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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Pizza Napolitana

Pizza from Naples
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A pizza napolitana é, finalmente, marca registada na Europa. A medida, reivindicada há 25 anos pelos italianos, obriga os restaurantes a seguir receita tradicional à risca, sendo que as imitações estão proibidas por lei.


A pizza tem de ter 35 cm de diâmetro no máximo, e tem de ser feita com queijo de leite de búfalo, manjericão fresco e no forno a lenha.



Fonte: IOL

Curiosidades sobre a pizza napolitana

A verdadeira pizza napolitana deve ser feita com farinha, fermento natural ou leveduras de cerveja, água e sal. A pizza napolitana deve ser trabalhada somente com as mãos ou por alguns misturadores devidamente aprovados.. Depois de descansar, a massa deve ser esticada com as mãos, sem o uso de rolo ou equipamento mecânico. Na hora de assar, a pizza deve ser colocada em forno a lenha (somente), a 485°C, sendo que sobre a superfície do forno não deve ser colocado nenhum outro utensílio.

Ingredientes para a Pizza Napolitana

4 xícaras de farinha de trigo.manjericão fresco. 50 gramas de fermento fleischmann.2 ovos.1 xíacara de leite.1 colher de sopa da manteiga.1 colher de sopa de banha.1 colherinha da açúcar.1 colherinha de sal.Molho: alho socado, cebola, tomates, extrato de tomate, orégano e pimenta do reino tudo no azeite.

Como preparar a Pizza Napolitana

Misture o leite com o fermento, depois bata os ovos inteiros e por último a manteiga, banha e farinha de trigo.Coloque para descançar por 40 minutos já com o recheio rega com azeite.Coloque para assar em tabuleiro untado levemente. Não esqueça umas folhas de manjericão fresco.

Fonte: Copacabanarunners

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O imperativo do combate à fome

The anti-hunger imperative
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São muitas as cimeiras previstas este ano, mas a Cimeira Mundial sobre a Segurança Alimentar merece uma especial atenção. Este encontro, que ontem começou em Roma e que termina amanhã, dará um impulso político imprescindível a três questões estreitamente interligadas que se incluem entre os principais desafios deste século: segurança alimentar, biodiversidade e alterações climáticas.


