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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Em 2008 cada ser humano gastou 155 euros em armamento

ACCORDING TO STATISTICS, IN 2008 EACH HUMAN BEING PAID 155 EUROS IN MILITARY SPENDING
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Trata-se de uma média estatistica que revela que no ano passado, cada habitante do planeta gastou 155 euros em armamento. O Instituto de Pesquisa para a Paz de Estocolmo fez as contas e classificou o ano de 2008 como o que mais dinheiro foi movimentado no negócio de armas.

Cada ser humano gastou 155 euros em armas em 2008. Esta conclusão resulta de uma média estatística apresentada pelo Instituto de Pesquisa para a Paz de Estocolmo.

Cerca de 41por cento das despesas mundiais com armamento
foram feitas pelos EUA que, de acordo com o relatório anual do Instituto de Pesquisa para a Paz, contribuíram para este gasto
as guerras no Iraque e no Afeganistão.

Calcula ainda o instituto que com estes dois conflitos, os EUA gastaram 903 mil milhões de dólares.

Nos ultimos dez anos, a China quase triplicou o orçamento de defesa e é agora o segundo país do mundo com mais gastos
em armamento.

A França e o Reino Unido ocupam o terceiro e o quarto lugar, a Rússia o quinto e na última década os países da América do Sul aumentaram em 50 por cento os seus orçamentos da Defesa, sendo o Brasil e a Colômbia os principais gastadores.

A Alemanha e o Japão foram os únicos países que reduziram as despesas com armamento nos últimos dez anos.

No ano passado, foram gastos mais de um bilião de dólares em armas, ou seja, 2,4 por cento da riqueza mundial.

Procurando uma explicação para este aumento dos orçamentos militares responsáveis do Instituto de Pesquisa para a Paz, de Estocolmo admitem que a ideia de uma guerra contra o terrorismo levou a que muitos países tenham observado os seus problemas com uma perspectiva fortemente militarizada.

Fonte: TSF Notícias

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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Tensão militar entre as duas Coreas

MILITARY TENSION BETWEEN NORTH AND SOUTH KOREA
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O Exército sul-coreano afirma estar pronto para um ataque armado por parte da Coreia do Norte. Fonte do ministério da Defesa da Coreia do Sul responde à ameaça de um possível ataque por parte do regime comunista, que tudo fará para não chegar a um confronto aberto, refere a agência EFE.

«A nossa principal prioridade é manter a actual superioridade armada frente à Coreia do Norte» no Mar Amarelo, que as marinhas dos dois países disputam desde o final da Guerra da Coreia em 1953.

A fonte do ministério da Defesa refere que em caso de ataque «devolverá o golpe com rapidez e tentará evitar que o problema se transforme num conflito aberto».

De acordo com a agência Yonhap, a Marinha sul-coreana deslocou um destroyer para a fronteira marítima com a Coreia do Norte e intensificou a vigilância na zona. Nos últimos meses, a região registou um aumento da actividade militar, inclusive da Força Aérea norte-coreana, assinalou a mesma fonte.

Pyongyang revelou que «a preparação norte-coreana para a guerra está no seu nível máximo». A Coreia do Norte considera a decisão tomada na terça-feira pelo Governo de Seul, de aderir à iniciativa americana contra o tráfico de armas de destruição em massa, como uma declaração de guerra.

A Coreia do Norte anunciou que responderá com um ataque militar caso os seus navios sejam interceptados e ameaçou que não garante a segurança dos navios estrangeiros no Mar Amarelo.



Fonte: IOL Diário

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sábado, 16 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Guantánamo: A "batata quente" de Obama

GUANTANAMO BAY: BARACK OBAMA'S HOT POTATO
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O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai manter em actividade as polémicas comissões ad-hoc para julgar suspeitos de terrorismo presos no campo militar de Guantánamo que prometera abolir, embora revendo os termos do seu funcionamento e reforçando as protecções jurídicas atribuídas aos prisioneiros.

Num comunicado distribuído ontem, a Casa Branca anunciou uma nova estratégia para lidar judicialmente com os mais de 200 prisioneiros no campo militar, que Obama se comprometeu a encerrar no fim de Janeiro de 2010. A prioridade é “proteger o país mas ao mesmo tempo garantir o respeito pelos nossos valores”.

“As reformas [que vão ser adoptadas] restauram as antigas comissões como um fórum legítimo de acusação que está em linha com a letra da lei”, sublinhou a presidência.

