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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


De olhos postos no céu

Looking up at the night sky
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Passear pelo sistema solar ao som de passagens literárias e música ao vivo ou participar num jantar espacial são algumas das actividades que se realizam nos próximos três dias em todo o país.


No âmbito das comemorações do Ano Internacional da Astronomia, arrancam esta quinta-feira as Noites de Galileu, evento que conta com a participação de mais de 50 países.


Por cá, vai ser possível vestir a pele de Galileu Galilei e observar o que este estudou em 1609. De norte a sul do país, estão programadas actividades em planetários, observatórios, centros de ciência viva, escolas, universidades e até parques de estacionamento de igrejas.


Fonte: Visão

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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Jogo do Google «viaja» pelo Universo

Google Space Travel Game
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Descobrir os segredos do Universo é agora mais apelativo. «A Aventura do Universo» é um jogo online que permite aos internautas aprofundar os conhecimentos sobre o cosmo, noticia a «Europa Press». Há quem pague fortunas por uma viagem espacial, claro que não ao alcance de todos. Viajar pelo Universo é um sonho para muitos e agora basta aceder à Internet para o desejo se tornar realidade.

A «viagem» acontece à boleia do Google Sky e é gratuita. No início do jogo há 30 perguntas de partida a partir das quais os internautas «viajam» pelo Universo, ao mesmo tempo que observam estrelas, astros e outros corpos celestes, sem precisarem de um telescópio.

A NASA, ESA, o Telescópio Espacial e outros observatórios fornecem as imagens que prometem tirar da «escuridão» o encanto do Espaço.

Às imagens deslumbrantes junta-se as perguntas que permitem ao jogador avançar no Cosmo. Tratam-se de questões tipo «Trivial», com três opções de resposta, da qual apenas uma está correcta. No fim de cada jogo, os participantes recebem uma pontuação final que pode ser comparada com a de outros jogadores.

Aprender é o objectivo do jogo desenvolvido pelo Planetário de Madrid, a Cosmocaixa, o Agrupamento Astronómico de Madrid e o Google.




Fonte: IOL Diário

Link do Google Sky

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quarta-feira, 22 de abril de 2009

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Dia da Terra

EARTH DAY
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O National Geographic Channel International (NGCI) vai promover um conjunto de acções multiplataforma a nível global para assinalar o Dia da Terra, celebrado esta quarta-feira. O objectivo é sensibilizar para a importância da preservação do meio ambiente.

Em Portugal, o canal vai emitir uma maratona de 24 horas dedicada ao planeta Terra e às formas de promover a sua conservação. Serão emitidos documentários como «Mistérios da Terra: Perigos da Pesca», «Mistérios da Terra: Contaminação das Águas», «Caçador de Sementes», «O Estado do Planeta 2009» ou «Ameaça do Degelo».

Pelas 19:00 horas, decorre na Piazza del Popolo, em Roma, um concerto organizado pelo Nat Geo Music, com actuações de Ben Harper, Relentless 7, Subsonica, Nneka e Bibi Tanga Et Le Professeur Inlassable. O espectáculo será transmitido em directo no canal Nat Geo Music e na Internet.

Também na página do Nat Geo estará disponível o microsite Dia da Terra 2009, com conteúdos de temática ambiental. Por outro lado, os cibernautas estão convidados a gravar vídeos em que respondam à questão «O que faço pelo planeta?» e a fazer o respectivo upload na página, segundo o comunicado do canal.

Os canais Nat Geo e Nat Geo Music estão disponíveis através da AR Telecom, Cabovisão, Clix SmarTV e Meo. O Nat Geo está disponível também através da Zon TVCabo e da Pluricanal.



Fonte: Diário Digital

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

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Olho de Deus

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Um telescópio gigante do observatório de La Silla, Chile, conseguiu captar novas imagens do «Olho de Deus». A espiral de gás e pó resultantes da explosão de uma estrela, tem realmente a forma de um olho, é tão grande que demoraria dois anos e meio a atravessar de um lado ao outro.

Situada na constelação de Aquário, a 700 anos-luz da terra, pode ser vista da Terra até através de telescópios amadores.

Um equipamento topo de gama conseguiu estas imagens tão detalhadas, que permitem ver galáxias distantes no centro do olho.



Fonte: IOL Diário

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

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Astrofísicos acreditam na existência de planetas como o nosso

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Planetas parecidos com a Terra, habitáveis - em termos humanos - e com algum tipo de vida provavelmente existem em órbita de estrelas vizinhas ao nosso sistema, afirmam os astrofísicos americanos reunidos no congresso anual da Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS), realizado esta semana em Chicago.

