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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Bullying afecta 2 milhões de crianças europeias

BULLYING AFFECTS 2 MILLION EUROPEAN CHILDREN
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O bullying afecta dois milhões de crianças em toda a Europa. Os dados foram apresentados, esta terça-feira, por Werner Katwijk, director da Ouders & Coo, uma associação holandesa de pais cristãos, no seminário «Bullying - Prevenção da violência na escola, no trabalho e na sociedade», promovido pela Fundação Pró Dignitate.

Citado pela Agência Lusa, o especialista diz que o bullying é uma guerra silenciosa que atinge muitos lares portugueses e «arruína a vida» de cerca de 40 mil crianças. «Os efeitos de bullying são graves e causam falta de auto estima. As pessoas sentem-se insignificantes e sem valor», disse Katwijk, alertando que o fenómeno arrasta elevados custos para o Estado.

Katwijk citou um estudo realizado em 2000 na Holanda, de acordo com o qual, dos 2,4 milhões de crianças holandesas, 385 000 eram vítimas de bullying por outras crianças. Entre estas, 75 000 foram de tal forma vítimas de violência física e psicológica que a vida escolar se tornou um inferno. O especialista diz que estas crianças acabaram por ter de repetir um ano na escola e representaram um custo médio para o Estado de nove mil euros.

Além disso, acrescentou Werner Katwijk, uma criança vítima de bullying vai enfrentar muitos problemas durante a vida: desde distúrbios na alimentação, desemprego, problemas de relações humanas, o medo de terem os seus próprios filhos e um elevado risco de suicídio como resultados destes traumas.

Da escola para o trabalho

O estudo holandês revela que o bullying não atinge só crianças, há também muitas vítimas no local de trabalho. de acordo com a investigação, cerca de 300 mil trabalhadores eram vítimas deste fenómeno no local de trabalho, o que representa um custo anual de cerca de 12 milhões de euros naquele país.

Katwijk disse que o custo médio de um trabalhador vítima de bullying é de 50 mil euros. «Se compararmos a Holanda com Portugal e se partirmos do princípio de que a média do trabalhador português é semelhante ao holandês os resultados serão parecidos», sublinhou.

Fonte: IOL Diário

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domingo, 21 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Violência e terrorismo: Porquê?

VIOLENCE AND TERRORISM: WHY?
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O atentado bombista de sábado, que ocorreu perto de Kirkuk, no norte do Iraque, provocou 72 mortos, de acordo com um novo balanço. O ataque suicida foi, assim, o mais mortífero dos últimos 15 meses naquele território.

«O resultado da explosão do atentado suicida com um camião armadilhado, ontem, em Taza, é hoje de 72 mártires», avançou o chefe da polícia da região, Sarhad Oadir, acrescentando que o número de feridos já ultrapassa os 200.

A explosão ruiu perto de 80 casas, por isso várias pessoas podem ainda estar sob os escombros. «É provável que este número aumente ainda mais, porque as operações de busca ainda não terminaram», explicou o médico da morgue de Kirku, Ibrahim Mohammed Jassem.

O atentado contra a mesquita, numa zona maioritariamente turcomana, foi atribuído à Al-Qaeda, sendo que o camião, «que transportava mais de uma tonelada de explosivos», estacionou a 400 metros do local, visando «os antigos bairros de Taza», esclareceram as autoridades, que garantem que «as tentativas de desestabilizar a segurança estão destinadas ao fracasso».

Os analistas acreditam que, até às eleições legislativas, prevista em Janeiro, o Iraque será alvo frequente de atentados da Al-Qaeda e outros grupos terroristas, principalmente muçulmanos sunitas.



Fonte: Diário Digital

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quarta-feira, 1 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Protestos contra o G20

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A Polícia de Intervenção foi chamada esta tarde, em Londres, após milhares de manifestantes contra o G20 terem atacado um polícia e tomado de assalto uma sucursal do Royal Bank of Scotland, no centro da cidade, avança a Sky News.

A multidão enfurecida partiu vários vidros do Banco e escalaram até ao interior. O correspondente da Sky News, no local, afirmou ter visto imagens CCTV, circuito de vídeovigilância britânico, recolhidas pela polícia, que mostram os invasores a removerem algum equipamento e a começarem um pequeno incêndio.

