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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Sarah Palin eleita a «mentirosa do ano»

Sarah Palin liar of the year
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A antiga candidata republicana à vice presidência dos EUA, Sarah Palin, foi eleita a «mentirosa do ano» de 2009 pelo PoliticFact.com, um site especializado em assuntos políticos.

O «post» que a antiga governadora do Alasca colocou na sua página do Facebook, de que o presidente Barack Obama planeava introduzir «jurados da morte» no sistema de saúde americano, foi considerado a mentira de 2009, refere a «BBC».

«Os meus pais ou o meu bebé com Síndrome de Down terão de comparecer perante os «jurados da morte» de Obama, para que esses burocratas decidam se eles podem ter plano de saúde», escreveu Palin em Agosto, no auge do debate sobre a reforma no sector da saúde.

Palin aludia ao suposto plano do governo de criar painéis para determinar se idosos e portadores de deficiência poderiam receber assistência médica.

Seguiram-se debates em jornais, talk-shows, blogs e reuniões políticas.

A declaração de Palin foi citada quase seis mil vezes nos dois meses seguintes, mas o «PolitiFact.com conclui, após consultar especialistas de ambos os lados políticos, que nunca houve planos para introduzir os chamados «jurados da morte».

Cinco mil leitores do site votaram na mentira de 2009, tendo 61 por cento escolhido os «jurados da morte» de Sarah entre oito finalistas.



Fonte: IOL

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sábado, 7 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Livros: ler ou não ler eis a questão

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Uma sondagem levada a cabo pelo site britânico World Book Day revelou que dois terços dos inquiridos já mentiram sobre livros que leram, sendo o 1984 de George Orwell (42 por cento) e o Guerra e Paz de Leo Tolstoi (31 por cento), seguido do Ulisses de James Joyce (25 por cento), aqueles que mais pessoas tinham dito que leram sem ser verdade.

A razão da mentira, na maior parte dos casos, era simples: impressionar o interlocutor. A Bíblia (em quarto lugar, com 24 por cento) e a autobiografia de Obama A Minha Herança (Dreams From My Father, no original) (nono lugar, com 6 por cento) também estão na lista dos livros sobre os quais as pessoas mais mentiram.

Antes de Obama estão Madame Bovary, de Gustav Flaubert (16 por cento), Uma Breve História do Tempo de Stephen Hawking (15 por cento), Os Filhos da Meia-Noite, de Salman Rushdie (14 por cento), Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust (9 por cento). A lista termina com O Gene Egoísta, de Richard Dawkins.

Outras conclusões do inquérito: 41 por cento dos que responderam às questões confessaram ter ido espreitar à última página para saber o que acontece antes de terem terminado o livro. E ainda 96 por cento admitiram ter ficado acordadas até tarde para acabar um livro.

Fonte: Publico.pt

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Senado quer saber se Bush é criminoso

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A comissão dos Assuntos Jurídicos do Senado norte-americano vai examinar a 4 de Março a possibilidade de abrir um inquérito sobre as derivas judiciárias da administração Bush, anunciou esta quarta-feira o presidente deste órgão, o democrata Patrick Leahy, escreve a Lusa.

«Nós não devemos ter medo de descobrir o que fizemos se quisermos continuar a ser uma nação vigilante na defesa tanto da nossa segurança nacional como da nossa Constituição», declarou o senador Leahy num discurso no Senado.

Comissão independente

A 9 de Fevereiro, Leahy indicou que desejava criar uma comissão independente de inquérito sobre as derivas, nomeadamente no interior das fronteiras americanas, da administração Bush no quadro da sua «guerra contra o terrorismo».

«Nada provocou tantos prejuízos à estatura da autoridade moral da América que a revelação que, neste últimos oito anos, abandonamos o nosso empenhamento histórico a favor dos direitos do homem, violando a lei», argumentou Leahy.

Associações de defesa dos direitos do homem e parlamentares multiplicaram desde o Outono os apelos à abertura de um inquérito sobre as escutas telefónicas autorizadas pelo executivo sem mandato da justiça nem do Congresso, o recurso à tortura nos interrogatórios antiterroristas ou ainda o afastamento de nove procuradores em 2006 por razões políticas.

Recurso à tortura

Leahy precisou que pretendia inquirir também sobre o programa de transferência de detidos para interrogatórios levada a cabo pela CIA, os maus tratos na prisão de Abu Ghraib no Iraque, a destruição de documentos ou a redacção de notas internas que justificaram essas derivas, nomeadamente o recurso à tortura.

