} Galeriacores Cartoon Notícias

Home

 

Galeriacores Cartoon Notícias

Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

sábado, 18 de julho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Jerusalém, cidade de oração e de confrontos

Jerusalem, city of prayer and confrontation

Para ver a animação clique neste cartoon gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon gif and wait a few seconds.




Confrontos entre judeus ultra-ortodoxos e a polícia israelita voltaram a acontecer nas ruas de Jerusalém. Milhares de homens, vestidos de negro e portadores de kippa ou de chapéu, e muitos deles acompanhados pelos filhos, abandonaram a "segurança" do seu pequeno bairro, onde há muito impuseram as regras, para enfrentar as forças de segurança de um Estado que não reconhecem.

E pelo terceiro dia consecutivo, os 'homens de negro' deixaram as suas ruas de Mea Sharim, de Beit Yisrael e de Geula - alguns quarteirões a ocidente da Cidade Velha - para fazer ouvir o seu protesto contra o que consideram ser uma "interferência" do Governo na vida individual de alguém que pertence à sua comunidade. Já não se trata apenas de um parque de estacionamento que funciona durante o sabat - o dia sagrado dos judeus que tem o seu início ao pôr do Sol da sexta-feira e termina ao pôr do Sol de sábado - mas de algo muito mais grave, em sua opinião: a detenção de uma judia ultra-ortodoxa, por alegadamente estar a matar à fome o filho de três anos.

De acordo com os médicos, a "mãe X" - um membro do grupo Naturei Karta, que recusa a legalidade do Estado de Israel porque a sua criação atrasou a vinda do Messias - sofre da sindroma de Munchausen, um distúrbio psicológico que leva o paciente a provocar situações de enfermidade noutras pessoas para poder ter a atenção e a simpatia, neste caso, de médicos e técnicos de saúde. Assim, levou várias vezes ao hospital o filho de três anos, com problemas de desenvolvimento físico - chegou a pesar três quilogramas. Internado, a mãe foi vista pelas câmaras de vigilância e pelo pessoal hospitalar, a retirar a sonda nasogástrica à criança ou a injectar algo desconhecido na mesma. Detida a mãe, a criança está a recuperar. Mas isso não conta para os ultra-ortodoxos que recusam, em absoluto, a explicação médica.

Na fúria de se fazerem ouvir pela sociedade laica que repudiam, transformaram as ruas da cidade em algo semelhante a lixeiras, agrediram a polícia, sem se questionarem, nem quererem saber a verdade da situação. E esta irracionalidade voraz - típica de momentos de tensão, crise ou até de ruptura - poderá extravasar as ruas de Jerusalém e chegar a outros locais, inclusive à cidade mais aberta de Israel, a mediterrânica Telavive, onde a comunidade ultra-ortodoxa começa a fazer sentir a sua presença. Daí a necessidade de conter o protesto, de impedir o extremar de posições, o agudizar, afinal, do conflito entre religiosos e laicos num Estado confessional. A detenção da mãe foi, afinal, a gota de água que fez transbordar o copo.




Fonte: DN Globo

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O imperativo categórico de Barack Obama

CREATION OF A PALESTINIAN STATE: BARACK OBAMA'S CATEGORIC IMPERATIVE IN THE MIDDLE EAST
Para ver a animação clique neste cartoon gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon gif and wait a few seconds.



O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pretende dar ao Governo israelita entre quatro e seis semanas para que retire sua rejeição à criação de um Estado palestino e para que interrompa a expansão dos assentamentos, informa hoje o diário "Ha'aretz".

Obama espera do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, uma "posição actualizada" para poder apresentar em julho um plano de paz preliminar que permita avançar em direcção à paz no Médio Oriente, assinalou uma fonte oficial israelita ao jornal.

O presidente americano visitou ontem de surpresa o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, quando ele se reunia com Jim Jones, o conselheiro de segurança do presidente em Washington, informou o "Ha'aretz".

O encontro, que não foi agendado, durou 15 minutos e aconteceu pouco antes de Obama iniciar sua viagem por vários países do Oriente Médio e Europa, na qual pronunciará um discurso de aproximação com o mundo muçulmano.

O dirigente americano exige que Israel aceite a criação de um Estado palestino e detenha a expansão das colônias judias em território palestino para resolver o conflito na região.

O chefe do Executivo israelense rejeitou as duas reivindicações e disse que "não se congelará a vida na Judéia e Samaria" (nomes bíblicos e oficiais da Cisjordânia).

