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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Venezuela acusa os EUA pelo sismo no Haiti

Hugo Chavez has accused the United States of causing the earthquake in Haiti
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A Venezuela acusou os EUA de provocarem o sismo que atingiu o Haiti na semana passada. De acordo com uma nota publicada no site da estação televisiva estatal venezuelana Vive, o abalo ter-se-á tratado de um «terramoto experimental», detectado pela Frota do Norte da Rússia. Um porta-voz desta força já negou estas informações, classificando-as como «ficção científica».

Depois de o presidente Hugo Chávez ter apontado o dedo aos EUA, dizendo que a sua operação de ajuda humanitária ao país das Caraíbas se trata de uma invasão militar, da Venezuela partem agora novas acusações.

«A Frota do Norte esteve a monitorizar os movimentos e as actividades navais norte-americanas nas Caraíbas deste 2008, quando os norte-americanos anunciaram a sua intenção de restabelecer a Quarta Frota, que havia sido dissolvida em 1950», lê-se na
página do canal Vive, tutelado pelo Ministério do Poder Popular para a Comunicação e a Informação. O mesmo texto publicado no órgão venezuelano aponta depois que, segundo os relatórios russos, emitidos pela Frota do Norte, «desde finais da década de 1970, os Estados Unidos "avançaram enormemente" o estado das suas armas de terramotos». «Segundo estes relatórios, agora empregam dispositivos que usam tecnologia de Pulso, Plasma e Sónico Electromagnético Tesla, conjuntamente como "bombas de ondas de choque"», é acrescentado.

Segundo este texto, que cita sempre relatórios da marinha russa, o projecto norte-americano em causa, a que chama HAARP, permitirá também «criar anomalias climatológicas para provocar inundações, secas e furacões». Até o destruidor sismo de 12 de Maio de 2008, em Sichuan, na China, que teve uma magnitude de 7.8, é apontado como uma consequência deste sistema.

«Destruição do Irão»

Mas o plano terá um objectivo, segundo aponta o site do canal televisivo: «O resultado final dos testes destas armas por parte dos Estados Unidos, adverte o relatório, é o plano dos Estados Unidos da destruição do Irão através de uma série de terramotos desenhados para derrubar o actual regime islâmico».

Estas acusações não são, contudo, corroboradas pela marinha russa, que nega a veracidade dos alegados relatórios da Frota do Norte. Segundo noticiam os jornais russos «Komsomolskaya Pravda» e «Sevodnya», um porta-voz desta força disse que tudo não passa de «ficção científica».

«Os navios da Frota do Norte no Atlântico norte desempenham vários tipos de tarefas e certamente não investigam desastres naturais em conjugação com os testes de armas por parte de qualquer país», disse esse responsável.



Fonte: IOL

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sexta-feira, 13 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


