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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O alicerce das coisas

THE FOUNDATION OF THINGS
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Cartoon animado 2 Animated cartoon 2

Será muito grave se deixámos que as estruturas injustas da sociedade convertam as estruturas da nossa consciência. Pelo contrário a força de uma consciência solidária pode transformar as estruturas sócio-económicas.

Perante a vida, é frequente serem adoptadas atitudes de consumidores, quando importava ser indagadores, mendigos permanentes de sentido. Um verdadeiro crente procura a face de Deus e continuamente a encontra no irmão à procura de vida mais abundante, com sede de justiça, com fome de pão, carente de compaixão, caído no isolamento, amargurado na solidão, aterrado no vício. Viver da fé é um processo livremente assumido de onde brotam: novidade de iniciativas, formas concretas de comunhão, serviço atento. A vida de cada ser humano é um projecto permanente de orientação e interpretação, mais fatigante em momentos de crise cultural, sem soluções mágicas. Todos somos convidados a interpretar e a construir a partir do que nos transmitiram, do que nos é oferecido já configurado. Importa, contudo, levá-lo por diante com criatividade de formas e meios.

O projecto vital depende do universo simbólico de cada civilização e cultura. Só a partir de um conjunto de significados, símbolos, esquemas interpretativos e representativos se justificam ou legitimam formas de vida, ideias e comportamentos sociais. A partir daqui grupos, instituições e indivíduos elaboram a sua visão do mundo, o sentido último global da vida, do mundo, da história, de Deus.

Sabemos da urgência de procurar soluções, mas será fundamental prestar muita atenção às razões que conduzem à falta da nossa qualidade de vida comunitária e à mediocridade da solidariedade social.

Quem trabalha a construir vida solidária não fala uma língua morta, um latim que não se entende. Quando criamos proximidade das situações dramáticas, recorremos à linguagem universal do amor, da ternura libertadora.

Importa não pretender regressar a formas de isolamento ou a mecanismos de defesa ou até de confrontação beligerante. A fidelidade à mensagem de Jesus exige formar comunidades que transmitam hoje a verdade da salvação e da felicidade. A comunhão com Deus e com todos os seres humanos, sobretudo com os mais atingidos e feridos, decorre do potencial da fé cristã. Assim os crentes testemunham que Deus não é indiferente ao mundo e que a vivência de um estilo de vida novo faz parte da difusão da Boa Nova de Jesus.



D. Carlos Azevedo, Bispo Auxiliar de Lisboa



Fonte: Correio da Manhã

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A verdade e a mentira

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Um psicólogo americano defende que todos seríamos mais felizes se só disséssemos a verdade. Sobreviria o mundo sem a mentira?

Para ser absolutamente honesto, arrependi-me de ter proposto este artigo no momento em que me sentei ao computador para começar a escrevê-lo. Esta é a história de um movimento chamado Honestidade Radical. Segundo o seu fundador, o psicoterapeuta americano Brad Blanton, de 66 anos, "todos seríamos mais felizes se deixássemos de mentir". Como a personagem de Jim Carrey no filme "O Mentiroso Compulsivo" deveríamos contar sempre a verdade, não apenas durante um dia mas por toda a vida. Isso implicaria abandonar mesmo aquelas mentiras mais pequenas e insignificantes, incluindo as "piedosas", as meias verdades que adoptamos para não ferir os egos daqueles com quem nos relacionamos.

No mundo da Honestidade Radical, eu não poderia mais esboçar um sorriso amarelo e desviar o assunto sempre que uns pais babados me perguntassem se o filho acabado de nascer, ainda roxo e enrugado, não era a criança mais bonita que já vi. Segundo Blanton, mesmo essas verdades reprimidas devem ser expressadas. "Se o pensas, afirma-o." Só assim se poderá abrir o caminho à verdadeira comunicação.
Sociedade admite 'pequenas mentirinhas'

O psicólogo Rui Manuel Carreteiro admite que, do ponto de vista clínico, a teoria tem alguma razão de ser. "A saúde mental só pactua com a verdade. Muitas vezes, a mentira, o delírio ou a negação parecem o melhor caminho, mas os resultados nem sempre são positivos." Carreteiro sublinha, contudo, que a sociedade está instaurada de forma a admitir, e até encorajar, as "pequenas mentirinhas" e que, por isso, há limites e formas de expressar a nossa honestidade. "Muitas vezes, a mentira seria desnecessária se tivéssemos a coragem e o bom senso de expressar a verdade com as devidas maneiras. Entre 'Essa saia fica-te horrível' e 'Fica-te mesmo bem', há espaço para uma sinceridade que nos tornaria mais fiéis, amigos e verdadeiros."

