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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Obama quer assustar Bin Laden

BARACK OBAMA'S ATTEMPT TO FRIGHTEN OSAMA BIN LADEN
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Ao segundo dia do seu périplo pelo Médio Oriente e Europa, o Presidente americano discursa na Universidade do Cairo, Egipto, em pleno coração do mundo Árabe. "Barack Obama aterroriza Osama", diz ao Expresso o professor libanês Fawaz Gerges.

"Obama sabe que o conflito contra a Al-Qaeda não é militar, mas sim ideológico. Por isso ele discursa na universidade árabe de maior prestígio. Ele quer retirar-lhe o apoio das elites e dos jovens".

Osama bin Laden e o seu braço-direito Ayman al-Zawahiri - também ele um ex-estudante egípcio na Universidade do Cairo - anteciparam-se ao evento e, ontem, em duas mensagens áudio, emitidas na televisão Al-Jazeera, apelaram mais uma vez à guerra santa contra a América, denunciando que o actual líder americana segue os passos dos seus antecessores.

"A tal guerra ganha-se retirando legitimidade à estratégia da Al-Qaeda. Com iniciativas deste género, Washington rouba-lhe popularidade", diz Gerges, professor no Sarah Lawrence College, em Nova Iorque, autor de vários estudos sobre o Médio Oriente. No início do ano, a partir do interior da Faixa de Gaza, testemunhou a ofensiva militar israelita.

A aproximação ao mundo islâmico tem marcado a política externa da nova administração. A primeira entrevista do actual Presidente foi a uma estação de televisão árabe, a Al-Arabia. Na primeira visita à Europa, início de Abril, Obama discursou no Parlamento turco (fora do arco árabe, mas já dentro do espaço muçulmano). Então, clarificou que " a América não está, nem estará, em guerra com o mundo árabe".

Obama chega amanhã à Alemanha. E no sábado viaja até França, para participar nas celebrações do 55.º aniversário do desembarque das tropas aliadas na Normandia.



Fonte: Expresso.pt

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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O imperativo categórico de Barack Obama

CREATION OF A PALESTINIAN STATE: BARACK OBAMA'S CATEGORIC IMPERATIVE IN THE MIDDLE EAST
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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pretende dar ao Governo israelita entre quatro e seis semanas para que retire sua rejeição à criação de um Estado palestino e para que interrompa a expansão dos assentamentos, informa hoje o diário "Ha'aretz".

Obama espera do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, uma "posição actualizada" para poder apresentar em julho um plano de paz preliminar que permita avançar em direcção à paz no Médio Oriente, assinalou uma fonte oficial israelita ao jornal.

O presidente americano visitou ontem de surpresa o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, quando ele se reunia com Jim Jones, o conselheiro de segurança do presidente em Washington, informou o "Ha'aretz".

O encontro, que não foi agendado, durou 15 minutos e aconteceu pouco antes de Obama iniciar sua viagem por vários países do Oriente Médio e Europa, na qual pronunciará um discurso de aproximação com o mundo muçulmano.

O dirigente americano exige que Israel aceite a criação de um Estado palestino e detenha a expansão das colônias judias em território palestino para resolver o conflito na região.

O chefe do Executivo israelense rejeitou as duas reivindicações e disse que "não se congelará a vida na Judéia e Samaria" (nomes bíblicos e oficiais da Cisjordânia).

Para os palestinos e a comunidade internacional, todas as colônias judias erguidas em território ocupado na Guerra dos Seis Dias (1967) são ilegais, e representam um sério obstáculo para a paz e a criação de um futuro Estado palestino. EFE



Fonte: G1 Globo.com

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sábado, 16 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


PM de Israel nunca estará a favor de um estado palestiniano

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Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu will refuse on his trip to Washington to back the formation of a Palestinian state, an MP close to the premier said on Saturday, according to national radio.

Netanyahu "will not make a commitment to Washington on the creation of a Palestinian state which would undoubtedly become a 'Hamastan'," Ophir Akunis from Netanyahu's right-wing Likud party was quoted as saying, referring to the Islamic movement Hamas which controls the Gaza Strip and favours armed struggle against Israel.

