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terça-feira, 21 de julho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Freiras em excesso de velocidade para ver o Papa


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Três freiras foram multadas pela polícia após serem apanhadas em excesso de velocidade. As religiosas dirigiam-se à casa de férias do Papa Bento XVI, em Les Combes, França, após saberem que este se tinha magoado numa queda.

A irmã Tavoletta, de 56 anos, conduzia um pequeno Ford Fiest, acompanhada por mais duas freiras não identificadas, com 65 e 78 anos, revela o jornal britânico «Telegraph», na sua página online.

Quando os polícias perguntaram porque estavam tão apressadas, a irmã Tavoletta respondeu: «Ouvimos dizer que o Papa estava mal, depois de uma queda. Queríamos ter a certeza de que ele estava bem».

Recorde-se que, na passada semana, o Sumo Pontífice partiu o pulso e teve de ser submetido a uma pequena cirurgia. Mas as primeiras notícias causaram grande preocupação nas freiras do convento Salesiano, que rapidamente se colocaram a caminho do chalet de férias de Bento XVI.

De acordo com um porta-voz da polícia, a irmã Tavoletta vai ter de pagar uma multa de 375 euros e ficar sem carta de condução durante um mês. Mas a religiosa garante que vai recorrer da multa com a ajuda de uma conhecida advogada italiana, especialista em casos de condução.


Fonte: IOL Diário

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sábado, 11 de outubro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Uma estrada para Deus

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Decorre em Roma, de 5 a 25 de Outubro, o Sínodo sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja. O interesse e a envolvência que colocamos no Ano Paulino não pode alhear-nos deste acontecimento, pois São Paulo conduz-nos para a veneração, a escuta e a prática das Escrituras que, como ele afirma, são inspiradas por Deus e contribuem para o aperfeiçoamento do homem e para a prática de boas obras (Cf 2 Tim 3, 16-17). Como representantes dos bispos portugueses estarão em Roma Dom António Taipa e Dom Anacleto Oliveira, este último autor do guião “Um ano a caminhar com São Paulo”.


A realização do Sínodo motivou alguns países e dioceses a fazer um inquérito sobre o conhecimento e leitura da Bíblia por parte dos católicos. Os resultados foram muito pouco animadores tanto em Portugal como em Espanha, países de forte tradição católica mas, pelos dados recolhidos, com conhecimento muito escasso acerca desta fonte do cristianismo. Num ambiente cultural de descrença, de confusão e de desconfiança em relação ao cristianismo, é lamentável esta ignorância. De facto, num mundo desfavorável à fé cristã, os crentes precisam ainda mais de alimento espiritual e de convicções assentes no conhecimento das Sagradas Escrituras.


O Concílio Vaticano II, inaugurado a 11 de Outubro de 1962, trouxe algum progresso no interesse e na aproximação dos católicos à Bíblia. Promulgou a Constituição sobre a Divina Revelação (Dei Verbum), de grande riqueza e alcance prático, que tem inspirado e orientado a leitura meditada e orante da Bíblia. As leituras bíblicas da Liturgia adquiriram maior riqueza e variedade, as homilias ligaram-se mais aos textos bíblicos, desenvolveram-se os grupos bíblicos, cultivou-se e cultiva-se a lectio divina. Da mesma forma, a Bíblia tornou-se a principal fonte da catequese. No entanto, os fiéis, em geral, não adquiriram o gosto e o hábito da leitura pessoal da Palavra de Deus na Sagrada Escritura. Foi-lhes apresentada a fonte mas não ficam em contacto com ela para, depois, continuar a beber.


Bento XVI, no passado 12 de Setembro em Paris, numa lição memorável sobre a origem da cultura europeia, esclareceu como na génese desta se encontra a procura de Deus, ou seja, a procura da verdade sobre o mistério da vida e do homem. A procura de Deus conduz à cultura da palavra, ao aprofundamento da estrutura das línguas e da forma de expressão. Na realidade, a revelação bíblica é o caminho que Deus abriu para chegarmos até Ele. Por seu lado, a Palavra revelada introduz na oração e no canto da comunidade (“A Escritura necessita de interpretação e, portanto, precisa da comunidade onde se formou e é vivida. Nesta encontra a sua unidade e sentido” afirmou o Papa).


O conhecimento da Bíblia tem sido, portanto, uma base de primeira importância no desenvolvimento da cultura e da vida comunitária. Não é apenas um livro religioso. É um património cultural, oferece uma compreensão positiva da vida e da pessoa. Eleva o homem na cultura e nos valores morais que alicerçam o humanismo europeu. As figuras e acontecimentos bíblicos são símbolos fundamentais da vida humana que retratam e interpretam as situações existenciais de todos os tempos.


