} Galeriacores Cartoon Notícias

Home

 

Galeriacores Cartoon Notícias

Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Papa quer Evangelho na Internet

Papa quer Evangelho na Internet
Para ver a animação clique neste cartoon gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon gif and wait a few seconds.



O Papa pediu aos sacerdotes, este sábado, que anunciem o Evangelho não só a partir dos meios tradicionais, mas também através das novas tecnologias, como fotografias, vídeos, animações, blogues e sites, diz a EFE.


Bento XVI falava durante o discurso «O sacerdote a pastoral no mundo digital: os novos meios ao serviço da palavra», por ocasião da próxima Jornada Mundial das Comunicações Sociais.


Para o Papa, a difusão as novas tecnologias e a sua influência «tornam cada vez mais importante e útil o seu uso no ministério sacerdotal», principalmente para chegar também aos não crentes.


Fonte: IOL

Etiquetas: , , ,

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A Internet está a mudar a nossa forma de pensar?

Is the Internet changing our way of thinking?
Para ver a animação clique neste cartoon gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon gif and wait a few seconds.




Acha que a Internet alterou a sua mente ao nível neuronal, cognitivo, processual, emocional? Sim, não, talvez, respondem filósofos, cientistas, escritores, jornalistas à pergunta do ano do site edge.org, em centenas de textos que são hoje colocados on-line.


No Verão de 2008, o escritor norte-americano Nicholas Carr publicou, na revista Atlantic Monthly, um artigo intitulado Is Google making us stupid?: What the Internet is doing to our brains, onde se mostrava muito crítico dos efeitos da Internet nas nossas capacidades intelectuais. O artigo teve um grande impacto, tanto nos media como na blogosfera.

O site edge.org - o "salão" intelectual on-line - vem agora expandir e aprofundar o debate no âmbito do seu tradicional desafio anual a dezenas de craques mundiais da ciência, da tecnologia, do pensamento, da arte, do jornalismo. A pergunta de 2010 é, literalmente: "Como está a Internet a mudar a maneira como você pensa?" ("How is the Internet changing the way you think?")

Eles respondem: que a Internet os (nos) tornou mais espertos, menos profundos, mais rápidos, menos focados, mais acelerados, menos criativos, mais tácteis, menos visuais, mais altruístas, menos arrogantes. Que expandiu radicalmente a nossa memória, mas fez de nós, ao mesmo tempo, reféns do presente. A grande teia surge equiparada a um ecossistema, um cérebro colectivo, uma memória universal, uma consciência global, um mapa total da geografia e da história.

Mas uma coisa é certa: sejam eles fãs ou críticos, todos a usam e todos admitem que ninguém sai ileso da Internet. Ninguém fica indiferente a coisas como a Wikipedia ou o Google, ninguém escapa à atracção da comunicação e do saber globais e instantâneos.

Até ao fecho desta edição, tinham respondido ao desafio 121 filósofos, cientistas, médicos, engenheiros, escritores, artistas, jornalistas. Escolhemos algumas dessas respostas - incluindo a de Nicholas Carr, que também é "sócio" deste think tank fundado pelo agente literário nova-iorquino John Brockman - e reproduzimos aqui a sua substância. Com mais tempo e atenção, elas também podem ser desfrutadas e escrutinadas na sua totalidade e diversidade no edge.org

Quem decide?

Daniel Hillis

(Informático)O real impacto da Internet é que mudou a nossa maneira de tomar decisões. Cada vez mais, não são indivíduos humanos que decidem, mas uma rede adaptativa e intricada de humanos e máquinas. Essa rede foi criada, mas não totalmente desenhada, por nós. E evoluiu. A nossa relação com ela é semelhante à nossa relação com o nosso ecossistema biológico. Somos co-dependentes e não a controlamos completamente.

Acelerar o pensamento

Andrian Kreye

Editor do Süddeutsche Zeitung

Se o facto de acelerar continuamente o pensamento representa uma mudança da maneira como penso, então a Internet tem feito um trabalho maravilhoso. Mas talvez não esteja a mudar o pensamento. Nunca mudei de opinião por causa da Internet, nuca tive uma epifania à frente de um ecrã. Nunca tive nenhuma experiência memorável, embora a Internet possa ter contribuído para algumas. Foram sempre as pessoas, os lugares e as experiências que mudaram a minha maneira de pensar.

Fac-símile da realidade

Eric Fischl e April Gornik (Artistas visuais)

Para o artista visual, olhar é essencial ao pensamento. Como é que a Internet mudou a nossa maneira de ver? De forma subtil mas profunda. Uma das mudanças é a perda do sentido de escala. Outra é a perda de diferenciação dos materiais. A informação visual passou a ser baseada apenas na imagem. A realidade foi substituída por um fac-símile.

