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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

domingo, 15 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Crise não é razão para comer mal

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A falta de dinheiro devido à crise não é motivo para as famílias deixarem de ter uma alimentação boa, segundo dietistas contactadas pela Lusa, que apontam várias soluções saudáveis.

«Não é preciso comer carne e peixe diariamente ao almoço e jantar», disse à Lusa a presidente da Associação Portuguesa dos Dietistas, atribuindo a estes alimentos um preço elevado.

Esta opinião é corroborada pela dietista Maria Fernanda Fogaça, que considera que há um consumo muito excessivo de proteínas na alimentação. «As nossas necessidades de proteínas são de um grama por cada quilo e por dia, sendo que só metade devem ser de origem animal», referiu, adiantando: «100 gramas de carne ou de peixe têm 20 gramas de proteínas».

Considerando o elevado preço do peixe e da carne, as duas dietistas defendem um menor consumo daqueles tipos de alimentos. Graça Raimundo aconselha, por exemplo, a confecção de feijoadas, «com pouca gordura», jardineiras ou caldeiradas, pratos que levam menos quantidades de carne e peixe.

«Posso substituir a carne de avestruz ou o bife da vazia por carne de aves, que são mais económicas e também posso substituir a carne e o peixe por ovos e leguminosas, nomeadamente o feijão ou o grão», referiu, aconselhando também a compra de fruta da época e hortaliças.

Para esta dietista, esta altura de crise económica poderá também servir para recuperar hábitos antigos, como seja o aproveitamento de restos de comida como o pão para fazer migas ou açordas.

Outro aspecto em que as duas profissionais concordam é na ideia de que se devem evitar os pequenos-almoços fora de casa. «Criou-se muito o hábito de se tomar o pequeno-almoço fora de casa. Acaba por se comer folhados e bolos em vez do pão», disse Maria Fernanda Fogaça, adiantando que também se pode aproveitar o momento para não gastar dinheiro em produtos com açúcar.



Fonte: IOL Diário

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sexta-feira, 27 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Igreja e os pobres

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O Bispo das Forças Armadas portuguesas, D. Januário Ferreira, defende que, no actual cenário de crise económica, a Igreja tem «obrigação» de promover a solidariedade social e de «levantar a voz», mostrando que está do lado dos pobres, escreve a Lusa.

À margem de uma conferência sobre solidariedade social, que decorreu em Cascais, D. Januário Torgal Ferreira afirmou que «não se pode pedir tudo ao Estado», embora considere que este deva ter leis que garantam soluções para a erradicação da pobreza.

«Espalhar o bem tem de ser sempre o caminho da Igreja. O Estado tem a segurança social e outros mecanismos, mas a ajuda social não se esgota e a Igreja solicita a ver no outro o irmão», referiu o Bispo Titular das Forças Armadas e de Segurança, lembrando, «sem triunfalismos», que a maioria das instituições de apoio social são cristãs.

«Acho que os partidos e os governantes devem ter uma orientação prioritária para resolver a actual situação de crise, enquanto a a Igreja tem obrigação de levantar a voz, dar o seu serviço e dizer ao país de que lado estamos - do lado dos que não têm nada», acrescentou.

Questionado sobre a existência de leis e de programas políticos que contribuam para minorar a pobreza em Portugal, D. Januário Ferreira considerou que a pergunta deve ser feita aos próprios partidos.

O Bispo das Forças Armadas afirmou também manter a expectativa de que o diferendo entre instituições particulares de solidariedade social (IPSS) e o Governo sobre subsídios para actividades de tempos livres (ATL) seja resolvido em breve, mas deixou um apelo a todos os envolvidos na matéria.

«Acredito que há sensibilidade social dos dois sectores, tenho esperança de que não haja conflitos e antagonismos. Seria bom que todos remássemos na mesma direcção, sem olhar para o próprio umbigo e atendendo às necessidades humanas. Não sei se a pessoa humana é, neste momento, o centro das atenções», lamentou.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:

A actual crise económica está a atingir muita gente sobretudo os mais pobres da nossa sociedade e, na minha opinião, a igreja tem um papel fundamental de zelar pelos interesses dos mais necessitados.

