} Galeriacores Cartoon Notícias

Home

 

Galeriacores Cartoon Notícias

Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Jogo do Google «viaja» pelo Universo

Google Space Travel Game
Para ver a animação clique neste cartoon gif e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon gif and wait a few seconds.



Descobrir os segredos do Universo é agora mais apelativo. «A Aventura do Universo» é um jogo online que permite aos internautas aprofundar os conhecimentos sobre o cosmo, noticia a «Europa Press». Há quem pague fortunas por uma viagem espacial, claro que não ao alcance de todos. Viajar pelo Universo é um sonho para muitos e agora basta aceder à Internet para o desejo se tornar realidade.

A «viagem» acontece à boleia do Google Sky e é gratuita. No início do jogo há 30 perguntas de partida a partir das quais os internautas «viajam» pelo Universo, ao mesmo tempo que observam estrelas, astros e outros corpos celestes, sem precisarem de um telescópio.

A NASA, ESA, o Telescópio Espacial e outros observatórios fornecem as imagens que prometem tirar da «escuridão» o encanto do Espaço.

Às imagens deslumbrantes junta-se as perguntas que permitem ao jogador avançar no Cosmo. Tratam-se de questões tipo «Trivial», com três opções de resposta, da qual apenas uma está correcta. No fim de cada jogo, os participantes recebem uma pontuação final que pode ser comparada com a de outros jogadores.

Aprender é o objectivo do jogo desenvolvido pelo Planetário de Madrid, a Cosmocaixa, o Agrupamento Astronómico de Madrid e o Google.




Fonte: IOL Diário

Link do Google Sky

Etiquetas: , , , , , ,

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Os perigos da rede para as crianças e jovens

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.




A crescente disseminação de computadores por crianças e adolescentes portugueses, o solitário acesso à Internet sem controlo e a ignorância informática dos pais transformam o mundo virtual num espaço de navegação sem mapa nem bússola.

Portugal promoveu um «choque tecnológico» para massificar o uso de computadores, em especial entre os estudantes, mas a Internet enquanto mundo de descoberta para os jovens poderá vir a replicar-se em aventuras nefastas.

«Hoje em dia poderíamos dizer que o Magalhães poderia levar a informação aos miúdos», mas «só que há o outro lado das coisas» e os «pais não sabem exactamente das possibilidades reais destas ferramentas, nem dos potenciais perigos», declarou à Lusa Teresa Pessoa, docente da Faculdade de Psicologia de Coimbra.

«Não passa pela cabeça dos pais o que eles andam a fazer»

Para esta investigadora, em domínios relacionados com os impactos das novas tecnologias na educação, o bom uso da Internet poderia assemelhar-se ao que antigamente as bibliotecas itinerantes da Fundação Gulbenkian faziam, que era levar os livros e a informação às crianças e jovens das aldeias.

No entanto, «o que os pais sabem das novas tecnologias? Não lhes passa pela cabeça o que eles andam a fazer. A ideia que tenho é a de que os pais acreditam que é algo de bom e sobretudo que coloca os miúdos sentados em casa sossegados e não andam nos cafés e nos perigos reais que eles conhecem», observa.

Por seu turno, Armanda Matos, igualmente da Faculdade de Psicologia e estudiosa das questões de educação para os media explica que é possível comparar a Internet a «uma grande cidade, um espaço virtual com perigos semelhantes aos do real» e onde «encontramos todo o género de pessoas».
Avanço tecnológico «caiu que nem uma bomba»

Se antigamente era normal aconselharem-se os pais a terem o posto de acesso à Internet numa sala ou noutro local onde pudessem observar o filho a navegar, hoje esse conceito está ultrapassado, porque o uso de portáteis faz com que simultaneamente «o pai esteja a aceder à Internet na sala, a mãe na cozinha e o filho no quarto».

«Os pais devem ter conhecimento do que os filhos fazem na Internet e depois sensibilizá-los. O problema é que os pais não fazem a mínima ideia do que andam a fazer e eles não lhes dizem», afirmou o inspector da Polícia Judiciária Camilo de Oliveira.

