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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Na Internet há vida depois da morte

There is life after death on the Internet
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A 23 de Dezembro de 2006, María Amelia Soliño fez 95 anos e recebeu do neto uma prenda de aniversário invulgar: um blogue. "A minha vida mudou", escreveu então. "Agora posso comunicar com todo o mundo.


"
A notícia espalhou-se, a imprensa internacional desdobrou-se em artigos sobre "a blogger mais velha do mundo" (ou a "avó blogger", como também era conhecida) e María Amelia, natural da Galiza, tornou-se uma pequena celebridade. No blogue, publicou textos e vídeos sobre o quotidiano, coleccionou as páginas dos jornais onde apareceu e, em lugar de destaque, colocou um link para várias fotos de um encontro seu com o primeiro-ministro espanhol, José Luis Zapatero.


O último post no blogue data de 21 de Maio do ano passado e foi escrito por alguém da família. Começa de forma simples: "María Amelia López Soliño faleceu ontem, quarta-feira, 20 de Maio de 2009, às seis da manhã.


"As centenas de textos e as dezenas de fotos e vídeos publicados por María Amelia continuam on-line, à disposição de qualquer pessoa, no endereço amis95.blogspot.com. O blogue está alojado no Blogger, o mais conhecido serviço deste género e que é propriedade da Google.


A Google é uma empresa que tem recursos suficientes para manter on-line os blogues para lá da morte dos utilizadores. E, para além disto, os familiares de María Amelia têm o nome de utilizador e a palavra-passe para aceder à área de administração do blogue, o que lhes permite manter a conta activa - ou até apagar tudo, se algum dia o quiserem fazer. Mas nem todos os casos são como este.


Na maior parte das vezes, a palavra-passe de um blogue, conta de e-mail ou perfil numa rede social são conhecidos apenas pelo próprio utilizador. E, quando este morre, fica frequentemente ao critério da empresa que presta o serviço a decisão sobre o que fazer com o "legado digital". Às vezes, o problema é uma questão emocional (é o caso da família que vê a página do Facebook do familiar que morreu ser inundada de comentários). Noutras situações, há assuntos importantes (como um negócio) que ficam pendentes porque os herdeiros não conseguem aceder a uma conta de e-mail.


A política seguida pelas muitas empresas que prestam serviços on-line varia. O Facebook, por exemplo, transforma o perfil dos utilizadores que morrem numa espécie de memorial. Isto significa que alguma informação é retirada e que a página fica disponível apenas para aqueles que tiverem sido confirmados pelo utilizador como "amigos".


Para que o Facebook transforme um perfil num "memorial" é preciso que alguém comunique a morte do utilizador (há no site um formulário próprio para isso) e envie uma prova de morte (uma certidão de óbito ou uma notícia sobre o assunto, por exemplo). O Facebook nunca entrega a palavra-passe de acesso. Mas, a pedido dos familiares, há a possibilidade de apagar a conta completamente.


Oportunidade de negócio

Já o Twitter não especifica nos termos de utilização as regras que segue para lidar com a morte dos seus utilizadores e não respondeu a um pedido de esclarecimento do P2. Mas um porta-voz da empresa já afirmou publicamente que a política do Twitter passa por encerrar a conta a pedido de familiares, mas nunca facultar os dados de acesso.


Muitos serviços permitem que os familiares ou amigos próximos dos utilizadores que morreram acedam aos dados - mas o processo é lento. O GMail (o serviço de e-mail da Google) avisa que é preciso esperar um mês depois de enviados os comprovativos da morte do utilizador, tempo que é usado pela empresa para verificar a autenticidade da documentação. Um acesso mais rápido só será possível se houver uma ordem judicial.


Em Portugal, a lei obriga as empresas a cederem os dados aos herdeiros, esclarece o advogado da PLMJ Manuel Lopes Rocha. "Quando alguém morre, os herdeiros herdam um conjunto de direitos que não se traduzem só num património. Há um conjunto de direitos de personalidade que podem incluir a correspondência e de direitos imateriais, como os direitos de autor, que os herdeiros, naturalmente, herdam", explica o especialista. "Ora, não há razão para que não se aplique aos "bens digitais" idêntico regime. Se, para exercer esses direitos, eu tiver de solicitar a uma empresa que me dê acesso a esses elementos, ela é obrigada a dar-me acesso.


"O problema é que estes processos tendem a ser burocráticos. Ter que comprovar a morte de um utilizador perante os responsáveis dos vários serviços on-line que este tenha usado pode ser uma tarefa difícil. Como não há problema que não dê origem a uma oportunidade de negócio, já há quem esteja a vender soluções para a passagem da herança digital.