"Há uma dúzia de sistemas solares comparáveis com o nosso a uma distância de uns 30 anos-luz ou menos, e acho que um bom número destas estrelas, talvez a metade, tem planetas como a Terra a orbitar em torno delas", afirmou Alan Boss, astrofísico do Carnegie Institution for Science.

"Acho que por isso há boas hipóteses de que encontremos planetas como a Terra em distâncias entre 10, 20 ou 30 anos-luz", acrescentou.

Boss disse ainda estar convencido de que o telescópio espacial americano Kepler - que será lançado em 5 de março - e o satélite europeu Corot - colocado em órbita em 2006 - acabarão por encontrar planetas assim, similares à Terra.

"Eu ficaria muito assustado se o Kepler ou o Corot não descobrirem planetas 'terrestres', principalmente porque já estamos a descobrir", afirmou ainda.

O Corot descobriu o menor planeta externo ao sistema solar conhecido até então - cerca de duas vezes o diâmetro da Terra - perto da sua estrela e também muito quente, segundo anunciaram os astrónomos no início de Fevereiro.

Com a próxima geração de telescópios espaciais será possível detecter "se há metano e oxigênio na atmosfera, o que seria uma prova sólida, não apenas de que são habitáveis, como também estão habitados", explicou.

"Se existe um mundo habitável e se ele evolui durante tantos milhares de milhões de anos, é claro que ele vai gerar algum tipo de forma de vida", garantiu.

Raymond Jeanloz, professor de ciência planetária e astronomia da Universidade da Califórnia, falou no mesmo sentido.

"Concebemos a vida em função da compreensão que temos da genética, no sentido de que a vida é inevitável se os mesmos elementos necessários para sua existência na Terra também estão presentes em outro lugar", explicou.
A respeito de eventuais civilizações extraterrestres, Alan Boss comentou que se trata "de uma busca interessante e importante, ainda que as probabilidades de encontrar sejam muito poucas".

"Mas se encontrarmos algo será uma descoberta tão gigantesca que faz com que valha a pena que continuemos à procura", concluiu.



Fonte: Sapo AFP

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sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

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O ano ‘mais branco’ do Sol ameaça a Terra

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O Sol, a estrela que nos aquece e ilumina, atravessa um inquietante período de acalmia. Há perto de três anos que poucas manchas e raras erupções solares caracterizam um astro que se tem revelado em constante mutação, sujeito às perturbações mais extremas. Só no início do passado mês, o Sol parece ter timidamente despertado da sua letargia com umas escassas e pequenas manchas, mas foi ‘sol de pouca dura’. Dizem os cientistas que, por enquanto, está tudo dentro das normas históricas do ciclo solar.

De facto, sabe-se que o Sol apresenta ciclos de actividade com uma periodicidade média de 11 anos (o período não é perfeitamente regular e pode oscilar entre os nove e os 14 anos) e parece que um novo ciclo solar poderá estar a começar. O seu período de mínimo solar está a durar mais tempo do que devia, mas para os físicos solares que analisam rotineiramente esses ciclos desde há séculos, ainda não é grave: o mínimo mais prolongado de que se tem registo é o Mínimo de Maunder (1645-1715), que durou um incrível período de 70 anos. Este longo período de acalmia coincidiu com uma Pequena Idade do Gelo, uma série de Invernos extraordinariamente duros no Hemisfério Norte da Terra, sobretudo na Europa.

Por razões que ninguém entende, o ciclo de manchas solares voltou no início do séc. XVIII e continuou desde então com o familiar período de 11 anos. Porque os físicos solares não compreendem o que motivou o Mínimo de Maunder ou exactamente como influiu no clima da Terra, há o receio de que um período semelhante esteja a acorrer de novo .

Existe um estudo controverso, proposto pela primeira vez em 1997 por investigadores dinamarqueses, que liga a quantidade de raios cósmicos à quantidade de nuvens na Terra: o bombardeamento de raios cósmicos na nossa atmosfera favorece a criação de nuvens. Se a heliosfera enfraquecer demasiado, é isso que vai acontecer: aumento de raios cósmicos e de nuvens. Aumentar a capa de nuvens significa bloquear a quantidade de raios solares que penetram a atmosfera. O topo das nuvens reflecte a luz do Sol de volta ao espaço e, consequentemente, a Terra arrefeceria.

LUZ SOLAR EMPURRA ASTERÓIDES

Novos estudos mostram como a luz solar realmente aumenta a rotação de asteróides, podendo desviá--los na direcção de planetas.

A luz é composta por minúsculas partículas, os fotões, e embora não tenham massa, ao tocarem numa determinada superfície e serem reflectidos, transmitem uma pequena energia de movimento, ou seja, empurram a superfície destes corpos celestes.