Ao início da tarde um polícia foi ferido durante os confrontos entre as autoridades e os manifestantes. Milhares de pessoas estão nas ruas de Londres a protestar contra a cimeira do G20. Segundo os relatos recolhidos no local, uma pessoa acertou num polícia com um poste.
Várias pessoas ficaram feridas e pelo menos 23 foram presas, sendo que algumas delas usavam uniformes de polícia. A Scotland Yard ainda não soube explicar o motivo deste disfarce.

As frases de luta são constantes, visando quase sempre os banqueiros e os próprios líderes dos países mais ricos, numa altura em que a crise atinge repercussões gravíssimas. O centro da manifestação acabou por formar-se junto ao Banco de Inglaterra, tento partido de vários pontos da cidade.

A manifestação vai-se alastrando a outras ruas de Londres, mas atinge basicamente a zona financeira da cidade. Muitas lojas optaram por fechar as portas durante o dia de hoje, prevendo a confusão.



Fonte: IOL Diário

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segunda-feira, 30 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


«Limpeza sexual» no Iraque

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Ahmed tinha 14 anos quando ele foi executado pela polícia iraquiana em Dora em Maio de 2006. Quatro polícias chegaram à sua humilde casa, acusaram-no de «corrupto» e «choque» para a sua comunidade e foi baleado duas vezes na cabeça. O seu crime foi manter relações sexuais com homens «em troca de pequenas quantias de dinheiro e comida. Ele tinha que ajudar a sua família», explica Ali Hili, responsável pela LGBT iraquiana, ONG constituída por 30 iraquianos exilados no Reino Unido.

Como Ahmed, cerca de 480 gays, lésbicas, bissexuais ou transgéneros iraquianos foram mortos desde a invasão, muitas vezes pela polícia. A ONG descreve este acto como «uma das mais organizadas e sistemáticas campanhas de limpeza sexual na história», refere em entrevista ao jornal «El Mundo».

Esta é uma das faces menos conhecida da tragédia do Iraque, apesar das queixas que o relatório da ONU destacou, em 2006, como «grupos islâmicos e milícias são conhecidos por serem particularmente hostis com os homossexuais, tendo frequentes e abertas campanhas de violência contra eles.»

Perseguição sexual

Legalmente, a situação não é muito melhor uma vez que o Iraque «libertado» é um dos nove países do mundo onde está em vigor a pena de morte para os homossexuais. Assim, a impunidade de que têm beneficiado os extremistas prevaleça apesar de antes da invasão ter sido dos países mais tolerantes da região.

Centenas de pessoas foram vítimas de perseguição sexual que inclui sequestro, estupro, tortura, mutilação e humilhação, incentivadas por clérigos desde 2004 e frequentemente registadas pelos risos dos torturadores.

Daí a urgência com que se pretende que as ONG forneçam «segurança, abrigo e alimento para os LGBT que fogem da violência e das ameaças de morte».

Defender os homossexuais

O trabalho no Iraque, onde dezenas de membros trabalham clandestinamente, sendo que alguns foram assassinados, traduz-se na denúncia de assédio contra esta comunidade e a criação de «casas seguras», onde os perseguidos, em pequenos grupos, sobrevivem abrigados da exibição.

No total, 40 pessoas foram acolhidas pelos iraquianos LGBT financiado pela ONG holandesa HIVOS. Hili explica que embora o número seja muito maior do que se tivessem recursos, «fora do Iraque» existem «um par de projectos em países vizinhos para realojar a LGBT» e têm conseguido salvar as «casas seguras» e registá-las antes da ONU».



Fonte: IOL Diário

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O apocalipse de Gaza

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Escrevo no momento em que está em desenvolvimento a escalada genocida do Estado zionista de Israel contra o povo de Gaza.


Essa bárbara operação exterminista – apoiada pela esmagadora maioria dos israelitas e incentivada pelo sistema de poder dos EUA com a cumplicidade da maioria dos governos da União Europeia – é acompanhada de uma ambiciosa e massacrante ofensiva mediática de âmbito mundial que deforma a História e pretende justificar o crime com o argumento de que Israel exerce o direito de defesa para proteger as suas populações e sobreviver como nação.


Estamos perante uma daquelas tragédias em que as palavras são insuficientes – como aconteceu com as chacinas do III Reich alemão – para qualificar as proporções e o significado do crime.