Estamos numa época propícia para promover a leitura e meditação da Bíblia. As pessoas estão cansadas de tanto palavreado oco, banal, vazio e enganador. A Palavra da Bíblia é a “Palavra da Verdade”, “Palavra de Vida Eterna”, que ilumina e alegra o coração, despertando a esperança e encaminhando para o amor.


Procuremos, portanto, que o Ano Paulino e este Sínodo nos motivem para um conhecimento mais profundo e um contacto mais assíduo com a Palavra de Deus, de modo que esta penetre na inteligência, no coração e na vida real dos católicos.


+ Manuel Pelino Domingues, Bispo de Santarém

Fonte da notícia: Agência Ecclesia

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Mortalidade na estrada volta a subir em Portugal

Entre o início do ano e domingo passado, morreram 823 pessoas nas estradas portuguesas - mais 19 (quase 2,4%) do que entre 1 de Janeiro e 16 de Dezembro de 2006.

Segundo a informação (provisória) da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, a subida ocorreu em metade dos distritos (ver quadro). Mas foram reportadas menos 1455 vítimas totais do que em 2006, menos 372 feridos graves e menos 1102 feridos leves.

Não há uma tendência para o aumento contínua de vítimas mortais ao longo do ano, conclui-se da leitura dos relatórios mensais. Janeiro (mais oito), Março (mais 22), Junho (mais quatro) e Setembro (mais onze) respondem pela subida de 2,3% no número de óbitos acumulados (623) em 30 Setembro (último relatório disponível), em relação a igual mês de 2005 (609).

Outros indicadores dos primeiros nove meses seguiram uma trajectória inversa. Diminuiu em 1,8% o número de acidentes com vítimas; em 11% os sinistros com mortos e/ou feridos graves; em 2,5% o total de vítimas; em 12,9% o número de feridos graves e em 1,8% o de feridos leves. O que não impediu que o índice de gravidade (o número de mortos por 100 acidentes com vítimas), subisse de 2,3 para 2,4.

A última estatística surge duas semanas após de o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, ter apresentado "a maior operação algum dia realizada em Portugal" na quadra do Natal reforço de grupos e destacamentos da GNR; "efectivo valorizado" da BT de 2100 militares e 750 viaturas"; dispositivo "flexível" da PSP até 3320 elementos; empenho dos comandos, serviços de monitorização e dois helicópteros da Autoridade de Protecção Civil; 142 brigadas de resposta rápida com 994 homens e 284 viaturas de corpos de bombeiros; emergência médica com 281 viaturas e dois helicópteros.

Progressos em 20 anosPortugal regista progressos nas duas últimas duas décadas. A média das variações anuais observadas desde 1987 foi de menos 0,3% acidentes, menos 4,8% mortos e menos 0,6 % feridos, enquanto o consumo de combustível oscilou mais 4,5%.

Nos últimos seis anos, o número de mortos baixou 51%. Em 1995, Portugal comandava mortalidade rodoviária na Europa 271 óbitos por milhão de habitantes, contra a média europeia (a 25 países) de 132, ou seja, mais 105% do que esta. Em 2006, tinha descido para 91 mortos por milhão de habitantes, apenas 6% acima da média europeia de 86 óbitos, passando à 13.ª posição.

Segundo o relatório da ANSR relativo a 2006, no último ano foram registados 850 mortos, menos de metade do que em 1998, numa curva descendente seguida pelos feridos graves 3483 no ano passado, contra 8177 em 1998.

Os resultados permitiram ao Governo antecipar para 2009 o objectivo da União Europeia, de reduzir em 50% o número de mortos e feridos graves até 2010, em comparação com a média 1998-2000. Como ela foi de 1748 mortos e 7597 feridos e os valores "pretendidos" para o ano de 2009 são de 874 óbitos e 3799 feridos graves, esses objectivos já terão sido alcançados.

É o que se passa com os peões. O objectivo de reduzir as vítimas mortais (137 em 2006) já está ultrapassado, esperando-se para 2009 apenas mais um. Menos optimista é o caso dos mortos e feridos graves dentro das localidades entre 2007 e 2009 têm que diminuir quase 27%, pois os 393 registados em 2006 estão longe dos 287 "pretendidos" para 2009.

Fonte da notícia: Jornal de Notícias

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Jorge Goncalves

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