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sexta-feira, 15 de maio de 2009

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50 anos de Cristo Rei

50 YEARS INAUGURATION: PORTUGUESE CHRIST THE KING SHRINE AND GIANT STATUE
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Ocorre a 17 de Maio de 2009 o cinquentenário da inauguração do Santuário a Cristo Rei, em Almada, na diocese de Setúbal. Um Simpósio sobre o exercício criativo da solidariedade, em tempo de crise, a visita da imagem da Capelinha das Aparições e celebrações que recriam a inauguração do Monumento são os acontecimentos que assinalam a data.

Para além do programa já divulgado, estas celebrações vão ter mais um ponto alto, a geminação do Cristo Rei com o Santuário homónimo do Corcovado, no Rio de Janeiro (Brasil). Nas celebrações, em Almada, vai estar presente o arcebispo do Rio de Janeiro, D. Orani Tempesta. Em Outubro, vai ser a vez da delegação portuguesa se deslocar ao Brasil.

Como refere a Conferência Episcopal Portuguesa na Nota que publicou para esta ocasião, "perante a cruenta guerra civil na vizinha Espanha e o crescimento do desprezo por Deus, o monumento era acto de desagravo, mas sobretudo expressava gratidão a Cristo por Portugal gozar de paz e incentivava a exigência de um ressurgimento nacional inspirado, na linha da tradição, em Jesus Cristo, único Senhor".

Fundamental para o avanço da concretização da ideia foi, segundo os Bispos, "o movimento espiritual, dinamizador dos católicos para a adesão e para a partilha de bens, necessárias para levar a bom termo a iniciativa do Episcopado".

"Sem a Acção Católica, com a sua mística do reinado social de Cristo, e o Apostolado de Oração, promotor da devoção ao Sagrado Coração de Jesus, a ideia da erecção do Monumento não avançaria", pode ler-se na nota.

"O Monumento, amplamente visível, que nos apresenta Cristo de coração e braços abertos, é um sinal eloquente da verdadeira imagem de Deus: humano e acolhedor, manso e humilde, um Deus que ama infinitamente a cada pessoa e a toda a humanidade", assinala a Conferência Episcopal Portuguesa.

Celebração

As comemorações dos 50 anos do Monumento de Cristo Rei terão um programa "rico e variado". Em declarações à Agência ECCLESIA, o Pe. Sezinando Alberto, Reitor do Santuário de Cristo Rei recorda a realização do concurso a nível nacional - para crianças, jovens e adultos - que abrange escultura, pintura, fotografia e poesia sobre o tema "Jesus Cristo: um Homem de Paz".

A publicação de dois livros sobre o Cristo Rei é outra iniciativa que marca esta celebração. "Peregrinos de Cristo Rei" da autoria do Pe. Sezinando Alberto e outro sobre a história dos 50 anos de Cristo Rei.

É no contexto da espiritualidade reparadora que o Santuário de Cristo Rei propõe que as relíquias de Santa Margarida de Maria Alacoque visitem o as dioceses de Portugal entre os dias 7 de Maio a 25 de Junho. Vindas do Mosteiro de Paray le Monial, França, local onde Jesus transmitiu, através desta religiosa, a mensagem do Seu amor e misericórdia, simbolizados no Coração.

“A vinda das relíquias tem como principal objectivo despertar nas Comunidades Cristãs a (re)des-coberta da mensagem do Sagrado Coração de Jesus, que é sobretudo uma mensagem de paz, de amor e de reconciliação. Mensagem esta que é visualizada na imagem de Cristo Rei de Almada”, refere-se em http://www.cristorei.pt/

As celebrações e peregrinações previstas para os dias 16 e 17 serão as que marcarão os 50 anos da inauguração do Monumento ao Cristo Rei.

No Patriarcado de Lisboa, a visita da imagem de Nossa Senhora de Fátima, como aconteceu há 50 anos, termina com a celebração na Praça do Comércio e a procissão fluvial para Almada. Nesta cidade da Diocese de Setúbal, as celebrações terminam com a missa presidida pelo Bispo da Diocese, na manhã do dia 17, e, durante a tarde, a celebração aniversária, presidida pelo Enviado do Papa, Cardeal Saraiva Martins.