The hawkish prime minister is scheduled to arrive in Washington on Sunday ahead of his maiden meeting with US President Barack Obama since the two men took office this year.

The key meeting takes place against a backdrop of disagreements over the Middle East conflict and how to deal with Iran's nuclear programme.

While Netanyahu has repeatedly refused to endorse the creation of a sovereign Palestinian state, Obama is insisting on a "two-state solution" to solve the Israeli-Palestinian crisis."

Obama also wants the new Israeli government to halt new building work in Jewish settlements on the occupied West Bank but Netanyahu has said he wants to expand existing settlements.

The Israeli premier has pledged to unveil his policy for regional peace at the White House meeting, focussed on countering Iran.

Contents are still secret but one Netanyahu aide told AFP that differences between Israel and the United States are "more on the outside" and "Israel does not want to rule the Palestinians" despite Netanyahu's refusal to back a Palestinian state.



Fonte: AFP Google News

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segunda-feira, 11 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Papa troca a verdade pela mentira

POPE CHANGES THE TRUTH FOR A LIE
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Bento XVI abandonou esta segunda-feira uma reunião com líderes religiosos cristãos, judeus e muçulmanos depois do xeque Taysir al-Talmimi ter acusado Israel de ter cometido um «massacre» em Gaza.

De forma inesperada, Al-Tamimi apelou à união de cristãos e muçulmanos contra Israel e condenou o estado judaico por ter cometido um «massacre» contra «mulheres, crianças e idosos» na Faixa de Gaza.

Em protesto contra o discurso do líder dos tribunais islâmicos palestinianos, o Papa Bento XVI, em visita à Terra Santa, abandonou o encontro inter-religioso, depois de ter apelado ao respeito mútuo entre líderes cristãos, judeus e muçulmanos.

O incidente mancha a visita papal, até aqui marcada pela condenação do Papa a qualquer forma de anti-semitismo e de negação do Holocausto.



Fonte: SOL / SAPO

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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Visita do Papa ao Médio Oriente

POPE'S VISIT TO THE MIDDLE EAST
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A História repete-se? Quando o Papa Bento XVI aterrar hoje às 14h30 (menos duas horas em Lisboa) em Amã, estará a seguir os passos do seu antecessor, quando visitou a Jordânia, Israel e a Palestina em Março de 2000. Hoje, tal como há nove anos, a viagem é apresentada como uma peregrinação aos lugares da fé cristã, em busca da paz para o Médio Oriente. "Vou como peregrino da paz", disse Bento XVI no sábado passado. Em 2009, tal como em 2000, a Santa Sé diz que esta é a viagem "mais esperada" pelo Papa.

E é também a mais arriscada. O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, dizia na segunda-feira que esta é a mais complexa e comprometedora viagem deste Papa. Por isso reflecte um "acto de coragem" de Bento XVI. Mas o Papa, ainda que vá corresponder a muitos desejos, não poderá satisfazer as expectativas que muitos outros nele depositam. Um exemplo: há cristãos palestinianos que queriam que ele fosse ver a destruição de Gaza, depois da operação militar israelita de Dezembro e Janeiro. No que aos Territórios Palestinianos diz respeito, Bento XVI ficará pela visita a Belém.

Esta não será apenas uma reedição física da "peregrinação pela paz" de João Paulo II. O rabino David Rosen, presidente do Comité Judeu Internacional para as Consultas Inter-religiosas, escrevia há duas semanas, no L'Osservatore Romano, o jornal do Vaticano, que Bento XVI percorrerá os passos do seu antecessor, "seja literalmente, seja em sentido figurado".

Ligações perigosas

A frase aponta para questões bem concretas, mesmo se Rosen se centra apenas na aproximação entre Vaticano e judeus. Em pano de fundo, está a vontade de todos de que a viagem de Bento XVI contribua para a pacificação de uma das mais martirizadas regiões do globo. Mas entre a finalidade religiosa com que a visita é apresentada e o alcance político que ela sempre terá, vai uma grande distância - e algumas ligações perigosas.

