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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dois portugueses percorrem países europeus de bicicleta

Two Portuguese citizens are set to travel by bike through 23 European countries
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Dois portugueses vão percorrer 23 países europeus de bicicleta. Tudo para promover a cultura portuguesa e a qualidade de vida. Depois de chegarem à Finlândia, regressam a Lisboa. De acordo com a Lusa, no ano passado, o engenheiro Paulo Guerra dos Santos ficou conhecido por testar o potencial ciclável de Lisboa durante meses e, já este ano, apresentou uma tese de mestrado para desmistificar ideias e «desculpas» usadas pelos munícipes para não recorrerem à bicicleta: «As sete colinas, o vento, o frio, o calor ou o tráfego automóvel».


Para «dar mais força» aos seus argumentos e apelar à reflexão através da comunicação social, Paulo, de 36 anos, e um amigo quatro anos mais velho vão pedalar cerca de nove mil quilómetros até Helsínquia, na Finlândia, e regressar à capital portuguesa.


Entre 1 de Maio e 22 de Setembro (Dia Europeu da Mobilidade) do próximo ano, ambos contam pedalar 80 a 100 quilómetros por dia, descansar um ou dois dias por semana, e passar por perto de 100 cidades, vilas e aldeias.


«Como utilizadores, temos uma saúde um bocadinho melhor, mas sem preparação de atleta porque fazemos 15 a 20 quilómetros por dia. Queremos fazer ver que não é preciso ter um corpo de atleta para andar na cidade e ter uma pequena aventura destas», explicou à Lusa o engenheiro, referindo que a preparação limitar-se-á a percorrer distâncias maiores um mês antes.


Os dois amigos esperam assim promover um hábito que lhes aumentou substancialmente a qualidade de vida a nível de saúde física e mental e de «relação com a cidade», mas os objectivos passam também por «pressionar a câmara a criar corredores nos principais eixos» viários, fomentar a ligação de Portugal à rede europeia de ciclovias e «partilhar a cultura» nacional.


«Trata-se de ligar os povos europeus e conhecermos modos de vida dessas gentes, divulgando o que temos de melhor e promovendo a união dos portugueses à Europa. Acho que é isso que falta», defende Paulo.


Ainda antes de se fazerem à estrada, os ciclistas vão consultar vários sites, como os de couchsurfing - que consiste em pedir estadia num sofá emprestado num país estrangeiro - e contactar vários conhecidos que moram noutros países evitando os hotéis, ficando mais próximos das populações, inclusive das comunidades portuguesas.


Os dois amigos esperam ainda poder levar alguma mensagem do primeiro-ministro ao seu congénere finlandês.

Fonte: IOL

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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Portugueses no Mundo

Portuguese Worldwide
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Portugal tem emigrantes em 140 dos 190 países do Mundo, sendo a França a nação que concentra mais portugueses e Santa Lúcia ou ilhas Maurícias os estados com menos emigrantes, registam dados do Observatório da Emigração.

De acordo com os primeiros dados disponíveis no site do Observatório da Emigração (www.observatorioemigracao.secomunidades.pt) que ontem foram disponibilizados online, residem em França 567 mil portugueses nascidos em Portugal, enquanto em países como Santa Lúcia ou ilhas Maurícias existem menos de 50 emigrantes portugueses.

Os dados do Observatório da Emigração, que nesta fase não reflectem ainda a realidade dos luso--descendentes, revelam ainda que os destinos da emigração portuguesa que mais cresceram nos últimos anos foram Espanha, Reino Unido e Angola.

Em Espanha, o número de emigrantes portugueses quase duplicou, passando de 71 mil, em 2004, para 136 mil, em 2008, enquanto no Reino Unido passou de 68 mil para 77 mil e em Angola de 17 mil em 2006 para 23 mil, em 2008.

Um movimento traduzido também no crescimento das remessas de dinheiro para Portugal, que no caso de Angola subiram na ordem dos 40%, de 20 mil euros para 70 mil euros em dois anos.

Nesta primeira fase, o Observatório da Emigração reúne dados recolhidos junto dos organismos de estatística nos vários países, com as inscrições consulares e dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), numa tentativa de quantificar os número de emigrantes portugueses no Mundo.

