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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

sábado, 16 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


PM de Israel nunca estará a favor de um estado palestiniano

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Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu will refuse on his trip to Washington to back the formation of a Palestinian state, an MP close to the premier said on Saturday, according to national radio.

Netanyahu "will not make a commitment to Washington on the creation of a Palestinian state which would undoubtedly become a 'Hamastan'," Ophir Akunis from Netanyahu's right-wing Likud party was quoted as saying, referring to the Islamic movement Hamas which controls the Gaza Strip and favours armed struggle against Israel.

The hawkish prime minister is scheduled to arrive in Washington on Sunday ahead of his maiden meeting with US President Barack Obama since the two men took office this year.

The key meeting takes place against a backdrop of disagreements over the Middle East conflict and how to deal with Iran's nuclear programme.

While Netanyahu has repeatedly refused to endorse the creation of a sovereign Palestinian state, Obama is insisting on a "two-state solution" to solve the Israeli-Palestinian crisis."

Obama also wants the new Israeli government to halt new building work in Jewish settlements on the occupied West Bank but Netanyahu has said he wants to expand existing settlements.

The Israeli premier has pledged to unveil his policy for regional peace at the White House meeting, focussed on countering Iran.

Contents are still secret but one Netanyahu aide told AFP that differences between Israel and the United States are "more on the outside" and "Israel does not want to rule the Palestinians" despite Netanyahu's refusal to back a Palestinian state.



Fonte: AFP Google News

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segunda-feira, 2 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A inconfundível "generosidade" americana

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A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, anunciou esta segunda-feira, no Egipto, um auxílio de 900 milhões de dólares de ajuda humanitária dos Estados Unidos para a Faixa de Gaza.

A comunidade internacional mobilizou-se para financiar a reconstrução da Faixa de Gaza, após a ofensiva militar israelita, e o relançamento da economia palestiniana, numa conferência de imprensa de doadores.

Hillary Clinton, que anunciou um auxílio de 900 milhões de dólares (cerca de 715 milhões de euros), frisou que a ajuda norte-americana não pode ser dissociada do processo de paz. «Ao conceder uma ajuda humanitária a Gaza, pretendemos também promover as condições sob as quais um Estado palestiniano poderá ser criado», disse.

Por sua vez, o presidente palestiniano Mahmud Abbas advertiu que os «esforços para a reconstrução e desenvolvimento (da Faixa de Gaza) continuarão a ser insuficientes, impotentes e ameaçados se não houver uma solução política».

O responsável apelou ao presidente norte-americano Barack Obama para que tome iniciativas no sentido de salvar o processo de paz, numa altura Israel se apronta para dar posse ao governo mais à direita da sua história.
Num comunicado, em Gaza, o Hamas rejeitou «qualquer aproveitamento político» do auxílio, afirmando que os doadores estão a ir «no caminho errado», ao tentar contorná-lo.

A Comissão Europeia prometeu dar um auxílio de 554 milhões de dólares (cerca de 440 milhões de euros) aos palestinianos, em 2009. Por sua vez, as monarquias do Golfo, lideradas pela Arábia Saudita, prometeram 1,65 mil milhões de dólares (cerca de 1,3 mil milhões de euros).

O presidente egípcio, Hosni Mubarak, que abriu a conferência, considerou «prioritário alcançar um cessar-fogo entre Israel e palestinianos» e adiantou que o Egipto vai continuar a sua mediação entre as duas partes. «Vejo um empenho nos esforços de paz. Espero que este seja o ano de um acordo de paz entre israelitas e palestinianos», afirmou Mubarak.



Fonte: IOL Diário

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O apocalipse de Gaza

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Escrevo no momento em que está em desenvolvimento a escalada genocida do Estado zionista de Israel contra o povo de Gaza.


Essa bárbara operação exterminista – apoiada pela esmagadora maioria dos israelitas e incentivada pelo sistema de poder dos EUA com a cumplicidade da maioria dos governos da União Europeia – é acompanhada de uma ambiciosa e massacrante ofensiva mediática de âmbito mundial que deforma a História e pretende justificar o crime com o argumento de que Israel exerce o direito de defesa para proteger as suas populações e sobreviver como nação.


Estamos perante uma daquelas tragédias em que as palavras são insuficientes – como aconteceu com as chacinas do III Reich alemão – para qualificar as proporções e o significado do crime.


A desinformação, garantida pelo controlo hegemónico dos grandes media, dificulta extraordinariamente o esclarecimento dos povos porque a vítima é apresentada como agressor e este como representante de valores inalienáveis da democracia.


A primeira e fundamental mentira é a que responsabiliza o Hamas pelo rompimento da trégua. Israel, ao iniciar o bombardeamento aéreo e naval seguido da invasão terrestre, estaria a proteger as populações das suas cidades e aldeias atingidas por rockets palestinianos.