As comissões militares ad-hoc, instituídas por ordem presidencial por George W. Bush, funcionam à margem dos tribunais civis e militares, com regras que o Supremo Tribunal já declarou inconstitucionais.

Segundo garantiu a Casa Branca, o sistema será revisto e aqueles que forem confrontados por essas comissões terão os seus direitos de defesa alargados: serão livres de nomear os seus advogados e as confissões e outra informação obtida através de tortura ou outras técnicas impróprias serão consideradas inválidas.

Ao mesmo tempo, o ónus de prova por parte da acusação não poderá estar dependente de informação obtida em segunda mão ou de fontes indirectas. E os arguidos podem recusar-se a colaborar com as investigações, sem represálias por se recusarem a testemunhar.

Nem todos os prisioneiros de Guantánamo serão sujeitos a este procedimento, explicou a Administração. Aparentemente, só tenciona usar as comissões militares para aqueles detidos cuja associação a redes terroristas como a Al-Qaeda pode ser claramente demonstrada.

Factor Mohammed

Em nome da segurança nacional, os EUA não estão dispostos a abrir mão de prisioneiros como Khalid Sheik Mohammed, autor confesso dos atentados de 11 de Setembro de 2001, e sujeito a 183 sessões de simulação de afogamento (waterboarding), cujo julgamento num tribunal civil poderia pôr em risco a sua detenção.

A Administração confirmou que o plano de transferir os processos dos detidos em Guantánamo para tribunais federais ou para o sistema de justiça militar não foi abandonado, e que os casos estão a ser analisados um a um, para determinar qual o procedimento a adoptar.

De acordo com o Pentágono, em Guantánamo permanecem 241 prisioneiros de 30 nacionalidades, detidos sob o estatuto de “combatentes inimigos”, mas que não foram formalmente acusados de nenhum crime.

Há 13 indivíduos que têm o seu caso em análise pelas comissões militares, que até agora apreciaram oito casos e ratificaram apenas três condenações. Estima-se que o total de prisioneiros a ser julgados neste sistema “híbrido” possa variar entre os 20 e os 80.

No seu primeiro dia de trabalho na Casa Branca, Obama assinou uma ordem executiva ordenando o encerramento da prisão de Guantánamo no prazo de um ano e uma suspensão de 120 dias nos trabalhos das comissões militares encarregadas de julgar os prisioneiros. Esse prazo que termina na próxima semana, e a Administração vai alargá-lo até Setembro — para estudar as opções jurídicas e aprovar as mudanças no Congresso.

Durante a campanha eleitoral, Obama denunciara estas comissões militares excepcionais como uma aberração e um fracasso: “Este sistema não só falhou em condenar uma única pessoa por ataques terroristas como tem sido objecto de sucessivos e sérios desafios legais”, criticara.




Fonte: Público.pt

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O apocalipse de Gaza

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Escrevo no momento em que está em desenvolvimento a escalada genocida do Estado zionista de Israel contra o povo de Gaza.


Essa bárbara operação exterminista – apoiada pela esmagadora maioria dos israelitas e incentivada pelo sistema de poder dos EUA com a cumplicidade da maioria dos governos da União Europeia – é acompanhada de uma ambiciosa e massacrante ofensiva mediática de âmbito mundial que deforma a História e pretende justificar o crime com o argumento de que Israel exerce o direito de defesa para proteger as suas populações e sobreviver como nação.


Estamos perante uma daquelas tragédias em que as palavras são insuficientes – como aconteceu com as chacinas do III Reich alemão – para qualificar as proporções e o significado do crime.


A desinformação, garantida pelo controlo hegemónico dos grandes media, dificulta extraordinariamente o esclarecimento dos povos porque a vítima é apresentada como agressor e este como representante de valores inalienáveis da democracia.


A primeira e fundamental mentira é a que responsabiliza o Hamas pelo rompimento da trégua. Israel, ao iniciar o bombardeamento aéreo e naval seguido da invasão terrestre, estaria a proteger as populações das suas cidades e aldeias atingidas por rockets palestinianos.


Trata-se de uma grosseira inverdade.


Existe uma abundante documentação secreta do próprio Ministério da Defesa israelita que demonstra com clareza a premeditação do crime pelo governo de Telavive.


Encontramos uma síntese de factos relacionados com essa premeditação num importante artigo do professor canadiano Michel Chossudovsky, da Universidade de Otawa.


