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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

sábado, 20 de março de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Limpar Portugal

Country clean-up project
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O movimento «Limpar Portugal», realizado este sábado, pôs milhares de portugueses a limpar as florestas um pouco por todo o país.

No Pinhal do Banzão, em Colares, o tvi24.pt juntou-se à iniciativa que contou com um grupo de alunos, pais e professores da «escola mais ocidental da Europa», a Escola Básica 2+3 de Sarrazola, que integrou esta operação de mega limpeza, recolhendo detritos do pinhal. Quem não quis ficar de fora foi o Presidente da República, que também contribuiu e não hesitou em arregaçar as mangas e apanhar o lixo do chão.

Depois de ser devidamente equipado com uma gabardine da Marinha e um par de luvas, Cavaco Silva integrou-se num dos grupos de limpeza e, sem cerimónias, deitou mãos à obra, pedindo sacos de plástico para recolher todo o tipo de detritos, tais como plásticos, metais, tijolos e até vidros.

Acompanhado pelo presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara, pela vereadora Ana Gomes e por uma multidão de crianças, o Presidente percorreu o pinhal munido de uma tenaz para apanhar os detritos, auxiliado pela mulher, pela filha e por quatro netos.

«Mais de cem mil portugueses estão hoje no campo, na floresta ou na praia a limpar e recolher resíduos. Eu penso que isto é de um grande valor económico, mas o mais importante é o valor ambiental. Trata-se de educar para a defesa do meio ambiente e mesmo que não se consiga limpar tudo, há aqui um efeito pedagógico que vai ficar», sustentou Cavaco Silva.

O Presidente declarou que «Portugal estava sujo» e teceu rasgados elogios às pessoas que tiveram a ideia,
inspiradas no exemplo da Estónia , criando, assim, «um movimento cívico de uma dimensão extraordinária».

O chefe de Estado considerou que os jovens estão sensibilizados para as questões ambientais devido à «pedagogia nas escolas para a defesa do meio ambiente e da biodiversidade».

«Os jovens sentem uma certa responsabilidade para com as gerações futuras. No entanto há uma certa dose de irresponsabilidade ao abandonar vidros, entulho, mobílias, frigoríficos, pneus em parques, em pinhais, nos campos», afirmou.

O coordenador do distrito de Lisboa, Rui Cardoso, declarou que o objectivo da iniciativa é deixar uma marca na sociedade e assegurar que os jovens no futuro não irão repetir estes erros ambientais. Em relação ao destino dos resíduos, o responsável informou que vão ser transportados para contentores espalhados pelo concelho e, em seguida, vão para um ecocentro, podendo o entulho servir para nivelar pedreiras.

Apesar de a chuva não ajudar à realização dos trabalhos, não foi suficiente para desmotivar as equipas. O coordenador Nuno Meia Onça, responsável pelos grupos escolares, incitava os alunos, afirmando que «a chuva é psicológica». À medida que iam limpando, Nuno prestava esclarecimentos, adiantando, por exemplo, que o tempo de decomposição do vidro é superior a um século.

«Os jovens estão em contacto com a mensagem. Esta nova geração produz muito mais resíduos do que as gerações anteriores, mas também lhes cabe a responsabilidade de saber lidar com esse tipo de resíduos. Penso que é um processo de educação mútuo, que deve ser direccionado de pais para filhos e de filhos para pais», declarou o responsável.

Em resposta à sugestão de Cavaco de Silva de instalar uma câmara de vigilância no pinhal, Nuno Meia Onça concluiu: «Devia era instalar-se uma câmara na consciência de cada um!».



Fonte: IOL

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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


«Prioridade à inovação»

Innovation is the name of the game
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Os chefes de Estado e de governo dos países ibero-americanos reunidos no Estoril acordaram dar prioridade à inovação nas estratégias de desenvolvimento dos seus países, indica a declaração final da cimeira, escreve a Lusa.

Inovação e Conhecimento foi o tema desta XIX Cimeira Ibero-americana, referindo a Declaração de Lisboa que os chefes de estado e de governo estão «conscientes de que (aqueles) são instrumentos fundamentais para erradicar a pobreza, combater a fome e melhorar a saúde das populações, bem como para alcançar um desenvolvimento regional sustentável».

Nesse sentido, foi ainda acordado o fortalecimento das instituições nacionais de inovação e a promoção da cooperação solidária entre os governos, bem como a promoção da «criação de um novo e ambicioso programa» a definir por um grupo de trabalho coordenado pela Secretaria-Geral Ibero-americana.

«Este deverá ser um programa para a investigação aplicada e inovação tecnológica, inclusivo e aberto a todos os países», segundo o texto da Declaração de Lisboa

Incentivar o desenvolvimento científico e tecnológico e o esforço público e privado neste domínio, promover o investimento nas infra-estruturas de comunicação, apoiando o acesso generalizado à banda Larga, e desenvolver programas que garantam a transferência de tecnologias aos países em desenvolvimento são outros dos compromissos dos líderes ibero-americanos.

Estes reiteraram «a importância da inovação, do conhecimento e da transferência de tecnologia para o combate às alterações climáticas», acordando «contribuir (...) para um esforço global de redução de emissões de gases de efeito de estufa».

Em relação à questão da crise económica e financeira internacional, os líderes ibero-americanos reunidos no Estoril acordaram «apoiar o aumento substancial de capital do Banco Interamericano de Desenvolvimento e do Banco Mundial para assegurar que contam com recursos suficientes» para financiar o desenvolvimento.

Em 2010 a cimeira vai realizar-se em Mar del Plata, Argentina, e no ano seguinte no Paraguai, recebendo a cidade de Cádis, Espanha, a XXII Cimeira em 2012.



Fonte: IOL

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domingo, 22 de novembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Presidente Cavaco Silva e o Planeta Terra

Portuguese President and Planet Earth
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A humanidade deve ser humilde perante os mistérios do planeta Terra. É esta a mensagem que o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, deixa numa mensagem vídeo transmitida na sessão de abertura da última etapa do programa do Ano Internacional do Planeta Terra.


Portugal foi escolhido para receber o evento de encerramento do Ano Internacional do Planeta Terra devido ao sucesso da participação portuguesa.


Portugal faz sucesso a «tratar» o planeta Terra


A iniciativa reúne em Lisboa, durante três dias, especialistas de vários países, entre os quais o presidente da União Internacional das Ciências Geológicas, Alberto Riccardi, o director-geral para as Ciências Naturais da UNESCO, Walter Erdelen, e o presidente da Comissão Nacional da UNESCO, Fernando Guimarães.


«Não somos donos da Terra, somos apenas seus hóspedes transitórios», disse Cavaco Silva, na mensagem citada pela Lusa. «Aquilo que de bom ou de mau fizermos ao nosso planeta será aquilo que acabaremos por fazer a nós próprios e aos nossos descendentes», acrescentou.


O Chefe de Estado defendeu que «a Terra é toda uma lição de humildade para o homem» e considerou essencial «o aprofundamento da investigação sobre os fascinantes mistérios» do planeta. «Terra há só uma, e nada existe de mais insubstituível do que os frágeis equilíbrios em que assenta a vida neste planeta azul», afirmou.


Na mesma linha, o presidente do comité organizador do evento «Planet Hearth Lisbon 2009» destacou que a conferência abordará três temas essenciais. Eduardo De Mulder referiu o desenvolvimento sustentável, as energias renováveis e a água e oceanos.


