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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Relembrando o massacre de Tiananmen

TIANANMEN SQUARE MASSACRE: 20 YEARS AGO
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As autoridades chinesas vedaram hoje o acesso à praça de Tiananmen um dia antes de serem assinalados 20 anos da repressão militar sobre os estudantes que tinham ocupado o local.

Centenas de polícias, militares e outras forças de segurança vedaram o acesso à praça no centro da cidade de Pequim onde, entre 03 e 04 de Junho de 1989, a intervenção do exército pôs fim a sete semanas de protestos dos estudantes da capital chinesa para exigir reformas democráticas no país.

Como é habitual todos os anos, a polícia reforçou as medidas de controlo de visitantes através de postos instalados nas imediações da praça, verificando a saída de passageiros dos autocarros nas ruas adjacentes e malas e documentos de pessoas que se aproximam do local.

Em declarações à agência noticiosa francesa AFP, o dissidente Qi Zhiyong, a quem foi amputada a perna esquerda em 1989 e que está sob vigilância policial constante, disse ter sido obrigado a deixar Pequim ao início do dia.

“Todos os dias eu tenho de mandar a minha filha para a escola num carro da polícia e hoje depois de ver o meu filho fui impedido de sair do carro da polícia”, disse Qi Zhiyong numa mensagem de texto enviada aos jornalistas.

“Agora tenho mais dois agentes no carro, obrigaram-me a sentar no meio e estão a levar-me para fora de Pequim. Vão ficar com o meu telemóvel”, escreveu ainda Qi Zhiyong, agora com 53 anos.

A intervenção militar chinesa em Tiananmen provocou um número ainda indeterminado de mortos entre os estudantes que tinham ocupado a praça e, até hoje, os dados oficiais não são conhecidos uma vez que o tema continua a ser tabu no país.

“Este ano estamos a ver os agentes da polícia a tomar medidas mais radicais. Isto diz-nos que todas as protecções legais do Estado são banidas quando o Partido Comunista se sente desafiado”, afirmou Nicholas Bequelin, um investigador de Direitos Humanos radicado em Hong Kong.

Outros activistas contestaram também a actuação policial como o escritor e crítico social Jiang Qisheng.

“Hoje quis levar a minha mulher ao médico mas disseram-me que não o podia fazer", disse o activista preso em 1999 depois de ter tentado organizar as comemorações do décimo aniversário do massacre.

“Não há lei ou regulamento que os autorize a fazer isto, a polícia está a violar a lei”, acrescentou.

Uma das impulsionadoras do movimento “Mães de Tiananmen” - Ding Zilin, de 72 anos e que perdeu o filho atingido a tiro pelas autoridades - disse, num telefonema, ter sido convidada a sair da capital e que tinha recusado, estando agora impedida de sair de casa.

No sábado, funcionários governamentais levaram Wu Gaoxing, que foi condenado a dois anos de cadeia após os protestos em 1989 na província de Zhejiang, disse um colaborador de Wu.

O mesmo colaborador afirmou que o activista escreveu uma carta aberta ao Presidente chinês, Hu Jintao, na qual pede uma compensação pecuniária para aqueles que foram detidos após a intervenção militar.

Na decisão de controlar activistas ou dissidentes, as autoridades chinesas levaram também para fora da capital Bao Tong, um antigo ajudante de Zhao Ziyang, que caiu em desgraça por ter manifestado simpatia para com os ideais dos estudantes.

Fonte: LUSA

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sábado, 21 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Hillary Clinton de passagem pela China

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A secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton, afirmou hoje em Pequim que os Estados UNidos e a China, juntos, poderão ajudar o mundo a sair da crise económica; e esclareceu que isto deve ser mais importante do que quaisquer considerações sobre direitos humanos.
Na sua primeira visita à Ásia como chefe da diplomacia da Administração Obama, Clinton foi muito mais suave quanto às liberdades políticas e religiosas dos chineses do que o tinha sido num discurso feito em 1995 em Pequim, no qual criticara abertamente a atitude das autoridades locais para com os direitos humanos.
N uma conferência de imprensa que deu em conjunto com o ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Yang Jiechi, a secretária de Estado norte-americana afirmou que as duas potências teriam "discussões francas sobre assuntos quanto aos quais existem discordâncias, incluindo os direitos humanos, o Tibete, a liberdade religiosa e a liberdade de expressão.
No entanto, deixou bem claro que o mais importante são os esforços conjuntos para fazer avançar o crescimento, face à crise financeira generalizada, para controlar as alterações climáticas e para enfrentar desafios como o programa nuclear da Coreia do Norte.
Enquanto isto, alguns dissidentes denunciaram as pressões a que têm sido submetidos e tentativas da polícia para os reduzir ao silêncio durante a visita que Clinton amanhã termina. A secretária de Estado dos EUA foi inclusive recebida pelo Presidente Hu Jintao.
Os dois países começaram já a preparar a reunião que o G20 vai ter em Londres no dia 2 de Abril, destinada a encontrar uma resposta mundial para a crise económica, confirmaram a visitante e o seu homólogo Yang Jiechi, que tencionam entretanto voltar a conferenciar já no próximo mês, na América, para coordenar as posições que irão ter naquela cimeira.
Por seu turno, o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, que também recebeu a antiga primeira dama dos Estados Unidos, disse ter gostado muito de a ter ouvido citar um velho provérbio da China: "Todos os países deveriam atravessar o rio de maneira pacífica, porque estão todos no mesmo barco".



Fonte: Público.pt

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segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Hu Jintao reeleito presidente da China por mais cinco anos


Fonte da notícia: Público PT

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Jorge Goncalves

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