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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Israel ausente da cimeira contra o terrorismo nuclear

Israel not present at nuclear terrorism summit
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Israel foi o grande ausente da Cimeira contra o terrorismo nuclear

A Cimeira que debateu a segurança dos arsenais nucleares contra a ameaça do terrorismo chegou ao fim e saldou-se num sucesso. Barack Obama, presidente dos Estados Unidos e anfitrião da reunião que juntou 47 chefes de Estado em Washington, não escondia o rosto de satisfação enquanto caminhava para o púlpito para fazer o discurso de encerramento, esta terça-feira. «Esta noite posso dizer que agarrámos esta oportunidade e, pelos passos que demos, enquanto nações individualmente e como comunidade internacional, o povo norte-americano e o mundo serão locais mais seguros», reproduz a Associated Press.


«Todos concordam que o terrorismo nuclear é um dos maiores perigos para a segurança internacional», um perigo para a Humanidade.

Obama vai ao ponto de explicar que uma porção de plutónio do tamanho de uma maçã nas mãos de uma organização terrorista pode matar e ferir dezenas de milhares de pessoas, num instante, em qualquer parte do mundo. As consequências do lançamento das bombas nucleares em Hiroshima e Nagasaki vão longe, mas não estão esquecidas. Estávamos na II Guerra Mundial. Agora, as ameaças modernas são o Irão e a Al Qaeda no topo da lista.

A união faz a força e, assim, Obama considera que o sucesso da cimeira «foi possível porque os líderes vieram não só para falar, mas para agir. Não apenas para falarem de intenções, mas para dar passos importantes e concretos na implementação de regras».


A cimeira fica para a história com os entendimentos alcançados com a Rússia e a China. O presidente Obama felicitou-se pela tomada de posição do presidente russo, Dimitri Medvedev. «A Rússia anunciou que ia encerrar o reactor de produção de plutónio. Após anos de conversações, estou muito contente que os Estados Unidos e a Rússia tenham acordado eliminar 68 toneladas de plutónio que seriam suficientes para construir 17 mil armas nucleares».


Por seu lado, a China mostrou abertura para discutir «novas ideias» sobre o Irão sem, no entanto, falar na aplicação de sanções. A mesma linha seguiu o Medvedev: «Não sou a favor de sanções porque sanções significam repressão».


O presidente francês, Nicolas Sarkozy, também quis deixar o seu contributo e propôs um alargamento das competências do Tribunal penal Internacional às questões nucleares.


Nos antípodas, Paquistão e Israel. Se o presidente norte-americano se mostrou satisfeito com os esforços que o Paquistão está a fazer para controlo do seu arsenal nuclear, Israel nem sequer marcou presença na cimeira.


Na prática, o programa aprovado tem duas fases: uma acção que é feita por cada país a respeito do seu material e uma acção concertada a nível internacional através da Agência Internacional da Energia Atómica.


Com metas muito ambiciosas, a ver vamos o que vai ser alcançado quando o balanço for feito na Coreia do Sul, em 2012.



Fonte: IOL

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domingo, 7 de março de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Ahmadinejad: "A grande montagem"

Ahmadinejad: "9/11 was a big hoax"
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O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, disse este sábado que os atentados terroristas cometidos em 11 de Setembro de 2001 em Washington e Nova York, nos quais mais de três mil pessoas morreram, foram uma «grande montagem», informa a EFE.


Durante uma reunião com membros do ministério da Inteligência iraniano, Ahmadinejad explicou que, na sua opinião, o único objectivo era «justificar a guerra contra o terrorismo».


«Os atentados de 11 de Setembro fazem parte de uma estratégia de inteligência complexa. Uma grande mentira com a qual se tratava de conseguir um pretexto para lutar contra o terrorismo americano e que abriu o caminho para o aventureirismo no Afeganistão», afirmou.


Ahmadinejad acusou as «potências arrogantes» de cometer «assassinatos desumanos e actos de terror sob a desculpa da defesa dos direitos humanos».


