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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Páscoa de Hugo Chávez

Hugo Chavez's Easter
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O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, decretou ontem que segunda, terça e quarta-feira da Semana Santa vão ser dias feriados, uma medida que tem o propósito de diminuir o consumo de energia eléctrica nacional.

"Já que vem a Semana Santa, decretamos dias feriados segunda, terça e quarta-feira, não por preguiça, mas para que a gente poupe eletricidade", disse num encontro com medalhistas venezuelanos que participaram nos IX Jogos Sul-americanos Medellín 2010.

Com os novos feriados, os venezuelanos vão descansar toda a Semana Santa, prevendo-se que regressem ao trabalho a partir de 5 de Abril.

Alguns portugueses contactados pela agência Lusa mostraram-se confundidos com a medida, estimando que terá um impacto negativo no comércio, na banca, pelo fecho contabilístico do trimestre, e também no pagamento de impostos, que previam realizar até 31 de março.

Por outro lado, o presidente da Federação de Câmaras de Comércio, Noel Álvarez, expressou que o setor empresarial está preocupado com a medida porque afectará "a produção nacional, num país que vem registando um decrescimento do consumo e do PIB".

Segundo aquele responsável trata-se de uma "medida populista", tomada "sem ter em conta que há actividades produtivas de jornadas contínuas que são muito difíceis de suspender, nem os custos que tem para as empresas e para o povo em geral".

A descida, por falta de chuva, do nível das águas do Rio Caroní, no Estado venezuelano de Bolívar (sudeste de Caracas), está a afectar as barragens hidroelétricas da Venezuela, principalmente a de El Guri, responsável pela produção de 72% da energia eléctrica consumida no país.

Segundo vários analistas, os problemas agravam-se pela falta de manutenção de turbinas, de investimentos atempados e de criação de fontes alternativas de energia, podendo o sistema entrar em colapso a partir do mês de Maio de 2010.

A 4 de Novembro último, o governo venezuelano declarou uma situação de emergência e promulgou vários decretos orientados para reduzir até 30% o consumo de eletricidade no país, dando prioridade a alguns investimentos.

As autoridades iniciaram a instalação de geradores termoelétricos em várias localidades e também o bombardeamento de nuvens para produzir chuva e avançaram com um programa de substituição de lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas ou economizadoras.

A situação levou a que, em algumas regiões, o abastecimento de água e de eletricidade seja suspenso até nove horas por dia.


Fonte: Jornal de Negócios

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sábado, 11 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A ressurreição do Senhor

EASTER SUNDAY: The Lord's Resurrection

Mais uma vez levanta-se a voz de toda a Igreja para proclamar a ressurreição do Senhor. Neste mês de abril, celebramos a Páscoa e com ela o maior anúncio, a notícia melhor, a novidade perene: Jesus vive e está entre nós!

Retomamos aqui um trecho muito significativo do Documento de Aparecida, texto final da V Conferência do Episcopado Latino Americano e Caribenho acontecido há quase dois anos: “D. AP. 14. O Senhor nos disse: “Não tenham medo” (Mt 28,5). Como às mulheres na manhã da ressurreição nos é repetido: “Por que buscam entre os mortos aquele que está vivo?” (Lc 24,5). Os sinais da vitória de Cristo ressuscitado nos estimulam enquanto suplicamos a graça da conversão e mantemos viva a esperança que não defrauda.

O que nos define não são as circunstâncias dramáticas da vida, nem os desafios da sociedade ou as tarefas que devemos empreender, mas todo o amor recebido de Deus, graças a Jesus Cristo pela unção do Espírito Santo. Esta prioridade fundamental é a que tem presidido todos os nossos trabalhos que oferecemos a Deus, à nossa Igreja, a nosso povo, a cada um dos latino-americanos, enquanto elevamos ao Espírito Santo nossa súplica para que redescubramos a beleza e a alegria de ser cristãos. Aqui está o desafio fundamental que contrapomos: mostrar a capacidade da Igreja de promover e formar discípulos que respondam à vocação recebida e comuniquem em todas as partes, transbordando de gratidão e alegria, o dom do encontro com Jesus Cristo. Não temos outro tesouro a não ser este. Não temos outra felicidade nem outra prioridade que não seja sermos instrumentos do Espírito de Deus na Igreja, para que Jesus Cristo seja encontrado, seguido, amado, adorado, anunciado e comunicado a todos, não obstante todas as dificuldades e resistências. Este é o melhor serviço - seu serviço! - que a Igreja tem que oferecer às pessoas e nações”.

Neste ano de 2009, a celebração anual da Páscoa da Paixão e Morte, Sepultura e Ressurreição de Jesus, nosso Senhor, foi precedida pelo período quaresmal e a Campanha da Fraternidade, que nos chamou a construir a fraternidade para a segurança de todos, tendo como lema: “A paz é fruto da justiça” (Is 32, 17).

Somente em Deus que manifesta seu Amor no dom da vida de Seu Filho por toda a humanidade, podemos encontrar a paz para cada pessoa, para a família, para a comunidade, para toda a sociedade humana. Reconstruir a vida na justiça perfeita do amor para que a paz possa existir como condição de plena segurança para todos.

