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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A história secreta da América por Oliver Stone

Oliver Stone's "Secret History of America"
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O cineasta Oliver Stone está prestes a contar os seus segredos. De acordo com a agência Reuters, Stone vai realizar o documentário para a TV norte-americana intitulado «Oliver Stone`s Secret History of America» («A história secreta da América por Oliver Stone»).

Dividido em dez episódios, a série documental tem data de estreia prevista para 2010 no canal Showtime. Nos dez episódios serão apresentados momentos desconhecidos da história norte-americana. Em causa estarão, por exemplo, as razões sobre a decisão de se avançar para a Guerra Fria, a tomada de decisão sobre o lançamento de bombas atómicas no Japão em 1945 e as mudanças do papel dos EUA após a queda do comunismo no mundo.

Em nota divulgada pela agência noticiosa, o cineasta disse que esta será «a contribuição mais profunda» que poderá jamais fazer em filme para a próxima geração. «Só posso esperar que uma mudança na nossa mentalidade resulte disso», acrescentou.

Oliver Stone tem também nesta altura em preparação a segunda parte do filme «Wall Street», de 1987.





Fonte: IOL Diário

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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Relembrando o massacre de Tiananmen

TIANANMEN SQUARE MASSACRE: 20 YEARS AGO
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As autoridades chinesas vedaram hoje o acesso à praça de Tiananmen um dia antes de serem assinalados 20 anos da repressão militar sobre os estudantes que tinham ocupado o local.

Centenas de polícias, militares e outras forças de segurança vedaram o acesso à praça no centro da cidade de Pequim onde, entre 03 e 04 de Junho de 1989, a intervenção do exército pôs fim a sete semanas de protestos dos estudantes da capital chinesa para exigir reformas democráticas no país.

Como é habitual todos os anos, a polícia reforçou as medidas de controlo de visitantes através de postos instalados nas imediações da praça, verificando a saída de passageiros dos autocarros nas ruas adjacentes e malas e documentos de pessoas que se aproximam do local.

Em declarações à agência noticiosa francesa AFP, o dissidente Qi Zhiyong, a quem foi amputada a perna esquerda em 1989 e que está sob vigilância policial constante, disse ter sido obrigado a deixar Pequim ao início do dia.

“Todos os dias eu tenho de mandar a minha filha para a escola num carro da polícia e hoje depois de ver o meu filho fui impedido de sair do carro da polícia”, disse Qi Zhiyong numa mensagem de texto enviada aos jornalistas.

“Agora tenho mais dois agentes no carro, obrigaram-me a sentar no meio e estão a levar-me para fora de Pequim. Vão ficar com o meu telemóvel”, escreveu ainda Qi Zhiyong, agora com 53 anos.

A intervenção militar chinesa em Tiananmen provocou um número ainda indeterminado de mortos entre os estudantes que tinham ocupado a praça e, até hoje, os dados oficiais não são conhecidos uma vez que o tema continua a ser tabu no país.

“Este ano estamos a ver os agentes da polícia a tomar medidas mais radicais. Isto diz-nos que todas as protecções legais do Estado são banidas quando o Partido Comunista se sente desafiado”, afirmou Nicholas Bequelin, um investigador de Direitos Humanos radicado em Hong Kong.

Outros activistas contestaram também a actuação policial como o escritor e crítico social Jiang Qisheng.

“Hoje quis levar a minha mulher ao médico mas disseram-me que não o podia fazer", disse o activista preso em 1999 depois de ter tentado organizar as comemorações do décimo aniversário do massacre.

“Não há lei ou regulamento que os autorize a fazer isto, a polícia está a violar a lei”, acrescentou.

Uma das impulsionadoras do movimento “Mães de Tiananmen” - Ding Zilin, de 72 anos e que perdeu o filho atingido a tiro pelas autoridades - disse, num telefonema, ter sido convidada a sair da capital e que tinha recusado, estando agora impedida de sair de casa.