Estamos a fracassar colectivamente na luta contra a fome no mundo. Actualmente, mais de mil milhões de pessoas de todo o mundo carecem de comida suficiente para atenderem às suas necessidades nutricionais diárias e a situação nos países em desenvolvimento piora de dia para dia.
Esta situação é, antes de mais, um verdadeiro escândalo moral. Como é possível que, em pleno século XXI, quando o Homem já foi à lua e voltou, ainda não tenhamos sido capazes de alimentar todos os habitantes do nosso planeta? Os responsáveis políticos devem reconhecer, além disso, que a insegurança alimentar está associada aos persistentes efeitos da crise económica e às alterações climáticas em curso e que constitui uma ameaça real para a nossa sociedade no seu conjunto.
Sejamos justos: é verdade que os líderes mundiais reagiram a esta situação. Na recente cimeira do G-8 em L'Aquila, Itália, assumimos o firme compromisso de "actuar na escala e com a urgência necessárias para alcançar a segurança alimentar global" e comprometemo-nos colectivamente a desembolsar um total de 20 mil milhões de dólares ao longo de três anos.
Trata-se de um compromisso considerável, mas que poderá não ser suficiente - é preciso fazer ainda mais para aumentar a produção agrícola, para liberalizar o potencial comercial de maneira a reforçar a segurança alimentar e para gerir o crescente impacto das alterações climáticas sobre a agricultura.
Também a Comissão Europeia reagiu positivamente, ao libertar - através de diferentes instrumentos - meios financeiros destinados a promover a segurança alimentar. O "mecanismo alimentar" da União Europeia, adoptado no ano passado, mobiliza actualmente 2,5 mil milhões de dólares suplementares para ajudar a uma rápida resposta à escalada dos preços dos alimentos. E injectaremos mais 4 mil milhões de dólares nos próximos três anos para financiar actividades destinadas a ajudar os países a melhorarem a sua segurança alimentar e a adaptarem-se às alterações climáticas.
O aumento da dotação financeira destinada a combater, entre outros, os problemas de segurança alimentar, deveria ser um dos principais resultados dos programas financeiros vigorosamente apoiados pela UE com vista ao próximo evento crucial no calendário das cimeiras deste ano: a Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, a realizar em Copenhaga no próximo mês. Tanto as alterações dos padrões climáticos como a crescente magnitude e a frequência dos fenómenos climáticos extremos vão exigir investimentos substanciais se quisermos que os agricultores possam adaptar-se com êxito à nova situação.
Os mais pobres são os mais duramente afectados por estas alterações e as tendências globais dissimulam profundas disparidades regionais.Os pequenos agricultores, em particular nos países em desenvolvimento, serão as primeiras vítimas das alterações climáticas. Se não agirmos rapidamente, os 40 países mais pobres do mundo, principalmente na África Subsaariana e na América Latina, perderão até 2080 entre 10% e 20% da sua capacidade de produção de cereais de base devido à seca.
Mas as soluções para este problema estão ao nosso alcance. O impacto da biodiversidade não é muitas vezes, compreendido na sua plenitude, o que significa que também subavaliamos o seu contributo para lidarmos com os desafios globais. Quanto mais diversas são as formas de vida num determinado ecossistema, maior é a sua capacidade de reacção face à mudança.
Assim sendo, a biodiversidade pode actuar como uma "apólice de seguro" natural contra as alterações repentinas no meio ambiente e amortecer as perdas causadas por elas (assim como as que são causadas pelas pragas e doenças). A biodiversidade desempenha um papel essencial para uma produção alimentar de longo prazo fiável e estável. A fome que assolou a Irlanda no século XIX e a Etiópia no século XX demonstram claramente a vulnerabilidade das culturas não diversificadas às alterações ambientais e as consequências dramáticas dessa vulnerabilidade para a população.
A diversidade das culturas oferece igualmente importantes vantagens para o ecossistema. As variedades resistentes à seca e às inundações não só aumentam a produtividade como também podem evitar a erosão do solo e a desertificação. No Sul do Gana, por exemplo, os agricultores conseguiram reduzir o número de más colheitas resultantes do carácter variável e imprevisível das precipitações, através do cultivo de diferentes variedades de uma mesma espécie, resistentes à seca. Além disso, a diversificação das culturas reduziu a necessidade dos dispendiosos e pesticidas, que também são nocivos para o meio ambiente.
Por isso, estou convencido que convém apostar na biodiversidade para lutar contra as alterações climáticas e a insegurança alimentar e que temos de prestar mais atenção a este assunto.
Esta semana, no encontro de líderes em Roma, espero que consigamos definir unanimemente quais são as principais prioridades para combatermos a fome e a insegurança alimentar, e - mais particularmente - espero que cheguemos a acordo quanto à designação de uma autoridade encarregada de assessorar os governos e as instituições internacionais em matéria de segurança alimentar. Com efeito, precisamos nesta matéria de fazer aquilo que o Painel Intergovernamental das Nações Unidas fez em relação às alterações climáticas: um sistema de alerta vermelho para o planeta, baseado em constatações científicas. Comprometo-me, no início do meu novo mandato de cinco anos na Comissão Europeia, a continuar a fazer tudo o que me for possível para promover esse assunto crucial.
Mas mesmo as melhores e mais actualizadas políticas de financiamento continuarão a ser inúteis se os governos nos países em desenvolvimento não conseguirem traduzir os seus compromissos em dinheiro efectivo e em maiores investimentos no sector agrícola à escala mundial.
Deixemos, pois, que a Cimeira Mundial sobre Segurança Alimentar apresente uma prova palpável de um compromisso de todos os governos em prol de um objectivo comum: um mundo sem fome. A História não deixará de nos julgar desfavoravelmente se falharmos.

Texto da autoria de
José Manuel Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia.




