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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Rede internacional de pedofilia apanhada no Brasil

International pedophile ring caught in Brazil
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A Interpol e a Polícia Federal brasileira juntaram-se para desarticular uma rede internacional de pedofilia em 23 países. Portugal não escapa e já foram localizados em território nacional membros do grupo criminoso.


De acordo com a polícia federal brasileira, citada pela agência Lusa, a operação conjunta pretende uma «repressão à produção e divulgação de imagens com cenas de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes».


Só em território brasileiro já foram localizados, até ao momento, 11 suspeitos de pedofilia. Sete foram presos em flagrante nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará e no Distrito Federal.


A mesma fonte adiantou ainda que também já foram identificados outros 60 suspeitos nos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, França, Canadá, Austrália, Marrocos, Bolívia, México, Bélgica, China, Colômbia, Croácia, Espanha, Holanda, Itália, Noruega, Roménia, Suécia, Suíça, Tailândia, Venezuela e Portugal.



Fonte: IOL Diário

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O apocalipse de Gaza

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Escrevo no momento em que está em desenvolvimento a escalada genocida do Estado zionista de Israel contra o povo de Gaza.


Essa bárbara operação exterminista – apoiada pela esmagadora maioria dos israelitas e incentivada pelo sistema de poder dos EUA com a cumplicidade da maioria dos governos da União Europeia – é acompanhada de uma ambiciosa e massacrante ofensiva mediática de âmbito mundial que deforma a História e pretende justificar o crime com o argumento de que Israel exerce o direito de defesa para proteger as suas populações e sobreviver como nação.


Estamos perante uma daquelas tragédias em que as palavras são insuficientes – como aconteceu com as chacinas do III Reich alemão – para qualificar as proporções e o significado do crime.


A desinformação, garantida pelo controlo hegemónico dos grandes media, dificulta extraordinariamente o esclarecimento dos povos porque a vítima é apresentada como agressor e este como representante de valores inalienáveis da democracia.


A primeira e fundamental mentira é a que responsabiliza o Hamas pelo rompimento da trégua. Israel, ao iniciar o bombardeamento aéreo e naval seguido da invasão terrestre, estaria a proteger as populações das suas cidades e aldeias atingidas por rockets palestinianos.


Trata-se de uma grosseira inverdade.


Existe uma abundante documentação secreta do próprio Ministério da Defesa israelita que demonstra com clareza a premeditação do crime pelo governo de Telavive.


Encontramos uma síntese de factos relacionados com essa premeditação num importante artigo do professor canadiano Michel Chossudovsky, da Universidade de Otawa.


Nesse texto (divulgado por globalresearch.ca/PrintArticle.php?articleId=2009) o prestigiado economista e escritor lembra que a «operação chumbo fundido» foi minuciosamente planeada com seis meses de antecedência, quando Israel iniciava a negociação de um acordo de cessar fogo com o Hamas. O projecto foi, porém, concebido em 2001.


A 4 de Novembro pp., dia das eleições presidenciais dos EUA, Israel aliás rompeu a trégua, bombardeando a Faixa de Gaza, alegando a necessidade de impedir a construção de túneis pelos palestinianos.


Chossudovsky chama a atenção para o facto de, transcorridas 24 horas, a 5 de Novembro, o governo de Telavive ter iniciado o monstruoso bloqueio de Gaza, cortando o abastecimento à Faixa de alimentos, combustível e medicamentos. Posteriormente o exército israelita realizou numerosas incursões armadas no território de Gaza.


O Hamas, em legítima defesa, respondeu com o lançamento de rockets de fabrico caseiro.


Não há mentiras e calúnias que possam apagar a evidência: 13 israelitas morreram desde então em consequência do disparo de rockets do Hamas, mas a agressão zionista é responsável pela morte de mais de 900 palestinianos, superando 4 mil o número de feridos.