A desinformação, garantida pelo controlo hegemónico dos grandes media, dificulta extraordinariamente o esclarecimento dos povos porque a vítima é apresentada como agressor e este como representante de valores inalienáveis da democracia.


A primeira e fundamental mentira é a que responsabiliza o Hamas pelo rompimento da trégua. Israel, ao iniciar o bombardeamento aéreo e naval seguido da invasão terrestre, estaria a proteger as populações das suas cidades e aldeias atingidas por rockets palestinianos.


Trata-se de uma grosseira inverdade.


Existe uma abundante documentação secreta do próprio Ministério da Defesa israelita que demonstra com clareza a premeditação do crime pelo governo de Telavive.


Encontramos uma síntese de factos relacionados com essa premeditação num importante artigo do professor canadiano Michel Chossudovsky, da Universidade de Otawa.


Nesse texto (divulgado por globalresearch.ca/PrintArticle.php?articleId=2009) o prestigiado economista e escritor lembra que a «operação chumbo fundido» foi minuciosamente planeada com seis meses de antecedência, quando Israel iniciava a negociação de um acordo de cessar fogo com o Hamas. O projecto foi, porém, concebido em 2001.


A 4 de Novembro pp., dia das eleições presidenciais dos EUA, Israel aliás rompeu a trégua, bombardeando a Faixa de Gaza, alegando a necessidade de impedir a construção de túneis pelos palestinianos.


Chossudovsky chama a atenção para o facto de, transcorridas 24 horas, a 5 de Novembro, o governo de Telavive ter iniciado o monstruoso bloqueio de Gaza, cortando o abastecimento à Faixa de alimentos, combustível e medicamentos. Posteriormente o exército israelita realizou numerosas incursões armadas no território de Gaza.


O Hamas, em legítima defesa, respondeu com o lançamento de rockets de fabrico caseiro.


Não há mentiras e calúnias que possam apagar a evidência: 13 israelitas morreram desde então em consequência do disparo de rockets do Hamas, mas a agressão zionista é responsável pela morte de mais de 900 palestinianos, superando 4 mil o número de feridos.


Gaza, um cenário de apocalipse


As notícias que chegam de Gaza e as imagens transmitidas pela televisão iluminam um cenário de apocalipse: quarteirões inteiros arrasados, mesquitas bombardeadas na hora da oração, hospitais e universidades destruídos. Crianças e mulheres ensanguentadas movendo-se entre ruínas, corpos humanos esfacelados. Em Gaza acabou o pão, bairros inteiros estão privados de electricidade e água.


Mas a monstruosidade do genocídio merece o apoio de Washington. O presidente Bush justifica-o em nome da democracia, tal como a sente. Mais: impede que o Conselho de Segurança aprove uma Resolução que imponha o cessar fogo [n.d.r.: entretanto, o CS da ONU aprovou, quinta-feira, dia 8, a Resolução 1860 por 14 votos a favor e uma abstenção, dos EUA].


A atitude prevalecente nos governos da União Europeia é de hipocrisia e cinismo. Afirmam desejar um cessar fogo, alguns definem como «desproporcionada a resposta de Israel», mas manifestam compreensão pela sua «reacção defensiva» contra «os terroristas do Hamas».


A Rússia e a China condenam a escalada de violência que atinge Gaza, mas a sua atitude carece de firmeza no Conselho de Segurança.


Os povos árabes saem massivamente às ruas para expressar a sua condenação da matança de Gaza.


Mas diferente é a posição assumida pelos governos da maioria dos países árabes. Os seus governantes comportam-se como cúmplices envergonhados de Telavive.


Sarkozy, a chanceler Merkel, Berlusconi, Brown, Durão Barroso trocam sorrisos e amabilidades com Olmert e a ministra Livni. Incrível!!!


Hipócrita e covarde é também a postura assumida pelo presidente da Autoridade Nacional Palestiniana. Mahmud Abbas pede um cessar fogo, mas responsabilizou inicialmente os seus compatriotas do Hamas pela escalada de violência.


Na cobertura da agressão israelita pelos meios de comunicação dos EUA e da União Europeia identifico um retrato chocante do jornalismo mercenário.


Os enviados especiais, com poucas excepções, limitam-se a transmitir as declarações dos ministros e dos militares de Israel. As imagens de casas atingidas nas cidades judaicas fronteiriças ocupam em algumas reportagens quase tanto espaço e tempo como as do inferno em que Gaza foi transformada pelos bombardeamentos israelitas.