Trabalhar e brincar

Kevin Kelly (Fundador da revista Wired)

Tornei-me mais "esperto" em factos, mas o meu saber é hoje mais frágil. Tudo o que aprendo é sujeito a erosão. As minhas certezas sobre seja o que for diminuíram, isto é, em geral, parto cada vez mais do princípio que aquilo que sei está errado. A Internet também esbateu a diferença entre o meu pensamento sério e o meu pensamento lúdico. Penso que a conjugação de jogo e trabalho, de pensar a sério e pensar a brincar, é um dos mais fantásticos efeitos da Internet.

Açúcar digital

Esther Dyson

Ex-presidente da Electronic Frontier Foundation Adoro a Internet. Mas às vezes penso que muito daquilo que ela nos dá são calorias ocas. Açúcar. Clips de vídeo, toques de amigos, tweets, pop-ups... Mas a longo prazo muitos de nós têm uma predisposição genética para perder a capacidade de digerir o açúcar consumido em excesso. Poderá isto valer também para o açúcar de informação? Vamos tornar-nos alérgicos e ao mesmo tempo não conseguir passar sem ele? E qual será a nossa insulina digital?

O controlo da mente

Larry Sanger (Co-fundador da Wikipedia)

Há quem diga que as nossas mentes mudaram com o excesso de informação, aparentemente contra a nossa vontade. Os agentes livres tornaram-se meros sujeitos de poderosas novas forças. Não concordo com isto. Temos a possibilidade de escolher se queremos ceder o controlo da nossa pessoa a uma "mente-colmeia" cada vez mais irresistível? Temos. E será que devemos capitular, ou pelo contrário continuar a desenvolver as nossas próprias mentes e a dirigir cuidadosamente a nossa atenção? A resposta parece-me óbvia.

Outsourcing mental

Gerd Gigerenzer (Psicólogo, Instituto Max Planck, Alemanha)

Iniciámos um processo de outsourcing do armazenamento e do acesso à informação, da mente para o computador, tal como muitos já fizemos o outsourcing da capacidade aritmética da mente para a calculadora de bolso. Poderemos vir a perder algumas competências pelo caminho, mas a Internet está também a ensinar-nos novas competências para aceder à informação. A Internet é uma espécie de memória colectiva, à qual às nossas mentes se irão adaptar até que uma nova tecnologia a venha substituir. Começaremos então a fazer outsourcing de mais capacidades cognitivas e, espero eu, a aprender outras novas.

Pensar melhor

Stephen Kosslyn (Psicólogo, Universidade de Harvard)

A Internet estendeu a minha memória, a minha percepção, os meus juízos de valor. Estes efeitos tornaram-se ainda mais notáveis desde que tenho um smart phone. Hoje, uso-o regularmente para verificar factos, ver vídeos, ler blogues. O inconveniente é que dantes tinha tempos mortos durante os quais deixava vaguear a minha mente e de onde podiam surgir pensamentos ou ideias inesperadas. Esses intervalos tornaram-se menos frequentes. Mas acho que é um pequeno preço a pagar: hoje, penso melhor do que antes de ter integrado a Internet nos meus processos mentais e emocionais.

Mudanças radicais

Kai Krause (Pioneiro na área do software)

A Internet mudou radicalmente a minha maneira de pensar. Não ao nível dos meus neurónios, mas de forma mais abstracta: redefiniu totalmente a maneira como percebemos o mundo e o nosso lugar nele. Mas trata-se de uma faca de dois gumes, de um ioiô do bom, do mau e do feio. A Net não atingirá o seu verdadeiro potencial durante a minha vida. Mas é óbvio que influenciou o meu pensamento como nunca nada o tinha feito até aqui.

Cibermundo táctil

James O"Donnell (Classicista, Universidade de Georgetown)

Os meus dedos passaram a fazer parte do meu cérebro. Pessoalmente, e apenas por enquanto, é sobretudo nos meus dedos que reparo. Quando estou fora do meu gabinete, perguntem-me uma coisa interessante e puxo logo do meu Blackberry - é uma reacção física, preciso de começar a manipular a informação na ponta dos meus dedos. Ao computador é o mesmo padrão: o sinal de que estou a pensar é que estendo a mão e começo a abanar o rato. Os meus olhos e as minhas mãos já aprenderam novas maneiras de trabalhar com o meu cérebro, num processo que, para mim, é realmente uma nova maneira de pensar. O mundo da informação está mais táctil do que nunca.

Promiscuidade

Seth Lloyd (Engenheiro, MIT)

Penso menos. E, quando penso, sou mais preguiçoso. Durante centenas de milhões de anos, o sexo foi a maneira mais eficiente de propagar informação de procedência duvidosa: as origens de todos aqueles fragmentos de lixo genético do ADN perderam-se nas areias da história reprodutiva. Mas a Web usurpou o lugar do sexo. Basta um download ilegal para propagar mais bocados de informação parasita do que um voo nupcial de moscas tsé-tsé. Por enquanto, a capacidade da Internet para propagar informação de forma promíscua é uma bênção. Mas o que acontecerá a seguir? Não me perguntem a mim. Nessa altura, espero ter parado completamente de pensar.

