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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

domingo, 10 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Peregrinos de Fátima

FATIMA PILGRIMS
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Peregrinos de Fátima caminham na beira da estrada à mercê da violência dos condutores e sem quaisquer condições de segurança. Confiam uns nos outros e na sua fé para não se perderem durante o caminho.


Estão quase sozinhos os peregrinos. Confiam uns nos outros, pedindo para que o grupo a que pertencem não os abandone, caso falhem as forças.


São milhares e percorrem quilómetros na beira da estrada, de noite e de dia, a engolir o pó levantado pela violência de condutores. Querem chegar a Fátima. Ao Santuário. À casa de Nossa Senhora. Entre as localidades não se vê um caixote do lixo e muito menos um polícia. O caminho é duro e longo. A luta contra o sol, a chuva ou contra o sono é terrível. Não se podem perder. Movem-se pela sua fé.


Só ontem e hoje, Fernando Pirata, 48 anos e líder de um grupo de 30, já leva quase 60 quilómetros no corpo e diz-nos que é sempre assim: "A fé e a ausência de segurança. De um lado, os caminhos de Deus; do outro, os do diabo". Fala quem sabe, afinal, este homem faz este mesmo percurso há 13 anos, desde que nessa altura decidiu acompanhar uma irmã ao Santuário.
Encontrou nessa primeira caminhada a sua missão: ajudar os peregrinos. "Continuem, continuem, que eu tenho que ir acompanhar a senhora Maria", diz-nos. A senhora Maria, de passo curto, fica sucessivamente para trás. Foi abandonada pelo anterior grupo e foi o de Fernando Pirata que a resgatou. Estava só e perdida.


Ao seu lado vão passando dezenas de pessoas de outros grupos. Fracos chinelos nos pés, cobertos com pensos higiénicos, um chapéu e o telemóvel para se falar à família. Todos dizem ao que vão. "Olhe menina, o meu nome é Laura e venho pagar uma promessa. A gente promete e tem que cumprir, não é?". Ao lado, passa uma senhora com um adesivo na boca, põe o dedo em riste para avisar que vai em silêncio.


As bolhas nos pés


Muitos já cambaleiam. As bolhas nos pés são a grande ameaça. Que o diga Cristina que só vai ver as suas tratadas depois do almoço, em Albergaria-a-Velha, para onde ainda faltam oito quilómetros. É Fernando Pirata quem a trata. Lava-lhe os pés, desinfecta-os, massaja-os, rebenta-lhe as bolhas, protegendo-as com compressas. Assim faz a todos os peregrinos do seu grupo e a todos os outros que precisam.


Ele próprio precisará mais tarde. Precisamente daqui a quatro dias. É que Fernando Pirata faz de pés descalços os últimos 20 quilómetros antes de chegar ao Santuário. O asfalto escaldará.


Andará três meses a tirar alcatrão dos pés, mas fá-lo. Não para pagar promessa, não para pedir nada, apenas porque sim, para caminhar, "para ter um tempo de silêncio". É uma missão que leva ao pormenor.


Regras para evitar acidentes


O seu grupo, por exemplo, caminha de noite e de manhã, para evitar o sol e as horas de maior trânsito. E depois há regras. A primeira é que ninguém pode, em circunstância alguma, atravessar a estrada. "Julgam que ainda podem correr, mas a verdade é que o corpo já não tem forças para isso. O risco de atropelamento é muito grande", explica.


Tudo isto faz e planeia para "recarregar baterias. Para ajudar os peregrinos e todos os que necessitam. Muitos são abandonados pelos grupos. Há poucas instituições de apoio. Não há polícia, não há segurança". "Para mim é uma missão. É uma forma de agradecer a vida", pormenoriza.


O mesmo pensa António Santos, de 34 anos, membro do grupo de Fernando Pirata. Garante que "não trocaria uma peregrinação a Fátima por nenhuma outra viagem do Mundo" e acrescenta que "enquanto se caminha, encontram-se as respostas para todas as perguntas que nos assaltam durante o ano". Vai a Fátima "só para caminhar, só para agradecer". E agradecer o quê? "Estar vivo".


