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sábado, 20 de março de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Limpar Portugal

Country clean-up project
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O movimento «Limpar Portugal», realizado este sábado, pôs milhares de portugueses a limpar as florestas um pouco por todo o país.

No Pinhal do Banzão, em Colares, o tvi24.pt juntou-se à iniciativa que contou com um grupo de alunos, pais e professores da «escola mais ocidental da Europa», a Escola Básica 2+3 de Sarrazola, que integrou esta operação de mega limpeza, recolhendo detritos do pinhal. Quem não quis ficar de fora foi o Presidente da República, que também contribuiu e não hesitou em arregaçar as mangas e apanhar o lixo do chão.

Depois de ser devidamente equipado com uma gabardine da Marinha e um par de luvas, Cavaco Silva integrou-se num dos grupos de limpeza e, sem cerimónias, deitou mãos à obra, pedindo sacos de plástico para recolher todo o tipo de detritos, tais como plásticos, metais, tijolos e até vidros.

Acompanhado pelo presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara, pela vereadora Ana Gomes e por uma multidão de crianças, o Presidente percorreu o pinhal munido de uma tenaz para apanhar os detritos, auxiliado pela mulher, pela filha e por quatro netos.

«Mais de cem mil portugueses estão hoje no campo, na floresta ou na praia a limpar e recolher resíduos. Eu penso que isto é de um grande valor económico, mas o mais importante é o valor ambiental. Trata-se de educar para a defesa do meio ambiente e mesmo que não se consiga limpar tudo, há aqui um efeito pedagógico que vai ficar», sustentou Cavaco Silva.

O Presidente declarou que «Portugal estava sujo» e teceu rasgados elogios às pessoas que tiveram a ideia,
inspiradas no exemplo da Estónia , criando, assim, «um movimento cívico de uma dimensão extraordinária».

O chefe de Estado considerou que os jovens estão sensibilizados para as questões ambientais devido à «pedagogia nas escolas para a defesa do meio ambiente e da biodiversidade».

«Os jovens sentem uma certa responsabilidade para com as gerações futuras. No entanto há uma certa dose de irresponsabilidade ao abandonar vidros, entulho, mobílias, frigoríficos, pneus em parques, em pinhais, nos campos», afirmou.

O coordenador do distrito de Lisboa, Rui Cardoso, declarou que o objectivo da iniciativa é deixar uma marca na sociedade e assegurar que os jovens no futuro não irão repetir estes erros ambientais. Em relação ao destino dos resíduos, o responsável informou que vão ser transportados para contentores espalhados pelo concelho e, em seguida, vão para um ecocentro, podendo o entulho servir para nivelar pedreiras.

Apesar de a chuva não ajudar à realização dos trabalhos, não foi suficiente para desmotivar as equipas. O coordenador Nuno Meia Onça, responsável pelos grupos escolares, incitava os alunos, afirmando que «a chuva é psicológica». À medida que iam limpando, Nuno prestava esclarecimentos, adiantando, por exemplo, que o tempo de decomposição do vidro é superior a um século.

«Os jovens estão em contacto com a mensagem. Esta nova geração produz muito mais resíduos do que as gerações anteriores, mas também lhes cabe a responsabilidade de saber lidar com esse tipo de resíduos. Penso que é um processo de educação mútuo, que deve ser direccionado de pais para filhos e de filhos para pais», declarou o responsável.

Em resposta à sugestão de Cavaco de Silva de instalar uma câmara de vigilância no pinhal, Nuno Meia Onça concluiu: «Devia era instalar-se uma câmara na consciência de cada um!».



Fonte: IOL

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segunda-feira, 30 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


«Limpeza sexual» no Iraque

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Ahmed tinha 14 anos quando ele foi executado pela polícia iraquiana em Dora em Maio de 2006. Quatro polícias chegaram à sua humilde casa, acusaram-no de «corrupto» e «choque» para a sua comunidade e foi baleado duas vezes na cabeça. O seu crime foi manter relações sexuais com homens «em troca de pequenas quantias de dinheiro e comida. Ele tinha que ajudar a sua família», explica Ali Hili, responsável pela LGBT iraquiana, ONG constituída por 30 iraquianos exilados no Reino Unido.

Como Ahmed, cerca de 480 gays, lésbicas, bissexuais ou transgéneros iraquianos foram mortos desde a invasão, muitas vezes pela polícia. A ONG descreve este acto como «uma das mais organizadas e sistemáticas campanhas de limpeza sexual na história», refere em entrevista ao jornal «El Mundo».

Esta é uma das faces menos conhecida da tragédia do Iraque, apesar das queixas que o relatório da ONU destacou, em 2006, como «grupos islâmicos e milícias são conhecidos por serem particularmente hostis com os homossexuais, tendo frequentes e abertas campanhas de violência contra eles.»

Perseguição sexual

Legalmente, a situação não é muito melhor uma vez que o Iraque «libertado» é um dos nove países do mundo onde está em vigor a pena de morte para os homossexuais. Assim, a impunidade de que têm beneficiado os extremistas prevaleça apesar de antes da invasão ter sido dos países mais tolerantes da região.

Centenas de pessoas foram vítimas de perseguição sexual que inclui sequestro, estupro, tortura, mutilação e humilhação, incentivadas por clérigos desde 2004 e frequentemente registadas pelos risos dos torturadores.

Daí a urgência com que se pretende que as ONG forneçam «segurança, abrigo e alimento para os LGBT que fogem da violência e das ameaças de morte».

Defender os homossexuais

O trabalho no Iraque, onde dezenas de membros trabalham clandestinamente, sendo que alguns foram assassinados, traduz-se na denúncia de assédio contra esta comunidade e a criação de «casas seguras», onde os perseguidos, em pequenos grupos, sobrevivem abrigados da exibição.

No total, 40 pessoas foram acolhidas pelos iraquianos LGBT financiado pela ONG holandesa HIVOS. Hili explica que embora o número seja muito maior do que se tivessem recursos, «fora do Iraque» existem «um par de projectos em países vizinhos para realojar a LGBT» e têm conseguido salvar as «casas seguras» e registá-las antes da ONU».



Fonte: IOL Diário

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Jorge Goncalves

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