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segunda-feira, 9 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Hábitos alimentares dos portugueses estão a mudar


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O aumento de preços está a provocar mudanças nos hábitos de consumo de muitos portugueses. Alguns trocaram as marcas por produtos de linha branca, outros deixaram de comprar peixe fresco e há mesmo quem esteja a racionar os alimentos.

Às dez da manhã, já percorreu todos os corredores do supermercado à procura das promoções anunciadas no panfleto. Joaquina sabe que «é preciso chegar muito cedo, senão esgota tudo, tal tem sido a correria aos descontos».

Segundo um estudo divulgado recentemente, os supermercados discount têm assistido a um aumento de clientes.

Com 250 euros de reforma, Joaquina foi uma das consumidoras que trocou o «careiro» mercado do bairro pelo supermercado discount mesmo ao lado. Hoje diz que come menos peixe fresco e «carne da boa» e aposta mais nas sopas. Para isso conta com a «hortinha» que criou no quintal da sua casa no centro de Lisboa, onde tem «tomateiros, couves, espinafres, salsa, couve-galega e até um limoeiro».
Também Alice Batista, 69 anos, confessa que nos últimos tempos produtos como o peixe fresco passaram a rarear à mesa da família, que tem um rendimento de pouco mais de 500 euros.

«Precisamos de comer mas temos de gastar menos. Compro poucas vezes peixe e quando há dou-o ao meu marido que está doente», admite Alice Batista, que apanhou vários transportes públicos para atravessar a cidade e conseguir comprar alho francês em promoção noutro mercado discount.

Também à procura do «melhor alho francês» está Lúcia Marques, 77 anos, que admite que na sua casa a comida começou a ser racionada: «para conseguir sobreviver, tenho que pôr menos comida à mesa, porque não dá para mais. Está tudo muito caro».

Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que os preços dos alimentos não têm parado de subir.

Estes consumidores dizem «nunca ter sido de grandes gastos», pertencem a uma geração que passou dificuldades e que por isso teve sempre de ser poupada. Mas há quem tenha nascido noutros tempos, ganhe ordenados acima da média e também sinta o impacto da subida de preços.

Paula Almeida, 31 anos, é freelancer com um rendimento mensal médio de 1500 euros.

Com o empréstimo da casa para pagar, que tem vindo a subir «brutalmente» nos últimos tempos, viu-se obrigada a fazer algumas mudanças nos hábitos de consumo: «deixei de ir à mercearia, porque era muito cara, e passei a comprar mais produtos marca branca. Sinto também que estou a regressar ao básico, ou seja, em vez de ter quatro produtos diferentes para lavar a roupa, só tenho um».

A opção por marcas brancas parece generalizada e é confirmada por um responsável do grupo Jerónimo Martins - donos do Pingo Doce e Feira Nova - que disse à Lusa que nos últimos tempos se tem verificado uma procura acentuada destas marcas.

Apesar de todos falarem em crise, Joaquina, nascida na década de 30, garante que os «tempos difíceis» viveram-se há muitos anos, «quando se passava fome a sério». Hoje, aconselha, «é preciso que os mais jovens percebam que a alimentação é muito mais importante do que ter um carro novo».

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:

Não há dúvida nenhuma que a crise económica mundial nos está a afectar também. Gostaria de sublinhar aqui que o que mais detesto no meio de tudo isto é a forma como muitos portugueses, levados por uma onda de ignorância descabida e triste sobre esta matéria, reagem à situação atribuindo todas as culpas ao actual governo do Eng.º José Sócrates. Muitos dos comentários nos principais sítios de notícias portuguesas da Net revelam isso mesmo, uma ignorância descabida que eu acho absolutamente incrível e simultaneamente revoltante. Há que salientar que tanto os governos como os seus respectivos representantes não fazem milagres. Não tenho dúvidas nenhumas que, nesta situação de crise económica mundial desenfreada, eles estão a fazer o melhor que podem e sabem.

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terça-feira, 3 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Crise Alimentar cartoon

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Aquela que começou por ser uma conferência, sobretudo técnica, destinada a discutir os problemas da segurança alimentar, alterações climáticas e bioenergia, transformou-se, nos últimos meses, numa cimeira de alto nível, onde muitos líderes fizeram questão de marcar presença. O gatilho foi a crise alimentar mundial e agora as atenções convergem para Roma onde, de hoje a quinta-feira, se vai medir o pulso às vontades mundiais em alterar a situação.