O mesmo cérebro

Nicholas Christakis (Médico e sociólogo, Universidade de Harvard)

A Internet não é diferente das anteriores (e igualmente monumentais) tecnologias que estendem as capacidades mentais, tais como os livros ou a telefonia, e duvido que os livros ou a telefonia tenham mudado a minha maneira de pensar no sentido de mudar a maneira de funcionar do meu cérebro. Acho que é muito mais acertado dizer que foi o nosso pensamento que deu origem à Internet e não a Internet que deu origem ao nosso pensamento. Não existe um novo eu. Não há novos outros. Donde, não há um novo cérebro nem uma nova maneira de pensar. Continuamos a ser a mesma espécie que éramos antes da Internet.

O mapa

Neri Oxman (Arquitecto e investigador, MIT)

A Internet tornou-se um mapa do mundo, literal e simbolicamente, na medida em que retraça, quase à escala 1:1, tudo o que alguma vez aconteceu. Mas à medida que ingerimos a informação, o nosso poder de percepção definha e a nossa capacidade de pensarmos em termos abstractos e críticos atrofia-se. Para onde vamos nesta Idade da Internet? Será que estamos a tornar-nos nas vítimas das nossas próprias invenções?

Caçadores-recolectores

Lee Smolin (Físico, Perimeter Institute)

Até agora, a Internet não mudou a nossa maneira de pensar. Mas alterou radicalmente o contexto do nosso pensamento e do nosso trabalho. Dantes cultivávamos o pensamento, agora tornamo-nos caçadores-recolectores de imagens e de informação. Talvez, quando a Internet estiver soldada aos nossos óculos ou aos nossos dentes, e os ecrãs forem substituídos por lasers a desenhar imagens directamente nas nossas retinas, as mudanças sejam mais profundas.

Matrix

John Markoff (Jornalista do New York Times)

Não só me tornei um pessimista da Internet, como recentemente comecei a achar que a Net tinha adquirido um aspecto mesmo assustador. Não acham que a Internet parece ter uma mente própria? Vamos todos ser assimilados, ou será que já o fomos? Esperem! Parem! Isso é a Matrix, não é?

O upload já começou

Sam Harris (Neurocientista, The Reason Project)

É comum a ficção científica de pesadelo vislumbrar que um dia as mentes humanas vão ser transferidas para uma vasta rede de computadores como a Internet. De facto, tenho reparado que esse upload da profecia já começou no que me diz respeito. A migração para a Internet inclui mesmo a minha vida emocional. Desenvolvo cada vez mais relações totalmente on-line com outros cientistas e escritores. Quase todas as frases que algumas vez trocamos existem na minha pasta de e-mail enviado. A totalidade da nossa relação é pesquisável. E muitos outros amigos e mentores existem para mim desta maneira, principalmente enquanto correspondentes electrónicos.

Vidas paralelas

Linda Stone (Ex-executiva, Apple e Microsoft)

Antes da Internet, ia mais à biblioteca e fazia mais telefonemas. Lia mais livros e tinha opiniões mais estreitas e menos informadas. Andava mais a pé, de bicicleta, passeava mais na natureza, brincava mais. Fazia amor mais vezes. Quanto mais conheço e amo a Internet, mais claro é o contraste, mais intensa a tensão entre uma vida física e uma vida virtual. Esse contraste entre as minhas vidas on-line e off-line fez com que voltasse a apreciar os prazeres do mundo físico. Agora, consigo navegar com maior determinação entre esses mundos, escolhendo primeiro um e depois o outro - mas sem abdicar de nenhum dos dois.

Criado mudo

Joshua Greene (Neurocognitivista e filósofo, Universidade de Harvard)A Internet não mudou a nossa forma de pensar mais do que o microondas mudou a nossa forma do digerir os alimentos. Deu-nos um acesso sem precedentes à informação, mas não mudou o que fazemos com ela quando a temos na nossa cabeça. Isso é assim porque a Internet (ainda) não sabe pensar. Ainda temos de o fazer nós próprios, à maneira antiga. Até isso mudar, a Internet vai continuar a ser nada mais, nada menos, do que um utilíssimo, e muito estúpido, criado mudo.

O fim da experiência

Scott Sampson (Paleontólogo de dinossauros)

O que me interessa é saber como é que a Internet está a mudar a maneira de pensar das crianças da Idade da Internet. Parece provável que uma vida de condicionamento diário ditado pelo rápido fluxo de informação através de um ecrã luminoso irá gerar mudanças substanciais nos cérebros e portanto no pensamento. Mas há uma coisa que me assusta ainda mais - e de que raramente se fala: a extinção da experiência, a perda de experiência íntima do mundo natural. Qualquer desfecho positivo vai exigir desligar os ecrãs e passar muito mais tempo no exterior, a interagir com o mundo real, em particular não humano.

Novos circuitos

Haim Harari (Físico, ex-presidente do Instituto Weizmann de Ciência, Israel)

Há três claras mudanças que são muito palpáveis. A primeira é a crescente brevidade das mensagens. A segunda, a redução do papel do saber factual no processo de pensar. A terceira é todo o processo de ensino e de aprendizagem: poderá ainda demorar mais uma ou duas décadas, mas a educação nunca voltará a ser a mesma. Um corolário interessante desta última questão é saber se as mentes e os cérebros das crianças terão ou não circuitos fisicamente diferentes dos das gerações anteriores. Tendo a especular que sim.