Para os palestinos e a comunidade internacional, todas as colônias judias erguidas em território ocupado na Guerra dos Seis Dias (1967) são ilegais, e representam um sério obstáculo para a paz e a criação de um futuro Estado palestino. EFE



Fonte: G1 Globo.com

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , ,

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Papa troca a verdade pela mentira

POPE CHANGES THE TRUTH FOR A LIE
Para ver a animação clique neste gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this gif and wait a few seconds.



Bento XVI abandonou esta segunda-feira uma reunião com líderes religiosos cristãos, judeus e muçulmanos depois do xeque Taysir al-Talmimi ter acusado Israel de ter cometido um «massacre» em Gaza.

De forma inesperada, Al-Tamimi apelou à união de cristãos e muçulmanos contra Israel e condenou o estado judaico por ter cometido um «massacre» contra «mulheres, crianças e idosos» na Faixa de Gaza.

Em protesto contra o discurso do líder dos tribunais islâmicos palestinianos, o Papa Bento XVI, em visita à Terra Santa, abandonou o encontro inter-religioso, depois de ter apelado ao respeito mútuo entre líderes cristãos, judeus e muçulmanos.

O incidente mancha a visita papal, até aqui marcada pela condenação do Papa a qualquer forma de anti-semitismo e de negação do Holocausto.



Fonte: SOL / SAPO

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Visita do Papa ao Médio Oriente

POPE'S VISIT TO THE MIDDLE EAST
Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this gif and wait a few seconds.



A História repete-se? Quando o Papa Bento XVI aterrar hoje às 14h30 (menos duas horas em Lisboa) em Amã, estará a seguir os passos do seu antecessor, quando visitou a Jordânia, Israel e a Palestina em Março de 2000. Hoje, tal como há nove anos, a viagem é apresentada como uma peregrinação aos lugares da fé cristã, em busca da paz para o Médio Oriente. "Vou como peregrino da paz", disse Bento XVI no sábado passado. Em 2009, tal como em 2000, a Santa Sé diz que esta é a viagem "mais esperada" pelo Papa.

E é também a mais arriscada. O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, dizia na segunda-feira que esta é a mais complexa e comprometedora viagem deste Papa. Por isso reflecte um "acto de coragem" de Bento XVI. Mas o Papa, ainda que vá corresponder a muitos desejos, não poderá satisfazer as expectativas que muitos outros nele depositam. Um exemplo: há cristãos palestinianos que queriam que ele fosse ver a destruição de Gaza, depois da operação militar israelita de Dezembro e Janeiro. No que aos Territórios Palestinianos diz respeito, Bento XVI ficará pela visita a Belém.

Esta não será apenas uma reedição física da "peregrinação pela paz" de João Paulo II. O rabino David Rosen, presidente do Comité Judeu Internacional para as Consultas Inter-religiosas, escrevia há duas semanas, no L'Osservatore Romano, o jornal do Vaticano, que Bento XVI percorrerá os passos do seu antecessor, "seja literalmente, seja em sentido figurado".

Ligações perigosas

A frase aponta para questões bem concretas, mesmo se Rosen se centra apenas na aproximação entre Vaticano e judeus. Em pano de fundo, está a vontade de todos de que a viagem de Bento XVI contribua para a pacificação de uma das mais martirizadas regiões do globo. Mas entre a finalidade religiosa com que a visita é apresentada e o alcance político que ela sempre terá, vai uma grande distância - e algumas ligações perigosas.

Nestes oito dias (até sexta-feira, 15), o Papa terá que fazer um exercício de equilíbrio para corresponder aos desejos dos palestinianos de apoiar a reivindicação de um Estado completamente autónomo. E para não defraudar o desejo israelita de intensificar a aproximação com o Vaticano e, com ela, uma maior aceitação internacional do Estado de Israel - as negociações com a Santa Sé sobre o estatuto da Igreja Católica em Israel arrastam-se há anos e só nos últimos meses os protagonistas falam de pequenos progressos.

E Bento XVI não deixará de insistir num facto que o preocupa: o êxodo dos cristãos do Médio Oriente. Em quatro décadas, só em Israel e na Palestina, eles passaram de vinte para dois por cento numa população de nove milhões.

Uma nova situação

As diferenças em relação há nove anos são significativas: quando João Paulo II visitou a região, o processo de paz ainda fazia progressos. Agora, já aconteceu a Segunda Intifada palestiniana, depois de Ariel Sharon ter ido ao Monte do Templo (Pátio das Mesquitas, para os árabes), em Setembro de 2000. Israel construiu o muro que, em muitos casos, cerca literalmente os palestinianos. Estes dividiram-se em duas autoridades de facto - com o Hamas a mandar em Gaza e a histórica OLP (Organização de Libertação da Palestina) confinada à Cisjordânia.