A Jornada Mundial da Juventude (vivida no dia 5 de abril - Domingo de Ramos), celebrada em todas as dioceses do mundo, ilumina-se com a Mensagem do Papa Bento XVI para a juventude - “tempo de esperança”, descobrindo a “raiz da grande esperança” - que “está em Cristo”. “Esta esperança só pode ser Deus, que abraça o universo e nos pode propor e dar aquilo que, sozinhos, não podemos conseguir”. Por isso, “pusemos a nossa esperança em Deus vivo” (1Tm 4,10).

Esta é a experiência de vida do apóstolo Paulo e de todos os discípulos do Senhor: um encontro com o Senhor Vivo, o Ressuscitado que transmite Seu Espírito vivificador. E a pessoa humana é transformada pelo Amor divino que encontrou na pessoa de Jesus Cristo. E como Ele aprende e é capacitado a dar a vida para que vença a vida sobre a morte.

Esperança. Segurança. Uma só raiz - o Senhor que vive e age em nós. Venceu a morte pelo Amor e, ressuscitado, agora age em toda a realidade levando-a à plenitude da vida.

Proclamamos a ressurreição do Senhor, não como um fato passado, mas como a mais potente realidade transformadora da vida hoje e sempre. Ele está vivo em um povo de discípulos - a Igreja, a grande família dos cristãos. N’Ele a “grande esperança” que dá sentido à existência. Habitados por Cristo, depois de ter posto n’Ele a nossa esperança, dizemos também aos outros com a nossa alegria e com o nosso compromisso espiritual, apostólico e social, com nossa humana fraternidade, a razão da nossa esperança: Jesus é o segredo da alegria e da paz!

DOM JOSÉ ANTONIO APARECIDO TOSI MARQUES é arcebispo de Fortaleza, Brasil.


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Sábado Santo

HOLY SATURDAY
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"Durante o Sábado santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua paixão e sua morte, sua descida à mansão dos mortos e esperando na oração e no jejum sua ressurreição (Circ 73).


No dia do silêncio: a comunidade cristã vela junto ao sepulcro. Calam os sinos e os instrumentos. É ensaiado o aleluia, mas em voz baixa. É o dia para aprofundar. Para contemplar. O altar está despojado. O sacrário aberto e vazio.


A Cruz continua entronizada desde o dia anterior. Central, iluminada, com um pano vermelho com o louro da vitória. Deus morreu. Quis vencer com sua própria dor o mal da humanidade. É o dia da ausência. O Esposo nos foi arrebatado. Dia de dor, de repouso, de esperança, de solidão. O próprio Cristo está calado. Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado. Depois de seu último grito da cruz "por que me abandonaste?", agora ele cala no sepulcro. Descansa: "consummantum est", "tudo está consumado". Mas este silêncio pode ser chamado de plenitude da palavra. O assombro é eloqüente. "Fulget crucis mysterium", "resplandece o mistério da Cruz".


O Sábado é o dia em que experimentamos o vazio. Se a fé, ungida de esperança, não visse no horizonte último desta realidade, cairíamos no desalento: "nós o experimentávamos… ", diziam os discípulos de Emaús.


É um dia de meditação e silêncio. Algo pareceido à cena que nos descreve o livro de Jó, quando os amigos que foram visitá-lo, ao ver o seu estado, ficaram mudos, atônitos frente à sua imensa dor: "Sentaram-se no chão ao lado dele, sete dias e sete noites, sem dizer-lhe uma palavra, vendo como era atroz seu sofrimento" (Jó. 2, 13).


Ou seja, não é um dia vazio em que "não acontece nada". Nem uma duplicação da Sexta-feira. A grande lição é esta: Cristo está no sepulcro, desceu à mansão dos mortos, ao mais profundo em que pode ir uma pessoa. E junto a Ele, como sua Mãe Maria, está a Igreja, a esposa. Calada, como ele. O Sábado está no próprio coração do Tríduo Pascal. Entre a morte da Sexta-feira e a ressurreição do Domingo nos detemos no sepulcro. Um dia ponte, mas com personalidade. São três aspectos -não tanto momentos cronológicos- de um mesmo e único mistério, o mesmo da Páscoa de Jesus: morto, sepultado, ressuscitado:


"...se despojou de sua posição e tomou a condição de escravo…se rebaixou até se submeter inclusive à morte, quer dizer, conhecesse o estado de morte, o estado de separação entre sua alma e seu corpo, durante o tempo compreendido entre o momento em que Ele expirou na cruz e o momento em que ressuscitou. Este estado de Cristo morto é o mistério do sepulcro e da descida à mansão dos mortos. É o mistério do Sábado Santo em que Cristo depositado na tumba manifesta o grande repouso sabático de Deus depois de realizar a salvação dos homens, que estabelece na paz o universo inteiro".

