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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Desaparecido Airbus 330 da Air France

MISSING JET FLIGHT BETWEEN BRAZIL AND FRANCE
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A lista oficial de passageiros presentes no vôo 447 da Air France que desapareceu quando ia do Rio de Janeiro para França ainda não foi divulgada. De acordo com a Air France, 58 eram brasileiros. Os dados divergem da Polícia Federal, que contam 52 passageiros do Brasil. No entanto, já há confirmação de alguns dos ocupantes da aeronave.

Marcelo Parente e sua esposa
A assessoria da imprensa da prefeitura do Rio de Janeiro informou que o chefe de gabinete do prefeito Eduardo Paes, Marcelo Parente, de 38 anos, e sua mulher, cujo nome não foi divulgado, estavam no voo. Eles viajavam a passeio. O prefeito Eduardo Paes foi ao aeroporto Tom Jobim esta manhã em busca de mais informações.
Luiz Roberto Anastácio
Três executivos da companhia francesa Michelin estavam no voo. Segundo a empresa, um deles era o presidente da Michelin para a América do Sul. Antônio Gueiros Outro brasileiro que trabalhava para a Michelin era o diretor de Informática da companhia. A terceira funcionária é a francesa Christine Pieraesrts. A Michelin informou que os brasileiros seguiam para uma reunião na unidade da Michelin na cidade francesa de Clermond-Ferrand. Já Christine retornava a seu país após participar de reuniões no Brasil.
Silvio Barbato
A Secretaria de Cultura do Distrito Federal também confirmou que o maestro Silvio Barbato estava a bordo do Airbus A330 que desapareceu. Barbato já foi regente das Orquestras Sinfônicas do Teatro Nacional de Brasília e do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Segundo a Secretaria de Cultura, ele foi regente da orquestra do Teatro Nacional por duas vezes e completou 50 anos no dia 11 de maio.
Príncipe Pedro Luis de Orleans e Bragança
O príncipe Pedro Luis de Orleans e Bragança, de 26 anos, quarto na linha sucessória do trono e membro da família imperial também viajava no 447. A informação foi confirmada pelo escritório que representa a família Orleans e Bragança em São Paulo.
Os pais do príncipe são Dom Antonio de Orleans e Bragança, terceiro na linha sucessória, e Dona Cristina de Orleans e Bragança. Segundo informações da assessoria de imprensa da família, o príncipe morava em Luxemburgo e retornava ao continente europeu após uma pequena viagem a negócios ao Brasil e visitas à família, que mora em Petrópolis, cidade da região serrana no Rio.
Histórico
O voo AF 447, operado por um Airbus A 330-200, desapareceu com 228 pessoas a bordo depois de decolar do Rio às 19h de domingo (31). A chegada na capital francesa estava prevista para as 6h15 (de Brasília), segundo a empresa.
Dentre os passageiros, 126 são homens, 82 mulheres, além de sete crianças e um bebê. Dos tripulantes, três são resposáveis pela condução da aeronave e 12 pelo atendimento aos passageiros.
A companhia informou que já localizou a zona onde ocorreu a tragédia. Segundo comunicado, o desastre aconteceu a meio caminho das costas do Brasil e da África. O governo brasileiro participa das buscas com aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) e navios da marinha.



Fonte: Abril.com

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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Titanic em Lisboa

TITANIC IN LISBON
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A Estação do Rossio acolhe em Lisboa, a partir de amanhã uma mostra itinerante que recorda a história do 'Titanic'. Sons, odores e uma parede de gelo, a simular o 'iceberg' que causou o naufrágio, juntam-se a 230 objectos recuperados das profundezas. Os portugueses poderão ver, pela primeira vez, o que 18 milhões já viram.
A tragédia é lendária, até já deu origem a um blockbuster de Holly-wood protagonizado por Leonardo Di Caprio e Kate Winslet, mas só agora os portugueses vão poder ver aquilo que mais de 18 milhões de pessoas já viram: os artefactos resgatados dos destroços do Titanic, o luxuoso e moderníssimo transatlântico que em 1912 naufragou na sua viagem inaugural.