Preço da omnisciência

Terrence Sejnowski (Neurocientista computacional, Instituto Salk)

A experiência surte efeitos a longo prazo na estrutura e na função do cérebro. O facto de o nosso cérebro mudar enquanto interagimos com a Internet é bom ou mau para nós? Adquirir saber e competências deveria promover a sobrevivência, mas não se passarmos o nosso tempo todo imersos na Internet. As recompensas intermitentes podem tornar-se viciantes. A Internet, porém, ainda não existe há suficiente tempo e está a mudar demasiado depressa para dizermos quais serão os seus efeitos a longo prazo no funcionamento cerebral. Qual será o derradeiro preço da omnisciência?

Pensar como a Internet

Nigel Goldenfeld (Físico, Universidade de Urbana-Champaign)

Não acredito que a minha maneira de pensar tenha sido alterada pela Internet até ao ano 2000. Por que não? Suspeito que a resposta está no incrível benefício que acompanha a conectividade maciça e os fenómenos emergentes resultantes. Antes, a Internet era linear, previsível e desinteressante. Nunca nos respondia. Mas agora estou a começar a pensar como a Internet. O meu pensamento é hoje melhor, mais rápido, mais barato e mais evolutivo por causa de Internet. E o vosso também, só que ainda não deram por isso.

A grande distracção

Leo Chalupa (Neurobiólogo, Universidade da Califórnia)

A Internet é o maior factor de distracção em termos de pensamento sério desde a invenção da televisão. Para mais, apesar de fornecer um meio de comunicação rápida com colegas a nível global, o utilizador sofisticado raramente revelará pensamentos e sentimentos genuínos nestas mensagens. O pensamento sério requer honestidade e abertura de comunicação que é simplesmente insustentável na Internet para aqueles que valorizam a sua reputação profissional.

Cérebro colectivo

Matt Ridley (Jornalista de ciência)

A evolução cultural e intelectual depende do sexo tal como a evolução biológica. O sexo permite que as criaturas aproveitem qualquer mutação que surja algures na sua espécie; a Internet permite que as pessoas aproveitem qualquer ideia que surja na cabeça de alguém no mundo. Isto mudou a minha maneira de pensar na inteligência humana. A Internet é a mais recente e melhor expressão da natureza colectiva da inteligência humana.

Afia-memória

Tom Standage (Editor do Economist)

A Internet não mudou a minha maneira de pensar. O que sim fez, porém, foi agudizar a minha memória. Uma rápida pesquisa de palavras-chave bem escolhidas costuma ser suficiente para transformar a minha fraca reminiscência de qualquer coisa numa recordação perfeita da informação em causa. Isto é útil agora e vai tornar-se ainda mais útil quando, ao envelhecer, a minha memória ficar menos fiável. No futuro, talvez o mesmo aconteça com a forma como a Internet aumenta as nossas faculdades mentais.

Pessoas na minha cabeça

Eva Wisten (Jornalista, SEED Media Group)

Pode ser que a Internet não esteja a mudar a minha maneira de pensar, mas está em parte a pensar no meu lugar. E, sobretudo, a Internet está a alterar a forma como me vejo a mim própria. Apesar de as actividades e ligações reais continuarem a ser o que mais me importa, a Internet, com a sua capacidade de registar o meu comportamento, está a tornar mais claro que sou, em pensamento e em acção, a soma dos pensamentos e das acções de outras pessoas - e muito mais do que tinha pensado.

Nativos da Internet

Alison Gopnik (Psicóloga, Universidade da Califórnia)

A Internet tornou a minha experiência mais fragmentada, descontínua. Mas acho que isso aconteceu porque só a comecei a usar em adulta. As crianças que cresceram com a Web vão achá-la tão íntegra e natural como nós achamos a leitura. Mas isso não significa que a sua experiência e atenção não serão alteradas pela Internet.

Repetição vs verdade

Daniel Haun (Antropólogo cognitivo, Instituto Max Planck, Alemanha)

Os humanos tendem a confundir repetição com verdade. Como encontrámos a verdade na Internet? Utilizando um motor de pesquisa, que determina a pertinência de uma página em função do número de outras páginas pertinentes que "linkam" para ela, ou seja, com base numa repetição, não na verdade. A Internet faz exactamente o que todos faríamos. Não está a mudar a estrutura do nosso pensamento, porque é parecida com o nosso pensamento.

Exagero

Steven Pinker (Psicólogo cognitivo, Universidade de Harvard)

Não acredito que a Internet esteja a mudar a nossa forma de pensar. Claro que muitos aspectos da vida da mente foram afectados pela Internet. As nossas pastas, caixas de correio, estantes, folhas de cálculo, documentos, leitores de áudio, etc. foram substituídos por software, o que mudou de inúmeras maneiras a nossa gestão do tempo. Mas dizer que se trata de uma alteração de como pensamos é, penso eu, exagerado.