Fonte: IOL

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sábado, 26 de dezembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Ataque terrorista falhado

Failed Terrorist Attack
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O nigeriano que tentou detonar explosivos a bordo de um avião da Northwest Airlines, durante a aterragem, em Detroit, nos EUA, disse às autoridades que está ligado à rede terrorista Al-Qaeda, refere a AFP.


As autoridades norte-americanas consideraram a acção deste passageiro um «ataque terrorista falhado».


O voo 253, com 278 passageiros a bordo, que vinha de Amesterdão, Holanda, estava a 20 minutos do aeroporto
quando se ouviu um som de bombinha de Carnaval, disseram testemunhas.


Um passageiro saltou sobre outros e tentou subjugar o suspeito que, pouco depois, foi levado para as filas da frente com as calças rasgadas e as pernas com queimaduras.


Segundo a CNN, o nigeriano de 23 anos está «a falar muito» com o FBI, enquanto é tratado por queimaduras de segundo e terceiro grau.


Umar Farouk Abdulmutallab chegou a Amesterdão através de um voo da KLM vindo de Lagos, Nigéria, e o seu nome consta da lista de pessoas com ligações suspeitas.


O próprio passageiro afirmou que adquiriu os explosivos no Iémen.


Barack Obama já ordenou o aumento da segurança aérea. «O presidente foi informado do incidente entre 9h00 e 9h30, hora do Havai, onde está a passar férias», disse Bill Burton, porta-voz adjunto da Casa Branca.


«O presidente está a acompanhar activamente a situação e está a receber relatórios regulares», acrescentou.


Fonte: IOL

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domingo, 12 de julho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Serviços secretos da CIA e Dick Cheney

The return of Dick Cheney
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Leon Panetta informou o Congresso norte-americano que a CIA, que actualmente dirige, escondeu intencionalmente informação daquele parlamento, por ordens directas do antigo vice-presidente norte-americano Dick Cheney.

Em causa está um programa secreto de contra-terrorismo da Administração Bush, que teve início pouco depois do 11 de Setembro de 2001. Panetta, conta a CNN, enviou uma carta aos legisladores, dando-lhes conhecimento da situação, a que o próprio só recentemente teve acesso.

A CIA – escreve – «escondeu acções significativas de todos os membros do Congresso, e enganou membros, durante um número de anos, de 2001 até esta semana». A informação que terá sido escondida não é revelada na carta, mas a possibilidade de a agência ter torturado é a possibilidade avançada por vários jornais.

Eric H. Holder, que ocupa um cargo equivalente ao de ministro da Justiça nos Estados Unidos (attorney-general), está inclinado a nomear um procurador criminal para investigar o caso, avança o Washington Post. No entanto, existem vários membros da actual Administração que preferem não mexer no assunto.

Mesmo o Presidente, Barack Obama, apesar da transparência prometida sobre esse período da História norte-americana, prefere «olhar para a frente e não para trás», como já referiu por diversas vezes.

Fonte: Abola.pt

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domingo, 21 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Violência e terrorismo: Porquê?

VIOLENCE AND TERRORISM: WHY?
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O atentado bombista de sábado, que ocorreu perto de Kirkuk, no norte do Iraque, provocou 72 mortos, de acordo com um novo balanço. O ataque suicida foi, assim, o mais mortífero dos últimos 15 meses naquele território.

«O resultado da explosão do atentado suicida com um camião armadilhado, ontem, em Taza, é hoje de 72 mártires», avançou o chefe da polícia da região, Sarhad Oadir, acrescentando que o número de feridos já ultrapassa os 200.

A explosão ruiu perto de 80 casas, por isso várias pessoas podem ainda estar sob os escombros. «É provável que este número aumente ainda mais, porque as operações de busca ainda não terminaram», explicou o médico da morgue de Kirku, Ibrahim Mohammed Jassem.

O atentado contra a mesquita, numa zona maioritariamente turcomana, foi atribuído à Al-Qaeda, sendo que o camião, «que transportava mais de uma tonelada de explosivos», estacionou a 400 metros do local, visando «os antigos bairros de Taza», esclareceram as autoridades, que garantem que «as tentativas de desestabilizar a segurança estão destinadas ao fracasso».