Há mais: no âmbito religioso, registou-se a polémica à volta do discurso do Papa em Ratisbona (Alemanha), em Setembro de 2006, quando uma citação sobre Maomé incendiou os ânimos de muitos muçulmanos. E, nos últimos meses, o levantamento da excomunhão a quatro bispos integristas - um dos quais negacionista - exaltou muitos judeus. Os ânimos acalmaram, mas os efeitos de ambas as polémicas podem diminuir a força de algumas das afirmações que Bento XVI venha a fazer.

Em termos políticos, para muitos, o processo de paz jaz morto e arrefece, pelo menos para já. E um Estado autónomo palestiniano é cada vez mais uma miragem. Não só pela situação política criada internamente entre Hamas e a Autoridade Palestiniana, mas também pela construção do muro que reduz os Territórios Autónomos a uma manta de retalhos a que dificilmente se poderá vir a chamar Estado.

A acrescentar a tudo isto, Lombardi situava outros factores: o novo Governo de Israel, liderado por Benjamim Netanyahu, é adepto da força com os palestinianos; as eleições palestinianas (ou aquilo que se possa assemelhar a isso) estão adiadas por causa da divisão interna; as tensões provocadas pelo Irão prosseguem; e, nos Estados Unidos, o Presidente Barack Obama tenta colar os cacos deixados pelo seu antecessor também no que ao Médio Oriente diz respeito, tentando abrir caminho de novo à negociação.

Esforço pela paz

Segunda-feira, já em Jerusalém, a visita ao Yad Vashem, o memorial do Holocausto, e um encontro inter-religioso marcam o início da visita a Israel. No dia seguinte, Bento XVI repetirá o gesto de João Paulo II, rezando no Muro das Lamentações. Quarta-feira, é o dia dedicado a Belém, com uma missa junto da Igreja da Natividade e uma visita a um campo de refugiados palestinianos. Na quinta, será a vez de uma missa em Nazaré e sexta fica guardada para a Igreja do Santo Sepulcro e o encontro com líderes cristãos.

Prometida está uma saudação ao Papa, escrita por 100 rabinos judeus e publicada no jornal Ha'aretz. E a Fundação Raoul Wallenberg, que promove a memória dos salvadores do Holocausto, decidiu lançar uma campanha a coincidir com a visita de Bento XVI: a de procurar testemunhos de católicos que tenham ajudado a salvar judeus durante a II Guerra Mundial.

Quarta-feira, na audiência-geral, o Papa exprimiu o seu sentir mais profundo: "Quero, antes de tudo, visitar os lugares que a vida de Jesus tornou santos. (...) Peço [aos católicos da região] que se unam a mim, para rezar para que esta visita dê um fruto abundante para a vida espiritual e civil dos habitantes da Terra Santa. (...) Oxalá sigamos com decisão os nossos desejos e os nossos esforços pela paz".




Fonte: Público.pt

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Israel dispara contra navio de ajuda humanitária

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.




A Marinha israelita disparou, esta quinta-feira, contra um navio proveniente do Líbano, que transportava ajuda humanitária para a Faixa de Gaza, revelou um dos coordenadores da viagem. Mais tarde, o ministro da Defesa israelita, Ehud Barak, confirmou o incidente, assinalando que a embarcação interceptada transportava actvistas e mantimentos.

"Os passageiros informaram-nos que fragatas israelitas dispararam em direcção ao navio quando este chegava a águas territoriais palestinianas, junto ao litoral de Gaza", informou Maan Bachour, coordenador da 'Iniciativa para o levantamento do bloqueio a Gaza', afirmando que a embarcação transportava toneladas de medicamentos, produtos alimentares, brinquedos, roupa, detergentes, colchões e sangue oferecidos por organizações não governamentais (ONG) libanesas e palestinianas.

'Soldados subiram a bordo e nós perdemos todo o contacto com os passageiros', adiantou a mesma fonte, acusando os militares israelitas de agredirem os passageiros que seguiam a bordo.

De acordo com o ministro da Defesa israelita, Ehud Barack, os militares nunca dispararam contra o navio, que transportava jornalistas e bordo e foi interceptado por transportar material em violação do bloqueio marítimo a Gaza.





Fonte da notícia: Correio da Manhã

Etiquetas: , , , ,

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Gaza: um pesadelo que se tornou realidade

Para ver a animação clique neste gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this gif and wait a few seconds.



