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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Terceira encíclica do Papa

THIRD PAPAL ENCYCLICAL
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Terceira encíclica do Papa pede autoridade política mundial para governar a globalização e superar a crise.
Com a publicação da encíclica «Caritas in Veritate», Bento XVI oferece-nos um "denso tratado sobre o desenvolvimento de cada pessoa e sobre o desenvolvimento da humanidade na visão cristã" - disse à Agência ECCLESIA D. Carlos Azevedo, bispo auxiliar de Lisboa e presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social. E acrescenta: "Sentimo-nos como que diante de uma grande e bela tapeçaria tecida pelos fios da caridade e da verdade.
Com 79 pontos, a terceira encíclica de Bento XVI aborda "todos os temas actuais da sociedade em vias de globalização" - realça. Ao longo do texto, o Papa convida a um "olhar novo que ultrapasse determinações culturais e históricas em ordem a fazer avançar os processos económicos e sociais para metas plenamente humanas" - disse o prelado.
A «Caritas in Veritate» - publicada hoje (7 de Junho) - é uma encíclica de Doutrina Social da Igreja, das "mais densas de todos os textos, até hoje, publicados". Como reflecte sobre o desenvolvimento integral, "toca vastíssimas dimensões: reforma agrária, ecologia, sindicatos, sociedade civil, segurança, previdência, mobilidade laboral, pesquisa científica, dimensões do terrorismo, respeito pela vida" - sublinhou o presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social. E adianta: "uma interdisciplinaridade própria de quem olha para o desenvolvimento numa amplitude de perspectivas".
Este documento é "uma «Populorum Progressio» (1967) adaptada aos tempos actuais" - disse D. Carlos Azevedo. Com a «Caritas in Veritate» "abre-se uma nova fase na Doutrina Social da Igreja". Com grande riqueza teológica e filosófica, a terceira encíclica de Bento XVI será "um ponto de partida para a análise do futuro da humanidade".
Apesar de reconhecer a densidade deste documento pontifício, o presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social destaca uma frase da encíclica: "a sociedade cada vez mais globalizada torna-nos vizinhos, mas não nos faz irmãos". A fraternidade - este tema ocupa todo o capítulo terceiro - "só será profunda se tiver em conta a sua raiz, a dimensão transcendente" - refere.
Os novos problemas da sociedade contemporânea exigem "um novo olhar, um novo modelo de desenvolvimento e um novo estilo de vida". E finaliza, tal com Bento XVI refere no número 21 da «Caritas in Veritate»: "o mundo tem necessidade de uma renovação cultural profunda".



Fonte: Agência Ecclesia

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sexta-feira, 24 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Papa diz que a cobiça está na origem da actual crise económica

COVETING IS AT THE ROOT OF OUR WORLD ECONOMIC CRISIS
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Bento XVI considerou que a “cobiça” está na origem da actual crise financeira e económica que atinge todo o mundo.

O Papa falava no Vaticano, durante a audiência geral desta semana, numa catequese sobre São Ambrósio Autpert, que nasceu séc. VIII, na região de Provença, França.

“No coração do homem, todos os vícios nascem da mesma raíz, a cobiça” e “desta raiz da cobiça nasceu” a actual crise, disse Bento XVI.

Ressaltando que o Santo em causa é uma figura “pouco conhecida”, o Papa apresentou São Ambrósio Autpert, que foi mestre do futuro Imperador Carlos Magno. “Posteriormente viajou para a Itália e ingressou no mosteiro beneditino de São Vicente, no ducado de Benevento, onde foi ordenado sacerdote no ano 761 e eleito abade. Por causa das tensões internas, foi destituído desse cargo pouco tempo depois. Faleceu a 30 de Janeiro do ano 784".

Bento XVI sublinhou que Santo Ambrósio foi autor de obras de grande conteúdo teológico, ascético e moral, e a mais importante delas foi um comentário em dez volumes sobre o livro do Apocalipse.

"Durante muito tempo, os seus escritos foram atribuídos a outras pessoas, como Santo Ambrósio de Milão ou Santo Ildefonso de Toledo. Pelo seu grande amor à Mãe de Deus e as suas luminosas reflexões, é considerado como o primeiro mariólogo do Ocidente. É um autêntico mestre de vida cristã e convida a aprofundar seus preciosos ensinamentos", assinalou.