Vigília Pascal


A celebração é no sábado à noite, é uma Vigília em honra ao Senhor, segundo uma antiqüíssima tradição, (Ex. 12, 42), de maneira que os fiéis, seguindo a exortação do Evangelho (Lc. 12, 35 ss), tenham acesas as lâmpadas como os que aguardam a seu Senhor quando chega, para que, ao chegar, os encontre em vigília e os faça sentar em sua mesa.


A
Vigília Pascal se desenvolve na seguinte ordem:


Breve Lucernário


Abençõa-se o fogo. Prepara-se o círio no qual o sacerdote com uma punção traça uma cruz. Depois marca na parte superior a letra Alfa e na inferior Ômega, entre os braços da cruz marca as cifras do anos em curso. A continuação se anuncia o Pregão Pascal.


Liturgia da Palavra


Nela a Igreja confiada na Palavra e na promessa do Senhor, media as maravilhas que desde os inícios Deus realizou com seu povo.


Liturgia Batismal


São chamados os catecúmenos, que são apresentados ao povo por seus padrinhos: se são crianças serão levados por seus pais e padrinhos. Faz-se a renovação dos compromissos batismais.


Liturgia Eucarística


Ao se aproximar o dia da Ressurreição, a Igreja é convidada a participar do banquete eucarístico, que por sua Morte Ressurreição, o Senhor preparou para seu povo. Nele participam pelas primeira vez os neófitos.


Toda a celebração da Vigília Pascal é realizada durante a noite, de tal maneira que não se deva começar antes de anoitecer, ou se termine a aurora do Domingo.


A missa ainda que se celebre antes da meia noite, é a Missa Pascal do Domingo da Ressurreição. Os que participam desta missa, podem voltar a comungar na segunda Missa de Páscoa.


O sacerdote e os ministros se revestem de branco para a Missa. Preparam-se os velas para todos os que participem da Vigília.


Fonte: Acidigital.com

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quinta-feira, 9 de abril de 2009

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Quinta-feira Santa

HOLY THURSDAY
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Ritos de Quinta-feira Santa darão início ao ciclo de celebraçãos mais importantes no calendário da Igreja

Entre todas as semanas do ano, a mais importante para os cristãos é a Semana Maior, que foi santificada pelos acontecimentos que a liturgia celebra, da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor – o Mistério Pascal.
A peregrina do séc. V, Eteria, começa a sua relação da semana santa em Jerusalém escrevendo: «O dia seguinte, domingo, é o começo da semana da Páscoa ou Semana Maior, como a chamam aqui».

De facto, esta semana é o coração e o centro de toda a liturgia anual, nela se celebra o mistério da redenção, o grande sinal do amor de Deus salvador. «A Páscoa é o cume», assim resume esta festa um escritor dos primeiros séculos.

O cristão entra nesta Semana com o espírito de paz interior e recolhimento. A Quaresma foi um tempo de trabalho, disciplina, conversão, cerimónias penitenciais, agora chegou o tempo de descansar na Paixão de Cristo. «Deus amou tanto o mundo que lhe deu o Seu Filho Unigénito» (Jo. 3, 16). Toda a Paixão é sinal do amor de Deus, tornado visível em Jesus Cristo.

A devoção da Semana Santa nasceu da piedade dos primeiros cristãos de Jerusalém, onde Jesus sofreu a sua paixão. Por isso, desde os primeiros séculos, Jerusalém tornou-se lugar de peregrinações para os cristãos que gostavam de visitar os lugares da paixão. Nós participamos nos mistérios de Cristo não apenas com o sentimento ou imaginação, mas antes de tudo com a fé.


2 – O tríduo pascal começa com a missa vespertina da ceia do Senhor, em Quinta-Feira Santa, alcança o seu apogeu na vigília pascal e termina com as vésperas do domingo de Páscoa. Todo este espaço de tempo forma uma unidade que inclui os sofrimentos e a glória da ressurreição. O bispo de Milão, Santo Ambrósio, refere nos seus escritos os «três santos dias» e o bispo de Hipona, Santo Agostinho, nas suas cartas chama-os «os três sacratíssimos dias da Crucifixão, sepultura e ressurreição de Cristo».


A Quinta-Feira Santa está marcada pela instituição da Escritura, «verdadeiro sacrifício vespertino» (cf. 141, 2). O ritual proíbe a celebração da eucaristia sem fiéis e recomenda a concelebração, que confere à cerimónia litúrgica uma nota de eclesialidade eucarística e de unidade entre eucaristia e sacerdócio. A cerimónia sugestiva e humilde do Lava-Pés orienta-se também para a Eucaristia.

Os textos litúrgicos mostram a entrega de Jesus Cristo para a salvação da humanidade. Jesus celebra a Páscoa judia mas oferece o seu corpo e sangue em lugar do cordeiro imolado no Templo, para selar a Nova Aliança. O Lava-Pés é sinal do «amor até ao fim» (Jo. 13, 1). A transladação solene do Santíssimo Sacramento, é um sinal de continuidade entre o sacrifício e a adoração da presença sacramental.


A Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor é constituída por uma liturgia austera e sóbria. O centro da celebração é uma «sinaxis» (assembleia litúrgica) não eucarística que na liturgia antiga se chamava «missa dos presantificados». Os paramentos são vermelhos e a liturgia desenvolve-se em três momentos – a liturgia da Palavra, com a leitura do IV cântico do poema do Servo de Deus (Is. 52, 13), a carta aos Hebreus com a passagem do Sumo Sacerdote «causa de salvação para os que lhe obedecem» (Heb. 4, 14), e a Paixão segundo São João, o teólogo místico que vê na cruz a exaltação de Cristo. Às leituras segue-se a oração universal; - a adoração da cruz com a antífona de origem bizantina «adoramos Senhor a vossa cruz… pelo madeiro veio a alegria a todo o mundo» e os impropérios nos quais Jesus reprova a ingratidão do seu povo; - a comunhão com o Pão eucarístico consagrado na tarde de quinta feira santa. A piedade popular gosta de participar na procissão do Enterro do Senhor e comove-se com a presença da Senhora da Soledade acompanhando o seu Filho morto.


A Sexta-feira é um dia de intenso luto e dor mas iluminado pela esperança cristã. A devoção à Paixão do Senhor está fortemente arreigada na piedade cristã. A peregrina Eteria, ao descrever as cerimónias em Jerusalém, por volta do ano 400, diz: «dificilmente podeis acreditar que toda a gente, velhos e jovens, chorem durante essas três horas, pensando no muito que o Senhor sofreu por nós».

A Igreja apresenta grande austeridade, nada distrai o nosso olhar do altar e da cruz, o povo cristão fica vigilante junto à cruz do Senhor e da Virgem da Soledade.


O grande Sábado Santo, é um dia de serena esperança e preparação orante para a ressurreição. Os cristãos dos primeiros séculos jejuavam neste dia como em sexta feira santa, era o tempo em que o esposo os tinha deixado (Mt. 2, 19).

O Ofício Divino é rezado perante o altar desnudado, presidido pela cruz e tem um acento de meditação e repouso. A piedade cristã ora perante a imagem da Virgem das Dores, «ela no grande Sábado, recolheu a fé de toda a Igreja… só ela entre todos os discípulos esperou vigilante a ressurreição do Senhor». (Missa da Virgem Maria).

A Vigília Pascal é uma vasta celebração da Palavra de Deus que continua com o baptismo e continua com a Eucaristia. Os símbolos são abundantes e de uma grande riqueza espiritual – o ritual do fogo e da luz que evoca a ressurreição de Jesus e a marcha de Israel no deserto guiado pela coluna de fogo; a liturgia da Palavra com Salmo e oração, percorrendo as etapas da história da salvação; a liturgia da iniciação cristã que incorpora novos filhos na Igreja; a renovação das promessas do baptismo e aspersão com a água benta que recorda a água do nosso baptismo; por fim a eucaristia que proclama a ressurreição do Senhor, esperando a sua última vinda (1 Cor. 11, 26).

A liturgia convoca de novo os fiéis para o «dia que fez o Senhor» na missa do dia. A piedade cristã realiza a procissão de Cristo ressuscitado, ornamentando as estradas, estalando foguetes, tocando sinos e ao som da música entoa o «Regina coeli» à mãe de Jesus. O Aleluia, que fora suprimido na Quaresma, aparece repetidas vezes em sinal de alegria e vitória, de forma que o Aleluia pascal se tornou a aclamação própria do mistério pascal.


A magnífica liturgia pascal põe em relevo uma nota escatológica que indica a meta para onde nos dirigimos seguindo Cristo e que São Paulo apresenta na carta aos Coríntios: «Sempre que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos a tua morte Senhor, até que venhas» (1Cor. 11, 26).