A Faixa de Gaza parecia hoje um cenário no qual o pior pesadelo se transformara na realidade; seis dias após o cessar-fogo de Israel e Hamas, o território palestiniano oferecia uma imagem desoladora.

Na primeira Sexta-Feira Santa muçulmana desde o fim dos ataques israelitas que deixaram mais 1.400 mortos e 5 mil feridos, poucas pessoas passavam pela Gaza capital, onde as ruas estavam quase desertas.

Não se viam forças de segurança do Hamas nem de outros grupos armados, e entre os poucos veículos, destacavam-se, por suas contínuas buzinas, os das agências de auxílio com a bandeira azul da ONU.

A eles, somavam-se as ambulâncias que se dirigiam ao Hospital Al Shifa, o maior da área urbana e abarrotado de pacientes.

Os edifícios bombardeados no centro da cidade eram do Hamas: entre outros, os da televisão A-Aqsa, a delegacia de Al-Abbas e os 16 ministérios do Governo islamita foram reduzidos a massas de pedras e cabos.

Uma escavadeira aplanava o terreno da rua Al Yala que antes era a casa onde foi localizado e morto o ministro do Interior do Hamas, Said Siyam, junto com um de seus irmãos, um de seus filhos e dois milicianos.

"Minha casa tremeu como um pudim e todos nós ficamos gelados, sem saber que fazer", é a lembrança que tem desse dia Shakir Mahmoud, que vive com a família a 300 metros do alvo do ataque, no bairro de Sheikh Raiduan.

A destruição no núcleo urbano mostra sinais de operação cirúrgica, mas na periferia adquire reflexos de ataque indiscriminado.

No leste, os muros da mesquita de Azzadik no bairro de Salam estavam crivados de tiros.

Um pouco mais em cima, também na rua Abe Radbo, as casas de três famílias tinham-se transformado em massas de cimento.

As plantações em volta tinham sulcos dos buracos das bombas, que arrancaram muitas árvores frutíferas.

No bairro de Jebalia, no extremo oriental da cidade, o panorama é mais desolador.

Nada fica nessa área, a mais próxima à fronteira com Israel e onde os tanques arrasaram nas duas ultimas semanas de guerra o que na primeira havia resistido de pé aos contínuos bombardeios aéreos israelitas.

Restos de casas, fábricas, oficinas, hangares, lojas e cisternas se amontoavam junto a carcaças de camiões e de maquinaria, e os cadáveres de cabeças de gado em avançado estado de decomposição.

Crianças e idosos em carros puxados por burros passavam entre os escombros na busca do que ainda pudesse ter alguma utilidade, e grupos de homens reuniam-se à volta de fogueiras para se protegerem do frio.

"Isto é o resto da minha empresa", diz Taha Dellul, mostrando com o olhar um bloco de cimento armado numa estrutura metálica, sobre o qual compartilha sua perda com uma dúzia de ex-empregados.

"Era uma fábrica de elementos para a construção que nos dava o que viver", explica.

"Viemos aqui porque não sabemos outro lugar aonde ir", acrescenta Dellul, que só confia "na comunidade internacional".

"Não confio em Israel, nem no Hamas, nem no Fatah (o movimento nacionalista do presidente palestiniano, Mahmoud Abbas). Eles não fazem mais do que brigar entre eles e não quero nenhuma das ajudas que nos prometeram", afirma.

"Só confio na comunidade internacional", repete, como um mantra.

A 200 metros, três famílias montaram com toalhas, tapetes, paus e ferros um refúgio junto ao que foi sua casa.

"Uma noite recebi uma chamada pelo celular que me deixou perplexo. Alguém em árabe se identificou como militar israelita e disse que saíssemos porque iria bombardear nossas casas", diz com cara de incredulidade o patriarca de uma das famílias, Helmy Siyam.

"Nós fomos imediatamente e, horas depois, destruíram nossas casas", lembra, sem compreender como o Exército de Israel tinha seu número de telefone.

Pouco depois de concluir a reza do meio-dia na mesquita de Al Katiba - a mais popular da cidade-, o imã Ahmed Abdelaziz Abu Billel pediu aos crentes "paciência e plena confiança em Deus".

"Tende paciência e persevere no caminho do Profeta, porque se o fazemos, Deus nos ajudará", disse a autoridade religiosa desse templo, situado frente ao mar, onde no início da tarde a água e o céu se confundiam na linha de um horizonte cinza. EFE


Fonte da notícia: Globo G1


Clique na seta para ver o gráu de sofrimento e devastação.