World Wide Web faz 20 anos

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O início da World Wide Web não foi anunciado com um grande bang. Foi mais um sussurro, pelo menos a julgar pelo título não muito apelativo da proposta que o seu inventor, Tim Berners-Lee, apresentou há 20 anos: Gestão da informação: uma proposta. Ontem, Berners-Lee, que entretanto foi tornado sir pela rainha de Inglaterra, voltou ao Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN), para recordar como começou esta grande revolução na comunicação.
A ideia do britânico considerado o pai da Web era combinar a tecnologia dos computadores pessoais, das redes informáticas e do hipertexto, para construir um sistema de informação global — antes de mais, para servir os milhares de cientistas de todo o mundo que trabalham no CERN (na fronteira entre a Suíça e a França), tentando desvendar os segredos mais ínfimos da matéria. Mas não queria um sistema que só os cientistas mais aficionados das tecnologias de informação fossem capazes de usar: devia ser “ao mesmo tempo potente e de utilização fácil”.
Os primeiros resultados andavam longe da Web cheia de imagens, vídeos, música e sabe-se lá que mais de hoje: a base era sobretudo texto, e tudo a preto e branco (em 1989, a cor andava ainda arredada dos computadores), como mostrou ontem, no CERN, a jornalistas e muitos geeks da informática envolvidos nesta tecnologia que parece ter estado sempre connosco, de tão presente. Mas é só desde meados da década de 1990 que a Internet começa a espalhar-se verdadeiramente por todo o planeta.
O caminho feito desde então é surpreendente, quando se olha para trás: ainda se lembra como era não poder ler os jornais do mundo, do New York Times ao Asahi Shimbun do Japão?
Ainda não vivemos dentro da rede, da forma sugerida pelos romances de ficção científica de William Gibson, que inventou o termo “ciberespaço”, mas há quem viva lá em espírito. Por exemplo, os mais aficionados do Second Life e outros sites onde se tem uma personagem, um avatar, e se vive uma vida alternativa.
Hoje as preocupações são com os excessos daquilo que pomos de nós próprios on-line. Por exemplo, o que fazem os sites da Web social, como o Facebook, com a informação que os utilizadores lá colocam, em princípio para se darem a conhecer a potenciais amigos — mas todas as empresas do mundo dariam rios de dinheiro para saber os nossos hobbies, a marca de bolachas que preferimos, até as nossas doenças, junto com os nossos endereços de e-mail, e quem sabe, de casa, do trabalho (ver caixa).
Tim Berners-Lee, ou sir Tim, como muitos lhe chamam depois de ter sido tornado lorde (e nomeado o britânico vivo mais importante), reinventou-se hoje como um defensor dos direitos de privacidade dos cibercidadãos, e fundou a World Wide Web Foundation (http://www.webfoundation.org/) que tem objectivos modestos: “Fazer avançar a Web, ligar a humanidade e dar poder às pessoas”.
Tim Berners-Lee tem sido um paladino dos direitos dos utilizadores da Net, contra o controlo da informação. Esta semana, numa audição no Parlamento, alertou os deputados britânicos para a necessidade de os políticos não permitirem que empresas e até governos vejam o que fazem as pessoas na Web. “Usamos a Internet sem pensar que uma terceira parte pode saber no que é que acabámos de clicar. Mas os endereços das páginas que digitamos revelam muito das nossas vidas. É informação muito sensível”, disse. “Haverá uma grande pressão comercial para divulgar estes dados, por isso, nem deve ser gravada.”



Fonte: Público.pt

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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Google dez anos depois

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O Google tem vinte mil empregados, um valor de mercado de 105 bilhões de euros e cerca de 650 milhões de clientes diários, mas há dez anos atrás era apenas a extensão de um projecto feito pelos estudantes universitários Sergey Brin e Larry Page.

Dez anos depois de ser criado como alternativa aos motores de busca Yahoo e AltaVista, o Google é hoje a maior empresa da Internet mundial, com participação relevante em serviços como e-mail, mapas, blogs e alojamento de vídeos. Na década que se passou, o tamanho do Google multiplicou-se 80 mil vezes.

Brin e Page investiram no desenvolvimento do que era a sua maior vantagem em relação à concorrência no mercado de buscas: o algoritmo do Google, uma fórmula que unia a capacidade dos computadores de encontrarem conteúdo na Internet à chamada «inteligência coletiva», refere o Globo.

É uma tese simples: se as pessoas que publicam conteúdo na web indicam um link para um determinado site sempre que citam, por exemplo, a palavra «parede», significa que aquela página deve estar entre os primeiros resultados quando alguém procura «parede» no Google.

Youtube nasceu em 2006 e custou 1,16 bilhões de euros

A eficácia do algoritmo do Google fez com que o motor de busca fizesse sucesso até entre os seus então concorrentes. Em 2000, o Yahoo anunciou que abandonaria o método antigo de buscas, e passaria a oferecer aos seus internatuas um sistema feito pelo Google. Um ano antes, a empresa de Page e Brin tinha recebido o seu primeiro aporte milionário de capital. Aos míseros 70 mil euros investidos em 1998, juntaram-se cerca de 17 milhões, vindos de um fundo de capitais.

Com a entrada de dinheiro, foi possível expandir a empresa e criar novos produtos. Um dos primeiros serviços a aumentarem foi o AdWords, plataforma de anúncios exibidos no motor de busca. Já como um dos sites mais consultados pelos internautas, a página de buscas tornava-se um local atraente para anunciantes.

Em 2004, o Gmail tornou-se celebre por inovar no espaço de armazenamento para e-mails gratuitos: 1 GB, quinhentas vezes maior do que os 2 MB então oferecidos pelo Hotmail, da Microsoft. Depois, em 2005, surgiriam o Google Maps e o Google Earth, sistemas líderes em exibição de mapas e organização de conteúdo geoespacial.

Telemóvel do Google, o Android, será lançado em breve

O primeiro grande passo da gigante ocorreu no final de 2006, quando o Google pagou 1,16 bilhão de euros por um site de vídeos que já começava a mostrar a importância do conteúdo multimédia na rede: o YouTube. Para o Google, era um investimento numa inovação, para o resto do mercado, no entanto, soou como alerta, já que a empresa de Brin e Page já possuía um serviço semelhante de partilha de vídeos, o Google Videos.