Ao longo de três dias, o Parque das Nações, em Lisboa, é palco de diversas iniciativas que reflectem o trabalho feito ao longo de três anos: um conjunto de acções de informação e de sensibilização inseridas num projecto mais amplo, a década das Nações Unidas para a educação para o desenvolvimento sustentável.


Darwin e nanotecnologias na Semana da Ciência


A marcar o encerramento, em Lisboa, do Ano Internacional do Planeta Terra, destaque também para o arranque da Semana da Ciência e Tecnologia, com muitos eventos inspirados na nanotecnologia e na passagem do 150º aniversário da publicação da «Origem das Espécies», de Charles Darwin.


Fonte: IOL Diário

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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Reacções à declaração de Cavaco Silva sobre as "Escutas de Belém"

Wiretapping at Portuguese President's Residence
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21h26 - PCP considera que declaração de Cavaco exige "rápido esclarecimento" do Governo


O PCP considerou hoje que a declaração do Presidente da Républica mostra a existência de "conflito institucional entre a Presidencia da Republica e o Governo" e que algumas das afirmações feitas exigem um "rápido esclarecimento" do Governo.
"A declaração do Presidente da Republica encerra novos elementos de conflito institucional entre a presidencia e o Governo", disse Jorge Cordeiro, da comissão política do PCP, numa declaração formal aos jonalistas.
Para o PCP, a declaração de Cavaco silva não esclareceu qual foi o papel de elementos da sua casa civil no caso das alegadas escutas divulgado na imprensa.
O PCP considerou ainda preocupante as revelações feitas pelo Presidente sobre a vulnerabilidade da segurança na Presidencia da República.
Isto "exige um rápido esclarecimento do Governo", defendeu o PCP.

21h17 - Luís Marques Guedes (PSD) exige ver esclarecida "vulnerabilidade"


O secretário-geral do PSD, Luís Marques Guedes, considerou hoje que Cavaco Silva confirmou "a suspeita de que as comunicações da Presidência da República podem não ser totalmente seguras" e exigiu ver rapidamente esclarecida essa "vulnerabilidade".
Luís Marques Guedes falava aos jornalistas na sede nacional social-democrata, em reacção à declaração desta noite do Presidente da República, Cavaco Silva.
"Esta declaração do senhor Presidente da República confirma a suspeita de que as comunicações da Presidência da República podem não ser totalmente seguras. Essa é uma vulnerabilidade preocupante e que, naturalmente, carece de um esclarecimento, como foi dito pelo senhor Presidente, e um esclarecimento que o PSD deseja, para bem das instituições, que seja rapidamente efectuado", afirmou.

21h14 - Pedro Mota (CDS-PP): "Qualquer falha na segurança das comunicações da Presidência Presidente da República é grave"


O líder parlamentar do CDS-PP, Pedro Mota Soares, defendeu hoje que devem ser esclarecidas rapidamente quaisquer falhas na segurança das comunicações da Presidência da República, e considerou que "houve uma tentativa" de fazer uma "campanha de casos".
"Qualquer falha na segurança das comunicações da Presidência Presidente da República é grave e tem que ser rapidamente esclarecida e resolvida", afirmou Pedro Mota Soares, em declarações aos jornalistas, no Parlamento.
O deputado comentava a declaração de Cavaco Silva sobre o "chamado caso das escutas".
Para o CDS-PP, a declaração do Presidente da República leva a "concluir que houve uma tentativa de fazer uma campanha [legislativa] de casos e de incidentes".
Mota Soares recusou fazer mais comentários sobre o caso, que considerou "acessório", frisando que o CDS-PP "é coerente" e está concentrado nos problemas económicos e sociais do país.

21h12 - Miguel Veiga (PSD): "Não percebo porque é que se esperou tanto para esta reacção"


O histórico social-democrata Miguel Veiga afirmou hoje, em declarações à Lusa, que a declaração do Presidente da República foi "esclarecedora", mas considerou que deveria ter surgido logo após o aparecimento do "caso das escutas".
"Nunca tive dúvidas de que o senhor Presidente da República nada tinha que ver com este imbróglio e as declarações de hoje mostram que ele desconhecia inteiramente os factos relacionados com este assunto. A declaração é, a este respeito, esclarecedora", afirmou o fundador do PSD.
No entanto, o militante histórico social-democrata considerou que "esta reacção deveria ter surgido imediatamente após o surgimento dos factos".
"Não percebo porque é que se esperou tanto para esta reacção. Ela deveria ter sido imediata, tanto por razões de conveniência como de oportunidade, duas podersas razões em política", disse o advogado.
Para Miguel Veiga, "uma reacção imediata teria evitado os ruídos na campanha eleitoral que afectaram num primeiro tempo o PS e num segundo tempo o PSD e o próprio Presidente da República".

21h12 - Luís Fazenda (BE): Declaração de Cavaco foi "ambígua" e "lamentável"


O BE defendeu hoje que o Presidente da República devia ter-se pronunciado mais cedo sobre o alegado caso das escutas em Belém, considerando que a declaração de Cavaco Silva foi "ambígua" e é "lamentável no actual período político".
Falando aos jornalistas no Parlamento após a declaração do chefe de Estado ao país, o líder parlamentar do BE, Luís Fazenda, defendeu também que "se o Presidente da República tinha apreensões em relação à segurança do seu sistema informático não se compreende porque é que mais cedo não tomou as devidas medidas junto das autoridades competentes".
Fazenda afirmou que "esta querela entre instituições que hoje tem aqui um ponto de agravamento é totalmente artificial ao país" e que Portugal "procura soluções e políticas que o possam tirar da crise e não factores de agravamento entre a Presidência da República e o Governo acerca de suspeições".
"Se o Presidente da República pretendeu fazer um desmentido em relação às notícias que atribuíam a Belém a origem de notícias das acerca das escutas não se percebe porque é que não o fez antes, devia tê-lo feito e não deixado o país em suspenso durante uma campanha eleitoral, mas de qualquer modo faz um desmentido com uma enorme ambiguidade", acrescentou.
"Esta intervenção do PR, pela nebulosa que deixa, é deveras lamentável no actual período político e no início de uma outra campanha eleitoral", concluiu Luís Fazenda.

21h05 - PSD lamenta que "esclarecimento" de Cavaco não tenha sido feito antes das eleições


O PSD lamentou hoje que "o esclarecimento" do Presidente da República sobre o caso das alegadas suspeitas de escutas a Belém não tenha sido feito antes das legislativas para que os portugueses votassem de "forma mais esclarecida".
Numa declaração aos jornalistas sem direito a perguntas, na sede nacional social-democrata, o secretário-geral do PSD, Luís Marques Guedes, considerou que o Presidente da República lançou hoje "acusações a dirigentes do PS que mentiram sobre este episódio" e interpretou o caso das alegadas suspeitas de escutas a Belém como "parte de uma manipulação para condicionar a campanha eleitoral".
"Pela nossa parte, essas acusações, essa leitura do senhor Presidente da República configura naturalmente algo de grave no plano das relações institucionais que deve haver entre órgãos de soberania", acrescentou Marques Guedes.
"E lamentamos que este esclarecimento do senhor Presidente da República não tenha sido feito no momento próprio, ou seja, antes de os portugueses votarem e votarem de uma forma totalmente esclarecida", concluiu o secretário-geral do PSD.

