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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Google Buzz

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Chama-se Google Buzz e promete baralhar as contas às principais redes sociais, nomeadamente ao Facebook, que tem vindo a ganhar adeptos nos últimos meses. A Google não ficou parada e lançou esta terça-feira uma nova ferramenta integrada no seu serviço do e-mail (o Gmail), que permitirá comentar e partilhar conteúdos online.


A vontade é organizar esta componente das redes sociais, que parecem o sector mais desorganizado da Internet, com conteúdo disperso por vários locais. Com o Buzz será possível congregar o e-mail, o twitter, o Picassa, o Flickr e o Google Reader, para além de ser possível partilhar vídeos e comentários com os amigos.


A Google quer fazer isto de forma muito simples. Mais simples até do que o Facebook, sendo que o serviço estará gradualmente disponível nas contas de Gmail em todo o mundo.


Uma componente importante é a utilização no telemóvel aproveitando os sistemas GPS. A Google pretende que o utilizador perceba o que está a acontecer nas redondezas e isso será possível através do Buzz. Basta instalar a aplicação (iPhone e Android) e escolher a opção «à minha volta» para ver o que todos os utilizadores do Buzz naquela área estão a partilhar com o mundo, como críticas de restaurantes ou até desabafos sobre o trânsito.


Fonte: IOL

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A Internet está a mudar a nossa forma de pensar?

Is the Internet changing our way of thinking?
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Acha que a Internet alterou a sua mente ao nível neuronal, cognitivo, processual, emocional? Sim, não, talvez, respondem filósofos, cientistas, escritores, jornalistas à pergunta do ano do site edge.org, em centenas de textos que são hoje colocados on-line.


No Verão de 2008, o escritor norte-americano Nicholas Carr publicou, na revista Atlantic Monthly, um artigo intitulado Is Google making us stupid?: What the Internet is doing to our brains, onde se mostrava muito crítico dos efeitos da Internet nas nossas capacidades intelectuais. O artigo teve um grande impacto, tanto nos media como na blogosfera.

O site edge.org - o "salão" intelectual on-line - vem agora expandir e aprofundar o debate no âmbito do seu tradicional desafio anual a dezenas de craques mundiais da ciência, da tecnologia, do pensamento, da arte, do jornalismo. A pergunta de 2010 é, literalmente: "Como está a Internet a mudar a maneira como você pensa?" ("How is the Internet changing the way you think?")

Eles respondem: que a Internet os (nos) tornou mais espertos, menos profundos, mais rápidos, menos focados, mais acelerados, menos criativos, mais tácteis, menos visuais, mais altruístas, menos arrogantes. Que expandiu radicalmente a nossa memória, mas fez de nós, ao mesmo tempo, reféns do presente. A grande teia surge equiparada a um ecossistema, um cérebro colectivo, uma memória universal, uma consciência global, um mapa total da geografia e da história.

Mas uma coisa é certa: sejam eles fãs ou críticos, todos a usam e todos admitem que ninguém sai ileso da Internet. Ninguém fica indiferente a coisas como a Wikipedia ou o Google, ninguém escapa à atracção da comunicação e do saber globais e instantâneos.

Até ao fecho desta edição, tinham respondido ao desafio 121 filósofos, cientistas, médicos, engenheiros, escritores, artistas, jornalistas. Escolhemos algumas dessas respostas - incluindo a de Nicholas Carr, que também é "sócio" deste think tank fundado pelo agente literário nova-iorquino John Brockman - e reproduzimos aqui a sua substância. Com mais tempo e atenção, elas também podem ser desfrutadas e escrutinadas na sua totalidade e diversidade no edge.org

Quem decide?

Daniel Hillis

(Informático)O real impacto da Internet é que mudou a nossa maneira de tomar decisões. Cada vez mais, não são indivíduos humanos que decidem, mas uma rede adaptativa e intricada de humanos e máquinas. Essa rede foi criada, mas não totalmente desenhada, por nós. E evoluiu. A nossa relação com ela é semelhante à nossa relação com o nosso ecossistema biológico. Somos co-dependentes e não a controlamos completamente.

Acelerar o pensamento

Andrian Kreye

Editor do Süddeutsche Zeitung

Se o facto de acelerar continuamente o pensamento representa uma mudança da maneira como penso, então a Internet tem feito um trabalho maravilhoso. Mas talvez não esteja a mudar o pensamento. Nunca mudei de opinião por causa da Internet, nuca tive uma epifania à frente de um ecrã. Nunca tive nenhuma experiência memorável, embora a Internet possa ter contribuído para algumas. Foram sempre as pessoas, os lugares e as experiências que mudaram a minha maneira de pensar.

Fac-símile da realidade

Eric Fischl e April Gornik (Artistas visuais)

Para o artista visual, olhar é essencial ao pensamento. Como é que a Internet mudou a nossa maneira de ver? De forma subtil mas profunda. Uma das mudanças é a perda do sentido de escala. Outra é a perda de diferenciação dos materiais. A informação visual passou a ser baseada apenas na imagem. A realidade foi substituída por um fac-símile.

Trabalhar e brincar

Kevin Kelly (Fundador da revista Wired)

Tornei-me mais "esperto" em factos, mas o meu saber é hoje mais frágil. Tudo o que aprendo é sujeito a erosão. As minhas certezas sobre seja o que for diminuíram, isto é, em geral, parto cada vez mais do princípio que aquilo que sei está errado. A Internet também esbateu a diferença entre o meu pensamento sério e o meu pensamento lúdico. Penso que a conjugação de jogo e trabalho, de pensar a sério e pensar a brincar, é um dos mais fantásticos efeitos da Internet.

Açúcar digital

Esther Dyson

Ex-presidente da Electronic Frontier Foundation Adoro a Internet. Mas às vezes penso que muito daquilo que ela nos dá são calorias ocas. Açúcar. Clips de vídeo, toques de amigos, tweets, pop-ups... Mas a longo prazo muitos de nós têm uma predisposição genética para perder a capacidade de digerir o açúcar consumido em excesso. Poderá isto valer também para o açúcar de informação? Vamos tornar-nos alérgicos e ao mesmo tempo não conseguir passar sem ele? E qual será a nossa insulina digital?

O controlo da mente

Larry Sanger (Co-fundador da Wikipedia)

Há quem diga que as nossas mentes mudaram com o excesso de informação, aparentemente contra a nossa vontade. Os agentes livres tornaram-se meros sujeitos de poderosas novas forças. Não concordo com isto. Temos a possibilidade de escolher se queremos ceder o controlo da nossa pessoa a uma "mente-colmeia" cada vez mais irresistível? Temos. E será que devemos capitular, ou pelo contrário continuar a desenvolver as nossas próprias mentes e a dirigir cuidadosamente a nossa atenção? A resposta parece-me óbvia.

Outsourcing mental

Gerd Gigerenzer (Psicólogo, Instituto Max Planck, Alemanha)

Iniciámos um processo de outsourcing do armazenamento e do acesso à informação, da mente para o computador, tal como muitos já fizemos o outsourcing da capacidade aritmética da mente para a calculadora de bolso. Poderemos vir a perder algumas competências pelo caminho, mas a Internet está também a ensinar-nos novas competências para aceder à informação. A Internet é uma espécie de memória colectiva, à qual às nossas mentes se irão adaptar até que uma nova tecnologia a venha substituir. Começaremos então a fazer outsourcing de mais capacidades cognitivas e, espero eu, a aprender outras novas.

Pensar melhor

Stephen Kosslyn (Psicólogo, Universidade de Harvard)

A Internet estendeu a minha memória, a minha percepção, os meus juízos de valor. Estes efeitos tornaram-se ainda mais notáveis desde que tenho um smart phone. Hoje, uso-o regularmente para verificar factos, ver vídeos, ler blogues. O inconveniente é que dantes tinha tempos mortos durante os quais deixava vaguear a minha mente e de onde podiam surgir pensamentos ou ideias inesperadas. Esses intervalos tornaram-se menos frequentes. Mas acho que é um pequeno preço a pagar: hoje, penso melhor do que antes de ter integrado a Internet nos meus processos mentais e emocionais.