Os últimos passos foram dados nas semanas que antecederam o aniversário de dez anos. Primeiro surgiu a confirmação de que o primeiro telemóvel baseado em software feito pelo Google, batizado de Android, será lançado em breve, na onda do sucesso do iPhone da Apple.

Depois, a empresa anunciou o lançamento do Chrome, navegador para PCs que entra num mercado dominado até pouco tempo pela Microsoft, mas já abalado pelo crescimento do browser independente Mozilla Firefox.

Fonte da notícia: IOL Diário

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sexta-feira, 4 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Festival de Robótica na Universidade de Aveiro

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O Festival Nacional de Robótica começou na passada quarta-feira na Universidade de Aveiro e termina domingo, 6 de Abril, e pode ser acompanhado, na íntegra, no canal Seca2.tv.

Os robots prestam provas nas várias ligas do festival, em condução autónoma (realizada desde a 1ª edição), e nas competições que seguem as regras oficiais do RoboCup: Liga de futebol de robôs médios, Ligas de futebol júnior, Busca e salvamento júnior e Dança.

Em simultâneo decorre a 13ª edição do Concurso Micro-Rato, competição robótica que se realiza desde 1995, com duas modalidades de participação distintas: «Micro-Rato», destinada a pequenos robots móveis e autónomos e «Ciber-Rato», uma competição em ambiente simulado entre agentes robóticos virtuais.

De 2 a 6 de Abril vão passar pelos pavilhões desportivos da Universidade de Aveiro e da EB 2/3 João Afonso de Aveiro, 180 equipas (40 sénior e 140 júnior), num total de 670 participantes provenientes de 72 instituições ibéricas.

Nos dias de festival, com entrada gratuita, há competições, demonstrações, visitas guiadas e palestras.

O Festival também é um encontro científico, onde investigadores e empresários nacionais na área da Robótica se reúnem para apresentar os mais recentes resultados da sua actividade.

Existirão ainda demonstrações permanentes de empresas do sector e de algumas das actividades em robótica aérea e submarina, protagonizadas pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP).

O evento funcionará também como fase de pré-selecção para as equipas nacionais que irão participar no Robocup, competição a nível mundial, que decorrerá de 13 a 20 de Julho, em Suzhouna, China.

O Festival, organizado anualmente desde 2001, tem como objectivo a promoção da ciência e da tecnologia, junto dos jovens estudantes dos vários graus de ensino e do público em geral.

A par da competição no primeiro dia às 09h20, o Dr. Bradley Nelson, do ETH Zurich, «distinguished lecturer» da IEEE Robotics and Automation Socienty, dará a palestra de abertura na conferência associada ao festival (8th Conference on Autonomous Robot Systems and Competitions http://robotica.ua.pt/robotica2008/sm/main.htm).

Bradley Nelson, dará outra palestra, na Quinta-feira, dia 3, no âmbito das actividades do capítulo português da Robotics and Automation Socienty.

A organização é dos Departamentos de Electrónica Telecomunicações e Informática, Engenharia Mecânica, Instituto de Engenharia Electrónica e Telemática da UA e da Fábrica – Centro de Ciência Viva de Aveiro.

Fonte da notícia: OLN Aveiro



Nota Pessoal:


É bom saber que também se fazem robôs em Portugal e da Universidade de Aveiro apoiar os estudantes no desenvolvimento técnico de pesquisa científica e tecnológica na área de robótica. É mais uma razão para eu sentir orgulho em ser português.
Os meus parabéns a todos aqueles que apresentam esta semana os seus projectos neste Festival Nacional.

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quinta-feira, 3 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Homem máquina cartoon animado

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As previsões mais fantásticas sobre a tecnologia parecem ganhar espaço na sociedade actual. Daqui a poucos anos, exactamente em 2020, os seres humanos terão vários computadores – será a era da ubiquidade. As máquinas estarão presentes em todas as nossas actividades e vão conseguir saber o que queremos, serão cada vez mais autónomas e inteligentes e até poderão constituir uma companhia. Com será o nosso mundo em 2020?Foi a partir desta pergunta que 45 académicos de diferentes áreas do saber (informática, ciência, sociologia e psicologia) elaboraram um relatório para a Microsoft, intitulado: “Being Human: Human Computer Interaction in the year 2020”.