Trata-se de uma grosseira inverdade.


Existe uma abundante documentação secreta do próprio Ministério da Defesa israelita que demonstra com clareza a premeditação do crime pelo governo de Telavive.


Encontramos uma síntese de factos relacionados com essa premeditação num importante artigo do professor canadiano Michel Chossudovsky, da Universidade de Otawa.


Nesse texto (divulgado por globalresearch.ca/PrintArticle.php?articleId=2009) o prestigiado economista e escritor lembra que a «operação chumbo fundido» foi minuciosamente planeada com seis meses de antecedência, quando Israel iniciava a negociação de um acordo de cessar fogo com o Hamas. O projecto foi, porém, concebido em 2001.


A 4 de Novembro pp., dia das eleições presidenciais dos EUA, Israel aliás rompeu a trégua, bombardeando a Faixa de Gaza, alegando a necessidade de impedir a construção de túneis pelos palestinianos.


Chossudovsky chama a atenção para o facto de, transcorridas 24 horas, a 5 de Novembro, o governo de Telavive ter iniciado o monstruoso bloqueio de Gaza, cortando o abastecimento à Faixa de alimentos, combustível e medicamentos. Posteriormente o exército israelita realizou numerosas incursões armadas no território de Gaza.


O Hamas, em legítima defesa, respondeu com o lançamento de rockets de fabrico caseiro.


Não há mentiras e calúnias que possam apagar a evidência: 13 israelitas morreram desde então em consequência do disparo de rockets do Hamas, mas a agressão zionista é responsável pela morte de mais de 900 palestinianos, superando 4 mil o número de feridos.


Gaza, um cenário de apocalipse


As notícias que chegam de Gaza e as imagens transmitidas pela televisão iluminam um cenário de apocalipse: quarteirões inteiros arrasados, mesquitas bombardeadas na hora da oração, hospitais e universidades destruídos. Crianças e mulheres ensanguentadas movendo-se entre ruínas, corpos humanos esfacelados. Em Gaza acabou o pão, bairros inteiros estão privados de electricidade e água.


Mas a monstruosidade do genocídio merece o apoio de Washington. O presidente Bush justifica-o em nome da democracia, tal como a sente. Mais: impede que o Conselho de Segurança aprove uma Resolução que imponha o cessar fogo [n.d.r.: entretanto, o CS da ONU aprovou, quinta-feira, dia 8, a Resolução 1860 por 14 votos a favor e uma abstenção, dos EUA].


A atitude prevalecente nos governos da União Europeia é de hipocrisia e cinismo. Afirmam desejar um cessar fogo, alguns definem como «desproporcionada a resposta de Israel», mas manifestam compreensão pela sua «reacção defensiva» contra «os terroristas do Hamas».


A Rússia e a China condenam a escalada de violência que atinge Gaza, mas a sua atitude carece de firmeza no Conselho de Segurança.


Os povos árabes saem massivamente às ruas para expressar a sua condenação da matança de Gaza.


Mas diferente é a posição assumida pelos governos da maioria dos países árabes. Os seus governantes comportam-se como cúmplices envergonhados de Telavive.


Sarkozy, a chanceler Merkel, Berlusconi, Brown, Durão Barroso trocam sorrisos e amabilidades com Olmert e a ministra Livni. Incrível!!!


Hipócrita e covarde é também a postura assumida pelo presidente da Autoridade Nacional Palestiniana. Mahmud Abbas pede um cessar fogo, mas responsabilizou inicialmente os seus compatriotas do Hamas pela escalada de violência.


Na cobertura da agressão israelita pelos meios de comunicação dos EUA e da União Europeia identifico um retrato chocante do jornalismo mercenário.


Os enviados especiais, com poucas excepções, limitam-se a transmitir as declarações dos ministros e dos militares de Israel. As imagens de casas atingidas nas cidades judaicas fronteiriças ocupam em algumas reportagens quase tanto espaço e tempo como as do inferno em que Gaza foi transformada pelos bombardeamentos israelitas.


Nos media portugueses de referência a satanização do Hamas tornou-se rotineira. Editores, analistas, apresentadores, enviados especiais competem na repetição monocórdica do «direito de defesa de Israel» contra o terrorismo.


De Washington a Paris passou também a ser quase obrigatória a responsabilização do Irão pela resistência heróica dos milicianos do Hamas. A extrema direita estado-unidense, sobretudo, não esconde o seu desejo de que a barbárie que abrasa Gaza seja o prólogo de uma tragédia maior que envolva o Irão, berço de uma das maiores civilizações criadas pela humanidade.