Selos e Exposições

Associando-se ao Cinquentenário, os CTT emitem uma edição de selos alusivos aos 50 anos de Cristo Rei. Serão selos para correio nacional normal (0,32 euros), correio europeu (0,68 euros) e para encomendas até 2Kg (2,48 euros).

Nos dias 14 a 30 de Maio estará patente no Almada Fórum a «Exposição comemorativa do Cinquentenário do Santuário de Cristo Rei». Para esta exposição, além da colaboração do próprio Santuário, conta-se também com a colaboração do Museu da Cidade, naquela que será uma oportunidade para dar a conhecer o Santuário a um grupo muito vasto e diversificado de pessoas. No dia 22 de Novembro de 2009 - Solenidade Litúrgica de Cristo Rei - está a ser organizada uma homenagem a todos aqueles que directamente contribuíram para a edificação do projecto do Santuário de Cristo Rei.

Em Janeiro do próximo ano haverá um congresso, em Almada, sobre a Paz. E no encerramento das celebrações está prevista uma cantata a Cristo Rei com música do Cón. Ferreira dos Santos e letra de D. Carlos Azevedo.

Dossier Cristo Rei

Com o aproximar da celebração, a Agência ECCLESIA publica um dossier que mais do que recordar razões de edificação do Cristo Rei, procura perceber o que, em tempo de crise, este aniversário pode trazer aos portugueses. Se há 50 anos o Cristo Rei foi construído para agradecer a Deus Portugal sido poupado da II Guerra Mundial, em tempo de dificuldades económicas, financeiras e sociais, o que pode a celebração dos 50 anos do Santuário do Cristo Rei representar?

Solidariedade

No dia 15 de Maio, no Simpósio «Reinventar a Solidariedade (em tempo de crise)», a Conferência Episcopal Portuguesa convoca "todos os cidadãos para uma reflexão alargada e profunda sobre o futuro da solidariedade e o modelo de desenvolvimento das sociedades hodiernas". João Meneses refere à Agência Ecclesia que "mais do que encontrar formas de ultrapassar a actual crise, pretende-se debater premissas, ideias e iniciativas que possam contribuir para um modelo de desenvolvimento mais humano e solidário". Sobretudo pelo compromisso de cada um, porque "nunca haverá cidadania nacional, europeia ou mundial enquanto cada um de nós não se envolver no seu prédio, na sua rua, no seu bairro, na sua paróquia, na sua escola".

"O desafio, para o qual se convocam todos os cidadãos, é o de se encontrarem novos modos e expressões para a solidariedade, ou seja, para que cada um de nós, individual e colectivamente, seja capaz de reinventar a solidariedade. Solidariedade entendida como expressão de Amor pelo próximo, mas também por todas as formas de vida e pelas futuras gerações", refere o
Comissário do Simpósio em artigo de opinião publicado pela Agência ECCLESIA.

O Reitor do Santuário do Cristo Rei, assume, num artigo publicado, que as celebrações dos 50 anos pretendem “relançar os grandes princípios que estiveram na sua origem, adaptados ao mundo actual”. Chegar a crianças, jovens, idosos e a todas as famílias, é o objectivo desta celebração para que “num mundo marcado pela crise, sintam o abraço terno de Deus, o único que nos dará aquela paz necessária ao nosso equilíbrio interior, para podermos ultrapassar as dificuldades da vida”.

Também
Francisco Sarsfield Cabral, da Rádio Renascença, aponta que o Evangelho tem “uma palavra decisiva a dizer sobre a crise, porque a tem sobre a vida”.

“É hoje consensual que na raiz da presente crise global está um enorme desprezo por valores éticos de fundo”. O ex-director de informação da Renascença recorda num artigo de opinião que é o compromisso com a “solidariedade que o cristianismo impõe”, pois o “Evangelho proíbe a resignação face à injustiça”.

Outros artigos que integram o dossier da Agência ECCLESIA traçam a história da construção do Santuário e a devoção a Cristo Rei, promovida pelo Papa Pio XI que instituiu a festa litúrgica.