Mudanças radicais

Kai Krause (Pioneiro na área do software)

A Internet mudou radicalmente a minha maneira de pensar. Não ao nível dos meus neurónios, mas de forma mais abstracta: redefiniu totalmente a maneira como percebemos o mundo e o nosso lugar nele. Mas trata-se de uma faca de dois gumes, de um ioiô do bom, do mau e do feio. A Net não atingirá o seu verdadeiro potencial durante a minha vida. Mas é óbvio que influenciou o meu pensamento como nunca nada o tinha feito até aqui.

Cibermundo táctil

James O"Donnell (Classicista, Universidade de Georgetown)

Os meus dedos passaram a fazer parte do meu cérebro. Pessoalmente, e apenas por enquanto, é sobretudo nos meus dedos que reparo. Quando estou fora do meu gabinete, perguntem-me uma coisa interessante e puxo logo do meu Blackberry - é uma reacção física, preciso de começar a manipular a informação na ponta dos meus dedos. Ao computador é o mesmo padrão: o sinal de que estou a pensar é que estendo a mão e começo a abanar o rato. Os meus olhos e as minhas mãos já aprenderam novas maneiras de trabalhar com o meu cérebro, num processo que, para mim, é realmente uma nova maneira de pensar. O mundo da informação está mais táctil do que nunca.

Promiscuidade

Seth Lloyd (Engenheiro, MIT)

Penso menos. E, quando penso, sou mais preguiçoso. Durante centenas de milhões de anos, o sexo foi a maneira mais eficiente de propagar informação de procedência duvidosa: as origens de todos aqueles fragmentos de lixo genético do ADN perderam-se nas areias da história reprodutiva. Mas a Web usurpou o lugar do sexo. Basta um download ilegal para propagar mais bocados de informação parasita do que um voo nupcial de moscas tsé-tsé. Por enquanto, a capacidade da Internet para propagar informação de forma promíscua é uma bênção. Mas o que acontecerá a seguir? Não me perguntem a mim. Nessa altura, espero ter parado completamente de pensar.

O mesmo cérebro

Nicholas Christakis (Médico e sociólogo, Universidade de Harvard)

A Internet não é diferente das anteriores (e igualmente monumentais) tecnologias que estendem as capacidades mentais, tais como os livros ou a telefonia, e duvido que os livros ou a telefonia tenham mudado a minha maneira de pensar no sentido de mudar a maneira de funcionar do meu cérebro. Acho que é muito mais acertado dizer que foi o nosso pensamento que deu origem à Internet e não a Internet que deu origem ao nosso pensamento. Não existe um novo eu. Não há novos outros. Donde, não há um novo cérebro nem uma nova maneira de pensar. Continuamos a ser a mesma espécie que éramos antes da Internet.

O mapa

Neri Oxman (Arquitecto e investigador, MIT)

A Internet tornou-se um mapa do mundo, literal e simbolicamente, na medida em que retraça, quase à escala 1:1, tudo o que alguma vez aconteceu. Mas à medida que ingerimos a informação, o nosso poder de percepção definha e a nossa capacidade de pensarmos em termos abstractos e críticos atrofia-se. Para onde vamos nesta Idade da Internet? Será que estamos a tornar-nos nas vítimas das nossas próprias invenções?

Caçadores-recolectores

Lee Smolin (Físico, Perimeter Institute)

Até agora, a Internet não mudou a nossa maneira de pensar. Mas alterou radicalmente o contexto do nosso pensamento e do nosso trabalho. Dantes cultivávamos o pensamento, agora tornamo-nos caçadores-recolectores de imagens e de informação. Talvez, quando a Internet estiver soldada aos nossos óculos ou aos nossos dentes, e os ecrãs forem substituídos por lasers a desenhar imagens directamente nas nossas retinas, as mudanças sejam mais profundas.

Matrix

John Markoff (Jornalista do New York Times)

Não só me tornei um pessimista da Internet, como recentemente comecei a achar que a Net tinha adquirido um aspecto mesmo assustador. Não acham que a Internet parece ter uma mente própria? Vamos todos ser assimilados, ou será que já o fomos? Esperem! Parem! Isso é a Matrix, não é?

O upload já começou

Sam Harris (Neurocientista, The Reason Project)

É comum a ficção científica de pesadelo vislumbrar que um dia as mentes humanas vão ser transferidas para uma vasta rede de computadores como a Internet. De facto, tenho reparado que esse upload da profecia já começou no que me diz respeito. A migração para a Internet inclui mesmo a minha vida emocional. Desenvolvo cada vez mais relações totalmente on-line com outros cientistas e escritores. Quase todas as frases que algumas vez trocamos existem na minha pasta de e-mail enviado. A totalidade da nossa relação é pesquisável. E muitos outros amigos e mentores existem para mim desta maneira, principalmente enquanto correspondentes electrónicos.

Vidas paralelas

Linda Stone (Ex-executiva, Apple e Microsoft)

Antes da Internet, ia mais à biblioteca e fazia mais telefonemas. Lia mais livros e tinha opiniões mais estreitas e menos informadas. Andava mais a pé, de bicicleta, passeava mais na natureza, brincava mais. Fazia amor mais vezes. Quanto mais conheço e amo a Internet, mais claro é o contraste, mais intensa a tensão entre uma vida física e uma vida virtual. Esse contraste entre as minhas vidas on-line e off-line fez com que voltasse a apreciar os prazeres do mundo físico. Agora, consigo navegar com maior determinação entre esses mundos, escolhendo primeiro um e depois o outro - mas sem abdicar de nenhum dos dois.

Criado mudo

Joshua Greene (Neurocognitivista e filósofo, Universidade de Harvard)A Internet não mudou a nossa forma de pensar mais do que o microondas mudou a nossa forma do digerir os alimentos. Deu-nos um acesso sem precedentes à informação, mas não mudou o que fazemos com ela quando a temos na nossa cabeça. Isso é assim porque a Internet (ainda) não sabe pensar. Ainda temos de o fazer nós próprios, à maneira antiga. Até isso mudar, a Internet vai continuar a ser nada mais, nada menos, do que um utilíssimo, e muito estúpido, criado mudo.

O fim da experiência

Scott Sampson (Paleontólogo de dinossauros)

O que me interessa é saber como é que a Internet está a mudar a maneira de pensar das crianças da Idade da Internet. Parece provável que uma vida de condicionamento diário ditado pelo rápido fluxo de informação através de um ecrã luminoso irá gerar mudanças substanciais nos cérebros e portanto no pensamento. Mas há uma coisa que me assusta ainda mais - e de que raramente se fala: a extinção da experiência, a perda de experiência íntima do mundo natural. Qualquer desfecho positivo vai exigir desligar os ecrãs e passar muito mais tempo no exterior, a interagir com o mundo real, em particular não humano.

Novos circuitos

Haim Harari (Físico, ex-presidente do Instituto Weizmann de Ciência, Israel)

Há três claras mudanças que são muito palpáveis. A primeira é a crescente brevidade das mensagens. A segunda, a redução do papel do saber factual no processo de pensar. A terceira é todo o processo de ensino e de aprendizagem: poderá ainda demorar mais uma ou duas décadas, mas a educação nunca voltará a ser a mesma. Um corolário interessante desta última questão é saber se as mentes e os cérebros das crianças terão ou não circuitos fisicamente diferentes dos das gerações anteriores. Tendo a especular que sim.

Preço da omnisciência

Terrence Sejnowski (Neurocientista computacional, Instituto Salk)

A experiência surte efeitos a longo prazo na estrutura e na função do cérebro. O facto de o nosso cérebro mudar enquanto interagimos com a Internet é bom ou mau para nós? Adquirir saber e competências deveria promover a sobrevivência, mas não se passarmos o nosso tempo todo imersos na Internet. As recompensas intermitentes podem tornar-se viciantes. A Internet, porém, ainda não existe há suficiente tempo e está a mudar demasiado depressa para dizermos quais serão os seus efeitos a longo prazo no funcionamento cerebral. Qual será o derradeiro preço da omnisciência?

Pensar como a Internet

Nigel Goldenfeld (Físico, Universidade de Urbana-Champaign)

Não acredito que a minha maneira de pensar tenha sido alterada pela Internet até ao ano 2000. Por que não? Suspeito que a resposta está no incrível benefício que acompanha a conectividade maciça e os fenómenos emergentes resultantes. Antes, a Internet era linear, previsível e desinteressante. Nunca nos respondia. Mas agora estou a começar a pensar como a Internet. O meu pensamento é hoje melhor, mais rápido, mais barato e mais evolutivo por causa de Internet. E o vosso também, só que ainda não deram por isso.