No final da audiência, o Papa recebeu um grupo de jovens do centro romano São Lourenço por ocasião do 25.° aniversário da entrega da Cruz dos Dias Mundiais da Juventude, por João Paulo II.

Desde então a cruz não deixou de viajar pelo mundo, visitando, sobretudo, os países em que se realizaram Jornadas Mundiais da Juventude, mas levando um sinal de esperança também a outros lugares, como o continente africano, onde foi acolhida por milhares de jovens. Desde 2003, a cruz é acompanhada por um ícone de Maria.

O Papa falou ainda aos peregrinos de língua portuguesa, “com votos de que esta romagem fortaleça a vossa adesão a Jesus Cristo e o desejo de o fazer amar na própria casa e na sociedade”.



Fonte: Agência Ecclesia

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terça-feira, 31 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Barack Obama viaja para a Europa

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, partiu hoje para a primeira viagem internacional da sua presidência, com destino à Europa, onde participará em reuniões cruciais sobre a crise económica e com aliados militares da NATO.

Depois de ter passado os dois primeiros meses de mandato na Casa Branca tentando salvar a economia norte-americana, Obama faz a sua primeira grande viagem presidencial, com o objectivo de tentar desempenhar um papel vital na luta contra a recessão e convencer os aliados sobre a sua nova estratégia para o Afeganistão.

Obama desembarcará primeiro em Londres, para a reunião de quinta- feira do G20, antes de seguir para a França e Alemanha para uma reunião da NATO por ocasião dos 60 anos da aliança.

Em seguida desloca-se a Praga, para participar nas reuniões Estados Unidos- União Europeia, seguindo depois para a Turquia.



Fonte: DinheiroDigital Sapo

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sábado, 21 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Hillary Clinton de passagem pela China

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A secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton, afirmou hoje em Pequim que os Estados UNidos e a China, juntos, poderão ajudar o mundo a sair da crise económica; e esclareceu que isto deve ser mais importante do que quaisquer considerações sobre direitos humanos.
Na sua primeira visita à Ásia como chefe da diplomacia da Administração Obama, Clinton foi muito mais suave quanto às liberdades políticas e religiosas dos chineses do que o tinha sido num discurso feito em 1995 em Pequim, no qual criticara abertamente a atitude das autoridades locais para com os direitos humanos.
N uma conferência de imprensa que deu em conjunto com o ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Yang Jiechi, a secretária de Estado norte-americana afirmou que as duas potências teriam "discussões francas sobre assuntos quanto aos quais existem discordâncias, incluindo os direitos humanos, o Tibete, a liberdade religiosa e a liberdade de expressão.
No entanto, deixou bem claro que o mais importante são os esforços conjuntos para fazer avançar o crescimento, face à crise financeira generalizada, para controlar as alterações climáticas e para enfrentar desafios como o programa nuclear da Coreia do Norte.
Enquanto isto, alguns dissidentes denunciaram as pressões a que têm sido submetidos e tentativas da polícia para os reduzir ao silêncio durante a visita que Clinton amanhã termina. A secretária de Estado dos EUA foi inclusive recebida pelo Presidente Hu Jintao.
Os dois países começaram já a preparar a reunião que o G20 vai ter em Londres no dia 2 de Abril, destinada a encontrar uma resposta mundial para a crise económica, confirmaram a visitante e o seu homólogo Yang Jiechi, que tencionam entretanto voltar a conferenciar já no próximo mês, na América, para coordenar as posições que irão ter naquela cimeira.
Por seu turno, o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, que também recebeu a antiga primeira dama dos Estados Unidos, disse ter gostado muito de a ter ouvido citar um velho provérbio da China: "Todos os países deveriam atravessar o rio de maneira pacífica, porque estão todos no mesmo barco".



