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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Exploração laboral infantil

EXPLOITATION OF CHILDREN IN THE WORKPLACE
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Há mais de 200 milhões de crianças no mundo que diariamente são obrigadas a trabalhar, três em cada quatro crianças e adolescentes nestas condições estão expostas às piores formas de exploração laboral infantil. Os dados são da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e foram divulgados no Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil que se assinala hoje e que dá um enfoque especial ao trabalho das meninas.

Tráfico, conflitos armados, escravatura, exploração sexual e trabalhos de risco, entre outros, são actividades que a Organização Mundial de Trabalho considera que "prejudicam de forma irreversível os seus desenvolvimentos físico, psicológico e emocional".

As comemorações deste ano vão procurar salientar os desafios que ainda restam no combate ao trabalho infantil, e vão centrar-se na
promoção dos direitos das meninas.

Segundo a OIT, "em todo o mundo, um número estimado de 100 milhões de meninas estão envolvidas no trabalho infantil".

"Muitas dessas crianças realizam trabalhos similares aos dos meninos, mas muitas vezes sofrem também dificuldades adicionais e enfrentam riscos acrescidos", frisa a Organização Internacional do Trabalho que acrescenta que "além disso, as meninas são muitas vezes expostas a algumas das piores formas de trabalho infantil, frequentemente em situações ocultas de trabalho".

Para a OIT, "um grande número de meninas trabalha na agricultura e no sector manufactureiro, frequentemente trabalhando em condições perigosas. Um dos sectores que emprega mais jovens do sexo feminino é do trabalho doméstico em casa de terceiros. Muitas vezes este trabalho é escondido dos olhares do público, acarretando riscos e perigos".

"A exploração extrema de meninas nas piores formas de trabalho infantil inclui a escravatura, o trabalho em regime de servidão, a prostituição e a pornografia".
Meninas enfrentam múltiplas dificuldades.

O trabalho infantil está relacionado com a pobreza e muitas vezes associado a múltiplas dificuldades. "Desigualdades socio-económicas baseadas na língua, na etnia, na deficiência e em diferenças entre os contextos rurais e os contextos urbanos permanecem profundamente enraizados".

"As meninas podem enfrentar dificuldades decido à discriminação e a práticas que lhes atribuem certas formas de trabalho. Muitas realizam trabalho doméstico não remunerado para as suas famílias, normalmente mais do que os meninos. Este trabalho pode incluir tratar de outras crianças, cozinhar, limpar, transportar água ou combustível", afirma a OIT.

As meninas conjugam, muito frequentemente, longas horas de tarefas domésticas com outras formas de actividade económica no exterior o que, para a OIT, representa um "duplo fardo". "Este facto pode ter um impacto negativos nas oportunidades de irem à escola, além de que pode por em causa a sua integridade física".

Meninas sem acesso à educação

A Organização Mundial do Trabalho destaca alguns exemplos de países que estão agora a rectificar as convenções sobre o trabalho infantil, realçando a expansão do acesso ao ensino básico, com muitos Governos a eliminarem as propinas escolares e a implementação de programas de transferência social.

No entanto, a OIT ressalva que ainda há cerca de 75 milhões de crianças que não frequentam o ensino primário e que "por cada 100 meninos nas escolas, há apenas 94 meninas", e recorda as áreas rurais "onde as meninas estão particularmente em desvantagem".

"A taxa de matrícula escolar global, no ensino secundário, nos países em desenvolvimento é de 61 por cento para os meninos e de 57 por cento para as meninas. Nos países menos desenvolvidos os números são de 32 e 26 por cento, respectivamente", acrescenta.

"É evidente que no mundo em desenvolvimento um imenso número de meninas não tem acesso à educação pós ensino primário", sublinha.

Segundo a OIT, "as meninas são muitas vezes as últimas a serem matriculadas e as primeiras a serem retiradas da escola".

"A luta contra o trabalho infantil entre as meninas e a promoção do seu direito à educação são, assim, elementos importantes de estratégias mais globais para promover o desenvolvimento e o trabalho digno", remata a Organização Mundial do Trabalho.


Fonte: RTP

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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dia Mundial da Criança

World Children's Day celebrated in Portugal on the first day of June

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Nesta Segunda-feira, dia 1 de Junho, Dia Mundial da Criança em Portugal, apresentamos um projecto dianamizado pelo Departamento da Catequese do Patriarcado de Lisboa (DCPL) que sublinha a importância da espiritualidade e da religião na educação infantil. Trata-se do "Despertar da Fé nas Crianças" e merece a aposta de um grupo de trabalho do DCPL e da Fundação Maria Ulrich.

A Irmã Maria José Bruno, do DCPL, indica ser na família que se descobre "a relação autêntica de verdade e de ternura" e por isso se gera "a descoberta de Deus". Este deve ser uma descoberta diária, "na vida do dia-a-dia".
As crianças são estimuladas pelos objectos e símbolos que existem numa casa e pela importância que os adultos lhe dão. "Os símbolos das festas, principalmente do Natal e da Páscoa trazem uma mensagem e são ocasião de descoberta, de conversa sobre o que significam e dizem de Deus", refere.

A oração é parte essencial na educação cristã e vários são os casais que partilham com os filhos essa experiência. Inicialmente uma oração simples, com "simples palavras de agradecimento" que a pouco a pouco ganham "mais pedidos e agradecimentos, e dão contam do que as crianças mais tinham gostado nesse dia", indica a Ir. Maria José recordando testemunhos.

"A oração da noite feita com as crianças em ambiente afectivo, de intimidade e de confiança, é um momento forte de relação consigo, de relação em família e de relação com Deus", sublinha a religiosa. O mais importante, não é saber muitas ração, mas que "oração e vida se unam".

À medida que as crianças vão crescendo vão ficando alertas para várias dimensões. Cores, objectos, texturas tornam-se apelativas e são instrumentos de crescimento e aprendizagem. A Ir. Maria José indica que psicopedagogos e outros educadores são da opinião que pelos 4-5 anos se pode começar a contar as histórias da Bíblia às crianças.

"Antes mesmo da catequese, é benéfico que elas conheçam histórias bíblicas, encontrem figuras com as quais se identifiquem. Mais tarde, pelos oito anos, elas encontrarão o sentido do conhecimento".

Neste âmbito, as principais festas do ano, podem ser também um motivo de promoção religiosa e, simultaneamente, cultural.

Outro aspecto importante na espiritualidade da criança é o contacto com a comunidade de cristãos, "mesmo quando ainda vão no carrinho". Este é um lugar "onde convivem diferentes gerações, onde se celebra a fé e onde se vivem dinâmicas de solidariedade que concretizam o mandamento do amor de Deus e do próximo, na atenção particular aos que mais necessitam".

A religiosa assinala ser cada vez maior o número de paróquias que preparam a Eucaristia dando uma atenção particular à participação de famílias com crianças pequeninas.

Os contextos que a criança vai apreendendo, quer na comunidade como no contexto escolar, abrem-na para a diferença, mesmo que não o consigam explicar com clareza. "Eles reconhecem que há crianças que não festejam o Natal, nem a Páscoa, nem os aniversários", manifesta a Ir. Maria José. Mas a educação deve ser focada no respeito e conhecimento "de outras culturas e religiões das crianças".

Na
página da internet do DCPL e em http://www.despertardafe.com/ encontra informações sobre "O Despertar da Fé nas Crianças" e o exemplo de uma paróquia que o implementa.



Fonte: Agência Ecclesia

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Jorge Goncalves

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