Programa do cinquentenário:

Lisboa
Sábado, 16 de Maio

11:00 - Visita de Nossa Senhora de Fátima aos Doentes Hospital da Estefânia

11:30 - Memória de Jacinta passagem Igreja Paroquial de Anjos

12:00 - Chegada da Imagem de Nossa Senhora - Tempo de Oração Igreja de São Nicolau

14:00 - Concentração da multidão Praça do Comércio

15:30 - Recepção a Nossa Senhora e recitação do Terço Praça do Comércio

17:00 - Missa presidida pelo Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo Praça do Comércio

19:00 - Cortejo de embarcações no Tejo, acompanhando a Imagem de Nossa Senhora para Almada Rio Tejo

Almada

20:00 - Procissão de velas Cacilhas

22:00 - Vigília nocturna Igreja Paroquial de Almada

Domingo, 17 de Maio

10:00 - Missa presidida pelo Bispo de Setúbal, D. Gilberto Reis Igreja Paroquial de Almada

11:00 - Visita da Imagem de Nossa Senhora à Associação Vale de Acór Almada

12:00 - Tempo de Oração Seminário de Almada

13:30 - Com Nossa Senhora e Relíquias de Santa Margarida a caminho de Cristo Rei Procissão nas ruas de Almada

16:00 - Celebração Aniversaria do Cinquentenário presidida pelo Enviado Especial de S. S. o Papa Bento XVI, Cardeal D. José Saraiva Martins, Santuário de Cristo Rei

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Fonte: Agência Ecclesia

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sábado, 11 de abril de 2009

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A ressurreição do Senhor

EASTER SUNDAY: The Lord's Resurrection

Mais uma vez levanta-se a voz de toda a Igreja para proclamar a ressurreição do Senhor. Neste mês de abril, celebramos a Páscoa e com ela o maior anúncio, a notícia melhor, a novidade perene: Jesus vive e está entre nós!

Retomamos aqui um trecho muito significativo do Documento de Aparecida, texto final da V Conferência do Episcopado Latino Americano e Caribenho acontecido há quase dois anos: “D. AP. 14. O Senhor nos disse: “Não tenham medo” (Mt 28,5). Como às mulheres na manhã da ressurreição nos é repetido: “Por que buscam entre os mortos aquele que está vivo?” (Lc 24,5). Os sinais da vitória de Cristo ressuscitado nos estimulam enquanto suplicamos a graça da conversão e mantemos viva a esperança que não defrauda.

O que nos define não são as circunstâncias dramáticas da vida, nem os desafios da sociedade ou as tarefas que devemos empreender, mas todo o amor recebido de Deus, graças a Jesus Cristo pela unção do Espírito Santo. Esta prioridade fundamental é a que tem presidido todos os nossos trabalhos que oferecemos a Deus, à nossa Igreja, a nosso povo, a cada um dos latino-americanos, enquanto elevamos ao Espírito Santo nossa súplica para que redescubramos a beleza e a alegria de ser cristãos. Aqui está o desafio fundamental que contrapomos: mostrar a capacidade da Igreja de promover e formar discípulos que respondam à vocação recebida e comuniquem em todas as partes, transbordando de gratidão e alegria, o dom do encontro com Jesus Cristo. Não temos outro tesouro a não ser este. Não temos outra felicidade nem outra prioridade que não seja sermos instrumentos do Espírito de Deus na Igreja, para que Jesus Cristo seja encontrado, seguido, amado, adorado, anunciado e comunicado a todos, não obstante todas as dificuldades e resistências. Este é o melhor serviço - seu serviço! - que a Igreja tem que oferecer às pessoas e nações”.

Neste ano de 2009, a celebração anual da Páscoa da Paixão e Morte, Sepultura e Ressurreição de Jesus, nosso Senhor, foi precedida pelo período quaresmal e a Campanha da Fraternidade, que nos chamou a construir a fraternidade para a segurança de todos, tendo como lema: “A paz é fruto da justiça” (Is 32, 17).

Somente em Deus que manifesta seu Amor no dom da vida de Seu Filho por toda a humanidade, podemos encontrar a paz para cada pessoa, para a família, para a comunidade, para toda a sociedade humana. Reconstruir a vida na justiça perfeita do amor para que a paz possa existir como condição de plena segurança para todos.