† Teodoro de Faria, Bispo emérito do Funchal


Fonte: Agência Ecclesia

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

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Páscoa

EASTER
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Quero dizer-te que fui eu. Que fui eu que reuni as pessoas, fui eu que os contactei a todos. Diz a todos que fui eu que fiz juntar o povo para ouvir a boa nova. Diz que eu sabia ao que ia. Eu quis que me vissem sofrer. Não fui apanhado desprevenido. Eu já sabia de tudo. E foi tal e qual o que aconteceu. Tal como eu previa. Toda a violência, a incompreensão, tudo. Tudo estava planeado, tudo estava programado. A crucificação, inclusive. Tudo. Rigorosamente tudo. Para que nunca mais se esquecesse. Para que ficasse para a história. Só uma grande, imensa injustiça fica para a história. E eu vim para ficar para a história. Estava previsto. Eu sabia.Toda a incompreensão, todo o desespero por que algumas pessoas passaram, que me desculpem. Eu sabia.
Só não ponderei o quanto os ia fazer sofrer.
Diz-lhes, aos homens, que nada do que eu sofri foi em vão. Quando vim à terra, nós sabíamos que só um grande acontecimento poderia marcar a história. E esse grande acontecimento seria o limite da dor a que eu iria sujeitar-me em nome dos homens, em nome da humanidade. Tudo estava desenhado para que eu me tornasse um mártir. Para aquela época era a única possibilidade. Mostrar às pessoas que se poderia evoluir através da abnegação, do sofrimento.
Assim como nesta época é preciso banir esse conceito e introduzir um mais adequado à Nova Era. A evolução através da consciência.
Nenhum homem precisa de sofrer se ganhar consciência.A verdadeira consciência crística, que não é mais do que ver a matéria com os olhos do céu. Ver a vida terrena como um grande campo de aprendizagem.
Diz-lhes que não tenham pena de mim. Tudo estava planeado para ser assim. O meu sofrimento durou 2000 anos, mas agora acabou. É importante que se note que já entrámos numa Nova Era de entendimento, de consciência e de responsabilidade.
E, principalmente, de amor incondicional. Não aquele amor terreno, condicionado a amar se as pessoas ou coisas forem o que esperamos delas, pelo contrário, o amor não condicionado a nada. Eu amo-te por tudo o que és e respeito o direito de o seres.
Diz aos homens que esse tempo acabou. Acabou o tempo do medo, da violência e da indignação. Restam alguns espécimes, mas as novas gerações tratarão de os redimir.
Fala-lhes nas crianças Índigo, esses meninos que vêm reformular o mundo e que trazem a Era de Aquário dentro dos seus corações.
A partir de agora para educar uma criança, mais, muito mais do que educação, deverá dar-se amor. Amor incondicional. Amá-la pelo que ela é. E ajudá-la a limar as arestas.
Diz-lhes que o tempo do medo acabou e que lhes agradeço tanta dedicação, tanta reza, tanta intenção. Mas eu sofri o que tinha de sofrer para que a mensagem fosse passada com a força que foi. Há 2000 anos a única força que fazia uma mensagem atravessar os séculos era a injustiça e a pena.
A partir de agora será o amor.
Tirem-me da cruz. Se tiverem Jesus crucificado nas vossas casas, tirem. Deixem só a cruz. Ou uma imagem de braços abertos, como que a abraçá-los, e a abraçar o mundo.
Esta é a imagem que gostaria que guardassem de mim daqui para a frente.
Cabrita, diz aos homens que os tempos estão a mudar. A Nova Era está a chegar e não tenho mãos a medir com tantas manifestações humanas de sabedoria.
Fica em luz.
Fica em paz.
Abençoo-te.
Alexandra Solnado é autora de:CD LUZ – Pergunte. O Eu Superior Responde (Com CD de Exercícios de Meditação) NOVO MAIS LUZ - Pergunte. O Céu Responde LUZ - Pergunte. O Céu Responde A Alma Iluminada O Eu Superior e Outras Lições de Vida (Com CD de Exercícios de Meditação)A Minha Limpeza Espiritual (com CD de Exercícios de Meditação)A Era da LiberdadeA Lógica do Céu e a Lógica da TerraA Entrega.



Por: Alexandra Solnado

Fonte: Astral Sapo.pt

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domingo, 5 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Semana Santa

HOLY WEEK
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São factos repletos de realismo, os que se celebram na Semana Santa. Vividos num mistério de fé, são também dramatizados em diferentes expressões e para reviver os quadros da paixão e morte de Cristo na cruz.

A celebração dos mistérios da Redenção, realizados por Jesus nos últimos dias da sua vida, começa pela sua entrada messiânica em Jerusalém. O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a lembrança das Palmas e da Paixão do Senhor.

Duas celebrações marcam a Quinta-Feira Santa: a Missa Crismal e a Missa da Ceia do Senhor. Antigamente, na manhã deste dia celebrava-se o rito da reconciliação dos penitentes, a quem tinha sido imposto o cilício em quarta-feira de cinzas. A manhã foi preenchida pela Missa Crismal, que reúne em torno do Bispo o clero da Diocese e são abençoados os óleos dos catecúmenos e dos enfermos e consagrado o Santo Óleo do Crisma.

A origem da bênção dos óleos santos e do sagrado crisma é romana, embora o rito tenha marcas galicanas. Em conformidade com a tradição latina, a bênção do óleo dos doentes faz-se antes da conclusão da oração eucarística; a bênção do óleo dos catecúmenos e do crisma é dada depois da comunhão. Permite-se, todavia, por razões pastorais, cumprir todo o rito de bênção depois da liturgia da Palavra, conservando, porém, a ordem indicada no próprio rito.

Com a Missa vespertina da Ceia do Senhor tem início o Tríduo Pascal da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor. É comemorada a instituição dos Sacramentos da Eucaristia e da Ordem e o mandamento do Amor (o gesto do lava-pés).

A simbologia do sacrifício é expressa pela separação dos dois elementos "o pão" e "o vinho". Esse evento do mistério de Jesus também se tornou manifesto no gesto do lava-pés. Depois do longo silêncio quaresmal, a liturgia canta o Glória.

No final da Missa, o Santíssimo Sacramento é trasladado para um outro local, desnudando-se então os altares.

Na Sexta-feira Santa não se celebra a missa, tendo lugar a celebração da morte do Senhor, com a adoração da cruz. O silêncio, o jejum e a oração marcam este dia. A celebração da tarde é uma espécie de drama em três actos: proclamação da Palavra de Deus, apresentação e adoração da cruz, comunhão.

