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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Interligados pelo amor

We're all connected by love
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Marilyn Schlitz inspirou Dan Brown e crê que tudo e todos estão conectados.


Inspirou Dan Brown sem saber, investiga como as intenções de alguém podem influenciar outra pessoa à distância e acredita na convergência da ciência e da metafísica. "O amor verdadeiramente não tem fronteiras", disse Marilyn Schlitz, no Porto.


A directora do Instituto de Ciências Noéticas da Califórnia (EUA) passou de cientista, apenas conhecida em meios académicos, a uma vedeta da imprensa quando, no ano passado, o famoso escritor Dan Brown afirmou ter-se inspirado no seu trabalho para escrever o livro "O Símbolo Perdido".


Ao JN, Marilyn Schlitz contou que só soube do facto depois de o livro estar publicado, pelo próprio Brown que lhe comunicou, por e-mail, que não a tinha informado antes devido a reservas editoriais. Foi a melhor publicidade que o Instituto poderia ter tido, admite Schlitz, visivelmente satisfeita pelo interesse que o trabalho da sua equipa despertou.


A investigadora esteve no Porto para apresentar os seus estudos no simpósio "Aquém e além do cérebro", que ontem terminou na Casa do Médico. Autora de inúmeros artigos científicos sobre medicina alternativa e complementar, Schlitz desenvolveu vários modelos experimentais para testar a hipótese de ser possível alguém influenciar outra pessoa que está distante e que não sabe estar a ser alvo de atenção. Através de medidas fisiológicas (como o calor e o suor da pele), mediu-se o efeito da intenção dirigida pelo "influenciador" no sujeito passivo. Os resultados demonstram que há modificações "estatisticamente significativas" - isto é, não podem ser explicadas pelo acaso - nas pessoas que foram objecto de observação.


Mais: os resultados são ainda mais expressivos quando as pessoas envolvidas têm uma ligação. Numa investigação envolvendo casais, em que uma das pessoas sofria de cancro, pediu-se ao elemento saudável que participasse num projecto de treino espiritual com a intenção de dirigir amor e compaixão ao parceiro. Em diversas ocasiões, o indivíduo saudável concentrava-se no que estava doente e tentava transmitir sentimentos benévolos. Mesmo não sabendo quando estava a ser alvo desse processo, o corpo do elemento doente registava alterações muito significativas, garante a investigadora.


Estes resultados parecem indicar, na opinião de Marilyn Schlitz, que existe uma ligação entre as pessoas, a um nível ainda não cabalmente explicado, que é tanto maior quanto os sentimentos que as unem. A convicção pessoal da investigadora é que estudos científicos como estes estão a fundamentar tradições espirituais e teorias metafísicas de que tudo e todos estão conectados.


"O que estamos a fazer é pegar nas lentes da ciência para começar a explorar a natureza da nossa experiência interior. E o que a ciência nos está a dizer é que há meios pelos quais o binómio mente-corpo de uma pessoa está ligado ao de qualquer outro", afirma.


Fonte: Jornal de Notícias

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Testosterona elevada potencia a infidelidade masculina

High testosterone levels may provoke male infidelity
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A justificação biológica para a maior - ou mais assumida - tendência masculina para a infidelidade não é totalmente descabida. É pelo menos esta a conclusão que se retira do livro Química do Amor e do Sexo, da professora universitária Madalena Pinto. A testosterona - hormona que os homens produzem em quantidades 20 a 30 vezes superiores às mulheres - é a principal culpada.

"Homens com menor tendência para o casamento, ou com maior tendência para o adultério ou ainda com maior propensão para o divórcio demonstram frequentemente um nível médio e alto de testosterona", escreve a professora de Química Orgânica e Química Farmacêutica e Medicinal na Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto.

Em declarações à agência Lusa, Madalena Pinto explicou que a motivação do seu livro foi "aproximar a química de aspectos e de situações do dia-a-dia". Sendo que, defendeu, no que diz respeito à infidelidade existe "muita culpa no cartório" de hormonas e neuroquímicos.

A investigadora relacionou também com estas variações o facto de alguns homens adormecerem depois da relação física e de algumas mulheres esperarem ser "mimadas" por eles: Essa opção pelo sono após o sexo, que a mulher pode interpretar como uma forma de rejeição, não é, afinal, mais do que "um efeito de algumas substâncias químicas cerebrais", explicou.

"Esses comportamentos não têm apenas uma justificação química, esta é uma entre várias", ressalvou, explicando que pesam ainda "factores genéticos, psicológicos, ambientais ou educacionais".