Os analistas acreditam que, até às eleições legislativas, prevista em Janeiro, o Iraque será alvo frequente de atentados da Al-Qaeda e outros grupos terroristas, principalmente muçulmanos sunitas.



Fonte: Diário Digital

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sexta-feira, 29 de maio de 2009

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Irão responsabiliza EUA por atentado

IRAN BLAMES THE US FOR MOSQUE BOMB 
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Um responsável iraniano acusou os Estados Unidos de terem recrutado os autores do atentado de quinta-feira contra a mesquita xiita da cidade de Zahedan, que causou 23 mortos, segundo a agência iraniana Fars.

Atentado matou pelo menos 23 pessoas na mesquita Amir al-Momenin durante as orações da tarde.

"Três pessoas implicadas no incidente terrorista foram presas", declarou à agência Jalal Sayah, vice-governador da província de Sistão-Baluquistão, de que Zahedan é a capital.

"De acordo com as informações que obtivemos, esses suspeitos foram recrutados pela América e os agentes da arrogância", afirmou.

No atentado, que ocorreu na mesquita Amir al-Momenin durante as orações da tarde, ficaram feridas pelo menos 125 pessoas.

Fonte: Jornal de Notícias

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sábado, 16 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Guantánamo: A "batata quente" de Obama

GUANTANAMO BAY: BARACK OBAMA'S HOT POTATO
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O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai manter em actividade as polémicas comissões ad-hoc para julgar suspeitos de terrorismo presos no campo militar de Guantánamo que prometera abolir, embora revendo os termos do seu funcionamento e reforçando as protecções jurídicas atribuídas aos prisioneiros.

Num comunicado distribuído ontem, a Casa Branca anunciou uma nova estratégia para lidar judicialmente com os mais de 200 prisioneiros no campo militar, que Obama se comprometeu a encerrar no fim de Janeiro de 2010. A prioridade é “proteger o país mas ao mesmo tempo garantir o respeito pelos nossos valores”.

“As reformas [que vão ser adoptadas] restauram as antigas comissões como um fórum legítimo de acusação que está em linha com a letra da lei”, sublinhou a presidência.

As comissões militares ad-hoc, instituídas por ordem presidencial por George W. Bush, funcionam à margem dos tribunais civis e militares, com regras que o Supremo Tribunal já declarou inconstitucionais.

Segundo garantiu a Casa Branca, o sistema será revisto e aqueles que forem confrontados por essas comissões terão os seus direitos de defesa alargados: serão livres de nomear os seus advogados e as confissões e outra informação obtida através de tortura ou outras técnicas impróprias serão consideradas inválidas.

Ao mesmo tempo, o ónus de prova por parte da acusação não poderá estar dependente de informação obtida em segunda mão ou de fontes indirectas. E os arguidos podem recusar-se a colaborar com as investigações, sem represálias por se recusarem a testemunhar.

Nem todos os prisioneiros de Guantánamo serão sujeitos a este procedimento, explicou a Administração. Aparentemente, só tenciona usar as comissões militares para aqueles detidos cuja associação a redes terroristas como a Al-Qaeda pode ser claramente demonstrada.

Factor Mohammed

Em nome da segurança nacional, os EUA não estão dispostos a abrir mão de prisioneiros como Khalid Sheik Mohammed, autor confesso dos atentados de 11 de Setembro de 2001, e sujeito a 183 sessões de simulação de afogamento (waterboarding), cujo julgamento num tribunal civil poderia pôr em risco a sua detenção.

A Administração confirmou que o plano de transferir os processos dos detidos em Guantánamo para tribunais federais ou para o sistema de justiça militar não foi abandonado, e que os casos estão a ser analisados um a um, para determinar qual o procedimento a adoptar.

De acordo com o Pentágono, em Guantánamo permanecem 241 prisioneiros de 30 nacionalidades, detidos sob o estatuto de “combatentes inimigos”, mas que não foram formalmente acusados de nenhum crime.

Há 13 indivíduos que têm o seu caso em análise pelas comissões militares, que até agora apreciaram oito casos e ratificaram apenas três condenações. Estima-se que o total de prisioneiros a ser julgados neste sistema “híbrido” possa variar entre os 20 e os 80.