Relógio mental

Stanislas Dehaene (Neurocientista, Collège de France)

Poucos pensam numa mudança fundamental causada pela Internet: a alteração da nossa noção de tempo. A vida humana, que costumava ser uma calma rotina, foi radicalmente perturbada. A nossa meta é acelerar cada vez mais a colaboração intelectual? Ou é acelerar a exploração alheia, que nos permitirá dormir tranquilamente, enquanto outros fazem o trabalho sujo? As nossas opções políticas de base, essas, permanecem inalteradas.

Ligar é desligar

Marc Hauser (Psicólogo e biólogo, Universidade de Harvard)

A nossa capacidade de estabelecer ligações através da Internet poderá estar a criar uma geração de tarados sociais. Não sofro de webfobia, aproveito imenso a Internet enquanto consumidor de informação e sou fã do one-click da Amazon. Mas a nossa capacidade de nos ligarmos está a desligar-nos. Talvez a Web 3.0 inclua uma função para segurar virtualmente a mão dos nossos amigos do Twitter.

Atenção diminuída

Nicholas Carr (Escritor)

Os meus hábitos mentais e de leitura alteraram-se radicalmente desde que me liguei pela primeira vez à Web, há uns 15 anos. Hoje, faço o grosso das minhas leituras e pesquisas on-line. E o meu cérebro mudou por causa disso. À medida que fui ganhando jeito na navegação pelos rápidos da Net, senti um decréscimo da minha capacidade de focar a minha atenção. A minha experiência pessoal leva-me a crer que o que nos arriscamos a perder é pelo menos tão grande quanto o que poderemos vir a ganhar.

Internet light

Rodney Brooks (Informático, MIT)

A Internet está a roubar-nos a nossa atenção. Infelizmente, muitas das coisas que nos oferece são apenas refrigerante açucarado para a mente. Precisamos (pelo menos eu) de ter uma Internet light, uma versão que nos dê a cafeína intelectual que nos permita realizar as nossas aspirações, mas que não nos transforme em drogados intelectuais hiperactivos.

Bondade humana

Paul Bloom (Psicólogo, Universidade de Yale)

A disponibilização de informação na Internet mostra quão grande é a generosidade humana e como a tecnologia pode aumentar e expandir este traço positivo da natureza humana, com resultados realmente benéficos. Diz-se há muito que a Web nos tornou mais inteligentes, mas acho que também no pode ter tornado mais simpáticos.

Milagre e maldição

Ed Regis (Jornalista de ciência)

A Internet não está a mudar a minha forma de pensar (nem a de ninguém). Continuo a utilizar o meu cérebro, os meus sentidos e a considerar a informação relevante. Não há outra maneira de pensar! O que mudou para mim é a minha utilização do tempo. A Internet é ao mesmo tempo o maior poupador e o maior desperdiçador de tempo da História.



Fonte: Público

Etiquetas: , , , ,

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O maior hacker de cartões de crédito de todos os tempos

Record-breaking credit card hacker
Para ver a animação clique neste cartoon gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon gif and wait a few seconds.




Albert Gonzalez, o maior ladrão online de cartões de crédito e débito, declarou-se esta sexta-feira, em tribunal, culpado de um dos maiores crimes de roubo de identidade da história.


Segundo documentos do processo, que foi aberto em Agosto, o pirata virtual de 28 anos, julgado nos EUA, iria confessar as acusações formalizadas em Massachusetts e em Nova York de que ele terá cooperado na liderança de uma rede mundial de criminosos virtuais.


Este grupo roubou mais de 40 milhões de números de cartão de crédito e débito. Gonzalez pode passar até 25 anos na prisão, segundo a Folha Online.


Entre os lesados do crime estão as lojas TJX Cos, detentora da T.J. Maxx e Marshalls, a BJ´s Wholesale Club e a OfficeMa.


A juíza Patti Saris analisou 20 acusações das quais o arguido admitiu culpa, enquanto o interrogava na audiência de sexta-feira. Gonzalez foi dando respostas curtas, mostrando-se mais humilde do que nas últimas audições.


A leitura da sentença está agendada para Dezembro. Até lá, a juiza vai estudar como as autoridades podem compensar as vítimas, incluindo lojas, bancos e milhões de pessoas afectadas.



Fonte: Diário Digital

Etiquetas: , , , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Biblioteca digital mundial em português

WORLD DIGITAL LIBRARY AVAILABLE IN PORTUGUESE
Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.



A UNESCO reuniu 32 instituições mundiais e criou uma plataforma gratuita de internet que reúne documentos de bibliotecas e arquivos de todo o mundo. O projecto, que foi desenvolvido por uma equipa da biblioteca do congresso norte-americano, tem com objectivo aprofundar a singularidade das diferentes culturas num único projecto global, que está acessível em português.

Através do endereço
http://www.wdl.org/pt é possível aceder directamente ao site da Biblioteca Digital Mundial em português.