Ao DN, o sexólogo clínico Francisco Allen Gomes alerta também contra a excessiva valorização da chamada "hormona do amor" nestas situações, defendendo que "os aspectos químicos e os aspectos psicossociais são igualmente importantes".

O clínico confirma que mandar analisar os níveis de testosterona é um procedimento obrigatório perante um doente com "falta de desejo, cansaço ou apatia". Mas também lembra que "há homens com baixa testosterona que são sexualmente activos e outros com índices altos que não são".

De resto, embora considere "muito complicado" identificar o perfil do homem infiel, Allen Gomes acaba por considerar que essa natureza "é muito mais cultural do que outra coisa".

Entre as possíveis influências, diz, podem não só estar perturbações comportamentais como a realidade sociocultural da pessoa. E até o período em que vive: "Numa certa época, o comportamento pode ser mais aceite, nomeadamente entre os homens, e noutras não."

Apesar das reticências, o especialista aplaude a publicação de obras sobre estes temas: "Não li o livro[de Madalena Pinto], por isso não me posso pronunciar sobre aspectos em particular", admite. "Mas tudo o que seja investigação sobre comportamentos humanos é bem vindo".



Fonte: DN

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sábado, 15 de agosto de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Intimidade entre casal

Intimacy between couple
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Está a ser testado, esta semana, no Festival de Artes de Edimburgo, na Escócia, um novo aparelho que promete comunicar intimidade entre casais que vivem relacionamentos à distância.

O protótipo chama-se «Mutsugoto» e foi criado pela empresa Distance Lab, na Grã-Bretanha, que acredita que o aparelho favorece mais a intimidade entre os casais do que qualquer outro meio de comunicação, como o telefone, e-mails ou outras mensagens.

Há dois anos que está a ser desenvolvido e foi criado em parceria com a artista plástica Tomoko Hayashi, noticia a «BBC».

Através do aparelho, com a ajuda de câmaras, luzes artificiais e computadores, o casal pode desenhar circuitos de luz sobre o corpo um do outro. Cada um possui um anel activado pelo toque e que é captado por uma câmara acima deles. Os movimentos são transmitidos e projectados simultaneamente no corpo de ambos e as linhas de luz mudam de cor quando se encontram.

O aparelho foi testado inicialmente com um casal que vive entre Londres e Edimburgo e será testado noutras cidades da Europa continental, terminando a fase de experimentação no próximo mês.

«Este projecto é uma reacção a telemóveis, e-mail, programas de chat na Internet e outros tipos comuns de comunicação com os quais os casais vão ter problemas frequentemente, porque são muito impessoais, genéricos e tiram qualquer sensação de intimidade ou proximidade que eles possam sentir», explicou Stefan Agamanolis, executivo-chefe e director de pesquisas do Distance Lab.

O laboratório encontra-se ainda a trabalhar noutros projectos. Uma das principais áreas em que costuma trabalhar é na tecnologia de saúde.

De momento está também a desenvolver um jogo virtual de luta que permite que alguém, à distância, possa envolver-se num combate com o seu opositor, através de uma imagem projectada num colchão.



Fonte: IOL Diário

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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O alicerce das coisas

THE FOUNDATION OF THINGS
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Cartoon animado 2 Animated cartoon 2

Será muito grave se deixámos que as estruturas injustas da sociedade convertam as estruturas da nossa consciência. Pelo contrário a força de uma consciência solidária pode transformar as estruturas sócio-económicas.

Perante a vida, é frequente serem adoptadas atitudes de consumidores, quando importava ser indagadores, mendigos permanentes de sentido. Um verdadeiro crente procura a face de Deus e continuamente a encontra no irmão à procura de vida mais abundante, com sede de justiça, com fome de pão, carente de compaixão, caído no isolamento, amargurado na solidão, aterrado no vício. Viver da fé é um processo livremente assumido de onde brotam: novidade de iniciativas, formas concretas de comunhão, serviço atento. A vida de cada ser humano é um projecto permanente de orientação e interpretação, mais fatigante em momentos de crise cultural, sem soluções mágicas. Todos somos convidados a interpretar e a construir a partir do que nos transmitiram, do que nos é oferecido já configurado. Importa, contudo, levá-lo por diante com criatividade de formas e meios.

O projecto vital depende do universo simbólico de cada civilização e cultura. Só a partir de um conjunto de significados, símbolos, esquemas interpretativos e representativos se justificam ou legitimam formas de vida, ideias e comportamentos sociais. A partir daqui grupos, instituições e indivíduos elaboram a sua visão do mundo, o sentido último global da vida, do mundo, da história, de Deus.

Sabemos da urgência de procurar soluções, mas será fundamental prestar muita atenção às razões que conduzem à falta da nossa qualidade de vida comunitária e à mediocridade da solidariedade social.