21h03 - Carlos César (PS): "Foi pior a emenda do que o soneto"


O presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, considerou hoje que a comunicação ao país de Cavaco Silva foi "infeliz, não esclarecedora e inusitadamente partidarizada", frisando que foi "pior a emenda do que o soneto".
"O Presidente da República não encontrou justificação, nem explicações, para um ambiente de intriga e suspeição que foi lançado por um seu assessor e não por nenhum membro do partido do governo", afirmou Carlos César, também líder do PS/Açores, numa declaração à Lusa.
Para o líder regional socialista, "se a novidade era a de que o Presidente da República tinha chamado especialistas para dizer que o seu sistema informático é vulnerável, bastava o senso comum para se saber que a maior parte ou a totalidade dos sistemas o são, podendo até haver esse receio no Pentágono".
Nesta declaração, Carlos César defende, no entanto, que "o bom senso deve levar-nos a pensar agora no que é importante para o país", ou seja, a constituição do novo governo e as eleições autárquicas.
"Afinal, era isso mesmo que era importante agora", concluiu o presidente do governo regional açoriano.
A 18 de Setembro, o presidente do PS/Açores, numa das primeiras reacções políticas à divulgação do correio electrónico que envolvia um assessor de Cavaco Silva, tinha considerado "injustificável" o silêncio de Cavaco Silva.
"A falta de uma explicação do Presidente da República é, a meu ver, injustificável e causa uma generalizada perplexidade", afirmou Carlos César, na altura, também numa declaração à Lusa.

21h01 - Vitalino Canas (PS): "A comunicação do Presidente da República foi "útil e clarificadora"


O ex-porta-voz do PS Vitalino Canas considerou hoje que a comunicação do Presidente da República "clarificou" do ponto de vista político que não há a "percepção" de que a Presidência esteja a ser vigiada pelo Governo.
Vitalino Canas foi um dos visados, indirectamente, na comunicação de Cavaco Silva, que responsabilizou dirigentes socialistas de tentarem colá-lo ao PSD, designadamente, através da acusação de que assessores de Belém teriam participado na elaboração do programa eleitoral dos sociais-democratas.
No entanto, Vitalino Canas, ao contrário do líder do PS/Viseu, José Junqueiro, nunca se referiu especificamente a essa questão da participação de assessores de Belém na elaboração do programa eleitoral do PSD, mas sim à questão em torno da saída de João Lobo Antunes da presidência do Conselho Nacional de Ética.
"A comunicação do Presidente da República foi útil, porque clarificadora em alguns aspectos centrais, já que disse não haver a percepção de que haja qualquer tipo de vigilância do Governo em relação à Presidência da República. Esta foi a mensagem central do ponto de vista político", advogou o dirigente socialista.
Ainda em relação ao caso das alegadas escutas, Vitalino Canas considerou também que o Presidente da República, "por duas ou três vezes, falou para dentro da Casa Civil ao sublinhar que a Presidência da República é um órgão unipessoal".
"Mas na comunicação do Presidente da República ficou por esclarecer os motivos por que afastou do pelouro da comunicação o seu assessor Fernando Lima, assim como a questão sobre quem, muito em concreto, tentou com casos desviar a atenção dos problemas do país", sustentou Vitalino Canas.
Já sobre a questão da alegada vulnerabilidade do sistema informático da Presidência da República, o ex-porta-voz do PS desvalorizou essa parte da intervenção de Cavaco Silva, dizendo que essa dúvida "é comum a muitos cidadãos".


Fonte: Expresso

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Presidente da República vetou nova lei das uniões de facto

Portuguese President vetoes gay marriages
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O Presidente da República vetou a nova lei das uniões de facto, considerando "inoportuno" que em final de legislatura se façam alterações de fundo à actual lei. Cavaco Silva defende, no entanto, na mensagem que envia à Assembleia da República a explicar o veto que são necessários um “aperfeiçoamento do regime jurídico das uniões de facto” e uma "discussão com profundidade" sobre a matéria.
Numa nota publicada hoje no site da Presidência da República, Cavaco Silva sustenta que “na actual conjuntura, essa alteração não só é inoportuna como não foi objecto de uma discussão com a profundidade que a importância do tema necessariamente exige, até pelas consequências que dele decorrem para a vida de milhares de portugueses”.
Para o chefe de Estado, perante a “ausência de um debate aprofundado sobre uma matéria que é naturalmente geradora de controvérsia” e a “inoportunidade de se proceder a uma alteração de fundo deste alcance no actual momento de final da legislatura, em que a atenção dos agentes políticos e dos cidadãos se encontra concentrada noutras prioridades”, decidiu pelo veto do diploma.
O chefe de Estado defende, assim, “um amplo espaço de debate”, “aprofundado e amadurecido de forma muito ponderada” sobre os modelos “claramente diferenciados” de definição do regime jurídico das uniões de facto, remetendo para o legislador uma opção entre o modelo que aproxima o “regime das uniões de facto ao regime jurídico do casamento” e o modelo que “distingue de forma nítida” os dois regimes.
Cavaco Silva alerta que equiparar o “regime jurídico das uniões de facto ao regime do casamento pode redundar, afinal, na compressão de um espaço de liberdade de escolha”, advertindo ainda para o “risco de uma tendencial equiparação” se converter “na criação de dois tipos de casamento ou, melhor dizendo, de transformar a união de facto num ‘para-casamento’, num ‘proto-casamento’ ou num ‘casamento de segunda ordem’”.
Neste sentido, o Presidente diz que se colocam várias dúvidas, entre elas se o “regime jurídico das uniões de facto deve evoluir no sentido da equiparação ao do casamento” ou, pelo contrário, deve “subsistir um regime de união de facto "razoável e claramente distinto do regime do casamento, menos denso e mais flexível, que os indivíduos possam livremente escolher”.
Cavaco Silva considera que no diploma aprovado em Julho, com os votos contra do PSD e do CDS-PP, as soluções encontradas indiciam claramente que o legislador "optou por aproximar o regime das uniões de facto ao regime do casamento "sem que tal opção tenha sido precedida do necessário debate na sociedade portuguesa, envolvendo especialistas em diversas áreas relevantes para o assunto em questão e, bem assim, todos os cidadãos".
Este é o 12º diploma que o Presidente da República devolve ao Parlamento desde o início do seu mandato, em Março de 2006.



Fonte: Público.pt

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quinta-feira, 30 de julho de 2009

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Reis de Espanha de visita à Ilha da Madeira

Spanish King and Queen visiting Madeira Island
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Os Reis de Espanha dão início esta quinta-feira à tarde a uma visita de três dias ao arquipélago da Madeira, em sequência de um convite do Presidente da República, Cavaco Silva.
Cavaco Silva convidou o Rei Juan Carlos e a Rainha Sofia para uma visita ao arquipélago da Madeira, onde, durante três dias, o chefe de Estado irá acompanhá-los neste acto.
O programa da visita inicia-se esta quinta-feira à noite com um jantar privado entre os Reis de Espanha e o Presidente da República.
Na sexta-feira, o programa conta com uma audiência entre o Rei Juan Carlos e a Rainha Sofia com o presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim. No mesmo dia, o Rei Juan Carlos receberá uma medalha de ouro da cidade.
O chefe de Estado e o Rei Juan Carlos irão também visitar a Confraria do Vinho da Madeira, seguindo-se à noite um jantar oferecido por Alberto João Jardim.
De acordo com a Lusa, no último dia da visita ao arquipélago, os Reis de Espanha, Cavaco Silva e a sua mulher têm agendada uma vista ao Museu de Arte Sacra da Madeira e à Sé do Funchal. Ainda no sábado deslocam-se a Porto Santo para uma visita à cidade.