A grande distracção

Leo Chalupa (Neurobiólogo, Universidade da Califórnia)

A Internet é o maior factor de distracção em termos de pensamento sério desde a invenção da televisão. Para mais, apesar de fornecer um meio de comunicação rápida com colegas a nível global, o utilizador sofisticado raramente revelará pensamentos e sentimentos genuínos nestas mensagens. O pensamento sério requer honestidade e abertura de comunicação que é simplesmente insustentável na Internet para aqueles que valorizam a sua reputação profissional.

Cérebro colectivo

Matt Ridley (Jornalista de ciência)

A evolução cultural e intelectual depende do sexo tal como a evolução biológica. O sexo permite que as criaturas aproveitem qualquer mutação que surja algures na sua espécie; a Internet permite que as pessoas aproveitem qualquer ideia que surja na cabeça de alguém no mundo. Isto mudou a minha maneira de pensar na inteligência humana. A Internet é a mais recente e melhor expressão da natureza colectiva da inteligência humana.

Afia-memória

Tom Standage (Editor do Economist)

A Internet não mudou a minha maneira de pensar. O que sim fez, porém, foi agudizar a minha memória. Uma rápida pesquisa de palavras-chave bem escolhidas costuma ser suficiente para transformar a minha fraca reminiscência de qualquer coisa numa recordação perfeita da informação em causa. Isto é útil agora e vai tornar-se ainda mais útil quando, ao envelhecer, a minha memória ficar menos fiável. No futuro, talvez o mesmo aconteça com a forma como a Internet aumenta as nossas faculdades mentais.

Pessoas na minha cabeça

Eva Wisten (Jornalista, SEED Media Group)

Pode ser que a Internet não esteja a mudar a minha maneira de pensar, mas está em parte a pensar no meu lugar. E, sobretudo, a Internet está a alterar a forma como me vejo a mim própria. Apesar de as actividades e ligações reais continuarem a ser o que mais me importa, a Internet, com a sua capacidade de registar o meu comportamento, está a tornar mais claro que sou, em pensamento e em acção, a soma dos pensamentos e das acções de outras pessoas - e muito mais do que tinha pensado.

Nativos da Internet

Alison Gopnik (Psicóloga, Universidade da Califórnia)

A Internet tornou a minha experiência mais fragmentada, descontínua. Mas acho que isso aconteceu porque só a comecei a usar em adulta. As crianças que cresceram com a Web vão achá-la tão íntegra e natural como nós achamos a leitura. Mas isso não significa que a sua experiência e atenção não serão alteradas pela Internet.

Repetição vs verdade

Daniel Haun (Antropólogo cognitivo, Instituto Max Planck, Alemanha)

Os humanos tendem a confundir repetição com verdade. Como encontrámos a verdade na Internet? Utilizando um motor de pesquisa, que determina a pertinência de uma página em função do número de outras páginas pertinentes que "linkam" para ela, ou seja, com base numa repetição, não na verdade. A Internet faz exactamente o que todos faríamos. Não está a mudar a estrutura do nosso pensamento, porque é parecida com o nosso pensamento.

Exagero

Steven Pinker (Psicólogo cognitivo, Universidade de Harvard)

Não acredito que a Internet esteja a mudar a nossa forma de pensar. Claro que muitos aspectos da vida da mente foram afectados pela Internet. As nossas pastas, caixas de correio, estantes, folhas de cálculo, documentos, leitores de áudio, etc. foram substituídos por software, o que mudou de inúmeras maneiras a nossa gestão do tempo. Mas dizer que se trata de uma alteração de como pensamos é, penso eu, exagerado.

Relógio mental

Stanislas Dehaene (Neurocientista, Collège de France)

Poucos pensam numa mudança fundamental causada pela Internet: a alteração da nossa noção de tempo. A vida humana, que costumava ser uma calma rotina, foi radicalmente perturbada. A nossa meta é acelerar cada vez mais a colaboração intelectual? Ou é acelerar a exploração alheia, que nos permitirá dormir tranquilamente, enquanto outros fazem o trabalho sujo? As nossas opções políticas de base, essas, permanecem inalteradas.

Ligar é desligar

Marc Hauser (Psicólogo e biólogo, Universidade de Harvard)

A nossa capacidade de estabelecer ligações através da Internet poderá estar a criar uma geração de tarados sociais. Não sofro de webfobia, aproveito imenso a Internet enquanto consumidor de informação e sou fã do one-click da Amazon. Mas a nossa capacidade de nos ligarmos está a desligar-nos. Talvez a Web 3.0 inclua uma função para segurar virtualmente a mão dos nossos amigos do Twitter.

Atenção diminuída

Nicholas Carr (Escritor)

Os meus hábitos mentais e de leitura alteraram-se radicalmente desde que me liguei pela primeira vez à Web, há uns 15 anos. Hoje, faço o grosso das minhas leituras e pesquisas on-line. E o meu cérebro mudou por causa disso. À medida que fui ganhando jeito na navegação pelos rápidos da Net, senti um decréscimo da minha capacidade de focar a minha atenção. A minha experiência pessoal leva-me a crer que o que nos arriscamos a perder é pelo menos tão grande quanto o que poderemos vir a ganhar.

Internet light

Rodney Brooks (Informático, MIT)

A Internet está a roubar-nos a nossa atenção. Infelizmente, muitas das coisas que nos oferece são apenas refrigerante açucarado para a mente. Precisamos (pelo menos eu) de ter uma Internet light, uma versão que nos dê a cafeína intelectual que nos permita realizar as nossas aspirações, mas que não nos transforme em drogados intelectuais hiperactivos.

Bondade humana

Paul Bloom (Psicólogo, Universidade de Yale)

A disponibilização de informação na Internet mostra quão grande é a generosidade humana e como a tecnologia pode aumentar e expandir este traço positivo da natureza humana, com resultados realmente benéficos. Diz-se há muito que a Web nos tornou mais inteligentes, mas acho que também no pode ter tornado mais simpáticos.

Milagre e maldição

Ed Regis (Jornalista de ciência)

A Internet não está a mudar a minha forma de pensar (nem a de ninguém). Continuo a utilizar o meu cérebro, os meus sentidos e a considerar a informação relevante. Não há outra maneira de pensar! O que mudou para mim é a minha utilização do tempo. A Internet é ao mesmo tempo o maior poupador e o maior desperdiçador de tempo da História.



Fonte: Público

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Na Internet há vida depois da morte

There is life after death on the Internet
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A 23 de Dezembro de 2006, María Amelia Soliño fez 95 anos e recebeu do neto uma prenda de aniversário invulgar: um blogue. "A minha vida mudou", escreveu então. "Agora posso comunicar com todo o mundo.


"
A notícia espalhou-se, a imprensa internacional desdobrou-se em artigos sobre "a blogger mais velha do mundo" (ou a "avó blogger", como também era conhecida) e María Amelia, natural da Galiza, tornou-se uma pequena celebridade. No blogue, publicou textos e vídeos sobre o quotidiano, coleccionou as páginas dos jornais onde apareceu e, em lugar de destaque, colocou um link para várias fotos de um encontro seu com o primeiro-ministro espanhol, José Luis Zapatero.


O último post no blogue data de 21 de Maio do ano passado e foi escrito por alguém da família. Começa de forma simples: "María Amelia López Soliño faleceu ontem, quarta-feira, 20 de Maio de 2009, às seis da manhã.


"As centenas de textos e as dezenas de fotos e vídeos publicados por María Amelia continuam on-line, à disposição de qualquer pessoa, no endereço amis95.blogspot.com. O blogue está alojado no Blogger, o mais conhecido serviço deste género e que é propriedade da Google.


A Google é uma empresa que tem recursos suficientes para manter on-line os blogues para lá da morte dos utilizadores. E, para além disto, os familiares de María Amelia têm o nome de utilizador e a palavra-passe para aceder à área de administração do blogue, o que lhes permite manter a conta activa - ou até apagar tudo, se algum dia o quiserem fazer. Mas nem todos os casos são como este.