Quem trabalha a construir vida solidária não fala uma língua morta, um latim que não se entende. Quando criamos proximidade das situações dramáticas, recorremos à linguagem universal do amor, da ternura libertadora.

Importa não pretender regressar a formas de isolamento ou a mecanismos de defesa ou até de confrontação beligerante. A fidelidade à mensagem de Jesus exige formar comunidades que transmitam hoje a verdade da salvação e da felicidade. A comunhão com Deus e com todos os seres humanos, sobretudo com os mais atingidos e feridos, decorre do potencial da fé cristã. Assim os crentes testemunham que Deus não é indiferente ao mundo e que a vivência de um estilo de vida novo faz parte da difusão da Boa Nova de Jesus.



D. Carlos Azevedo, Bispo Auxiliar de Lisboa



Fonte: Correio da Manhã

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quinta-feira, 9 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Quinta-feira Santa

HOLY THURSDAY
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Ritos de Quinta-feira Santa darão início ao ciclo de celebraçãos mais importantes no calendário da Igreja

Entre todas as semanas do ano, a mais importante para os cristãos é a Semana Maior, que foi santificada pelos acontecimentos que a liturgia celebra, da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor – o Mistério Pascal.
A peregrina do séc. V, Eteria, começa a sua relação da semana santa em Jerusalém escrevendo: «O dia seguinte, domingo, é o começo da semana da Páscoa ou Semana Maior, como a chamam aqui».

De facto, esta semana é o coração e o centro de toda a liturgia anual, nela se celebra o mistério da redenção, o grande sinal do amor de Deus salvador. «A Páscoa é o cume», assim resume esta festa um escritor dos primeiros séculos.

O cristão entra nesta Semana com o espírito de paz interior e recolhimento. A Quaresma foi um tempo de trabalho, disciplina, conversão, cerimónias penitenciais, agora chegou o tempo de descansar na Paixão de Cristo. «Deus amou tanto o mundo que lhe deu o Seu Filho Unigénito» (Jo. 3, 16). Toda a Paixão é sinal do amor de Deus, tornado visível em Jesus Cristo.

A devoção da Semana Santa nasceu da piedade dos primeiros cristãos de Jerusalém, onde Jesus sofreu a sua paixão. Por isso, desde os primeiros séculos, Jerusalém tornou-se lugar de peregrinações para os cristãos que gostavam de visitar os lugares da paixão. Nós participamos nos mistérios de Cristo não apenas com o sentimento ou imaginação, mas antes de tudo com a fé.


2 – O tríduo pascal começa com a missa vespertina da ceia do Senhor, em Quinta-Feira Santa, alcança o seu apogeu na vigília pascal e termina com as vésperas do domingo de Páscoa. Todo este espaço de tempo forma uma unidade que inclui os sofrimentos e a glória da ressurreição. O bispo de Milão, Santo Ambrósio, refere nos seus escritos os «três santos dias» e o bispo de Hipona, Santo Agostinho, nas suas cartas chama-os «os três sacratíssimos dias da Crucifixão, sepultura e ressurreição de Cristo».


A Quinta-Feira Santa está marcada pela instituição da Escritura, «verdadeiro sacrifício vespertino» (cf. 141, 2). O ritual proíbe a celebração da eucaristia sem fiéis e recomenda a concelebração, que confere à cerimónia litúrgica uma nota de eclesialidade eucarística e de unidade entre eucaristia e sacerdócio. A cerimónia sugestiva e humilde do Lava-Pés orienta-se também para a Eucaristia.

Os textos litúrgicos mostram a entrega de Jesus Cristo para a salvação da humanidade. Jesus celebra a Páscoa judia mas oferece o seu corpo e sangue em lugar do cordeiro imolado no Templo, para selar a Nova Aliança. O Lava-Pés é sinal do «amor até ao fim» (Jo. 13, 1). A transladação solene do Santíssimo Sacramento, é um sinal de continuidade entre o sacrifício e a adoração da presença sacramental.


A Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor é constituída por uma liturgia austera e sóbria. O centro da celebração é uma «sinaxis» (assembleia litúrgica) não eucarística que na liturgia antiga se chamava «missa dos presantificados». Os paramentos são vermelhos e a liturgia desenvolve-se em três momentos – a liturgia da Palavra, com a leitura do IV cântico do poema do Servo de Deus (Is. 52, 13), a carta aos Hebreus com a passagem do Sumo Sacerdote «causa de salvação para os que lhe obedecem» (Heb. 4, 14), e a Paixão segundo São João, o teólogo místico que vê na cruz a exaltação de Cristo. Às leituras segue-se a oração universal; - a adoração da cruz com a antífona de origem bizantina «adoramos Senhor a vossa cruz… pelo madeiro veio a alegria a todo o mundo» e os impropérios nos quais Jesus reprova a ingratidão do seu povo; - a comunhão com o Pão eucarístico consagrado na tarde de quinta feira santa. A piedade popular gosta de participar na procissão do Enterro do Senhor e comove-se com a presença da Senhora da Soledade acompanhando o seu Filho morto.