O Legacy Locker é um de vários sites que permitem aos clientes guardarem palavras-passe e outros dados de acesso a serviços on-line. Em caso de morte, o Legacy Locker encarrega-se de enviar a informação às pessoas que tenham sido designadas pelo cliente.


O serviço custa 30 dólares anuais (21 euros), ou 300 dólares (210 euros) para uma subscrição vitalícia (enquanto a empresa durar, pelo menos). Há uma modalidade gratuita, mas tem várias limitações.


Deixar conselhos aos filhos

O Great Goodbye é outro serviço que encontrou na morte um modelo de negócio. Aqui, os utilizadores podem escrever e-mails (ou gravar ficheiros de som e vídeo) para serem enviados apenas depois da morte.


Ao registar-se, o utilizador recebe um código que deverá entregar a pessoas de confiança. Quando uma destas pessoas introduz o código, o utilizador, caso esteja vivo, tem 21 dias para evitar que os e-mails sejam enviados. Findo esse prazo, a correspondência segue para os destinatários pré-definidos.


Este tipo de serviços pode ser usado para facilitar a vida aos herdeiros. Mas também pode servir para enviar mensagens de parabéns (há sites que permitem enviar e-mails em datas exactas - por exemplo, o aniversário de alguém), para deixar conselhos aos filhos ou até para revelar um segredo que nunca se teve coragem de contar em vida.


Alojamento permanente

Desde que explodiu a moda dos blogues, há meia dúzia de anos, que muitos políticos, escritores, cientistas e demais pensadores abriram um espaço de publicação on-line. O estilo varia entre a crónica pessoal e textos sobre as áreas em que cada um é especialista. Rapidamente, e por entre as banalidades do quotidiano, a blogosfera e os sites pessoais transformaram-se num enorme repositório de informação e conhecimento útil - e não há garantia de que este acervo permaneça on-line quando os autores morrerem (embora sites como o Internet Archive se dediquem a armazenar os conteúdos da Web, fazem-no de forma incompleta).


Há duas possibilidades para abrir um blogue. Uma, menos comum, passa por comprar um domínio próprio (ou seja, um endereço de Internet único, do estilo oseunome.com) e por contratar um serviço de alojamento de páginas. O preço do registo de um domínio ronda os dez euros anuais. O preço do alojamento (isto é, o espaço num servidor onde ficam armazenadas as páginas e toda a informação) varia muito - para uso pessoal, basta gastar umas poucas dezenas de euros por ano.


Os bloggers que optam por esta modalidade querem ter mais liberdade sobre a configuração do respectivo blogue e conseguir uma identidade mais forte na Internet. Mas há um senão: assim que a factura deixar de ser paga, o domínio volta a ser posto à venda e a informação alojada no servidor perde-se.


A opção mais comum - por ser mais barata, mais rápida e tecnicamente mais simples - é abrir um blogue num serviço gratuito como o Blogger ou o Wordpress. Deixa de haver uma factura para pagar - mas o blogue só permanecerá on-line enquanto a empresa que presta o serviço assim o quiser.


O veterano da blogosfera Dave Winner - já descrito em alguns jornais (e pelo próprio) como o "pai" dos blogues - indicou no seu popular blogue Scripting News uma possível solução para o problema: pagar a uma empresa credível uma quantia suficiente para que esta assegure a permanência on-line da informação. Winner afirmou estar disposto a pagar dez mil dólares por um serviço deste género. Seria o preço de uma morada permanente na Internet.



Fonte: Público

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quinta-feira, 9 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Adeus televisão, olá Internet

GOODBYE TV AND HELLO INTERNET
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Um estudo conduzido pela Microsoft conclui que já no próximo ano, em Junho de 2010, o uso da Internet vai ultrapassar o da televisão mais tradicional. Para desenvolver o estudo, a empresa analisou o comportamento dos internautas europeus.

Para explicar o resultado, a Microsoft usa a expansão da banda larga e a importância dos computadores (PC) para as camadas mais jovens como justificação. «Para jovens na faixa etária entre os 18 e os 24 anos, o PC é geralmente o único ecrã de televisão, enquanto para outros, pode ser um segundo ou um terceiro ecrã», lê-se no estudo

Segundo os dados da Microsoft «um em cada sete jovens» não vê quaisquer programas em directo na TV, enquanto 42 por cento dos jovens adultos admite ver televisão pela Internet no PC.

PC será também substituído

No entanto, a Microsoft assume que dentro de cinco anos, os próprios computadores vão deixar de ser os eleitos para navegar na Internet. Actualmente, o PC representa 95% da porta de entrada dos utilizadores, mas irá ser substituído por outras formas como, por exemplo, a própria televisão, as consolas de jogos e ainda os telemóveis.