Na maior parte das vezes, a palavra-passe de um blogue, conta de e-mail ou perfil numa rede social são conhecidos apenas pelo próprio utilizador. E, quando este morre, fica frequentemente ao critério da empresa que presta o serviço a decisão sobre o que fazer com o "legado digital". Às vezes, o problema é uma questão emocional (é o caso da família que vê a página do Facebook do familiar que morreu ser inundada de comentários). Noutras situações, há assuntos importantes (como um negócio) que ficam pendentes porque os herdeiros não conseguem aceder a uma conta de e-mail.


A política seguida pelas muitas empresas que prestam serviços on-line varia. O Facebook, por exemplo, transforma o perfil dos utilizadores que morrem numa espécie de memorial. Isto significa que alguma informação é retirada e que a página fica disponível apenas para aqueles que tiverem sido confirmados pelo utilizador como "amigos".


Para que o Facebook transforme um perfil num "memorial" é preciso que alguém comunique a morte do utilizador (há no site um formulário próprio para isso) e envie uma prova de morte (uma certidão de óbito ou uma notícia sobre o assunto, por exemplo). O Facebook nunca entrega a palavra-passe de acesso. Mas, a pedido dos familiares, há a possibilidade de apagar a conta completamente.


Oportunidade de negócio

Já o Twitter não especifica nos termos de utilização as regras que segue para lidar com a morte dos seus utilizadores e não respondeu a um pedido de esclarecimento do P2. Mas um porta-voz da empresa já afirmou publicamente que a política do Twitter passa por encerrar a conta a pedido de familiares, mas nunca facultar os dados de acesso.


Muitos serviços permitem que os familiares ou amigos próximos dos utilizadores que morreram acedam aos dados - mas o processo é lento. O GMail (o serviço de e-mail da Google) avisa que é preciso esperar um mês depois de enviados os comprovativos da morte do utilizador, tempo que é usado pela empresa para verificar a autenticidade da documentação. Um acesso mais rápido só será possível se houver uma ordem judicial.


Em Portugal, a lei obriga as empresas a cederem os dados aos herdeiros, esclarece o advogado da PLMJ Manuel Lopes Rocha. "Quando alguém morre, os herdeiros herdam um conjunto de direitos que não se traduzem só num património. Há um conjunto de direitos de personalidade que podem incluir a correspondência e de direitos imateriais, como os direitos de autor, que os herdeiros, naturalmente, herdam", explica o especialista. "Ora, não há razão para que não se aplique aos "bens digitais" idêntico regime. Se, para exercer esses direitos, eu tiver de solicitar a uma empresa que me dê acesso a esses elementos, ela é obrigada a dar-me acesso.


"O problema é que estes processos tendem a ser burocráticos. Ter que comprovar a morte de um utilizador perante os responsáveis dos vários serviços on-line que este tenha usado pode ser uma tarefa difícil. Como não há problema que não dê origem a uma oportunidade de negócio, já há quem esteja a vender soluções para a passagem da herança digital.


O Legacy Locker é um de vários sites que permitem aos clientes guardarem palavras-passe e outros dados de acesso a serviços on-line. Em caso de morte, o Legacy Locker encarrega-se de enviar a informação às pessoas que tenham sido designadas pelo cliente.


O serviço custa 30 dólares anuais (21 euros), ou 300 dólares (210 euros) para uma subscrição vitalícia (enquanto a empresa durar, pelo menos). Há uma modalidade gratuita, mas tem várias limitações.


Deixar conselhos aos filhos

O Great Goodbye é outro serviço que encontrou na morte um modelo de negócio. Aqui, os utilizadores podem escrever e-mails (ou gravar ficheiros de som e vídeo) para serem enviados apenas depois da morte.


Ao registar-se, o utilizador recebe um código que deverá entregar a pessoas de confiança. Quando uma destas pessoas introduz o código, o utilizador, caso esteja vivo, tem 21 dias para evitar que os e-mails sejam enviados. Findo esse prazo, a correspondência segue para os destinatários pré-definidos.


Este tipo de serviços pode ser usado para facilitar a vida aos herdeiros. Mas também pode servir para enviar mensagens de parabéns (há sites que permitem enviar e-mails em datas exactas - por exemplo, o aniversário de alguém), para deixar conselhos aos filhos ou até para revelar um segredo que nunca se teve coragem de contar em vida.


Alojamento permanente

Desde que explodiu a moda dos blogues, há meia dúzia de anos, que muitos políticos, escritores, cientistas e demais pensadores abriram um espaço de publicação on-line. O estilo varia entre a crónica pessoal e textos sobre as áreas em que cada um é especialista. Rapidamente, e por entre as banalidades do quotidiano, a blogosfera e os sites pessoais transformaram-se num enorme repositório de informação e conhecimento útil - e não há garantia de que este acervo permaneça on-line quando os autores morrerem (embora sites como o Internet Archive se dediquem a armazenar os conteúdos da Web, fazem-no de forma incompleta).


Há duas possibilidades para abrir um blogue. Uma, menos comum, passa por comprar um domínio próprio (ou seja, um endereço de Internet único, do estilo oseunome.com) e por contratar um serviço de alojamento de páginas. O preço do registo de um domínio ronda os dez euros anuais. O preço do alojamento (isto é, o espaço num servidor onde ficam armazenadas as páginas e toda a informação) varia muito - para uso pessoal, basta gastar umas poucas dezenas de euros por ano.


Os bloggers que optam por esta modalidade querem ter mais liberdade sobre a configuração do respectivo blogue e conseguir uma identidade mais forte na Internet. Mas há um senão: assim que a factura deixar de ser paga, o domínio volta a ser posto à venda e a informação alojada no servidor perde-se.


A opção mais comum - por ser mais barata, mais rápida e tecnicamente mais simples - é abrir um blogue num serviço gratuito como o Blogger ou o Wordpress. Deixa de haver uma factura para pagar - mas o blogue só permanecerá on-line enquanto a empresa que presta o serviço assim o quiser.


O veterano da blogosfera Dave Winner - já descrito em alguns jornais (e pelo próprio) como o "pai" dos blogues - indicou no seu popular blogue Scripting News uma possível solução para o problema: pagar a uma empresa credível uma quantia suficiente para que esta assegure a permanência on-line da informação. Winner afirmou estar disposto a pagar dez mil dólares por um serviço deste género. Seria o preço de uma morada permanente na Internet.



Fonte: Público

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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Internet comemora 40 anos de existência

The Internet is commemorating its 40th birthday
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Esta quarta feira a Internet completa 40 anos desde o surgimento a 2 de Setembro de 1969 do projecto Arpanet, precursor da rede tal como hoje é conhecida. Desde então, a rede converteu-se num elemento essencial na vida profissional, e académica em todo o mundo.

Hoje em dia, o utilizador pode estar conectado ao correio electrónico e navegar pela rede mundial de computadores. Contudo, quando o projecto ARPANET surgiu, não existiam procedimentos ou sistemas que permitissem computadores diferentes a compartilhar informações.

Na década de 90, a Internet começava a tornar-se num elemento da vida quotidiana, ainda que o seu aparecimento massivo produziu até agora tarefas tão comuns como ler notícias num jornal, comprar bilhetes para concertos ou comprar uma viagem deixaram de ser um transtorno físico feitas apartir de casa. Apesar das inúmeras vantagens da internet, os seus utilizadores podem ser vítimas de fraude, contudo, o medo da burla ainda faz com que muitos prefiram realizar as suas tarefas nos devidos locais.

Ainda assim, a data do seu verdadeiro aparecimento tem gerado alguma controvérsia, pois não é consensual que o início da Internet coincida com esta primeira transferência de dados. Isto porque, por exemplo, o primeiro browser, denominado Mosaic, só surgiu em Abril de 1993.







Fonte: IOL Diário

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terça-feira, 14 de julho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Microsoft combate com a Google

Competition between the two computer giants
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A Microsoft anunciou ontem que vai lançar uma nova versão do Office com acesso gratuito através da Internet, mais uma arma para tentar contrariar o crescimento exponencial da Google.

Entre as aplicações que a Microsoft vai fornecer gratuitamente, estão um processador de texto, uma folha de cálculo, um programa de apresentações e um programa de notas. Estas aplicações devem ter o mesmo visual e funcionalidades do Office à venda para os computadores pessoais.