Nesse texto (divulgado por globalresearch.ca/PrintArticle.php?articleId=2009) o prestigiado economista e escritor lembra que a «operação chumbo fundido» foi minuciosamente planeada com seis meses de antecedência, quando Israel iniciava a negociação de um acordo de cessar fogo com o Hamas. O projecto foi, porém, concebido em 2001.


A 4 de Novembro pp., dia das eleições presidenciais dos EUA, Israel aliás rompeu a trégua, bombardeando a Faixa de Gaza, alegando a necessidade de impedir a construção de túneis pelos palestinianos.


Chossudovsky chama a atenção para o facto de, transcorridas 24 horas, a 5 de Novembro, o governo de Telavive ter iniciado o monstruoso bloqueio de Gaza, cortando o abastecimento à Faixa de alimentos, combustível e medicamentos. Posteriormente o exército israelita realizou numerosas incursões armadas no território de Gaza.


O Hamas, em legítima defesa, respondeu com o lançamento de rockets de fabrico caseiro.


Não há mentiras e calúnias que possam apagar a evidência: 13 israelitas morreram desde então em consequência do disparo de rockets do Hamas, mas a agressão zionista é responsável pela morte de mais de 900 palestinianos, superando 4 mil o número de feridos.


Gaza, um cenário de apocalipse


As notícias que chegam de Gaza e as imagens transmitidas pela televisão iluminam um cenário de apocalipse: quarteirões inteiros arrasados, mesquitas bombardeadas na hora da oração, hospitais e universidades destruídos. Crianças e mulheres ensanguentadas movendo-se entre ruínas, corpos humanos esfacelados. Em Gaza acabou o pão, bairros inteiros estão privados de electricidade e água.


Mas a monstruosidade do genocídio merece o apoio de Washington. O presidente Bush justifica-o em nome da democracia, tal como a sente. Mais: impede que o Conselho de Segurança aprove uma Resolução que imponha o cessar fogo [n.d.r.: entretanto, o CS da ONU aprovou, quinta-feira, dia 8, a Resolução 1860 por 14 votos a favor e uma abstenção, dos EUA].


A atitude prevalecente nos governos da União Europeia é de hipocrisia e cinismo. Afirmam desejar um cessar fogo, alguns definem como «desproporcionada a resposta de Israel», mas manifestam compreensão pela sua «reacção defensiva» contra «os terroristas do Hamas».


A Rússia e a China condenam a escalada de violência que atinge Gaza, mas a sua atitude carece de firmeza no Conselho de Segurança.


Os povos árabes saem massivamente às ruas para expressar a sua condenação da matança de Gaza.


Mas diferente é a posição assumida pelos governos da maioria dos países árabes. Os seus governantes comportam-se como cúmplices envergonhados de Telavive.


Sarkozy, a chanceler Merkel, Berlusconi, Brown, Durão Barroso trocam sorrisos e amabilidades com Olmert e a ministra Livni. Incrível!!!


Hipócrita e covarde é também a postura assumida pelo presidente da Autoridade Nacional Palestiniana. Mahmud Abbas pede um cessar fogo, mas responsabilizou inicialmente os seus compatriotas do Hamas pela escalada de violência.


Na cobertura da agressão israelita pelos meios de comunicação dos EUA e da União Europeia identifico um retrato chocante do jornalismo mercenário.


Os enviados especiais, com poucas excepções, limitam-se a transmitir as declarações dos ministros e dos militares de Israel. As imagens de casas atingidas nas cidades judaicas fronteiriças ocupam em algumas reportagens quase tanto espaço e tempo como as do inferno em que Gaza foi transformada pelos bombardeamentos israelitas.


Nos media portugueses de referência a satanização do Hamas tornou-se rotineira. Editores, analistas, apresentadores, enviados especiais competem na repetição monocórdica do «direito de defesa de Israel» contra o terrorismo.


De Washington a Paris passou também a ser quase obrigatória a responsabilização do Irão pela resistência heróica dos milicianos do Hamas. A extrema direita estado-unidense, sobretudo, não esconde o seu desejo de que a barbárie que abrasa Gaza seja o prólogo de uma tragédia maior que envolva o Irão, berço de uma das maiores civilizações criadas pela humanidade.