Os especialistas tentaram saber, com base na evolução e na actual situação da tecnologia, de que forma os valores e as condutas humanas mudaram ou vão mudar, tentando traçar uma previsão para o ano de 2020.

Um das conclusões apontadas é que a forma como interagimos com os computadores está a atingir uma diversidade nunca antes vista. Se agora a maioria das pessoas ainda usa o “velho” duo rato/teclado, daqui para a frente outras formas de interacção vão começar a aparecer, procurando usar as características mais naturais do ser humano, como o toque e a voz. Um dos exemplos dados no relatório, é a consola Nintendo Wii, que permite controlar a máquina através dos movimentos corporais.

A proliferação dos telemóveis é outro fenómeno tecnológico apontado pelo relatório. “Os telemóveis tornaram-se a forma mais ubíqua da informática”, diz o documento, prevendo que em 2020 serão poucas as pessoas no mundo que não terão acesso ao telefone móvel. Um exemplo como um provável futuro para estes aparelhos é o iPhone da Apple, que apresenta um ecrã de toque, mais interactivo e agradável. Além disso, os telemóveis assumem-se cada vez mais como computadores em tamanho reduzido, já que permitem navegar na web, ver fotos e vídeos e ouvir música.

Para além dos telemóveis, outra máquina que será habitual na vida do ano de 2020 será o robô. Engana-se quem pensa que eles só estão presentes nos filmes de ficção científica, hoje já existem robôs que ajudam a cozinhar, que auxiliam na limpeza da casa e que servem até de animais de estimação. Daqui há 12 anos, dizem os especialistas, os robôs estarão mais inteligentes e, devido ao desenvolvimento da inteligência artificial, serão capazes de saber, por exemplo, quais são os desejos do seu utilizador.

Mudanças sociais

“No ano de 2020, mais do que nunca as pessoas usarão os computadores de uma forma ou outra”, diz o relatório encomendado pela gigante da informática, Microsoft. A tecnologia estará presente em todas as fases da vida, influenciando o crescimento, a aprendizagem, a família e até o envelhecimento.No que toca à escola, em 2020, põe-se a possibilidade de todas as crianças terem o seu computador e de serem usadas novas tecnologias nas aulas, como quadros interactivos. Os professores vão usar ferramentas como o Google e a Wikipédia para complementarem as aulas. A participação dos encarregados de educação poderá ser também mais activa devido às tecnologias.

Quando chegarmos ao ano anunciado no relatório, já a população idosa saberá lidar com computadores, estes poderão ajudar a controlar, por exemplo, os níveis de colesterol e os batimentos cardíacos. A tecnologia vai também ajudar as pessoas mais velhas a terem uma vida mais activa. No mundo virtual, poderão participar em redes sociais, por exemplo o Second Life, e no mundo real, poderão conduzir ou viajar com mais facilidade, explica o relatório.

“A tecnologia está a tornar a relação entre governos e cidadãos mais complexa”, pode ler-se no documento. No futuro, será cada vez mais difícil saber quem controla a informação. “Assim como os governos estão a usar as tecnologias para mudar a forma como se faz negócios, também o público está a usá-las para mudar os governos”, explica.

Problemas e soluções

O relatório alerta que esta nova era que se avizinha, de “hiper-conectivdade”, pode causar “tecno-dependência”, o que pode fazer com que a tecnologia se torne uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo que nos ajudará em muitas actividades, poderá retirar a autoconfiança.

Com computadores cada vez mais “inteligentes” corremos o risco de perder “o controlo sobre nós e sobre mundo que nos rodeia”, avisa o relatório.

Para os especialistas que elaboraram o documento, é necessário mudar a relação entre Homem e computador para que esta assente em bases sólidas. Para isso, é recomendada mais atenção dos Estados às políticas aprovadas em relação as questões tecnológicas e um olhar mais atento para os países em desenvolvimento, onde as novas tecnologias começam agora a popularizar-se.


Fonte da notícia: Público.pt


Nota Pessoal:
É lógico que pelo andamento da carruagem a máquina estará muito em breve em todos os cantos, recantos e escaninhos deste nosso mundo em que vivemos. Dentro de alguns anos o homem sentir-se-á amputado sempre que estiver ausente da máquina. Por conseguinte, tudo me leva a crer que, a muito curto prazo, a máquina faça parte intrínseca do homem no sentido literal da palavra, ou seja, o homem no futuro próximo fará parte da máquina e vice versa.

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Jorge Goncalves

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