A empresa de Redmond, EUA, mantém o lançamento final do Office 2010 ( que inclui uma versão ligeira para usar através da Internet, sem ser necessária instalação) para o primeiro semestre do próximo ano.

O Office 2010 e o Windows 7, sistema operativo que vem substituir o Vista, são as grandes apostas da Microsoft para manter a sua hegemonia mundial, numa concorrência directa com a Google, que está a trabalhar num sistema operativo para competir com a Microsoft.

A empresa de Gates desenvolveu o Office 2010 para que funcione da mesma forma em computadores, telemóveis e 'browsers'. Além disso, a empresa concentrou-se em potencializar as capacidades de comunicação e multimédia dos seus componentes.

Já o Google esforçou-se nos últimos anos em criar aplicações de produtividade similar ao Office 2010 e executadas pela internet. Recentemente, a companhia pôs no mercado o Android, um sistema operativo para telemóveis.

Fonte: economico.sapo.pt

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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Competição entre as duas gigantes de informática

Competition between the two computer giants
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Chama-se Google Chrome OS e pretende concorrer com o Windows 7, o próximo sistema operativo da Microsoft.

Velocidade, simplicidade e segurança são as características chave do sistema operativo que a Google está a desenvolver e que deverá sair em 2010, anunciou a empresa no seu blog.

Segundo a BBC, o Google Chrome OS é direccionado para os ‘netbooks’, mas poderá vir a ser adaptado também aos computadores pessoais e funcionará como uma “extensão natural” do Chrome, o browser lançado pela Google no ano passado.

A empresa avança com a notícia do lançamento poucos meses antes de a Microsoft, líder no mercado, libertar o novo Windows 7, que vem substituir o Windows Vista.



Fonte: DN Ciência

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domingo, 24 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dia Mundial das Comunicações Sociais

World Social Communications Day
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No âmbito do 43º Dia Mundial das Comunicações Sociais, o bispo do Funchal, D. António Carrilho, proporcionou, hoje de manhã, um encontro com os jornalistas. Na ocasião, para além de apresentar a mensagem do Papa Bento XVI para este dia, lançou o seu livro 'Corresponsabilidade e Participação', uma compilação de mensagens e homilias dos dois anos à frente da Diocese do Funchal.
D. António Carrilho explicou que "trazer para este dia uma particular atenção e referência aos meios de Comunicação Social significa que a Igreja entende a fidelidade à missão, de forma aberta, sempre criativa e adaptada à linguagem e às potencialidades de cada época". "É nobre o trabalho dos jornalistas e outros operadores da Comunicação Social, sempre que se empenham numa correcta informação, com isenção e sentido de responsabilidade, sem outros interesses que não sejam o melhor serviço da pessoa e da sociedade", disse, sublinhando que é importante que a Comunicação Social, "sem deixar de ser crítica em termos de opinião, seja verdadeira e isenta na informação dos factos e acontecimentos, responsável na honesta reposição da verdade".
O responsável pelo Gabinete de Informação da Diocese do Funchal, padre Marcos Gonçalves, apresentou a mensagem de Bento XVI para este dia. Muito direccionada para os mais novos, o Papa pede aos jovens católicos que levem para o mundo digital "o testemunho da sua fé".



Fonte: Diário de Notícias

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sexta-feira, 15 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Computadores Magalhães chegam à Madeira

NEW BATCH OF PORTUGUESE MADE LAPTOP COMPUTERS ARRIVE AT MADEIRA ISLAND
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É primeiro-ministro há quatro anos, mas esta é a primeira visita oficial de José Sócrates há Madeira. Já a terminar o mandato, Sócrates, que foi já apelidado por Jardim de «o maior inimigo da Madeira», será recebido pelo presidente do Governo Regional «de braços abertos».

Mais do que as questões políticas, tem sido o orçamento a motivar a maior «troca de galhardetes» entre Sócrates e Jardim. Agora, o presidente do Governo regional parece encarar com satisfação a visita do chefe do Executivo nacional.

Ainda assim, a visita do primeiro-ministro será rápida e já está marcada por polémicas. Os sindicatos da Madeira recusaram estar presentes num almoço a convite do primeiro-ministro. E na Assembleia Regional também se levantaram vozes de protesto. «Os problemas não se resolvem todos com o Magalhães», disse o PSD/Madeira.

O primeiro-ministro deverá chegar à Madeira pouco depois das 10:00. Na bagagem leva 200 Magalhães para entregar numa escola. A comitiva integra ainda três ministros (Pedro Silva Pereira, Mário Lino e Maria de Lurdes Rodrigues) e um secretário de Estado (Bernardo Trindade).



Fonte: IOL Diário

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quinta-feira, 9 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Adeus televisão, olá Internet

GOODBYE TV AND HELLO INTERNET
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Um estudo conduzido pela Microsoft conclui que já no próximo ano, em Junho de 2010, o uso da Internet vai ultrapassar o da televisão mais tradicional. Para desenvolver o estudo, a empresa analisou o comportamento dos internautas europeus.

Para explicar o resultado, a Microsoft usa a expansão da banda larga e a importância dos computadores (PC) para as camadas mais jovens como justificação. «Para jovens na faixa etária entre os 18 e os 24 anos, o PC é geralmente o único ecrã de televisão, enquanto para outros, pode ser um segundo ou um terceiro ecrã», lê-se no estudo

Segundo os dados da Microsoft «um em cada sete jovens» não vê quaisquer programas em directo na TV, enquanto 42 por cento dos jovens adultos admite ver televisão pela Internet no PC.

PC será também substituído

No entanto, a Microsoft assume que dentro de cinco anos, os próprios computadores vão deixar de ser os eleitos para navegar na Internet. Actualmente, o PC representa 95% da porta de entrada dos utilizadores, mas irá ser substituído por outras formas como, por exemplo, a própria televisão, as consolas de jogos e ainda os telemóveis.

Mesmo que os computadores não caiam em desuso, vão representar apenas 50% dos acessos à rede. A Microsoft conclui ainda que «os consumidores poderão ler livros, jornais e revistas em dispositivos electrónicos com acesso Wi-Fi e a Internet 3D tornar-se-á uma realidade».

E os portugueses?

O estudo revela ainda que em Portugal existem «mais de quatro milhões» de utilizadores e que estes passam «34 por cento» do seu tempo online.

E que fazem os portugueses quando se ligam? «Os portugueses são dos que consomem mais tempo a visitar portais (34 por cento) e a comunicar através de aplicações de mensagens instantâneas (23 por cento)». Sem esquecer algum tempo «a ler material impresso, ver filmes ou jogar».



Fonte: IOL Diário

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sexta-feira, 13 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