A Sexta-feira é um dia de intenso luto e dor mas iluminado pela esperança cristã. A devoção à Paixão do Senhor está fortemente arreigada na piedade cristã. A peregrina Eteria, ao descrever as cerimónias em Jerusalém, por volta do ano 400, diz: «dificilmente podeis acreditar que toda a gente, velhos e jovens, chorem durante essas três horas, pensando no muito que o Senhor sofreu por nós».

A Igreja apresenta grande austeridade, nada distrai o nosso olhar do altar e da cruz, o povo cristão fica vigilante junto à cruz do Senhor e da Virgem da Soledade.


O grande Sábado Santo, é um dia de serena esperança e preparação orante para a ressurreição. Os cristãos dos primeiros séculos jejuavam neste dia como em sexta feira santa, era o tempo em que o esposo os tinha deixado (Mt. 2, 19).

O Ofício Divino é rezado perante o altar desnudado, presidido pela cruz e tem um acento de meditação e repouso. A piedade cristã ora perante a imagem da Virgem das Dores, «ela no grande Sábado, recolheu a fé de toda a Igreja… só ela entre todos os discípulos esperou vigilante a ressurreição do Senhor». (Missa da Virgem Maria).

A Vigília Pascal é uma vasta celebração da Palavra de Deus que continua com o baptismo e continua com a Eucaristia. Os símbolos são abundantes e de uma grande riqueza espiritual – o ritual do fogo e da luz que evoca a ressurreição de Jesus e a marcha de Israel no deserto guiado pela coluna de fogo; a liturgia da Palavra com Salmo e oração, percorrendo as etapas da história da salvação; a liturgia da iniciação cristã que incorpora novos filhos na Igreja; a renovação das promessas do baptismo e aspersão com a água benta que recorda a água do nosso baptismo; por fim a eucaristia que proclama a ressurreição do Senhor, esperando a sua última vinda (1 Cor. 11, 26).

A liturgia convoca de novo os fiéis para o «dia que fez o Senhor» na missa do dia. A piedade cristã realiza a procissão de Cristo ressuscitado, ornamentando as estradas, estalando foguetes, tocando sinos e ao som da música entoa o «Regina coeli» à mãe de Jesus. O Aleluia, que fora suprimido na Quaresma, aparece repetidas vezes em sinal de alegria e vitória, de forma que o Aleluia pascal se tornou a aclamação própria do mistério pascal.


A magnífica liturgia pascal põe em relevo uma nota escatológica que indica a meta para onde nos dirigimos seguindo Cristo e que São Paulo apresenta na carta aos Coríntios: «Sempre que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos a tua morte Senhor, até que venhas» (1Cor. 11, 26).

† Teodoro de Faria, Bispo emérito do Funchal


Fonte: Agência Ecclesia

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quarta-feira, 25 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Homens apaixonam-se em 8,2 segundos

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Quanto mais tempo um homem permanecer a olhar para uma mulher, quando se vêem pela primeira vez, mais interessado ele está, diz o jornal Telegraph, de acordo com estudos apresentados por cientistas.

Se o olhar apenas durar quatro segundos, ele não estará assim tão impressionado, mas se ultrapassar a barreira dos 8.2 segundos, ele poderá já estar apaixonado.

O mesmo não se pode aplicar às mulheres, uma vez que estas olham para os homens dependendo se os acham atraentes ou não.

Câmaras, secretamente escondidas, captaram o movimento do olhar de 115 estudantes, enquanto falavam com actores e actrizes. Depois, foi-lhes perguntado em que medida se sentiram atraídos.

De acordo com a revista «Archives of Sexual Behavior» os homens olhavam nos olhos das mulheres que consideravam bonitas numa média de 8.2 segundos, mas quando não eram consideradas tão bonitas ou atraentes a média caía para 4.5 segundos.

No entanto, as estudantes olhavam para os actores sem diferenciação de tempo.

Os cientistas acreditam que o contacto olhos nos olhos que os homens mantêm com as mulheres, serve para estes encontrarem a mulher certa e fértil.