Fonte: Jornal de Negócios

DADOS IMPORTANTES: 30 milhões de pessoas por ano morrem à fome. Em cada 3.6 segundos uma pessoa morre à fome e 75% são crianças.

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domingo, 9 de agosto de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Robôs cozinheiros no Japão

ROBOT COOKS IN JAPAN
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Em Nagoya, no Japão, já existem cozinheiros robôs. O atendimento é rápido e a comida é preparada e servida por robôs especialmente preparados para esse fim, noticia o site «LiveScience».


No restaurante FuA-Men - Fully Automated raMen (livremente traduzido para Lámen Totalmente Automatizado) é possível pedir as refeições através de um ecrã sensível ao toque, cuja informação vai directamente para os robôs que preparam, em alguns minutos um prato de lámen, refeição tradicional japonesa composta por macarrão com ervas e legumes temperados com carne de porco ou peixe de água-doce.


«Os benefícios na utilização de robôs como cozinheiros de lámen incluem a precisão no cozer do macarrão, movimentos precisos na adição de complementos e uma consistência no sabor e temperatura da sopa» afirmou Kenji Nagaya, presidente da fábrica de robôs «Aisei», numa nota publicada no site «Bigpond».


Os clientes garantem que, apesar destes robôs não serem em nada parecidos com humanos, não existem diferenças entre os pratos confeccionados pelos próprios e pelos chefes de cozinha, acrescenta o site «LiveScience».


Mas os robôs não são frios e «robóticos» como se pensa. Num vídeo publicado no Youtube é possível ver um deles a preparar os lámens, fazendo malabarismos com um prato, enquanto outro observa e exprime uma espécie de aplauso.


Fonte: IOL Diário

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domingo, 1 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Maus hábitos alimentares podem surgir na infância

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Os jovens podem desenvolver hábitos alimentares pouco saudáveis vários anos antes da adolescência. Um estudo publicado no “Journal of Nutrition Education and Behavior” sugere que esta mudança pode ocorrer quando as crianças passam da idade pré-escolar para a escolar.
Investigadores da Universidade do Tennessee, em Knoxville, e da Brown University Medical School, inquiriram as mães de 174 crianças, com idades entre os dois e os doze anos. As crianças estudadas foram divididas em dois grupos: dos dois aos cinco anos e dos seis aos 12 anos. O peso e a altura das crianças foram obtidas de registos médicos, enquanto os questionários sobre os hábitos alimentares e de actividade física foram preenchidos pelas mães.
Entre os dois grupos foram registadas diferenças alimentares e de exercício físico. As mães do grupo mais velho apontaram hábitos menos saudáveis que as outras: maior consumo de sal, doces e bebidas açucaradas, menos refeições em família, menos actividade física e mais horas em frente à televisão, especialmente aos fins-de-semana.
Mas o estudo, citado pelo “Medical News Today”, revelou que os hábitos das crianças mais jovens também não são os mais adequados. “Apesar de as crianças em idade pré-escolar terem hábitos alimentares mais saudáveis, de acordo com os pais, estas crianças cumprem apenas duas recomendações nutricionais: consumo diário de fruta e poucas gorduras. Todos os outros pais relataram padrões de alimentação e tempos livres que não correspondem às recomendações actuais”, escreveu Hollie A. Raynor, investigadores da Universidade do Tennessee e co-autora do estudo.
Dados estudos
Título: Parent-reported Eating and Leisure-time Activity Selection Patterns Related to Energy Balance in Preschool and School-aged Children.Publicação: “Journal of Nutrition Education and Behavior”, Volume 41, Janeiro/Fevereiro 2009.Autores: Hollie A. Raynor; Elissa Jelalian; Patrick M. Vivier; Chantelle N. Hart; Rena R. Wing.





Fonte da notícia: Peso & Medida (Público.pt)

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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dia Mundial da Alimentação

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Dia Mundial da Alimentação assinala-se esta quinta-feira


A crise económica pode ser um bom pretexto para comer mais barato e melhor e obter mais saúde através de desportos acessíveis, como andar a pé ou de bicicleta, defendeu esta quarta-feira a presidente da Associação Portuguesa de Nutricionistas (APN).