Não se esperam grandes decisões deste encontro da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). Os observadores encaram-no como um primeiro grande debate que dará início às negociações sobre os passos necessários para fazer face à crise. Falar-se-á de medidas de curto prazo - como a ajuda humanitária - e de médio e longo prazo. Nestas últimas, contam-se as ajudas à produção agrícola nos países mais pobres e que terão de ascender, segundo a FAO, a 1100 milhões de euros.

Os países serão confrontados com um plano de acção apresentado por Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, mas os testes aos compromissos que irão assumir terão lugar mais à frente, primeiro no encontro do G8 (países mais industrializados) mas sobretudo nas negociações sobre Doha da Organização Mundial de Comércio. Já em Roma, Ban Ki-moon responsabilizou os governantes pela crise. "Renunciaram a tomar decisões difíceis e subavaliaram a necessidade de investir na agricultura. Hoje estamos literalmente a pagar o preço", acusou.

Apesar de ser um pontapé de saída, Roma não deixará de ter as suas polémicas. Que, aliás, já começaram. A confirmação de que os presidentes do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, e do Zimbabwe, Robert Mugabe, estarão presentes começou a dar que falar e partidos e associações de esquerda italianas já marcaram protestos.

Mas muitos outros chefes de Estado e de Governo prometeram estar presentes, desde o brasileiro Lula da Silva ao francês Nicolas Sarkozy, passando pelo espanhol José Luis Zapatero. De Portugal estará o ministro da Agricultura, Jaime Silva.

A crise alimentar, provocada pela escalada dos preços do petróleo e por aumentos da procura não acompanhados pela oferta, vai abafar as discussões sobre as alterações climáticas.

Os 193 países preparam-se para aprovar uma declaração onde prometem responder aos desafios. Mas, segundo a versão a que o PÚBLICO teve acesso, há muitas arestas a limar. Arestas inevitavelmente ligadas às questões políticas mais sensíveis: os subsídios dados aos agricultores dos países ricos, as restrições às importações e os biocombustíveis.

Fonte da notícia: Público

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


ONU alerta para crise alimentar a nível mundial

Organismo diz que se está perante um problema «imprevisível»


O último relatório de Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) lançou um alerta preocupante no seu último relatório: o mundo vai enfrentar uma crise devido à falta e ao aumento de preço dos alimentos nos próximos anos. O estudo Perspectivas Alimentares, citado pelo jornal espanhol El País, refere que as reservas estão a descer rapidamente ao contrário dos preços, que têm atingido níveis históricos.


De acordo com a FAO, a conjugação destes dois factores pode criar nos próximos anos uma crise «imprevisível e preocupante». O estudo da organização aponta que as reservas de cereais caíram 11 por cento, para o nível mais baixo desde 1980. Já os preços dos alimentos subiram 40 por cento, um progresso muito acentuado, relativamente aos 9 por cento de aumento de há um ano.


«Temos que fazer frente à fome mundial que se aproxima», disse o director do programa mundial de alimentos da ONU, Josette Sheeran, dando conta que o problema «pode prejudicar os mais necessitados durante décadas».


Pobres são o grupo de maior risco


Os dados indicam que os países mais frágeis são os que terão mais dificuldades em enfrentar os problemas previstos no estudo da FAO. No último ano, os alimentos que importaram subiram de preço 25 por cento.


Os países em vias de desenvolvimento também serão afectados de forma especial num cenário de crise.


Além do aumento excessivo do preço dos alimentos e da descida das reservas de comida há ainda outros dados a ter e conta e que podem contribuir para o acentuar do problema como as alterações climáticas, que têm provocado um maior número de secas e inundações, e ainda o aumento do preço do petróleo e da procura de biocombustíveis.

A FAO já apelou a que se tomem medidas urgentes para evitar uma crise mundial. Entre elas defende a venda a preços reduzidos de sementes e fertilizantes aos agricultores dos países pobres, de forma a aumentar a produção de alimentos básicos.

Fonte da notícia: PORTUGAL DIÁRIO

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Jorge Goncalves

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