Fonte: Fábrica de Conteúdos

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sábado, 27 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cavaco, Sócrates e Ferreira Leite estão irreconhecíveis

PORTUGUESE POLITICAL HUMOR

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As eleições europeias transformaram por completo os três principais protagonistas da vida política nacional. Pelo que se viu esta semana, qualquer semelhança entre o que eram Cavaco Silva, José Sócrates e Manuela Ferreira Leite antes das eleições e o que são hoje é pura coincidência. Mas, como todos sabemos, em política não há coincidências.


Cavaco Silva


Não comentava questões de política nacional fora do País, mas agora, a propósito das datas das eleições legislativas e das autárquicas, não só o fez - solidarizando-se com o (seu) isolado PSD - como se pronunciou sobre um assunto de Estado, baseando-se em sondagens que não têm credibilidade ou, simplesmente, nem existem.


Depois, decidiu abrir uma excepção. E, em vez dos silêncios ou comunicados com que reagiu ao envolvimento do seu nome no caso BPN ou às suspeições sobre Dias Loureiro, Cavaco Silva intrometeu-se no negócio PT/Prisa. E não falou como economista, falou à político - daqueles de quem tantas vezes se demarca, exigindo explicações aos responsáveis de uma empresa privada cotada nas bolsas de Lisboa e Nova Iorque.

Ambas as intervenções contrariam tudo aquilo que tem feito enquanto Presidente da República. Uma pena. Até porque, como ambas foram tão excepcionais e tão favoráveis ao PSD, é fácil perceber os que o acusam de oposição ao Governo.

José Sócrates


Era o mestre da imagem. O político hábil que fabricava a realidade, que controlava a informação e a justiça. O estratego que se mantinha firme no topo das sondagens à custa de teorias da cabala e propaganda sofisticada. Mas, de repente, tudo mudou. À primeira casca de banana da oposição, escorregou. Reagiu descontrolado a uma pergunta previsível e, mais do que o tom, traiu-se pela abordagem que escolheu, ao falar da mudança da linha editorial da TVI.


A seguir, negou conhecer o negócio. Se não sabia (o que custa a acreditar) teria de ter exigido saber, ainda mais quando ele próprio, em 2004, defendeu que o Estado deveria sair dos media. Se sabia, errou em larga escala - primeiro por ter tentado controlar a TVI; depois por não antever que o negócio seria sempre usado contra o Governo e nem sequer ia a tempo das eleições; e, finalmente, por ter tentado esconder algo que, sabendo ou não sabendo, era impossível fazer acreditar os outros. Resumindo: nem Sócrates é o papão que querem fazer dele, nem o ingénuo que ele próprio tentou parecer ser neste processo. Já se percebeu que tem um pouco de ambos. E que nunca esteve, nem com as suspeitas da licenciatura ou do Freeport, tão fragilizado como agora. Talvez por isso o discurso duro deu lugar a um tom compreensivo, a avaliação dos professores já pode ser adiada e até a redução de funcionários públicos deixou ser prioridade.


Manuela Ferreira Leite


O cultivo do silêncio já era. Esta semana, nenhum microfone ou câmara foi para casa órfão de Ferreira Leite. Esteve bem na Grande Entrevista: não apresentou propostas concretas, mas atacou as políticas do Gover-no; não comentou Dias Loureiro, mas criticou a nacionalização do BPN. Escapou sem gafes e ainda deu um toque de modernidade, prometendo um programa eleitoral curto. Pelo meio, reafirmou a grande preocupação com o endividamento do Estado provocado pelo TGV e o aeroporto. Irreconhecível, para alguém que em 2003, enquanto ministra das Finanças, cedeu créditos fiscais e da Segurança Social ao Citigroup no valor de 15,2 mil milhões de euros, amarrando o país a um compromisso que o Tribunal de Contas logo criticou.


Por fim, acusou Sócrates de mentir sem apresentar provas e saiu em defesa de José Eduardo Moniz e da TVI, sem qualquer referência às pressões do ex-ministro do PSD Rui Gomes da Silva sobre Marcelo Rebelo de Sousa, que culminaram com a saída do comentador da TVI.


Nota

Zeinal Bava, um gestor de provas dadas e como há poucos em Portugal, foi apanhado num turbilhão político. Custa acreditar que um profissional com o seu currículo - eleito três vezes o melhor CFO (director financeiro) da Europa pela Institucional Investor - faça fretes a políticos. Pelo menos, tão denunciados. Mas custa igualmente a perceber como é que Zeinal Bava foi ingénuo ao ponto de achar que podia comprar 30% da Media Capital sem ser visto como o braço armado da instrumentalização governamental.


Sem provas, prefiro acreditar na segunda hipótese. A primeira é má de mais, além de uma profunda injustiça para um profissional reconhecido e que todos, mesmo os que agora lhe pedem explicações e transparência, sempre elogiaram.
Do ponto de vista empresarial, o movimento de Bava está mais do que justificado. De qualquer forma, ter dito que queria a PT longe dos conteúdos e ter avançado para a Prisa sem ao menos fazer uma inflexão de discurso não ajudou. Além disso, se como defendeu na entrevista à RTP, os conteúdos da TVI são tão vitais para o desenvolvimento da PT, então deveria ter avaliado melhor os riscos colaterais do negócio, para evitar passar por joguete político, ser repreendido pelo Presidente da República, reprovado pelo Governo ou perder as condições para fechar um acordo, nas suas palavras, tão importante.


Não foi à toa que, à saída da RTP, Zeinal Bava citou Warren Buffet: "Quando olhamos pelo retrovisor vemos as coisas de forma mais fácil e mais clara."


Fonte: DN Sapo

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terça-feira, 12 de maio de 2009

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Cavaco Silva de visita à Turquia

PORTUGUESE PRESIDENT VISITS TURKEY
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A adesão turca à União Europeia, com o “apoio total” de Portugal, está a marcar a visita de Cavaco Silva à Turquia. E hoje, na conferência de imprensa conjunta, no Palácio presidencial, em Ancara, o presidente Abdullah Gül foi duro com a chanceler alemã, Angela Merkel, por ter dito ser contra a adesão plena dos turcos na União Europeia, e a quem acusou de “falta de visão”.
“Os políticos chegam, passam e falam e dizem coisas diferentes por falta de visão”, disse Gül, depois de um encontro com Cavaco Silva e a sua comitiva, que integra o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado.
O presidente turco lembrou ainda os compromissos assumidos pela UE, dado que os países que “assinaram o início das negociações ainda estão lá”.
A seu lado, Cavaco Silva disse uma vez que é precisa alguma paciência e recordou o caso português, que teve de esperar sete anos pelo fim das negociações e também teve de “enfrentar obstáculos e resistências das opiniões públicas” na Europa. Pela positiva, recordou até que a próxima presidência dos 27, a Suécia, fez uma declaração de apoio à entrada da Turquia, ao contrário da Alemanha e França, que este fim-de-semana reafirmaram as suas reservas.
“A Turquia faz falta à União Europeia tal como a União Europeia pode ser benéfica para a Turquia”, afirmou Cavaco Silva, referindo o exemplo de Portugal, que é Estado-membro da UE desde 1986.
Desde o início das conversações com a UE, há quatro anos, a Turquia só abri 10 dos 35 capítulos que compõem as suas negociações de adesão. Um dossier que está a atrasar o processo é a questão cipriota, depois de a ter decidido, em 2006, congelar oito capítulos devido à recusa turca de abrir os seus portos e aeroportos à República de Chipre, membro da UE que Ancara não reconhece.
Ainda que indirectamente, Abdulah Gul agradeceu antecipadamente o discurso de hoje à tarde de Cavaco Silva no Parlamento e o apoio de Lisboa às pretensões europeias de Ancara: “Portugal tem dado um apoio muito grande [à Turquia] e espero que continue no futuro.”