Ontem, durante o lançamento do site, o secretário de Estado das Comunidades, António Braga, adiantou que com os dados disponíveis não é ainda possível validar a estimativa de 4,5 ou cinco milhões de portugueses tradicionalmente apontada por entidades oficiais de especialistas na área da emigração, sublinhado que falta "identificar a zona de penumbra" que constituem os luso-descendentes.

Analisando os dados, António Braga destacou a disparidade entre os números apontados para a África do Sul e os apurados pelo Observatório. "Na África do Sul, são menos do que achávamos. A disparidade é muito grande. Falava-se em 500 mil ou 600 mil emigrantes e, segundo estes dados, na melhor das projecções são 200 mil", disse.





Fonte: JN

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sábado, 14 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Açores, um dos destinos mais procurados pelos portugueses

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Os portugueses vão querer continuar a viajar em 2009, gozando períodos de férias entre cinco a dez dias e mantendo o mesmo orçamento que previram em 2007. Foi o que concluiu a Associação de Hotelaria de Portugal (AHP), a partir do resultado to TTT Tourism Monitor "Viagens dos Portugueses em 2009", apresentado ontem, pelo vice-presidente daquela associação.
Miguel Júdice, referiu que “viajar é preciso”, acrescentando que, com base nos resultados do inquérito, apesar da crise se sentir, “os portugueses vão querer continuar a viajar”.
O estudo resulta de uma parceria da AHP com a Multidados, através de plataforma online, tendo decorrido no início de Fevereiro e abrangendo 3.293 inquiridos, residentes em Portugal. Dentro desta amostra, uma esmagadora maioria (cerca de 89%) manifestou o desejo de viajar em 2009. Segundo as conclusões obtidas, a tendência será para os portugueses gozarem períodos de estadia entre os cinco a dez dias (64,48%), com 55,37% do total de portugueses inquiridos, a manifestarem a intenção de viajarem para destinos nacionais.
Os Açores surgem no terceiro lugar dos destinos nacionais de eleição para os portugueses, com 5,76%, logo após Faro (10,98%) e Madeira (6,48%), o que poderá indicar um bom ano para os operadores turísticos da Região e empresas locais.
Em termos de segmentos turísticos, “Sol e Mar” estão no topo das preferências de produtos a comprar este ano, com 22,7% das respostas, seguido do Turismo de Natureza (13%) e o turismo cultural (12,7%).
Quanto ao tipo de alojamento escolhido, a maioria aponta para os hotéis (43,4%) na sua maioria 3-estrelas (46,7%) seguido de 4-estrelas (25,2%) e 2-estrelas (16,1%). A escolha de 5-estrelas apresenta 5,5% das respostas. A maioria escolhe a compra na agência de viagens (39,4%) porque o conhecimento de quem está a vender dá segurança, enquanto o serviço e a responsabilidade surgem como segunda e terceira razões.

Fonte: Jornal Diário

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quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cavaco Silva vê a "coisa" escura

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O Presidente da República acredita que a crise financeira e económica que está a assolar os EUA vai afectar os portugueses. Cavaco Silva considera que os responsáveis pela crise que se instalou nos mercados são os "reguladores, supervisores, bancos centrais, com a invenção dos produtos financeiros".


O Presidente da República acredita que a crise financeira e económica que está a assolar os EUA vai afectar os portugueses. Cavaco Silva considera que os responsáveis pela crise que se instalou nos mercados são os "reguladores, supervisores, bancos centrais, com a invenção dos produtos financeiros".

Em declarações à RTP, Cavaco Silva, afirmou que "todos pagam uma factura. Não só os contribuintes norte-americanos". E com o acesso ao crédito cada vez mais restrito, o que faz aumentar as taxas de juro "é quase certo que [a crise ] vai atingir os portugueses".

Ainda ontem as taxas Euribor voltaram a disparar para máximos históricos devido à crise financeira. A Euribor a seis meses tocou nos 5,256%, um valor nunca visto e as subidas recentes estão relacionadas precisamente com as dificuldades que os bancos estão a ter de se financiarem. É que as taxas Euriobor, além de serem indexantes nos contratos de crédito à habitação são juros interbancários. Ou seja, são os juros cobrados pelos bancos entre si para se financiarem. Com a incerteza que existe no mercado, os bancos estão a cobrar juros mais altos para emprestarem dinheiro.

