismo, em que a grande maioria dos portugueses são baptizados, mas que celebrando o Natal de forma cultural, não reconhece em Jesus o Deus que o visita.


O Natal interpela, antes de mais, a Igreja. O nascimento de Jesus é uma proposta de intimidade com Deus que vem, sempre de novo, ao nosso encontro em Jesus Cristo. Se não vivermos a profundidade e a surpresa desse encontro, não o podemos anunciar com convicção, não seremos o lugar a partir do qual é anunciado ao mundo o verdadeiro Deus.


3. Só esse anúncio, que seja testemunho do encontro com o rosto de Deus no rosto humano de Jesus, será luz que brilha nas trevas, vencerá a indiferença, o agnosticismo e mesmo o ateísmo. Hoje, na nossa sociedade, há alguns que negam mesmo a existência de Deus, atitude que pode parecer clara na lógica da razão, mas que não tranquiliza o coração. Outros refugiam-se na atitude agnóstica de quem não se pronuncia, de quem não sabe dizer nada sobre Deus, que respeitam os crentes mas não se sentem interpelados por eles, esquecendo que há inquietações profundas que dificilmente se podem calar, que “o coração tem razões que a razão desconhece”, na expressão popular que tenta definir o amor. Mas a maior parte dos nossos contemporâneos adiam sempre, para mais tarde, uma tomada de posição sobre Deus, acabando assim por adiar um encontro com o próprio Deus. No diálogo com todos estes nossos irmãos devemos apresentar-nos na humildade da nossa fé, que se gera certezas inabaláveis, sem sempre exclui a obscuridade e a dúvida. Temos em comum com todos os que procuram, o nosso desejo de ver a Deus, de poder contemplar o Seu rosto.


A compreensão da fé, em todo o Novo Testamento, é uma adesão a Jesus Cristo como caminho para a visão de Deus. A sua expressão mais forte é a esperança, que vence obstáculos e dificuldades, desejando ver a Deus face a face. Em São Paulo é clara essa compreensão da fé como caminho humilde e confiante à procura do rosto de Deus. Aos Coríntios ele escreve: “hoje vemos como num espelho, de maneira confusa, mas então veremos face a face. Hoje conheço de maneira imperfeita, mas então conhecerei como sou conhecido” (1Cor. 13,12). O encontro perfeito e definitivo com Cristo é para Paulo o cumular da esperança.


Contemplemos o nascimento de Jesus celebrando a sua Páscoa. Esta proporciona-nos, continuamente, o encontro vivo com Ele, por via sacramental, e assim vamos aprendendo a desejar, sempre mais, aquele momento em que, no Seu rosto, contemplaremos o rosto de Deus.



D. José Policarpo, Cardeal-Patriarca de Lisboa

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domingo, 7 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O pão com o suor do rosto

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Não há duas situações iguais. Mas há algo de comum na mole humana que invade as cidades no final de Verão, nas crianças e jovens que regressam à escola, nos emigrantes que de novo deixam a sua terra, nas aldeias que vêem outra vez partir os visitantes, nas comunidades cristãs que alteram a sua configuração nas celebrações e nas actividades pastorais. Junto a tudo isto o tempo, contado e gerido de outra forma, a disponibilidade para as pequenas coisas, o contacto directo e íntimo com o mar ou a montanha, os sabores da terra que nunca serão transplantados mesmo que se experimentem no local comum de habitação. E a referência ao húmus, à Terra Natal que por qualquer razão difícil de discernir, se deixou, se retoma e abandona com o role de recordações dum passado que tanto se critica e tão ciosamente se ama. E não se trata só da terra. Há pessoas, afectos, linguagens, ambiências, recordações, aventuras e dores comuns, histórias que se contam e só fazem sentido cruzadas pelo olhar de quem melhor compreende todo o cenário da nossa vida. Dir-se-ia que há transparências que só se vislumbram pela linguagem e pressupostos que as histórias comuns constroem.


Chega a hora de varrer a nostalgia e começar tudo, quase como se fosse de novo, com um arranque lento e uma espécie de preguiça dolosa que não é mais que o jogo de mudanças na caixa de velocidades que comanda o nosso passo. Tudo isto porquê? Porque se enquadra na nossa ancestral vocação nómada, peregrina, errante, misturada com os complexos acréscimos que as novas urbes, agregados e ferramentas de trabalho nos impõem. E a que o pão de cada dia obriga. Horários, técnicas, meios de transporte, especialização, leis de mercado, aceleração de mudanças, choque de valores, arritmia de transformações, tudo remexe o nosso íntimo e como que altera as leis milenares que nos deram uma forma de viver e conviver. Melhor? Pior? É a história, onde o plano criador e redentor de Deus tem um lugar, uma explicação e uma esperança de que o caminhar do mundo tem a sua dor e a sua grandeza no Génesis em marcha. E não é preciso muito mais para gostarmos de regressar ao trabalho.


António Rego
Fonte da notícia: Agência Ecclesia

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quinta-feira, 10 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Gosto pelo flirt está-nos escrito na cara

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Simplesmente por olhar para a cara de alguém, pode saber logo se é mais propensa a ter relações sexuais esporádicas ou, pelo contrário, se procura uma relação a longo prazo - homens e mulheres procuram o oposto uns nos outros. Os traços faciais são, também, o espelho da alma sexual, diz uma investigação feita por cientistas de três universidades britânicas - Durham, Aberdeen e Saint Andrews.

O estudo, cujas conclusões foram publicadas na revista "Evolution and Human Behavior", realizou-se em Durham com 700 voluntários heterossexuais, aos quais foram apresentados pares de fotografias de homens e mulheres com cerca de 20 anos de idade.

Aos participantes foi pedido que, em cada par, escolhessem quem tivesse mais cara de vir a ter relações sexuais esporádicas e sexo sem amor. Também lhes foi pedido que distinguissem quais as pessoas nas fotografias que estariam mais interessadas em relações a curto e a longo prazo, quais os rostos mais femininos ou masculinos e qual lhes pareceu, no geral, mais atraente. As opiniões dos participantes foram comparadas com as verdadeiras posturas dos sujeitos das fotografias, conhecidas através de um questionário.

Os cientistas mostraram que os homens preferem, geralmente, as mulheres dispostas a ter relações sexuais esporádicas, enquanto as mulheres optam pelos homens que queiram empenhar-se numa relação mais duradoura.

"Este estudo demonstra que as pessoas são capazes de fazer este tipo de juízos instintivos para ter sexo. Temos um guia subconsciente - nem sempre exacto, mas razoavelmente preciso", disse à BBC Lynda Boothroyd, do Departamento de Psicologia da Universidade de Durham.

Como saber que se acerta ao primeiro olhar? Segundo o estudo, as mulheres que procuram relações esporádicas são as mais atraentes, enquanto os homens mais promíscuos são considerados como tendo traços faciais muito masculinos, como a mandíbula quadrada, um nariz grande ou olhos pequenos.

"Este é o primeiro estudo que mostra que as pessoas são sensíveis a traços subtis do rosto que indicam o tipo de relação romântica que o outro procura", comentou Ben Jones, do Laboratório de Investigação Facial da Universidade de Aberdeen.

Fonte da notícia: Público.pt

Nota Pessoal:
As coisas que eles são capazes de descobrir. É extraordinário realmente. Mas será que há nisso cem por cento de exactidão???

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Jorge Goncalves

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