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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O poder Russo

RUSSIAN POWER

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Rússia exibe os músculos e não está disposta a contemporizar com a OTAN



O presidente russo Dmitri Medvedev promulgou a "Doutrina Militar" da Rússia, um documento que avalia as ameaças, visando a OTAN em particular, e especifica as situações em que Moscovo poderá recorrer à força, inclusivamente às armas nucleares.


No ponto dedicado aos "principais perigos militares externos", o documento aprovado por Medvedev cita, em primeiro lugar, a "tentativa de atribuir funções globais ao potencial militar da Organização do Tratado do Atântico Norte (OTAN), violando as normas internacionais, e a aproximação de infraestruturas militares dos países membros da OTAN para a vizinhança das fronteiras da Federação Russa, inclusive através do alargamento da Aliança", lê-se.


Perigo na vizinhança


A alusão às tentativas da Ucrânia e da Geórgia de aderirem à OTAN é evidente e tomada como uma ameaça à segurança. O texto cita entre os "perigos militares" ainda a "instalação de contingentes militares em países estrangeiros, confinantes com a Federação Russa ou com os seus aliados", e a "instalação de sistemas de defesa contra mísseis estratégicos, que abalam a estabilidade e desequilibram a proporção de forças no âmbito dos mísseis nucleares".


Segundo a nova "doutrina", as armas nucleares "serão um factor importante para impedir a eclosão de conflitos militares nucleares e de conflitos com recurso a armas convencionais". Neste sentido, pode-se entender que os estrategas do Kremlin vêm o arsenal militar como potencial de dissuasão.


No entanto, o novo documento explicita também as situações em que Moscovo reivindica o direito do recurso ao armamento nuclear. "A Federação da Rússia reserva-se o direito de utilizar armas nucleares em resposta a um ataque nuclear ou com outras armas de destruição em massa, levado a cabo contra ela (Rússia) ou contra os seus aliados, ou quando a sobrevivência do país possa estar em risco". A decisão do recurso ao arsenal militar cabe ao presidente.


Exibir os músculos


Anteriormente o vice-chefe do estado-maior, general Anatoli Nogovintsin, tinha afirmado que a nova doutrina militar seria composta por "uma parte aberta, que inclui os aspectos político-militares, e uma parte confidencial que define as questões de utilização do Exército e da Marinha, incluindo o recurso às forças nucleares".


A publicação do documento nesta altura pode também ser vista como uma "exibição de músculos", ligada às negociações em curso entre Moscovo e Washington, para o novo acordo sobre limitação de armamento nuclear, que deverá suceder ao tratado "START-1", que caducou em Dezembro passado.


Fonte: JN

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segunda-feira, 1 de setembro de 2008

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Tensão entre as super-potências

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O Presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, declarou este domingo que «a Rússia jamais aceitará uma organização do mundo em que todas as decisões sejam tomadas apenas pelos Estados Unidos, o que só provocaria conflitos», escreve a Lusa.

A declaração de Medvedev constitui o segundo de «cinco princípios» em que a Rússia irá basear a sua política externa e que foram anunciados numa entrevista transmitida por três canais televisivos russos.

«O mundo deve multipolar. A unipolaridade é inaceitável», declarou o presidente russo, antes de afirmar que «a Rússia jamais aceitará uma organização do mundo em que todas as decisões sejam tomadas apenas pelos Estados Unidos. Semelhante mundo só provocará conflitos».

No primeiro príncipio apresentado, Medvedev tinha deixado uma referência ao respeito pelo Direito Internacional.

«Antes de tudo, a Rússia reconhece a primazia dos princípios fundamentais do Direito Internacional que definem as relações entre os povos civilizados», disse Dmitri Medvedev.

O terceiro «princípio» da política externa de Moscovo é o de que «a Rússia não quer confronto com nenhum país».

«A Rússia não tenciona isolar-se. Nós iremos desenvolver, até onde for possível, as nossas relações de amizade com a Europa, os Estados Unidos e outros países do mundo», acrescentou.

Por outro lado, o quarto ponto é o de que «a defesa da vida e da dignidade dos cidadãos russos, estejam onde estiverem, é uma prioridade incondicional».

«O quinto princípio são os interesses da Rússia nas regiões amigas», finalizou.

Dmitri Medvedev ameaçou que «a Rússia, em caso de necessidade, está pronta a aprovar leis sobre sanções contra outros Estados», mas ressalvou que «isso não é produtivo».

Inguchétia quer separação da Rússia

A oposição da Inguchétia estuda a possibilidade de lançar um apelo à opinião pública com o pedido de «separar» a república da Rússia, declarou Magomed Khazbiev, dirigente do Comité da Manifestação Nacional de Protesto.

Este comité é a principal força política que contesta a política do Presidente inguche, Murat Ziazikov.

«Precisamos de pedir à Europa ou América para que nos separem da Rússia. Se não somos desejados nesse países, não sabemos o que fazer mais», declarou Khazbiev aos microfones da Rádio Eco de Moscovo.

«É necessário travar o genocídio do povo inguche realizado pelo Kremlin», acrescentou.