Trazida por uma empresa portuguesa (ver texto abaixo), a exposição interactiva que a partir de amanhã ficará patente em Lisboa, no Espaço Rossio - no segundo andar da estação ferroviária, mesmo em frente às bilheteiras -, reúne mais de 230 objectos para contar uma história que mergulha os visitantes em vários cenários da acção. Os bilhetes são réplicas dos cartões de embarque. E por quatro euros podem-se alugar audioguias que explicam todos os pormenores.

Logo à entrada, uma mala de mão, a insígnia de uma loja maçónica e um recibo de depósito de valores dão o mote para o que se segue: a vida e morte de alguns protagonistas desta viagem, entre eles, vários milionários das famílias Astor, Guggenheim, Wideman e Strauss.

Subindo as escadas, como o fizeram os passageiros, chega-se a uma sala de iluminação ténue. Aí, acompanhada de pratos, óculos, molas de roupa e um fragmento do casco, a parte da frente de um dos subergíveis usados nas expedições é a peça central do capítulo que conta a aventura do resgate.

"O Nascimento de uma Lenda" é a etapa seguinte. Ao som de música irlandesa, e com algumas fotografias e desenhos exemplificativos, mostra-se como se construiu, por encomenda da companhia de navegação White Star Line, aquele que era considerado o navio mais seguro do mundo. "Não consigo imaginar qualquer desastre vital que possa afundar este navio", disse o Capitão Edward J.Smith, citado numa das paredes da sala.

Ao ritmo da orquestra, somos depois conduzidos pelo interior daquele palácio flutuante. Lá estão as imagens da sala de fumo e da famosa escadaria com cúpula de vidro, mais loiças do luxuoso restaurante À La Carte e as réplicas de camarotes de primeira e terceira classe. O Titanic tratava os passageiros como nenhum outro transatlântico: camas confortáveis, biblioteca, piscina, até campo de squash havia.

Algumas jóias e objectos de higiene pessoal encontram-se aqui, tal como as histórias azaradas do padre Byles e da família do engenheiro Frederick Goodwin, que deveriam ter ido noutro vapor mas foram transferidos para o Titanic , como tantos outros passageiros, por causa de uma greve de mineiros.

Descendo outra escada, a banda sonora sombria prenuncia a tragédia. Agora, estamos já na ponte e começamos a ler as mensagens de aviso de navios próximos: avistam--se icebergs. De repente, fica ainda mais escuro e o som torna-se glaciar. O casco do Titanic é rasgado a estibordo pelo gelo (que se pode tocar ali mesmo, na parede do fundo). Avaliam-se os danos. Tentam salvar-se passageiros. Contam-se os mortos, 1523, como o perfumista Saafeld (cujos frasquinhos de amostras ainda se podem cheirar) ou os três portugueses a bordo. O sino que fez soar o alarme vai estar, até Agosto, em Lisboa.



Fonte: Diário de Notícias

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segunda-feira, 30 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


«Limpeza sexual» no Iraque

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Ahmed tinha 14 anos quando ele foi executado pela polícia iraquiana em Dora em Maio de 2006. Quatro polícias chegaram à sua humilde casa, acusaram-no de «corrupto» e «choque» para a sua comunidade e foi baleado duas vezes na cabeça. O seu crime foi manter relações sexuais com homens «em troca de pequenas quantias de dinheiro e comida. Ele tinha que ajudar a sua família», explica Ali Hili, responsável pela LGBT iraquiana, ONG constituída por 30 iraquianos exilados no Reino Unido.

Como Ahmed, cerca de 480 gays, lésbicas, bissexuais ou transgéneros iraquianos foram mortos desde a invasão, muitas vezes pela polícia. A ONG descreve este acto como «uma das mais organizadas e sistemáticas campanhas de limpeza sexual na história», refere em entrevista ao jornal «El Mundo».

Esta é uma das faces menos conhecida da tragédia do Iraque, apesar das queixas que o relatório da ONU destacou, em 2006, como «grupos islâmicos e milícias são conhecidos por serem particularmente hostis com os homossexuais, tendo frequentes e abertas campanhas de violência contra eles.»