Mesmo que os computadores não caiam em desuso, vão representar apenas 50% dos acessos à rede. A Microsoft conclui ainda que «os consumidores poderão ler livros, jornais e revistas em dispositivos electrónicos com acesso Wi-Fi e a Internet 3D tornar-se-á uma realidade».

E os portugueses?

O estudo revela ainda que em Portugal existem «mais de quatro milhões» de utilizadores e que estes passam «34 por cento» do seu tempo online.

E que fazem os portugueses quando se ligam? «Os portugueses são dos que consomem mais tempo a visitar portais (34 por cento) e a comunicar através de aplicações de mensagens instantâneas (23 por cento)». Sem esquecer algum tempo «a ler material impresso, ver filmes ou jogar».



Fonte: IOL Diário

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Aparelhos criam cérebros preguiçosos

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O uso desregrado das novas tecnologias pode ser meio caminho andado para uma má memória na velhice. O cérebro, não sendo um músculo, comporta-se como tal. Se não for usado, enferruja, alertam os especialistas.


"Se não se fizer alguma coisa já, teremos uma geração onde imperará a lei do menor esforço. Estamos a ficar escravos das máquinas. Sem estimulação, o cérebro ficará mais preguiçoso", alerta Manuel Domingos, coordenador da Unidade de Neuropsicologia do Hospital Miguel Bombarda, em Lisboa, e presidente da Comissão Científica da Sociedade Portuguesa de Neuropsicologia.


O cérebro parece estar a cair em desuso para muitas tarefas. Graças ao telemóvel, não é necessário memorizar números. As caixas registadoras fazem os trocos, enquanto o GPS retira a necessidade de ter "mapas mentais" ou pontos de referência. Poupa-se no cálculo e no raciocínio e corre-se o risco de alterar o funcionamento do cérebro, gerando massas cinzentas apáticas, atrofiadas.


Para o neuropsicólogo, as crianças são o grupo de maior risco. Na escola, o cálculo mental anda muito substituído pela calculadora. Em casa, são as consolas, os computadores e a televisão que captam as atenções, porque é mais seguro brincar em casa ou por falta de tempo dos pais, mergulhados nas lides domésticas.


Os circuitos cerebrais envolvidos na interacção com os outros ficam relegados para segundo plano, critica, por seu turno, Ana Queiroz, psicóloga no Porto. A má socialização, o isolamento, as distorções verbais, a dificuldade em interpretar mensagens verbais e de expressão são algumas das consequências nocivas para as crianças decorrentes dos excessos. A estes malefícios acrescem os casos extremos de fotossensibilidade, que podem até descarrilar em crises de epilepsia, quando os monitores passam a ser a única companhia diária.


"A culpa é da sociedade e dos planos de ensino, pelo mau uso que se dá às novas tecnologias e por não se estimular mais o cálculo mental. A escolaridade básica está a ficar muito dependente, escrava da maquinaria", diz o neuropsicólogo Manuel Domingos.


"Em vez de se fazer uma multiaprendizagem, restringem-se as actividades, penalizando a aprendizagem futura", reforça Ana Queiroz, lembrando a facilidade com que uma criança é capaz de aprender duas línguas em simultâneo e como pode ser demorado e difícil alfabetizar um adulto.


Na óptica dos especialistas, exercitar os neurónios enriquece o cérebro. É uma espécie de "seguro" de vida. Uma boa ou má reserva cognitiva será uma defesa ou um risco para a vida futura.


"Fala-se da estimulação cognitiva para prevenir doenças degenerativas, utiliza-se a mesma nessas doenças como forma de atrasar o processo. No entanto, no dia-a-dia, com todos os facilitismos à disposição, não implementamos comportamentos que nos ajudariam a manter as nossa capacidades em constante desenvolvimento. Prevenir nunca fez mal a ninguém", sustenta Ana Queiroz.



Fonte: Jornal de Notícias

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Carnaval Magalhães com Sócrates e Hugo Chávez

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Milhares de mascarados desfilam nas ruas de Torres Vedras e Loures, principais carnavais do distrito de Lisboa. No Carnaval mais português de Portugal, os foliões saíram para a rua pelas 15h00 para acompanharem o corso que este ano tem por tema 'Profissões' e especial foco sobre o computador Magalhães.

António Esteveira, presidente da Promotorres, empresa municipal que produz o Carnaval, estima em cerca de 20 mil o número de pessoas que esta tarde brincam ao Carnaval na cidade.

Um dos carros alegóricos mais fotografado pelos visitantes retrata o casamento por conveniência entre José Sócrates e o presidente venezuelano Hugo Chávez. O carro conta ainda com representações em forma de anjos dos ministros Mario Lino e Manuel Pinho. Várias imitações do computador Magalhães estão também presentes com mensagens referentes ao negócio de troca de petróleo por computadores.

