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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Hillary Clinton: O olho que vê tudo

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Os vizinhos do Irão têm razões para se preocupar com as ambições nucleares de Teerão tanto mais quanto o regime se encaminha para uma "ditadura militar". A afirmação foi feita pela chefe da diplomacia de Washington, Hillary Clinton, num encontro com estudantes em Doha (Catar). Clinton sublinhou ainda que os EUA não tencionam usar a força contra o Irão mas sim aumentar a pressão internacional sobre o país dos ayatollahs através da ONU.

"Vemos o Governo do Irão, o líder supremo, o Presidente, o Parlamento, todos a serem suplantado [pelos Guardas da Revolução] e o Irão a orientar-se para uma ditadura militar", afirmou Hillary Clinton no encontro com universitários na capital do Catar, primeira etapa do seu périplo por países do Golfo.

Antes do encontro com os estudantes universitários, a chefe da diplomacia de Washington já tinha dado conta da sua preocupação face aos novos senhores do poder em Teerão. Fê-lo ao discursar no Fórum Mundial Islão-EUA, a decorrer na capital do Catar, país situado na margem do Golfo, em frente ao Irão.

"Temo o aumento da influência e do poder dos Guardas da Revolução que representam uma ameaça directa para todos", garantiu a chefe da diplomacia de Barack Obama.

O poder e influência dos Guardas da Revolução, força de elite do regime iraniano, registou um significativo aumento com a eleição de Mahmud Ahmadinejad - afinal, um dos seus - como presidente do Irão. Na opinião de analistas iranianos e internacionais, a reeleição de Ahmadinejad, em Junho último, e a contestação que se lhe seguiu tiveram como consequência o reforço do papel dos Guardas da Revolução que, há muito, deixaram de ser apenas uma força militar do regime ao controlarem uma série de serviços e de empresas do país. Tecnologia nuclear, desenvolvimento de mísseis, recursos petrolíferos, construção de barragens e estradas, telecomunicações, são sectores que passaram para as mãos de responsáveis dos Guardas da Revolução, transformando-os num quase estado dentro de um estado. Principalmente depois de terem absorvido nas suas fileiras as milícias muçulmanas Basij.

Hillary Clinton disse ainda que o seu país gostaria de chegar a uma solução pacífica com o Irão, algo impossível enquanto Teerão "construir a arma nuclear". Perante essa situação, Washington prepara "novas medidas" para forçar o Irão a rever a sua posição, disse a responsável americana numa alusão, por um lado, às sanções dos EUA contra os Guardas da Rveolução e, por outro, às que irão ser apresentadas no Conselho de Segurança da ONU.

Horas depois, a chefe da diplomacia de Obama era recebida em Riade pelo rei Abdullah, com quem analisou a possibilidade de novas sanções ao Irão em consequência do seu programa nuclear. Hillary não deverá ter dificuldade em conseguir o apoio da Arábia Saudita, país que não morre de amores pelo Irão e teme mesmo que este se dote da arma nuclear. Mas em Riade, Hillary deverá prometer mais empenho dos EUA para o processo de paz israelo-árabe.



Fonte: DN

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Olho de Deus

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Um telescópio gigante do observatório de La Silla, Chile, conseguiu captar novas imagens do «Olho de Deus». A espiral de gás e pó resultantes da explosão de uma estrela, tem realmente a forma de um olho, é tão grande que demoraria dois anos e meio a atravessar de um lado ao outro.

Situada na constelação de Aquário, a 700 anos-luz da terra, pode ser vista da Terra até através de telescópios amadores.

Um equipamento topo de gama conseguiu estas imagens tão detalhadas, que permitem ver galáxias distantes no centro do olho.



Fonte: IOL Diário

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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


"olho" tecnológico para os carros

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Servir-se da visão do computador para fazer o que os sentidos humanos não conseguem para prevenir acidentes rodoviários é o objectivo de uma investigação da Universidade de Coimbra, que confere nova dimensão de segurança à circulação automóvel, escreve a Lusa.


No âmbito da investigação sobre sistemas de transportes inteligentes, foram desenvolvidos algoritmos que permitem a detecção e identificação de objectos através da visão do computador, facultando ao condutor alertas para evitar acidentes.


Numa versão mais automatizada do sistema, o sistema poderá permitir a travagem do veículo e obrigar a certos procedimentos de condução segura.

O sistema inovador, desenvolvido na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), no âmbito da investigação de doutoramento do estudante brasileiro Luciano Oliveira, encontra-se já numa fase de desenvolvimento que em poucos meses poderia, em ligação à indústria automóvel, entrar em fase de testes para a sua utilização em veículos.