Fonte: Público.pt

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Capitalismo vs Socialismo segundo Mário Soares


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A grande crise em que o mundo parece ter mergulhado aprofunda-se todos os dias e atinge todos os continentes. É uma crise verdadeiramente global cujo remédio não surge claro, para ninguém.
Durante os anos de esperança que se viveram nas décadas "gloriosas", após a hecatombe da Segunda Guerra Mundial, os comunistas anunciavam a crise geral do capitalismo que não deixaria de aí vir, segundo as análises marxistas. Houve, de facto, pequenas crises, mas nada que se comparasse com a grande crise de 1929, que parecia ser a máxima referência maligna.
O capitalismo reformulou-se. Surgiram as sociedades de bem-estar, a segurança social para todos, o New Deal de Roosevelt, o trabalhismo inglês e as nacionalizações do pós-guerra e o socialismo democrático dos nórdicos, e a pouco e pouco, com nuances, do resto dos países europeus que pareciam assegurar a paz, o bem-estar e uma certa harmonia social. Tanto mais que se generalizaram a quase toda a Europa Ocidental, com as excepções negras - até à Revolução dos Cravos de 1974 - da Península Ibérica e da Grécia, as únicas três ditaduras fascistóides que sobreviveram na Europa dita Ocidental, à vitória dos Aliados.
O comunismo soviético consolidou-se, influenciou, com crises várias, as Repúblicas Populares do Leste Europeu, comunicou-se à China - que em breve se tornaria um comunismo rival da URSS -, à Coreia do Norte, ao Vietname e, com algumas outras pequenas experiências frustradas, a Cuba.
Contudo, o capitalismo ocidental manteve-se, próspero, superou as chamadas "crises do petróleo" e, entretanto, deu-se a magnífica surpresa, totalmente inesperada, da implosão pacífica do universo comunista, com a queda do Muro de Berlim, da Cortina de Ferro, da URSS, transformada em Confederação Russa, da integração das Repúblicas Populares na União Europeia e a grande transformação da China, com Deng Xiao Ping, que tentou conciliar o regime comunista de partido único com a economia de mercado e o pior dos capitalismos, o mais selvagem...
O chamado Ocidente - e, em especial, a América do Norte - exultaram com a implosão do universo comunista e cometeram o erro fatal de se considerar "donos do mundo", com Bush tentando marginalizar as Nações Unidas, procurando generalizar a chamada "democracia liberal", a globalização sem regras éticas, o "capitalismo de casino", o unilateralismo ao universo inteiro, caindo com a sua sobranceria de "vencedores" - sem remédio - nos atoleiros das guerras do Afeganistão e do Iraque, verdadeiros sorvedouros de recursos, e dando luz verde a Israel para atacar o Líbano e a Faixa de Gaza, dois outros erros imperdoáveis.
Veio a crise financeira e económica global - com os subprime, as roubalheiras em larguíssima escala, feitas secretamente em offshores, as falências escandalosas de bancos, companhias seguradoras, grandes empresas e de especuladores criminosos, como Madoff, que foi um exemplo maior. O neoliberalismo como sistema económico afundou-se, com o mesmo espanto público e rapidez com que se tinha afundado, quase 20 anos antes, o universo comunista. E, as pessoas perguntam-se, legítima e angustiosamente: e agora?
A crise - note-se - não foi uma novidade. Tinha sido anunciada por politólogos, economistas, sociólogos e alguns comentadores mais avisados. Mas ninguém ligou. Tanto que chegou com pés de lã e começou por ser um espanto - uma enorme surpresa - para os banqueiros, gestores, políticos, economistas, empresários e especuladores envolvidos.
Apesar dos múltiplos avisos, nunca lhes passou pela cabeça que lhes pudesse acontecer, ou melhor: que lhes caísse em cima da cabeça, com a brutalidade que tem acontecido...
E agora, repito? O Presidente Obama disse que "é preciso mudar o modelo económico". É evidente! Claro, o capitalismo financeiro especulativo faliu, como o neoliberalismo, que o tornou possível. Quanto a isso não há qualquer dúvida.
Embora as mentalidades de políticos, economistas, empresários e especuladores, na maior parte dos casos, ainda não tenham mudado. Por mais paradoxal que seja, as mesmas ideias e comportamentos persistem.
E, por isso, insisto: mas mudar, como? Respondo: buscando gente jovem, novos rostos de políticos, economistas e empresários, novas ideias, novos comportamentos. Sobretudo, com respeito pelos valores éticos, sociais e ambientais e habituando-se a uma estrita moralidade pública.
Passar do capitalismo para o socialismo? Como alguns sugerem, regressando às velhas utopias do século XX, em que tantas pessoas excelentes persistem em acreditar, neste início conturbado do século XXI?
Contudo, o socialismo totalitário - não o esqueçamos - faliu, tanto o de tipo soviético como o maoísta ou de Deng Xiao Ping, para não falar do fidelismo. Sem mercado não há cidadãos livres: há funcionários e escravos de um outro tipo, aprendemos isso com o colapso do universo comunista e, alguns de nós, em décadas antes, quando conhecemos a realidade dos goulags e os crimes de Estaline, através do relatório de Kruschev ao XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética, que fica então?
Uma economia de mercado, mas com regras éticas e políticas estritas. Estados de direito capazes de controlar os mercados e de assegurar sociedades de cidadãos livres, pluralistas e participantes, democracias não oligárquicas como era o caso, mas sociais, preocupadas com o bem-estar de todos, com uma justiça independente, acima dos media, e com a defesa do ambiente, indispensável à sobrevivência da humanidade e da biodiversidade.
Claro que isso, nas suas grandes linhas, é o que, durante décadas, se chamou na Europa social-democracia ou socialismo democrático. Ou, se quiserem, um capitalismo avançado ou progressista onde o superior valor são as pessoas e não o dinheiro ou a pura especulação financeira...
Não creio que, de momento, se possa inventar nada de melhor, para conseguirmos sair da crise e conceder à humanidade uns anos de paz e de bem-estar, sob a égide da lei e dos grandes valores universais.
Um modo de conciliar dois valores antinómicos da Grande Revolução Francesa: a liberdade com a igualdade possível e também com a fraternidade, dado que, como humanos, pertencemos todos à mesma casa comum.
Contudo, é importante, direi mesmo, indispensável, regulamentar a globalização, sem o que, também, não venceremos a crise. Ora se a globalização económica é um facto irreversível e global, como está à vista, importa que se estabeleça uma regularização política global, mediante a reforma das instituições financeiras internacionais (Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional) e a sua integração nas Nações Unidas, reformuladas segundo os objectivos do milénio.
O que implica uma nova ordem mundial, com um esquema de governação mundial, que não seja um directório de países ricos, mas a consequência multilateral e democrática do mundo de hoje, com os países emergentes e blocos regionais que representam todos os continentes. Não vai ser fácil. Mas é o caminho que teremos de percorrer, abolindo as guerras e construindo um mundo melhor e mais humano.