Fonte: Público.pt

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sábado, 22 de novembro de 2008

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Medvedev com Cavaco em Portugal

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O Presidente da República Russa está em Portugal. Dimitri Medvedev faz uma escala de poucas horas em Lisboa antes de prosseguir viagem rumo à América Latina. O Presidente português, Aníbal Cavaco Silva, oferece um jantar em Cascais, em honra do homólogo russo.


Esta é a primeira passagem de Medvedev por solo português, desde que sucedeu a Vladimir Putin no Kremlin. Além do Presidente Cavaco Silva, também estão presentes os Primeiro-ministro, José Sócrates, o ministro português dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, e os embaixadores dos dois países em Moscovo e em Lisboa.


A breve passagem do Presidente da Rússia por Lisboa serve para reforçar as relações bilaterais: a Rússia é um dos 10 países para onde as exportações portuguesas mais aumentaram nos últimos meses.


A questão dos mísseis também deverá ser tratada. Moscovo tinha pressionado os Estados Unidos com os mísseis em Kaliningrado, o enclave russo situado entre a Lituânia e a Polónia, mas prometeu rever a posição após a vitória de Barack Obama.


Dimitri Medvedev embarca ao final da noite com destino a Lima, no Peru, para participar na cimeira do Fórum de Cooperação Económica Ásia-Pacífico (Apec). O Presidente russo vai visitar ainda outros países da América Latina, como a Guatemala e o Brasil, mas as atenções centram-se na visita a Cuba.


Fonte da notícia: TVI

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quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cavaco Silva vê a "coisa" escura

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O Presidente da República acredita que a crise financeira e económica que está a assolar os EUA vai afectar os portugueses. Cavaco Silva considera que os responsáveis pela crise que se instalou nos mercados são os "reguladores, supervisores, bancos centrais, com a invenção dos produtos financeiros".


O Presidente da República acredita que a crise financeira e económica que está a assolar os EUA vai afectar os portugueses. Cavaco Silva considera que os responsáveis pela crise que se instalou nos mercados são os "reguladores, supervisores, bancos centrais, com a invenção dos produtos financeiros".

Em declarações à RTP, Cavaco Silva, afirmou que "todos pagam uma factura. Não só os contribuintes norte-americanos". E com o acesso ao crédito cada vez mais restrito, o que faz aumentar as taxas de juro "é quase certo que [a crise ] vai atingir os portugueses".

Ainda ontem as taxas Euribor voltaram a disparar para máximos históricos devido à crise financeira. A Euribor a seis meses tocou nos 5,256%, um valor nunca visto e as subidas recentes estão relacionadas precisamente com as dificuldades que os bancos estão a ter de se financiarem. É que as taxas Euriobor, além de serem indexantes nos contratos de crédito à habitação são juros interbancários. Ou seja, são os juros cobrados pelos bancos entre si para se financiarem. Com a incerteza que existe no mercado, os bancos estão a cobrar juros mais altos para emprestarem dinheiro.

Para o presidente da República, os responsáveis pela crise financeira foram os "reguladores, supervisores, bancos centrais, com a invenção dos produtos financeiros".

Cavaco Silva está a participar na assembleia-geral das Nações Unidas, onde também se encontra o presidente dos EUA, George W. Bush, que ainda ontem garantiu aos líderes estrangeiros presentes no encontro que o Congresso norte-americano e a sua administração vão agir depressa para controlarem a crise nos mercados financeiros dos EUA, considerando que o plano apresentado na semana passada pela Reserva Federal (Fed) e pelo Tesouro "é um plano robusto para lidar com uma série de problemas".

Este plano, no valor de 700 milhões de dólares, foi ontem, durante toda a tarde, apresentado no Comité do Senado, que terá de dar "luz verde" ao programa para que este seja implementado. O objectivo do plano Paulson é o de estabilizar o sistema financeiro norte-americano, depois da falência do Lehman Brothers e do governo americano ter sido obrigado a intervir para salvar a seguradora American International Group (AIG), e antes desta as agências de recompra de crédito hipotecário Fannie Mae e Freddie Mac.

Fonte da notícia: Jornal de Negócios Online

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quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cavaco não quer aviões por cima da cabeça

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Presidente mandou reservar espaço aéreo na zona da Albufeira, onde está de férias

Por cima da região de Albufeira não há aviões. A ordem foi dada pelo Presidente da República, que se encontra de férias na praia de S. Rafael, segundo a edição desta quinta-feira do Diário de Notícias. Fonte da presidência recusou ao jornal tecer qualquer comentário, «por razões de segurança». Algumas empresas de aviação estão a sentir-se afectados pela restrição.

A ordem de limitação de voos na região foi emitida para todo o mês de Agosto, numa interdição inédita. O responsável pelo Gabinete Coordenador de Segurança, Leonel Carvalho, disse ao Diário de Notícias que o Presidente da República, «em consequência do próprio cargo, representa um grau de ameaça permanente, daí que tenha segurança pessoal. E tem também legitimidade para solicitar outras medidas de segurança que considere necessárias».

O responsável admitiu ainda que a privacidade do Chefe de Estado e a limitação de paparazi poderá estar na origem da medida. «As férias dos famosos atraem muito helicópteros carregados de fotógrafos», disse. «Naqueles aviões que passam por cima das cabeça das pessoas pode ir muita gente. É natural que o PR, com a sua família, deseje reserva em tempo de descanso».

Já as empresas de publicidade e de fotografia aéreas, queixaram-se da proibição, que obriga os aviões ao chegar à praia dos Salgueiros a deslocarem-se dois quilómetros para o mar ou para Norte. «Quem consegue ler a uma distância de dois quilómetros?», questionaram empresários contactados pelo jornal, numa referência à publicidade aérea.

Fonte da notícia: IOL Diário

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quinta-feira, 31 de julho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cavaco Silva vai falar ao país

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O Presidente da República vai fazer uma comunicação ao país esta quinta-feira a abrir os telejornais das 20h.(19h nos Açores). Trata-se de uma comunicação inédita, mas não se conhece o conteúdo da mensagem, segundo revela o jornal Público na sua edição desta quinta-feira.

Segundo uma declaração de um assessor ao diário, só uma razão verdadeiramente importante levará Cavaco Silva a interromper as suas férias e a usar a televisão para falar o país.

A última vez que o Presidente da República falou ao país foi no Ano Novo.

Na agenda oficial da Presidência surge apenas a participação no encontro Star Tracking - A Odisseia do Talento, que tem lugar no Campo Pequeno, e onde proferirá uma intervenção.

Segundo o Público, um dos assuntos que poderá estar na origem desta comunicação é o veto do Tribunal Constitucional ao Estatuto dos Açores. Cavaco poderá estar a tentar evitar que esta situaçõe sejam um elemento perturbador na campanha eleitoral para as eleições regionais, que já estão marcadas.

O Público diz ainda que esta comunicação inédita poderá estar relacionada com a intenção do Presidente de vetar alguma das leis que esperam promulgação. Lei do divórcio e o novo regime laboral da função pública, ligado à reforma da administração do Estado, são os diplomas mais polémicos que estão nas mãos de Cavaco.

Fonte da notícia: IOL Diário

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sábado, 28 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cavaco Silva visita Bento XVI

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Bento XVI recebeu este Sábado, no Vaticano, o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e a primeira-dama, Maria Cavaco Silva. A sala de imprensa da Santa Sé dá conta do encontro sem avançar, para já, mais pormenores

Do programa do presidente português consta ainda uma audiência com o Secretário de Estado do Vaticano, o Cardeal Tarcisio Bertone, a quem o Presidente da República oferecerá, no mesmo dia, um almoço na Residência da Embaixada de Portugal junto da Santa Sé.