Mas as mulheres mostram-se cada vez mais atentas e preocupadas em atrair a atenção, devido aos riscos de gravidez indesejada e ao aumento dos casos de famílias monoparentais.



Fonte: IOL Diário

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Amante do século XXI

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A tecnologia é a «amante» do século XXI e tem levado muitos casais a procurar ajuda contra este intruso que, silencioso e económico, rouba cada vez mais espaço às famílias, ao amor e ao sexo, escreve a Lusa.

O sexólogo Júlio Machado Vaz não hesita em eleger este como o problema conjugal que mais tem crescido nos últimos tempos. «Não há uma semana em que não me entre um casal pelo consultório dentro com problemas graças à tecnologia», disse à Lusa.

A propósito do Dia dos Namorados, que se assinala sábado, Júlio Machado Vaz contou que, com as novas tecnologias, nomeadamente a Internet, «o outro isola-se».

Na Internet, explicou, «com outra pessoa do outro lado ou apenas a própria tecnologia, um dos elementos do casal isola-se facilmente», deixando o outro sozinho.

«Demasiado tempo com a tecnologia»

O resultado, revelou, é uma dificuldade acrescida de comunicação que necessita de uma intervenção profissional. Às vezes, esse «tratamento» é possível. Noutras, a solução é mesmo o divórcio.

Nos Estados Unidos, «já há divórcios decretados por causa da pessoa passar demasiado tempo com a tecnologia», contou.

Os computadores têm ocupado o espaço cada vez menor dos casais que, em muitos casos, é vivido entre frases: «Dá-me o arroz! Leva os miúdos!», ilustrou.

«Não há desejo que sobreviva às pressões do dia a dia e muito menos aos receios de problemas como a crise», disse o sexólogo, que contabiliza já 30 anos de consultas nesta área.

A experiência levou-o a identificar este século como o dos problemas do desejo, que atinge os dois sexos.

Sexualidade tem pouco espaço

«Somos procurados cada vez mais por pessoas que nos dizem que, com o tipo de vida que levam, a sexualidade tem pouco espaço e que, por isso, têm um sexo mecânico sem qualquer erotismo», disse.

«O erotismo exige tempo e descoberta», afirmou, contando que tem casos - cada vez mais frequentes - de casais que só têm sexo ao sábado à noite, porque sabem que podem dormir mais umas horas na manhã seguinte.

Mas o erotismo precisa de outras coisas. Como dinheiro, diz Júlio Machado Vaz, contando que, em plena crise, o casal pode sempre tentar reavivar os sentimentos que manteve quando casou por amor.

E esses «truques» - que são a verdadeira prescrição dos sexólogos - podem passar por um inesperado jantar a dois ou um fim de semana romântico.

Truques que, como disse o especialista, custam dinheiro e, em tempos de crise, podem ficar comprometidos. A crise atinge, aliás, os casais de muitas formas e pode, inclusive, ser o motivo da própria crise conjugal.

«Não há romantismo que resista à preocupação de não ter comida para dar aos filhos no dia seguinte», disse.

O sexólogo revelou ainda que, ao contrário do que a indústria farmacêutica gostaria, não existe nenhuma pílula sexual, como existe para os homens.

Também nessa área é a imaginação que se prescreve e recomenda. «Há homens que apostam em dar dois copos de vinho à mulher e garantem efeitos fabulosos. Mas o segredo está na envolvência», disse. Os pretextos são, por isso «bem-vindos», afirmou. Como o Dia dos Namorados.

Fonte: IOL Diário

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Poção do amor


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Os cientistas britânicos criaram a «poção do amor» a partir de uma receita, que podia ter sido escrita por São Valentim, mas saiu da pena de William Shakespeare.

A Real Sociedade de Química anunciou, em Londres, o elixir mágico foi elaborado, passo a passo, segundo as indicações de um dos personagens da obra de Shakespeare «Sonho de Uma Noite de Verão», de 1595.

Trata-se de uma poção feita à base de amor-perfeito, uma flor aveludada com pétalas que atingem tons desde o amarelo ao violeta.

Na obra, o elixir aplicou-se nas pálpebras de Titânia, a Rainha de Hadas, quando está a dormir, para que se apaixone pela primeira pessoa que vir quando acordar.

Os cientistas vasculharam o «Sonho de Uma Noite de Verão» e encontraram uma pista sobre a poção do amor numa poesia de Oberon, o Rei de Haras.

Segundo Charles Sell, da empresa farmacêutica «Quest Internacional», encarregada de elaborar poções amorosas, «há muitas referências a plantas e ervas nas obras de Shakespeare, que era, sem dúvida, um bom conhecedor das suas possibilidades na vida real e no mundo da mitologia».