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O apocalipse de Gaza transmite uma lição assustadora: a barbárie do Estado zionista de Israel, apoiada pelo imperialismo americano e contemplada compreensivamente pelos seus aliados da União Europeia configura uma ameaça à civilização. Num contexto histórico muito diferente, as burguesias do Ocidente trazem à memoria a atmosfera europeia nas vésperas de Munique. Afirmam a sua fidelidade aos valores da democracia tal como a concebem, mas actuam como cúmplices de um Estado cuja política os nega e espezinha ao promover chacinas como a de Gaza.


A solidariedade de todos os homens e mulheres progressistas com o heróico povo da Palestina martirizada é mais do que nunca um dever.


Nestes dias os combatentes do Hamas, ao lutarem pelo direito do seu povo a ser livre e independente, batem-se, afinal, por valores eternos.

O genocídio de Gaza é um desafio do zionismo NEONAZI à Humanidade.





Fonte:

Jornal "Avante!"

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sábado, 3 de janeiro de 2009

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A prepotência de Israel

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As forças terrestres israelitas entraram esta noite na Faixa de Gaza, onde se regista uma intensa troca de fogo. A operação militar vai durar «muitos dias», adianta o exército. A União Europeia considera a acção israelita um acto «defensivo, e não ofensivo», enquanto Paris e Londres condenam Telavive. O Conselho de Segurança da ONU vai reunir-se de emergência esta madrugada.


Segundo a Associated Press e a imprensa israelita, as tropas atravessaram a fronteira de Gaza cerca das 18h de Lisboa. Fontes militares confirmam que «está em marcha a segunda fase da operação» contra o Hamas.


«O objectivo é destruir a infraestrutura terrorista do Hamas», declarou ao jornal Haaretz a major Avital Leibovitch, porta-voz das forças armadas.


«Vamos ocupar algumas das áreas usadas pelo Hamas no lançamento dos seus rockets», afirmou, adiantando que a operação pode durar «muitos dias», sem precisar quantos.


'Desejamos a paz'


«Não desejamos a guerra, mas não podemos permitir que civis israelitas continuem permanentemente sob ameaça do terrorismo», declarou esta noite o ministro da Defesa Ehud Barak.


«Desejamos a paz, aguentamos esta ameaça durante muitos anos, mas chegou o tempo de proteger aquilo a que qualquer cidadão do mundo tem direito, a sua segurança», disse Barak.


Um comunicado das forças israelitas sublinha que o seu alvo é o Hamas, e não a população palestiniana. O exército remete mais informações para um balanço a ser feito no domingo, impondo até lá um rigoroso controlo noticioso.


Hamas alerta para 'armadilha'


Um outro comunicado, desta feita do Hamas, alerta que «Israel vai pagar um preço elevado» pela operação terrestre, enquanto uma fonte do movimento garante que já foram abatidos «vários» soldados israelitas.


Um SMS enviado por fonte das Brigadas Al-Qassam (braço militar do Hamas) anuncia que «os sionistas aproximam-se da armadilha que os nossos guerreiros prepararam».


Estima-se em cerca de 15 mil o número de combatentes prontos a enfrentar as forças israelitas em Gaza, e especula-se sobre a possibilidade do Hezbollah, no Líbano, lançar uma nova campanha de rockets em solidariedade para com o Hamas.


Milhares de reservistas chamados


Um vasto número de elementos da infantaria israelita, da artilharia e serviços secretos, todos munidos com óculos de visão nocturna, entrou no território cerca das 18h de Lisboa, apoiado pela força aérea e a marinha. Um grande número de tanques também entrou na faixa.


As forças armadas estão a chamar dezenas de milhares de reservistas, adianta o gabinete do ainda primeiro-ministro israelita Ehud Olmert.


O Canal 10 israelita indica ainda que estão a ser disparados tiros de artilharia ao longo de toda a fronteira para detonar os explosivos e as minas deixadas pelos militantes do Hamas.


Tiros de artilharia antecederam, durante a tarde de sábado, a invasão terrestre. A cúpula máxima do Hamas encontra-se incontactável. A Cidade de Gaza, onde vivem cerca de um milhão de pessoas, está às escuras.


Vítimas civis a norte de Gaza


Em Beit Lahiya, na zona norte da Faixa de Gaza, há notícia de várias vítimas civis, às quais as equipas de emergência não conseguem chegar devido à troca de tiros entre elementos do Hamas e tropas israelitas.


Nesta mesma localidade, pelo menos 13 pessoas morreram este sábado após um ataque aéreo.


No outro lado da fronteira, a protecção civil israelita recomendou às populações mais próximas de Gaza que se preparem para ficar em abrigos durante 48 horas.


Semana de bombardeamento


A operação militar em curso representa o culminar de uma semana de intenso bombardeamento por parte da aviação israelita a alvos do movimento islamita Hamas, acusado de disparar centenas de rockets contra zonas habitacionais judaicas.


