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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Google Buzz

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Chama-se Google Buzz e promete baralhar as contas às principais redes sociais, nomeadamente ao Facebook, que tem vindo a ganhar adeptos nos últimos meses. A Google não ficou parada e lançou esta terça-feira uma nova ferramenta integrada no seu serviço do e-mail (o Gmail), que permitirá comentar e partilhar conteúdos online.


A vontade é organizar esta componente das redes sociais, que parecem o sector mais desorganizado da Internet, com conteúdo disperso por vários locais. Com o Buzz será possível congregar o e-mail, o twitter, o Picassa, o Flickr e o Google Reader, para além de ser possível partilhar vídeos e comentários com os amigos.


A Google quer fazer isto de forma muito simples. Mais simples até do que o Facebook, sendo que o serviço estará gradualmente disponível nas contas de Gmail em todo o mundo.


Uma componente importante é a utilização no telemóvel aproveitando os sistemas GPS. A Google pretende que o utilizador perceba o que está a acontecer nas redondezas e isso será possível através do Buzz. Basta instalar a aplicação (iPhone e Android) e escolher a opção «à minha volta» para ver o que todos os utilizadores do Buzz naquela área estão a partilhar com o mundo, como críticas de restaurantes ou até desabafos sobre o trânsito.


Fonte: IOL

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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Internet comemora 40 anos de existência

The Internet is commemorating its 40th birthday
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Esta quarta feira a Internet completa 40 anos desde o surgimento a 2 de Setembro de 1969 do projecto Arpanet, precursor da rede tal como hoje é conhecida. Desde então, a rede converteu-se num elemento essencial na vida profissional, e académica em todo o mundo.

Hoje em dia, o utilizador pode estar conectado ao correio electrónico e navegar pela rede mundial de computadores. Contudo, quando o projecto ARPANET surgiu, não existiam procedimentos ou sistemas que permitissem computadores diferentes a compartilhar informações.

Na década de 90, a Internet começava a tornar-se num elemento da vida quotidiana, ainda que o seu aparecimento massivo produziu até agora tarefas tão comuns como ler notícias num jornal, comprar bilhetes para concertos ou comprar uma viagem deixaram de ser um transtorno físico feitas apartir de casa. Apesar das inúmeras vantagens da internet, os seus utilizadores podem ser vítimas de fraude, contudo, o medo da burla ainda faz com que muitos prefiram realizar as suas tarefas nos devidos locais.

Ainda assim, a data do seu verdadeiro aparecimento tem gerado alguma controvérsia, pois não é consensual que o início da Internet coincida com esta primeira transferência de dados. Isto porque, por exemplo, o primeiro browser, denominado Mosaic, só surgiu em Abril de 1993.







Fonte: IOL Diário

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domingo, 8 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Os perigos da rede para as crianças e jovens

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A crescente disseminação de computadores por crianças e adolescentes portugueses, o solitário acesso à Internet sem controlo e a ignorância informática dos pais transformam o mundo virtual num espaço de navegação sem mapa nem bússola.

Portugal promoveu um «choque tecnológico» para massificar o uso de computadores, em especial entre os estudantes, mas a Internet enquanto mundo de descoberta para os jovens poderá vir a replicar-se em aventuras nefastas.

«Hoje em dia poderíamos dizer que o Magalhães poderia levar a informação aos miúdos», mas «só que há o outro lado das coisas» e os «pais não sabem exactamente das possibilidades reais destas ferramentas, nem dos potenciais perigos», declarou à Lusa Teresa Pessoa, docente da Faculdade de Psicologia de Coimbra.

«Não passa pela cabeça dos pais o que eles andam a fazer»

Para esta investigadora, em domínios relacionados com os impactos das novas tecnologias na educação, o bom uso da Internet poderia assemelhar-se ao que antigamente as bibliotecas itinerantes da Fundação Gulbenkian faziam, que era levar os livros e a informação às crianças e jovens das aldeias.

No entanto, «o que os pais sabem das novas tecnologias? Não lhes passa pela cabeça o que eles andam a fazer. A ideia que tenho é a de que os pais acreditam que é algo de bom e sobretudo que coloca os miúdos sentados em casa sossegados e não andam nos cafés e nos perigos reais que eles conhecem», observa.

Por seu turno, Armanda Matos, igualmente da Faculdade de Psicologia e estudiosa das questões de educação para os media explica que é possível comparar a Internet a «uma grande cidade, um espaço virtual com perigos semelhantes aos do real» e onde «encontramos todo o género de pessoas».
Avanço tecnológico «caiu que nem uma bomba»

Se antigamente era normal aconselharem-se os pais a terem o posto de acesso à Internet numa sala ou noutro local onde pudessem observar o filho a navegar, hoje esse conceito está ultrapassado, porque o uso de portáteis faz com que simultaneamente «o pai esteja a aceder à Internet na sala, a mãe na cozinha e o filho no quarto».

«Os pais devem ter conhecimento do que os filhos fazem na Internet e depois sensibilizá-los. O problema é que os pais não fazem a mínima ideia do que andam a fazer e eles não lhes dizem», afirmou o inspector da Polícia Judiciária Camilo de Oliveira.

Para o investigador criminal, que tem vindo a realizar acções de sensibilização sobre os perigos da Internet, os pais pensam que controlam a situação, mas o avanço tecnológico foi tal que «caiu que nem uma bomba».

O perigo dos crimes sexuais

Muitos pais pensam que a Internet é importante para os estudos e limitam-se a pagar a conta no final do mês, observa. Na sua perspectiva, «o pior erro» que os pais podem cometer é procurar policiar. Devem aproximar-se dos filhos e perceber o que andam a fazer, e depois sensibilizá-los. Idêntica tese é defendida pelas psicólogas Armanda Matos e Teresa Pessoa.

Camilo de Oliveira sustenta que os pais também não estão sensibilizados para os tipos de crimes sexuais que podem ser cometidos no espaço cibernético, pois associam-nos apenas às modalidades clássicas.

«Em muitos dos crimes cometidos não há contacto entre o agressor e a vítima», afirma, frisando que a maioria consiste em práticas de devassa de intimidade, exibição ou aliciamento para o envio de fotos, que acabam por não ser denunciados, embora no limite até possam levar ao rapto e sequestro.



Fonte da notícia: IOL Diário

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Jorge Goncalves

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