Lembre-se que tudo isto foi feito em nome da nossa democracia ocidental levada a cabo por governos corruptos e imorais. As cenas gráficas apresentadas neste filme poderão ferir as sensibilidades dos mais novos.

Viewer discretion is advised

Etiquetas: , , , , , , , ,

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Genocídio na Faixa de Gaza

http://fotos.sapo.pt/QY7ndU2z4HI5zd0PKn5z/x435


O mundo não pode continuar assistindo com a indiferença dos covardes o massacre que vem sendo imposto de modo desumano ao povo Palestino. O que está ocorrendo na faixa de Gaza não tem outro nome, senão o de genocídio; tão abominável quanto o praticado por Adolf Hitler na segunda grande guerra.


O mais triste é constatar que as agressões de Israel mesmo violando todos os direitos e os tratados internacionais vêm recebendo os beneplácitos logísticos e financeiros dos Estados Unidos e da União Européia.


Porém, apenas parte desta verdade inconveniente tem chegado até nós e ao resto do mundo em função do comprometimento da mídia marrom mundial ante o discurso mentiroso e estratégico do Pentágono e do governo bélico de Israel. Além de todo o aparato de controle das informações que saem para a opinião pública internacional(leia-se agências de notícias).


Nada nos faz desacreditar que o pretenso estado israelita é uma usurpação daquilo que um dia foi o chão do povo Árabe. Os palestinos, desde a divisão do seu espaço geográfico em 1947 vêm tendo sistematicamente suas terras invadidas por Israel. De modo que desde então, apenas se defendem lutando como pode contra todo o poderio belicoso daqueles os tornaram prisioneiros e escravos dentro do seu próprio território.


Sob a desculpa de que precisam destruir o Ramas os israelitas praticam toda sorte de crime e atentados contra a dignidade humana. Executam, inclusive, o pior dos terrorismos assim como os Estado Unidos, que é o terrorismo de estado. Desrespeitando toda e qualquer forma do direito internacional... Cometem crimes de guerra dos mais horripilantes e pusilânimes de onde não estão livres sequer as crianças, mulheres e idosos. O que acontece hoje nos chamados territórios ocupados é um massacre sem tamanho. Um genocídio injustificável, praticado por um pseudogoverno que se diz legítimo e merecedor do crédito dos países árabes da região. Por isso todo o ódio que desperta na maioria dos seus vizinhos do Oriente Médio. Sua sede expansionista os condena aos mesmos crimes praticados pelos nazistas, terroristas e ditadores do mundo.


Hoje a luta dos palestinos na faixa de Gaza e nos território ocupados mais que por soberania e terra para se viver, também é por água para sobreviver a uma disputa que equivocadamente está sendo chamado de guerra, posto que não pode haver guerra de um exército só. Não somente por meio de mísseis, bombas, tanques, aviões e armas químicas, Israel também castiga os palestinianos controlando as escassas fontes de água potável. Suprimem a entrada de medicamentos, socorro e alimentos para os que estão cercados, refugiados, exilados na sua própria pátria-mãe.

Para ver a animação clique neste link e aguarde uns segundos.

Afinal de contas, meias-verdades, mentiras e equívocos é o que não falta neste conflito de Davi contra Golias. Não é possível conceber o argumento dos que defendem o exército de Israel, visto que eles é que são os agressores e, por isso mesmo não podem continuar se passando por vítimas. Por se tratar de uma operação bélica claramente desigual, de cerco e extermínio de um povo que lhe é retirado até mesmo o sagrado direito de possuir seu próprio chão.



A ONU que por diversas vezes já demonstrou ser o braço direito dos EUA e ao serviço dos governos imperialistas no mundo, até o momento faz vista grossa e ouvido de mercador diante das enormes barbaridades cometidas contra o povo palestino. Nenhuma condenação pública foi votada contra Israel. Tudo o que a ONU conseguiu realizar foi uma resolução apática expressa num pedido de cessar-fogo; algo simplório e previsível demais, para um episódio de proporções fratricidas com que vem se transformando a questão na faixa de gaza e nos território ocupados da Palestina.


È certo que a solução para o conflito é difícil devido as razões históricas que envolvem Árabes e Judeus. No entanto, o mundo precisa se posicionar em favor da paz, da vida, da lei e da verdade, queiram os EUA ou não. Mas, é preciso entender a forma de luta e resistência de um povo oprimido, humilhado e encarcerado na sua própria terra(ou o que restou dela) não cabendo a mera criminalização do Hamas sem um aprofundamento de mérito na crise. A razão de ser da resistência é a ocupação dos territórios. Um conflito que do jeito que vai envergonhará o mundo e cobrirá de sangue o mapa do Oriente Médio.