A poção do amor já está pronta e foi dada a provar aos actores que estão a representar «Sonho de Uma Noite de Verão» em Stratford- upon-Avon, cidade onde nasceu o génio da literatura inglesa.

Por esclarecer estão os efeitos que a poção irá causar hoje em dia, ou seja, se serão os mesmos que provocou nos personagens de Shakespeare, no século XVI.

Isto porque, segundo um estudo dos armazéns britânicos «Superdrug», o odor que mais excita sexualmente a maioria das mulheres na Grã-bretanha não é o das flores, mas sim o do chocolate.

Em mil mulheres, 61 por cento afirmaram que o aroma que mais associam ao amor é o do chocolate. E mais preocupante ainda: a maioria também admitiu que, a maior parte das vezes, esta guloseima é mais afrodisíaca que uma sessão de amor entre os lençóis...



Fonte: IOL Poção do Amor

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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

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O mundo dos gastrossexuais

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Depois do metrossexuais, existem agora os homens que conquistam as mulheres através dos dotes culinários

Surgiu uma nova tendência no seio das tribos urbanas. Depois dos metrossexuais, caracterizados por homens que dão muito valor à aparência, surgem agora os gastrossexuais.


Os adeptos desta nova tendência são homens que adoram cozinhar pratos elaborados e usam as suas habilidades culinárias para encantarem e seduzirem mulheres. Jamie Oliver, o famoso cozinheiro britânico, funciona como inspiração para estes homens, noticia o Globo.


O conceito de gastrossexual foi elaborado pela Future Foundation, uma instituição inglesa que faz estudos de mercado. Segundo uma pesquisa recente, feita em Inglaterra, 48% dos entrevistados afirmaram que saber cozinhar torna as pessoas mais atraentes. 23% dos homens confessaram inclusive que cozinham com o intuito de seduzirem uma parceira. Segundo a mesma pesquisa, o número elevado de gastrossexuais aumentou devido ao número crescente de homens que vivem sozinhos. De acordo com o estudo, os homens passam cinco vezes mais tempo na cozinha hoje em dia do em 1961.


Os gastrossexuais têm entre 25 e 45 anos e não precisam de serem ricos. Segundo Luís Filipe Calmon, professor de gastronomia brasileiro, o segredo está na escolha dos ingredientes. «Acho que para cozinhar bem tem de se ter muito carinho e amor pelo o que se faz», garantiu.


No entanto, as mulheres que não se animem demasiado com esta nova tendência porque o entusiasmo que os gastrossexuais demonstram na cozinha não se reflecte nas outras tarefas domésticas.


As mulheres conquistam-se pelo estômago?


Paulo Fraqueiro, 37 anos, acha que sim. Segundo este advogado brasileiro foram os seus dotes na cozinha que conquistaram a sua companheira e também os sogros. «Ainda hoje falam da comida que eu fiz», afirma.


Segundo este gastrossexual confesso, fazer um jantar romântico é um prazer que suplanta a tradicional táctica de levar a companheira a jantar. «É muito bom pensar nos detalhes. Quando comemos em casa é mais privado, aconchegante e imprevisível», garante.

Fonte da notícia: IOL Diário

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sábado, 2 de agosto de 2008

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Monge do Kama Sutra

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O conhecido como «monge do Kama Sutra» explica a casais como alcançar o «orgasmo divino»


Depois de uma eternidade a reprimir o sexo, o Vaticano deu a sua bênção a um monge polaco que dá conselhos sobre como praticar sexo em comunhão com o Altíssimo, refere o site adn.es.

Ksawery Knotz, vive no mosteiros para capuchinhos em Stalowa Wola, no sul da Polónia, e afirma que é com um sorriso que «trabalha para Deus». «Ensino aos casais como rezar para que tenham uma vida sexual boa e feliz. Para eles, é um meio de chegar perto de Deus», explicou.

O religioso, que se confessa inspirado pela «liberdade» da sua família e pelos ensinamentos de João Paulo II, leva a cabo as suas aulas sobre sexo matrimonial desde o ano de 2000 e já trabalhou com mais de 3000 casais católicos.

A popularidade dos seus ensinamentos é tão grande que a agenda de Ksawery está lotada e existe mesmo uma lista de espera até 2009. «As pessoas estão um pouco surpreendidas, mas agradavelmente surpreendidas», disse o monge.

É o caso de Kasia e Jan Paluszewski, dois católicos casados há já 18 anos e pais de três filhos, asseguram que os conselhos do padre Knotz «reforçaram» e «esclareceram» a sua vida sexual e espiritual. «Escuta verdadeiramente os casais e por isso é que nos entende tão bem», afirmou Jan.