Gaza, um cenário de apocalipse


As notícias que chegam de Gaza e as imagens transmitidas pela televisão iluminam um cenário de apocalipse: quarteirões inteiros arrasados, mesquitas bombardeadas na hora da oração, hospitais e universidades destruídos. Crianças e mulheres ensanguentadas movendo-se entre ruínas, corpos humanos esfacelados. Em Gaza acabou o pão, bairros inteiros estão privados de electricidade e água.


Mas a monstruosidade do genocídio merece o apoio de Washington. O presidente Bush justifica-o em nome da democracia, tal como a sente. Mais: impede que o Conselho de Segurança aprove uma Resolução que imponha o cessar fogo [n.d.r.: entretanto, o CS da ONU aprovou, quinta-feira, dia 8, a Resolução 1860 por 14 votos a favor e uma abstenção, dos EUA].


A atitude prevalecente nos governos da União Europeia é de hipocrisia e cinismo. Afirmam desejar um cessar fogo, alguns definem como «desproporcionada a resposta de Israel», mas manifestam compreensão pela sua «reacção defensiva» contra «os terroristas do Hamas».


A Rússia e a China condenam a escalada de violência que atinge Gaza, mas a sua atitude carece de firmeza no Conselho de Segurança.


Os povos árabes saem massivamente às ruas para expressar a sua condenação da matança de Gaza.


Mas diferente é a posição assumida pelos governos da maioria dos países árabes. Os seus governantes comportam-se como cúmplices envergonhados de Telavive.


Sarkozy, a chanceler Merkel, Berlusconi, Brown, Durão Barroso trocam sorrisos e amabilidades com Olmert e a ministra Livni. Incrível!!!


Hipócrita e covarde é também a postura assumida pelo presidente da Autoridade Nacional Palestiniana. Mahmud Abbas pede um cessar fogo, mas responsabilizou inicialmente os seus compatriotas do Hamas pela escalada de violência.


Na cobertura da agressão israelita pelos meios de comunicação dos EUA e da União Europeia identifico um retrato chocante do jornalismo mercenário.


Os enviados especiais, com poucas excepções, limitam-se a transmitir as declarações dos ministros e dos militares de Israel. As imagens de casas atingidas nas cidades judaicas fronteiriças ocupam em algumas reportagens quase tanto espaço e tempo como as do inferno em que Gaza foi transformada pelos bombardeamentos israelitas.


Nos media portugueses de referência a satanização do Hamas tornou-se rotineira. Editores, analistas, apresentadores, enviados especiais competem na repetição monocórdica do «direito de defesa de Israel» contra o terrorismo.


De Washington a Paris passou também a ser quase obrigatória a responsabilização do Irão pela resistência heróica dos milicianos do Hamas. A extrema direita estado-unidense, sobretudo, não esconde o seu desejo de que a barbárie que abrasa Gaza seja o prólogo de uma tragédia maior que envolva o Irão, berço de uma das maiores civilizações criadas pela humanidade.



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O apocalipse de Gaza transmite uma lição assustadora: a barbárie do Estado zionista de Israel, apoiada pelo imperialismo americano e contemplada compreensivamente pelos seus aliados da União Europeia configura uma ameaça à civilização. Num contexto histórico muito diferente, as burguesias do Ocidente trazem à memoria a atmosfera europeia nas vésperas de Munique. Afirmam a sua fidelidade aos valores da democracia tal como a concebem, mas actuam como cúmplices de um Estado cuja política os nega e espezinha ao promover chacinas como a de Gaza.


A solidariedade de todos os homens e mulheres progressistas com o heróico povo da Palestina martirizada é mais do que nunca um dever.


Nestes dias os combatentes do Hamas, ao lutarem pelo direito do seu povo a ser livre e independente, batem-se, afinal, por valores eternos.

O genocídio de Gaza é um desafio do zionismo NEONAZI à Humanidade.





Fonte:

Jornal "Avante!"