Nos media portugueses de referência a satanização do Hamas tornou-se rotineira. Editores, analistas, apresentadores, enviados especiais competem na repetição monocórdica do «direito de defesa de Israel» contra o terrorismo.


De Washington a Paris passou também a ser quase obrigatória a responsabilização do Irão pela resistência heróica dos milicianos do Hamas. A extrema direita estado-unidense, sobretudo, não esconde o seu desejo de que a barbárie que abrasa Gaza seja o prólogo de uma tragédia maior que envolva o Irão, berço de uma das maiores civilizações criadas pela humanidade.



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O apocalipse de Gaza transmite uma lição assustadora: a barbárie do Estado zionista de Israel, apoiada pelo imperialismo americano e contemplada compreensivamente pelos seus aliados da União Europeia configura uma ameaça à civilização. Num contexto histórico muito diferente, as burguesias do Ocidente trazem à memoria a atmosfera europeia nas vésperas de Munique. Afirmam a sua fidelidade aos valores da democracia tal como a concebem, mas actuam como cúmplices de um Estado cuja política os nega e espezinha ao promover chacinas como a de Gaza.


A solidariedade de todos os homens e mulheres progressistas com o heróico povo da Palestina martirizada é mais do que nunca um dever.


Nestes dias os combatentes do Hamas, ao lutarem pelo direito do seu povo a ser livre e independente, batem-se, afinal, por valores eternos.

O genocídio de Gaza é um desafio do zionismo NEONAZI à Humanidade.





Fonte:

Jornal "Avante!"

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O vampirismo israelita

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O chefe-adjunto do Estado-Maior israelita, o general Dan Harel, disse que o nenhum edifício do Hamas ficará em pé na Faixa de Gaza quando estiver concluída a operação militar que o estado judaico está a levar a cabo na região palestiniana.


O alto responsável israelita realçou que esta operação «é diferente das anteriores». «Colocámos a fasquia muita alta e vamos nessa direcção», apontou, citado pelo sítio noticioso «Ynetnews».


«Estamos a atingir edifícios governamentais, fábricas, zonas de segurança e outras», acrescentou Harel. «Depois da operação, nenhum edifício do Hamas ficará em pé em Gaza», assegurou o general.


Dan Harel referiu ainda que se está apenas no «princípio da batalha». «O pior não está para trás, ainda está para vir, e devemos estar preparados para isso», frisou.


O vice-primeiro-ministro de Israel, Haim Ramon, disse que o objectivo da ofensiva na Faixa de Gaza é fazer cair o governo do Hamas.


«Suspenderemos os ataques imediatamente se alguém assumir a responsabilidade por este governo», disse Haim Ramon, apontando em seguida: «Todos excepto o Hamas».
O governante explicou que a missão do exército de Israel é «impedir que o Hamas tome controlo do terreno».



Fonte da notícia: IOL Diário

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quinta-feira, 26 de junho de 2008

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A insegurança do Rio de Janeiro


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A sensação de insegurança que passou a ser uma constante na vida dos cariocas é partilhada pelos imigrantes que vivem no Rio de Janeiro e se vêem obrigados a mudar os seus hábitos para evitar situações perigosas.

«A gente tem que pensar previamente por onde vai passar antes de sair de casa e o horário que vai sair. Tem que fazer um verdadeiro mapeamento e um circuito do percurso para não ser surpreendido por assaltantes», disse à Lusa o português Eduardo Neves, 62 anos.

Nascido na cidade do Porto e a viver no Brasil desde os sete anos de idade, Eduardo Neves conhece bem a realidade do Rio de Janeiro, onde mora há mais de cinco décadas e exerce actualmente a vice-presidência da Academia Luso-Brasileira de Letras, além de presidir ao Elos Clube, entidade que promove actividades culturais para integrar a comunidade lusa.

«É preciso ter cuidado ao sair de casa. Todos da minha família já foram assaltados pelo menos quatro vezes», contou. Com saudades, Eduardo Neves lembrou os tempos em que podia transitar com tranquilidade pela «cidade maravilhosa» a qualquer hora.
«Vivo desde 1953 no Rio e na minha juventude eu gostava de sair à noite para festas. Podia chegar a qualquer hora. Pegava bonde, autocarro e andava a pé sem preocupação», recordou, lamentando que os dois filhos jamais saberão o que é viver em segurança no Rio.