«Ninguém está acima das leis»

Interrogado a 9 de Fevereiro sobre a eventualidade de uma comissão de inquérito, o Presidente Barack Obama declarou: «a minha posição geral é de dizer: (...) viremos a página». «Mas penso também que ninguém está acima das leis», acrescentou, pronunciando-se a favor de acusações judiciais no caso de violações graves.

«Devemos ler a página antes de a voltarmos», afirmou esta quarta-feira Leahy, defendendo que o «objectivo da comissão seja o de encontrar a verdade». Precisou que esteve em contacto com a Casa Branca sobre esta questão.

«Saber se foram cometidos crimes»

Para si, o inquérito da comissão deverá ultrapassar a «questão de se saber se foram cometidos crimes» e dedicar-se sobre os «erros» que foram cometidos «de maneira a não repeti-los».

Uma sondagem Gallup de 12 de Fevereiro mostrou que cerca de dois terços dos norte-americanos são favoráveis à abertura de um inquérito sobre os métodos utilizados pela administração na sequência dos atentados do 11 de Setembro de 2001.



Fonte: IOL Diário

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A verdade e a mentira

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Um psicólogo americano defende que todos seríamos mais felizes se só disséssemos a verdade. Sobreviria o mundo sem a mentira?

Para ser absolutamente honesto, arrependi-me de ter proposto este artigo no momento em que me sentei ao computador para começar a escrevê-lo. Esta é a história de um movimento chamado Honestidade Radical. Segundo o seu fundador, o psicoterapeuta americano Brad Blanton, de 66 anos, "todos seríamos mais felizes se deixássemos de mentir". Como a personagem de Jim Carrey no filme "O Mentiroso Compulsivo" deveríamos contar sempre a verdade, não apenas durante um dia mas por toda a vida. Isso implicaria abandonar mesmo aquelas mentiras mais pequenas e insignificantes, incluindo as "piedosas", as meias verdades que adoptamos para não ferir os egos daqueles com quem nos relacionamos.

No mundo da Honestidade Radical, eu não poderia mais esboçar um sorriso amarelo e desviar o assunto sempre que uns pais babados me perguntassem se o filho acabado de nascer, ainda roxo e enrugado, não era a criança mais bonita que já vi. Segundo Blanton, mesmo essas verdades reprimidas devem ser expressadas. "Se o pensas, afirma-o." Só assim se poderá abrir o caminho à verdadeira comunicação.
Sociedade admite 'pequenas mentirinhas'

O psicólogo Rui Manuel Carreteiro admite que, do ponto de vista clínico, a teoria tem alguma razão de ser. "A saúde mental só pactua com a verdade. Muitas vezes, a mentira, o delírio ou a negação parecem o melhor caminho, mas os resultados nem sempre são positivos." Carreteiro sublinha, contudo, que a sociedade está instaurada de forma a admitir, e até encorajar, as "pequenas mentirinhas" e que, por isso, há limites e formas de expressar a nossa honestidade. "Muitas vezes, a mentira seria desnecessária se tivéssemos a coragem e o bom senso de expressar a verdade com as devidas maneiras. Entre 'Essa saia fica-te horrível' e 'Fica-te mesmo bem', há espaço para uma sinceridade que nos tornaria mais fiéis, amigos e verdadeiros."

Blanton, claro está, discorda. Se uma amiga mais rechonchuda pergunta como lhe assenta o novo vestido, devemos ser frios como o Dr. House: "Faz-te parecer mais gorda." Se temos fantasias sexuais com a cunhada, devemos não só dizê-lo a ela como confessá-lo à nossa companheira. Teorias como estas talvez expliquem o porquê de este profeta da verdade ir já no quinto casamento (com uma hospedeira sueca 26 anos mais nova que ele) e partilhar detalhes da sua vida sexual como quem fala do que comeu ao almoço: "Dormi com mais de 500 mulheres e meia dúzia de homens. Tive vários trios. Num deles, havia uma prostituta hermafrodita", admitiu à revista "Esquire". Afirmações como esta ajudarão certamente a vender muitos livros, mas imagino como seria o mundo se triunfasse a Honestidade Radical. Resistiriam os casamentos e as amizades? Sobreviveriam os nossos egos? Aumentaria o desemprego? Mudariam os políticos de profissão? "Um mundo onde só existisse honestidade seria um lugar pior e não melhor", conclui Núria Blanco, uma tradutora de 29 anos. "Podemos escolher não contar às pessoas coisas que só as vão magoar. Há coisas que elas não precisam que lhes digam."