Texto do Dr. Mário Soares


Fonte: DN Online

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quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Congresso chumbou proposta de Bush

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A Comissão Europeia (CE) fez saber esta terça-feira que lamenta que o plano financeiro dos Estados Unidos, para salvar os mercados, tenha sido chumbado e culpou a maior economia do mundo pela turbulência que se está a sentir.


Por este motivo, e segundo o «El País», Bruxelas apelou ainda aos Estados Unidos que assuma a sua responsabilidade, dado a União Europeia (UE) estar a fazer o que lhe compete.


«Os Estados Unidos devem assumir a sua responsabilidade nesta situação», disse o porta-voz da CE, Johannes Laitenberger, acrescentando que o voto da Câmara dos Representantes, que travou o plano de 700 mil milhões de dólares, «foi uma decepção».


O mesmo responsável alertou ainda para o «problema global» que se formou a partir das complicações financeiras norte-americanas.


A UE fez ainda saber que conta que a Administração Bush encontre uma solução de recurso rapidamente: «Os Estados Unidos devem salientar o sentido político para o bem do próprio país e para o bem do resto do mundo», disse ainda Laitenberger.


Recorde-se que para reflectir sobre a crise internacional, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, já apelou a uma nova reunião dos G8 (grupo de países mais industrializados do mundo). Por outro lado, a chanceler alemã, Angela Merkel, deu a conhecer o seu apelo para a aprovação do referido plano pelos Estados Unidos.

Fonte da notícia: IOL Diário

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terça-feira, 30 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O fim do mundo segundo Manuel Pinho

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"Hoje é o dia que marca o príncipio de uma nova era". Foi assim que o ministro da Economia, Manuel Pinho, reagiu ontem, no encerramento da cerimónia de entrega dos prémios da revista Exame às melhores e maiores empresas nacionais, ao chumbo do "Plano Paulson", o plano de emergência da administração Bush que previa injectar no sistema financeiro norte-americano 700 mil milhões de dólares.