Para o presidente da República, os responsáveis pela crise financeira foram os "reguladores, supervisores, bancos centrais, com a invenção dos produtos financeiros".

Cavaco Silva está a participar na assembleia-geral das Nações Unidas, onde também se encontra o presidente dos EUA, George W. Bush, que ainda ontem garantiu aos líderes estrangeiros presentes no encontro que o Congresso norte-americano e a sua administração vão agir depressa para controlarem a crise nos mercados financeiros dos EUA, considerando que o plano apresentado na semana passada pela Reserva Federal (Fed) e pelo Tesouro "é um plano robusto para lidar com uma série de problemas".

Este plano, no valor de 700 milhões de dólares, foi ontem, durante toda a tarde, apresentado no Comité do Senado, que terá de dar "luz verde" ao programa para que este seja implementado. O objectivo do plano Paulson é o de estabilizar o sistema financeiro norte-americano, depois da falência do Lehman Brothers e do governo americano ter sido obrigado a intervir para salvar a seguradora American International Group (AIG), e antes desta as agências de recompra de crédito hipotecário Fannie Mae e Freddie Mac.

Fonte da notícia: Jornal de Negócios Online

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segunda-feira, 9 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Portugueses fazem mergulho histórico

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Dois portugueses iniciam no próximo dia 21 uma expedição no Mar do Norte, cenário há 92 anos da maior batalha naval da história, decisiva para o fim de cerca de 300 anos de poderio militar da marinha britânica.

Armando Ribeiro e José António Marques, parceiros de aventuras subaquáticas há quatro anos e que têm no currículo expedições nos Estados Unidos, Irlanda, Itália, Portugal e Reino Unido, contaram à Lusa o que os leva a descer a profundidades superiores a 125 metros.

«Tanto eu como o Armando gostamos de mergulhar e, à medida que fomos evoluindo, ver somente os peixes e o fundo do mar já não nos estimulava», reforçou José António Marques, proprietário de uma empresa de promoção e construção imobiliária.

«Quanto mais difícil for o naufrágio, também maior é o desafio e a história que está por detrás estimula-nos a ir a esses locais», acrescentou.

Mergulhar nas memórias da História

E desta vez a aventura vai passar-se no Mar do Norte, onde a 31 de Maio de 1916 se travou aquela que é considerada a maior batalha naval da História.

Armando Ribeiro e José António Marques preparam as suas expedições com a antecedência necessária para garantir as autorizações indispensáveis, ultrapassar dificuldades logísticas e tratar dos equipamentos. «A preparação desta expedição já tem ano e meio. Todos os anos, depois de fazermos uma, começamos logo a pensar e a preparar outra», explicou Armando Ribeiro.

A escolha da expedição deste ano, que durará 10 dias, justifica-se pela importância histórica. «Quem gosta de mergulho em naufrágio nada melhor que mergulhar onde houve a maior batalha naval de sempre. Dá-nos gozo chegar lá e poder visitar um local praticamente inexplorado, muito pouco visitado», adiantou José António Marques.

As condições meteorológicas e do mar são variáveis a ter em conta, pois, como salientou Armando Ribeiro, «estamos a prever nove dias de mergulhos, mas nestes nove dias, se calhar, acabamos por mergulhar quatro».
A expedição ao Mar do Norte vai custar 3 mil euros a cada um, mas o mais caro é o equipamento que utilizam.

Dentro de duas semanas, assim o permitam as condições do mar e meteorológicas, Armando Ribeiro e José António Marques vão ao encontro da história da maior batalha naval.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
É uma das coisas que infelizmente não sei fazer e confesso que tenho pena. Na verdade nunca tirei tempo para aprender e julgo que agora já é tarde para o fazer. É um tipo de hobby que me parece bastante fascinante e não tenho dúvida que aqueles que o fazem devem sentir realmente grande satisfação.

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Poder de compra dos portugueses cai e contraria tendência europeia

Portugal está atrás de países como Espanha, Grécia, Chipre e Eslovénia e a par com República Checa e Malta. O poder de compra dos portugueses, quando comparado com o dos parceiros europeus, voltou a cair em 2006.

