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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O iPad mágico do Steve Jobs

Steve Jobs' Magical iPad
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Apresentação do novo 'gadget' da Apple gera euforia na imprensa mundial.


A capa da revista The Economist não podia ser mais iconoclasta: Steve Jobs, iPad na mão, um sol radiante por detrás da cabeça e um jogo de palavras entre livro (que é o que é ou pretende ser parcialmente o novo equipamento digital) e o nome do presidente da Apple (Jobs, como Job, a figura bíblica) confundindo. Ou melhor, apurando a euforia que o El País, que pegou em capas de vários jornais do mundo - DN incluído -, transformou numa espécie de mandamento ("Amarás o iPad sobre todas as coisas").


Eis o lançamento do iPad, esse acontecimento global, diz o jornal espanhol, sublinhando que, bem ou mal, é um dos temas do momento na sociedade global de informação. E falar bem tem sido mais dominante que falar mal, como refere o artigo de duas páginas que o El País publicou ontem.


Para isso, o diário espanhol pegou em quatro dias de reacções à chegada do novo produto da Apple, que pretende ser a plataforma digital do futuro (ler livros, jornais, aceder às redes sociais, navegar na Internet, etc., etc.). E concluiu, lendo de enfiada análises, críticas e ensaios sobre o iPad, que o novo gadget de Steve Jobs está envolto numa nuvem sagrada.


Isto mesmo sabendo-se que o iPad tem levado algumas bordoadas, como a da revista Wired: "É um iPhone [telefone inteligente da Apple] gigante que não serve para fazer chamadas." Mas o tom geral, portanto, é mais de entronização. Como se pode aferir pela leitura que faz o jornal americano The New York Times: "Une o melhor da imprensa escrita e da digital."


Dê por onde der, no entanto, o iPad é tema central nos jornais do mundo, como se afere pelas primeiras páginas reproduzidas pelo El País. Entre as quais se distingue a do DN, que deu igualmente larga cobertura ao assunto do momento no mundo da tecnologia de informação digital.


Entretanto, a Fujitsu reclama os direitos sobre a propriedade comercial do iPad por distribuir um ecrã semelhante, ainda que com finalidade diferente, no mercado. Mais uma forma de falar no iPad, ou como o novo gadget tem por confirmar todo o seu potencial anunciado.


Fonte: DN

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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Biblioteca digital mundial em português

WORLD DIGITAL LIBRARY AVAILABLE IN PORTUGUESE
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A UNESCO reuniu 32 instituições mundiais e criou uma plataforma gratuita de internet que reúne documentos de bibliotecas e arquivos de todo o mundo. O projecto, que foi desenvolvido por uma equipa da biblioteca do congresso norte-americano, tem com objectivo aprofundar a singularidade das diferentes culturas num único projecto global, que está acessível em português.

Através do endereço
http://www.wdl.org/pt é possível aceder directamente ao site da Biblioteca Digital Mundial em português.

Depois basta clicar num dos continentes pretendidos. Se escolhermos, por exemplo, o continente europeu e procurarmos Portugal, vemos que os técnicos da UNESCO mostram mapas e gravuras muito antigas com datas que vão desde 1500 até quase 1900.

Um dos destaques vai para o mapa de Lisboa, depois do terramoto de 1755. A reconstrução da cidade pode ser vista neste mapa.

Um outro mapa, em aguarela e bico de pena do século XVI, faz parte de um Atlas da Madeira e dos Açores, onde é possível ver detalhadamente os diversos portos da ilha da Madeira.

A descrição de Portugal, por alturas de 1500 é incluído num outro mapa feito pelo cartógrafo que fez o primeiro mapa do país, mas mostra o Algarve no sudoeste da Península Ibérica.

Neste site podemos consultar documentos históricos, também um novo mapa que mostra as explorações espanholas e portuguesas com observações dos mais engenhosos geógrafos de Espanha e Portugal, que fazem as delícias dos que gostam de História.

Portugal tem direito a 13 arquivos históricos, Espanha por exemplo a três e Timor Leste a um arquivo. Trata-se de um livro, da autoria de Afonso de Castro, um capitão de infantaria do Exército Português que serviu como governador de Timor-Leste no período de 1859 a 1863, que pode ir analisado online e que é um dos primeiros estudos históricos desta antiga colónia Portuguesa.

Ao clicar no Reino Unido e Irlanda do Norte percebe-se que existem alguns documentos históricos que apresentam vídeos do curador.

É o exemplo do Resumo dos Direitos da América Britânica. Um panfleto, cópia pessoal de Thomas Jefferson, esboçado em 1774 como um conjunto de instruções para os delegados da Virgínia para o primeiro Congresso Continental.