VENTO SOLAR NUNCA ESTEVE TÃO FRACO COMO AGORA

Desde que a intensidade do vento solar começou a ser observada, há uns 50 anos, no começo da era espacial, nunca esteve tão baixa (menos 20% desde meados da década de 90). O vento solar é responsável por criar uma bolha de proporções colossais, chamada heliosfera, que envolve e protege todo o Sistema Solar dos raios cósmicos de alta energia provenientes do restante Universo. Com essa perda de potência, a heliosfera encolhe e fica mais fina, facilitando a passagem dos raios cósmicos. O vento solar parece ser também o responsável por ‘arrancar’ a atmosfera de Marte, retirando-lhe uma enorme quantidade de ar.

ERUPÇÕES SOLARES GIGANTES

Uma erupção solar corresponde à libertação de uma enorme quantidade de energia – raios X, radiações ultravioleta, protões, electrões e iões pesados – que inicialmente se encontra armazenada sob a forma de energia magnética e que chega a ter o comprimento de meio milhão de quilómetros. E mesmo ‘em repouso’ emite sem parar milhares de toneladas de partículas magnéticas.

NOTAS

ESFERA IMPERFEITA

Durante os anos de alta actividade, o Sol desenvolve uma delgada pele de melão (protuberâncias brilhantes organizadas em forma de rede), o magnetismo de superfície, que aumenta significativamente o seu aparente achatamento, podendo afectar a atracção gravitacional sobre Mercúrio.

PORTAIS

Os investigadores, através das naves ‘Cluster’ e ‘Themis’, acabam de descobrir portais magnéticos que se formam muito acima da Terra e que podem ligar durante pouco tempo o nosso planeta ao Sol.





Fonte da notícia: Correio da Manhã

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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A máquina diabólica que vai engolir o planeta

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O mistério da formação do Universo pode estar prestes a ser desvendado. Com um investimentento galático, na Suíça, a Europa procura respostas às principais perguntas sobre a origem da vida.


O acelerador de partículas mais potente alguma vez criado pretende recriar os primeiros momentos do Universo, podendo mudar todos os conceitos que actualmente temos acerca da criação do mundo.


O Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN), que desenvolveu este projecto gigantesco com um custo que chegou quase aos quarenta mil milhões de euros, espera que o Large Hadron Collider (LHC) responda a quatro das grandes questões que desde há dezenas de anos movimentam o pequeno mundo da física das partículas.


O funcionamento do LHC permitirá chegar a descobertas que "mudarão profundamente a nossa visão do Universo, particularmente a sua Criação", afirma o director do CERN, Robert Aymar.


O grande projecto, que o CERN garante ser seguro, permite recriar as condições que prevaleceram no Universo nos milésimos de segundo que se seguiram imediatamente ao 'Big Bang'.


A matéria existia então sob a forma de uma espécie de sopa densa e quente chamada plasma de quarks-glúons (PQG). Ao esfriarem, as partículas chamadas quarks aglutinaram-se em proteles, neutrões e outras partículas compostas.


O LHC irá estilhaçar os iões pesados uns contra os outros, gerando temperaturas 100 mil vezes mais elevadas que as do centro do sol.


Estas colisões libertarão os quarks do seu grupo, permitindo então aos investigadores ver como estes quarks libertados se aglutinam para formar matéria.


Encontrar o 'Bosão de Higgs', uma partícula instável qualificada de 'divina', porque muitos investigadores a estudaram, mas nunca ninguém a viu, é outro dos objectivos deste projecto.


O bosão com o nome do físico britânico Peter Higgs, que o descobriu por dedução em 1964, permitiria aos físicos explicar a origem da massa e por que é que certas partículas são desprovidas de matéria.


Neste caso, o CERN está a tentar chegar ao Higgs antes dos norte-americanos do Fermilab, um laboratório de Chicago que também participa na experiência do LHC, que utiliza o Tevatron, um outro acelerador que deverá ser retirado progressivamente do serviço a partir de 2010.


O LHC tem ainda como objectivo explorar a supersimetria, um conceito que permite explicar uma das descobertas mais estranhas dos últimos anos, a de que a matéria visível apenas representa quatro por cento do Universo: a matéria negra (23 por cento) e a energia negra (73 por cento) partilham o resto.


Uma das explicações apontadas é a de que a matéria negra seria composta de partículas supersimétricas, chamadas neutralinos.


O LHC permite também estudar o mistério da matéria e da anti-matéria. Quando a energia se transforma em matéria produz, aos pares, uma partícula e o seu reflexo, uma anti-particula de carga eléctrica oposta.