Ana Baptista e Alda Martins

vivemos num mundo de prosperidade assente em quatro motores: num sistema de financiamento eficiente; na inovação; na expansão do comércio, o que trouxe para a nossa área de influência países como a China, Índia ou Rússia; e na energia barata para todos. Pois bem, esse mundo acabou", disse o ministro, mas alertando que este era um cenário que já se previa.


"Quando os cinco maiores bancos norte-americanos dão 12 mil milhões de dólares em prémios aos seus funcionários isso não é saudável. Quando se exporta mais para a Suiça do que para a China, já se estava a prever o que ia acontecer", comentou.


Este é por isso um momento de transição, diz o ministro da Economia, no qual é preciso ver qual o caminho a seguir. Um caminho que não será, na sua opinião, de extremos. "A esquerda tradicional vai dizer que a globalização não serve e a direita tradicional vai dizer que se tratam de erros técnicos, mas é no meio que está a virtude", disse. Manuel Pinho acredita, por isso, que "Portugal pode sair bem desta crise", já que serão os países com as melhores politicas energéticas a sobreviver. Nesse sentido, o ministro recordou tudo o que está a ser feito para atingir na árrea da energia, bem como o apoio que o Governo está a dar às pequenas e médias empresas. Manuel Pinho garantiu ainda que este ano Portugal vai chegar aos 2,2% do défice, "o mais baixo de sempre".


"Por tudo o que estamos a fazer é que acredito que num dia como hoje Portugal é um País com futuro. No fundo, Portugal vai ser aquilo que as nossas empresas conseguirem ser", rematou.

Fonte da notícia: Diário Económico.com

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quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cavaco Silva vê a "coisa" escura

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O Presidente da República acredita que a crise financeira e económica que está a assolar os EUA vai afectar os portugueses. Cavaco Silva considera que os responsáveis pela crise que se instalou nos mercados são os "reguladores, supervisores, bancos centrais, com a invenção dos produtos financeiros".


O Presidente da República acredita que a crise financeira e económica que está a assolar os EUA vai afectar os portugueses. Cavaco Silva considera que os responsáveis pela crise que se instalou nos mercados são os "reguladores, supervisores, bancos centrais, com a invenção dos produtos financeiros".

Em declarações à RTP, Cavaco Silva, afirmou que "todos pagam uma factura. Não só os contribuintes norte-americanos". E com o acesso ao crédito cada vez mais restrito, o que faz aumentar as taxas de juro "é quase certo que [a crise ] vai atingir os portugueses".

Ainda ontem as taxas Euribor voltaram a disparar para máximos históricos devido à crise financeira. A Euribor a seis meses tocou nos 5,256%, um valor nunca visto e as subidas recentes estão relacionadas precisamente com as dificuldades que os bancos estão a ter de se financiarem. É que as taxas Euriobor, além de serem indexantes nos contratos de crédito à habitação são juros interbancários. Ou seja, são os juros cobrados pelos bancos entre si para se financiarem. Com a incerteza que existe no mercado, os bancos estão a cobrar juros mais altos para emprestarem dinheiro.

Para o presidente da República, os responsáveis pela crise financeira foram os "reguladores, supervisores, bancos centrais, com a invenção dos produtos financeiros".

Cavaco Silva está a participar na assembleia-geral das Nações Unidas, onde também se encontra o presidente dos EUA, George W. Bush, que ainda ontem garantiu aos líderes estrangeiros presentes no encontro que o Congresso norte-americano e a sua administração vão agir depressa para controlarem a crise nos mercados financeiros dos EUA, considerando que o plano apresentado na semana passada pela Reserva Federal (Fed) e pelo Tesouro "é um plano robusto para lidar com uma série de problemas".

Este plano, no valor de 700 milhões de dólares, foi ontem, durante toda a tarde, apresentado no Comité do Senado, que terá de dar "luz verde" ao programa para que este seja implementado. O objectivo do plano Paulson é o de estabilizar o sistema financeiro norte-americano, depois da falência do Lehman Brothers e do governo americano ter sido obrigado a intervir para salvar a seguradora American International Group (AIG), e antes desta as agências de recompra de crédito hipotecário Fannie Mae e Freddie Mac.