Blanton, claro está, discorda. Se uma amiga mais rechonchuda pergunta como lhe assenta o novo vestido, devemos ser frios como o Dr. House: "Faz-te parecer mais gorda." Se temos fantasias sexuais com a cunhada, devemos não só dizê-lo a ela como confessá-lo à nossa companheira. Teorias como estas talvez expliquem o porquê de este profeta da verdade ir já no quinto casamento (com uma hospedeira sueca 26 anos mais nova que ele) e partilhar detalhes da sua vida sexual como quem fala do que comeu ao almoço: "Dormi com mais de 500 mulheres e meia dúzia de homens. Tive vários trios. Num deles, havia uma prostituta hermafrodita", admitiu à revista "Esquire". Afirmações como esta ajudarão certamente a vender muitos livros, mas imagino como seria o mundo se triunfasse a Honestidade Radical. Resistiriam os casamentos e as amizades? Sobreviveriam os nossos egos? Aumentaria o desemprego? Mudariam os políticos de profissão? "Um mundo onde só existisse honestidade seria um lugar pior e não melhor", conclui Núria Blanco, uma tradutora de 29 anos. "Podemos escolher não contar às pessoas coisas que só as vão magoar. Há coisas que elas não precisam que lhes digam."

David Smith, psicólogo e autor de "Por que Mentimos" (versão brasileira), concorda. "Se todos fossem completamente honestos, seria o fim da sociedade humana", afirmou ao "Expresso" (ver entrevista nestas páginas). Já o dizia o poeta e humanista alemão Sebastian Brant há mais de meio milénio: "O mundo deseja ser enganado." Se assim não fosse, viveríamos provavelmente em pequenas guerras civis circunscritas ao nosso círculo de relações. "A verdade", defendia o psicólogo austríaco Alfred Adler, "é, muitas vezes, uma terrível arma de agressão. Usando-a, é possível mentir e até matar".
Mentira é usada para sobreviver

A verdade nua e crua é que todos mentimos, "todos os dias, a todas as horas, na alegria e na tristeza", como escreveu Mark Twain num ensaio sobre a arte de mentir. A maioria de nós não somos mentirosos compulsivos e patológicos como a personagem de Jim Carrey, mas todos soltamos aqui e ali pequenas mentiras para não ferir os sentimentos de alguém ou para fugir a uma situação que não desejamos. Afinal, a mentira e a dissimulação são tão naturais como a própria vida. Não se camuflam várias plantas e animais para conseguir alimento ou enganar os predadores? "Tal engano não se trata de um simples jogo: os animais cujos disfarces não funcionam, não sobrevivem", garante o psiquiatra Rui Coelho. Pois também o Homem, qual camaleão, usa a mentira para sobreviver em sociedade.

Já com o artigo pronto, recebi a resposta de Brad Blanton a duas perguntas que lhe havia colocado. Quis saber se a Honestidade Radical não poderia conduzir facilmente à crueldade radical e a um mundo com pequenas guerras civis a cada esquina. A sua resposta: "Faça a merda do seu trabalho de casa. Fez-me as mesmas perguntas superficiais e ignorantes de sempre. A resposta à pergunta um é Não e a resposta à pergunta 2 é Não. Faça o seu trabalho de casa com seriedade ou beije-me o cu." Que tal isto para Honestidade Radical?

Somos maus a detectar mentiras

David Smith, psiquiatra, autor de "Por que Mentimos" (ed. brasileira)

Por que mentimos? Os mentirosos habilidosos são frequentemente mais bem sucedidos na vida do que aqueles que mentem menos ou com menos eficácia. Os que são capazes de mentir melhor são geralmente mais populares, têm os melhores empregos e mais sucesso com o sexo oposto. Isto acontece porque são capazes de manipular as percepções dos outros sobre si.

Há quem se queixe de que a honestidade não faz muitos amigos. Porquê? A vida social assenta em grande parte na mentira e no engano. Uma pessoa honesta é, assim, mais facilmente marginalizada. Se as pessoas fossem completamente honestas, a sociedade humana acabaria. Imagine como seria o mundo se todos disséssemos o que estamos a pensar.

Como podemos detectar que uma pessoa está a mentir? Em geral, somos muito maus a detectar mentiras. A melhor forma de fazê-lo é ignorar o que a pessoa está a dizer e focarmo-nos nos sinais não verbais: o seu movimento e o tom da voz. Somos, contudo, melhores a detectar mentiras inconscientemente, do que quando tentamos fazê-lo com consciência. Devemos, por isso, confiar na nossa intuição.