Depois basta clicar num dos continentes pretendidos. Se escolhermos, por exemplo, o continente europeu e procurarmos Portugal, vemos que os técnicos da UNESCO mostram mapas e gravuras muito antigas com datas que vão desde 1500 até quase 1900.

Um dos destaques vai para o mapa de Lisboa, depois do terramoto de 1755. A reconstrução da cidade pode ser vista neste mapa.

Um outro mapa, em aguarela e bico de pena do século XVI, faz parte de um Atlas da Madeira e dos Açores, onde é possível ver detalhadamente os diversos portos da ilha da Madeira.

A descrição de Portugal, por alturas de 1500 é incluído num outro mapa feito pelo cartógrafo que fez o primeiro mapa do país, mas mostra o Algarve no sudoeste da Península Ibérica.

Neste site podemos consultar documentos históricos, também um novo mapa que mostra as explorações espanholas e portuguesas com observações dos mais engenhosos geógrafos de Espanha e Portugal, que fazem as delícias dos que gostam de História.

Portugal tem direito a 13 arquivos históricos, Espanha por exemplo a três e Timor Leste a um arquivo. Trata-se de um livro, da autoria de Afonso de Castro, um capitão de infantaria do Exército Português que serviu como governador de Timor-Leste no período de 1859 a 1863, que pode ir analisado online e que é um dos primeiros estudos históricos desta antiga colónia Portuguesa.

Ao clicar no Reino Unido e Irlanda do Norte percebe-se que existem alguns documentos históricos que apresentam vídeos do curador.

É o exemplo do Resumo dos Direitos da América Britânica. Um panfleto, cópia pessoal de Thomas Jefferson, esboçado em 1774 como um conjunto de instruções para os delegados da Virgínia para o primeiro Congresso Continental.

Esta é uma biblioteca gratuita, disponíbvel para os utilizadores que queiram aceder a mapas, manuscritos, partituras, gravações, filmes, gravuras e imagens de fotografia e pintura dos cinco continentes.



Fonte: TSF

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Adeus televisão, olá Internet

GOODBYE TV AND HELLO INTERNET
Para ver a animação clique neste gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this gif and wait a few seconds.



Um estudo conduzido pela Microsoft conclui que já no próximo ano, em Junho de 2010, o uso da Internet vai ultrapassar o da televisão mais tradicional. Para desenvolver o estudo, a empresa analisou o comportamento dos internautas europeus.

Para explicar o resultado, a Microsoft usa a expansão da banda larga e a importância dos computadores (PC) para as camadas mais jovens como justificação. «Para jovens na faixa etária entre os 18 e os 24 anos, o PC é geralmente o único ecrã de televisão, enquanto para outros, pode ser um segundo ou um terceiro ecrã», lê-se no estudo

Segundo os dados da Microsoft «um em cada sete jovens» não vê quaisquer programas em directo na TV, enquanto 42 por cento dos jovens adultos admite ver televisão pela Internet no PC.

PC será também substituído

No entanto, a Microsoft assume que dentro de cinco anos, os próprios computadores vão deixar de ser os eleitos para navegar na Internet. Actualmente, o PC representa 95% da porta de entrada dos utilizadores, mas irá ser substituído por outras formas como, por exemplo, a própria televisão, as consolas de jogos e ainda os telemóveis.

Mesmo que os computadores não caiam em desuso, vão representar apenas 50% dos acessos à rede. A Microsoft conclui ainda que «os consumidores poderão ler livros, jornais e revistas em dispositivos electrónicos com acesso Wi-Fi e a Internet 3D tornar-se-á uma realidade».

E os portugueses?

O estudo revela ainda que em Portugal existem «mais de quatro milhões» de utilizadores e que estes passam «34 por cento» do seu tempo online.

E que fazem os portugueses quando se ligam? «Os portugueses são dos que consomem mais tempo a visitar portais (34 por cento) e a comunicar através de aplicações de mensagens instantâneas (23 por cento)». Sem esquecer algum tempo «a ler material impresso, ver filmes ou jogar».



Fonte: IOL Diário

Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 13 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


World Wide Web faz 20 anos

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.