Para o investigador criminal, que tem vindo a realizar acções de sensibilização sobre os perigos da Internet, os pais pensam que controlam a situação, mas o avanço tecnológico foi tal que «caiu que nem uma bomba».

O perigo dos crimes sexuais

Muitos pais pensam que a Internet é importante para os estudos e limitam-se a pagar a conta no final do mês, observa. Na sua perspectiva, «o pior erro» que os pais podem cometer é procurar policiar. Devem aproximar-se dos filhos e perceber o que andam a fazer, e depois sensibilizá-los. Idêntica tese é defendida pelas psicólogas Armanda Matos e Teresa Pessoa.

Camilo de Oliveira sustenta que os pais também não estão sensibilizados para os tipos de crimes sexuais que podem ser cometidos no espaço cibernético, pois associam-nos apenas às modalidades clássicas.

«Em muitos dos crimes cometidos não há contacto entre o agressor e a vítima», afirma, frisando que a maioria consiste em práticas de devassa de intimidade, exibição ou aliciamento para o envio de fotos, que acabam por não ser denunciados, embora no limite até possam levar ao rapto e sequestro.



Fonte da notícia: IOL Diário

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , ,

domingo, 25 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Woody Allen em Espanha

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.




Um telefonema de Penelope Cruz e ele foi convencido a ir até Barcelona realizar a sua fantasia de cineasta europeu