Em nome da paz, da soberania e da solidariedade internacional entre os povos o Brasil, por exemplo, como estado democrático e de direito, signatário dos tratados e organismos internacionais precisa condenar o genocídio engendrado contra o povo palestino. E quem sabe, até romper relações diplomáticas com Israel, assim como corajosamente o fez o presidente Hugo Chavéz da Venezuela.


O governo de Israel deve ser condenado e os EUA juntamente com a UE responsabilizados pelo Conselho de Segurança da ONU, mesmo sabendo que isso não trará efeito algum do ponto de vista concreto, basta recordar a questão do Iraque. No entanto, a comunidade internacional precisa saber das verdadeiras razões que movem os agressores da nação palestina, bem como aqueles que os apóiam.


Os palestinos têm pelos menos o direito de resistir contra às forças de ocupação do seu território e aos que almejam o extermínio dos seus compatriotas.

(*) José Cícero
Professor, escritor e poeta.
Presidente Municipal do PC do B.
Secretário de Cultura, Turismo e Desporto
de Aurora – CE.




Nota Pessoal



Faço minhas na íntegra as palavras do Dr. José Cícero. Nada mais há a dizer, já está tudo dito.



Fonte: AVOL

Etiquetas: , , , , , , , ,

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dois desejos insaciáveis de Israel

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.



O primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, afirmou ontem que Israel está à beira de alcançar os objectivos que definiu para a ofensiva na Faixa de Gaza, mas instou as tropas a serem "mais pacientes", pois o esforço de guerra, iniciado há 17 dias, vai continuar.


"É preciso ainda mais paciência, determinação e esforço para concretizarmos os nossos objectivos de uma forma capaz de alterar a situação de segurança no Sul de Israel", afirmou Olmert, sem anunciar uma data para o final da ofensiva, que desde 27 de Dezembro fez pelo menos 869 mortos em Gaza, muitos deles civis, e provocou ainda a morte de 13 israelitas.


Israel espera anular o poder do grupo radical Hamas e pôr fim ao lançamento de rockets sobre cidades judaicas junto da fronteira de Gaza. O líder no exílio do grupo radical palestiniano, Khaled Meshaal, afirmou ontem que as forças israelitas não conseguiram nada e designou a ofensiva como um "holocausto". "Transformaram apenas cada casa num foco de resistência", afirmou o dirigente.


A aviação e artilharia israelitas fizeram ontem novos bombardeamentos, que, em conjunto com os combates travados pelas forças terrestres nos arredores da cidade de Gaza, terão feito 29 mortos. O Hamas respondeu com o disparo de 12 rockets.


Entretanto, o ‘New York Times’ noticiou que o presidente George W. Bush recusou em 2008 um pedido de Israel de bombas capazes de arrasar os bunkers da principal instalação nuclear do Irão. Paralelamente, o presidente terá autorizado acções secretas de sabotagem do programa.




Fonte da notícia: Correio da Manhã

Nota Pessoal:

Os israelitas alegam que foram disparados 12 rockets pelo Hamas enquanto o próprio Hamas nega tudo e diz que não foram da sua autoria. Na minha opinião o Hamas não tem qualquer necessidade de mentir, afinal de contas está em guerra com Israel e tem todo o direito de se defender. Conhecendo bem a tendência diabólica israelita pela expansão territorial, tudo isso graças à incansável ajuda monetária dos EUA, neste momento não tenho quaisquer dúvidas que sejam os próprios israelitas que estejam por trás do envio desses mesmos rockets sobre Israel. De salientar que essa mesma técnica tem sido igualmente utilizada pelos americanos no Iraque e no Afganistão.

Hoje está mais do que provado que Israel não olha a meios para atingir os fins, tudo serve para continuar, embora de forma indirecta, o grande objectivo de todos que é seguramente manter activa a sua expansão territorial e, a qualquer custo, mesmo à custa de sangue inocente derramado dos palestinianos.

Entretanto essa mesma mentira e decepção israelita continua a proliferar enquanto o mundo inteiro vai acreditando nela. Falam do holocausto e perguntam como foi possível que isso tenha acontecido. Na minha opinião o holocausto não passa de uma medida de justiça divina, ou seja, pagaram por aquilo que estão a fazer agora aos palestinianos.