Ao lado, a fumar um cigarrinho numa pausa merecida, após 23 quilómetros só nesta manhã, está Miguel Nora, de 34 anos e membro da mesma equipa. Garante que também não vai pedir nada, "apenas agradecer, já que em casa, na confusão dos dias, nem sempre dá para o fazer". "Este é um tempo só para pensar", reitera.


E são muitos os que na mesma pausa merecida - acompanhada de um almoço generosamente oferecido pelo senhor José e pela dona Maria da Purificação, da Padaria Central de Albergaria-a-Velha - revelam que não foram pedir nada à Nossa Senhora. Apenas agradecer. E sentir o ambiente "indescritível" do Santuário.


Mas são muitos também os que vão pagar promessa. Como dizia a senhora Laura que encontramos na estrada há uns oito quilómetros, "se a gente promete, a gente tem que cumprir". E assim prometeu Fernanda Mendes, de 59 anos. Bem disposta durante toda a caminhada deste dia, conta que a razão da sua ida a Fátima tem que ver com uma promessa que fez relativa à saúde de uma familiar muito querida. Mas ressalva: "Independentemente do que possa vir a acontecer, eu virei sempre". Há dois dias, antes da caminhada começar, Fernanda estava alegre, motivada. Dois dias depois continua com força. Custa-lhe apenas "a luta contra o sono".


Vencer os limites do corpo


O mesmo com a sua filha Sónia, de 34 anos, que chega a adormecer por breves instantes enquanto caminha. Mas não lhe passa pela cabeça deixar de continuar. "Eu era daquelas pessoas que pensava que jamais faria uma peregrinação. Até que um dia, por causa desta nossa familiar, pensei em vir. Andei meses a pensar nisso até que decidi. Agora sou incapaz de não vir", revela.


A peregrinação faz-se, afinal, de persistência. De resistência. Que o diga o senhor Luís, o mais crescido do grupo, que, com 72 anos e as pernas muito tortas, recusa ajuda para caminhar e sobe heroicamente a íngreme ladeira que vai dar às Diocesanas que os albergarão esta noite. A mesma força de espírito tem um outro membro do grupo que fica retirado enquanto os restantes vão almoçar. Está a pão e água. E hoje ainda só estamos em Albergaria-a-Velha, falta a Mealhada, Coimbra, Pombal e Fátima, que é como quem diz: faltam quatro dias.


Ao lado do grupo, num esforço hercúleo está José Paulo, o condutor da carrinha de apoio. Anda de carro, mas o seu esforço não é menor. Faz inúmeras viagens de trás para a frente para ver se está tudo bem, para verificar se algum peregrino teve um percalço. José Paulo carrega com as malas, com a água, com a fruta. E o mais difícil é não adormecer ao volante. " Estou desempregado e assim faço alguma coisa de útil", atira sem rodeios. Só nesta manhã, até à chegada a Albergaria-a-Velha, deve ter feito mais de 300 quilómetros.


Fernando Pirata não aceitaria falhas. Não fosse ele o homem dos pormenores, tais como guardar numa saquinha bordada todos os pedidos à Nossa Senhora, que vai recolhendo na beira da estrada. Para entregar depois na capela das Aparições, onde já entrará com os pés em sangue. Comove? Comove. Porquê isto? Porque sim. A fé é de cada um e, como traduz um peregrino, "não se vê, sente-se, mas não se explica".



Fonte: Jornal de Notícias

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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Visita do Papa ao Médio Oriente

POPE'S VISIT TO THE MIDDLE EAST
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A História repete-se? Quando o Papa Bento XVI aterrar hoje às 14h30 (menos duas horas em Lisboa) em Amã, estará a seguir os passos do seu antecessor, quando visitou a Jordânia, Israel e a Palestina em Março de 2000. Hoje, tal como há nove anos, a viagem é apresentada como uma peregrinação aos lugares da fé cristã, em busca da paz para o Médio Oriente. "Vou como peregrino da paz", disse Bento XVI no sábado passado. Em 2009, tal como em 2000, a Santa Sé diz que esta é a viagem "mais esperada" pelo Papa.