No seu primeiro dia de trabalho na Casa Branca, Obama assinou uma ordem executiva ordenando o encerramento da prisão de Guantánamo no prazo de um ano e uma suspensão de 120 dias nos trabalhos das comissões militares encarregadas de julgar os prisioneiros. Esse prazo que termina na próxima semana, e a Administração vai alargá-lo até Setembro — para estudar as opções jurídicas e aprovar as mudanças no Congresso.

Durante a campanha eleitoral, Obama denunciara estas comissões militares excepcionais como uma aberração e um fracasso: “Este sistema não só falhou em condenar uma única pessoa por ataques terroristas como tem sido objecto de sucessivos e sérios desafios legais”, criticara.




Fonte: Público.pt

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sábado, 4 de abril de 2009

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Cimeira da NATO e aviso de Obama

NATO Summit with a warning from Barack Obama
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"Se houver outro ataque da Al-Qaeda, é tão provável, senão mais ainda, que ele se dê aqui na Europa", disse Barack Obama, que foi ontem o protagonista das horas que antecederam o início da cimeira extraordinária da Aliança Atlântica em Estrasburgo, (França), Kehl e Baden-Baden (Alemanha). A luta contra o terrorismo "é uma missão internacional", continuou, implicando que a Europa tem de estar ao lado dos EUA no Afeganistão, marcando assim a agenda para a reunião de hoje.

Obama foi o primeiro líder a chegar ao terreno onde decorrerá a cimeira que assinala o 60º aniversário da NATO. Pediu mais esforços aos parceiros para desbloquear a missão da aliança no Afeganistão - mais militares, mais civis, mais equipamento e mais recursos. Nicolas Sarkozy, que recebeu o Presidente americano no Palácio Rohan, no centro da capital da Alsácia, reiterou o apoio francês à estratégia militar de Washington no Afeganistão, mas garantiu: "A França não enviará mais tropas."

O início dos trabalhos só começa oficialmente esta manhã, do lado francês, depois de uma marcha simbólica que os líderes farão logo de manhã através da Ponte Europa, que liga Kehl a Estrasburgo e que é a marca da paz entre os inimigos da II Guerra Mundial. Apesar disso, ontem, antes do jantar inaugural da cimeira, já dois dos grandes europeus enviavam mensagens claras a Obama recordando que a Europa não vê a missão no Afeganistão, o principal tema da agenda da cimeira, pelo prisma americano. Depois da rejeição francesa para enviar mais tropas, Angela Merkel, também ao lado de Obama em conferência de imprensa, explicou que "as missões militares têm de ser sempre acompanhadas de política e de diplomacia".

Em clara dissonância com os colegas europeus, minutos após a aterragem no aeródromo de Baden-Baden, soube-se que Gordon Brown, primeiro-ministro britânico, anunciará a disponibilidade do Reino Unido para enviar mais mil soldados para integrar a missão que a NATO lidera desde 2003, a juntar ao contingente que conta já com 8100 homens.

Apesar de a ter herdado da administração anterior, Obama justifica que "os Estados Unidos não escolheram lutar nesta guerra do Afeganistão". "Fomos atacados pela Al-Qaeda. E esses terroristas continuam ainda hoje a conspirar", rematou perante 4000 jovens que tiveram direito a uma sessão de perguntas e respostas moderada mesmo por Obama, ao estilo town-hall de campanha americana. No início do discurso, queixou-se de que "por vezes, só se fala no que a América tem de mau, esquecendo o que de bom a América faz pelo mundo". O "compromisso" que assumiu no Afeganistão, nas palavras de Obama, tem por objectivo neutralizar "os terroristas que nos ameaçam a todos".

Obama foi recebido "em ombros" pelas escassas dezenas que o puderam ver, já que tanto em Estrasburgo como em Baden-Baden, os locais de passagem do Presidente, e toda a área circundante do palácio onde os líderes se encontram hoje, estão blindados à entrada de não-residentes. A máquina da segurança envolve 25 mil polícias, tendo encerrado completamente um perímetro considerável do centro de Estrasburgo. A ter lugar a megamanifestação que prometem os organizadores anti-NATO para hoje, dificilmente chegará perto do local de reunião.