Cavaco Silva esteve no Vaticano, em 1987, enquanto Primeiro-Ministro, tendo sido nessa altura recebido por João Paulo II.

Entre os temas a abordar, neste encontro, segundo o gabinete de Cavaco Silva, além da habitual análise da situação internacional e de temas de interesse bilateral, estará a situação da Europa, depois do resultado do referendo sobre o Tratado de Lisboa na Irlanda.

Programa
11:00 - O Presidente da República é recebido, em audiência, por Bento XVI.
13:30 - O Presidente da República oferece um almoço em honra do Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone. Local: Residência da Embaixada de Portugal junto da Santa Sé.

Fonte da notícia: Agência Ecclesia

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terça-feira, 10 de junho de 2008

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Dia de Portugal com o Presidente Cavaco Silva

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Dia de Portugal e das Comunidades, oportunidade para o Presidente da República falar ao coração de todos os portugueses que vivam no país e em todo o mundo. Cavaco Silva pediu um esforço a todos para ajudarem Portugal, naquilo que considera ser um «desígnio nacional».

«Apelo à mobilização desse imenso capital social e humano, que são os cinco milhões de portugueses e de luso-descendentes que vivem e trabalham no estrangeiro (...). Portugal deve saber atrair e acarinhar os portugueses que, estando no exterior, pretendem regressar e, desta forma, contribuir com investimentos, formação e experiência para o desenvolvimento económico e social do País», frisou o Presidente em Viana do Castelo, no decorrer das comemorações do 10 de Junho.

Cavaco Silva escolheu o museu do «Edifício da Praça da Liberdade» para difundir a sua mensagem às comunidades portuguesas, com um púlpito colocado à frente de uma tapeçaria de Portalegre. A obra do inglês Tom Philips, denominada «Concerto Grosso», serviu para ilustrar as palavras do Presidente.

«Esta mobilização poderá ser feita com o empenhamento da sociedade civil, devendo ser complementada e consolidada através do desenvolvimento de mecanismos formais, como, por exemplo, as câmaras de comércio, as novas redes comerciais, sem esquecer as instituições tradicionais de origem portuguesa. Mas, sendo este um desígnio nacional, caberá ainda ao Estado português fomentar as relações entre Portugal e as suas comunidades», vincou.

Cavaco Silva acredita na afirmação de Portugal no mundo e, para que tal aconteça, será necessário mobilizar a diáspora: «Os recursos e os conhecimentos dos portugueses no exterior podem contribuir para uma maior afirmação de Portugal no plano internacional, apoiando, por exemplo, a entrada de produtos e de empresas nacionais em novos mercados».

Para vincar a ideia de colaboração mundial entre portugueses, o Presidente da República deixa a certeza: «A todos os portugueses que residem e trabalham no estrangeiro deixo, mais uma vez, uma palavra de apreço e de reconhecimento. Sei que podemos contar convosco. Podem e devem contar com Portugal».

Fonte da notícia: IOL Diário

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sexta-feira, 9 de maio de 2008

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Dia da Europa em Portugal

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A promulgação do Tratado de Lisboa pelo Presidente da República, Cavaco Silva, e a realização em várias cidades de conferências e debates sobre o futuro da integração europeia marcam hoje, em Portugal, o Dia da Europa.

A 9 de Maio celebra-se o Dia da Europa em toda a União Europeia (UE) por ter sido nesta data, em 1950, que o então ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Robert Schuman, lançou o "embrião" do que viria a ser o processo de integração e unificação europeia.

Um ano depois, foi criada a primeira das Comunidades Europeias - a CECA -, a que se seguiriam a Euratom (energia atómica) e a CEE (Tratados de Roma de 1957), precursoras da actual UE.

Em 1985, os chefes de Estado e de Governo europeus decidiram, em Milão, comemorar oficialmente a data.

A coincidir com este dia histórico e simbólico para a Europa, Cavaco Silva assina hoje o Decreto de Ratificação do Tratado de Lisboa, firmado pelos 27 estados-membros da UE em 13 de Dezembro de 2007, na capital portuguesa.

A cerimónia de assinatura, que decorrerá no Palácio de Belém, vai contar com uma intervenção do Presidente da República alusiva à Ratificação do Tratado, que altera o Tratado da União Europeia e o Tratado que instituiu a Comunidade Europeia. O acto formal de Cavaco Silva encerra o procedimento português de ratificação do Tratado de Lisboa, após o Parlamento ter aprovado o texto a 23 de Abril com os votos favoráveis do PS, PSD e CDS-PP e contra do PCP, Bloco de Esquerda e Partido Ecologista "Os Verdes".

Também no Centro Cultural de Belém (CCB), decorre hoje uma conferência sobre o tema "O Tratado de Lisboa e o Futuro da Integração Europeia", promovida, entre outras entidades, pela presidência eslovena do Conselho da UE e pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros português.

A conferência conta com a presença do ministro da Defesa nacional, Nuno Severiano Teixeira, o secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Europeus, Manuel Lobo Antunes, do ex-comissário europeu António Vitorino, da eurodeputada comunista Ilda Figueiredo e do deputado socialista e presidente da Comissão dos Assuntos Europeus da Assembleia da República, Vitalino Canas, entre outras personalidades.

A data é hoje também assinalada nas cidades do Porto, Faro, Esposende e Quarteira com a realização de conferências, debates e acções de rua.

O Dia da Europa deste ano celebra-se quatro meses após a terceira presidência portuguesa da UE, que terminou a 31 de Dezembro do ano passado.

Portugal, que aderiu à UE em 1986, presidiu, pela primeira vez, à União em 1992 e uma segunda vez em 2000.

Fonte da notícia: Público.pt P

Nota Pessoal:
Julgo que Portugal e os portugueses estão de parabéns apesar de algumas críticas quanto ao Tratado de Lisboa por parte de alguns.

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terça-feira, 29 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cavaco alerta Governo de Sócrates

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O Presidente da República, Cavaco Silva, pediu hoje "atenção" ao Governo para impedir uma "regressão" na actual situação de correcção orçamental, mas concorda que a economia portuguesa tem uma "capacidade de resistência melhor do que noutras ocasiões".
"Espero que o governo esteja atento a essa matéria e não se vá regredir novamente para a ordem dos 3,0 por cento" do PIB de défice orçamental, considerou o Presidente da República à chegada a uma reunião de oito presidentes não executivos de Estados-membros da União Europeia (UE).
A Comissão Europeia decidiu segunda-feira, em Bruxelas, propor a saída de Portugal da lista de países com "défice excessivo" mas advertiu para a necessidade de Lisboa tomar medidas que evitem a deterioração do desequilíbrio das contas públicas em 2009.
Nas Previsões Económicas da Primavera 2008-2009 divulgadas, o executivo comunitário avisa que num "cenário de políticas inalteradas", o desequilíbrio negativo das contas portugueses poderá aumentar de 2,2 por cento do PIB em 2008 para 2,6 em 2009.
O comissário europeu da Política Económica e Assuntos Monetários, Joaquin Almunia considerou que a redução do défice em 2007 e 2008 foi feita de uma forma "sustentada", mas acrescentou que Bruxelas "pedirá" às autoridades portuguesas "mais ambição" quando for elaborado o projecto de orçamento para 2009 pois uma nova tendência de subida do défice "no caso de Portugal deve ser evitada".
"Vamos ver o que o governo responde a esse pedido de ambição [da Comissão Europeia]... mas agora não podemos é regredir, temos de ter cuidado", disse Cavaco Silva, acrescentando que "há agora o sentimento generalizado dos políticos portugueses" de que Portugal não pode "voltar a uma situação de descontrolo orçamental".
Sobre as perspectivas de crescimento da economia portuguesa e europeia, Cavaco Silva considerou que "as notícias não são felizes" mas que, apesar da crise, "a economia europeia está a resistir melhor do que a economia norte-americana".
"Espero que, apesar de tudo, Portugal manifeste uma capacidade de resistência melhor do que noutras ocasiões", acrescentou.
O Presidente da República, Cavaco Silva, reúne-se hoje e quarta-feira em Graz, Áustria, com sete outros presidentes de países da União Europeia para discutir as perspectivas abertas com o Tratado de Lisboa e questões de Política Externa e de Segurança dos 27.
Esta será a quinta edição dos debates informais lançados no Outono de 2003 pelo ex-Presidente da República português Jorge Sampaio e que são conhecidos como o "Grupo de Arraiolos" por se terem realizado pela primeira vez naquela vila alentejana.