Na sua avaliação, «existe pouca atenção para identificar e neutralizar o problema da desigualdade social no Brasil e falta, além de educação, uma integração social da população carioca».

O luso-descendente António Carlos Costa, presidente do movimento Rio de Paz, criado em Janeiro de 2007, disse à Lusa que «não há como não ser alarmista», porque a situação é «demasiadamente grave».

Segundo dados do Rio de Paz, de 2000 a 2007, houve mais de 60 mil homicídios no Estado.

Somente no ano passado, foram registados cerca de 8.000 homicídios no Estado do Rio e 4.600 desaparecimentos, sendo que, de acordo com o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania, da Universidade Cândido Mendes, 70 por cento dos desaparecidos foram assassinados.

«Se as estatísticas dos anos anteriores se repetirem, teremos, no mínimo, 4.000 mortes no segundo semestre deste ano no Estado do Rio. Este quadro justifica a presença das Forças Armadas aqui», defendeu.

Para alertar as autoridades para essa triste projecção, o movimento Rio de Paz vai promover, na sexta-feira, uma grande manifestação na praia de Copacabana, onde a comunidade portuguesa deverá juntar-se aos brasileiros no protesto contra a violência.

Organizadores vão encher de gás 4.000 balões vermelhos para representar o número iminente de mortes no Estado nos próximos seis meses do ano.

Numa grande faixa estarão escritos os dizeres: «São dias de indiferença, insanidade e maldade nunca vistos na história do Estado do Rio de Janeiro».

Já fomos 2,5 milhões

Actualmente, cerca de 300 mil portugueses vivem no Estado do Rio de Janeiro, onde existem 46 associações lusitanas entre clubes, casas regionais, entidades culturais, filantrópicas e beneficentes. Nos anos de 1950, os cidadãos portugueses eram cerca de 2,5 milhões.

A comunidade portuguesa tinha maior concentração no centro da cidade e nos bairros de Fátima, Gamboa, Catumbi, Tijuca, Rio Comprido, na zona Norte, e em Jacarepaguá, na zona Oeste, actualmente regiões ocupadas por grandes favelas e controladas pelo narcotráfico.

Em todo o Brasil, a estimativa é de que vivam 650 mil portugueses, a maioria (cerca de 90 por cento) concentrada nos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Fonte da notícia: IOL Diário

Nota Pessoal:

É um problema muito sério que afecta não apenas o Brasil mas todas as grandes cidades do mundo ocidental.

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


TV: um acto violento cada três minutos

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Estudo espanhol revela que televisões emitem uma média de 23,7 actos violentos por hora

As televisões espanholas emitem uma média de 23,7 actos violentos por hora, ou um a cada três minutos, a maioria dos quais em programas informativos e cinema, segundo um estudo da Universidade Complutense de Madrid, noticia a Lusa.

O estudo, hoje conhecido, baseia-se na análise e comparação de 133 horas de emissão de estações nacionais e regionais de televisão em Espanha durante os anos de 2000, 2005 e 2007 e as reacções de 19 grupos de telespectadores. A análise contabilizou no período analisado 3.156 actos violentos, detectando um aumento significativo face a 2000.

Segundo o estudo, a violência na televisão está «fortemente masculinizada», já que 75 por cento dos agressores são homens e quase 70 por cento das vítimas são mulheres. Em termos horários, a maior quantidade de violência ocorre a partir das oito da noite, ainda que no ano passado se tenham mostrado mais frequente entre as 14:00 e as 20:00.

Seis em cada 10 actos de violência correspondem a danos físicos, três são de tipo social - insultos, retenção de pessoas e violência simbólica - e um é contra a propriedade. Cerca de 76 por cento dos casos de agressão tem efeitos positivos para o autor ou ficam marcados por ausências de castigos.

Os noticiários emitem 21,3 por cento da violência vista na televisão; o cinema 19,3 por cento; os anúncios de programação própria 12,5 por cento; as séries 12,2 por cento e a publicidade 9,5 por cento. Segundo o estudo, os espectadores distinguem claramente a violência real da de ficção, considerando que a mais grave é a que se emite nos noticiários.


Fonte da notícia: Portugal Diário

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Jorge Goncalves

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