De acordo com dados do Eurostat, o instituto de estatística da União Europeia, o poder de compra nacional caiu de 76% da média europeia para 75%.


Uma das principais conclusões do estudo é que o poder de compra continua a registar grandes disparidades no espaço europeu, oscilando entre um mínimo de 37% da média e um máximo de 280%.


O Produto Interno Bruto (PIB) per capita, medido em paridades de poder de compra, foi mais elevado no Luxemburgo, onde atingiu mais de 2,5 vezes a média. No caso da Irlanda, ficou 50% acima da média, na Holanda, Áustria, Dinamarca, Suécia e Bélgica, entre 20 e 30% acima. O Reino Unido, a Finlândia, a Alemanha e a França registaram números entre 10 e 20% acima da média europeia. Em linha com a média comunitária ficaram a Espanha, a Itália e a Grécia.


Com um poder de compra cerca de 10% inferior à média ficaram Chipre e Eslovénia, sendo que a República Checa, Malta e Portugal ficaram entre 20 e 25% abaixo da média. Pior, só mesmo a Estónia, a Hungria e a Eslováquia (35% abaixo da media), a Lituânia, a Letónia e a Polónia (40% a 50% abaixo da média) e finalmente a Roménia e a Bulgária (cerca de 60% abaixo).

Fonte da notícia: AGÊNCIA FINANCEIRA

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sábado, 15 de dezembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Portugueses sentiriam mais falta da Internet do que da televisão

Estudo revela importância crescente da Internet e dos telemóveis em Portugal

Se algum dos meios de comunicação com que contactam diariamente desaparecesse, a maioria dos portugueses inquiridos num estudo de mercado sentiria mais falta da Internet e dos telemóveis do que da televisão, rádio ou jornais.

De acordo com o estudo A Day in the Life (um dia na vida), elaborado pela agência de meios Nova Expressão para a Columbus Media International e efectuado pela Netsonda, 98,1 por cento dos portugueses inquiridos sentiria falta da Internet (95,6 por cento sentiriam falta do telemóvel, 92,4 por cento da TV, 90,6 por cento da rádio e 86,8 por cento dos jornais). Os meios de comunicação menos importantes para o painel de 681 portugueses, todos utilizadores de Internet, são as consolas de jogos e os outdoors.

Confrontados com várias opções para descrever o confronto com o desaparecimento de meios de comunicação, que incluem também o cinema, as revistas e os leitores mp3, mais de metade dos inquiridos (53,6 por cento) não conseguiria mesmo imaginar a sua vida hoje sem a Internet. Só os telemóveis igualam a reacção mais extrema da gama de questões (que vai desde o “não conseguiria imaginar a minha vida sem” até ao “não me faria diferença nenhuma”), com 43,6 por cento dos inquiridos a assumir que não imagina viver sem telefone móvel.

O objectivo do estudo é saber mais sobre os hábitos de consumo de média dos portugueses, integrado num estudo mais alargado sobre o mesmo tema, que abrange os EUA, o Canadá, Reino Unido, Alemanha e Polónia e os Emirados Árabes Unidos. Os norte-americanos são, de longe, os que mais falta sentiriam dos meios de comunicação se fossem privados deles.

Nas conclusões gerais do estudo internacional da Columbus, Portugal destaca-se por ser o país cujos espectadores mais se queixam da violência excessiva na televisão (uma preocupação partilhada por 69 por cento dos inquiridos portugueses). De todo o painel, o Reino Unido é o país onde essa preocupação é menos significativa.

Os países que mais consomem televisão são Reino Unido e o EUA. Os seus espectadores passam em média, e respectivamente, 3,7 e 4,3 horas por dia frente ao televisor. Em Portugal, 71 por cento dos espectadores dizem que prestam tanta atenção à publicidade televisiva que passa nos canais temáticos do cabo quanto à dos canais generalistas. Mas 56 por cento dos portugueses ouvidos pela Netsonda admitem que tentam evitar ver anúncios na televisão, ao mesmo tempo que 57 por cento deles dizem prestar atenção à publicidade nos jornais.

Os principais destinos dos inquiridos portugueses que procuram entretenimento são a televisão e a Internet (76 e 58 por cento, respectivamente) e estes dois meios também lideram quando a busca é em torno de notícias (79 por cento TV e 56 por cento Internet). Os jornais servem como fonte de notícias para 55 por cento dos ouvidos.