Esta é uma biblioteca gratuita, disponíbvel para os utilizadores que queiram aceder a mapas, manuscritos, partituras, gravações, filmes, gravuras e imagens de fotografia e pintura dos cinco continentes.



Fonte: TSF

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domingo, 4 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Biblioteca digital Camões

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Cerca de mil e duzentos documentos da cultura portuguesa dos últimos cinco séculos vão estar disponíveis a partir do dia 8 na Biblioteca digital Camões, anunciou o Instituto Camões, noticia a agência Lusa.


A Biblioteca albergava já importantes documentos históricos, mas de acesso condicionado.


A partir do dia 8, passarão a estar acessíveis, sem restrições, cerca de 1500 testemunhos culturais, incluindo textos literários, pautas musicais, ensaios, poemas e estudos científicos.


Estarão igualmente disponíveis para consulta textos de grandes autores portugueses falecidos há mais de 70 anos (autores no domínio público).


Na óptica do Instituto, «esta nova ferramenta em linha revela-se de importância decisiva para uma comunidade linguística com mais de 220 milhões de falantes e também para um número crescente de pessoas que, em todo o mundo, se interessam pela cultura portuguesa e que pretendem estudar o português".


Argumenta ainda a instituição que «os dados conhecidos sobre a circulação do livro português nos PALOP (Países africanos de língua oficial portuguesa) reforçam a extrema necessidade de uma ferramenta com estas características que, em articulação com os centros culturais e centros de língua portuguesa, poderá potenciar em grande medida o acesso à cultura portuguesa escrita».


O Instituto Camões é um organismo autónomo do Ministério dos Negócios Estrangeiros.




Fonte da notícia: IOL Diário

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sábado, 27 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Igreja na era digital

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A Igreja procura um novo rosto digital e aposta na internet como um meio importante de evangelização. A ideia é chegar a todos, mesmo aos mais cépticos, mas sem descurar "a convivência real" que "é uma necessidade".


A Igreja "não pode viver fora da comunidade mediática", mas também não pode esquecer que "para se ser missionário tem de se estar presente, de outra forma não há missão". D. Manuel Clemente, bispo do Porto, está atento à crescente influência da internet no mundo, e sabe que um evangelho digitalizado "permite levar a mensagem a pessoas que não frequentam as nossas assembleias".


Para o presidente da Comissão Episcopal das Comunicações Sociais "a proposta cristã tem nos média uma oportunidade de chegar aos ouvintes menos afins". Um meio de evangelizar que não substitui "o relacionamento" entre as pessoas.


Intervindo nas Jornadas Nacionais da Comunicação Social, que ontem terminaram em Fátima, D- Manuel Clemente reafirmou que "o relacionamento pessoal é absolutamente necessário".
"Falar de comunidade mediática é forma de expressão, dada a falta de convivência real", sustentou o bispo do Porto admitindo que "hoje não podemos viver e conviver fora do mundo mediático".


Para o director do secretariado Nacional das Comunicações da Igreja Católica, António Rego, "a internet é um meio de aproximação à palavra de Deus", admitindo contudo que "a experiência no templo é sempre mais forte do que uma presença virtual".


Transformar em "linguagem de rua" as posições oficiais dos bispos foi o desafio lançado pelo bispo de Coimbra que admitiu a existência de "um excesso de linguagem teórica" nas mensagens transmitidas. D. Albino Cleto quer os católicos a "darem a cara" sem esperar as posições oficiais da hierarquia. "Nas questões da internet eu não falo. Há coisas que podem surgir de baixo e os bispos só dão a benção", frisou.


A necessidade de alterar a linguagem da Igreja foi defendida por Octávio Carmo, da agência Ecclesia que alertou para a urgência em superar o discurso "fatalista, de queixume e preconceito", alterando-o para uma linguagem "simples, directa, limpa" que seja compreensível por todos.


A criação de um "código moral na internet" foi outro dos assuntos em destaque neste encontro. Jorge Wemans, director da RTP2, admitiu dificuldades em saber quem regula, defendendo ser possível construir e propor um código de comportamento ético nos fornecedores de internet.
Lembrando que "policiar a internet é muito difícil", o responsável defendeu o respeito pela Lei que deve "agir de forma expedita contra os abusos", através de "uma acção rápida e coordenada". A internet "só por si não coloca questões que altere códigos deontológicos ou que mereça novas normas" por parte dos utilizadores, mas "agudiza a necessidade de ter consciência de normas deontológicas", sustentou.

Fonte da notícia: Jornal de Notícias

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Jorge Goncalves

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