Fonte da notícia: Público.pt
Nota Pessoal:
Só não entendo porque terá o Presidente esperado até chegar à Áustria para dizer isso ao Governo de Sócrates.

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sábado, 26 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cavaco e a ignorância cartoon

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O Presidente da República, Cavaco Silva, mostrou-se ontem "impressionado" com a ignorância de muitos jovens sobre o 25 de Abril e o seu significado e denunciou uma "notória insatisfação" dos portugueses com o funcionamento da democracia.
No seu discurso na sessão comemorativa do 25 de Abril, no Parlamento, Cavaco Silva divulgou extractos de um estudo que mandou realizar sobre o alheamento da juventude face à política, e atribuiu parte da responsabilidade aos partidos políticos.
O Presidente considerou "não ser justo" para aqueles que se bateram pela liberdade, tantas vezes arriscando a própria vida, que a geração responsável por manter viva a memória de Abril persista em esquecer que a revolução foi um projecto de futuro.
"Os mais novos, sobretudo, quando interrogados sobre o que sucedeu em 25 de Abril de 1974 produzem afirmações que surpreendem pela ignorância de quem foram os principais protagonistas, pelo total alheamento relativamente ao que era viver num regime autoritário", declarou o Chefe de Estado perante o hemiciclo.
Cavaco Silva recordou que, quando o 25 de Abril ocorreu, uma parcela substancial da população não tinha ainda nascido e lamentou que quem viveu a revolução tenha a tendência para não se lembrar disso, julgando que essa data, fixada no tempo, possui uma perenidade eterna.
"Um regime político não pode esquecer as suas origens", disse, acrescentando "não ser saudável que a nossa democracia despreze o seu código genético e as promessas que nele estiveram inscritas".
Para Cavaco Silva, "num certo sentido, o 25 de Abril continua por realizar".
O Presidente destacou que "ainda há um longo caminho a percorrer" naquilo que o 25 de Abril continha em termos de ambição de uma sociedade mais justa, no que exigia de maior empenhamento cívico dos cidadãos, e naquilo que implicava de uma nova atitude da classe política.
Após recordar que já em 2006 procurou suscitar a reflexão sobre o sentido a dar a esta efeméride, e que ele próprio reflectiu sobre que sentido faz hoje evocar o 25 de Abril, o Presidente disse que, como sempre defendeu que os agentes políticos devem prestar contas do que fazem, apresentou-se no parlamento para dizer aos Portugueses que "continua convencido" de que a juventude é o horizonte de qualquer comemoração do 25 de Abril verdadeiramente digna desse nome".
Cavaco Silva disse ainda que o 25 de Abril "não é monopólio de uma geração nem de uma força política" e sublinhou ter encontrado, de Norte a Sul do país, sinais promissores, embora reconheça que não se tem conseguido mobilizar os jovens para um envolvimento mais activo e participante na vida política.
O Chefe de Estado fez eco da "notória a insatisfação dos Portugueses com o funcionamento da democracia, assim como a existência de atitudes favoráveis a reformas profundas na sociedade portuguesa".
Cavaco Silva disse aos deputados e convidados da sessão solene do 25 de Abril ser seu propósito promover em breve um encontro com representantes de organizações de juventude, tendo por objectivo colher a sua opinião sobre o distanciamento dos jovens em relação à política e sobre as medidas que possam contribuir para minorar ou inverter esta situação.
"Em vez de nos interrogarmos tanto sobre o que o futuro nos trará, seria melhor que nos concentrássemos sobre o que poderemos trazer ao presente", afirmou. Para Cavaco Silva, "o futuro começa agora" e será o que dele fizermos hoje, nas nossas vidas profissionais e pessoais, nos nossos comportamentos cívicos, nas nossas atitudes perante os outros. "Ao invés de imaginar o dia de amanhã, em lugar de procurarmos sinais nas estrelas de um futuro incerto, construamos hoje mesmo o que queremos para um Portugal melhor", afirmou, declarando que é esse o espírito com que exerce as funções em que foi investido. "Sou Presidente da República porque não me resignei", afirmou, sublinhando que não se resigna, acima de tudo, porque acredita em Portugal e nos seus cidadãos.
Cavaco Silva concluiu o discurso comemorativo do 25 de Abril renovando o seu apelo aos portugueses, sobretudo aos jovens, para não se resignarem, porque só assim "serão dignos" da memória do 25 de Abril.
Fonte da notícia: Público.pt

Nota Pessoal:
O Presidente Cavaco Silva tem toda a razão. Com a introdução da democracia em Portugal ao estilo americano, os jovens portugueses, também ao exemplo dos americanos, ficaram cada vez mais ignorantes. A ignorância cultural da sociedade portuguesa vai-se alastrando e proliferando a cada dia que passa a todos os cantos e escaninhos do país. Venham os jogos de computador porque de política os jovens estão fartos.

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domingo, 20 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Depois da tempestade surge a bonança

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Alberto João Jardim revelou ter transmitido ao ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, que acompanhou Cavaco Silva na deslocação à Madeira, o desejo de que também o primeiro-ministro visite oficialmente o arquipélago.

“O primeiro-ministro deve fazer uma visita oficial à Madeira e não vir à região a propósito de um evento qualquer”, declarou o líder do governo regional”, dizendo acreditar que Silva Pereira “percebeu a mensagem que lhe estava a transmitir”.

Sobre a visita oficial do Presidente da República, Jardim disse que “correu tudo muito bem”, mas espera que a deslocação contribua para melhorar as relações entre a região autónoma e o Governo da república: “Não basta as pessoas, agora, terem uma certa cordialidade pessoal e entendimento, é preciso também que isso se traduza em resultados concretos e isso é que será a grande prova dos nove.”

João Jardim aproveitou também aproveitou a oportunidade para responder a Carlos César que, no congresso do PS-Açores, disse que os açorianos não estavam dispostos a serem prejudicados na possibilidade de administrarem a sua própria região “só porque o Governo da República, ou outras altas instituições do país (…) têm receio de dar competências a outros que acham que as vão usar mal”.

“O Carlos César é um indivíduo que joga para não descer de divisão e eu sou um indivíduo que jogo para ganhar campeonatos. Ele, neste momento, está a dizer umas asneiras porque está com receio de descer de divisão”, afirmou o líder madeirense.