A omnipresença da Internet na vida dos consumidores de média portugueses mantém-se de forma equilibrada durante toda a semana: 4h36 durante a semana, 4h04 ao fim-de-semana. A Internet serve sobretudo para usar o e-mail (98,2 por cento) e ler notícias (85,2 por cento).

Quanto à televisão, os inquiridos dedicam-lhe 2h43 diárias nos dias úteis e 3h46 diárias ao fim-de-semana. E passam 59m a ler jornais durante os dias úteis, dedicando ainda 48m às revistas, gastando 1h16 a ler jornais nos dias de fim-de-semana e 1h03 para as revistas ao sábado e domingo. Estes valores estão no mesmo nível dos despendidos pelos americanos, canadianos e britânicos na leitura de jornais diários. Quanto à Internet, os norte-americanos são os que mais horas passam na rede, gastando entre 5,3 horas e 6 horas diárias frente ao computador.

Fonte da notícia: PÚBLICO.PT

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Saiba o que faz mexer os portugueses

Portugueses gostam de viajar pela Europa e reconstruir casas antigas de forma moderna


Morar numa casa antiga reconstruída, viajar pela Europa e experimentar e saber coisas diferentes, como comida japonesa ou línguas orientais e passar mais tempo online do que à frente da televisão, são algumas das novas tendências que fazem mexer a sociedade portuguesa, escreve a Lusa.


As conclusões são de um estudo, realizado pela Área de Planeamento e Estudos de Mercado (APEME) em parceria com a Produções Fictícias, apresentado esta terça-feira e realizado a partir de um inquérito junto de uma amostra de cidadãos representativa de um segmento de vanguarda, de pessoas que «iniciam tendências», na esfera privada, social e pública.


«Existe a necessidade das pessoas procurarem uma relação mais intensa com o tempo e com o tempo longo, nomeadamente um certo passado e uma das tendências fortes é a importância de morar numa casa antiga reconstruída. De certa maneira os portuguesesquerem morar numa casa antiga reconstruída para porem lá dentro a modernidade», explicou Carlos Liz, responsável pelo estudo pela parte da APEME.


Preocupações ambientais


De acordo com Carlos Liz, as preocupações ambientais estão também no centro das novas tendências, com os portugueses dispostos a investir em equipamentos para a casa «para que haja poupança energética suficiente».


Contudo, a vontade dos portugueses de preservarem o passado não interfere no seu modo de vida, que é cada vez mais cosmopolita e se traduz numa enorme vontade de «visitar muitas cidades europeias, mas em pouco tempo», ou de «aprender coisas novas», como sejam línguas orientais ou experimentar comidas de culturas diferentes.


«As pessoas estão disponíveis para investir em novas aprendizagens», sintetizou Carlos Liz.


Viajar no espaço, cultura e tempo


Assim, as tendências mais significativas identificadas pelo estudo perspectivam uma sociedade que quer sair de si mesma viajando no espaço, na cultura e no tempo.


Outra das áreas que está a verificar grandes mudanças é o consumo, com as pessoas a darem cada vez mais importância aos meios online.


Para Nuno Artur Silva, da Produções Fictícias, «as novas tendências demonstram que estamos mais europeus em certos aspectos e o estudo revela cidadãos muito mais cosmopolitas, por isso estamos definitivamente longe do Portugal salazarista e mesmo a seguir ao 25 de Abril».


Mais tempo na internet que frente à TV


O humorista salienta ainda que «a maior parte das pessoas está muito mais tempo online do que à frente do televisor» e há a «ideia de misturar e de ir buscar coisas diferentes e escolher só o que nos interessa».


«As novas gerações são definitivamente gerações do mundo até muito mais do que de Portugal e acho que isso é animador», concluiu Nuno Artur Silva.


No estudo foram questionadas online 100 personalidades da sociedade portuguesa, de ambos os sexos, com idades entre os 21 e os 53 anos, que trabalham em áreas que vão da encenação, à investigação científica, passando pelas artes, humor, publicidade e comunicação, ensino universitário, formação profissional, arquitectura e literatura.

Fonte da notícia: Portugal Diário

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Jorge Goncalves

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