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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

domingo, 25 de abril de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


25 de Abril: 36 anos de democracia

April 25th: 36 years of democracy in Portugal
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"A sociedade portuguesa é hoje mais justa do que aquela que existia há 36 anos. No entanto, persistem desigualdades sociais e, sobretudo, situações de pobreza de exclusão que são indignas da memória dos que fizeram a revolução de Abril", notou o chefe de Estado, numa intervenção na sessão solene na Assembleia da República que assinala a comemoração do XXXVI aniversário do 25 de Abril.

Lembrando que o 25 de Abril foi feito em "nome da liberdade" e de uma sociedade mais justa e solidária, Cavaco Silva reconheceu que é nessas áreas que "porventura" o balanço destas três décadas de democracia se revela "menos conseguido".

Contudo, frisou, "a sensação de injustiça é tanto maior quanto, ao lado de situações de privação e de grandes dificuldades, deparamos quase todos os dias com casos de riqueza imerecida que nos chocam".

A este propósito, o Presidente da República recordou uma passagem da sua mensagem de Ano Novo em 2008, quando referiu que "sem pôr em causa o princípio da valorização do mérito e da necessidade de captar os melhores talentos, interrogo-me sobre se os rendimentos auferidos por altos dirigentes de empresas não serão, muitas vezes, injustificados e desproporcionados, face aos salários médios dos seus trabalhadores".

Reconhecendo que este seu alerta não foi "bem acolhido por alguns", Cavaco Silva disse não estar surpreendido que "agora sejam muitos os que se mostram indignados" com os prémios, salários e compensações que, segundo a comunicação social, são concedidos a gestores de empresas que beneficiam de situações vantajosas no mercado interno.

(Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)



Fonte: SIC

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sábado, 25 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Portugal comemora o 25 de Abril

PORTUGAL COMMEMORATES ITS PEACEFUL REVOLUTION
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As atenções estão hoje centradas no Presidente da República. A troca de recados entre Belém e São Bento, na última semana, fez aumentar como nunca a expectativa em relação às declarações de Cavaco Silva, que discursa hoje de manhã na sessão solene comemorativa do 25 de Abril, no Parlamento.

No último discurso, o chefe de Estado não poupou críticas aos gestores e às empresas e foi duro nos recados ao Governo. "Seria um erro muito grave, verdadeiramente intolerável, que, na ânsia de obter estatísticas mais favoráveis (...) se optasse por estratégias de combate à crise que ajudassem a perpetuar os desequilíbrios já existentes", afirmou o Presidente, no dia 17, na abertura do Congresso da Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE).

Confrontado com as palavras de Cavaco, Sócrates afirmou, em entrevista à RTP 1, que os recados não eram dirigidos ao seu Governo e negou que as críticas à "política do recado" fossem dirigidas ao Presidente.

Sobre as declarações de Sócrates, Belém mantém-se em silêncio. Hoje, o discurso do Presidente não deverá passar ao lado da crise económica. No ano passado, Cavaco disse estar preocupado com a ignorância dos jovens quanto ao 25 de Abril. Mas responsabilizou os partidos pelo alheamento dos mais novos em relação à política. Contactado pelo CM, Belém não quis revelar qual o tema dominante do discurso do Chefe de Estado.

EANES PEDE EXIGÊNCIA

O ex-Presidente da República Ramalho Eanes pediu aos portugueses para serem "mais exigentes" com os Governos. "Cabe a nós impor regras, exigir condutas e, quando necessário, substituir os governantes. Temos os governos e os partidos que merecemos, temos os sistemas de saúde e educação que merecemos, porque somos responsáveis pela nossa sociedade", afirmou anteontem o general no colóquio sobre o 25 de Abril, em Grândola, onde esteve Carlos Beato, Pacheco Pereira e Belmiro de Azevedo.

APONTAMENTOS

SÓCRATES RESPONDE

O primeiro-ministro responde hoje a dez perguntas colocadas através do site: www.socrates2009.pt. A residência oficial de José Sócrates vai estar aberta ao público hoje entre as 15h00 e as 18h00.

PRAÇA SALAZAR

O PSD e o CDS rejeitaram ontem discutir um voto de repúdio, proposto pelo BE, pela inauguração, hoje, de uma praça com o nome de Salazar em Santa Comba Dão. "O PSD suspendeu a democracia", atirou Luís Fazenda.

'CHUVA' DE CRAVOS

Um helicóptero da Força Aérea vai lançar hoje cinco mil cravos sobre o largo Camões, em Lisboa. Estará também disponível um "microfone aberto" a "textos, poemas, palavras de ordem, manifs".