Jardim respondeu igualmente a António Costa, que, no congresso dos socialistas açorianos, o criticou por ter apelidado os deputados regionais como um “bando de loucos”. O líder do PSD-Madeira acusou o dirigente socialista de ser “intelectualmente desonesto”, argumentando que não criticou a Assembleia Regional mas apenas “um certo número de deputados que lá estão”.

“Isto de pegar numa referência concreta, que eu não retiro, a certos deputados que estão no parlamento e dizer que foi ao parlamento todo, isto é de uma enorme desonestidade intelectual”.

Fonte da notícia: Público.pt

Nota Pessoal:
Tudo indica que as visitas do Presidente da Assembleia da República e agora a do Presidente Cavaco Silva à Madeira tenham de facto dado os seus bons frutos. Depois da tempestade surge a bonança. É óbvio que as únicas coisas que faltavam era de facto o reconhecimento e as doces palavras elogiosas feitas ao Dr. Alberto João Jardim pela sua vastíssima e complexa obra realizada durante os últimos 30 anos naquela Região Autónoma. Com o dito reconhecimento e respectivos elogios surge agora um Alberto João Jardim mais calmo, mais simpático e tranquilo, pronto para convidar e receber oficialmente o Primeiro Ministro José Sócrates. Os estímulos, sempre que necessário, são tão importantes como o ar que se respira. De salientar que o Dr. Jardim de facto merece todo esse reconhecimento e, na minha óptica, merece também todos esses elogios que, aliás, serão sempre poucos pela mega obra realizada ao longo desse vasto período de governação.

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segunda-feira, 14 de abril de 2008

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Cavaco Silva na Madeira

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Cavaco Silva, ao contrário dos seus antecessores democraticamente eleitos, não presidirá a uma sessão solene do primeiro órgão autonómico, a Assembleia Legislativa, durante a visita que hoje inicia à Madeira. Eventualmente por pressão do presidente madeirense, evita as críticas públicas das oposições aos 30 anos de governo chefiado por Alberto João Jardim.

“Eu acho bem não haver uma sessão solene, acho que era dar uma péssima imagem da Madeira mostrar o bando de loucos que está dentro da Assembleia Legislativa”, justificou Jardim no sábado. “Eu cá não apresento aquela gente a ninguém”, reforçou. E concluiu: “Acho que isso ia ter repercussões negativas no turismo e na própria qualidade do ambiente”.

O líder do PS-Madeira reagiu ontem argumentando que as justificações do presidente do Governo Regional eram “uma ofensa ao Presidente da República” e um “mau prenúncio que mancha a visita do chefe de Estado à região”.

Em declarações à agência Lusa, João Carlos Gouveia, sustentou que Cavaco Silva “merecia uma sessão solene”, considerando que o facto desta não acontecer é uma evidência da “vivência democrática na Região Autónoma da Madeira”.

Cavaco Silva é o oitavo Presidente da República, de entre os 19 que exerceram estas funções desde a implantação da República em 1910, a visitar o arquipélago, onde já estiveram, por diversas vezes, os outros três chefes de Estado eleitos depois da Revolução de Abril.

De passagem para as antigas “províncias ultramarinas” ou para inaugurar obras do Estado Novo nestas “ilhas adjacentes”, estiveram no Funchal António José de Almeida (Outubro de 1922), Óscar Carmona (Julho 1938), Craveiro Lopes (Maio 1955) e Américo Thomaz (Julho de 1962), o qual realizou a sua última visita ao arquipélago como chefe de Estado em 1973, ou seja, um ano antes de aqui voltar, com o antigo regime deposto, a caminho do exílio no Brasil.

Com a autonomia consagrada na nova Constituição da República, Ramalho Eanes é o primeiro Presidente da República a dirigir-se, a 23 de Outubro de 1976, à Assembleia Regional da Madeira, pela primeira vez eleita por sufrágio directo e livre nesse ano.

No Dia da Região, a 1 de Julho de 1986, Mário Soares lembra que “sem o 25 de Abril não haveria autonomia”, ao presidir à sessão parlamentar comemorativa do décimo aniversário de autonomia. A 4 de Dezembro de 1987 inaugura as novas instalações do parlamento.

Também Jorge Sampaio esteve por duas vezes no parlamento madeirense, ouvindo igualmente intervenções de todos os partidos. No discurso feito a 22 de Março de 1998, defendeu o pluralismo e a alternância do poder como formas de defesa da democracia, tendo recebido delegações das forças políticas com representação parlamentar e visitado bairros sociais problemáticos.

A 1 de Julho de 2001, Sampaio foi o convidado de honra das “bodas de prata” da autonomia.

Durante a sessão parlamentar em que defendeu uma “autonomia de cooperação”, os deputados do PSD, de forma muito pouco serena, reagiram às críticas das oposições ao exercício de um “poder absoluto e autocrático” na Madeira, e o líder da bancada social-democrata, Jaime Ramos, atacou directamente o ministro da República, entre os convidados, deixando atónitos o Presidente da República e o visado.

Fonte da notícia: Público.pt

Nota Pessoal:
Confesso que até percebo a lógica do Dr. Alberto Jardim em não querer a sessão solene na Assembleia Legislativa da Madeira. Isso daria oportunidade e voz aos outros partidos de fazerem desabafos que poderiam de certa forma gerar polémicas políticas inaceitáveis e comprometedoras tanto para a Madeira como para o Presidente da República.

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segunda-feira, 24 de março de 2008

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Cavaco Silva de visita a Moçambique

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O Presidente da República, Cavaco Silva, propôs esta segunda-feira que Portugal e Moçambique «tirem partido da amizade» comum para construírem um projecto de futuro.

«Portugal e Moçambique têm relações políticas excelentes», considerou Cavaco Silva num encontro hoje de manhã, em Maputo, com o seu homólogo moçambicano, Armando Emílio Guebuza, com que iniciou a visita oficial de três dias que efectua ao país.

«Mas penso que este é o tempo para tirar partido dessa amizade para construir um projecto de futuro», prosseguiu Aníbal Cavaco Silva, dirigindo-se a Guebuza, acrescentando: «Há uma vontade de Portugal em passar da amizade para realizações concretas».

Armando Guebuza recordou as relações de proximidade que existem entre os dois presidentes e os dois países e assinalou o combate à pobreza, uma das bandeiras da sua presidência.

Reforço dos voos

Portugal e Moçambique chegaram a acordo de princípio para aumentar as ligações aéreas entre os dois países, ficando a sua implementação a cargo das respectivas companhias de bandeira, TAP e LAM.

«Vai haver mais um voo no período de Verão, mas quando a LAM puder exercer o seu direito de voar para Lisboa», disse à Lusa em Maputo o ministro dos Transportes de Moçambique, Paulo Zucula. Acrescentou que esse acordo vai ser renegociado no futuro, no contexto da reciprocidade entre as duas empresas.

Actualmente, há quatro ligações aéreas semanais entre os dois países asseguradas pela TAP, que realiza alguns dos seus voos em "codeshare" com a moçambicana LAM.

Uma fonte oficial portuguesa disse à Lusa que a quinta ligação semanal inicia-se em Julho, para responder a uma procura crescente quer de turistas, quer de empresários portugueses que têm feito investimentos no turismo e em outros sectores da economia moçambicana.

«As ligações aéreas vão trazer turistas portugueses e europeus e também mais investidores portugueses», frisou o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, numa conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo moçambicano, Armando Gebuza, no final de um encontro em Maputo entre as duas delegações.
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Fonte da notícia: Portugal Diário

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Jorge Goncalves

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