Fonte da notícia: Jornal de Negócios Online

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sexta-feira, 27 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Igreja e os pobres

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O Bispo das Forças Armadas portuguesas, D. Januário Ferreira, defende que, no actual cenário de crise económica, a Igreja tem «obrigação» de promover a solidariedade social e de «levantar a voz», mostrando que está do lado dos pobres, escreve a Lusa.

À margem de uma conferência sobre solidariedade social, que decorreu em Cascais, D. Januário Torgal Ferreira afirmou que «não se pode pedir tudo ao Estado», embora considere que este deva ter leis que garantam soluções para a erradicação da pobreza.

«Espalhar o bem tem de ser sempre o caminho da Igreja. O Estado tem a segurança social e outros mecanismos, mas a ajuda social não se esgota e a Igreja solicita a ver no outro o irmão», referiu o Bispo Titular das Forças Armadas e de Segurança, lembrando, «sem triunfalismos», que a maioria das instituições de apoio social são cristãs.

«Acho que os partidos e os governantes devem ter uma orientação prioritária para resolver a actual situação de crise, enquanto a a Igreja tem obrigação de levantar a voz, dar o seu serviço e dizer ao país de que lado estamos - do lado dos que não têm nada», acrescentou.

Questionado sobre a existência de leis e de programas políticos que contribuam para minorar a pobreza em Portugal, D. Januário Ferreira considerou que a pergunta deve ser feita aos próprios partidos.

O Bispo das Forças Armadas afirmou também manter a expectativa de que o diferendo entre instituições particulares de solidariedade social (IPSS) e o Governo sobre subsídios para actividades de tempos livres (ATL) seja resolvido em breve, mas deixou um apelo a todos os envolvidos na matéria.

«Acredito que há sensibilidade social dos dois sectores, tenho esperança de que não haja conflitos e antagonismos. Seria bom que todos remássemos na mesma direcção, sem olhar para o próprio umbigo e atendendo às necessidades humanas. Não sei se a pessoa humana é, neste momento, o centro das atenções», lamentou.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:

A actual crise económica está a atingir muita gente sobretudo os mais pobres da nossa sociedade e, na minha opinião, a igreja tem um papel fundamental de zelar pelos interesses dos mais necessitados.

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segunda-feira, 9 de junho de 2008

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Hábitos alimentares dos portugueses estão a mudar


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O aumento de preços está a provocar mudanças nos hábitos de consumo de muitos portugueses. Alguns trocaram as marcas por produtos de linha branca, outros deixaram de comprar peixe fresco e há mesmo quem esteja a racionar os alimentos.

Às dez da manhã, já percorreu todos os corredores do supermercado à procura das promoções anunciadas no panfleto. Joaquina sabe que «é preciso chegar muito cedo, senão esgota tudo, tal tem sido a correria aos descontos».

Segundo um estudo divulgado recentemente, os supermercados discount têm assistido a um aumento de clientes.

Com 250 euros de reforma, Joaquina foi uma das consumidoras que trocou o «careiro» mercado do bairro pelo supermercado discount mesmo ao lado. Hoje diz que come menos peixe fresco e «carne da boa» e aposta mais nas sopas. Para isso conta com a «hortinha» que criou no quintal da sua casa no centro de Lisboa, onde tem «tomateiros, couves, espinafres, salsa, couve-galega e até um limoeiro».
Também Alice Batista, 69 anos, confessa que nos últimos tempos produtos como o peixe fresco passaram a rarear à mesa da família, que tem um rendimento de pouco mais de 500 euros.

«Precisamos de comer mas temos de gastar menos. Compro poucas vezes peixe e quando há dou-o ao meu marido que está doente», admite Alice Batista, que apanhou vários transportes públicos para atravessar a cidade e conseguir comprar alho francês em promoção noutro mercado discount.

Também à procura do «melhor alho francês» está Lúcia Marques, 77 anos, que admite que na sua casa a comida começou a ser racionada: «para conseguir sobreviver, tenho que pôr menos comida à mesa, porque não dá para mais. Está tudo muito caro».

Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que os preços dos alimentos não têm parado de subir.

Estes consumidores dizem «nunca ter sido de grandes gastos», pertencem a uma geração que passou dificuldades e que por isso teve sempre de ser poupada. Mas há quem tenha nascido noutros tempos, ganhe ordenados acima da média e também sinta o impacto da subida de preços.