David Smith, psicólogo e autor de "Por que Mentimos" (versão brasileira), concorda. "Se todos fossem completamente honestos, seria o fim da sociedade humana", afirmou ao "Expresso" (ver entrevista nestas páginas). Já o dizia o poeta e humanista alemão Sebastian Brant há mais de meio milénio: "O mundo deseja ser enganado." Se assim não fosse, viveríamos provavelmente em pequenas guerras civis circunscritas ao nosso círculo de relações. "A verdade", defendia o psicólogo austríaco Alfred Adler, "é, muitas vezes, uma terrível arma de agressão. Usando-a, é possível mentir e até matar".
Mentira é usada para sobreviver

A verdade nua e crua é que todos mentimos, "todos os dias, a todas as horas, na alegria e na tristeza", como escreveu Mark Twain num ensaio sobre a arte de mentir. A maioria de nós não somos mentirosos compulsivos e patológicos como a personagem de Jim Carrey, mas todos soltamos aqui e ali pequenas mentiras para não ferir os sentimentos de alguém ou para fugir a uma situação que não desejamos. Afinal, a mentira e a dissimulação são tão naturais como a própria vida. Não se camuflam várias plantas e animais para conseguir alimento ou enganar os predadores? "Tal engano não se trata de um simples jogo: os animais cujos disfarces não funcionam, não sobrevivem", garante o psiquiatra Rui Coelho. Pois também o Homem, qual camaleão, usa a mentira para sobreviver em sociedade.

Já com o artigo pronto, recebi a resposta de Brad Blanton a duas perguntas que lhe havia colocado. Quis saber se a Honestidade Radical não poderia conduzir facilmente à crueldade radical e a um mundo com pequenas guerras civis a cada esquina. A sua resposta: "Faça a merda do seu trabalho de casa. Fez-me as mesmas perguntas superficiais e ignorantes de sempre. A resposta à pergunta um é Não e a resposta à pergunta 2 é Não. Faça o seu trabalho de casa com seriedade ou beije-me o cu." Que tal isto para Honestidade Radical?

Somos maus a detectar mentiras

David Smith, psiquiatra, autor de "Por que Mentimos" (ed. brasileira)

Por que mentimos? Os mentirosos habilidosos são frequentemente mais bem sucedidos na vida do que aqueles que mentem menos ou com menos eficácia. Os que são capazes de mentir melhor são geralmente mais populares, têm os melhores empregos e mais sucesso com o sexo oposto. Isto acontece porque são capazes de manipular as percepções dos outros sobre si.

Há quem se queixe de que a honestidade não faz muitos amigos. Porquê? A vida social assenta em grande parte na mentira e no engano. Uma pessoa honesta é, assim, mais facilmente marginalizada. Se as pessoas fossem completamente honestas, a sociedade humana acabaria. Imagine como seria o mundo se todos disséssemos o que estamos a pensar.

Como podemos detectar que uma pessoa está a mentir? Em geral, somos muito maus a detectar mentiras. A melhor forma de fazê-lo é ignorar o que a pessoa está a dizer e focarmo-nos nos sinais não verbais: o seu movimento e o tom da voz. Somos, contudo, melhores a detectar mentiras inconscientemente, do que quando tentamos fazê-lo com consciência. Devemos, por isso, confiar na nossa intuição.




Fonte da notícia: Expresso

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terça-feira, 23 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Viagem à Lua "a maior mentira e fraude do século XX"

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A "viagem" dos norte-americanos à Lua em 1969 foi uma das maiores mentiras do século XX. Inúmeras evidências provam que realmente tudo não passou de uma enorme farsa.

A mentira da Lua é apenas uma das muitas mentiras da "máfia belicista" do Pentágono e um show televisivo que, até hoje, inventa a realidade, de acordo com seus próprios interesses. Existem várias provas e imagens que mostram que o homem nunca caminhou sobre a lua.

Na minha opinião e na de tantos outros e ainda segundo as muitas provas que já foram apresentadas, esta não é de forma alguma a única farsa. Existem muitas mais como, por exemplo, a queda das Torres Gêmeas que, segundo a versão oficial dos EUA, terá sido levada a cabo pelos árabes.

Agora acreditem no que quizerem mas não se deixem enganar!

Já o Adolfo Hitler dizia "quanto maior for a mentira mais o mundo acredita nela".

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Jorge Goncalves

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