Nestes oito dias (até sexta-feira, 15), o Papa terá que fazer um exercício de equilíbrio para corresponder aos desejos dos palestinianos de apoiar a reivindicação de um Estado completamente autónomo. E para não defraudar o desejo israelita de intensificar a aproximação com o Vaticano e, com ela, uma maior aceitação internacional do Estado de Israel - as negociações com a Santa Sé sobre o estatuto da Igreja Católica em Israel arrastam-se há anos e só nos últimos meses os protagonistas falam de pequenos progressos.

E Bento XVI não deixará de insistir num facto que o preocupa: o êxodo dos cristãos do Médio Oriente. Em quatro décadas, só em Israel e na Palestina, eles passaram de vinte para dois por cento numa população de nove milhões.

Uma nova situação

As diferenças em relação há nove anos são significativas: quando João Paulo II visitou a região, o processo de paz ainda fazia progressos. Agora, já aconteceu a Segunda Intifada palestiniana, depois de Ariel Sharon ter ido ao Monte do Templo (Pátio das Mesquitas, para os árabes), em Setembro de 2000. Israel construiu o muro que, em muitos casos, cerca literalmente os palestinianos. Estes dividiram-se em duas autoridades de facto - com o Hamas a mandar em Gaza e a histórica OLP (Organização de Libertação da Palestina) confinada à Cisjordânia.

Há mais: no âmbito religioso, registou-se a polémica à volta do discurso do Papa em Ratisbona (Alemanha), em Setembro de 2006, quando uma citação sobre Maomé incendiou os ânimos de muitos muçulmanos. E, nos últimos meses, o levantamento da excomunhão a quatro bispos integristas - um dos quais negacionista - exaltou muitos judeus. Os ânimos acalmaram, mas os efeitos de ambas as polémicas podem diminuir a força de algumas das afirmações que Bento XVI venha a fazer.

Em termos políticos, para muitos, o processo de paz jaz morto e arrefece, pelo menos para já. E um Estado autónomo palestiniano é cada vez mais uma miragem. Não só pela situação política criada internamente entre Hamas e a Autoridade Palestiniana, mas também pela construção do muro que reduz os Territórios Autónomos a uma manta de retalhos a que dificilmente se poderá vir a chamar Estado.

A acrescentar a tudo isto, Lombardi situava outros factores: o novo Governo de Israel, liderado por Benjamim Netanyahu, é adepto da força com os palestinianos; as eleições palestinianas (ou aquilo que se possa assemelhar a isso) estão adiadas por causa da divisão interna; as tensões provocadas pelo Irão prosseguem; e, nos Estados Unidos, o Presidente Barack Obama tenta colar os cacos deixados pelo seu antecessor também no que ao Médio Oriente diz respeito, tentando abrir caminho de novo à negociação.

Esforço pela paz

Segunda-feira, já em Jerusalém, a visita ao Yad Vashem, o memorial do Holocausto, e um encontro inter-religioso marcam o início da visita a Israel. No dia seguinte, Bento XVI repetirá o gesto de João Paulo II, rezando no Muro das Lamentações. Quarta-feira, é o dia dedicado a Belém, com uma missa junto da Igreja da Natividade e uma visita a um campo de refugiados palestinianos. Na quinta, será a vez de uma missa em Nazaré e sexta fica guardada para a Igreja do Santo Sepulcro e o encontro com líderes cristãos.

Prometida está uma saudação ao Papa, escrita por 100 rabinos judeus e publicada no jornal Ha'aretz. E a Fundação Raoul Wallenberg, que promove a memória dos salvadores do Holocausto, decidiu lançar uma campanha a coincidir com a visita de Bento XVI: a de procurar testemunhos de católicos que tenham ajudado a salvar judeus durante a II Guerra Mundial.

Quarta-feira, na audiência-geral, o Papa exprimiu o seu sentir mais profundo: "Quero, antes de tudo, visitar os lugares que a vida de Jesus tornou santos. (...) Peço [aos católicos da região] que se unam a mim, para rezar para que esta visita dê um fruto abundante para a vida espiritual e civil dos habitantes da Terra Santa. (...) Oxalá sigamos com decisão os nossos desejos e os nossos esforços pela paz".




Fonte: Público.pt

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Jorge Goncalves

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