Fonte: Correio da Manhã

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sábado, 26 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cavaco e a ignorância cartoon

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O Presidente da República, Cavaco Silva, mostrou-se ontem "impressionado" com a ignorância de muitos jovens sobre o 25 de Abril e o seu significado e denunciou uma "notória insatisfação" dos portugueses com o funcionamento da democracia.
No seu discurso na sessão comemorativa do 25 de Abril, no Parlamento, Cavaco Silva divulgou extractos de um estudo que mandou realizar sobre o alheamento da juventude face à política, e atribuiu parte da responsabilidade aos partidos políticos.
O Presidente considerou "não ser justo" para aqueles que se bateram pela liberdade, tantas vezes arriscando a própria vida, que a geração responsável por manter viva a memória de Abril persista em esquecer que a revolução foi um projecto de futuro.
"Os mais novos, sobretudo, quando interrogados sobre o que sucedeu em 25 de Abril de 1974 produzem afirmações que surpreendem pela ignorância de quem foram os principais protagonistas, pelo total alheamento relativamente ao que era viver num regime autoritário", declarou o Chefe de Estado perante o hemiciclo.
Cavaco Silva recordou que, quando o 25 de Abril ocorreu, uma parcela substancial da população não tinha ainda nascido e lamentou que quem viveu a revolução tenha a tendência para não se lembrar disso, julgando que essa data, fixada no tempo, possui uma perenidade eterna.
"Um regime político não pode esquecer as suas origens", disse, acrescentando "não ser saudável que a nossa democracia despreze o seu código genético e as promessas que nele estiveram inscritas".
Para Cavaco Silva, "num certo sentido, o 25 de Abril continua por realizar".
O Presidente destacou que "ainda há um longo caminho a percorrer" naquilo que o 25 de Abril continha em termos de ambição de uma sociedade mais justa, no que exigia de maior empenhamento cívico dos cidadãos, e naquilo que implicava de uma nova atitude da classe política.
Após recordar que já em 2006 procurou suscitar a reflexão sobre o sentido a dar a esta efeméride, e que ele próprio reflectiu sobre que sentido faz hoje evocar o 25 de Abril, o Presidente disse que, como sempre defendeu que os agentes políticos devem prestar contas do que fazem, apresentou-se no parlamento para dizer aos Portugueses que "continua convencido" de que a juventude é o horizonte de qualquer comemoração do 25 de Abril verdadeiramente digna desse nome".
Cavaco Silva disse ainda que o 25 de Abril "não é monopólio de uma geração nem de uma força política" e sublinhou ter encontrado, de Norte a Sul do país, sinais promissores, embora reconheça que não se tem conseguido mobilizar os jovens para um envolvimento mais activo e participante na vida política.
O Chefe de Estado fez eco da "notória a insatisfação dos Portugueses com o funcionamento da democracia, assim como a existência de atitudes favoráveis a reformas profundas na sociedade portuguesa".
Cavaco Silva disse aos deputados e convidados da sessão solene do 25 de Abril ser seu propósito promover em breve um encontro com representantes de organizações de juventude, tendo por objectivo colher a sua opinião sobre o distanciamento dos jovens em relação à política e sobre as medidas que possam contribuir para minorar ou inverter esta situação.
"Em vez de nos interrogarmos tanto sobre o que o futuro nos trará, seria melhor que nos concentrássemos sobre o que poderemos trazer ao presente", afirmou. Para Cavaco Silva, "o futuro começa agora" e será o que dele fizermos hoje, nas nossas vidas profissionais e pessoais, nos nossos comportamentos cívicos, nas nossas atitudes perante os outros. "Ao invés de imaginar o dia de amanhã, em lugar de procurarmos sinais nas estrelas de um futuro incerto, construamos hoje mesmo o que queremos para um Portugal melhor", afirmou, declarando que é esse o espírito com que exerce as funções em que foi investido. "Sou Presidente da República porque não me resignei", afirmou, sublinhando que não se resigna, acima de tudo, porque acredita em Portugal e nos seus cidadãos.
Cavaco Silva concluiu o discurso comemorativo do 25 de Abril renovando o seu apelo aos portugueses, sobretudo aos jovens, para não se resignarem, porque só assim "serão dignos" da memória do 25 de Abril.
Fonte da notícia: Público.pt

Nota Pessoal:
O Presidente Cavaco Silva tem toda a razão. Com a introdução da democracia em Portugal ao estilo americano, os jovens portugueses, também ao exemplo dos americanos, ficaram cada vez mais ignorantes. A ignorância cultural da sociedade portuguesa vai-se alastrando e proliferando a cada dia que passa a todos os cantos e escaninhos do país. Venham os jogos de computador porque de política os jovens estão fartos.

