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domingo, 13 de setembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Debate de José Sócrates e Ferreira Leite

Portuguese political debate animated cartoon gif
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A maioria dos analistas políticos fala num empate no frente-a-frente entre José Sócrates e Manuela Ferreira Leite. Economia, Segurança Social, Saúde e TGV foram alguns temas que marcaram o debate.

As declarações de Manuela Ferreira Leite sobre o TGV já tiveram eco em Espanha, com o jornal "El Mundo" a destacar as afirmações da líder do PSD. "Portugal não é uma província espanhola", disse.


Manuela Ferreira Leite acusou o PS de estar envolvido com autarcas espanhóis em manifestações e pressões contra a posição defendida sobre o TGV. E acrescentou: "Eu não estou aqui para defender os interesses dos espanhóis, eu estou aqui para defender os interesses portugueses."


A presidente do PSD alega que Espanha está interessada que a rede de alta-velocidade chegue a Portugal para captar "mais fundos comunitários".


Em resposta, o líder do PS afirmou que essas alegadas manifestações são "uma expressão legítima de discordância".


Economia no centro do debate


Foi um tema que gerou controvérsia. A líder do PSD considerou que, independentemente da crise mundial, o Governo socialista empobreceu o país.


"Quando veio a crise, que efectivamente agravou todos os indicadores, foi uma benesse para o Engenheiro Sócrates, porque neste momento ele tem a hipótese de dizer que a situação do país se deve à crise", disse Ferreira Leite.


"Se não houvesse a crise penso que o engenheiro Sócrates teria muita dificuldades em estar aqui como candidato a primeiro-ministro".


Sócrates respondeu acusando a líder do PSD de cultivar o pessimismo e defendeu que em 2007 o país cresceu mais do que nos três anos ente 2002 e 2004.


Acrescentou ainda que em 2007 Portugal "estava a criar empregos".


Segurança Social


Uma vez mais, o líder do PS acusou o PSD de estar a preparar a passagem para o privado de parte das contribuições dos portugueses. "Tem medo dessa proposta e então não a escreve", disse José Sócrates, referindo-se ao programa político do PSD. "Não é assumida porque estamos em tempo de eleições", acrescentou.


Manuela Ferreira Leite negou a intenção avançada e acusou, por sua vez, o Governo de ter feito uma reforma na Segurança Social com base "no aumento da idade de reforma" e "na redução das reformas". Em vez dos actuais "70 ou 80 por cento" do vencimento, "daqui a dez anos" os portugueses vão receber "metade do seu vencimento bruto", disse Ferreira Leite.


Cenário pós-eleitoral


Mensagens diferentes sobre o que pode acontecer caso nenhum dos partidos tenha uma maioria confortável para governar. José Sócrates afirmou que se "candidata para resolver os problemas do país, em nome de um projecto de modernização. Antecipar esses cenários (entendimentos governativos), acho um abuso relativamente àquilo que vai ser a escolha dos portugueses".


Já Manuela Ferreira Leite exclui qualquer possibilidade de acordo com o PS. "Considero que não tenho a mínima hipótese de me entender em termos políticos com o Engenheiro Sócrates. Está absolutamente fora de causa, porque a forma como vemos a política, como entendemos os processos e encaramos as questões básicas para o crescimento do paés é de tal forma divergente".





Fonte: RTP

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O Fahrenheit 451 de Manuela Ferreira Leite

Crazy Portuguese Political Humor
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Manuela Ferreira Leite encontrou o seu Fahrenheit 451 na Madeira. Foi aí que incendiou as verdades que tinha na sua cábula eleitoral. A temperatura alta é a inimiga de toda a efemeridade política. Num único dia, Manuela soterrou todo o crédito ético...

Manuela Ferreira Leite encontrou o seu Fahrenheit 451 na Madeira. Foi aí que incendiou as verdades que tinha na sua cábula eleitoral. A temperatura alta é a inimiga de toda a efemeridade política. Num único dia, Manuela soterrou todo o crédito ético que tinha vindo a tecer habilmente. A líder do PSD colocou a meia haste todas as bandeiras eleitorais do seu partido nos últimos meses. Percebe-se agora melhor: a asfixia democrática é um "soundbite", e não uma estratégia; a verdade é um slogan, e não uma política; a luta contra o despesismo do Estado é uma anedota, e não uma ideia. Tudo o que disse até agora, Manuela Ferreira Leite desdisse na Madeira. Poderia ter dito palavras de circunstância. Mas não: atolou-se no seu discurso. Manuela Ferreira Leite sabe qual é o papel do Estado na "obra feita" na Madeira e o descontrolo orçamental daí derivado. Pedir que no Continente o Estado aperte o cinto, enquanto na Madeira se pode continuar com ele desapertado, é um atentado à inteligência de qualquer português. Que quer Manuela? O Estado só pode ser despesista se tiver no leme o PSD? Começa a perceber-se: o desejo de Manuela Ferreira Leite levar as pessoas a estar de acordo consigo leva-a a fazer promessas que não pode cumprir. Manuela Ferreira Leite tem um "flirt" com a verdade. Mas tem uma paixão muito maior pelo poder. E, claro, as duas coisas nem sempre são conciliáveis. Manuela Ferreira Leite só vê o que quer ver. Mas não pode, assim, desejar que todos sejam distraídos como ela.