A organização do Carnaval confirma que a polémica em torno do Magalhães atraiu mais foliões a Torres Vedras, pelo que no corso de ontem estiveram mais de 11 mil pessoas na rua.

A polémica resultou de quinta-feira a procuradora-adjunta de Torres Vedras, Cristina Anjos, proibir a exposição de imagens de mulheres nuas no ecrã de uma representação do Magalhães. Sexta-feira a mesma procuradora recuou na sua decisão e a representação ostenta agora o carimbo de Descensurado.

Em Loures, ao ritmo de música brasileira mais de 15 mil pessoas estão hoje no centro da cidade. Energéticos os figurantes acompanham os carros alegóricos, com majoretes e fanfarra convidando os visitantes a sambar. O rosto popular de Filipa Castro desfila pelo grupo das Mastronças de Moulin Rouge, que integra um grupo de 90 pessoas em que eles são elas.





Fonte: Correio da Manhã

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Amante do século XXI

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A tecnologia é a «amante» do século XXI e tem levado muitos casais a procurar ajuda contra este intruso que, silencioso e económico, rouba cada vez mais espaço às famílias, ao amor e ao sexo, escreve a Lusa.

O sexólogo Júlio Machado Vaz não hesita em eleger este como o problema conjugal que mais tem crescido nos últimos tempos. «Não há uma semana em que não me entre um casal pelo consultório dentro com problemas graças à tecnologia», disse à Lusa.

A propósito do Dia dos Namorados, que se assinala sábado, Júlio Machado Vaz contou que, com as novas tecnologias, nomeadamente a Internet, «o outro isola-se».

Na Internet, explicou, «com outra pessoa do outro lado ou apenas a própria tecnologia, um dos elementos do casal isola-se facilmente», deixando o outro sozinho.

«Demasiado tempo com a tecnologia»

O resultado, revelou, é uma dificuldade acrescida de comunicação que necessita de uma intervenção profissional. Às vezes, esse «tratamento» é possível. Noutras, a solução é mesmo o divórcio.

Nos Estados Unidos, «já há divórcios decretados por causa da pessoa passar demasiado tempo com a tecnologia», contou.

Os computadores têm ocupado o espaço cada vez menor dos casais que, em muitos casos, é vivido entre frases: «Dá-me o arroz! Leva os miúdos!», ilustrou.

«Não há desejo que sobreviva às pressões do dia a dia e muito menos aos receios de problemas como a crise», disse o sexólogo, que contabiliza já 30 anos de consultas nesta área.

A experiência levou-o a identificar este século como o dos problemas do desejo, que atinge os dois sexos.

Sexualidade tem pouco espaço

«Somos procurados cada vez mais por pessoas que nos dizem que, com o tipo de vida que levam, a sexualidade tem pouco espaço e que, por isso, têm um sexo mecânico sem qualquer erotismo», disse.

«O erotismo exige tempo e descoberta», afirmou, contando que tem casos - cada vez mais frequentes - de casais que só têm sexo ao sábado à noite, porque sabem que podem dormir mais umas horas na manhã seguinte.

Mas o erotismo precisa de outras coisas. Como dinheiro, diz Júlio Machado Vaz, contando que, em plena crise, o casal pode sempre tentar reavivar os sentimentos que manteve quando casou por amor.

E esses «truques» - que são a verdadeira prescrição dos sexólogos - podem passar por um inesperado jantar a dois ou um fim de semana romântico.

Truques que, como disse o especialista, custam dinheiro e, em tempos de crise, podem ficar comprometidos. A crise atinge, aliás, os casais de muitas formas e pode, inclusive, ser o motivo da própria crise conjugal.

«Não há romantismo que resista à preocupação de não ter comida para dar aos filhos no dia seguinte», disse.

O sexólogo revelou ainda que, ao contrário do que a indústria farmacêutica gostaria, não existe nenhuma pílula sexual, como existe para os homens.

Também nessa área é a imaginação que se prescreve e recomenda. «Há homens que apostam em dar dois copos de vinho à mulher e garantem efeitos fabulosos. Mas o segredo está na envolvência», disse. Os pretextos são, por isso «bem-vindos», afirmou. Como o Dia dos Namorados.

Fonte: IOL Diário

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quarta-feira, 30 de julho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


"Magalhães" O novo computador português

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A nova fábrica de computadores projectada pela multinacional Intel e pela portuguesa JP Sá Couto vai ser construída na zona do Freixieiro, em Matosinhos, disse à agência Lusa fonte ligada ao processo.