World Wide Web faz 20 anos

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O início da World Wide Web não foi anunciado com um grande bang. Foi mais um sussurro, pelo menos a julgar pelo título não muito apelativo da proposta que o seu inventor, Tim Berners-Lee, apresentou há 20 anos: Gestão da informação: uma proposta. Ontem, Berners-Lee, que entretanto foi tornado sir pela rainha de Inglaterra, voltou ao Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN), para recordar como começou esta grande revolução na comunicação.
A ideia do britânico considerado o pai da Web era combinar a tecnologia dos computadores pessoais, das redes informáticas e do hipertexto, para construir um sistema de informação global — antes de mais, para servir os milhares de cientistas de todo o mundo que trabalham no CERN (na fronteira entre a Suíça e a França), tentando desvendar os segredos mais ínfimos da matéria. Mas não queria um sistema que só os cientistas mais aficionados das tecnologias de informação fossem capazes de usar: devia ser “ao mesmo tempo potente e de utilização fácil”.
Os primeiros resultados andavam longe da Web cheia de imagens, vídeos, música e sabe-se lá que mais de hoje: a base era sobretudo texto, e tudo a preto e branco (em 1989, a cor andava ainda arredada dos computadores), como mostrou ontem, no CERN, a jornalistas e muitos geeks da informática envolvidos nesta tecnologia que parece ter estado sempre connosco, de tão presente. Mas é só desde meados da década de 1990 que a Internet começa a espalhar-se verdadeiramente por todo o planeta.
O caminho feito desde então é surpreendente, quando se olha para trás: ainda se lembra como era não poder ler os jornais do mundo, do New York Times ao Asahi Shimbun do Japão?
Ainda não vivemos dentro da rede, da forma sugerida pelos romances de ficção científica de William Gibson, que inventou o termo “ciberespaço”, mas há quem viva lá em espírito. Por exemplo, os mais aficionados do Second Life e outros sites onde se tem uma personagem, um avatar, e se vive uma vida alternativa.
Hoje as preocupações são com os excessos daquilo que pomos de nós próprios on-line. Por exemplo, o que fazem os sites da Web social, como o Facebook, com a informação que os utilizadores lá colocam, em princípio para se darem a conhecer a potenciais amigos — mas todas as empresas do mundo dariam rios de dinheiro para saber os nossos hobbies, a marca de bolachas que preferimos, até as nossas doenças, junto com os nossos endereços de e-mail, e quem sabe, de casa, do trabalho (ver caixa).
Tim Berners-Lee, ou sir Tim, como muitos lhe chamam depois de ter sido tornado lorde (e nomeado o britânico vivo mais importante), reinventou-se hoje como um defensor dos direitos de privacidade dos cibercidadãos, e fundou a World Wide Web Foundation (http://www.webfoundation.org/) que tem objectivos modestos: “Fazer avançar a Web, ligar a humanidade e dar poder às pessoas”.
Tim Berners-Lee tem sido um paladino dos direitos dos utilizadores da Net, contra o controlo da informação. Esta semana, numa audição no Parlamento, alertou os deputados britânicos para a necessidade de os políticos não permitirem que empresas e até governos vejam o que fazem as pessoas na Web. “Usamos a Internet sem pensar que uma terceira parte pode saber no que é que acabámos de clicar. Mas os endereços das páginas que digitamos revelam muito das nossas vidas. É informação muito sensível”, disse. “Haverá uma grande pressão comercial para divulgar estes dados, por isso, nem deve ser gravada.”



Fonte: Público.pt

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Amante do século XXI

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A tecnologia é a «amante» do século XXI e tem levado muitos casais a procurar ajuda contra este intruso que, silencioso e económico, rouba cada vez mais espaço às famílias, ao amor e ao sexo, escreve a Lusa.

O sexólogo Júlio Machado Vaz não hesita em eleger este como o problema conjugal que mais tem crescido nos últimos tempos. «Não há uma semana em que não me entre um casal pelo consultório dentro com problemas graças à tecnologia», disse à Lusa.

A propósito do Dia dos Namorados, que se assinala sábado, Júlio Machado Vaz contou que, com as novas tecnologias, nomeadamente a Internet, «o outro isola-se».

Na Internet, explicou, «com outra pessoa do outro lado ou apenas a própria tecnologia, um dos elementos do casal isola-se facilmente», deixando o outro sozinho.

«Demasiado tempo com a tecnologia»

O resultado, revelou, é uma dificuldade acrescida de comunicação que necessita de uma intervenção profissional. Às vezes, esse «tratamento» é possível. Noutras, a solução é mesmo o divórcio.

Nos Estados Unidos, «já há divórcios decretados por causa da pessoa passar demasiado tempo com a tecnologia», contou.

Os computadores têm ocupado o espaço cada vez menor dos casais que, em muitos casos, é vivido entre frases: «Dá-me o arroz! Leva os miúdos!», ilustrou.

«Não há desejo que sobreviva às pressões do dia a dia e muito menos aos receios de problemas como a crise», disse o sexólogo, que contabiliza já 30 anos de consultas nesta área.

A experiência levou-o a identificar este século como o dos problemas do desejo, que atinge os dois sexos.

Sexualidade tem pouco espaço

«Somos procurados cada vez mais por pessoas que nos dizem que, com o tipo de vida que levam, a sexualidade tem pouco espaço e que, por isso, têm um sexo mecânico sem qualquer erotismo», disse.

«O erotismo exige tempo e descoberta», afirmou, contando que tem casos - cada vez mais frequentes - de casais que só têm sexo ao sábado à noite, porque sabem que podem dormir mais umas horas na manhã seguinte.

Mas o erotismo precisa de outras coisas. Como dinheiro, diz Júlio Machado Vaz, contando que, em plena crise, o casal pode sempre tentar reavivar os sentimentos que manteve quando casou por amor.

E esses «truques» - que são a verdadeira prescrição dos sexólogos - podem passar por um inesperado jantar a dois ou um fim de semana romântico.

Truques que, como disse o especialista, custam dinheiro e, em tempos de crise, podem ficar comprometidos. A crise atinge, aliás, os casais de muitas formas e pode, inclusive, ser o motivo da própria crise conjugal.

«Não há romantismo que resista à preocupação de não ter comida para dar aos filhos no dia seguinte», disse.

O sexólogo revelou ainda que, ao contrário do que a indústria farmacêutica gostaria, não existe nenhuma pílula sexual, como existe para os homens.

Também nessa área é a imaginação que se prescreve e recomenda. «Há homens que apostam em dar dois copos de vinho à mulher e garantem efeitos fabulosos. Mas o segredo está na envolvência», disse. Os pretextos são, por isso «bem-vindos», afirmou. Como o Dia dos Namorados.

Fonte: IOL Diário

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domingo, 8 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Os perigos da rede para as crianças e jovens

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A crescente disseminação de computadores por crianças e adolescentes portugueses, o solitário acesso à Internet sem controlo e a ignorância informática dos pais transformam o mundo virtual num espaço de navegação sem mapa nem bússola.

Portugal promoveu um «choque tecnológico» para massificar o uso de computadores, em especial entre os estudantes, mas a Internet enquanto mundo de descoberta para os jovens poderá vir a replicar-se em aventuras nefastas.

«Hoje em dia poderíamos dizer que o Magalhães poderia levar a informação aos miúdos», mas «só que há o outro lado das coisas» e os «pais não sabem exactamente das possibilidades reais destas ferramentas, nem dos potenciais perigos», declarou à Lusa Teresa Pessoa, docente da Faculdade de Psicologia de Coimbra.

«Não passa pela cabeça dos pais o que eles andam a fazer»

Para esta investigadora, em domínios relacionados com os impactos das novas tecnologias na educação, o bom uso da Internet poderia assemelhar-se ao que antigamente as bibliotecas itinerantes da Fundação Gulbenkian faziam, que era levar os livros e a informação às crianças e jovens das aldeias.

No entanto, «o que os pais sabem das novas tecnologias? Não lhes passa pela cabeça o que eles andam a fazer. A ideia que tenho é a de que os pais acreditam que é algo de bom e sobretudo que coloca os miúdos sentados em casa sossegados e não andam nos cafés e nos perigos reais que eles conhecem», observa.

Por seu turno, Armanda Matos, igualmente da Faculdade de Psicologia e estudiosa das questões de educação para os media explica que é possível comparar a Internet a «uma grande cidade, um espaço virtual com perigos semelhantes aos do real» e onde «encontramos todo o género de pessoas».
Avanço tecnológico «caiu que nem uma bomba»

Se antigamente era normal aconselharem-se os pais a terem o posto de acesso à Internet numa sala ou noutro local onde pudessem observar o filho a navegar, hoje esse conceito está ultrapassado, porque o uso de portáteis faz com que simultaneamente «o pai esteja a aceder à Internet na sala, a mãe na cozinha e o filho no quarto».

«Os pais devem ter conhecimento do que os filhos fazem na Internet e depois sensibilizá-los. O problema é que os pais não fazem a mínima ideia do que andam a fazer e eles não lhes dizem», afirmou o inspector da Polícia Judiciária Camilo de Oliveira.

Para o investigador criminal, que tem vindo a realizar acções de sensibilização sobre os perigos da Internet, os pais pensam que controlam a situação, mas o avanço tecnológico foi tal que «caiu que nem uma bomba».

O perigo dos crimes sexuais

Muitos pais pensam que a Internet é importante para os estudos e limitam-se a pagar a conta no final do mês, observa. Na sua perspectiva, «o pior erro» que os pais podem cometer é procurar policiar. Devem aproximar-se dos filhos e perceber o que andam a fazer, e depois sensibilizá-los. Idêntica tese é defendida pelas psicólogas Armanda Matos e Teresa Pessoa.