O único lugar onde Woody Allen realmente quer estar é na cama. "O meu lugar na cama é o meu lugar no mundo", explica. É onde vê jogos de baseball, onde lê, e onde escreve, normalmente da parte da manhã, porque se começar à noite por vezes fica tão excitado que não consegue dormir. É onde o acto de imaginar é, de facto, "agradável" e onde pode "ir escolher as pessoas" e ver as suas "personagens ganharem vida."
"E ponho música e vejo as personagens encenarem as suas cenas ao som da bela música. Sabe, divirto-me com isso. E se mais ninguém faz isto, é uma pena." Woody parece menos desafiador do que resignado. De todos os grandes artistas americanos, sofreu um dos mais violentos e cruéis reversos de fortuna, caindo da adulação pública para a reprovação generalizada. A sua solução para os caprichos do afecto do público é agarrar-se à crença de que isso não significa nada. "Quando somos miúdos pensamos para nós próprios: 'Fama e fortuna e vai ser tudo tão excitante e...'. Mas depois descobrimos rapidamente, depois de três ou quatro filmes: 'Espera aí, o lado positivo é nada e o negativo também é nada.' A adulação das massas ou dos críticos é uma experiência impessoal, e os sentimentos negativos [das] pessoas são uma experiência impessoal. O contrato que o público tem com a pessoa é: 'tu entretens-nos e nós aparecemos'. E é assim que o contrato deve ser.
" Da maneira como Allen fala, podemos pensar que estamos na véspera do lançamento de um dos seus projectos falhados, uma série de filmes triviais e ineficazes incluindo "Celebridade" e "A Vida e Tudo o Mais", que se seguiram ao escândalo público da sua separação de Mia Farrow, as horríveis acusações (negadas e nunca provadas) de abuso infantil e mais tarde o seu casamento (que já dura há 10 anos) com a filha adoptiva de Farrow, Soon-Yi Previn, então com 22 anos.
Na verdade, Woody fez um dos mais deliciosos e divertidos filmes em mais de uma década, "Vicky Cristina Barcelona", a história de duas jovens americanas (Scarlett Johansson e Rebecca Hall) que, durante umas férias de verão em Espanha, se envolvem numa relação com um atraente artista, que adora mulheres (Javier Bardem) mas também a sua confusa e deliciosa ex-mulher (Penélope Cruz).
O filme é uma representação dos acasos do amor com cada uma das mulheres que lutam por uma posição estável: a aventureira sexual que está sempre cronicamente insatisfeita (Johansson), a futura académica que não gosta de correr riscos e que corre o perigo de sufocar a paixão da vida (Hall) e o espírito intoxicante e anárquico (Cruz), que torna a arte grande e a vida num inferno.
Com o chapéu na mão
Num fim de semana recente, Allen esteve fechado num quarto de hotel, dando entrevistas - fardo raro para Allen, que costumava ser capaz de escapar a tais experiências de rotina. O cineasta, 72 anos, passou uma temporada em Los Angeles, ficando num hotel com a mulher e as suas duas filhas pequenas, enquanto fazia a sua estreia na ópera dirigindo a ópera cómica de Puccini "Gianni Schicchi."
Parece mais fraco do que se esperava, vestindo uma impecável camisa com quadrados azuis e umas calças de algodão. Tem o cabelo completamente grisalho, grossos óculos pretos e uma pele que, curiosamente, não tem rugas. Ficamos com a sensação de que ficaria mais feliz se toda a gente o deixasse sozinho para fazer o seu trabalho. O seu trato é delicado mas cauteloso.
Allen admite que ir até Barcelona, Espanha, para fazer um filme concretizou a sua fantasia de ser um dia um cineasta europeu. "Sempre quis fazer o tipo de filmes que vi nos anos 50. Os filmes de Truffaut e os filmes de Godard e os de Bergman e Fellini, e esses são os filmes que sempre influenciaram o meu trabalho. E sempre os copiei e fui influenciado por eles. 'Vicky Cristina Barcelona' parece-me, quando o vejo, como um desses filmes. Tem todas as características: a música, as pessoas a andarem de bicicleta pela Europa, a interacção das personagens e as cenas desfocadas que vemos nesses filmes."
O filme, cheio de belas imagens de edifícios de Gaudi e velhas igrejas, é um dos acidentes felizes que surgiram depois de ter deixado de ser popular na América. Allen realizou mais de 40 filmes e fez mais grandes obras do que quase qualquer realizador vivo - "Annie Hall", "Manhattan", "A Rosa Púrpura do Cairo", "Crimes e Escapadelas", "Hannah e as Suas Irmãs", "Maridos e Mulheres" - mas a América nem sempre tratou particularmente bem os seus iconoclastas. Allen não é como Orson Welles, reduzido a vender vinho Gallo, ou Charlie Chaplin, que fugiu para a Suíça, mas desde os anos 90 qued as suas receitas de bilheteira diminuíram e a qualidade dos seus filmes tornou-se mais irregular. O seu filme anterior, "O Sonho de Cassandra", fez menos de um milhão de dólares nos EUA, se bem que tenha arrecadado cerca de 20 milhões no resto do mundo. Ele tem de andar com o chapéu na mão à procura de financiadores, que são na maioria europeus.
Quase por necessidade, foi catapultado do seu cenário familiar de Nova Iorque para Londres e agora Barcelona. A mudança de cenário parece ter sido rejuvenescedora, resultando em "Match Point" e "O Sonho de Cassandra" - dramas satíricos acutilantes e niilistas, que investigam se o mal é alguma vez realmente punido.