A futura unidade será responsável pela montagem de um novo computador, que receberá o nome «Magalhães», numa referência ao comandante português que fez a primeira circum-navegação do mundo, e que será destinado a crianças do primeiro ciclo de escolaridade.

O anúncio do investimento será feito quarta-feira em Lisboa, pelo presidente da multinacional norte-americana Intel, Craig Barrett, numa cerimónia que terá lugar no Pavilhão Atlântico e que contará com a presença do primeiro-ministro José Sócrates e dos ministros das Obras Públicas, da Economia e da Educação.

A fábrica ficará localizada na zona industrial que a Câmara de Matosinhos está a dinamizar no Freixieiro, Perafita, próximo do terminal TIR e das instalações da Jomar e da fábrica Ikea.

A portuguesa JP Sá Couto, que produz os computadores Tsunami, tem a sua sede também na freguesia de Perafita, junto à refinaria da Petrogal.

A nova fábrica já terá encomendas para quatro milhões de computadores pessoais de baixo custo, destinados ao programa e-escolas e também ao mercado mundial, segundo a imprensa do fim-de-semana.

Presidente da Câmara eufórico

O presidente da Câmara de Matosinhos, Guilherme Pinto, já aplaudiu esta notícia, sublinhando que se trata de um «investimento muito grande». «Já existe uma fábrica da JP Sá Couto em Matosinhos. A decisão de localização é da empresa, que terá um bom acolhimento da autarquia», afirmou à Lusa.

O autarca escusou-se a adiantar pormenores sobre a nova fábrica, sublinhado que «o protagonismo tem de ser dado ao principal responsável por este investimento, que é o primeiro-ministro», José Sócrates.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
O autarca de Matosinhos diz que o protagonismo tem de ser dado ao Primeiro Ministro José Sócrates e eu faço minhas essas suas palavras. Graças ao Primeiro Ministro José Sócrates todos estes investimentos e parcerias no mundo das novas tecnologias vão sem dúvida criar muitos postos de trabalho e ao mesmo tempo vão também dinamizar o nosso país.

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terça-feira, 15 de julho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Homer Simpson é um vírus informático

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Se receber um e-mail do famoso pai dos Simpsons, apague-o imediatamente. É que a conta de Homer foi raptada por piratas informáticos que a transformaram num vírus, refere o 20 minutos.

Num dos capítulos da famosa série, Homer Simpson revelou a sua conta de correio: chunkylover53@aol.com. Os produtores utilizavam mesmo este e-mail para trocar informações e sugestões com os fãs desta família norte-americana.

Agora, o correio de Homer virou vírus informático e os produtores querem alertar os cibernautas.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
São milhares de vírus informáticos que andam por aí a circular na Net. Os vírus informáticos são pequenos programas de computador que são criados especificamente para danificar os nossos sistemas informáticos. É fundamental ter um bom antivírus instalado para nos proteger dessa praga.

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quarta-feira, 2 de julho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O mundo nas suas mãos


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«O mundo nas suas mãos» é uma realidade cada vez mais perto. Pelo menos, aos olhos de uma empresa japonesa que desenvolveu uma tecnologia que permite «tocar» no planeta, graças a uma projecção, noticia o El País.

A ferramenta, que faz lembrar a realidade apresentada no filme Minority Report, possibilita reproduzir as imagens do computador em metade de uma casa, de tal forma que o usuário vê um holograma do Google Earth a flutuar no ar.

Como se não fosse suficiente ter uma imagem da terra na sua sala, o programa desenvolvido pela Ubiqwindow permite ainda tocar e interagir com o mapa do mundo.

O sistema trabalha com imagens em duas dimensões, mas permite que seja transmitida toda a informação do Google Earth com grande efectividade. O modo de uso é muito parecido ao do iPhone: com o movimento das mãos o usuário toca na imagem e amplia o campo de visão.

Fonte da notícia: IOL Diário

Nota Pessoal:

O mundo das novas tecnologias digamos que é um mundo sem paralelo no qual tudo o que outrora era considerado impossível se torna manifestamente possível perante os nossos olhos e olhares incrédulos de meros seres humanos.

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quinta-feira, 3 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Homem máquina cartoon animado

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Açores, ilhas, Azores, Azoren, ilhas portuguesas, publicidade

As previsões mais fantásticas sobre a tecnologia parecem ganhar espaço na sociedade actual. Daqui a poucos anos, exactamente em 2020, os seres humanos terão vários computadores – será a era da ubiquidade. As máquinas estarão presentes em todas as nossas actividades e vão conseguir saber o que queremos, serão cada vez mais autónomas e inteligentes e até poderão constituir uma companhia. Com será o nosso mundo em 2020?Foi a partir desta pergunta que 45 académicos de diferentes áreas do saber (informática, ciência, sociologia e psicologia) elaboraram um relatório para a Microsoft, intitulado: “Being Human: Human Computer Interaction in the year 2020”.