O Sábado Santo é dia alitúrgico: a Igreja debruça-se, no silêncio e na meditação, sobre o sepulcro do Senhor. A única celebração primitiva parece ter sido o jejum.

A Vigília Pascal é a “mãe de todas as celebrações” da Igreja. Celebra-se a Ressurreição de Cristo, a Luz que ilumina o mundo, e para transmitir esse simbolismo deve ser celebrada não antes do anoitecer e terminada antes da aurora. Cinco elementos compõem a liturgia da Vigília Pascal: a bênção do fogo novo e do círio pascal; a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; a série de leituras sobre a História da Salvação; a renovação das promessas do Baptismo e, por fim, a liturgia Eucarística. Ainda hoje continua a ser a noite por excelência do Baptismo.

História

O ano litúrgico como hoje o conhecemos pretende levar os católicos a celebrar sacramentalmente a pessoa de Jesus Cristo como "memória", "presença", "profecia". Na Igreja primitiva, o mistério, a celebração, a pregação, a vida cristã tiveram um único centro: a Páscoa - o culto da Igreja primitiva nasceu da Páscoa e para celebrar a Páscoa. No início da vida cristã encontra-se o Domingo como única festa, com a única denominação de "Dia do Senhor". Por influência das comunidades cristãs provenientes do judaísmo, surgiu depois um "grande Domingo", como celebração anual da Páscoa.

A partir do séc. IV, com os decretos que garantiam a liberdade de culto aos cristãos, começaram-se a celebrar na Terra Santa os acontecimentos da Paixão e morte de Jesus Cristo, nos locais e às horas em que eram relatados nos Evangelhos. Nasceu assim a Semana Santa e os peregrinos estenderam este uso a todas as igrejas.

A celebração do baptismo na noite de Páscoa, já em uso no século III, e a disciplina penitencial com a reconciliação dos penitentes na manhã de Quinta-feira Santa, já no século V, fizeram nascer também o período preparatório da Páscoa, ou seja, a Quaresma, inspirada nos "quarenta dias bíblicos".

A Semana Santa apresenta-se, neste contexto, como a Semana Maior do ano litúrgico. Graças à peregrina Egéria, que viveu no final do século IV, conhecemos os rituais que envolviam estas celebrações no princípio do Cristianismo.

Ela descreve em seu livro "Itinerarium" a liturgia que se desenvolveu em Jerusalém, teatro das últimas horas de vida de Jesus, e compreende o intervalo de tempo que vai do Domingo de Ramos à Páscoa.

Na Idade Média, esta semana era chamada a "semana dolorosa", porque a Paixão de Cristo era dramatizada pelo povo, pondo em destaque os aspectos do sofrimento e da compaixão. Actualmente, muitas igrejas locais dão ainda vida a essa tradição dramática, que se desenrola em procissões e representações da Paixão de Jesus.

As outras Igrejas

Paixão, morte e Ressurreição de Cristo são as doutrinas comuns a todos os ramos do Cristianismo e que, ao mesmo tempo as distingue das outras religiões. A Quarta-feira de cinzas marca o início da Quaresma para todas as Igrejas cristãs, mas apenas a tradição católica a assinala obrigatoriamente com a simbologia da imposição das cinzas.

A Igreja Lusitana de comunhão Anglicana e também a Presbiteriana diferem pouco da tradição católica. Pequenos detalhes marcam a diferença. “A Igreja Lusitana é católica mas não é romana, ou seja, não reconhecemos a autoridade a Roma. A actividade litúrgica é, por isso, muito semelhante”, explica o Bispo Fernando Soares. O tempo de Quaresma principia na Quarta-feira de cinzas com o rito de imposição das cinzas. Não é uma prática de todas as igrejas, “dependerá da sensibilidade das comunidades”. Também a Igreja Evangélica Metodista Portuguesa não tem doutrinas nem normas específicas sobre este culto, mas em alguns países, “apenas em sentido tradicional e voluntário, há uma cerimónia nesta data, com ou sem imposição de cinzas”, explica o Pastor Jorge Barros.

Talvez a maior “detalhe” nas celebrações da Igreja Lusitana aconteça no Domingo de Ramos. Durante a Quaresma, são feitas, em folhas de palmeira, pequenas cruzes que no último Domingo da Quaresma, são abençoadas e distribuídas aos fiéis que, durante a leitura do Evangelho sobre a crucificação de Jesus, as seguram na mão. “É uma cruz pequena que se usa para marcar os livros. Algumas pessoas gostam inclusivamente de levar para alguns familiares”. Um pequeno símbolo que pretende “reforçar a relação de cada um com a cruz de Cristo”, explica o Bispo Fernando Soares.

A tradição Presbiteriana aponta como diferença a leitura do Evangelho no Domingo de Ramos. Enquanto a tradição católica revive toda a paixão de Cristo neste Domingo, a Igreja Presbiteriana apenas lê a entrada de Jesus em Jerusalém, deixando o restante relato para a Semana Santa. Os sete dias antes da Páscoa são um tempo especial de preparação para os fiéis presbiterianos e também para os metodistas. “A Semana Santa é a época do ano em que temos mais serviços religiosos, em especial nas igrejas paroquiais maiores, onde há serviços durante toda a semana, excepto no Sábado”, explica o pastor Jorge Barros.