Fonte: Jornal de Negócios

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sábado, 27 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cavaco, Sócrates e Ferreira Leite estão irreconhecíveis

PORTUGUESE POLITICAL HUMOR

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As eleições europeias transformaram por completo os três principais protagonistas da vida política nacional. Pelo que se viu esta semana, qualquer semelhança entre o que eram Cavaco Silva, José Sócrates e Manuela Ferreira Leite antes das eleições e o que são hoje é pura coincidência. Mas, como todos sabemos, em política não há coincidências.


Cavaco Silva


Não comentava questões de política nacional fora do País, mas agora, a propósito das datas das eleições legislativas e das autárquicas, não só o fez - solidarizando-se com o (seu) isolado PSD - como se pronunciou sobre um assunto de Estado, baseando-se em sondagens que não têm credibilidade ou, simplesmente, nem existem.


Depois, decidiu abrir uma excepção. E, em vez dos silêncios ou comunicados com que reagiu ao envolvimento do seu nome no caso BPN ou às suspeições sobre Dias Loureiro, Cavaco Silva intrometeu-se no negócio PT/Prisa. E não falou como economista, falou à político - daqueles de quem tantas vezes se demarca, exigindo explicações aos responsáveis de uma empresa privada cotada nas bolsas de Lisboa e Nova Iorque.

Ambas as intervenções contrariam tudo aquilo que tem feito enquanto Presidente da República. Uma pena. Até porque, como ambas foram tão excepcionais e tão favoráveis ao PSD, é fácil perceber os que o acusam de oposição ao Governo.

José Sócrates


Era o mestre da imagem. O político hábil que fabricava a realidade, que controlava a informação e a justiça. O estratego que se mantinha firme no topo das sondagens à custa de teorias da cabala e propaganda sofisticada. Mas, de repente, tudo mudou. À primeira casca de banana da oposição, escorregou. Reagiu descontrolado a uma pergunta previsível e, mais do que o tom, traiu-se pela abordagem que escolheu, ao falar da mudança da linha editorial da TVI.


A seguir, negou conhecer o negócio. Se não sabia (o que custa a acreditar) teria de ter exigido saber, ainda mais quando ele próprio, em 2004, defendeu que o Estado deveria sair dos media. Se sabia, errou em larga escala - primeiro por ter tentado controlar a TVI; depois por não antever que o negócio seria sempre usado contra o Governo e nem sequer ia a tempo das eleições; e, finalmente, por ter tentado esconder algo que, sabendo ou não sabendo, era impossível fazer acreditar os outros. Resumindo: nem Sócrates é o papão que querem fazer dele, nem o ingénuo que ele próprio tentou parecer ser neste processo. Já se percebeu que tem um pouco de ambos. E que nunca esteve, nem com as suspeitas da licenciatura ou do Freeport, tão fragilizado como agora. Talvez por isso o discurso duro deu lugar a um tom compreensivo, a avaliação dos professores já pode ser adiada e até a redução de funcionários públicos deixou ser prioridade.


Manuela Ferreira Leite


O cultivo do silêncio já era. Esta semana, nenhum microfone ou câmara foi para casa órfão de Ferreira Leite. Esteve bem na Grande Entrevista: não apresentou propostas concretas, mas atacou as políticas do Gover-no; não comentou Dias Loureiro, mas criticou a nacionalização do BPN. Escapou sem gafes e ainda deu um toque de modernidade, prometendo um programa eleitoral curto. Pelo meio, reafirmou a grande preocupação com o endividamento do Estado provocado pelo TGV e o aeroporto. Irreconhecível, para alguém que em 2003, enquanto ministra das Finanças, cedeu créditos fiscais e da Segurança Social ao Citigroup no valor de 15,2 mil milhões de euros, amarrando o país a um compromisso que o Tribunal de Contas logo criticou.


Por fim, acusou Sócrates de mentir sem apresentar provas e saiu em defesa de José Eduardo Moniz e da TVI, sem qualquer referência às pressões do ex-ministro do PSD Rui Gomes da Silva sobre Marcelo Rebelo de Sousa, que culminaram com a saída do comentador da TVI.


Nota

Zeinal Bava, um gestor de provas dadas e como há poucos em Portugal, foi apanhado num turbilhão político. Custa acreditar que um profissional com o seu currículo - eleito três vezes o melhor CFO (director financeiro) da Europa pela Institucional Investor - faça fretes a políticos. Pelo menos, tão denunciados. Mas custa igualmente a perceber como é que Zeinal Bava foi ingénuo ao ponto de achar que podia comprar 30% da Media Capital sem ser visto como o braço armado da instrumentalização governamental.


Sem provas, prefiro acreditar na segunda hipótese. A primeira é má de mais, além de uma profunda injustiça para um profissional reconhecido e que todos, mesmo os que agora lhe pedem explicações e transparência, sempre elogiaram.
Do ponto de vista empresarial, o movimento de Bava está mais do que justificado. De qualquer forma, ter dito que queria a PT longe dos conteúdos e ter avançado para a Prisa sem ao menos fazer uma inflexão de discurso não ajudou. Além disso, se como defendeu na entrevista à RTP, os conteúdos da TVI são tão vitais para o desenvolvimento da PT, então deveria ter avaliado melhor os riscos colaterais do negócio, para evitar passar por joguete político, ser repreendido pelo Presidente da República, reprovado pelo Governo ou perder as condições para fechar um acordo, nas suas palavras, tão importante.


Não foi à toa que, à saída da RTP, Zeinal Bava citou Warren Buffet: "Quando olhamos pelo retrovisor vemos as coisas de forma mais fácil e mais clara."


Fonte: DN Sapo

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Jorge Goncalves

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