Fonte: DN Sapo

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Senado quer saber se Bush é criminoso

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A comissão dos Assuntos Jurídicos do Senado norte-americano vai examinar a 4 de Março a possibilidade de abrir um inquérito sobre as derivas judiciárias da administração Bush, anunciou esta quarta-feira o presidente deste órgão, o democrata Patrick Leahy, escreve a Lusa.

«Nós não devemos ter medo de descobrir o que fizemos se quisermos continuar a ser uma nação vigilante na defesa tanto da nossa segurança nacional como da nossa Constituição», declarou o senador Leahy num discurso no Senado.

Comissão independente

A 9 de Fevereiro, Leahy indicou que desejava criar uma comissão independente de inquérito sobre as derivas, nomeadamente no interior das fronteiras americanas, da administração Bush no quadro da sua «guerra contra o terrorismo».

«Nada provocou tantos prejuízos à estatura da autoridade moral da América que a revelação que, neste últimos oito anos, abandonamos o nosso empenhamento histórico a favor dos direitos do homem, violando a lei», argumentou Leahy.

Associações de defesa dos direitos do homem e parlamentares multiplicaram desde o Outono os apelos à abertura de um inquérito sobre as escutas telefónicas autorizadas pelo executivo sem mandato da justiça nem do Congresso, o recurso à tortura nos interrogatórios antiterroristas ou ainda o afastamento de nove procuradores em 2006 por razões políticas.

Recurso à tortura

Leahy precisou que pretendia inquirir também sobre o programa de transferência de detidos para interrogatórios levada a cabo pela CIA, os maus tratos na prisão de Abu Ghraib no Iraque, a destruição de documentos ou a redacção de notas internas que justificaram essas derivas, nomeadamente o recurso à tortura.

«Ninguém está acima das leis»

Interrogado a 9 de Fevereiro sobre a eventualidade de uma comissão de inquérito, o Presidente Barack Obama declarou: «a minha posição geral é de dizer: (...) viremos a página». «Mas penso também que ninguém está acima das leis», acrescentou, pronunciando-se a favor de acusações judiciais no caso de violações graves.

«Devemos ler a página antes de a voltarmos», afirmou esta quarta-feira Leahy, defendendo que o «objectivo da comissão seja o de encontrar a verdade». Precisou que esteve em contacto com a Casa Branca sobre esta questão.

«Saber se foram cometidos crimes»

Para si, o inquérito da comissão deverá ultrapassar a «questão de se saber se foram cometidos crimes» e dedicar-se sobre os «erros» que foram cometidos «de maneira a não repeti-los».

Uma sondagem Gallup de 12 de Fevereiro mostrou que cerca de dois terços dos norte-americanos são favoráveis à abertura de um inquérito sobre os métodos utilizados pela administração na sequência dos atentados do 11 de Setembro de 2001.



Fonte: IOL Diário

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Genocídio na Faixa de Gaza

http://fotos.sapo.pt/QY7ndU2z4HI5zd0PKn5z/x435


O mundo não pode continuar assistindo com a indiferença dos covardes o massacre que vem sendo imposto de modo desumano ao povo Palestino. O que está ocorrendo na faixa de Gaza não tem outro nome, senão o de genocídio; tão abominável quanto o praticado por Adolf Hitler na segunda grande guerra.


O mais triste é constatar que as agressões de Israel mesmo violando todos os direitos e os tratados internacionais vêm recebendo os beneplácitos logísticos e financeiros dos Estados Unidos e da União Européia.


Porém, apenas parte desta verdade inconveniente tem chegado até nós e ao resto do mundo em função do comprometimento da mídia marrom mundial ante o discurso mentiroso e estratégico do Pentágono e do governo bélico de Israel. Além de todo o aparato de controle das informações que saem para a opinião pública internacional(leia-se agências de notícias).