Os especialistas tentaram saber, com base na evolução e na actual situação da tecnologia, de que forma os valores e as condutas humanas mudaram ou vão mudar, tentando traçar uma previsão para o ano de 2020.

Um das conclusões apontadas é que a forma como interagimos com os computadores está a atingir uma diversidade nunca antes vista. Se agora a maioria das pessoas ainda usa o “velho” duo rato/teclado, daqui para a frente outras formas de interacção vão começar a aparecer, procurando usar as características mais naturais do ser humano, como o toque e a voz. Um dos exemplos dados no relatório, é a consola Nintendo Wii, que permite controlar a máquina através dos movimentos corporais.

A proliferação dos telemóveis é outro fenómeno tecnológico apontado pelo relatório. “Os telemóveis tornaram-se a forma mais ubíqua da informática”, diz o documento, prevendo que em 2020 serão poucas as pessoas no mundo que não terão acesso ao telefone móvel. Um exemplo como um provável futuro para estes aparelhos é o iPhone da Apple, que apresenta um ecrã de toque, mais interactivo e agradável. Além disso, os telemóveis assumem-se cada vez mais como computadores em tamanho reduzido, já que permitem navegar na web, ver fotos e vídeos e ouvir música.

Para além dos telemóveis, outra máquina que será habitual na vida do ano de 2020 será o robô. Engana-se quem pensa que eles só estão presentes nos filmes de ficção científica, hoje já existem robôs que ajudam a cozinhar, que auxiliam na limpeza da casa e que servem até de animais de estimação. Daqui há 12 anos, dizem os especialistas, os robôs estarão mais inteligentes e, devido ao desenvolvimento da inteligência artificial, serão capazes de saber, por exemplo, quais são os desejos do seu utilizador.

Mudanças sociais

“No ano de 2020, mais do que nunca as pessoas usarão os computadores de uma forma ou outra”, diz o relatório encomendado pela gigante da informática, Microsoft. A tecnologia estará presente em todas as fases da vida, influenciando o crescimento, a aprendizagem, a família e até o envelhecimento.No que toca à escola, em 2020, põe-se a possibilidade de todas as crianças terem o seu computador e de serem usadas novas tecnologias nas aulas, como quadros interactivos. Os professores vão usar ferramentas como o Google e a Wikipédia para complementarem as aulas. A participação dos encarregados de educação poderá ser também mais activa devido às tecnologias.

Quando chegarmos ao ano anunciado no relatório, já a população idosa saberá lidar com computadores, estes poderão ajudar a controlar, por exemplo, os níveis de colesterol e os batimentos cardíacos. A tecnologia vai também ajudar as pessoas mais velhas a terem uma vida mais activa. No mundo virtual, poderão participar em redes sociais, por exemplo o Second Life, e no mundo real, poderão conduzir ou viajar com mais facilidade, explica o relatório.

“A tecnologia está a tornar a relação entre governos e cidadãos mais complexa”, pode ler-se no documento. No futuro, será cada vez mais difícil saber quem controla a informação. “Assim como os governos estão a usar as tecnologias para mudar a forma como se faz negócios, também o público está a usá-las para mudar os governos”, explica.

Problemas e soluções

O relatório alerta que esta nova era que se avizinha, de “hiper-conectivdade”, pode causar “tecno-dependência”, o que pode fazer com que a tecnologia se torne uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo que nos ajudará em muitas actividades, poderá retirar a autoconfiança.

Com computadores cada vez mais “inteligentes” corremos o risco de perder “o controlo sobre nós e sobre mundo que nos rodeia”, avisa o relatório.

Para os especialistas que elaboraram o documento, é necessário mudar a relação entre Homem e computador para que esta assente em bases sólidas. Para isso, é recomendada mais atenção dos Estados às políticas aprovadas em relação as questões tecnológicas e um olhar mais atento para os países em desenvolvimento, onde as novas tecnologias começam agora a popularizar-se.


Fonte da notícia: Público.pt


Nota Pessoal:
É lógico que pelo andamento da carruagem a máquina estará muito em breve em todos os cantos, recantos e escaninhos deste nosso mundo em que vivemos. Dentro de alguns anos o homem sentir-se-á amputado sempre que estiver ausente da máquina. Por conseguinte, tudo me leva a crer que, a muito curto prazo, a máquina faça parte intrínseca do homem no sentido literal da palavra, ou seja, o homem no futuro próximo fará parte da máquina e vice versa.