Sexo como Deus manda

Qual é o segredo do êxito do padre Knotz? «Se crês em Deus, se crês que Deus está presente na tua vida, no amor, no casamento e na sexualidade, torna-se natural falar de sexo e suprimir alguns dos tabus e etiquetas de pecado», explicou o monge de 43 anos.

O «monge do kama sutra» reserva os seus conselhos sexuais para casais tradicionais, ou seja, aqueles que são formados por um homem e uma mulher. Se bem que reconhece que em matéria de educação sexual a religião católica é um pouco «débil».

Teologia do orgasmo

Knotz recomenda uma «boa comunicação aberta entre os esposos», imprescindível para alcançar os «orgasmos celestiais» que o monge tanto preconiza. O mestre eclesiástico alerta também todos os maridos para que demorem o tempo que for preciso a «satisfazer plenamente» as suas mulheres.

O padre Knotz até já escreveu um livro e no capitulo mais polémico «a teologia do orgasmos» o capuchinho compara o momento supremo do acto sexual com o encontro com Deus no céu. «O amor de um casal, expressado através do sexo, eleva o corpo humano ao céu. O êxtase de uma relação pode comparar-se à alegria de uma vida eterna».

Fonte da notícia: IOL Diário

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sexta-feira, 11 de julho de 2008

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Os 6 diferentes tipos de amor

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O ser humano pode amar de seis maneiras diferentes, desde o estilo romântico até ao altruísta, passando pelo lúdico ou pragmático, segundo Nelson Lima, coordenador nacional do Instituto de Inteligência, citando investigadores sociais, noticia a Lusa.

A forma de amar tem-se alterado ao longo dos tempos e se no período do Romantismo (séculos XVIII e XIX) o amor era sinónimo de paixão, actualmente está mais ligado ao racional. Segundo Nelson Lima, «já não provoca escravidão como antes da época do Romantismo».

Hoje em dia, o sofrimento é mais limitado e um amor que não seja para toda a vida deixou de ser um drama para a maioria das pessoas, sendo uma tradução prática o aumento dos divórcios.

Por outro lado, os divórcios deixam os filhos menos preparados para relacionamentos duradouros, acrescentam os especialistas.

«Jovens sabem mais sobre sexo do que sobre amor»

«Actualmente ensina-se mais sobre as relações sexuais do que sobre as relações amorosas. Os jovens sabem mais sobre sexo do que sobre amor. E isto influencia o seu comportamento no mundo. É de prever que no futuro os divórcios tendam a aumentar e a própria instituição do casamento, tal como a conhecemos hoje, desapareça», previu Nelson Lima.

Nos anos 1970 surgiu o primeiro estudo sobre os diferentes estilos de amor e, refere o investigador, o que o sociólogo John Alan Lee concluiu ainda hoje é válido: a forma como se ama depende de vários factores, como personalidade, cultura e educação, mas geralmente os indivíduos combinam dois ou três estilos, embora um tenda a predominar.

Diferentes estilos

Na lista de possíveis estilos está o romântico, que envolve paixão, unidade, atracção sexual, aparecendo na adolescência e ainda provoca casos de perdição e em caso de fracasso ainda pode levar ao suicídio.

Sobre o estilo possessivo, os psicólogos referem ser um amor determinado pelo ciúme e que provoca emoções extremas e comportamentos obsessivo-compulsivos, exige do outro constante atenção e em momentos de crise prejudica a vida familiar e profissional.

Mais calmo é o estilo cooperativo, que geralmente nasce de amizade anterior e antiga e é alimentado por hábitos e interesses comuns, enquanto o estilo pragmático é característico das «pessoas práticas, disciplinadas e disciplinadoras, com uma educação, por vezes, austera» que podem minimizar ou reprimir o sentimento, não sendo dadas a manifestações expressivas de carinho.

O estilo lúdico assenta na conquista e na busca de emoções passageiras e é muito frequente em jovens adultos, em especial homens, quase como a outra face desta moeda está o estilo altruísta seguido por pessoas dispostas a anular-se perante o outro, tendendo a «isolar-se num mundo onde, na sua imaginação, só cabem os dois ainda que o outro pense e actue exactamente ao contrário».

Como nota final, Nelson Lima lembra que o estilo de amar de cada um será também, em parte, influenciado pela forma como o outro actua dentro da relação.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
Os psicólogos dizem que há seis tipos de amor ou seis diferentes formas de amar e eu, por outro lado, digo que há apenas um amor e uma única forma de amar. O amor verdadeiro é aquele que é capaz de dar tudo até mesmo ao ponto de ficar sem nada.