Segundo o autor, este trabalho vai mais longe do que os sistemas já utilizados em veículos por marcas como a Volvo, GM e BMW, e, embora sirva para qualquer veículo, focaliza-o para os camiões por questões de competitividade, em virtude de haver apenas duas empresas a nível mundial a apostar nesse segmento.
Por outro lado, o investigador considera que os gastos com os acidentes são elevadíssimos, o que tornaria um sistema destes, a custar uns escassos milhares de euros, um instrumento de apoio à condução de utilização generalizada.

Só nos Estados Unidos, existe uma frota de 8 milhões de veículos de carga e, nos últimos três anos, registaram-se 120 mil acidentes fatais, com um custo médio por acidente de 217 mil dólares.

«Um sistema de prevenção de acidentes é de essencial importância para esse mercado. Nesse mercado há cinco concorrentes, que fazem essencialmente a primeira parte do meu trabalho, que é a detecção de peões, alerta de colisão e detecção de faixa de rodagem», explicou, frisando que desses cinco, apenas dois apostam no segmento de camiões.

Na primeira parte da investigação, focada na detecção de objecto, com a qual já alcançou dois galardões internacionais, Luciano Oliveira desenvolveu algoritmos que permitem identificar na imagem o que é cada objecto, seja um peão, um automóvel, uma bicicleta, ou uma pessoa numa bicicleta.

A segunda parte da investigação, que agora se iniciou, consiste na «análise de contexto», ou seja na interpretação do movimento dos objectos.

«Através da dinâmica do objecto será possível inferir o seu comportamento. Quando aparece uma bola na frente de um veículo logo depois surge uma criança. Logo que aparece a bola o sistema pode mandar o veículo parar», explicou.

Fonte da notícia: IOL Diário

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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Um olho artificial que vê como nós

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Inspirados no formato do globo ocular e da retina, cientistas dos EUA produziram fotodetectores flexíveis que se moldam a uma superfície curva e criaram o primeiro protótipo de olho artificial que imita os olhos e visão humana

Investigadores dos Estados Unidos inspiraram-se nos olhos criados pela biologia para os seres vivos mais complexos na Terra - o ser humano - e desenvolveram o primeiro sistema artificial de captação de imagem que vê como nós, sem distorções, o que é um avanço sem precedentes.

O novo "olho biónico" utiliza uma superfície curva, o que elimina a distorção causada pelos sistemas de "visão" que usam superfícies planas na captação da luz, como acontece com as actuais máquinas fotográficas e de vídeo. Os cientistas das universidades de Illinois e Northwestern produziram, assim, o primeiro "olho" artificial que vê como nós.

O protótipo, descrito na revista Nature, é o passo que faltava para mudar a concepção das actuais máquinas fotográficas e de vídeo.

Utilizando superfícies planas para a captação da luz, estas máquinas distorcem em consequência disso as margens da imagem, sendo necessário incorporar-lhes um complexo jogo de lentes para reverter essa distorção. A estratégia é inteligente, mas essa é também uma das razões porque as máquinas são mais caras e, em muitos casos, pesadas.

O olho biónico agora criado permitirá dar um salto tecnológico gigantesco neste campo. Mas a melhoria das máquinas fotográficas será apenas uma pequena parte das possibilidades que este novo desenvolvimento oferece.

A produção de retinas e olhos artificiais para aplicação médica pode ser outra possibilidade. E, uma vez aperfeiçoado e miniaturizado o novo dispositivo optoelectrónico, é possível conceber também a sua utilização em equipamentos de diagnóstico médico, capazes, por exemplo, de navegar na corrente sanguínea, ou ainda em aplicações industrias ainda não imaginadas neste momento.

O protótipo desenhado pela equipa liderada por John Rogers, da universidade de Illininois, tem aproximadamente o tamanho e a forma de um olho humano e inclui uma "retina" artificial, curva na forma, e sensível à luz. A chave deste novo dispositivo residiu justamente na possibilidade de adaptar o material foto-sensível à superfície curva, algo que não era possível até agora.

A equipa conseguiu desenvolver fotodetectores suficientemente maleáveis para se adaptarem à superfície curva que imita o globo ocular. Para já, a definição da imagem conta apenas com 256 píxeis, o que é pouco. O passo seguinte é acrescentar definição à imagem produzida por este mecanismo. - F.N.