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O apocalipse de Gaza transmite uma lição assustadora: a barbárie do Estado zionista de Israel, apoiada pelo imperialismo americano e contemplada compreensivamente pelos seus aliados da União Europeia configura uma ameaça à civilização. Num contexto histórico muito diferente, as burguesias do Ocidente trazem à memoria a atmosfera europeia nas vésperas de Munique. Afirmam a sua fidelidade aos valores da democracia tal como a concebem, mas actuam como cúmplices de um Estado cuja política os nega e espezinha ao promover chacinas como a de Gaza.


A solidariedade de todos os homens e mulheres progressistas com o heróico povo da Palestina martirizada é mais do que nunca um dever.


Nestes dias os combatentes do Hamas, ao lutarem pelo direito do seu povo a ser livre e independente, batem-se, afinal, por valores eternos.

O genocídio de Gaza é um desafio do zionismo NEONAZI à Humanidade.





Fonte:

Jornal "Avante!"

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domingo, 13 de julho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Irão prepara-se para a retaliação

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O Irão alvejará «32 bases norte-americanas e o coração de Israel» em caso de ataque contra o seu território, declarou este sábado um alto dirigente iraniano, citado pela agência de imprensa oficiosa Fars.

«Se os Estados Unidos ou Israel dispararem mísseis contra o nosso país, as forças armadas iranianas alvejarão o coração de Israel e 32 bases norte-americanas na região antes mesmo do fumo desse ataque desaparecer», declarou um conselheiro do «guia supremo» Ali Khamenei, Mojtaba Zolnoor.

Zolnoor é o representante adjunto do Guia na organização dos Guardas da Revolução, o exército de elite do regime islâmico iraniano que controla os armamentos mais potentes, incluindo os mísseis de longo alcance capazes de atingir Israel ou as bases norte-americanas no Golfo.

Os Estados Unidos e o seu aliado regional Israel não excluem atacar objectivos nucleares iranianos para impedir o Irão de aceder à arma atómica. Os países ocidentais temem que o programa nuclear civil de Teerão esconda uma vertente militar.

Por isso, exigem a paragem do enriquecimento de urânio, uma medida excluída pelo regime islâmico de Teerão, que desmente pretender dotar-se da arma nuclear.

Hoje mesmo, o Irão já desvalorizara a possibilidade de um ataque dos Estados Unidos ou de Israel contra as suas instalações nucleares, considerando que uma acção militar desse género constituiria «loucura» e estaria destinada ao fracasso.

«Qualquer agressão ou acção militar contra o Irão é uma idiotice, cujas repercussões seriam más para todos», afirmou o porta-voz do governo, Gholam Hossein Elham, durante o seu encontro semanal com a imprensa.

«Não acredito que este tipo de loucura e de absurdo prevaleça ou seja militarmente praticável», afirmou Elham.

A tensão entre o Irão e os Estados Unidos, por um lado, e por outro com Israel, subiu de tom na semana passada após Teerão ter procedido a ensaios de mísseis, um dos quais, o Shahab-3, foi apresentado como capaz de atingir Israel.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
Pois é, uma grande verdade que sempre ouvi dizer, quem vai à guerra dá e leva. Israel disse recentemente que estava numa fase de preparação para um eventual ataque ao Irão e agora é a vez do Irão vir dizer que, no caso de ser atacado, também retaliará com todo o seu poderio militar.

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terça-feira, 24 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Primeira mulher general de 4 estrelas dos EUA

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A tenente-general Ann E. Dunwoody, de 33 anos, foi nomeada general de quatro estrelas, tornando-se na primeira a aceder ao mais alto cargo do Exército norte-americano.

"É uma ocasião histórica para o Ministério da Defesa”, declarou o secretário de Estado norte-americano da Defesa, Robert Gates, em comunicado. A nomeação terá agora de ser ratificada pelo Senado.

Num universo de um milhão de soldados, as mulheres constituem 14 por cento das Forças Armadas dos Estados Unidos da América e 5 cinco dos seus generais.

Fonte da notícia: Correio da Manhã
Nota Pessoal:
Talvez esta promoção da tenente-general não seja senão mais uma estratégia política da administração Bush para dar vantagem à campanha presidencial dos republicanos...

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quinta-feira, 5 de junho de 2008

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O fiasco de Guantánamo cartoon

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Cinco suspeitos de terem orquestrado os atentados contra as Torres Gémeas de Nova Iorque, no dia 11 de Setembro de 2001, vão ser presentes hoje a um juiz na base naval norte-americana de Guantánamo, no Leste de Cuba. Será a primeira audiência pública do processo. Os acusados poderão vir a ser condenados à pena de morte, se for essa a decisão dos 12 generais que integram os tribunais militares da base.