Semana Santa

Todas as Igrejas têm um culto especial na Quinta-feira e na Sexta-feira Santa. Algumas comunidades Presbiterianas encontram-se todos os dias da Semana Santa. “A organização fica dependente de cada comunidade que poderá organizar actividades para os mais novos e mais velhos”, explica Eva Michel.

Durante a Quaresma a atenção principal centra-se nas passagens bíblicas e na reflexão pessoal de cada um, “para que possamos viver com maior atenção aos outros, a nós próprios, com a natureza e com Deus”. Este é o centro da prática quaresmal da Igreja Presbiteriana.

Tradicionalmente, nas Igrejas protestantes, a espiritualidade centrou-se na Sexta-feira Santa e na redenção. Eva Michel recorda a devoção que leva as pessoas ao culto na Sexta-feira santa, mesmo que estejam ausentes durante o resto do ano. No entanto, o diálogo ajudou a corrigir os extremos e, a pastora Eva explica que, hoje entende-se a necessidade de ampliar os horizontes. “A cruz sem ressurreição é muito vazia, mas a celebração da ressurreição sem olhar para o sofrimento na cruz também é insuficiente. Para ver a morte de Jesus temos de a perceber enquanto consequência da sua vida e não isolá-la. Isto significa redescobrir o profundo mistério que é a Páscoa”.

Na tradição baptista, durante a Semana Santa, há cultos vespertinos ou serviços religiosos à noite, em especial na Quinta-feira e Sexta-feira santa, onde são lembradas, através de textos e hinos, as últimas 48 horas de Jesus, a última ceia com os discípulos e a crucificação. “Existem muitos sermões sobre a descrição histórica do que aconteceu”. Os cânticos e os textos sagrados centram-se no sofrimento de Jesus. “Os evangélicos consideram que a salvação é de graça, mas não a foi para Jesus. Teve um alto preço e por isso os pastores recordam aos crentes que este foi um sofrimento atroz e dão ênfase ao preço do sofrimento para a salvação”, afirma Fernando Loja.

Das Igrejas cristãs, apenas a Católica realiza a Via-sacra na tarde de Sexta-feira santa, reconstruindo os último passos de Cristo. Na Sexta-feira Santa, a Igreja Lusitana prepara um momento devocional pelas 15 horas nas comunidades e também à noite, onde o culto se debruça sobre a crucificação. “A reflexão é conduzida pela pregação, pelos textos sagrados e por cânticos”. O culto de Quinta-feira santa termina com a desnudação do altar. “Todas as alfaias litúrgicas, a cruz, as flores, velas, a toalha são retirados com o objectivo de lembrar que Jesus foi sepultado e tudo ficou nu”. Na Sexta-feira o culto decorre na austeridade e apenas na Vigília Pascal de Sábado os elementos litúrgicos são repostos. Quando anunciada a ressurreição, acendem-se as luzes, “começando uma nova vida”. Um rito semelhante à tradição católica que habitualmente inicia a celebração com a bênção do fogo no exterior da igreja. No Domingo celebra-se o dia da Ressurreição. O convívio após o culto, num almoço familiar, é uma tradição que o Bispo da Igreja Lusitana lamenta estar-se a perder. “Até no Natal as pessoas já optam por ir ao restaurante ou a hotéis porque não querem cozinhar”.

A tradição Metodista celebra um culto na Sexta-feira santa “muito solene e por vezes emotivo e são realçados os acontecimentos centrados na crucificação e morte”, explica o Pastor Jorge Barros. Leituras bíblicas longas e apropriadas e hinos de sofrimento e tristeza, “embora de fé” conduzem os fiéis. Este é um dia em que a frequência na Igreja é “muito maior que o habitual, incluindo crentes pouco assíduos e visitantes”.



Fonte: Agência Ecclesia

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sexta-feira, 3 de abril de 2009

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Domingo de Ramos

PALM SUNDAY
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A bênção e a procissão dos ramos, que relembra a entrada de Jesus em Jerusalém, são os pontos altos do Domingo de Ramos na Paixão de Cristo, festividade que abre as celebrações da Semana Santa cristã, refere a Lusa.
O Domingo de Ramos assinala o fim dos 40 dias de Quaresma (iniciada em Quarta-Feira de Cinzas) e inicia a chamada Semana Maior no calendário religioso cristão, que culmina no domingo seguinte com a celebração da Páscoa da Ressurreição.

Em termos litúrgicos, esta festa é dominada pela leitura da Paixão de Cristo.

A procissão dos ramos, que começou a ser feita no século IV, simboliza o acolhimento triunfal dado a Jesus Cristo quando subiu a Jerusalém, poucos dias antes da morte e ressurreição.

Hoje em dia, após a reforma litúrgica do Concílio Vaticano II, a bênção e procissão dos ramos estão integradas na celebração eucarística dominical, decorrendo muitas vezes apenas em torno das igrejas.