E é também a mais arriscada. O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, dizia na segunda-feira que esta é a mais complexa e comprometedora viagem deste Papa. Por isso reflecte um "acto de coragem" de Bento XVI. Mas o Papa, ainda que vá corresponder a muitos desejos, não poderá satisfazer as expectativas que muitos outros nele depositam. Um exemplo: há cristãos palestinianos que queriam que ele fosse ver a destruição de Gaza, depois da operação militar israelita de Dezembro e Janeiro. No que aos Territórios Palestinianos diz respeito, Bento XVI ficará pela visita a Belém.

Esta não será apenas uma reedição física da "peregrinação pela paz" de João Paulo II. O rabino David Rosen, presidente do Comité Judeu Internacional para as Consultas Inter-religiosas, escrevia há duas semanas, no L'Osservatore Romano, o jornal do Vaticano, que Bento XVI percorrerá os passos do seu antecessor, "seja literalmente, seja em sentido figurado".

Ligações perigosas

A frase aponta para questões bem concretas, mesmo se Rosen se centra apenas na aproximação entre Vaticano e judeus. Em pano de fundo, está a vontade de todos de que a viagem de Bento XVI contribua para a pacificação de uma das mais martirizadas regiões do globo. Mas entre a finalidade religiosa com que a visita é apresentada e o alcance político que ela sempre terá, vai uma grande distância - e algumas ligações perigosas.

Nestes oito dias (até sexta-feira, 15), o Papa terá que fazer um exercício de equilíbrio para corresponder aos desejos dos palestinianos de apoiar a reivindicação de um Estado completamente autónomo. E para não defraudar o desejo israelita de intensificar a aproximação com o Vaticano e, com ela, uma maior aceitação internacional do Estado de Israel - as negociações com a Santa Sé sobre o estatuto da Igreja Católica em Israel arrastam-se há anos e só nos últimos meses os protagonistas falam de pequenos progressos.

E Bento XVI não deixará de insistir num facto que o preocupa: o êxodo dos cristãos do Médio Oriente. Em quatro décadas, só em Israel e na Palestina, eles passaram de vinte para dois por cento numa população de nove milhões.

Uma nova situação

As diferenças em relação há nove anos são significativas: quando João Paulo II visitou a região, o processo de paz ainda fazia progressos. Agora, já aconteceu a Segunda Intifada palestiniana, depois de Ariel Sharon ter ido ao Monte do Templo (Pátio das Mesquitas, para os árabes), em Setembro de 2000. Israel construiu o muro que, em muitos casos, cerca literalmente os palestinianos. Estes dividiram-se em duas autoridades de facto - com o Hamas a mandar em Gaza e a histórica OLP (Organização de Libertação da Palestina) confinada à Cisjordânia.

Há mais: no âmbito religioso, registou-se a polémica à volta do discurso do Papa em Ratisbona (Alemanha), em Setembro de 2006, quando uma citação sobre Maomé incendiou os ânimos de muitos muçulmanos. E, nos últimos meses, o levantamento da excomunhão a quatro bispos integristas - um dos quais negacionista - exaltou muitos judeus. Os ânimos acalmaram, mas os efeitos de ambas as polémicas podem diminuir a força de algumas das afirmações que Bento XVI venha a fazer.

Em termos políticos, para muitos, o processo de paz jaz morto e arrefece, pelo menos para já. E um Estado autónomo palestiniano é cada vez mais uma miragem. Não só pela situação política criada internamente entre Hamas e a Autoridade Palestiniana, mas também pela construção do muro que reduz os Territórios Autónomos a uma manta de retalhos a que dificilmente se poderá vir a chamar Estado.

A acrescentar a tudo isto, Lombardi situava outros factores: o novo Governo de Israel, liderado por Benjamim Netanyahu, é adepto da força com os palestinianos; as eleições palestinianas (ou aquilo que se possa assemelhar a isso) estão adiadas por causa da divisão interna; as tensões provocadas pelo Irão prosseguem; e, nos Estados Unidos, o Presidente Barack Obama tenta colar os cacos deixados pelo seu antecessor também no que ao Médio Oriente diz respeito, tentando abrir caminho de novo à negociação.