A Jornada Mundial da Juventude (vivida no dia 5 de abril - Domingo de Ramos), celebrada em todas as dioceses do mundo, ilumina-se com a Mensagem do Papa Bento XVI para a juventude - “tempo de esperança”, descobrindo a “raiz da grande esperança” - que “está em Cristo”. “Esta esperança só pode ser Deus, que abraça o universo e nos pode propor e dar aquilo que, sozinhos, não podemos conseguir”. Por isso, “pusemos a nossa esperança em Deus vivo” (1Tm 4,10).

Esta é a experiência de vida do apóstolo Paulo e de todos os discípulos do Senhor: um encontro com o Senhor Vivo, o Ressuscitado que transmite Seu Espírito vivificador. E a pessoa humana é transformada pelo Amor divino que encontrou na pessoa de Jesus Cristo. E como Ele aprende e é capacitado a dar a vida para que vença a vida sobre a morte.

Esperança. Segurança. Uma só raiz - o Senhor que vive e age em nós. Venceu a morte pelo Amor e, ressuscitado, agora age em toda a realidade levando-a à plenitude da vida.

Proclamamos a ressurreição do Senhor, não como um fato passado, mas como a mais potente realidade transformadora da vida hoje e sempre. Ele está vivo em um povo de discípulos - a Igreja, a grande família dos cristãos. N’Ele a “grande esperança” que dá sentido à existência. Habitados por Cristo, depois de ter posto n’Ele a nossa esperança, dizemos também aos outros com a nossa alegria e com o nosso compromisso espiritual, apostólico e social, com nossa humana fraternidade, a razão da nossa esperança: Jesus é o segredo da alegria e da paz!

DOM JOSÉ ANTONIO APARECIDO TOSI MARQUES é arcebispo de Fortaleza, Brasil.


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quinta-feira, 9 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Quinta-feira Santa

HOLY THURSDAY
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Ritos de Quinta-feira Santa darão início ao ciclo de celebraçãos mais importantes no calendário da Igreja

Entre todas as semanas do ano, a mais importante para os cristãos é a Semana Maior, que foi santificada pelos acontecimentos que a liturgia celebra, da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor – o Mistério Pascal.
A peregrina do séc. V, Eteria, começa a sua relação da semana santa em Jerusalém escrevendo: «O dia seguinte, domingo, é o começo da semana da Páscoa ou Semana Maior, como a chamam aqui».

De facto, esta semana é o coração e o centro de toda a liturgia anual, nela se celebra o mistério da redenção, o grande sinal do amor de Deus salvador. «A Páscoa é o cume», assim resume esta festa um escritor dos primeiros séculos.

O cristão entra nesta Semana com o espírito de paz interior e recolhimento. A Quaresma foi um tempo de trabalho, disciplina, conversão, cerimónias penitenciais, agora chegou o tempo de descansar na Paixão de Cristo. «Deus amou tanto o mundo que lhe deu o Seu Filho Unigénito» (Jo. 3, 16). Toda a Paixão é sinal do amor de Deus, tornado visível em Jesus Cristo.

A devoção da Semana Santa nasceu da piedade dos primeiros cristãos de Jerusalém, onde Jesus sofreu a sua paixão. Por isso, desde os primeiros séculos, Jerusalém tornou-se lugar de peregrinações para os cristãos que gostavam de visitar os lugares da paixão. Nós participamos nos mistérios de Cristo não apenas com o sentimento ou imaginação, mas antes de tudo com a fé.


2 – O tríduo pascal começa com a missa vespertina da ceia do Senhor, em Quinta-Feira Santa, alcança o seu apogeu na vigília pascal e termina com as vésperas do domingo de Páscoa. Todo este espaço de tempo forma uma unidade que inclui os sofrimentos e a glória da ressurreição. O bispo de Milão, Santo Ambrósio, refere nos seus escritos os «três santos dias» e o bispo de Hipona, Santo Agostinho, nas suas cartas chama-os «os três sacratíssimos dias da Crucifixão, sepultura e ressurreição de Cristo».


A Quinta-Feira Santa está marcada pela instituição da Escritura, «verdadeiro sacrifício vespertino» (cf. 141, 2). O ritual proíbe a celebração da eucaristia sem fiéis e recomenda a concelebração, que confere à cerimónia litúrgica uma nota de eclesialidade eucarística e de unidade entre eucaristia e sacerdócio. A cerimónia sugestiva e humilde do Lava-Pés orienta-se também para a Eucaristia.