Camilo de Oliveira sustenta que os pais também não estão sensibilizados para os tipos de crimes sexuais que podem ser cometidos no espaço cibernético, pois associam-nos apenas às modalidades clássicas.

«Em muitos dos crimes cometidos não há contacto entre o agressor e a vítima», afirma, frisando que a maioria consiste em práticas de devassa de intimidade, exibição ou aliciamento para o envio de fotos, que acabam por não ser denunciados, embora no limite até possam levar ao rapto e sequestro.



Fonte da notícia: IOL Diário

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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Falhas de segurança no Internet Explorer


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Uma falha no Internet Explorer permite tomar controlo de um computador e roubar-lhe as senhas, revela a BBC Online. Especialistas aconselham os utilizadores a mudarem de navegador até o problema estar resolvido.

A Microsoft disse ter detectado ataques contra o Internet Explorer 7.0, mas que esta vulnerabilidade também está presente nas outras versões e já pediu aos os utilizadores para se manterem atentos, enquanto prepara uma solução de emergência.

Mais de 10 mil sites já tiveram a sua segurança comprometida desde que a falha foi descoberta. “Neste caso, os ‘hackers’ encontraram o problema antes da Microsoft, o que nunca é uma boa coisa”, avançou Rick Ferguson, conselheiro de segurança da Trend Micro. “Por enquanto, a falha tem sido utilizada para roubar senhas de jogos, mas inevitavelmente os criminosos vão-se adaptar. Se os utilizadores conseguirem encontrar um navegador alternativo, isso seria uma boa medida contra a ameaça.”

Contudo, a Microsoft desaconselha este tipo de acção. “Não posso recomendar às pessoas que mudem devido a esta falha”, afirmou John Curran, representante da Microsoft no Reino Unido à BBC. “Estamos a tentar resolver isto o mais rápido possível. Por enquanto a exploração desta falha só está a afectar 0.02 por cento dos sites.

O editor de segurança da “PC Por Magazine”, Darien Graham-Smith, diz que a Microsoft fez bem em revelar esta falha. “Se se escondem coisas como esta, colocamos as pessoas em risco sem o saberem. Todos os navegadores são susceptíveis a vulnerabilidades de vez em quando.

Não faz mal dizer ‘não usem o Internet Explorer’ por enquanto”.O Internet Explorer é o navegador mais usado em todo o mundo. Outros navegadores como Firefox, Opera, Chrome ou Safari não parecem vulneráveis a esta falha de segurança.




Fonte da notícia: Público.pt

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sábado, 4 de outubro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


"Magalhães" um exemplo para o mundo

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Três anos depois de Bill Gates ter estado em Portugal para assinar um memorando de entendimento com o Governo, tendo em vista parcerias em várias áreas, a Microsoft regressou, agora com o novo presidente, Steve Ballmer, para ampliar as parcerias e anunciar o envolvimento total no projecto «Magalhães».

O CEO da gigante informática foi o mais entusiasta na avaliação aos pequenos computadores produzidos pela JP Sá Couto: «Este é um projecto incrível, que nem consigo descrever. Sentimo-nos muito satisfeitos e honrados por nos juntarmos ao Governo Português e outros parceiros na Iniciativa Magalhães, já que trabalhamos juntos para tornar a tecnologia mais relevante, acessível e económica para estudantes em Portugal e em todo o mundo. Penso que o Magalhães (ndr: nome sempre pronunciado em inglês, ou seja, Magellan) pode servir de exemplo para outros países».

Estas declarações foram proferidas durante um evento público organizado pelo Plano Tecnológico, protagonizado pelo Primeiro Ministro Português e pelo Presidente e CEO da Microsoft Corporation, onde também estiveram presentes outros Ministros e representantes da Microsoft, bem como do coordenador do Plano Tecnológico Nacional, Carlos Zorrinho.

«Com o portátil Magalhães e a introdução massiva de Tecnologias de Informação e Comunicação no sistema educativo português, pela primeira vez uma geração inteira crescerá com fortes capacidades ao nível do Inglês e das TIC», disse José Sócrates, acrescentando: «Esta nova geração estará mais bem preparada e poderá contribuir mais para a modernização e para o desenvolvimento de Portugal. Além disto, com a iniciativa Magalhães, muitas casas terão um computador pela primeira vez, contribuindo fortemente também para ultrapassar a infoexclusão em geral».

Steve Ballmer quer «aprofundar parcerias» com Portugal, pelo que assinou um memorando de entendimento em várias áreas, com repercussões nos Ministérios das Finanças, Administração Interna, Justiça, Economia, Obras Públicas, Saúde, Educação, Ensino Superior e Cultura.

Uma nova aventura

É conhecido o entusiasmo de José Sócrates sempre que fala dos computadores «Magalhães», mas hoje apostou num discurso centrado nas novas estratégias delineadas com a Microsoft e o sucesso do Plano Tecnológico.

«O Magalhães não é uma estrela que caiu do céu, mas o resultado de um movimento de modernização que atravessa toda a sociedade. Provavelmente, esta iniciativa não teria existido sem Plano Tecnológico ou o programa e-escolas. Não teria existido, porque é o resultado desse movimento», frisou durante o seu discurso.

Na opinião do primeiro-ministro, «todo este movimento, iniciado em 2005, era uma aventura ao serviço da inovação e desenvolvimento do país. E é por isso que o nome Magalhães é tão bem aplicado. Tal como o navegador, que no início da viagem era guiado pela aventura, também esta iniciativa é uma grande aventura», frisou, aproveitando para citar Fernando Pessoa: «Como diz o poeta, a aventura não é chegar, a aventura é partir. E esta aventura serve o desenvolvimento português».

Fonte da notícia: IOL Diário

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sábado, 27 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Igreja na era digital

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A Igreja procura um novo rosto digital e aposta na internet como um meio importante de evangelização. A ideia é chegar a todos, mesmo aos mais cépticos, mas sem descurar "a convivência real" que "é uma necessidade".


A Igreja "não pode viver fora da comunidade mediática", mas também não pode esquecer que "para se ser missionário tem de se estar presente, de outra forma não há missão". D. Manuel Clemente, bispo do Porto, está atento à crescente influência da internet no mundo, e sabe que um evangelho digitalizado "permite levar a mensagem a pessoas que não frequentam as nossas assembleias".


Para o presidente da Comissão Episcopal das Comunicações Sociais "a proposta cristã tem nos média uma oportunidade de chegar aos ouvintes menos afins". Um meio de evangelizar que não substitui "o relacionamento" entre as pessoas.


Intervindo nas Jornadas Nacionais da Comunicação Social, que ontem terminaram em Fátima, D- Manuel Clemente reafirmou que "o relacionamento pessoal é absolutamente necessário".
"Falar de comunidade mediática é forma de expressão, dada a falta de convivência real", sustentou o bispo do Porto admitindo que "hoje não podemos viver e conviver fora do mundo mediático".


Para o director do secretariado Nacional das Comunicações da Igreja Católica, António Rego, "a internet é um meio de aproximação à palavra de Deus", admitindo contudo que "a experiência no templo é sempre mais forte do que uma presença virtual".


Transformar em "linguagem de rua" as posições oficiais dos bispos foi o desafio lançado pelo bispo de Coimbra que admitiu a existência de "um excesso de linguagem teórica" nas mensagens transmitidas. D. Albino Cleto quer os católicos a "darem a cara" sem esperar as posições oficiais da hierarquia. "Nas questões da internet eu não falo. Há coisas que podem surgir de baixo e os bispos só dão a benção", frisou.


A necessidade de alterar a linguagem da Igreja foi defendida por Octávio Carmo, da agência Ecclesia que alertou para a urgência em superar o discurso "fatalista, de queixume e preconceito", alterando-o para uma linguagem "simples, directa, limpa" que seja compreensível por todos.


A criação de um "código moral na internet" foi outro dos assuntos em destaque neste encontro. Jorge Wemans, director da RTP2, admitiu dificuldades em saber quem regula, defendendo ser possível construir e propor um código de comportamento ético nos fornecedores de internet.
Lembrando que "policiar a internet é muito difícil", o responsável defendeu o respeito pela Lei que deve "agir de forma expedita contra os abusos", através de "uma acção rápida e coordenada". A internet "só por si não coloca questões que altere códigos deontológicos ou que mereça novas normas" por parte dos utilizadores, mas "agudiza a necessidade de ter consciência de normas deontológicas", sustentou.