Khalid Sheikh Mohammed é considerado o cérebro do ataque, cuja autoria já confessou. No entanto, um dos aspectos mais polémicos do processo é o facto de a confissão ter sido obtida com recurso à técnica de waterboarding, ou simulação de afogamento, considerada uma forma de tortura. A Khalid Mohammed juntam-se Ramzi ben al-Shib, Ali Abd al-Aziz Ali, Wallid ben Attash e Mustapha al-Hawsawi. Todos foram detidos entre 2002 e 2003 e depois transferidos para Guantánamo.

O juiz Ralph Kohlmann, um coronel dos fuzileiros norte-americanos, lerá as acusações imputadas: conspiração, homicídio de 2973 pessoas, atentado, danos corporais graves, destruição de propriedade, terrorismo e posse de material para actos terroristas. Qualquer que venha a ser a decisão do júri, terá sempre como entrave as inúmeras polémicas em torno do processo.

Comissões em causa

"Irá algum dia o sistema de comissões militares, que o Presidente Bush criou para julgar os acusados de terrorismo, decidir o destino de qualquer responsável pela tragédia? Ou irá o esforço do Governo federal tropeçar nas inúmeras preocupações relacionadas com as provas, a justiça para os acusados e a forma como foram tratados durante a custódia?", questionava na segunda-feira o diário norte-americano USA Today.

"A defesa vai garantir que as provas do Governo são duvidosas. Se resultaram da tortura, são inadmissíveis", disse um conselheiro dos advogados de defesa, Geoffrey Corn, citado pela AFP.

A primeira audiência, à porta fechada, ocorreu em Março de 2007, e foi nessa altura que o Pentágono publicou uma transcrição parcial dos depoimentos e que Khalid Mohammed denunciou a tortura a que terá sido sujeito.

Ramzi ben al-Shib recusou participar nesse processo, Wallid ben Attash e Mustapha al-Hawsawi reconheceram o essencial das acusações e Ali Abd al-Aziz Ali negou qualquer envolvimento nos atentados terroristas, recordou a agência.

"Provas cabais"

Apesar dos vários aspectos polémicos do processo, como o facto de testemunhos indirectos poderem ser considerados como prova, a menos que os acusados mostrem que não são fidedignos, há quem defenda a legitimidade do julgamento.

"Há provas cabais", considera David Rivkin, ex-conselheiro de dois chefes de Estado norte-americanos, Ronald Reagan e George H. Bush, pai do actual Presidente. "Todos reconheceram o que fizeram depois de terem sido interrogados pelas equipas do FBI sem recurso excessivo à força", disse à AFP.

A audiência terá lugar numa sala com lugares limitados para o público, onde o Pentágono prevê acolher seis dezenas de jornalistas e observadores da sociedade civil. Outras pessoas poderão assistir à transmissão em vídeo da audiência, numa sala ao lado.

Para além da questão dos testemunhos indirectos, os tribunais militares estabelecidos por George W. Bush têm sido criticados por permitirem a autorização de testemunhos obtidos sob coacção. Chegaram a ser invalidados pelo Tribunal Supremo, em 2006, mas depois foram repostos pelo Congresso norte-americano. Funcionam com um júri de 12 elementos e qualquer sentença deve ser aprovada por maioria de dois terços, excepto no caso da pena capital, que implica unanimidade.

Fonte da notícia: Público

Nota Pessoal:

Um país que se diz democrata mas que no entanto não respeita o direito internacional, nem a ONU. Utilizam métodos de tortura nos prisioneiros e fazem tudo à sua maneira e os próprios direitos humanos que eles dizem defender e que tanto apregoam deixam muito a desejar. O mais bizarro de tudo isto é realmente o facto do mundo civilizado permanecer indiferente e insensível e engolir tudo como se nada fosse.

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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

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Príncipe Henry está no Afeganistão há 2 meses

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O príncipe Henry, filho mais novo de Carlos de Inglaterra e Diana de Gales, encontra-se no Afeganistão a combater os talibãs, informou hoje o ministério da Defesa do Reino Unido.