Perseguição sexual

Legalmente, a situação não é muito melhor uma vez que o Iraque «libertado» é um dos nove países do mundo onde está em vigor a pena de morte para os homossexuais. Assim, a impunidade de que têm beneficiado os extremistas prevaleça apesar de antes da invasão ter sido dos países mais tolerantes da região.

Centenas de pessoas foram vítimas de perseguição sexual que inclui sequestro, estupro, tortura, mutilação e humilhação, incentivadas por clérigos desde 2004 e frequentemente registadas pelos risos dos torturadores.

Daí a urgência com que se pretende que as ONG forneçam «segurança, abrigo e alimento para os LGBT que fogem da violência e das ameaças de morte».

Defender os homossexuais

O trabalho no Iraque, onde dezenas de membros trabalham clandestinamente, sendo que alguns foram assassinados, traduz-se na denúncia de assédio contra esta comunidade e a criação de «casas seguras», onde os perseguidos, em pequenos grupos, sobrevivem abrigados da exibição.

No total, 40 pessoas foram acolhidas pelos iraquianos LGBT financiado pela ONG holandesa HIVOS. Hili explica que embora o número seja muito maior do que se tivessem recursos, «fora do Iraque» existem «um par de projectos em países vizinhos para realojar a LGBT» e têm conseguido salvar as «casas seguras» e registá-las antes da ONU».



Fonte: IOL Diário

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O apocalipse de Gaza

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Escrevo no momento em que está em desenvolvimento a escalada genocida do Estado zionista de Israel contra o povo de Gaza.


Essa bárbara operação exterminista – apoiada pela esmagadora maioria dos israelitas e incentivada pelo sistema de poder dos EUA com a cumplicidade da maioria dos governos da União Europeia – é acompanhada de uma ambiciosa e massacrante ofensiva mediática de âmbito mundial que deforma a História e pretende justificar o crime com o argumento de que Israel exerce o direito de defesa para proteger as suas populações e sobreviver como nação.


Estamos perante uma daquelas tragédias em que as palavras são insuficientes – como aconteceu com as chacinas do III Reich alemão – para qualificar as proporções e o significado do crime.


A desinformação, garantida pelo controlo hegemónico dos grandes media, dificulta extraordinariamente o esclarecimento dos povos porque a vítima é apresentada como agressor e este como representante de valores inalienáveis da democracia.


A primeira e fundamental mentira é a que responsabiliza o Hamas pelo rompimento da trégua. Israel, ao iniciar o bombardeamento aéreo e naval seguido da invasão terrestre, estaria a proteger as populações das suas cidades e aldeias atingidas por rockets palestinianos.


Trata-se de uma grosseira inverdade.


Existe uma abundante documentação secreta do próprio Ministério da Defesa israelita que demonstra com clareza a premeditação do crime pelo governo de Telavive.


Encontramos uma síntese de factos relacionados com essa premeditação num importante artigo do professor canadiano Michel Chossudovsky, da Universidade de Otawa.


Nesse texto (divulgado por globalresearch.ca/PrintArticle.php?articleId=2009) o prestigiado economista e escritor lembra que a «operação chumbo fundido» foi minuciosamente planeada com seis meses de antecedência, quando Israel iniciava a negociação de um acordo de cessar fogo com o Hamas. O projecto foi, porém, concebido em 2001.


A 4 de Novembro pp., dia das eleições presidenciais dos EUA, Israel aliás rompeu a trégua, bombardeando a Faixa de Gaza, alegando a necessidade de impedir a construção de túneis pelos palestinianos.


Chossudovsky chama a atenção para o facto de, transcorridas 24 horas, a 5 de Novembro, o governo de Telavive ter iniciado o monstruoso bloqueio de Gaza, cortando o abastecimento à Faixa de alimentos, combustível e medicamentos. Posteriormente o exército israelita realizou numerosas incursões armadas no território de Gaza.


O Hamas, em legítima defesa, respondeu com o lançamento de rockets de fabrico caseiro.