Alexandra Bento falava à Lusa a propósito do Dia Mundial da Alimentação, que se comemora quinta-feira e que será assinalado com rastreios gratuitos à obesidade em várias partes do país.


A nutricionista lembrou que a altura de «alguma crise em termos económicos» que se vive «pode e deve ser aproveitada para comer melhor e até mais barato».
«Muitas vezes, o que é mais barato até pode ser mais equilibrado em termos nutricionais», disse.


Alexandra Bento dá um exemplo «saudável e barato»: «Se levarmos uma peça de fruta e um pão preparado em casa, essa é uma opção economicamente e nutricionalmente mais acessível».


A especialista defende «bom senso nas escolhas» e «opções mais favoráveis em termos de preço».


Também ao nível do desgaste das energias que são ingeridas em excesso a APN apresenta uma solução económica.


«Uma inscrição no ginásio pode sair caro, mas se optarmos por um passeio a pé ou de bicicleta, com a família e amigos, não nos vai sair mais caro», disse.


Alexandra Bento deixa ainda algumas recomendações para uma alimentação saudável e equilibrada ao longo do dia, na qual não devem faltar as merendas, refeições ligeiras ao meio da manhã e ao meio da tarde.


«O que tem mais importância é olharmos para o nosso dia alimentar e ver em que locais e a que horas é que vamos colocar as nossas refeições e como elas devem ser compostas», concluiu.


Para assinalar o Dia Mundial da Alimentação, a APN vai proporcionar a avaliação do Índice de Massa Corporal e prestar aconselhamento nutricional em alguns hospitais, centros de saúde, autarquias e outras instituições.


A mensagem da APN é clara: «Está nas suas mãos mudar de atitude em relação ao excesso de peso!».


Em 2010 uma em cada dez crianças e em 2050 metade da população mundial será obesa, alerta a APN

Fonte da notícia: IOL Diário

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terça-feira, 19 de agosto de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Autoridades índianas pedem às pessoas que comam ratos

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As autoridades de Bihar, um dos estados mais pobres da Índia, estão a pedir tanto a ricos como a pobres que comecem a comer ratos para combater a crise alimentar. O Governo indiano incita mesmo à colocação da «iguaria» nos cardápios dos restaurantes, refere o site adn.es.

«Comer ratos servirá dois propósitos: impedirá que os ratos comam os grãos e simultaneamente elevará as reservas de arroz», afirmou Vijav Prakash, um responsável do departamento de assistência pública do Estado.

De acordo com as autoridades quase 50 por cento das reservas de grão na Índia são comidas por roedores tanto nos campos como nos armazéns. Jitan Ram Manjhi o ministro do Bem-Estar das Castas e Tribus de Bihar, assegurou que comer ratos é uma alternativa saudável ao arroz.

«Estamos a falar muito a sério quando perspectivamos implementar este projecto já que a crise alimentar está a crescer de dia para dia», afirmou Manjhi, que já comeu ratos. Em Bihar, rato é a comida dos «mushars», um grupo de classe inferior aos hindus, e dos estratos mais baixos da sociedade.

Fonte da notícia: IOL Diário

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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O mundo dos gastrossexuais

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Depois do metrossexuais, existem agora os homens que conquistam as mulheres através dos dotes culinários

Surgiu uma nova tendência no seio das tribos urbanas. Depois dos metrossexuais, caracterizados por homens que dão muito valor à aparência, surgem agora os gastrossexuais.


Os adeptos desta nova tendência são homens que adoram cozinhar pratos elaborados e usam as suas habilidades culinárias para encantarem e seduzirem mulheres. Jamie Oliver, o famoso cozinheiro britânico, funciona como inspiração para estes homens, noticia o Globo.