Os textos litúrgicos mostram a entrega de Jesus Cristo para a salvação da humanidade. Jesus celebra a Páscoa judia mas oferece o seu corpo e sangue em lugar do cordeiro imolado no Templo, para selar a Nova Aliança. O Lava-Pés é sinal do «amor até ao fim» (Jo. 13, 1). A transladação solene do Santíssimo Sacramento, é um sinal de continuidade entre o sacrifício e a adoração da presença sacramental.


A Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor é constituída por uma liturgia austera e sóbria. O centro da celebração é uma «sinaxis» (assembleia litúrgica) não eucarística que na liturgia antiga se chamava «missa dos presantificados». Os paramentos são vermelhos e a liturgia desenvolve-se em três momentos – a liturgia da Palavra, com a leitura do IV cântico do poema do Servo de Deus (Is. 52, 13), a carta aos Hebreus com a passagem do Sumo Sacerdote «causa de salvação para os que lhe obedecem» (Heb. 4, 14), e a Paixão segundo São João, o teólogo místico que vê na cruz a exaltação de Cristo. Às leituras segue-se a oração universal; - a adoração da cruz com a antífona de origem bizantina «adoramos Senhor a vossa cruz… pelo madeiro veio a alegria a todo o mundo» e os impropérios nos quais Jesus reprova a ingratidão do seu povo; - a comunhão com o Pão eucarístico consagrado na tarde de quinta feira santa. A piedade popular gosta de participar na procissão do Enterro do Senhor e comove-se com a presença da Senhora da Soledade acompanhando o seu Filho morto.


A Sexta-feira é um dia de intenso luto e dor mas iluminado pela esperança cristã. A devoção à Paixão do Senhor está fortemente arreigada na piedade cristã. A peregrina Eteria, ao descrever as cerimónias em Jerusalém, por volta do ano 400, diz: «dificilmente podeis acreditar que toda a gente, velhos e jovens, chorem durante essas três horas, pensando no muito que o Senhor sofreu por nós».

A Igreja apresenta grande austeridade, nada distrai o nosso olhar do altar e da cruz, o povo cristão fica vigilante junto à cruz do Senhor e da Virgem da Soledade.


O grande Sábado Santo, é um dia de serena esperança e preparação orante para a ressurreição. Os cristãos dos primeiros séculos jejuavam neste dia como em sexta feira santa, era o tempo em que o esposo os tinha deixado (Mt. 2, 19).

O Ofício Divino é rezado perante o altar desnudado, presidido pela cruz e tem um acento de meditação e repouso. A piedade cristã ora perante a imagem da Virgem das Dores, «ela no grande Sábado, recolheu a fé de toda a Igreja… só ela entre todos os discípulos esperou vigilante a ressurreição do Senhor». (Missa da Virgem Maria).

A Vigília Pascal é uma vasta celebração da Palavra de Deus que continua com o baptismo e continua com a Eucaristia. Os símbolos são abundantes e de uma grande riqueza espiritual – o ritual do fogo e da luz que evoca a ressurreição de Jesus e a marcha de Israel no deserto guiado pela coluna de fogo; a liturgia da Palavra com Salmo e oração, percorrendo as etapas da história da salvação; a liturgia da iniciação cristã que incorpora novos filhos na Igreja; a renovação das promessas do baptismo e aspersão com a água benta que recorda a água do nosso baptismo; por fim a eucaristia que proclama a ressurreição do Senhor, esperando a sua última vinda (1 Cor. 11, 26).

A liturgia convoca de novo os fiéis para o «dia que fez o Senhor» na missa do dia. A piedade cristã realiza a procissão de Cristo ressuscitado, ornamentando as estradas, estalando foguetes, tocando sinos e ao som da música entoa o «Regina coeli» à mãe de Jesus. O Aleluia, que fora suprimido na Quaresma, aparece repetidas vezes em sinal de alegria e vitória, de forma que o Aleluia pascal se tornou a aclamação própria do mistério pascal.


A magnífica liturgia pascal põe em relevo uma nota escatológica que indica a meta para onde nos dirigimos seguindo Cristo e que São Paulo apresenta na carta aos Coríntios: «Sempre que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos a tua morte Senhor, até que venhas» (1Cor. 11, 26).