Magomed Khazbiev anunciou que a oposição inguche irá discutir, numa reunião especial, que acções pode empreender depois do assassínio de Magomed Evloev, dono do jornal electrónico Ingushetiya.ru, pela polícia da Inguchétia.

Evloev foi morto este domingo com um tiro na cabeça depois de ter sido detido pela polícia no aeroporto de Margas, capital da Inguchétia.

A Inguchétia é uma das repúblicas caucasianas da Rússia, que faz fronteira com a Tchetchénia e a Ossétia do Norte.

A morte de Evloev pode desestabilizar ainda mais a situação na Inguchétia, onde actua uma forte guerrilha independentista, muito activa.

Fonte da notícia: IOL Diário

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domingo, 8 de junho de 2008

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EUA culpados pela crise financeira mundial

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O Presidente russo Dmitri Medvedev acusou hoje os Estados Unidos de terem provocado a crise financeira mundial que actualmente se vive por excesso de ambição e acrescentou que a Rússia é um exemplo por ter “consciência da sua responsabilidade para um cenário mundial” e como futuro líder económico.

No Fórum Económico de São Petersburgo o Presidente disse, ainda, que “o papel que os Estados Unidos desempenham no sistema económico mundial não corresponde às suas capacidades reais e essa é uma das principais razões da crise actual”.

A Rússia, pelo contrário, “é um actor mundial consciente da sua responsabilidade” frisou Medvedev. “Queremos participar na formulação das regras do jogo, não devido a ambições imperialistas, mas porque temos consciência da nossa responsabilidade e dos recursos que possuímos”, em especial os energéticos, acrescentou.

Como exemplo o dirigente falou nos biocombustíveis que têm agravado a crise alimentar mundial, quando o seu país tem apostado na liberalização do mercado do gás e apostado em medidas de incentivo fiscal ao relançamento da produção de petróleo, o que contribuirá “para estabilizar os mercados energéticos mundiais”.

O secretário norte-americano do Comércio, Carlos Gutierrez, classificou as declarações do responsável russo como “muito fortes”, mas rejeitou a palavra crise, preferindo falar numa “reversão de crescimento”.

Medvedev, considerado um liberar sucedeu a Vladimir Putin há um mês e prometeu reforçar o Estado de Direito, lutar contra a corrupção e facilitar a existência de pequenas e médias empresas na Rússia. No fórum aproveitou para reforçar a ideia de querer tornar o país num “centro financeiro potente” e a “inovação” ser uma das principais prioridades.

Ainda assim, nos corredores do encontro a conversa circulou sempre em torno da crise que opõe os accionistas russos aos britânicos devido à crise na TNK-PP, uma empresa inteiramente privada detida em igual parte por três empresários russos e pela britânica BP.

Fonte da notícia: Público

Nota Pessoal:

Um materialismo capitalista claramente desenfreado e carregado também de uma forte componente de muita ambição imperialista, afinal de contas são eles que querem ser os donos do mundo!

Coitados dos pobres porque são eles também na sua maioria que sofrem mais as consequências destes actos de imperialismo selvático.

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segunda-feira, 3 de março de 2008

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A Rússia tem novo presidente


Medvedev promete continuar a política de Vladimir Putin

O Presidente russo cessante, Vladimir Putin, felicitou hoje à noite o candidato do Kremlin, Dmitri Medvedev, pela sua vitória nas eleições presidenciais e este prometeu prosseguir a política iniciada pelo seu antecessor. "Hoje é um dia especial. Escolhemos a via do desenvolvimento do país por um longo período futuro", afirmou o novo Presidente da Rússia.

"Felicito Dmitri Medvedev", declarou Putin, ao lado do seu delfim, de 42 anos, durante um concerto na Praça Vermelha, em Moscovo, cujas imagens foram transmitidas pela televisão, sob os aplausos de jovens apoiantes.

"As eleições presidenciais realizaram-se e o nosso candidato vai, sem qualquer dúvida, à frente", acrescentou, referindo-se aos primeiros resultados parciais, e agradecendo a "todos os cidadãos russos que se deslocaram às urnas".

"Isso significa que vivemos num Estado democrático e que a nossa sociedade civil está a tornar-se eficaz, responsável e activa", sublinhou o Presidente russo.

Visivelmente feliz, Medvedev declarou que a Rússia escolheu seguir em frente e garantiu que "a política do Presidente Putin" será prosseguida.

"Hoje é um dia especial. Escolhemos a via do desenvolvimento do país por um longo período futuro", afirmou.

"Temos todas as hipóteses de continuarmos a desenvolver-nos como nos desenvolvemos nos últimos anos, de reforçar a estabilidade, melhorar a qualidade de vida, ir em frente", sustentou.

"Temos todas as possibilidades para preservar a política de Putin. Iremos em frente e juntos venceremos!", prosseguiu, assumindo já uma postura de Estado, embora a passagem do poder se faça apenas em Maio.

Os dois homens apresentaram-se ambos com roupa informal, atravessando a Praça Vermelha com uma música patriótica em fundo, interpretada pela banda preferida de Putin, Liubé, antes de subirem ao palco.

Fonte da notícia: SIC Online

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Jorge Goncalves

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