O início da World Wide Web não foi anunciado com um grande bang. Foi mais um sussurro, pelo menos a julgar pelo título não muito apelativo da proposta que o seu inventor, Tim Berners-Lee, apresentou há 20 anos: Gestão da informação: uma proposta. Ontem, Berners-Lee, que entretanto foi tornado sir pela rainha de Inglaterra, voltou ao Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN), para recordar como começou esta grande revolução na comunicação.
A ideia do britânico considerado o pai da Web era combinar a tecnologia dos computadores pessoais, das redes informáticas e do hipertexto, para construir um sistema de informação global — antes de mais, para servir os milhares de cientistas de todo o mundo que trabalham no CERN (na fronteira entre a Suíça e a França), tentando desvendar os segredos mais ínfimos da matéria. Mas não queria um sistema que só os cientistas mais aficionados das tecnologias de informação fossem capazes de usar: devia ser “ao mesmo tempo potente e de utilização fácil”.
Os primeiros resultados andavam longe da Web cheia de imagens, vídeos, música e sabe-se lá que mais de hoje: a base era sobretudo texto, e tudo a preto e branco (em 1989, a cor andava ainda arredada dos computadores), como mostrou ontem, no CERN, a jornalistas e muitos geeks da informática envolvidos nesta tecnologia que parece ter estado sempre connosco, de tão presente. Mas é só desde meados da década de 1990 que a Internet começa a espalhar-se verdadeiramente por todo o planeta.
O caminho feito desde então é surpreendente, quando se olha para trás: ainda se lembra como era não poder ler os jornais do mundo, do New York Times ao Asahi Shimbun do Japão?
Ainda não vivemos dentro da rede, da forma sugerida pelos romances de ficção científica de William Gibson, que inventou o termo “ciberespaço”, mas há quem viva lá em espírito. Por exemplo, os mais aficionados do Second Life e outros sites onde se tem uma personagem, um avatar, e se vive uma vida alternativa.
Hoje as preocupações são com os excessos daquilo que pomos de nós próprios on-line. Por exemplo, o que fazem os sites da Web social, como o Facebook, com a informação que os utilizadores lá colocam, em princípio para se darem a conhecer a potenciais amigos — mas todas as empresas do mundo dariam rios de dinheiro para saber os nossos hobbies, a marca de bolachas que preferimos, até as nossas doenças, junto com os nossos endereços de e-mail, e quem sabe, de casa, do trabalho (ver caixa).
Tim Berners-Lee, ou sir Tim, como muitos lhe chamam depois de ter sido tornado lorde (e nomeado o britânico vivo mais importante), reinventou-se hoje como um defensor dos direitos de privacidade dos cibercidadãos, e fundou a World Wide Web Foundation (http://www.webfoundation.org/) que tem objectivos modestos: “Fazer avançar a Web, ligar a humanidade e dar poder às pessoas”.
Tim Berners-Lee tem sido um paladino dos direitos dos utilizadores da Net, contra o controlo da informação. Esta semana, numa audição no Parlamento, alertou os deputados britânicos para a necessidade de os políticos não permitirem que empresas e até governos vejam o que fazem as pessoas na Web. “Usamos a Internet sem pensar que uma terceira parte pode saber no que é que acabámos de clicar. Mas os endereços das páginas que digitamos revelam muito das nossas vidas. É informação muito sensível”, disse. “Haverá uma grande pressão comercial para divulgar estes dados, por isso, nem deve ser gravada.”



Fonte: Público.pt

Etiquetas: , , , , , , , ,

domingo, 9 de novembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


"Escritório Online" de Barack Obama

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.


Barack Obama acabou de ser eleito presidente dos Estados Unidos da América e está já a esforçar-se para que a palavra-chave da sua campanha ¿ mudança - não seja esquecida. A página da Internet do novo presidente chama-se simplesmente: change.gov


O site da Internet não está totalmente terminado, no entanto, já está acessível e é descrita como o «escritório do presidente eleito». A página está virada para a comunicação com os internautas, solicitando aos cidadãos que contem a «sua história», dêem as suas sugestões e descrevam o «momento americano» da campanha e eleição do novo presidente.


«A história desta campanha é a sua história. É sobre as grandes coisas que podemos fazer quando nos juntamos com um objectivo comum. Nós queremos ouvir as suas histórias inspiradoras sobre a campanha e do dia de eleições», lê-se no site.


O «escritório online» do novo presidente tem ainda formulários para quem desejar envolver-se na presidência como voluntário, ou mesmo, para quem quiser tentar a sorte e trabalhar com a próxima administração.


A página tem ainda a agenda política de Obama com as principais mudanças propostas pelo candidato: revitalizar a economia, acabar a guerra no Iraque, providenciar um sistema de saúde para todos, proteger a América e renovar a liderança global americana.


O cabeçalho do site tem ainda o mote da «mudança» que Obama quer deixar no mundo: «Hoje começamos o sério trabalho de termos a certeza que o mundo em que deixarmos os nossos filhos é apenas ligeiramente melhor do que aquele em que hoje habitamos», disse o presidente no seu discurso de eleição.

Fonte da notícia: IOL Diário

Etiquetas: , , , ,

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Curso de chinês para portugueses na net

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos. To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.

A Sociedade Portuguesa de Inovação (SPI) estabeleceu com a empresa chinesa Accelet Corporation uma parceria para a comercialização em Portugal de cursos de e-Learning sobre língua e cultura chinesa, através da plataforma MasterChinese (www.masterchinese.com).

Esta parceria, refere a SPI em comunicado citado pela Lusa, é consequência do acordo da sociedade com «um grande parque tecnológico chinês sedeado em Pequim».

O acordo foi assinado, em Janeiro de 2007, por Luís Mira Amaral, administrador da SPI, durante a visita do primeiro-ministro, José Sócrates, à República Popular da China.

Segundo o comunicado da SPI, o presidente da Accelet Corporation, Yong Sun, esteve recentemente em Portugal com o intuito de explorar oportunidades de colaboração com diferentes universidades portuguesas.