Quando uma companhia espanhola, Mediapro, o contactou com a proposta de financiar um filme em Barcelona, o argumentista-realizador basicamente pensou: "Porque não?" "Barcelona é uma cidade onde posso viver muito facilmente", diz. "Se tivessem mencionado uma qualquer cidade na Ucrânia ou no Sudão ou algo assim, teria dito não. Mas Barcelona é uma cidade bela e maravilhosa."
Se bem que Nova Iorque seja uma personagem em muitos dos seus filmes, Allen nunca tinha escrito um filme para um local específico, mas a sua tarefa ficou mais fácil quando recebeu um telefonema inesperado de Penélope Cruz, que lhe perguntou se podia visitá-lo. "E quando a vi, pensei: 'Meu Deus, ela é - se acreditar nisto - mais bonita em pessoa do que é no ecrã.' Achei que ela era tão bela que quase fiquei sem fôlego." Cruz disse-lhe que adoraria entrar no seu filme de Barcelona e quando ela partiu Allen confessa que "ter-lhe-ia dado toda a mobília, sabe?" Teve conhecimento através dos seus contactos que Bardem também estava interessado. "Pensei: 'Está bem, tenho estes dois grandes e tempestuosos espanhóis e Barcelona, mas não tenho filme."
Nada como a sua personagem
Ao longo do ano, Allen escreve ideias para filmes em pedaços de papel e carteiras de fósforos e atira-as para dentro de uma grande gaveta. No caso de "Vicky Cristina Barcelona", usou uma ideia que teve em tempos acerca de duas raparigas que vão de férias até São Francisco. Transportou a história para Barcelona e juntou-lhe Scarlett Johansson, que se tornou figura recorrente nos seus filmes mais recentes, como um símbolo de juventude, de intoxicante indisponibilidade. Começou a moldar as personagens ao seu elenco e, quando filmava, nunca falou com os actores, a não ser para lhes dar indicações de cena.
Diz que não se importa se nunca mais voltar a representar num dos seus filmes. "Se não houver papéis para mim, então não interpretarei nenhum... E se houver uma personagem adorável chamada Gramps que seja sábia apesar da idade, então. ..." Torna-se claro, à medida que fala, que ele não é nada como a sua personalidade cinematográfica - não é nada um neurótico falador e assustadiço acometido de pânico existencial. Afirma que o seu alter-ego é apenas o seu número cómico, como o bigode e o chapéu de côco de Charlie Chaplin, e que a personagem nasceu do seu limitado talento de actor. "Não sou como Dustin Hoffman ou Robert De Niro. Esses tipos fazem milagres no ecrã. Sou um actor perfeitamente credível no meu pequeno âmbito. Assim posso interpretar um professor universitário, posso interpretar um psicanalista, podia interpretar um intelectual, apesar de não ser um intelectual, ou posso interpretar um tipo mais modesto.
Posso ser como Broadway Danny Rose ou podia interpretar um pequeno angariador de apostas ou um qualquer tipo de vigarista porque era capaz de fazer isso. O verdadeiro eu está mais perto do pequeno vígaro, mas posso interpretar os dois tipos de personagens."
Para um homem brilhante que compreende as muitas nuances do impulso humano, Woody é obstinadamente anti-psicológico (ou simplesmente cauteloso em público), decidido a dizer que nenhum dos seus filmes reflectem o que quer que seja da sua vida pessoal.
"Sinto sempre como se estivesse sempre a fazer o mesmo processo. Eu não os faço de forma diferente. Eu não sinto nenhuma sensação de libertação na Europa. Eu não sinto que faça filmes felizes quando estou feliz e filmes tristes quando estou triste. Eu não sinto que faça filmes autobiográficos. Eu não era particularmente feliz, ou a passar um bom momento da minha vida, quando fiz 'O Inimigo Público' e 'Bananas'. Esses são dois dos meus filmes cómicos mais patetas. Por outro lado, quando fiz 'O Sonho de Cassandra' e 'Match Point' estava a atravessar um período maravilhoso da vida. Estes têm sido anos muito bons para mim. Eu tenho um excelente casamento, filhos óptimos. Não há um plano ou uma agenda ou algo parecido. É sorte. É o acaso."
O único impulso que reconhece ter é o de trabalhar, como um maníaco, como se estivesse a afastar a morte. "É uma forma de lidar com o mundo. Sabe, da mesma maneira que alguém lida com o mundo sendo um coleccionador de selos ou um viciado em desporto ou um gigante da indústria ou um alcoólico ou qualquer coisa. A minha forma de lidar com os horrores da existência é pôr-me a trabalhar duramente e não olhar para cima."
Muitas das pessoas que vão ver o seu novo filme deliciar-se-ão com a comédia e com a possibilidade de passarem 90 minutos banhadas de sol em Barcelona. Mas, ele nota, a sua fábula espanhola é de facto "um filme muito triste". Este é, afinal de contas, o universo de Woddy Allen, não interessa em que continente é que é passado, ou quantas gargalhadas são dadas. Ninguém consegue o que deseja.
"Uma relação é como dois grupos de fios que estão espalhados por toda a parte e todos têm de se ligar", diz. Ele usa os dedos para demonstrar, tocando suavemente uma mão com a outra. Elas são delicadas e surpreendentemente jovens, mas a sua atitude acerca do amor é fatalista. "Se um dos fios não se ligar, então não funciona. É como se faltasse uma coisa. Falta o sal na dieta. É uma pequena coisa, mas dá cabo de nós. Morremos."


