} Galeriacores Cartoon Notícias

Home

 

Galeriacores Cartoon Notícias

Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Amante do século XXI

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.




A tecnologia é a «amante» do século XXI e tem levado muitos casais a procurar ajuda contra este intruso que, silencioso e económico, rouba cada vez mais espaço às famílias, ao amor e ao sexo, escreve a Lusa.

O sexólogo Júlio Machado Vaz não hesita em eleger este como o problema conjugal que mais tem crescido nos últimos tempos. «Não há uma semana em que não me entre um casal pelo consultório dentro com problemas graças à tecnologia», disse à Lusa.

A propósito do Dia dos Namorados, que se assinala sábado, Júlio Machado Vaz contou que, com as novas tecnologias, nomeadamente a Internet, «o outro isola-se».

Na Internet, explicou, «com outra pessoa do outro lado ou apenas a própria tecnologia, um dos elementos do casal isola-se facilmente», deixando o outro sozinho.

«Demasiado tempo com a tecnologia»

O resultado, revelou, é uma dificuldade acrescida de comunicação que necessita de uma intervenção profissional. Às vezes, esse «tratamento» é possível. Noutras, a solução é mesmo o divórcio.

Nos Estados Unidos, «já há divórcios decretados por causa da pessoa passar demasiado tempo com a tecnologia», contou.

Os computadores têm ocupado o espaço cada vez menor dos casais que, em muitos casos, é vivido entre frases: «Dá-me o arroz! Leva os miúdos!», ilustrou.

«Não há desejo que sobreviva às pressões do dia a dia e muito menos aos receios de problemas como a crise», disse o sexólogo, que contabiliza já 30 anos de consultas nesta área.

A experiência levou-o a identificar este século como o dos problemas do desejo, que atinge os dois sexos.

Sexualidade tem pouco espaço

«Somos procurados cada vez mais por pessoas que nos dizem que, com o tipo de vida que levam, a sexualidade tem pouco espaço e que, por isso, têm um sexo mecânico sem qualquer erotismo», disse.

«O erotismo exige tempo e descoberta», afirmou, contando que tem casos - cada vez mais frequentes - de casais que só têm sexo ao sábado à noite, porque sabem que podem dormir mais umas horas na manhã seguinte.

Mas o erotismo precisa de outras coisas. Como dinheiro, diz Júlio Machado Vaz, contando que, em plena crise, o casal pode sempre tentar reavivar os sentimentos que manteve quando casou por amor.

E esses «truques» - que são a verdadeira prescrição dos sexólogos - podem passar por um inesperado jantar a dois ou um fim de semana romântico.

Truques que, como disse o especialista, custam dinheiro e, em tempos de crise, podem ficar comprometidos. A crise atinge, aliás, os casais de muitas formas e pode, inclusive, ser o motivo da própria crise conjugal.

«Não há romantismo que resista à preocupação de não ter comida para dar aos filhos no dia seguinte», disse.

O sexólogo revelou ainda que, ao contrário do que a indústria farmacêutica gostaria, não existe nenhuma pílula sexual, como existe para os homens.

Também nessa área é a imaginação que se prescreve e recomenda. «Há homens que apostam em dar dois copos de vinho à mulher e garantem efeitos fabulosos. Mas o segredo está na envolvência», disse. Os pretextos são, por isso «bem-vindos», afirmou. Como o Dia dos Namorados.

Fonte: IOL Diário

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 13 de março de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Precisamos de muitos bebés

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos. To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.
Azores, Açores, ilhas dos Açores, a nossa natureza, dos Açores, viagens, paisagens e fotos
Depois do alerta do INE que revelou taxas de natalidade baixíssimas, e traçou um cenário pessimista para 2050, a OCDE revela que Portugal é dos países que menos incentiva a natalidade. Medidas do Governo têm sido «desastradas».

Portugal é um dos 30 países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) que menos incentivam a natalidade. A conclusão é de um relatório divulgado pela OCDE, que tem em conta o impacto de variáveis como os impostos, contribuições para a Segurança Social e os subsídios do rendimento líquido das famílias.

Dados recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que a taxa de natalidade atingiu, em 2006, os valores mais baixos de que há registo, sendo que nasceram menos 4.100 bebés em Portugal do que em 2005. Estas estatísticas levam o INE a traçar um cenário muito pessimista para 2050, apontando que Portugal terá perdido um quarto da população, passando para 7,5 milhões de pessoas.


Algumas autarquias já promovem várias medidas de apoio à natalidade e combate à desertificação. São os casos dos municípios de Alijó e de Mértola, que oferecem incentivos às famílias que tenham o segundo filho.


O Governo tem anunciado ultimamente algumas medidas na área da natalidade e das famílias, medidas essas que não têm agradado à Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN). «Finalmente temos um primeiro-ministro que olha para este problema, mas as medidas anunciadas têm sido desastradas», referiu Fernando Castro, presidente da organização, em declarações ao PortugalDiário.

A entrada em vigor dos quatro meses de subsídio para grávidas com rendimentos baixos é uma das políticas merece o aplauso da APFN. No entanto, outras medidas têm sido aplicadas pelo Governo de Sócrates. Houve um reforço dos abonos de família para os agregados mais carenciados e, em 2008, as famílias com filhos até três anos vão poder beneficiar, na dedução do IRS, da duplicação da dedução específica. A confiança do Governo no sucesso destas medidas levou Sócrates a anunciar o aumento de 33 por cento da rede de creches na cobertura do território, até 2009.


Fernando Castro refere que o Governo «promove medidas natalistas e implementa anti-natalistas». O dirigente da APFN sustenta que tem de haver «uma promoção da conjugalidade» e crítica a penalização fiscal contra os casais. E dá um exemplo: «Não existe margem para baixar os impostos dos produtos para crianças e o IVA das cadeirinhas, mas baixaram o IVA dos ginásios».


Relatório da OCDE aponta as diferenças
Em 2007, um contribuinte solteiro que auferisse um rendimento correspondente a 67 por cento da média teria de entregar ao Estado 16,6 por cento do rendimento bruto. No caso do contribuinte ter dois filhos, entregaria ao Estado apenas 5,7 por cento do seu rendimento bruto. A diferença entre os dois valores é um incentivo público à natalidade. Existe uma diferença de 10,8 por cento, mas que, ainda assim, é considerado um valor muito baixo face aos outros países da organização internacional.


Fonte da notícia: Portugal Diário

Etiquetas: , , ,


Jorge Goncalves

web site hit counter

Add to Technorati Favorites
Estou no Blog.com.pt

Galeriacores / Home I ForumsIGrupo/Groups I Cartoons I Publicações I Culinária/Recipes

Altar virtual /Chapel I Notícias dos Açores I Notícias da Graciosa I Links I Fotos-Photos


Pesquisa personalizada

Outros blogs de interesse:

Notícias da Ilha Graciosa
Notícias dos Açores
Curiosidades
TV grátis via Satélite
Satellite free TV
Desgarradas pela Internet
O mundo da música grátis
Plantas Milagrosas
Saúde e dietas
Galeriacores cartoon humor


Photography Newsfeed:




Galeriacores © Some rights reserved

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

Contacte o dono deste blog:

Galeriacores@gmail.com




Melhor visualização com a Internet Explorer / Best viewd with the Internet Explorer