Estabelecida em 2000, a Accelet Corporation encontra-se, segundo a SPI, no top 100 das empresas high-tech de Pequim.

A empresa está actualmente sedeada nos EUA (Silicon Valley) e na China (Pequim), dedicando-se à investigação, desenvolvimento e promoção de software para redes de Internet sem fios.

Com a sua plataforma MasterChinese, «a Accelet está em condições de oferecer cursos de chinês de alta qualidade a empresas portuguesas que desejem que os seus funcionários aprendam a língua, assim como a instituições de ensino interessadas em oferecer cursos para a aprendizagem desta língua», acrescenta o comunicado da Sociedade Portuguesa de Inovação.

A SPI, sedeada no Porto e actualmente com sete escritórios a nível mundial - incluindo na República Popular da China desde 1999 - tem apoiado empresas portuguesas e chinesas em todo o processo de internacionalização.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
Aprender chinês ou outra língua qualquer pode ser muito útil e, hoje, graças à internet, podemos faze-lo mesmo sem ter de sair de casa. Que maravilha!!!

Etiquetas: , , ,

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Novo canal de televisão online

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos. To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.

Chama-se «Ciência Viva TV» e é o novo canal online de divulgação da ciência e da tecnologia da Ciência Viva ¿ Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica. O canal foi desenvolvido em colaboração com o Centro de Investigação para Tecnologias Interactivas da Universidade Nova de Lisboa e a FCCN - Fundação para a Computação Científica Nacional e está funcionar desde o dia 25 de Julho.


O novo canal de televisão, disponível em www.cvtv.pt , apresenta uma programação diária como um canal de cabo, onde transmite notícias, novidades, reportagens, entrevistas, actividades, experiências científicas, novos projectos de investigação, debates e curiosidades sobre ciência e tecnologia.

Fonte da notícia: IOL Diário

Nota Pessoal:

Uma ideia absolutamente brilhante. Agora a nossa ciência pode também ser vista na Internet.

Para visitar a "Ciênciaviva online" clique neste link

Etiquetas: , , , , ,

terça-feira, 11 de março de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


UNESCO assinala dia da liberdade de expressão online

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos. To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.

A UNESCO juntou-se à Repórteres Sem Fronteiras para assinalar amanhã o 1º Dia Internacional da Liberdade de Expressão Online. A iniciativa assume-se como mais uma forma de pressão junto dos governos que perseguem os movimentos online anti-regime.
A iniciativa é da organização Repórteres Sem Fronteiras e tem o apoio da UNESCO. O objectivo é envolver os utilizadores de Internet, solicitando a sua participação numa campanha que decorre durante todo o dia de quarta-feira, oferecendo a possibilidade de registar denúncias sobre actos de repressão da liberdade de expressão na Internet.
Todos os sites, blogs e outras plataformas web interessadas em aderir à campanha e exibir os anúncios alusivos podem faze-lo contactando a organização, que procura com esta iniciativa pressionar os governos dos países considerados inimigos da Internet: Arábia Saudita, Bielo-Rússia, Mianmar, China, Coreia do Norte, Cuba, Egipto, Etiópia, Irão, Uzbequistão, Síria, Tunísia, Turquemenistão, Vietname e Zimbábue.
Os interessados em participar na campanha podem passar uma mensagem utilizando um avatar e dirigi-la a um dos 9 países identificados como repressores da liberdade de expressão online.
No comunicado em que divulga a iniciativa a RSF lembra que os autores de blogs são os principais visados pelos governos repressores e recorda que estão hoje presos em todo o mundo 63 ciber-dissidentes por expressarem as suas opiniões livres na Internet.
O 1º Dia Internacional da Liberdade de Expressão Online - com início às 11 horas da manhã de quarta-feira (12 de Março) e fim às 11 horas da manhã do dia seguinte - decorre em simultâneo com a segunda edição das 24 horas de demonstração online contra a censura, uma iniciativa com o mesmo objectivo que incentiva os utilizadores a partilharem testemunhos. A primeira edição desta iniciativa de 24 horas, no ano passado, registou a participação de 40 mil utilizadores de Internet.

Fonte da notícia: SAPO Notícias

Etiquetas: , , , ,


Jorge Goncalves

web site hit counter

Add to Technorati Favorites
Estou no Blog.com.pt

Galeriacores / Home I ForumsIGrupo/Groups I Cartoons I Publicações I Culinária/Recipes

Altar virtual /Chapel I Notícias dos Açores I Notícias da Graciosa I Links I Fotos-Photos


Pesquisa personalizada

Outros blogs de interesse:

Notícias da Ilha Graciosa
Notícias dos Açores
Curiosidades
TV grátis via Satélite
Satellite free TV
Desgarradas pela Internet
O mundo da música grátis
Plantas Milagrosas
Saúde e dietas
Galeriacores cartoon humor


Photography Newsfeed:




Galeriacores © Some rights reserved

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

Contacte o dono deste blog:

Galeriacores@gmail.com




Melhor visualização com a Internet Explorer / Best viewd with the Internet Explorer