Esforço pela paz

Segunda-feira, já em Jerusalém, a visita ao Yad Vashem, o memorial do Holocausto, e um encontro inter-religioso marcam o início da visita a Israel. No dia seguinte, Bento XVI repetirá o gesto de João Paulo II, rezando no Muro das Lamentações. Quarta-feira, é o dia dedicado a Belém, com uma missa junto da Igreja da Natividade e uma visita a um campo de refugiados palestinianos. Na quinta, será a vez de uma missa em Nazaré e sexta fica guardada para a Igreja do Santo Sepulcro e o encontro com líderes cristãos.

Prometida está uma saudação ao Papa, escrita por 100 rabinos judeus e publicada no jornal Ha'aretz. E a Fundação Raoul Wallenberg, que promove a memória dos salvadores do Holocausto, decidiu lançar uma campanha a coincidir com a visita de Bento XVI: a de procurar testemunhos de católicos que tenham ajudado a salvar judeus durante a II Guerra Mundial.

Quarta-feira, na audiência-geral, o Papa exprimiu o seu sentir mais profundo: "Quero, antes de tudo, visitar os lugares que a vida de Jesus tornou santos. (...) Peço [aos católicos da região] que se unam a mim, para rezar para que esta visita dê um fruto abundante para a vida espiritual e civil dos habitantes da Terra Santa. (...) Oxalá sigamos com decisão os nossos desejos e os nossos esforços pela paz".




Fonte: Público.pt

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terça-feira, 31 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Barack Obama viaja para a Europa

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, partiu hoje para a primeira viagem internacional da sua presidência, com destino à Europa, onde participará em reuniões cruciais sobre a crise económica e com aliados militares da NATO.

Depois de ter passado os dois primeiros meses de mandato na Casa Branca tentando salvar a economia norte-americana, Obama faz a sua primeira grande viagem presidencial, com o objectivo de tentar desempenhar um papel vital na luta contra a recessão e convencer os aliados sobre a sua nova estratégia para o Afeganistão.

Obama desembarcará primeiro em Londres, para a reunião de quinta- feira do G20, antes de seguir para a França e Alemanha para uma reunião da NATO por ocasião dos 60 anos da aliança.

Em seguida desloca-se a Praga, para participar nas reuniões Estados Unidos- União Europeia, seguindo depois para a Turquia.



Fonte: DinheiroDigital Sapo

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Charles Darwin: Fundador da biologia moderna

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Charles Darwin, de que se comemora este ano o bicentenário do nascimento, revolucionou a percepção da vida na Terra e fundou a biologia moderna ao defender que todas as espécies descendem de um antepassado comum.

Essa teoria da evolução está exposta no seu livro fundamental, "A Origem das Espécies", de que se celebra também em 2009 os 150 anos da sua publicação.

Nascido a 12 de Fevereiro de 1809 em Shrewsbury, Inglaterra, numa família abastada, foi pressionado pelo pai, Robert Darwin, médico, a enveredar pela mesma carreira, embora tendesse mais a seguir o exemplo do avô, Erasmus Darwin, um conceituado naturalista no seu tempo.

Dava pouca atenção às aulas, era traquinas e preferia observar a Natureza, caçar e coleccionar insectos. É dessa altura uma frase do pai que ele recorda na sua autobiografia: "Só gostas de cães, de andar aos tiros e de apanhar ratos, vais ser uma desgraça para ti próprio e para toda a tua família".

Em 1825 começa a estudar Medicina em Edimburgo, mas as aulas aborrecem-no e uma operação a uma criança sem anestesia, como então era comum, causa-lhe horror e leva-o a desistir passados dois anos.

O pai manda-o então estudar Teologia na Universidade de Cambridge, para fazer dele um sacerdote. É então que conhece John S. Henslow, um dos professores mais populares e revolucionários da época, que se tornou seu mentor e amigo, e foi determinante para a sua carreira de cientista.

Foi ele que o recomendou a Robert FitzRoy, capitão do "HMS Beagle", que procurava um companheiro para uma expedição cartográfica de dois anos à volta do mundo.