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quinta-feira, 26 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A insegurança do Rio de Janeiro


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A sensação de insegurança que passou a ser uma constante na vida dos cariocas é partilhada pelos imigrantes que vivem no Rio de Janeiro e se vêem obrigados a mudar os seus hábitos para evitar situações perigosas.

«A gente tem que pensar previamente por onde vai passar antes de sair de casa e o horário que vai sair. Tem que fazer um verdadeiro mapeamento e um circuito do percurso para não ser surpreendido por assaltantes», disse à Lusa o português Eduardo Neves, 62 anos.

Nascido na cidade do Porto e a viver no Brasil desde os sete anos de idade, Eduardo Neves conhece bem a realidade do Rio de Janeiro, onde mora há mais de cinco décadas e exerce actualmente a vice-presidência da Academia Luso-Brasileira de Letras, além de presidir ao Elos Clube, entidade que promove actividades culturais para integrar a comunidade lusa.

«É preciso ter cuidado ao sair de casa. Todos da minha família já foram assaltados pelo menos quatro vezes», contou. Com saudades, Eduardo Neves lembrou os tempos em que podia transitar com tranquilidade pela «cidade maravilhosa» a qualquer hora.
«Vivo desde 1953 no Rio e na minha juventude eu gostava de sair à noite para festas. Podia chegar a qualquer hora. Pegava bonde, autocarro e andava a pé sem preocupação», recordou, lamentando que os dois filhos jamais saberão o que é viver em segurança no Rio.

Na sua avaliação, «existe pouca atenção para identificar e neutralizar o problema da desigualdade social no Brasil e falta, além de educação, uma integração social da população carioca».

O luso-descendente António Carlos Costa, presidente do movimento Rio de Paz, criado em Janeiro de 2007, disse à Lusa que «não há como não ser alarmista», porque a situação é «demasiadamente grave».

Segundo dados do Rio de Paz, de 2000 a 2007, houve mais de 60 mil homicídios no Estado.

Somente no ano passado, foram registados cerca de 8.000 homicídios no Estado do Rio e 4.600 desaparecimentos, sendo que, de acordo com o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania, da Universidade Cândido Mendes, 70 por cento dos desaparecidos foram assassinados.

«Se as estatísticas dos anos anteriores se repetirem, teremos, no mínimo, 4.000 mortes no segundo semestre deste ano no Estado do Rio. Este quadro justifica a presença das Forças Armadas aqui», defendeu.

Para alertar as autoridades para essa triste projecção, o movimento Rio de Paz vai promover, na sexta-feira, uma grande manifestação na praia de Copacabana, onde a comunidade portuguesa deverá juntar-se aos brasileiros no protesto contra a violência.

Organizadores vão encher de gás 4.000 balões vermelhos para representar o número iminente de mortes no Estado nos próximos seis meses do ano.

Numa grande faixa estarão escritos os dizeres: «São dias de indiferença, insanidade e maldade nunca vistos na história do Estado do Rio de Janeiro».

Já fomos 2,5 milhões

Actualmente, cerca de 300 mil portugueses vivem no Estado do Rio de Janeiro, onde existem 46 associações lusitanas entre clubes, casas regionais, entidades culturais, filantrópicas e beneficentes. Nos anos de 1950, os cidadãos portugueses eram cerca de 2,5 milhões.

A comunidade portuguesa tinha maior concentração no centro da cidade e nos bairros de Fátima, Gamboa, Catumbi, Tijuca, Rio Comprido, na zona Norte, e em Jacarepaguá, na zona Oeste, actualmente regiões ocupadas por grandes favelas e controladas pelo narcotráfico.

Em todo o Brasil, a estimativa é de que vivam 650 mil portugueses, a maioria (cerca de 90 por cento) concentrada nos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Fonte da notícia: IOL Diário

Nota Pessoal:

É um problema muito sério que afecta não apenas o Brasil mas todas as grandes cidades do mundo ocidental.

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Jorge Goncalves

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