No sábado, funcionários governamentais levaram Wu Gaoxing, que foi condenado a dois anos de cadeia após os protestos em 1989 na província de Zhejiang, disse um colaborador de Wu.

O mesmo colaborador afirmou que o activista escreveu uma carta aberta ao Presidente chinês, Hu Jintao, na qual pede uma compensação pecuniária para aqueles que foram detidos após a intervenção militar.

Na decisão de controlar activistas ou dissidentes, as autoridades chinesas levaram também para fora da capital Bao Tong, um antigo ajudante de Zhao Ziyang, que caiu em desgraça por ter manifestado simpatia para com os ideais dos estudantes.

Fonte: LUSA

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

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Capitalismo vs Socialismo segundo Mário Soares


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A grande crise em que o mundo parece ter mergulhado aprofunda-se todos os dias e atinge todos os continentes. É uma crise verdadeiramente global cujo remédio não surge claro, para ninguém.
Durante os anos de esperança que se viveram nas décadas "gloriosas", após a hecatombe da Segunda Guerra Mundial, os comunistas anunciavam a crise geral do capitalismo que não deixaria de aí vir, segundo as análises marxistas. Houve, de facto, pequenas crises, mas nada que se comparasse com a grande crise de 1929, que parecia ser a máxima referência maligna.
O capitalismo reformulou-se. Surgiram as sociedades de bem-estar, a segurança social para todos, o New Deal de Roosevelt, o trabalhismo inglês e as nacionalizações do pós-guerra e o socialismo democrático dos nórdicos, e a pouco e pouco, com nuances, do resto dos países europeus que pareciam assegurar a paz, o bem-estar e uma certa harmonia social. Tanto mais que se generalizaram a quase toda a Europa Ocidental, com as excepções negras - até à Revolução dos Cravos de 1974 - da Península Ibérica e da Grécia, as únicas três ditaduras fascistóides que sobreviveram na Europa dita Ocidental, à vitória dos Aliados.
O comunismo soviético consolidou-se, influenciou, com crises várias, as Repúblicas Populares do Leste Europeu, comunicou-se à China - que em breve se tornaria um comunismo rival da URSS -, à Coreia do Norte, ao Vietname e, com algumas outras pequenas experiências frustradas, a Cuba.
Contudo, o capitalismo ocidental manteve-se, próspero, superou as chamadas "crises do petróleo" e, entretanto, deu-se a magnífica surpresa, totalmente inesperada, da implosão pacífica do universo comunista, com a queda do Muro de Berlim, da Cortina de Ferro, da URSS, transformada em Confederação Russa, da integração das Repúblicas Populares na União Europeia e a grande transformação da China, com Deng Xiao Ping, que tentou conciliar o regime comunista de partido único com a economia de mercado e o pior dos capitalismos, o mais selvagem...
O chamado Ocidente - e, em especial, a América do Norte - exultaram com a implosão do universo comunista e cometeram o erro fatal de se considerar "donos do mundo", com Bush tentando marginalizar as Nações Unidas, procurando generalizar a chamada "democracia liberal", a globalização sem regras éticas, o "capitalismo de casino", o unilateralismo ao universo inteiro, caindo com a sua sobranceria de "vencedores" - sem remédio - nos atoleiros das guerras do Afeganistão e do Iraque, verdadeiros sorvedouros de recursos, e dando luz verde a Israel para atacar o Líbano e a Faixa de Gaza, dois outros erros imperdoáveis.
Veio a crise financeira e económica global - com os subprime, as roubalheiras em larguíssima escala, feitas secretamente em offshores, as falências escandalosas de bancos, companhias seguradoras, grandes empresas e de especuladores criminosos, como Madoff, que foi um exemplo maior. O neoliberalismo como sistema económico afundou-se, com o mesmo espanto público e rapidez com que se tinha afundado, quase 20 anos antes, o universo comunista. E, as pessoas perguntam-se, legítima e angustiosamente: e agora?