Etiquetas: , , , , , , ,

sábado, 3 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A prepotência de Israel

Para ver a animação clique neste gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this gif and wait a few seconds.



As forças terrestres israelitas entraram esta noite na Faixa de Gaza, onde se regista uma intensa troca de fogo. A operação militar vai durar «muitos dias», adianta o exército. A União Europeia considera a acção israelita um acto «defensivo, e não ofensivo», enquanto Paris e Londres condenam Telavive. O Conselho de Segurança da ONU vai reunir-se de emergência esta madrugada.


Segundo a Associated Press e a imprensa israelita, as tropas atravessaram a fronteira de Gaza cerca das 18h de Lisboa. Fontes militares confirmam que «está em marcha a segunda fase da operação» contra o Hamas.


«O objectivo é destruir a infraestrutura terrorista do Hamas», declarou ao jornal Haaretz a major Avital Leibovitch, porta-voz das forças armadas.


«Vamos ocupar algumas das áreas usadas pelo Hamas no lançamento dos seus rockets», afirmou, adiantando que a operação pode durar «muitos dias», sem precisar quantos.


'Desejamos a paz'


«Não desejamos a guerra, mas não podemos permitir que civis israelitas continuem permanentemente sob ameaça do terrorismo», declarou esta noite o ministro da Defesa Ehud Barak.


«Desejamos a paz, aguentamos esta ameaça durante muitos anos, mas chegou o tempo de proteger aquilo a que qualquer cidadão do mundo tem direito, a sua segurança», disse Barak.


Um comunicado das forças israelitas sublinha que o seu alvo é o Hamas, e não a população palestiniana. O exército remete mais informações para um balanço a ser feito no domingo, impondo até lá um rigoroso controlo noticioso.


Hamas alerta para 'armadilha'


Um outro comunicado, desta feita do Hamas, alerta que «Israel vai pagar um preço elevado» pela operação terrestre, enquanto uma fonte do movimento garante que já foram abatidos «vários» soldados israelitas.


Um SMS enviado por fonte das Brigadas Al-Qassam (braço militar do Hamas) anuncia que «os sionistas aproximam-se da armadilha que os nossos guerreiros prepararam».


Estima-se em cerca de 15 mil o número de combatentes prontos a enfrentar as forças israelitas em Gaza, e especula-se sobre a possibilidade do Hezbollah, no Líbano, lançar uma nova campanha de rockets em solidariedade para com o Hamas.


Milhares de reservistas chamados


Um vasto número de elementos da infantaria israelita, da artilharia e serviços secretos, todos munidos com óculos de visão nocturna, entrou no território cerca das 18h de Lisboa, apoiado pela força aérea e a marinha. Um grande número de tanques também entrou na faixa.


As forças armadas estão a chamar dezenas de milhares de reservistas, adianta o gabinete do ainda primeiro-ministro israelita Ehud Olmert.


O Canal 10 israelita indica ainda que estão a ser disparados tiros de artilharia ao longo de toda a fronteira para detonar os explosivos e as minas deixadas pelos militantes do Hamas.


Tiros de artilharia antecederam, durante a tarde de sábado, a invasão terrestre. A cúpula máxima do Hamas encontra-se incontactável. A Cidade de Gaza, onde vivem cerca de um milhão de pessoas, está às escuras.


Vítimas civis a norte de Gaza


Em Beit Lahiya, na zona norte da Faixa de Gaza, há notícia de várias vítimas civis, às quais as equipas de emergência não conseguem chegar devido à troca de tiros entre elementos do Hamas e tropas israelitas.


Nesta mesma localidade, pelo menos 13 pessoas morreram este sábado após um ataque aéreo.


No outro lado da fronteira, a protecção civil israelita recomendou às populações mais próximas de Gaza que se preparem para ficar em abrigos durante 48 horas.


Semana de bombardeamento


A operação militar em curso representa o culminar de uma semana de intenso bombardeamento por parte da aviação israelita a alvos do movimento islamita Hamas, acusado de disparar centenas de rockets contra zonas habitacionais judaicas.


A comunidade internacional tem apelado à contenção das duas partes e condenado tanto os disparos do Hamas como a forte resposta militar israelita, que já vitimou mortalmente mais de 400 palestinianos (
ler mais). Teme-se que pelo menos um quarto do número total de vítimas sejam civis.


Protestos em todo o mundo


A invasão da Faixa de Gaza acontece a seis semanas das eleições legislativas em Israel, onde este sábado decorreram manifestações de apoio mas também de oposição à guerra.