Não há mentiras e calúnias que possam apagar a evidência: 13 israelitas morreram desde então em consequência do disparo de rockets do Hamas, mas a agressão zionista é responsável pela morte de mais de 900 palestinianos, superando 4 mil o número de feridos.


Gaza, um cenário de apocalipse


As notícias que chegam de Gaza e as imagens transmitidas pela televisão iluminam um cenário de apocalipse: quarteirões inteiros arrasados, mesquitas bombardeadas na hora da oração, hospitais e universidades destruídos. Crianças e mulheres ensanguentadas movendo-se entre ruínas, corpos humanos esfacelados. Em Gaza acabou o pão, bairros inteiros estão privados de electricidade e água.


Mas a monstruosidade do genocídio merece o apoio de Washington. O presidente Bush justifica-o em nome da democracia, tal como a sente. Mais: impede que o Conselho de Segurança aprove uma Resolução que imponha o cessar fogo [n.d.r.: entretanto, o CS da ONU aprovou, quinta-feira, dia 8, a Resolução 1860 por 14 votos a favor e uma abstenção, dos EUA].


A atitude prevalecente nos governos da União Europeia é de hipocrisia e cinismo. Afirmam desejar um cessar fogo, alguns definem como «desproporcionada a resposta de Israel», mas manifestam compreensão pela sua «reacção defensiva» contra «os terroristas do Hamas».


A Rússia e a China condenam a escalada de violência que atinge Gaza, mas a sua atitude carece de firmeza no Conselho de Segurança.


Os povos árabes saem massivamente às ruas para expressar a sua condenação da matança de Gaza.


Mas diferente é a posição assumida pelos governos da maioria dos países árabes. Os seus governantes comportam-se como cúmplices envergonhados de Telavive.


Sarkozy, a chanceler Merkel, Berlusconi, Brown, Durão Barroso trocam sorrisos e amabilidades com Olmert e a ministra Livni. Incrível!!!


Hipócrita e covarde é também a postura assumida pelo presidente da Autoridade Nacional Palestiniana. Mahmud Abbas pede um cessar fogo, mas responsabilizou inicialmente os seus compatriotas do Hamas pela escalada de violência.


Na cobertura da agressão israelita pelos meios de comunicação dos EUA e da União Europeia identifico um retrato chocante do jornalismo mercenário.


Os enviados especiais, com poucas excepções, limitam-se a transmitir as declarações dos ministros e dos militares de Israel. As imagens de casas atingidas nas cidades judaicas fronteiriças ocupam em algumas reportagens quase tanto espaço e tempo como as do inferno em que Gaza foi transformada pelos bombardeamentos israelitas.


Nos media portugueses de referência a satanização do Hamas tornou-se rotineira. Editores, analistas, apresentadores, enviados especiais competem na repetição monocórdica do «direito de defesa de Israel» contra o terrorismo.


De Washington a Paris passou também a ser quase obrigatória a responsabilização do Irão pela resistência heróica dos milicianos do Hamas. A extrema direita estado-unidense, sobretudo, não esconde o seu desejo de que a barbárie que abrasa Gaza seja o prólogo de uma tragédia maior que envolva o Irão, berço de uma das maiores civilizações criadas pela humanidade.



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O apocalipse de Gaza transmite uma lição assustadora: a barbárie do Estado zionista de Israel, apoiada pelo imperialismo americano e contemplada compreensivamente pelos seus aliados da União Europeia configura uma ameaça à civilização. Num contexto histórico muito diferente, as burguesias do Ocidente trazem à memoria a atmosfera europeia nas vésperas de Munique. Afirmam a sua fidelidade aos valores da democracia tal como a concebem, mas actuam como cúmplices de um Estado cuja política os nega e espezinha ao promover chacinas como a de Gaza.


A solidariedade de todos os homens e mulheres progressistas com o heróico povo da Palestina martirizada é mais do que nunca um dever.


Nestes dias os combatentes do Hamas, ao lutarem pelo direito do seu povo a ser livre e independente, batem-se, afinal, por valores eternos.

O genocídio de Gaza é um desafio do zionismo NEONAZI à Humanidade.





Fonte:

Jornal "Avante!"

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Jorge Goncalves

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