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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Vírus: 500.000 computadores afectados por dia


Estudo diz que 85 por cento de spam deriva de PCs com vírus em todo o mundo



Todos os dias, meio milhão de novos computadores pessoais são afectados com bots, segundo o estudo feito pelo PandaLabs, o laboratório anti-vírus da Panda Security, no seu relatório anual de 2007, noticia o site de informática PC Actual.

Os bots são programas instalados num computador através da Internet, e aguarda o comando do seu criador, que pode controlar totalmente o sistema afectado. Quando este tem o controlo sobre centenas de computadores, o pirata informático, ou hacker, cria o que é chamado de botnet, uma ligação em rede entre todos os sistemas com bots.

Segundo o estudo, aproximadamente 11 por cento dos computadores pessoais do mundo fazem parte destas botnets, e são responsáveis por 85 por cento de todo o spam que é enviado pela Internet.

Em 2007 foram descobertas pelo PandaLabs diversas ferramentas como o Zunker e Barracuda, que eram usadas para administrar redes de bots em milhares de computadores espalhados em mais de 50 países.

O lixo electrónico foi também uma das maiores ameaças durante 2007, sendo que 50 por cento do correio electrónico recebido pelos usuários domésticos eram spam, enquanto em ambientes corporativos a percentagem ficou entre os 80 e 95 por cento.

A respeito da origem do lixo electrónico, 59 por cento é enviado a partir da Rússia, enquanto 23 por cento vem dos EUA. A Turquia (6,12 por cento), Alemanha (5,77 por cento) e o Reino Unido (3,16%) são outros países que enviam uma percentagem significante de spam.


Fonte da notícia: Portugal Diário
Fonte da notícia: Público.pt

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terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cientistas portugueses criam sistema gestual para computador

Investigadores de Coimbra criam sistema gestual para interagir com a máquina em cenários de trabalho em equipa


Investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra desenvolveram um sistema pioneiro de interacção entre o homem e o computador através de gestos naturais, dispensando o uso do teclado e do rato.


Segundo uma nota divulgada esta terça-feira pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), o sistema de interacção gestual é «essencial para cenários de trabalho em equipa, em que todos os membros podem ver, partilhar, anotar e tomar decisões sobre informação digital, de uma forma muito mais eficaz».


De acordo com o docente do Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores da FCTUC, Paulo Peixoto, já existem alguns sistemas idênticos a este, mas são baseados no toque e não nos gestos, que permitem às pessoas colaborar «sem estarem presas ao rato e ao teclado».


Concebido por uma equipa de investigadores do Instituto de Sistemas e Robótica da FCTUC, o HCOGICOS (Interface Gestual Homem Máquina para Ambientes Colaborativos) «é especialmente vocacionado para ambientes de colaboração, em que várias pessoas necessitam de interagir com o computador para desempenharem, em conjunto, uma qualquer tarefa». «Neste caso, o tradicional paradigma de interface com o computador, baseado na utilização do teclado, rato e monitor, torna-se inapropriado», adianta.


Interface gestual


Com esta interface gestual «cada interveniente pode interagir livremente com o computador sem a necessidade de qualquer dispositivo externo, recorrendo apenas a um conjunto de gestos naturais reconhecidos pelo computador».


Paulo Peixoto, coordenador do projecto, disse hoje à agência Lusa que a demonstração que a sua equipa criou, e que está «praticamente pronta», consiste num conjunto de oito gestos que permitem espoletar várias acções (rodar para a esquerda ou para a direita, fazer zoom, entre outras) em mapas da NASA.


Trata-se de «uma óptima ferramenta para quem trabalha em equipa», que proporciona «uma forma elegante de interacção para um vasto conjunto de cenários de colaboração, nomeadamente reuniões de executivos, engenheiros, equipas de CAD/CAM, gabinetes de design e arquitectura», adianta a nota.


«Imaginemos um cenário típico de um gabinete de arquitectura: a equipa despenderá muito menos tempo a discutir e analisar um projecto apresentado sob a forma de uma maqueta digital, pois todos poderão interagir com ela de forma natural, manipulando-a ou alterando-a, sem ter de recorrer aos tradicionais teclado e rato», exemplifica Paulo Peixoto.


Mega-ecrã de computador


O modelo consiste num mega ecrã de computador, colocado na horizontal, sobre o qual os utilizadores interagem com o computador («tabletop display»). Prevê um complexo trabalho de aquisição de imagens dos utilizadores de forma a detectar e reconhecer um conjunto pré-definido de gestos das mãos.


No âmbito da investigação, a equipa foi ainda confrontada «com o desafio de desenvolver um novo método de reconhecimento de gestos das mãos e que resolveu duas das principais dificuldades sentidas em qualquer tarefa de reconhecimento de gestos: como determinar onde começa e acaba cada gesto, através da análise da trajectória contínua da mão, e como lidar com a variação espaço-temporal sentida sempre que os utilizadores executam o mesmo gesto várias vezes».