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quinta-feira, 24 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


25 de Abril em Portugal cartoon

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Hoje completam-se 34 anos que uma revolução pacífica devolveu a Portugal a liberdade e, com esta, a Democracia, que andava arredia há quase meio século.

Trinta e quatro anos de liberdade e de democracia representativa parece não terem sido suficientes para que muitas pessoas se convencessem de que o poder que exercem os políticos é direccionado única e simplesmente para proveito e bem estar do povo e para defesa dos cidadãos. Seja de que estrato forem e em que função exerçam. Os detentores do poder, assim, terão que cada vez mais estar junto dos cidadãos para proporcionar a igualdade de oportunidades e a defesa intransigente dos descriminados. E isso nem sempre se regista. Umas vezes por pesporrência outra vezes por cegueira.

Parece ser fundamentalmente por essa razão que a população em geral anda cada vez mais divorciada da política. E, obviamente, essa tendência acentua-se sempre que um acto eleitoral se aproxima, e no fim do ano em curso, mais propriamente em Outubro próximo, há mais um, o das legislativas regionais. Preparam-se e planeiam-se já acções de campanha, comícios, contactos com as populações, etc.. Os Congressos partidários já começaram. Toda uma poderosa máquina de "marketing" bem engendrada está sendo preparada. A par disso vão-se tomando medidas com mais visibilidade para que a população se sugestione com empreendimentos eleitoralistas.

Aqui na Região a "azáfama", portanto, da "ante-pré-campanha-pré-eleitoral" para o acto de Outubro já começou. Os dois partidos mais representativos estão em acção. O PS já fez o seu Congresso e o PSD, em frenesim político, prepara-se para uma contraposição que demonstre aos eleitores os seus projectos. Há que aproveitar o tempo para reverem os discursos, deixando de se entrincheirar na crítica fácil. Outrossim apontando caminhos, criando, sobretudo, a ilusão, de que este é um mundo bom, governado por gente melhor.

Todo este ambiente não teria sido necessário sem o 25 de Abril de 1974, que restituiu a Portugal a liberdade e a democracia, de que esteve arredado na longa "noite" de 48 anos de fascismo.

Hoje, tudo é diferente. Mas nem tudo ocorre de modo a que o povo esteja, num todo, a viver melhores dias. Injustiças – muitas – têm condicionado um viver mais condigno. Por falta de dirigentes políticos a quem tem faltado um melhor sentido de retribuição da riqueza.

A sociedade precisa de elites políticas, culturais, intelectuais e económicas. Destacando-se da população, elas influenciam decisivamente a evolução social. A democracia não se opõe, pelo contrário necessita dessa classe dirigente, desde que seja aberta, móvel, lúcida e respeite as regras. Nem sempre o povo entende o caminho proposto e é normal que desconfie dos líderes. Estes, sob pressão, sentem necessidade de se justificar, corrigir, gerar resultados. Esta interacção saudável entre classes faz a comunidade progredir, mesmo com zangas e lutas.

25 de Abril de 1974. 34 anos são já passados. No entanto no aspecto social ainda há muito por fazer.

Tive a feliz oportunidade de assistir presencialmente a esse extraordinário evento. O povo festejou de um modo esfusiante a revolução dos cravos e continua a festejar a data em que foi devolvida a liberdade, da qual proveio a Democracia e dias melhores para este País à beira mar plantado.

Dias melhores vieram, mas continuou a constatar-se bolsas de pobreza.

Continua a haver ricos mais ricos e pobres com parcos rendimentos, cada vez mais pobres. Ainda há dias um estudo demonstravam que em Portugal havia dois milhões de pessoas, abaixo do limiar da pobreza, auferindo menos 400 euros mensais. Por outro lado há empresas com lucros fabulosos. Realidades que fazem pensar!...

Fonte da notícia: Diário dos Açores

Nota Pessoal:

Portugal comemora mais um 25 de Abril, 34 anos após a revolução dos cravos. Lembro-me de estar numa aula de educação bilingue, nos Estados Unidos, na altura que se deu o primeiro 25 de Abril. Lembro-me igualmente de toda a miséria que existia em Portugal antes dessa data. E, porque sou alguém que se lembra do antes e depois, apenas tenho isto a dizer: valeu a pena o 25 de Abril, valeu a grande coragem desses capitães de Abril. O meu obrigado a todos. Viva a Liberdade e viva Portugal!

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Jorge Goncalves

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