Fonte da notícia: DN Online

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Gigantesca base de dados digital para controlar toda a população

O olho que vê tudo

The all seeing eye


O FBI (Federal Bureau of Investigation, polícia federal norte-americana) pretende gastar 1.000 milhões de dólares na criação de uma gigantesca base de dados digital com informação que possibilite a identificação de pessoas baseada em dados físicos como a íris, cicatrizes ou o formato da cara. Se esta ideia avançar, o Governo passará a dispor de uma capacidade sem precedentes para identificar cidadãos nacionais e, também, os estrangeiros que passem pelas suas fronteiras. Mas os críticos consideram que o projecto é, apenas, mais um passo no modelo de sociedade do Big Brother, em que a vigilância é constante e o corpo humano acabará por converter-se efectivamente numa espécie de documento nacional de identidade.

Nos escritórios do FBI já estão a ser compiladas imagens digitais de caras e de impressões digitais, mas em Janeiro a polícia federal vai concessionar esse trabalho por dez anos a uma empresa, para que expanda a quantidade e o tipo de informação armazenada, de acordo com o "The Washington Post".

Nas instalações da Divisão de Informação Judicial e Criminal, equivalentes a dois estádios de futebol, são comparadas 100 mil vezes por dia cerca de 55 milhões de fichas informáticas. A ideia é que, no futuro, um polícia norte-americano num qualquer aeroporto possa pedir a palma de uma mão de um passageiro e, de imediato, saber se está ou não diante de um criminoso cadastrado.

A ciência e a tecnologia que medem os traços humanos com o propósito de identificar os cidadãos chama-se biometria. A íris, a retina, a voz e a cara, além das clássicas impressões digitais, são algumas das características avaliadas. O sistema proposto pelo FBI, denominado de Identificação de Nova Geração, quer juntar os novos tipos de informação biométrica aos dados que actualmente já compila, como, por exemplo, anexando uma imagem da íris do olho, com a palma da mão ou a forma do lóbulo da orelha.

Esta base de dados - a que terão acesso cerca de 900 mil polícias e funcionários de segurança - incluirá os detalhes de cada indivíduo que solicite um visto para entrar nos Estados Unidos, o que possibilitará ao Departamento de Segurança Interna contrastar a informação de todas as entradas no país com as bases de dados de presumíveis criminosos ou terroristas.

Neste momento, investigadores de uma universidade da Virgínia estão a desenvolver uma tecnologia para o FBI que permitirá captar imagens da íris de uma pessoa a quatro metros de distância, ou os traços da cara a 180 metros.

Várias organizações de defesa dos direitos civis opõem-se a este plano. "Supõe possibilitar a sociedade da vigilância permanente", afirma Barry Steinhardt, da União Americana dos Direitos Civis.

"A biométrica é para sempre. Se alguém te rouba a íris" - por exemplo, usando uma lente de contacto - "não podes pedir um olho novo", ilustra Paul Saffo, um analista de Sillicon Valley, meca da investigação em alta tecnologia. Saffo faz eco da preocupação existente perante a hipótese do corpo se converter num "ADN" indelével face a uma tecnologia que ainda não está madura nem dá 100% de garantias de exactidão.

A este alerta o FBI contrapõe com as práticas existentes em países como o Reino Unido, Canadá, Austrália ou Nova Zelândia. Mas, recorda o Washington Posto, o Governo da Alemanha, por exemplo, ordenou um primeiro estudo científico em grande escala para avaliar como funcionaria o reconhecimento facial automático numa multidão e concluiu que não era, ainda, suficientemente efectivo para permitir o seu uso pela Polícia.

J.Edgar Hoover, ex-director da polícia federal norte-americana (FBI), quis prender cerca de 12 mil norte-americanos suspeitos de serem "desleais" para com o país, segundo o "New York Times". De acordo com um documento agora tornado público, Hoover enviou o seu plano para a Casa Branca, a 7 de Julho de 1950, menos de duas semanas depois do início da Guerra das Coreias. Contudo, não há provas que indiquem que o presidente Harry S. Truman, ou qualquer dos seus sucessores, tenham aprovado ponto algum do plano de detenção de norte-americanos em prisões militares e federais. Hoover queria que Truman declarasse a detenção em massa, por a considerar necessária para "proteger o país contra a traição, espionagem e sabotagem", revelou, ontem, a página digital do "New York Times". O plano pretendia que o FBI apreendesse todos os indivíduos potencialmente perigosos, cujos nomes constassem de uma lista que Hoover tinha vindo a compilar ao longo dos anos. "O índice contém actualmente cerca de 12 mil indivíduos, dos quais aproximadamente 97% são cidadãos dos EUA", escreveu Hoover no documento.

Fonte da notícia: Jornal de Notícias



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Jorge Goncalves

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