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sexta-feira, 30 de maio de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Sexo com carros

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«Não sou doente. Sei que já tive mais de mil namoradas, mas amei cada uma delas». Aos 57 anos, o americano Edward Smith considera-se, na verdade, um romântico. A diferença é que, em vez de mulheres, Smith tem o hábito de namorar com carros, escreve o site brasileiro Globo.

«Eu aprecio a beleza, e tenho uma relação diferente com a beleza dos automóveis... Chego a um ponto onde esse sentimento se torna uma expressão de amor», explica Smith, actualmente «noivo» de um carocha branco baptizado de «Baunilha».

Em entrevista ao jornal britânico Telegraph, Smith diz que a sua primeira experiência sexual com um carro foi aos 15 anos. Desde então, nunca mais se sentiu atraído por mulheres ou homens.

No entanto, Smith tende a ter mais interesse sexual em celebridades. Neste aspecto, afirma já ter tido relações com «Herbie», da série «Se o meu carocha falasse», e «K.I.T.».

Smith não esconde o facto de nunca ter sido «fiel» aos carros com que namora. Afirma mesmo que a sua experiência sexual mais intensa foi com um helicóptero da série «Águia de Fogo», dos anos 80.

Edward Smith diz que não está sozinho no seu fetiche. Na internet, encontrou uma comunidade que reúne mais de 500 «amantes de carros». «É mais comum do que a maioria das pessoas imagina», diz.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
Sem dúvida que é um tipo de amor bizarro e muito peculiar. Eu já me habituei a este tipo de notícias e, portanto, já nada me surpreende realmente.

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terça-feira, 8 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Fórmula da Felicidade: saúde, amor e dinheiro

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos. To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.

As pessoas mais felizes vivem em família, sem preocupações económicas e são jovens adultos. Estas são as principais conclusões retiradas de um estudo desenvolvido pela Millward Brown para a Coca-Cola Company e que tem como objectivo medir a felicidade junto da população residente em Espanha .

A Millward Brown efectuou 3 mil entrevistas em território espanhol, junto de pessoas entre os 16 e os 65 anos de idade. Dos inquiridos, cerca de 18,8 por cento afirmam ser muito felizes e 33,9 por cento estão satisfeitos com a vida. Apenas 5,7 e 1,3 por cento revelam viver insatisfeitos ou muito insatisfeitos, respectivamente.
Os jovens são mais felizes, cerca de 26 por cento das pessoas entre os 26 e 35 anos consideram-se muito felizes.

O estudo teve em conta dimensões psicológicas e sociais, incluindo inúmeras variáveis que influenciam a felicidade como a família, a saúde, o trabalho, o lazer, o sexo e a religião entre outros.

Conclui-se que a felicidade não tem género e que o facto de ter uma relação é um claro indicador do nível de felicidade de uma pessoa. Cerca de 82,7 por cento dos entrevistados que se declaram muito felizes não são solteiros.

No entanto, o estudo conclui que também depende da relação que se tem com a companheira/o. É mais feliz quem possui um compromisso sólido e duradouro com uma actividade sexual satisfatória e o facto de ser regular.

Segundo o inquérito, é factor de felicidade partilhar a vida com alguém. Viver acompanhado torna as pessoas mais felizes mas o contrário também se aplica, 14,5 por cento dos que se declaram pouco felizes, vivem sós.

Para 37 por cento dos inquiridos, a saúde é o mais importante seguido do amor (32%). O dinheiro também tem o seu papel, 17 por cento dos espanhóis considera que ter dinheiro é essencial para se ser feliz.

O apoio incondicional dos pais determina o bem-estar. Cerca de 89,7 por cento dos inquiridos que se consideram muito felizes sabem que podem contar com os seus pais para qualquer circunstância. Quem considera que os pais estiveram presentes na sua infância revelam-se mais felizes.

Ter amigos e ser sociável são outros factores da felicidade. 81,3 por cento dos que se dizem felizes considera que tem facilidade para se integrar em qualquer grupo.

Fonte da notícia: SOL, Sapo notícias
Nota Pessoal:
Ora, aí está um assunto que nos interessa a todos. Todos nós queremos ser felizes. Mas será que a verdadeira felicidade está ao alcance de todos? Será que neste mundo todos temos acesso e oportunidade para atingir esse grau de felicidade?
Julgo que a resposta é negativa. Digo isto por aquilo que se está a passar, por exemplo, no Iraque, no Afeganistão, na Faixa de Gaza etc. Como podem essas pessoas serem felizes, mergulhadas todos os dias na violência e na guerra? Como podem, por exemplo, os pobres de África serem felizes se nem sequer têm água para beber?

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Jorge Goncalves

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