O Beagle zarpa em 1831, levando a bordo Darwin então com 22 anos. A viagem acaba por durar cinco anos e, por motivos circunstanciais, começa e acaba em território português, já que a primeira escala foi na ilha de São Vicente, em Cabo Verde, hoje um país independente, e a última na ilha Terceira, nos Açores.

Grande parte da expedição passa-se ao longo das costas da América do Sul, com escalas principais no Brasil, nas Galápagos, Taiti, Nova Zelândia, Austrália, África do Sul e novamente Brasil, antes de regressar a Inglaterra.

Apesar dos seus enjoos no mar, Darwin viria a escrever entusiasmado que "a viagem do Beagle foi de longe o acontecimento mais importante" da sua vida.

Redige numerosas observações e colecciona tanto calhaus como espécimes da fauna e da flora que vai encontrando, para depois do regresso, em 1836, se dedicar à escrita e publicar em 1839 "A Viagem do Beagle".

As observações feitas durante a viagem persuadem-no pouco a pouco de que as espécies sofrem uma constante evolução, o que viria a constituir o cerne da sua teoria.

Preocupado com problemas de saúde que o afectaram durante toda a vida, pensa em casar-se e considera longamente os prós ("companhia permanente", "uma mulher simpática num sofá", "a mulher, esse espécime tão interessante" ou "melhor que um cão de qualquer modo") e os contras ("terrível perda de tempo"), com os primeiros a prevalecer.

Casa-se em 1839 com a prima Emma Wedgood, com quem terá dez filhos, e instala numa quinta em Downe, 30 quilómetros a norte de Londres, onde passa os últimos 40 anos da sua vida a estudar, a escrever, a fazer experiências e a corresponder-se com cientistas do mundo inteiro.

São conhecidas mais de 25 mil cartas de e para Darwin, algumas das quais com o naturalista açoriano Francisco Arruda Furtado.

Após longa reflexão, e só 23 anos depois da viagem do Beagle, Darwin decide publicar "A Origem das Espécies", mas só depois de receber uma carta de outro naturalista, Alfred Russel Wallace, com ideias semelhantes às suas.

As teorias dos homens serão então publicadas ao mesmo tempo, numa reunião científica, e a primeira versão da sua obra principal surge finalmente em 24 de Novembro de 1859. Aí apresenta exemplos, argumentos e factos que organiza de forma sistemática para sugerir a existência de linhas evolutivas de todas as espécies e da existência de ancestrais comuns a todas.

O livro, que esgotou em poucos dias, alcançou um sucesso imediato, mas desencadeia vivas reacções das autoridades religiosas, que vêem nas suas ideias uma contestação da doutrina cristã da criação do mundo.

O debate viria a subir de tom com "A Descendência do homem e Selecção em relação ao sexo", onde Darwin demonstra em 1871 que o homem e o macaco descendem de um mesmo antepassado comum.

Além destes, publicou dezenas de livros e centenas de manuscritos sobre tudo o que observava e conseguia explicar.

"Considerando agora com que brutalidade fui atacado pelos ortodoxos, parece-me grotesco que tenha tido a intenção de ser pastor", ironiza na sua biografia.

Darwin morreu em 19 de Abril de 1882 aos 73 anos. Está enterrado na abadia de Westminster, em Londres, onde repousam também os restos mortais do físico Isaac Newton.

Nos últimos 150 anos, o pensamento darwinista foi completado com a contribuição da genética e mais recentemente através do novo desenvolvimento da biologia evolutiva.



Fonte: Sapo/ Lusa

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terça-feira, 23 de setembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Viagem à Lua "a maior mentira e fraude do século XX"

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A "viagem" dos norte-americanos à Lua em 1969 foi uma das maiores mentiras do século XX. Inúmeras evidências provam que realmente tudo não passou de uma enorme farsa.

A mentira da Lua é apenas uma das muitas mentiras da "máfia belicista" do Pentágono e um show televisivo que, até hoje, inventa a realidade, de acordo com seus próprios interesses. Existem várias provas e imagens que mostram que o homem nunca caminhou sobre a lua.