Fonte da notícia: Ípsilon.Público.pt

Etiquetas: , , , , , , , , ,

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Tintim faz 80 anos

Para ver a animação clique neste cartoon e aguarde uns segundos.
To view the animation click on this cartoon and wait a few seconds.


Celebra oitenta anos no sábado, mas continua a ser o jovem repórter belga que correu mundo (e a Lua) em aventuras destemidas acompanhado pelo fox terrier Milu. Tintim surgiu pela primeira vez a 10 de Janeiro de 1929.

Ainda hoje uma das mais populares personagens da banda desenhada mundial, Tintim foi criado pelo desenhador e argumentista belga George Remi (Hergé) e apareceu pela primeira vez no suplemento juvenil Le Petit Vingtième, do jornal Le Vingtième Siècle, a 10 de Janeiro de 1929.

Na estreia, Tintim é apresentado como um jovem jornalista do Petit Vingtième enviado à antiga União Soviética, onde se envolve em várias cenas de pancadaria.

Com um traço ainda imaturo e tosco e uma narrativa frágil, Hergé - na altura com 22 anos - desenhou Tintim numa história a preto e branco no «país dos sovietes», com referência a Moscovo como «um pardieiro infecto», numa alegada ridicularização do regime comunista.

Ao longo dos tempos, Hergé moldou-lhe uma personalidade mais altruísta, defensor da justiça, em 23 álbuns, como «Os charutos do Faraó», «A estrela misteriosa», «As jóias de Castafiore», «Tintim no Tibete», que venderam mais de 230 milhões de exemplares em todo o mundo.

A profissão de jornalista ficou quase sempre relegada para segundo plano perante aventuras passadas no Oriente, em África, no oeste americano e até na Lua, ao lado de uma galeria de personagens como o capitão Haddock, Dupond e Dupont, o professor Tournesol e, esporadicamente, o português Oliveira da Figueira.

Para o público português, Tintim surgiu pela primeira vez em 1936, na publicação «O Papagaio».

Hergé morreu em 1983, aos 76 anos, deixando incompleto «Tintin e Alpha-Art» e, apesar de não terem surgido mais histórias originais, Tintim e o inteligente cão Milu continuam a ser reconhecíveis em todo o mundo, independente da língua e da cultura.

Da banda desenhada, as histórias de Tintim saltaram para a televisão e para o cinema e a imagem do rapaz de poupa loira e gabardina foi amplamente reproduzida, de relógios a selos, de canecas a calendários, de moedas a material escolar, reforçando a imortalidade do herói.







Fonte da notícia: IOL Diário

Etiquetas: , , , ,


Jorge Goncalves

web site hit counter

Add to Technorati Favorites
Estou no Blog.com.pt

Galeriacores / Home I ForumsIGrupo/Groups I Cartoons I Publicações I Culinária/Recipes

Altar virtual /Chapel I Notícias dos Açores I Notícias da Graciosa I Links I Fotos-Photos


Pesquisa personalizada

Outros blogs de interesse:

Notícias da Ilha Graciosa
Notícias dos Açores
Curiosidades
TV grátis via Satélite
Satellite free TV
Desgarradas pela Internet
O mundo da música grátis
Plantas Milagrosas
Saúde e dietas
Galeriacores cartoon humor


Photography Newsfeed:




Galeriacores © Some rights reserved

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

Contacte o dono deste blog:

Galeriacores@gmail.com




Melhor visualização com a Internet Explorer / Best viewd with the Internet Explorer