Assim que uma partícula e a sua anti-partícula entram em colisão, elas aniquilam-se mutuamente num pequeno clarão de energia.


Conhecido este procedimento, a lógica, para os cientistas, seria a de que a matéria e a anti-matéria existissem no Universo em quantidades iguais, mas o mistério é que, na realidade, a anti-matéria é rara.


A segurança da experiência foi posta em causa em diversas ocasiões por cientistas que, inclusive, chegaram a pedir perante os tribunais o fim do processo, com teorias mais ou menos catastróficas sobre a possibilidade de que se criarão pontos negros e até que a Terra possa ser engolida nesta experiência.


Este mês o CERN veio garantir que o LHC é seguro e que qualquer medo sobre possíveis riscos é infundado.


"O LHC é seguro e qualquer sugestão de que poderá representar um risco é pura ficção", disse o director-geral do CERN, Robert Aymar, num comunicado.


O organismo afirmou que a segurança do acelerador é evidenciada num artigo publicado no "Journal of Physics G: Nuclear and Particle Physics", baseado nos sucessivos relatórios elaborados desde 1994, quando se idealizou o projecto.


Um relatório global efectuado por cientistas independentes em 2003 concluiu também que o LHC é seguro e, em Junho, foi actualizado com novos dados que demonstraram "não haver bases para nenhuma preocupação".

Clique aqui para ver o vídeo ao vivo



Fonte da notícia: Jornal de Notícias

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terça-feira, 8 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cartoon animado do novo sistema extra-solar

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Está a cinco mil anos-luz de nós. Tem um sol, que mede metade do nosso, e dois planetas gigantes que orbitam à metade da distância que Júpiter e Saturno mantêm do Sol. Cientistas britânicos descobriram um sistema solar semelhante ao nosso apelidado de OGLE-2006-BLG-109L, avança a BBC.

As notícias de descobertas astrómicas são frequentes nos dias que correm, mas este sistema tem uma particularidade que o aproxima de nós, apesar de estar tão longe. “A grande particularidade do nosso sistema é existirem quatro planetas do tipo terrestre, Mercúrio, Vénus, Terra e Marte, e quatro planetas gigantes, Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno”, explica ao PÚBLICO, Nuno Santos, investigador do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (UP).

O facto de estes dois planetas gigantes descobertos, parecidos com Júpiter e Saturno, estarem afastados da estrela do novo sistema é o factor de identificação com o sistema solar em que a Terra se insere. “Nós estamos a descobrir cada vez mais planetas e o objectivo é encontrar um parecido com a Terra”, diz Nuno Santos. “Muitos planetas gigantes descobertos até agora orbitam muito perto da estrela, estes planetas estão longe da estrela, em contraposição com os outros já descobertos”, explica.

Os cientistas britânicos que anunciaram a descoberta acreditam que será difícil detectar um planeta parecido com a Terra neste novo sistema, uma vez que ele está muito longe, o que dificulta a observação de planetas pequenos.

Apesar de já terem sido descobertos cerca de 300 sistemas extra-solares, só perto de dez por cento destes é que abrigam mais do que um planeta.

Técnicas de observação mais avançadas

Nuno Santos acredita que caminhamos para a descoberta de planetas semelhantes ao planeta azul. “Temos em curso um projecto de um instrumento que vai ser colocado nos telescópios da ESO [European Organisation for Astronomical Research] e que vai permitir a descoberta de outros planetas”, referiu.

O sistema OGLE foi descoberto através da técnica das lentes gravitacionais, em que a variação de brilho observada numa estrela permite descobrir o que passou por detrás dela, chegando-se, assim, à descoberta de novos planetas. Os cientistas ingleses acreditam que com o avanço tecnológico será possível descobrir mais sistemas planetários.

O astrónomo ouvido pelo PÚBLICO diz que a técnica das lentes gravitacionais já descobriu alguns planetas mas realça também a “técnica dos trânsitos”, que detecta a sombra do planeta quando este passa em frente a estrela que orbita, e a da “velocidade radial”, que mede as variações na velocidade com a qual a estrela se afasta ou se aproxima de nós – esta última é a responsável pela descoberta de mais planetas até agora.

Fonte da notícia: Público.pt


Nota Pessoal:
Fico verdadeiramente fascinado com estas novas descobertas científicas do nosso universo. Cosmologia é uma área tão complexa de tanto fascínio e mistério. Será que algum dia o homem vai conseguir viajar para além do nosso sistema solar? Penso que para isso só se ele conseguir primeiro inventar a máquina do tempo. Hehehehe.....se calhar é exactamente isso que vai acontecer num futuro próximo. Nunca se sabe. Há que esperar para ver até onde isto vai chegar.

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Jorge Goncalves

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