O príncipe, de 23 anos, pertencente ao regimento Household Cavalry, esteve em segredo nos últimos dois meses na província de Helmand, local onde se encontra a grande maioria das tropas britânicas, considerado um dos mais perigosos do pais asiático.
A notícia tornou-se do conhecimento público após um site da Internet norte- americano quebrar o embargo que pesava sobre esta informação, indicou hoje o alto comando militar num comunicado.

Henry, terceiro na linha de sucessão ao trono britânico, já manifestou o seu desejo de combater no Iraque, ainda que o Ministério da Defesa já tenha tomado a decisão de não enviá-lo por razões de segurança.

«O que os últimos dois meses mostraram é que é perfeitamente possível que sejam atribuídas ao príncipe Henry as mesmas funções que a qualquer outro oficial da sua condição e experiência», disse o alto responsável militar, que apelidou de «exemplar» a conduta do príncipe nas operações em que participou.

Assinalou que o filho mais novo do príncipe Carlos esteve «completamente envolvido» nas operações e que «correu os mesmos riscos que qualquer outro» do seu batalhão.

«Assim como todos da sua geração que servem hoje no Exército, ele (Henry) é motivo de orgulho para a nação», acrescentou o alto comando militar.

Disse ainda que, enquanto durou o embargo da difusão da informação negociado com os media, «o risco era gerível», mas que, uma vez divulgada a notícia, os comandos militares britânicos pedirão assessoria aos comandantes que se encontram no terreno para saber se Henry pode continuar a servir no Afeganistão.

Neste contexto, o alto comando militar pediu aos media para se absterem de informar sobre as movimentações do príncipe no Afeganistão.

Mostrou-se igualmente «muito decepcionado» com a violação do embargo em páginas da Internet estrangeiras que difundiram a notícia, o que contrasta, disse, com a atitude «muito responsável» dos media britânicos e de um pequeno número de meios de comunicação estrangeiros com os quais se havia chegado a um acordo sobre a história.

«Depois de um grande período de discussões entre o Ministério da Defesa e os editores de meios regionais, nacionais e internacionais, os editores adoptaram a atitude louvável de não fazer a cobertura», disse o alto comando militar, que agradeceu esta atitude.

A informação foi difundida pelo site norte-americano «Drudge Report», segundo a agência de notícias britânica PA.


Fonte da notícia: Diário Digital

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

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França vai transformar o Brasil numa potência militar


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O presidente francês Nicolas Sarkozy anunciou que a França está pronta a "transferir tecnologia para poder vender submarinos e aviões de combate" ao Brasil, no seguimento do encontro hoje realizado com seu homólogo brasileiro, Lula da Silva.

"Disse ao presidente Lula que estamos prontos para que um dos submarinos Scorpene seja fabricado no Brasil", afirmou Sarkozy, na Guiana Francesa, numa conferência de imprensa conjunta com o presidente brasileiro.

"Estamos muito perto de organizar a transferência de tecnologia para que os helicópteros e os aviões de combate possam também ser fabricados no Brasil", acrescentou.

Este projecto enquadra-se "numa parceria global" com o Brasil, que "não será limitada unicamente à venda de material militar", sublinhou.

Segundo o presidente francês, o projecto será encarado "como um reforço da parceria estratégica" entre os dois países, que poderá ser finalizado durante a visita de Sarkozy ao Brasil no final deste ano, durante a cimeira entre a União Europeia e o Brasil.

Os dois chefes de Estado estiveram hoje reunidos em Saint-Georges-de-l`Oyapock, na Guiana Francesa, para discutirem a aliança estratégica entre os dois países.

A par das relações comerciais e da cooperação na área da defesa, a agenda do encontro incluía também a situação dos reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

Sobre esta matéria, os dois presidentes mostraram disponibilidade para promover um acordo humanitário que permita a libertação dos reféns deste grupo de guerrilha.

"O Brasil está disposto a realizar qualquer esforço para promover um acto humanitário que permita a libertação de todos os sequestrados na Colômbia", afirmou Lula da Silva.

O presidente brasileiro salientou, no entanto, ser necessário "ter em conta todas as sensibilidades políticas deste caso" e que "qualquer acordo terá que contar com a aprovação do Governo colombiano".

"Caso isso não aconteça, tudo será mais difícil", concluiu.

Por vez, Sarkozy reiterou o apoio da França para ajudar na libertação dos reféns, em especial da ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, que também detém nacionalidade francesa e que foi sequestrada pelas FARC em Fevereiro de 2002.

Fonte da notícia: Diário Digital / Lusa

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Jorge Goncalves

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