Mesmo assim, continua em muitas localidades a tradição de realizar a procissão dos ramos pelas ruas, como acontece, por exemplo, na Póvoa de Varzim, ou assinalar a festividade com encenações teatrais, caso de Santa Maria da Feira.

Em algumas zonas do país é neste início da semana pascal que se cumpre a tradição dos padrinhos oferecerem uma prenda aos afilhados, o chamado Folar da Páscoa, que pode ser um folar (bolo de farinha recheado e ornamentado com ovos), roupas ou dinheiro.

Na maior parte do país, no entanto, o folar dos padrinhos é dado aos afilhados no próprio Domingo de Páscoa.

As festividades da Semana Santa, para as quais os cristãos se prepararam ao longo dos 40 dias de Quaresma, têm ponto alto no Tríduo Pascal, nome dado ao conjunto das celebrações litúrgicas que assinalam a morte e ressurreição de Cristo.

O Tríduo Pascal começa na Quinta-Feira Santa com a celebração da Missa da Última Ceia, na qual Cristo instituiu a Eucaristia, continua com a Sexta-Feira Santa, único dia no calendário litúrgico católico em que não há celebração da missa, prossegue no sábado com a Vigília Pascal e termina no Domingo de Páscoa.

Contudo, o período pascal prolonga-se até Domingo de Pentecostes, que ocorre 50 dias depois do Domingo de Páscoa.

Desde 1985 o Domingo de Ramos é também a data em que se comemora o Dia Mundial da Juventude, criado pelo papa João Paulo II com o objectivo de reunir todos os jovens do mundo em torno da figura de Jesus Cristo.

De celebração anual, esta data inclui, de três em três anos, um encontro mundial que congrega milhares de jovens de todo o mundo.

O próximo encontro mundial realiza-se em 2011 em Madrid, pelo que no Domingo de Ramos, na Praça de São Pedro, em Roma, Bento XVI vai entregar aos jovens da capital espanhola a cruz e o ícone do Dia Mundial da Juventude.

O último Encontro Mundial de Jovens realizou-se o ano passado em Sydney, na Austrália.

Neste ano, em que se comemora a 24.ª edição, a mensagem do papa Bento XVI apela aos jovens para não se deixarem abater pela crise, exortando-os a descobrir Cristo e a serem, como S. Paulo, «testemunhas da esperança cristã».



Fonte: IOL Diário

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quinta-feira, 26 de março de 2009

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A Páscoa e o chocolate

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Seja ao leite, branco, meio amargo, diet, light ou crocante, qualquer tipo de chocolate torna-se irresistível ao olhar dos mais gulosos, especialmente na Páscoa, época em que fileiras de ovos de chocolate se multiplicam nos supermercados, exigindo muita força de vontade de quem não pode ou não quer ceder à tentação.

Por incrível que pareça, o chocolate em si não é o grande problema. Rico em vitaminas, minerais, magnésio e ácido oléico, é uma ótima fonte de energia apesar de seu elevado teor calórico, principalmente por causa da presença de gorduras em sua composição. Se consumido de forma moderada, pode contribuir para o bom funcionamento do coração, favorecido pela presença da substância teobromina que estimula e age no sistema nervoso central e muscular, beneficiando o funcionamento do coração e prevenindo hipertensão arterial.

Segundo a Dra. Claudete Luz, nutricionista da Clínica Plástica e Beleza recomenda-se ingerir somente 30 gramas de chocolate por dia, quantidade que varia de acordo com o organismo de cada pessoa. Pessoas diabéticas devem consumir moderadamente chocolates diet que não contém açúcar e evitam o aumento de peso.

O excesso de chocolate pode causar enxaqueca, pois ele possui substâncias vasodilatadoras que podem estimular essa doença. Já o chocolate meio amargo é o mais indicado para os aficionados, pois contém alto teor de flavonóides, antioxidantes que reduzem os riscos das doenças cardiovasculares.

Outra curiosidade é que o chocolate contém três substâncias que podem provocar dependência: a Teobromina, a Cafeína e a Feniletiamina. Para ser caracterizada como dependente, a pessoa precisa consumir chocolate para se sentir bem ou ter sintomas depressivos quando fica muito tempo sem comê-lo.

Os dependentes se caracterizam por ser indivíduos angustiados e ansiosos que precisam comer chocolate para relaxarem e se sentirem bem, sensação provocada pela substância Serotonina, um neurotransmissor que ajuda a combater a depressão e a ansiedade, além de estimular os centros de prazer e de bem-estar.

Nenhum estudo científico comprova a relação entre o consumo de chocolate e o surgimento de espinhas. Em alguns casos, no entanto, é possível notar uma piora considerável em pessoas com aptidão à acne.

Já que o excesso deve ser evitado, divida seus ovos de páscoa com os familiares e amigos, e durante o ano substitua o chocolate por frutas e doces mais leves na hora da sobremesa ou em qualquer momento do dia, sua saúde vai agradecer.



Fonte: Fator Brasil

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Jorge Goncalves

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