Na minha opinião e na de tantos outros e ainda segundo as muitas provas que já foram apresentadas, esta não é de forma alguma a única farsa. Existem muitas mais como, por exemplo, a queda das Torres Gêmeas que, segundo a versão oficial dos EUA, terá sido levada a cabo pelos árabes.

Agora acreditem no que quizerem mas não se deixem enganar!

Já o Adolfo Hitler dizia "quanto maior for a mentira mais o mundo acredita nela".

Clique na seta para ver o vídeo





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sábado, 12 de julho de 2008

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Papa de visita à Austrália

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O Papa Bento XVI inicia, este sábado, uma deslocação à Austrália, a maior viagem que já realizou pelo Mundo, para participar na XXIII Jornada Mundial da Juventude, que prevê reunir na cidade de Sidney mais de 200 mil jovens de 77 países.

Durante esta nona viagem internacional do Papa, que começa sábado mas cujo programa oficial decorre entre 17 e 21 de Julho, Bento XVI tem agendado um encontro ecuménico, uma vigília com milhares de jovens e uma missa no Hipódromo de Sidney.

Bento XVI, já com 81 anos, seguirá para uma casa de repouso que a Opus Dei tem na zona Norte de Sidney, onde descansará durante três dias, antes de iniciar a sua visita oficial ao país. Só quinta-feira é que entrará em funções mostrando-se aos jovens de barco, tal como fez, há três anos, na Jornada da Juventude de Colónia, na Alemanha.

Para além dos arborigenes, deverá estar na ponta dos discursos de Bento XVI a saga dos padres pedófilos, abundantes também na Austrália.

Apesar do número de católicos já ter ultrapassado o de anglicanos na Austrália, o Papa vai receber durante a visita, como é habitual, representantes de várias religiões.

No sábado, Bento XVI oficiará uma vigília de oração com as dezenas de milhar de jovens, considerado o acto mais importante da visita, conjuntamente com a missa campal de domingo, da Jornada Mundial da Juventude, onde se esperam 200 mil jovens.

Depois desta visita, em Setembro, Bento XVI viajará até França, a propósito das comemorações dos 150 anos das aparições em Lourdes.

Fonte da notícia: TSF

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domingo, 13 de abril de 2008

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Mário de Cales vai de mota para a China para ver Jogos Olímpicos

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Viagem solitária de 30 mil quilómetros para ver os Jogos Olímpicos

Mário de Cales, 40 anos, partiu, hoje, de Lisboa, numa scooter em direcção à China, uma viagem de 30 mil quilómetros. Onze países europeus e oito do Médio Oriente fazem parte do percurso cujo objectivo é ir aos Jogos Olímpicos, mas também passar no Euro 2008 e conhecer o Dalai Lama.

Na hora da partida foram muitos os amigos e curiosos que quiseram acompanhar Mário Cales nesta "loucura". "Isto é a loucura de querer sentir a vida e de procurar cada vez que se acorda ter motivo para dizer que a vida é bela", disse o aventureiro à SIC.

Mário Cales, mestre de reiki, fotógrafo freelancer e amante de motos, vai também animado da ideia de fraternidade. Até chegar a Pequim, para assitir aos Jogos Olímpicos, pretende parar na Suíça, para ver Portugal no Euro 2008, e conhecer o Dalai Lama, líder espiritual do Tibete.

"Eu não sou ninguém, mas se pudesse levava o Dalai Lama para falar com o Presidente chinês ou vice-versa", disse.

A questão política é a que menos importa a Mário Cales, porque na bagagem leva coragem, muita alegria de viver e algum dinheiro, no caso cinco mil euros. "Sou o meu principal patrocinador porque vendi tudo o que tinha".

Pelo caminho, Mário Cales espera angariar novos apoios e tem já previsto um livro, com as memórias desta viagem, e a venda de algumas das fotografias que for recolhendo no caminho.

Fonte da notícia: SIC Online

Nota Pessoal:

Tenho de admitir que é uma extraordinária iniciativa que revela muita coragem e espírito de aventura. Apenas me resta desejar ao Mário uma excelente viagem até à China e que não apanhe muita chuva pela estrada.

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Jorge Goncalves

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