Nada nos faz desacreditar que o pretenso estado israelita é uma usurpação daquilo que um dia foi o chão do povo Árabe. Os palestinos, desde a divisão do seu espaço geográfico em 1947 vêm tendo sistematicamente suas terras invadidas por Israel. De modo que desde então, apenas se defendem lutando como pode contra todo o poderio belicoso daqueles os tornaram prisioneiros e escravos dentro do seu próprio território.


Sob a desculpa de que precisam destruir o Ramas os israelitas praticam toda sorte de crime e atentados contra a dignidade humana. Executam, inclusive, o pior dos terrorismos assim como os Estado Unidos, que é o terrorismo de estado. Desrespeitando toda e qualquer forma do direito internacional... Cometem crimes de guerra dos mais horripilantes e pusilânimes de onde não estão livres sequer as crianças, mulheres e idosos. O que acontece hoje nos chamados territórios ocupados é um massacre sem tamanho. Um genocídio injustificável, praticado por um pseudogoverno que se diz legítimo e merecedor do crédito dos países árabes da região. Por isso todo o ódio que desperta na maioria dos seus vizinhos do Oriente Médio. Sua sede expansionista os condena aos mesmos crimes praticados pelos nazistas, terroristas e ditadores do mundo.


Hoje a luta dos palestinos na faixa de Gaza e nos território ocupados mais que por soberania e terra para se viver, também é por água para sobreviver a uma disputa que equivocadamente está sendo chamado de guerra, posto que não pode haver guerra de um exército só. Não somente por meio de mísseis, bombas, tanques, aviões e armas químicas, Israel também castiga os palestinianos controlando as escassas fontes de água potável. Suprimem a entrada de medicamentos, socorro e alimentos para os que estão cercados, refugiados, exilados na sua própria pátria-mãe.

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Afinal de contas, meias-verdades, mentiras e equívocos é o que não falta neste conflito de Davi contra Golias. Não é possível conceber o argumento dos que defendem o exército de Israel, visto que eles é que são os agressores e, por isso mesmo não podem continuar se passando por vítimas. Por se tratar de uma operação bélica claramente desigual, de cerco e extermínio de um povo que lhe é retirado até mesmo o sagrado direito de possuir seu próprio chão.



A ONU que por diversas vezes já demonstrou ser o braço direito dos EUA e ao serviço dos governos imperialistas no mundo, até o momento faz vista grossa e ouvido de mercador diante das enormes barbaridades cometidas contra o povo palestino. Nenhuma condenação pública foi votada contra Israel. Tudo o que a ONU conseguiu realizar foi uma resolução apática expressa num pedido de cessar-fogo; algo simplório e previsível demais, para um episódio de proporções fratricidas com que vem se transformando a questão na faixa de gaza e nos território ocupados da Palestina.


È certo que a solução para o conflito é difícil devido as razões históricas que envolvem Árabes e Judeus. No entanto, o mundo precisa se posicionar em favor da paz, da vida, da lei e da verdade, queiram os EUA ou não. Mas, é preciso entender a forma de luta e resistência de um povo oprimido, humilhado e encarcerado na sua própria terra(ou o que restou dela) não cabendo a mera criminalização do Hamas sem um aprofundamento de mérito na crise. A razão de ser da resistência é a ocupação dos territórios. Um conflito que do jeito que vai envergonhará o mundo e cobrirá de sangue o mapa do Oriente Médio.


Em nome da paz, da soberania e da solidariedade internacional entre os povos o Brasil, por exemplo, como estado democrático e de direito, signatário dos tratados e organismos internacionais precisa condenar o genocídio engendrado contra o povo palestino. E quem sabe, até romper relações diplomáticas com Israel, assim como corajosamente o fez o presidente Hugo Chavéz da Venezuela.


O governo de Israel deve ser condenado e os EUA juntamente com a UE responsabilizados pelo Conselho de Segurança da ONU, mesmo sabendo que isso não trará efeito algum do ponto de vista concreto, basta recordar a questão do Iraque. No entanto, a comunidade internacional precisa saber das verdadeiras razões que movem os agressores da nação palestina, bem como aqueles que os apóiam.


