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domingo, 7 de março de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Ahmadinejad: "A grande montagem"

Ahmadinejad: "9/11 was a big hoax"
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O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, disse este sábado que os atentados terroristas cometidos em 11 de Setembro de 2001 em Washington e Nova York, nos quais mais de três mil pessoas morreram, foram uma «grande montagem», informa a EFE.


Durante uma reunião com membros do ministério da Inteligência iraniano, Ahmadinejad explicou que, na sua opinião, o único objectivo era «justificar a guerra contra o terrorismo».


«Os atentados de 11 de Setembro fazem parte de uma estratégia de inteligência complexa. Uma grande mentira com a qual se tratava de conseguir um pretexto para lutar contra o terrorismo americano e que abriu o caminho para o aventureirismo no Afeganistão», afirmou.


Ahmadinejad acusou as «potências arrogantes» de cometer «assassinatos desumanos e actos de terror sob a desculpa da defesa dos direitos humanos».


Fonte: IOL

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domingo, 12 de julho de 2009

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Serviços secretos da CIA e Dick Cheney

The return of Dick Cheney
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Leon Panetta informou o Congresso norte-americano que a CIA, que actualmente dirige, escondeu intencionalmente informação daquele parlamento, por ordens directas do antigo vice-presidente norte-americano Dick Cheney.

Em causa está um programa secreto de contra-terrorismo da Administração Bush, que teve início pouco depois do 11 de Setembro de 2001. Panetta, conta a CNN, enviou uma carta aos legisladores, dando-lhes conhecimento da situação, a que o próprio só recentemente teve acesso.

A CIA – escreve – «escondeu acções significativas de todos os membros do Congresso, e enganou membros, durante um número de anos, de 2001 até esta semana». A informação que terá sido escondida não é revelada na carta, mas a possibilidade de a agência ter torturado é a possibilidade avançada por vários jornais.

Eric H. Holder, que ocupa um cargo equivalente ao de ministro da Justiça nos Estados Unidos (attorney-general), está inclinado a nomear um procurador criminal para investigar o caso, avança o Washington Post. No entanto, existem vários membros da actual Administração que preferem não mexer no assunto.

Mesmo o Presidente, Barack Obama, apesar da transparência prometida sobre esse período da História norte-americana, prefere «olhar para a frente e não para trás», como já referiu por diversas vezes.

Fonte: Abola.pt

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quinta-feira, 5 de junho de 2008

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Mártir de Alá

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O alegado “cérebro” dos atentados de 11 de Setembro, presente hoje pela primeira vez à comissão militar que o irá julgar, decidiu assumir a sua própria defesa e anunciou que pretende ser condenado à pena de morte, a fim de se tornar um mártir do Islão.

Khalid Sheikh Mohammed compareceu hoje na sala de audiências da base naval de Guantánamo, em Cuba, na companhia de outros quatro alegados membros da Al-Qaeda suspeitos de terem orquestrado os atentados em Nova Iorque e Washington. Os cinco homens são acusados, entre outros crimes, de conspiração, homicídio de 2973 pessoas, terrorismo e danos corporais graves, podendo ser condenados à pena capital.

Capturados entre 2002 e 2003, os cinco detidos – os mais altos responsáveis da Al-Qaeda detidos desde o início da “guerra contra o terrorismo” – foram mantidos durante vários anos em prisões secretas da CIA, onde terão sido sujeitos a técnicas de interrogatório violentas, antes de serem transferidos para Guantánamo.

Khalid Sheikh foi o primeiro a tomar a palavra e, depois de ouvir as acusações, começou a cantar uma oração em honra de Alá, interrompendo apenas o canto para traduzir para inglês os versículos: “Alá é suficiente para mim, não há outro deus a não ser Alá e em Alá deposito a minha confiança”.

Questionado pelo coronel Ralph Kohlmann, juiz presidente desta comissão, sobre se estava satisfeito com o advogado que lhe foi indicado, o paquistanês respondeu: “vou eu mesmo assegurar a minha defesa. Kohlmann lembrou que as acusações que lhe são imputadas são passíveis de pena de morte, ao que ele retorquiu: “Essa é a minha vontade, há muito que quero ser um mártir”.

Fonte da notícia: Público

Nota Pessoal:

Sem comentários.