Fonte da notícia: Jornal de Notícias

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quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Brad Pitt é o famoso mais perigoso na internet

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Brad Pitt destronou Paris Hilton na lista das celebridades mais perigosas nas buscas na Internet, segundo um estudo da companhia McAfee.

A investigação revela que quem procura por «Brad Pitt», «Brad Pitt Downloads» ou fotos do actor tem 18 por cento de possibilidades de instalar vírus no seu computador, programas de espiões, publicidade evasiva ou outros problemas.

O porta-voz da McAfee emitiu um comunicado em que revelou que os criminosos digitais estão a usar nomes e imagens de famosos como Beyoncé ou Justin Timberlake.

Fonte da notícia: IOL Diário

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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Google dez anos depois

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O Google tem vinte mil empregados, um valor de mercado de 105 bilhões de euros e cerca de 650 milhões de clientes diários, mas há dez anos atrás era apenas a extensão de um projecto feito pelos estudantes universitários Sergey Brin e Larry Page.

Dez anos depois de ser criado como alternativa aos motores de busca Yahoo e AltaVista, o Google é hoje a maior empresa da Internet mundial, com participação relevante em serviços como e-mail, mapas, blogs e alojamento de vídeos. Na década que se passou, o tamanho do Google multiplicou-se 80 mil vezes.

Brin e Page investiram no desenvolvimento do que era a sua maior vantagem em relação à concorrência no mercado de buscas: o algoritmo do Google, uma fórmula que unia a capacidade dos computadores de encontrarem conteúdo na Internet à chamada «inteligência coletiva», refere o Globo.

É uma tese simples: se as pessoas que publicam conteúdo na web indicam um link para um determinado site sempre que citam, por exemplo, a palavra «parede», significa que aquela página deve estar entre os primeiros resultados quando alguém procura «parede» no Google.

Youtube nasceu em 2006 e custou 1,16 bilhões de euros

A eficácia do algoritmo do Google fez com que o motor de busca fizesse sucesso até entre os seus então concorrentes. Em 2000, o Yahoo anunciou que abandonaria o método antigo de buscas, e passaria a oferecer aos seus internatuas um sistema feito pelo Google. Um ano antes, a empresa de Page e Brin tinha recebido o seu primeiro aporte milionário de capital. Aos míseros 70 mil euros investidos em 1998, juntaram-se cerca de 17 milhões, vindos de um fundo de capitais.

Com a entrada de dinheiro, foi possível expandir a empresa e criar novos produtos. Um dos primeiros serviços a aumentarem foi o AdWords, plataforma de anúncios exibidos no motor de busca. Já como um dos sites mais consultados pelos internautas, a página de buscas tornava-se um local atraente para anunciantes.

Em 2004, o Gmail tornou-se celebre por inovar no espaço de armazenamento para e-mails gratuitos: 1 GB, quinhentas vezes maior do que os 2 MB então oferecidos pelo Hotmail, da Microsoft. Depois, em 2005, surgiriam o Google Maps e o Google Earth, sistemas líderes em exibição de mapas e organização de conteúdo geoespacial.

Telemóvel do Google, o Android, será lançado em breve

O primeiro grande passo da gigante ocorreu no final de 2006, quando o Google pagou 1,16 bilhão de euros por um site de vídeos que já começava a mostrar a importância do conteúdo multimédia na rede: o YouTube. Para o Google, era um investimento numa inovação, para o resto do mercado, no entanto, soou como alerta, já que a empresa de Brin e Page já possuía um serviço semelhante de partilha de vídeos, o Google Videos.

Os últimos passos foram dados nas semanas que antecederam o aniversário de dez anos. Primeiro surgiu a confirmação de que o primeiro telemóvel baseado em software feito pelo Google, batizado de Android, será lançado em breve, na onda do sucesso do iPhone da Apple.

Depois, a empresa anunciou o lançamento do Chrome, navegador para PCs que entra num mercado dominado até pouco tempo pela Microsoft, mas já abalado pelo crescimento do browser independente Mozilla Firefox.

Fonte da notícia: IOL Diário

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terça-feira, 15 de julho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Homer Simpson é um vírus informático

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Se receber um e-mail do famoso pai dos Simpsons, apague-o imediatamente. É que a conta de Homer foi raptada por piratas informáticos que a transformaram num vírus, refere o 20 minutos.

Num dos capítulos da famosa série, Homer Simpson revelou a sua conta de correio: chunkylover53@aol.com. Os produtores utilizavam mesmo este e-mail para trocar informações e sugestões com os fãs desta família norte-americana.

Agora, o correio de Homer virou vírus informático e os produtores querem alertar os cibernautas.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
São milhares de vírus informáticos que andam por aí a circular na Net. Os vírus informáticos são pequenos programas de computador que são criados especificamente para danificar os nossos sistemas informáticos. É fundamental ter um bom antivírus instalado para nos proteger dessa praga.

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domingo, 22 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


José Sócrates aposta nas novas tecnologias

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O programa e.escola, que prevê a entrega de computadores portáteis com acesso à Internet em banda larga, vai ser alargado aos alunos dos 7º, 8º e 9º anos de escolaridade, disse à Lusa fonte oficial. Segundo noticia a Lusa, o objectivo é abranger 750 mil beneficiários até 2009.

O anúncio foi feito este domingo na cerimónia de entrega do computador número 200 mil a alunos da Escola Profissional Gustave Eiffel da Amadora onde estiveram presentes o primeiro-ministro, José Sócrates, a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues e o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino.

No início de Junho, o programa e.escola, apresentado em Junho de 2007 pelo Governo, contava com 290 mil inscritos, dos quais 180 mil já tinham recebido computadores portáteis com acesso à Internet em banda larga.

O e.escola permite que estudantes, professores e trabalhadores em cursos de formação adquiram um computador portátil pelo valor máximo de 150 euros, sendo o valor máximo da mensalidade de acesso à Internet em banda larga de 17,5 euros.

O programa, que se insere no Plano Tecnológico, é financiado essencialmente pelos operadores móveis - Optimus, TMN e Vodafone -, ao abrigo das obrigações para o desenvolvimento da Sociedade da Informação, como contrapartida pela atribuição de licenças das comunicações de 3ª geração.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
O PM português tem toda a razão. O futuro de um Portugal moderno e competitivo depende necessariamente das novas tecnologias da informação. Não tenham dúvidas, dentro de alguns anos quem não as souber dominar será inevitavelmente considerado um analfabeto no sentido literal da palavra.

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segunda-feira, 7 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cartoon da Microsoft e da Yahoo

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O Conselho de Administração da Yahoo! rejeitou hoje, mais uma vez, a oferta formulada pela Microsoft no final de Janeiro com o objectivo de reforçar a sua presença online incorporando as várias propriedades do portal e aumentando a concorrência com a Google.
“Continuamos a dizer que não somos contra uma transacção com a Microsoft, se for esse o interesse dos nossos accionistas”, disse o Yahoo! numa carta aberta publicada hoje. Os dirigentes do grupo acrescentaram, ainda, que continuam a estudar “alternativas estratégicas”.
Numa carta enviada ontem ao Conselho de Admnistração da Yahoo!, a Microsoft tinha estabelecido um prazo de três semanas para que a empresa anunciasse a sua posição final, onde informava que, em caso de rejeição da proposta, lançaria uma OPA hostil, recorrendo directamente aos accionistas da Yahoo! para colocar os seus próprios representantes no Conselho de Administração.
A empresa fundada por Bill Gates refere na mesma carta que, em caso de recusa à oferta, as acções da Yahoo! poderão perder grande parte do seu valor acabando por se situar muito abaixo do valor 31 dólares por acção que ofereceu no início do ano.

Fonte da notícia: Público.pt

Nota Pessoal:
É tão típico do mundo dos negócios onde ganham os mais fortes e perdem os mais fracos. O mesmo triste cenário acontece também na sobrevivência das espécies. Os fracos e menos aptos são sempre os que acabam por ser sacrificados.
Na minha modesta opinião a Microsoft agora anda com a mania das grandezas. Sabe muito bem que está a ser ultrapassada pelo Google e agora está pronta a dar tudo por tudo para não ficar de lado.

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Jorge Goncalves

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