Os palestinos têm pelos menos o direito de resistir contra às forças de ocupação do seu território e aos que almejam o extermínio dos seus compatriotas.

(*) José Cícero
Professor, escritor e poeta.
Presidente Municipal do PC do B.
Secretário de Cultura, Turismo e Desporto
de Aurora – CE.




Nota Pessoal



Faço minhas na íntegra as palavras do Dr. José Cícero. Nada mais há a dizer, já está tudo dito.



Fonte: AVOL

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

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Terrorismo: a loucura dos homens

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O risco de atentados terroristas perpetrados com a ajuda de armas nucleares ou biológicas aumenta, nomeadamente nos Estados Unidos. Os dados foram divulgados num relatório de uma comissão do Congresso norte-americano.

De acordo com o relatório, a ameaça provém particularmente do Paquistão.

«É mais do que provável que uma arma da destruição maciça vai ser utilizada num atentado terrorista, algures no mundo até ao final de 2013», estima a Comissão sobre a prevenção da proliferação das armas de destruição maciça e do terrorismo.

«A margem de segurança da América diminui», refere o relatório da Comissão, que interrogou mais de 200 peritos desde Maio a fim de entregar as suas conclusões ao Congresso e ao presidente eleito Barack Obama.

Os peritos, que vão reunir-se quarta-feira com o vice-presidente eleito Joe Biden, aconselharam Obama a tomar rapidamente medidas para reduzir este tipo de ameaça terrorista.

O relatório alerta ainda a nova administração «a dar particular atenção ao Paquistão, colocado geograficamente no cruzamento dos caminhos do terrorismo e das armas de destruição maciça».

De acordo com a Comissão, os terroristas acedem mais facilmente às armas biológicas do que às nucleares, apesar do aumento das vendas destas últimas no mercado negro.

O relatório recomenda também que se tomem medidas a nível internacional para garantir o armazenamento do material nuclear como o urânio e o plutónio e de luta contra o tráfico de tecnologia nuclear.



Fonte da notícia: TSF Sapo

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quinta-feira, 5 de junho de 2008

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Mártir de Alá

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O alegado “cérebro” dos atentados de 11 de Setembro, presente hoje pela primeira vez à comissão militar que o irá julgar, decidiu assumir a sua própria defesa e anunciou que pretende ser condenado à pena de morte, a fim de se tornar um mártir do Islão.

Khalid Sheikh Mohammed compareceu hoje na sala de audiências da base naval de Guantánamo, em Cuba, na companhia de outros quatro alegados membros da Al-Qaeda suspeitos de terem orquestrado os atentados em Nova Iorque e Washington. Os cinco homens são acusados, entre outros crimes, de conspiração, homicídio de 2973 pessoas, terrorismo e danos corporais graves, podendo ser condenados à pena capital.

Capturados entre 2002 e 2003, os cinco detidos – os mais altos responsáveis da Al-Qaeda detidos desde o início da “guerra contra o terrorismo” – foram mantidos durante vários anos em prisões secretas da CIA, onde terão sido sujeitos a técnicas de interrogatório violentas, antes de serem transferidos para Guantánamo.

Khalid Sheikh foi o primeiro a tomar a palavra e, depois de ouvir as acusações, começou a cantar uma oração em honra de Alá, interrompendo apenas o canto para traduzir para inglês os versículos: “Alá é suficiente para mim, não há outro deus a não ser Alá e em Alá deposito a minha confiança”.

Questionado pelo coronel Ralph Kohlmann, juiz presidente desta comissão, sobre se estava satisfeito com o advogado que lhe foi indicado, o paquistanês respondeu: “vou eu mesmo assegurar a minha defesa. Kohlmann lembrou que as acusações que lhe são imputadas são passíveis de pena de morte, ao que ele retorquiu: “Essa é a minha vontade, há muito que quero ser um mártir”.

Fonte da notícia: Público

Nota Pessoal:

Sem comentários.