A comunidade internacional tem apelado à contenção das duas partes e condenado tanto os disparos do Hamas como a forte resposta militar israelita, que já vitimou mortalmente mais de 400 palestinianos (
ler mais). Teme-se que pelo menos um quarto do número total de vítimas sejam civis.


Protestos em todo o mundo


A invasão da Faixa de Gaza acontece a seis semanas das eleições legislativas em Israel, onde este sábado decorreram manifestações de apoio mas também de oposição à guerra.


Um pouco por todo o mundo, o cenário repetiu-se, mas com uma prevalência para manifestações contra a operação militar. Milhares de pessoas protestaram em cidades como Nova Iorque, Londres e também Paris, onde se registaram confrontos, detenções e a destruição de veículos.


'Desunião' Europeia


Este sábado, a presidência checa da União Europeia, citada pelo Canal 2 israelita, e não Durão Barroso, como foi inicialmente indicado, afirmou que a operação terrestre em curso em Gaza é um acto «defensivo, e não ofensivo».


A inexperada declaração de Praga contraria a posição da maioria dos governos europeus. Londres informou que Gordon Brown pediu a Ehud Olmert que decrete imediatamente um cessar-fogo.


França, cujo presidente Nicolas Sarkozy visita o Médio Oriente na segunda-feira, condenou este sábado a acção militar israelita, enquanto o governo espanhol contactou o presidente palestiniano Mahmoud Abbas para expressar a sua «solidariedade» com o povo de Gaza.


A Síria, por iniciativa do presidente Bashar al-Assad, contactou este sábado o Irão e a Rússia para analisar a situação em Gaza.


Em Nova Iorque, o Conselho de Segurança das Nações Unidas vai reunir esta madrugada de emergência.




Fonte da notícia: Sol / Sapo

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

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O vampirismo israelita

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O chefe-adjunto do Estado-Maior israelita, o general Dan Harel, disse que o nenhum edifício do Hamas ficará em pé na Faixa de Gaza quando estiver concluída a operação militar que o estado judaico está a levar a cabo na região palestiniana.


O alto responsável israelita realçou que esta operação «é diferente das anteriores». «Colocámos a fasquia muita alta e vamos nessa direcção», apontou, citado pelo sítio noticioso «Ynetnews».


«Estamos a atingir edifícios governamentais, fábricas, zonas de segurança e outras», acrescentou Harel. «Depois da operação, nenhum edifício do Hamas ficará em pé em Gaza», assegurou o general.


Dan Harel referiu ainda que se está apenas no «princípio da batalha». «O pior não está para trás, ainda está para vir, e devemos estar preparados para isso», frisou.


O vice-primeiro-ministro de Israel, Haim Ramon, disse que o objectivo da ofensiva na Faixa de Gaza é fazer cair o governo do Hamas.


«Suspenderemos os ataques imediatamente se alguém assumir a responsabilidade por este governo», disse Haim Ramon, apontando em seguida: «Todos excepto o Hamas».
O governante explicou que a missão do exército de Israel é «impedir que o Hamas tome controlo do terreno».



Fonte da notícia: IOL Diário

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sábado, 27 de dezembro de 2008

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Ataque de Israel na Faixa de Gaza

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Pelo menos 140 palestinianos morreram este sábado num ataque da aviação israelita contra instalações do movimento islamista Hamas em Gaza, segundo o balanço mais recente dos serviços hospitalares no território.


Os ataques provocaram ainda mais de uma centena de feridos.


De acordo com um responsável dos serviços de segurança palestinianos, a aviação israelita lançou um ataque simultâneo em pelo menos 30 locais do Hamas na cidade de Gaza.


Um responsável dos serviços de segurança do Hamas adiantou que os ataques ocorreram em toda a Faixa de Gaza, adiantando que a maioria dos quarteis generais dos serviços de segurança e de polícia foram bombardeados.


Os ataques foram já confirmados pelo exército israelita.


«A nossa aviação interveio intensamente contra infra-estruturas do Hamas na Faixa de Gaza para pôr fim aos ataques terroristas destas últimas semanas contra aglomerados civis israelitas», disse um porta-voz do exército israelita.


A mesma fonte garantiu que as operações militares «vão continuar e serão alargadas, se for preciso».


Presidente pede ajuda da comunidade internacional


O presidente palestiniano, Mahmoud Abbas, apelou à intervenção da comunidade internacional para pôr fim aos ataques aéreos israelitas contra as instalações do Hamas na Faixa de Gaza.


«O presidente palestiniano condena os ataques de Israel e apela à comunidade internacional para intervir no sentido de pôr fim a esta ofensiva», afirmou o porta-voz de Mamhoud Abbas, Nabil Abou Roudeina.




Fonte da notícia: IOL Diário

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Jorge Goncalves

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