A crise - note-se - não foi uma novidade. Tinha sido anunciada por politólogos, economistas, sociólogos e alguns comentadores mais avisados. Mas ninguém ligou. Tanto que chegou com pés de lã e começou por ser um espanto - uma enorme surpresa - para os banqueiros, gestores, políticos, economistas, empresários e especuladores envolvidos.
Apesar dos múltiplos avisos, nunca lhes passou pela cabeça que lhes pudesse acontecer, ou melhor: que lhes caísse em cima da cabeça, com a brutalidade que tem acontecido...
E agora, repito? O Presidente Obama disse que "é preciso mudar o modelo económico". É evidente! Claro, o capitalismo financeiro especulativo faliu, como o neoliberalismo, que o tornou possível. Quanto a isso não há qualquer dúvida.
Embora as mentalidades de políticos, economistas, empresários e especuladores, na maior parte dos casos, ainda não tenham mudado. Por mais paradoxal que seja, as mesmas ideias e comportamentos persistem.
E, por isso, insisto: mas mudar, como? Respondo: buscando gente jovem, novos rostos de políticos, economistas e empresários, novas ideias, novos comportamentos. Sobretudo, com respeito pelos valores éticos, sociais e ambientais e habituando-se a uma estrita moralidade pública.
Passar do capitalismo para o socialismo? Como alguns sugerem, regressando às velhas utopias do século XX, em que tantas pessoas excelentes persistem em acreditar, neste início conturbado do século XXI?
Contudo, o socialismo totalitário - não o esqueçamos - faliu, tanto o de tipo soviético como o maoísta ou de Deng Xiao Ping, para não falar do fidelismo. Sem mercado não há cidadãos livres: há funcionários e escravos de um outro tipo, aprendemos isso com o colapso do universo comunista e, alguns de nós, em décadas antes, quando conhecemos a realidade dos goulags e os crimes de Estaline, através do relatório de Kruschev ao XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética, que fica então?
Uma economia de mercado, mas com regras éticas e políticas estritas. Estados de direito capazes de controlar os mercados e de assegurar sociedades de cidadãos livres, pluralistas e participantes, democracias não oligárquicas como era o caso, mas sociais, preocupadas com o bem-estar de todos, com uma justiça independente, acima dos media, e com a defesa do ambiente, indispensável à sobrevivência da humanidade e da biodiversidade.
Claro que isso, nas suas grandes linhas, é o que, durante décadas, se chamou na Europa social-democracia ou socialismo democrático. Ou, se quiserem, um capitalismo avançado ou progressista onde o superior valor são as pessoas e não o dinheiro ou a pura especulação financeira...
Não creio que, de momento, se possa inventar nada de melhor, para conseguirmos sair da crise e conceder à humanidade uns anos de paz e de bem-estar, sob a égide da lei e dos grandes valores universais.
Um modo de conciliar dois valores antinómicos da Grande Revolução Francesa: a liberdade com a igualdade possível e também com a fraternidade, dado que, como humanos, pertencemos todos à mesma casa comum.
Contudo, é importante, direi mesmo, indispensável, regulamentar a globalização, sem o que, também, não venceremos a crise. Ora se a globalização económica é um facto irreversível e global, como está à vista, importa que se estabeleça uma regularização política global, mediante a reforma das instituições financeiras internacionais (Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional) e a sua integração nas Nações Unidas, reformuladas segundo os objectivos do milénio.
O que implica uma nova ordem mundial, com um esquema de governação mundial, que não seja um directório de países ricos, mas a consequência multilateral e democrática do mundo de hoje, com os países emergentes e blocos regionais que representam todos os continentes. Não vai ser fácil. Mas é o caminho que teremos de percorrer, abolindo as guerras e construindo um mundo melhor e mais humano.

Texto do Dr. Mário Soares


Fonte: DN Online

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segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Hu Jintao reeleito presidente da China por mais cinco anos


Fonte da notícia: Público PT

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Jorge Goncalves

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