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O fiasco de Guantánamo cartoon

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Cinco suspeitos de terem orquestrado os atentados contra as Torres Gémeas de Nova Iorque, no dia 11 de Setembro de 2001, vão ser presentes hoje a um juiz na base naval norte-americana de Guantánamo, no Leste de Cuba. Será a primeira audiência pública do processo. Os acusados poderão vir a ser condenados à pena de morte, se for essa a decisão dos 12 generais que integram os tribunais militares da base.

Khalid Sheikh Mohammed é considerado o cérebro do ataque, cuja autoria já confessou. No entanto, um dos aspectos mais polémicos do processo é o facto de a confissão ter sido obtida com recurso à técnica de waterboarding, ou simulação de afogamento, considerada uma forma de tortura. A Khalid Mohammed juntam-se Ramzi ben al-Shib, Ali Abd al-Aziz Ali, Wallid ben Attash e Mustapha al-Hawsawi. Todos foram detidos entre 2002 e 2003 e depois transferidos para Guantánamo.

O juiz Ralph Kohlmann, um coronel dos fuzileiros norte-americanos, lerá as acusações imputadas: conspiração, homicídio de 2973 pessoas, atentado, danos corporais graves, destruição de propriedade, terrorismo e posse de material para actos terroristas. Qualquer que venha a ser a decisão do júri, terá sempre como entrave as inúmeras polémicas em torno do processo.

Comissões em causa

"Irá algum dia o sistema de comissões militares, que o Presidente Bush criou para julgar os acusados de terrorismo, decidir o destino de qualquer responsável pela tragédia? Ou irá o esforço do Governo federal tropeçar nas inúmeras preocupações relacionadas com as provas, a justiça para os acusados e a forma como foram tratados durante a custódia?", questionava na segunda-feira o diário norte-americano USA Today.

"A defesa vai garantir que as provas do Governo são duvidosas. Se resultaram da tortura, são inadmissíveis", disse um conselheiro dos advogados de defesa, Geoffrey Corn, citado pela AFP.

A primeira audiência, à porta fechada, ocorreu em Março de 2007, e foi nessa altura que o Pentágono publicou uma transcrição parcial dos depoimentos e que Khalid Mohammed denunciou a tortura a que terá sido sujeito.

Ramzi ben al-Shib recusou participar nesse processo, Wallid ben Attash e Mustapha al-Hawsawi reconheceram o essencial das acusações e Ali Abd al-Aziz Ali negou qualquer envolvimento nos atentados terroristas, recordou a agência.

"Provas cabais"

Apesar dos vários aspectos polémicos do processo, como o facto de testemunhos indirectos poderem ser considerados como prova, a menos que os acusados mostrem que não são fidedignos, há quem defenda a legitimidade do julgamento.

"Há provas cabais", considera David Rivkin, ex-conselheiro de dois chefes de Estado norte-americanos, Ronald Reagan e George H. Bush, pai do actual Presidente. "Todos reconheceram o que fizeram depois de terem sido interrogados pelas equipas do FBI sem recurso excessivo à força", disse à AFP.

A audiência terá lugar numa sala com lugares limitados para o público, onde o Pentágono prevê acolher seis dezenas de jornalistas e observadores da sociedade civil. Outras pessoas poderão assistir à transmissão em vídeo da audiência, numa sala ao lado.

Para além da questão dos testemunhos indirectos, os tribunais militares estabelecidos por George W. Bush têm sido criticados por permitirem a autorização de testemunhos obtidos sob coacção. Chegaram a ser invalidados pelo Tribunal Supremo, em 2006, mas depois foram repostos pelo Congresso norte-americano. Funcionam com um júri de 12 elementos e qualquer sentença deve ser aprovada por maioria de dois terços, excepto no caso da pena capital, que implica unanimidade.

Fonte da notícia: Público

Nota Pessoal:

Um país que se diz democrata mas que no entanto não respeita o direito internacional, nem a ONU. Utilizam métodos de tortura nos prisioneiros e fazem tudo à sua maneira e os próprios direitos humanos que eles dizem defender e que tanto apregoam deixam muito a desejar. O mais bizarro de tudo isto é realmente o facto do mundo civilizado permanecer indiferente e insensível e engolir tudo como se nada fosse.

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Jorge Goncalves

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