O conceito de gastrossexual foi elaborado pela Future Foundation, uma instituição inglesa que faz estudos de mercado. Segundo uma pesquisa recente, feita em Inglaterra, 48% dos entrevistados afirmaram que saber cozinhar torna as pessoas mais atraentes. 23% dos homens confessaram inclusive que cozinham com o intuito de seduzirem uma parceira. Segundo a mesma pesquisa, o número elevado de gastrossexuais aumentou devido ao número crescente de homens que vivem sozinhos. De acordo com o estudo, os homens passam cinco vezes mais tempo na cozinha hoje em dia do em 1961.


Os gastrossexuais têm entre 25 e 45 anos e não precisam de serem ricos. Segundo Luís Filipe Calmon, professor de gastronomia brasileiro, o segredo está na escolha dos ingredientes. «Acho que para cozinhar bem tem de se ter muito carinho e amor pelo o que se faz», garantiu.


No entanto, as mulheres que não se animem demasiado com esta nova tendência porque o entusiasmo que os gastrossexuais demonstram na cozinha não se reflecte nas outras tarefas domésticas.


As mulheres conquistam-se pelo estômago?


Paulo Fraqueiro, 37 anos, acha que sim. Segundo este advogado brasileiro foram os seus dotes na cozinha que conquistaram a sua companheira e também os sogros. «Ainda hoje falam da comida que eu fiz», afirma.


Segundo este gastrossexual confesso, fazer um jantar romântico é um prazer que suplanta a tradicional táctica de levar a companheira a jantar. «É muito bom pensar nos detalhes. Quando comemos em casa é mais privado, aconchegante e imprevisível», garante.

Fonte da notícia: IOL Diário

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terça-feira, 3 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Crise Alimentar cartoon

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Aquela que começou por ser uma conferência, sobretudo técnica, destinada a discutir os problemas da segurança alimentar, alterações climáticas e bioenergia, transformou-se, nos últimos meses, numa cimeira de alto nível, onde muitos líderes fizeram questão de marcar presença. O gatilho foi a crise alimentar mundial e agora as atenções convergem para Roma onde, de hoje a quinta-feira, se vai medir o pulso às vontades mundiais em alterar a situação.

Não se esperam grandes decisões deste encontro da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). Os observadores encaram-no como um primeiro grande debate que dará início às negociações sobre os passos necessários para fazer face à crise. Falar-se-á de medidas de curto prazo - como a ajuda humanitária - e de médio e longo prazo. Nestas últimas, contam-se as ajudas à produção agrícola nos países mais pobres e que terão de ascender, segundo a FAO, a 1100 milhões de euros.

Os países serão confrontados com um plano de acção apresentado por Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, mas os testes aos compromissos que irão assumir terão lugar mais à frente, primeiro no encontro do G8 (países mais industrializados) mas sobretudo nas negociações sobre Doha da Organização Mundial de Comércio. Já em Roma, Ban Ki-moon responsabilizou os governantes pela crise. "Renunciaram a tomar decisões difíceis e subavaliaram a necessidade de investir na agricultura. Hoje estamos literalmente a pagar o preço", acusou.

Apesar de ser um pontapé de saída, Roma não deixará de ter as suas polémicas. Que, aliás, já começaram. A confirmação de que os presidentes do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, e do Zimbabwe, Robert Mugabe, estarão presentes começou a dar que falar e partidos e associações de esquerda italianas já marcaram protestos.

Mas muitos outros chefes de Estado e de Governo prometeram estar presentes, desde o brasileiro Lula da Silva ao francês Nicolas Sarkozy, passando pelo espanhol José Luis Zapatero. De Portugal estará o ministro da Agricultura, Jaime Silva.

A crise alimentar, provocada pela escalada dos preços do petróleo e por aumentos da procura não acompanhados pela oferta, vai abafar as discussões sobre as alterações climáticas.

Os 193 países preparam-se para aprovar uma declaração onde prometem responder aos desafios. Mas, segundo a versão a que o PÚBLICO teve acesso, há muitas arestas a limar. Arestas inevitavelmente ligadas às questões políticas mais sensíveis: os subsídios dados aos agricultores dos países ricos, as restrições às importações e os biocombustíveis.

Fonte da notícia: Público

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Jorge Goncalves

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