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O fiasco de Guantánamo cartoon

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Cinco suspeitos de terem orquestrado os atentados contra as Torres Gémeas de Nova Iorque, no dia 11 de Setembro de 2001, vão ser presentes hoje a um juiz na base naval norte-americana de Guantánamo, no Leste de Cuba. Será a primeira audiência pública do processo. Os acusados poderão vir a ser condenados à pena de morte, se for essa a decisão dos 12 generais que integram os tribunais militares da base.

Khalid Sheikh Mohammed é considerado o cérebro do ataque, cuja autoria já confessou. No entanto, um dos aspectos mais polémicos do processo é o facto de a confissão ter sido obtida com recurso à técnica de waterboarding, ou simulação de afogamento, considerada uma forma de tortura. A Khalid Mohammed juntam-se Ramzi ben al-Shib, Ali Abd al-Aziz Ali, Wallid ben Attash e Mustapha al-Hawsawi. Todos foram detidos entre 2002 e 2003 e depois transferidos para Guantánamo.

O juiz Ralph Kohlmann, um coronel dos fuzileiros norte-americanos, lerá as acusações imputadas: conspiração, homicídio de 2973 pessoas, atentado, danos corporais graves, destruição de propriedade, terrorismo e posse de material para actos terroristas. Qualquer que venha a ser a decisão do júri, terá sempre como entrave as inúmeras polémicas em torno do processo.

Comissões em causa

"Irá algum dia o sistema de comissões militares, que o Presidente Bush criou para julgar os acusados de terrorismo, decidir o destino de qualquer responsável pela tragédia? Ou irá o esforço do Governo federal tropeçar nas inúmeras preocupações relacionadas com as provas, a justiça para os acusados e a forma como foram tratados durante a custódia?", questionava na segunda-feira o diário norte-americano USA Today.

"A defesa vai garantir que as provas do Governo são duvidosas. Se resultaram da tortura, são inadmissíveis", disse um conselheiro dos advogados de defesa, Geoffrey Corn, citado pela AFP.

A primeira audiência, à porta fechada, ocorreu em Março de 2007, e foi nessa altura que o Pentágono publicou uma transcrição parcial dos depoimentos e que Khalid Mohammed denunciou a tortura a que terá sido sujeito.

Ramzi ben al-Shib recusou participar nesse processo, Wallid ben Attash e Mustapha al-Hawsawi reconheceram o essencial das acusações e Ali Abd al-Aziz Ali negou qualquer envolvimento nos atentados terroristas, recordou a agência.

"Provas cabais"

Apesar dos vários aspectos polémicos do processo, como o facto de testemunhos indirectos poderem ser considerados como prova, a menos que os acusados mostrem que não são fidedignos, há quem defenda a legitimidade do julgamento.

"Há provas cabais", considera David Rivkin, ex-conselheiro de dois chefes de Estado norte-americanos, Ronald Reagan e George H. Bush, pai do actual Presidente. "Todos reconheceram o que fizeram depois de terem sido interrogados pelas equipas do FBI sem recurso excessivo à força", disse à AFP.

A audiência terá lugar numa sala com lugares limitados para o público, onde o Pentágono prevê acolher seis dezenas de jornalistas e observadores da sociedade civil. Outras pessoas poderão assistir à transmissão em vídeo da audiência, numa sala ao lado.

Para além da questão dos testemunhos indirectos, os tribunais militares estabelecidos por George W. Bush têm sido criticados por permitirem a autorização de testemunhos obtidos sob coacção. Chegaram a ser invalidados pelo Tribunal Supremo, em 2006, mas depois foram repostos pelo Congresso norte-americano. Funcionam com um júri de 12 elementos e qualquer sentença deve ser aprovada por maioria de dois terços, excepto no caso da pena capital, que implica unanimidade.

Fonte da notícia: Público

Nota Pessoal:

Um país que se diz democrata mas que no entanto não respeita o direito internacional, nem a ONU. Utilizam métodos de tortura nos prisioneiros e fazem tudo à sua maneira e os próprios direitos humanos que eles dizem defender e que tanto apregoam deixam muito a desejar. O mais bizarro de tudo isto é realmente o facto do mundo civilizado permanecer indiferente e insensível e engolir tudo como se nada fosse.

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Jorge Goncalves

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