Paula Almeida, 31 anos, é freelancer com um rendimento mensal médio de 1500 euros.

Com o empréstimo da casa para pagar, que tem vindo a subir «brutalmente» nos últimos tempos, viu-se obrigada a fazer algumas mudanças nos hábitos de consumo: «deixei de ir à mercearia, porque era muito cara, e passei a comprar mais produtos marca branca. Sinto também que estou a regressar ao básico, ou seja, em vez de ter quatro produtos diferentes para lavar a roupa, só tenho um».

A opção por marcas brancas parece generalizada e é confirmada por um responsável do grupo Jerónimo Martins - donos do Pingo Doce e Feira Nova - que disse à Lusa que nos últimos tempos se tem verificado uma procura acentuada destas marcas.

Apesar de todos falarem em crise, Joaquina, nascida na década de 30, garante que os «tempos difíceis» viveram-se há muitos anos, «quando se passava fome a sério». Hoje, aconselha, «é preciso que os mais jovens percebam que a alimentação é muito mais importante do que ter um carro novo».

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:

Não há dúvida nenhuma que a crise económica mundial nos está a afectar também. Gostaria de sublinhar aqui que o que mais detesto no meio de tudo isto é a forma como muitos portugueses, levados por uma onda de ignorância descabida e triste sobre esta matéria, reagem à situação atribuindo todas as culpas ao actual governo do Eng.º José Sócrates. Muitos dos comentários nos principais sítios de notícias portuguesas da Net revelam isso mesmo, uma ignorância descabida que eu acho absolutamente incrível e simultaneamente revoltante. Há que salientar que tanto os governos como os seus respectivos representantes não fazem milagres. Não tenho dúvidas nenhumas que, nesta situação de crise económica mundial desenfreada, eles estão a fazer o melhor que podem e sabem.

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domingo, 8 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


EUA culpados pela crise financeira mundial

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O Presidente russo Dmitri Medvedev acusou hoje os Estados Unidos de terem provocado a crise financeira mundial que actualmente se vive por excesso de ambição e acrescentou que a Rússia é um exemplo por ter “consciência da sua responsabilidade para um cenário mundial” e como futuro líder económico.

No Fórum Económico de São Petersburgo o Presidente disse, ainda, que “o papel que os Estados Unidos desempenham no sistema económico mundial não corresponde às suas capacidades reais e essa é uma das principais razões da crise actual”.

A Rússia, pelo contrário, “é um actor mundial consciente da sua responsabilidade” frisou Medvedev. “Queremos participar na formulação das regras do jogo, não devido a ambições imperialistas, mas porque temos consciência da nossa responsabilidade e dos recursos que possuímos”, em especial os energéticos, acrescentou.

Como exemplo o dirigente falou nos biocombustíveis que têm agravado a crise alimentar mundial, quando o seu país tem apostado na liberalização do mercado do gás e apostado em medidas de incentivo fiscal ao relançamento da produção de petróleo, o que contribuirá “para estabilizar os mercados energéticos mundiais”.

O secretário norte-americano do Comércio, Carlos Gutierrez, classificou as declarações do responsável russo como “muito fortes”, mas rejeitou a palavra crise, preferindo falar numa “reversão de crescimento”.

Medvedev, considerado um liberar sucedeu a Vladimir Putin há um mês e prometeu reforçar o Estado de Direito, lutar contra a corrupção e facilitar a existência de pequenas e médias empresas na Rússia. No fórum aproveitou para reforçar a ideia de querer tornar o país num “centro financeiro potente” e a “inovação” ser uma das principais prioridades.

Ainda assim, nos corredores do encontro a conversa circulou sempre em torno da crise que opõe os accionistas russos aos britânicos devido à crise na TNK-PP, uma empresa inteiramente privada detida em igual parte por três empresários russos e pela britânica BP.

Fonte da notícia: Público

Nota Pessoal:

Um materialismo capitalista claramente desenfreado e carregado também de uma forte componente de muita ambição imperialista, afinal de contas são eles que querem ser os donos do mundo!

Coitados dos pobres porque são eles também na sua maioria que sofrem mais as consequências destes actos de imperialismo selvático.

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Jorge Goncalves

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