† Teodoro de Faria, Bispo emérito do Funchal


Fonte: Agência Ecclesia

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

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Páscoa

EASTER
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Quero dizer-te que fui eu. Que fui eu que reuni as pessoas, fui eu que os contactei a todos. Diz a todos que fui eu que fiz juntar o povo para ouvir a boa nova. Diz que eu sabia ao que ia. Eu quis que me vissem sofrer. Não fui apanhado desprevenido. Eu já sabia de tudo. E foi tal e qual o que aconteceu. Tal como eu previa. Toda a violência, a incompreensão, tudo. Tudo estava planeado, tudo estava programado. A crucificação, inclusive. Tudo. Rigorosamente tudo. Para que nunca mais se esquecesse. Para que ficasse para a história. Só uma grande, imensa injustiça fica para a história. E eu vim para ficar para a história. Estava previsto. Eu sabia.Toda a incompreensão, todo o desespero por que algumas pessoas passaram, que me desculpem. Eu sabia.
Só não ponderei o quanto os ia fazer sofrer.
Diz-lhes, aos homens, que nada do que eu sofri foi em vão. Quando vim à terra, nós sabíamos que só um grande acontecimento poderia marcar a história. E esse grande acontecimento seria o limite da dor a que eu iria sujeitar-me em nome dos homens, em nome da humanidade. Tudo estava desenhado para que eu me tornasse um mártir. Para aquela época era a única possibilidade. Mostrar às pessoas que se poderia evoluir através da abnegação, do sofrimento.
Assim como nesta época é preciso banir esse conceito e introduzir um mais adequado à Nova Era. A evolução através da consciência.
Nenhum homem precisa de sofrer se ganhar consciência.A verdadeira consciência crística, que não é mais do que ver a matéria com os olhos do céu. Ver a vida terrena como um grande campo de aprendizagem.
Diz-lhes que não tenham pena de mim. Tudo estava planeado para ser assim. O meu sofrimento durou 2000 anos, mas agora acabou. É importante que se note que já entrámos numa Nova Era de entendimento, de consciência e de responsabilidade.
E, principalmente, de amor incondicional. Não aquele amor terreno, condicionado a amar se as pessoas ou coisas forem o que esperamos delas, pelo contrário, o amor não condicionado a nada. Eu amo-te por tudo o que és e respeito o direito de o seres.
Diz aos homens que esse tempo acabou. Acabou o tempo do medo, da violência e da indignação. Restam alguns espécimes, mas as novas gerações tratarão de os redimir.
Fala-lhes nas crianças Índigo, esses meninos que vêm reformular o mundo e que trazem a Era de Aquário dentro dos seus corações.
A partir de agora para educar uma criança, mais, muito mais do que educação, deverá dar-se amor. Amor incondicional. Amá-la pelo que ela é. E ajudá-la a limar as arestas.
Diz-lhes que o tempo do medo acabou e que lhes agradeço tanta dedicação, tanta reza, tanta intenção. Mas eu sofri o que tinha de sofrer para que a mensagem fosse passada com a força que foi. Há 2000 anos a única força que fazia uma mensagem atravessar os séculos era a injustiça e a pena.
A partir de agora será o amor.
Tirem-me da cruz. Se tiverem Jesus crucificado nas vossas casas, tirem. Deixem só a cruz. Ou uma imagem de braços abertos, como que a abraçá-los, e a abraçar o mundo.
Esta é a imagem que gostaria que guardassem de mim daqui para a frente.
Cabrita, diz aos homens que os tempos estão a mudar. A Nova Era está a chegar e não tenho mãos a medir com tantas manifestações humanas de sabedoria.
Fica em luz.
Fica em paz.
Abençoo-te.
Alexandra Solnado é autora de:CD LUZ – Pergunte. O Eu Superior Responde (Com CD de Exercícios de Meditação) NOVO MAIS LUZ - Pergunte. O Céu Responde LUZ - Pergunte. O Céu Responde A Alma Iluminada O Eu Superior e Outras Lições de Vida (Com CD de Exercícios de Meditação)A Minha Limpeza Espiritual (com CD de Exercícios de Meditação)A Era da LiberdadeA Lógica do Céu e a Lógica da TerraA Entrega.



Por: Alexandra Solnado

Fonte: Astral Sapo.pt

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Jorge Goncalves

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