Um pouco por todo o mundo, o cenário repetiu-se, mas com uma prevalência para manifestações contra a operação militar. Milhares de pessoas protestaram em cidades como Nova Iorque, Londres e também Paris, onde se registaram confrontos, detenções e a destruição de veículos.


'Desunião' Europeia


Este sábado, a presidência checa da União Europeia, citada pelo Canal 2 israelita, e não Durão Barroso, como foi inicialmente indicado, afirmou que a operação terrestre em curso em Gaza é um acto «defensivo, e não ofensivo».


A inexperada declaração de Praga contraria a posição da maioria dos governos europeus. Londres informou que Gordon Brown pediu a Ehud Olmert que decrete imediatamente um cessar-fogo.


França, cujo presidente Nicolas Sarkozy visita o Médio Oriente na segunda-feira, condenou este sábado a acção militar israelita, enquanto o governo espanhol contactou o presidente palestiniano Mahmoud Abbas para expressar a sua «solidariedade» com o povo de Gaza.


A Síria, por iniciativa do presidente Bashar al-Assad, contactou este sábado o Irão e a Rússia para analisar a situação em Gaza.


Em Nova Iorque, o Conselho de Segurança das Nações Unidas vai reunir esta madrugada de emergência.




Fonte da notícia: Sol / Sapo

Etiquetas: , , , , , , ,

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O vampirismo israelita

Para ver a animação clique neste gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this gif and wait a few seconds.



O chefe-adjunto do Estado-Maior israelita, o general Dan Harel, disse que o nenhum edifício do Hamas ficará em pé na Faixa de Gaza quando estiver concluída a operação militar que o estado judaico está a levar a cabo na região palestiniana.


O alto responsável israelita realçou que esta operação «é diferente das anteriores». «Colocámos a fasquia muita alta e vamos nessa direcção», apontou, citado pelo sítio noticioso «Ynetnews».


«Estamos a atingir edifícios governamentais, fábricas, zonas de segurança e outras», acrescentou Harel. «Depois da operação, nenhum edifício do Hamas ficará em pé em Gaza», assegurou o general.


Dan Harel referiu ainda que se está apenas no «princípio da batalha». «O pior não está para trás, ainda está para vir, e devemos estar preparados para isso», frisou.


O vice-primeiro-ministro de Israel, Haim Ramon, disse que o objectivo da ofensiva na Faixa de Gaza é fazer cair o governo do Hamas.


«Suspenderemos os ataques imediatamente se alguém assumir a responsabilidade por este governo», disse Haim Ramon, apontando em seguida: «Todos excepto o Hamas».
O governante explicou que a missão do exército de Israel é «impedir que o Hamas tome controlo do terreno».



Fonte da notícia: IOL Diário

Etiquetas: , , , , ,

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Mais mortos e feridos na Palestina

Testemunhas afirmam que tanques israelitas entraram nos subúrbios de Gaza


Pelo menos nove palestinianos foram mortos na Faixa de Gaza por militares israelitas, noticia a BBC. Segundo fontes médicas, tanques do estado judaico entraram no território e chegaram à zona leste dos subúrbios da cidade de Gaza. Outras nove pessoas ficaram feridas.


Segundo a BBC registaram-se fortes trocas de tiros entre militares do exército de Israel e militantes palestinianos, seis dos quais terão morrido.


Entre as vítimas está o filho de Mahmoud Zahhar, um dos líderes da facção palestiniana do Hamas na Faixa de Gaza.


Estes incidentes acontecem um dia depois dos negociadores israelitas e palestinianos terem iniciado conversações sobre o conflito que assola a região.

Fonte da notícia: Portugal Diário

Etiquetas: , , , ,


Jorge Goncalves

web site hit counter

Add to Technorati Favorites
Estou no Blog.com.pt

Galeriacores / Home I ForumsIGrupo/Groups I Cartoons I Publicações I Culinária/Recipes

Altar virtual /Chapel I Notícias dos Açores I Notícias da Graciosa I Links I Fotos-Photos


Pesquisa personalizada

Outros blogs de interesse:

Notícias da Ilha Graciosa
Notícias dos Açores
Curiosidades
TV grátis via Satélite
Satellite free TV
Desgarradas pela Internet
O mundo da música grátis
Plantas Milagrosas
Saúde e dietas
Galeriacores cartoon humor


Photography Newsfeed:




Galeriacores © Some rights reserved

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

Contacte o dono deste blog:

Galeriacores@gmail.com




Melhor visualização com a Internet Explorer / Best viewd with the Internet Explorer