Fonte da notícia: Expresso

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sábado, 6 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Felicidade é contagiosa

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Está confirmado. Um estudo científico comprova que a felicidade é contagiosa.
Num trabalho publicado esta sexta-feira pelo BMJ (British Medical Journal), investigadores americanos revelam ter acompanhado mais de 4700 pessoas em Framingham, Massachussetts, como parte de um estudo do coração de 1983 a 2003. Quando analisaram os dados relativos aos padrões de felicidade, constataram que as pessoas felizes passavam o seu estado para quem não conheciam pessoalmente e que essa felicidade transferida durava até um ano.
Segundo Nicholas Christakis, professor de sociologia da Universidade de Harvard, «a felicidade de cada um depende não apenas das suas próprias acções e pensamentos, mas também das praticadas por pessoas que não conhece».
No quesitonário foi pedido às pessoas para medirem a sua felicidade e encontraram grupos distintos de felizes e infelizes que eram muito maiores do que seria esperado pelo simples acaso. A felicidade teve três ciclos: amigos de amigos de amigos.
Pessoas felizes tinham a tendência de ser o centro de redes sociais e tinham muitos amigos que também eram felizes. Ter amigos ou família que vivam por perto aumentava as hipóteses de felicidade. Cônjuges felizes também ajudavam, mas não tanto quanto amigos do mesmo sexo. Nenhum efeito foi comprovado entre colegas de trabalho.
Porque o estudo foi feito apenas numa comunidade, são necessárias mais pesquisas para confirmar a tendência.





Fonte da notícia: IOL Diário

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terça-feira, 8 de abril de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Fórmula da Felicidade: saúde, amor e dinheiro

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As pessoas mais felizes vivem em família, sem preocupações económicas e são jovens adultos. Estas são as principais conclusões retiradas de um estudo desenvolvido pela Millward Brown para a Coca-Cola Company e que tem como objectivo medir a felicidade junto da população residente em Espanha .

A Millward Brown efectuou 3 mil entrevistas em território espanhol, junto de pessoas entre os 16 e os 65 anos de idade. Dos inquiridos, cerca de 18,8 por cento afirmam ser muito felizes e 33,9 por cento estão satisfeitos com a vida. Apenas 5,7 e 1,3 por cento revelam viver insatisfeitos ou muito insatisfeitos, respectivamente.
Os jovens são mais felizes, cerca de 26 por cento das pessoas entre os 26 e 35 anos consideram-se muito felizes.

O estudo teve em conta dimensões psicológicas e sociais, incluindo inúmeras variáveis que influenciam a felicidade como a família, a saúde, o trabalho, o lazer, o sexo e a religião entre outros.

Conclui-se que a felicidade não tem género e que o facto de ter uma relação é um claro indicador do nível de felicidade de uma pessoa. Cerca de 82,7 por cento dos entrevistados que se declaram muito felizes não são solteiros.

No entanto, o estudo conclui que também depende da relação que se tem com a companheira/o. É mais feliz quem possui um compromisso sólido e duradouro com uma actividade sexual satisfatória e o facto de ser regular.

Segundo o inquérito, é factor de felicidade partilhar a vida com alguém. Viver acompanhado torna as pessoas mais felizes mas o contrário também se aplica, 14,5 por cento dos que se declaram pouco felizes, vivem sós.

Para 37 por cento dos inquiridos, a saúde é o mais importante seguido do amor (32%). O dinheiro também tem o seu papel, 17 por cento dos espanhóis considera que ter dinheiro é essencial para se ser feliz.

O apoio incondicional dos pais determina o bem-estar. Cerca de 89,7 por cento dos inquiridos que se consideram muito felizes sabem que podem contar com os seus pais para qualquer circunstância. Quem considera que os pais estiveram presentes na sua infância revelam-se mais felizes.

Ter amigos e ser sociável são outros factores da felicidade. 81,3 por cento dos que se dizem felizes considera que tem facilidade para se integrar em qualquer grupo.

Fonte da notícia: SOL, Sapo notícias
Nota Pessoal:
Ora, aí está um assunto que nos interessa a todos. Todos nós queremos ser felizes. Mas será que a verdadeira felicidade está ao alcance de todos? Será que neste mundo todos temos acesso e oportunidade para atingir esse grau de felicidade?
Julgo que a resposta é negativa. Digo isto por aquilo que se está a passar, por exemplo, no Iraque, no Afeganistão, na Faixa de Gaza etc. Como podem essas pessoas serem felizes, mergulhadas todos os dias na violência e na guerra? Como podem, por exemplo, os pobres de África serem felizes se nem sequer têm água para beber?

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Jorge Goncalves

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