«À medida que os computadores se tornam cada vez mais omnipresentes no nosso dia a dia, torna-se necessário que a interacção homem-computador seja cada vez mais natural e intuitiva. O reconhecimento de gestos utilizando visão por computador surge como uma tecnologia importante neste contexto e tem recebido muita atenção por parte da comunidade científica nos últimos anos», salienta Paulo Peixoto.


O projecto da equipa do Instituto de Sistemas e Robótica é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.

Fonte da notícia: Portugal Diário

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sábado, 15 de dezembro de 2007

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Portugueses sentiriam mais falta da Internet do que da televisão

Estudo revela importância crescente da Internet e dos telemóveis em Portugal

Se algum dos meios de comunicação com que contactam diariamente desaparecesse, a maioria dos portugueses inquiridos num estudo de mercado sentiria mais falta da Internet e dos telemóveis do que da televisão, rádio ou jornais.

De acordo com o estudo A Day in the Life (um dia na vida), elaborado pela agência de meios Nova Expressão para a Columbus Media International e efectuado pela Netsonda, 98,1 por cento dos portugueses inquiridos sentiria falta da Internet (95,6 por cento sentiriam falta do telemóvel, 92,4 por cento da TV, 90,6 por cento da rádio e 86,8 por cento dos jornais). Os meios de comunicação menos importantes para o painel de 681 portugueses, todos utilizadores de Internet, são as consolas de jogos e os outdoors.

Confrontados com várias opções para descrever o confronto com o desaparecimento de meios de comunicação, que incluem também o cinema, as revistas e os leitores mp3, mais de metade dos inquiridos (53,6 por cento) não conseguiria mesmo imaginar a sua vida hoje sem a Internet. Só os telemóveis igualam a reacção mais extrema da gama de questões (que vai desde o “não conseguiria imaginar a minha vida sem” até ao “não me faria diferença nenhuma”), com 43,6 por cento dos inquiridos a assumir que não imagina viver sem telefone móvel.

O objectivo do estudo é saber mais sobre os hábitos de consumo de média dos portugueses, integrado num estudo mais alargado sobre o mesmo tema, que abrange os EUA, o Canadá, Reino Unido, Alemanha e Polónia e os Emirados Árabes Unidos. Os norte-americanos são, de longe, os que mais falta sentiriam dos meios de comunicação se fossem privados deles.

Nas conclusões gerais do estudo internacional da Columbus, Portugal destaca-se por ser o país cujos espectadores mais se queixam da violência excessiva na televisão (uma preocupação partilhada por 69 por cento dos inquiridos portugueses). De todo o painel, o Reino Unido é o país onde essa preocupação é menos significativa.

Os países que mais consomem televisão são Reino Unido e o EUA. Os seus espectadores passam em média, e respectivamente, 3,7 e 4,3 horas por dia frente ao televisor. Em Portugal, 71 por cento dos espectadores dizem que prestam tanta atenção à publicidade televisiva que passa nos canais temáticos do cabo quanto à dos canais generalistas. Mas 56 por cento dos portugueses ouvidos pela Netsonda admitem que tentam evitar ver anúncios na televisão, ao mesmo tempo que 57 por cento deles dizem prestar atenção à publicidade nos jornais.

Os principais destinos dos inquiridos portugueses que procuram entretenimento são a televisão e a Internet (76 e 58 por cento, respectivamente) e estes dois meios também lideram quando a busca é em torno de notícias (79 por cento TV e 56 por cento Internet). Os jornais servem como fonte de notícias para 55 por cento dos ouvidos.

A omnipresença da Internet na vida dos consumidores de média portugueses mantém-se de forma equilibrada durante toda a semana: 4h36 durante a semana, 4h04 ao fim-de-semana. A Internet serve sobretudo para usar o e-mail (98,2 por cento) e ler notícias (85,2 por cento).

Quanto à televisão, os inquiridos dedicam-lhe 2h43 diárias nos dias úteis e 3h46 diárias ao fim-de-semana. E passam 59m a ler jornais durante os dias úteis, dedicando ainda 48m às revistas, gastando 1h16 a ler jornais nos dias de fim-de-semana e 1h03 para as revistas ao sábado e domingo. Estes valores estão no mesmo nível dos despendidos pelos americanos, canadianos e britânicos na leitura de jornais diários. Quanto à Internet, os norte-americanos são os que mais horas passam na rede, gastando entre 5,3 horas e 6 horas diárias frente ao computador.

Fonte da notícia: PÚBLICO.PT

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Jorge Goncalves

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