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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


«Sócrates é fixe!»

«SOCRATES IS COOL»
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«Sócrates é fixe!», esta foi a frase que mais se ouviu no maior comício de sempre do PS. Milhares de apoiantes e militantes foram até à Praça D. João I para apoiar o candidato a Primeiro-Ministro, José Sócrates, mas também o fundador do PS, Mário Soares. Depois de aparecer de surpresa no almoço de Matosinhos, Soares discursou no comício do Porto e gritou «Sócrates é fixe!».

Num dia praticamente dedicado ao contacto com a população (Arouca, Gondomar e depois Vila Nova de Gaia), o comício no Porto foi o ponto alto.


A Praça D. João I tornou-se pequena demais para todos aqueles que queriam apoiar o PS. Mas no meio da confusão, alguém pedia justiça. Durante mais de duas horas, uma senhora segurou um cartaz para pedir justiça pela morte de um filho, há cinco anos.


Num discurso forte centrado na necessidade de combater uma crise mundial que afectou Portugal, o «histórico» socialista Mário Soares dirigiu-se a Manuela Ferreira Leite e disse que «quando uma economista confunde a crise de 2003 com a crise actual, que é mundial, ou é fanática ou é irresponsável».


Como não podia deixar de ser, Mário Soares criticou ainda o PSD pelas acusações de «asfixia democrática» que tantas vezes têm sido referidas. «Querem dar-nos lições de democracia. Em nome do passado do PS, eu devo dizer, caros amigos, que a nós, socialistas portugueses, ninguém nos dá lição de democracia e de liberdade», afirmou.

No final do discurso e depois de ouvir dos portuenses «Soares é fixe!», o fundador do PS, fez questão de dizer o mesmo do secretário-geral do PS gritando «Sócrates é fixe!».


Depois de Soares, o Secretário-geral do PS tomou da palavra e dedicou quase todo o seu discurso a tentar provar que o voto no PS em 2005 «valeu a pena».


«Quero dizer a todos os portugueses que nos deram em 2005 o seu voto que o seu voto valeu a pena. Foi com o seu voto e com a governação do PS que pusemos as contas públicas em ordem. Fizemo-lo em nome de um Estado mais forte, mais credível, permitindo que o Estado esteja agora em melhores condições para ajudar as empresas e as famílias a vencer a crise internacional».


De acordo com membros da organização, foram distribuídas mais de dez mil bandeiras no comício do Porto que durou cerca de uma hora e meia. Mas muitos apoiantes não conseguiram levar para casa uma lembrança do PS.



Fonte: SAPO

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Capitalismo vs Socialismo segundo Mário Soares


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A grande crise em que o mundo parece ter mergulhado aprofunda-se todos os dias e atinge todos os continentes. É uma crise verdadeiramente global cujo remédio não surge claro, para ninguém.
Durante os anos de esperança que se viveram nas décadas "gloriosas", após a hecatombe da Segunda Guerra Mundial, os comunistas anunciavam a crise geral do capitalismo que não deixaria de aí vir, segundo as análises marxistas. Houve, de facto, pequenas crises, mas nada que se comparasse com a grande crise de 1929, que parecia ser a máxima referência maligna.
O capitalismo reformulou-se. Surgiram as sociedades de bem-estar, a segurança social para todos, o New Deal de Roosevelt, o trabalhismo inglês e as nacionalizações do pós-guerra e o socialismo democrático dos nórdicos, e a pouco e pouco, com nuances, do resto dos países europeus que pareciam assegurar a paz, o bem-estar e uma certa harmonia social. Tanto mais que se generalizaram a quase toda a Europa Ocidental, com as excepções negras - até à Revolução dos Cravos de 1974 - da Península Ibérica e da Grécia, as únicas três ditaduras fascistóides que sobreviveram na Europa dita Ocidental, à vitória dos Aliados.
O comunismo soviético consolidou-se, influenciou, com crises várias, as Repúblicas Populares do Leste Europeu, comunicou-se à China - que em breve se tornaria um comunismo rival da URSS -, à Coreia do Norte, ao Vietname e, com algumas outras pequenas experiências frustradas, a Cuba.
Contudo, o capitalismo ocidental manteve-se, próspero, superou as chamadas "crises do petróleo" e, entretanto, deu-se a magnífica surpresa, totalmente inesperada, da implosão pacífica do universo comunista, com a queda do Muro de Berlim, da Cortina de Ferro, da URSS, transformada em Confederação Russa, da integração das Repúblicas Populares na União Europeia e a grande transformação da China, com Deng Xiao Ping, que tentou conciliar o regime comunista de partido único com a economia de mercado e o pior dos capitalismos, o mais selvagem...
O chamado Ocidente - e, em especial, a América do Norte - exultaram com a implosão do universo comunista e cometeram o erro fatal de se considerar "donos do mundo", com Bush tentando marginalizar as Nações Unidas, procurando generalizar a chamada "democracia liberal", a globalização sem regras éticas, o "capitalismo de casino", o unilateralismo ao universo inteiro, caindo com a sua sobranceria de "vencedores" - sem remédio - nos atoleiros das guerras do Afeganistão e do Iraque, verdadeiros sorvedouros de recursos, e dando luz verde a Israel para atacar o Líbano e a Faixa de Gaza, dois outros erros imperdoáveis.
Veio a crise financeira e económica global - com os subprime, as roubalheiras em larguíssima escala, feitas secretamente em offshores, as falências escandalosas de bancos, companhias seguradoras, grandes empresas e de especuladores criminosos, como Madoff, que foi um exemplo maior. O neoliberalismo como sistema económico afundou-se, com o mesmo espanto público e rapidez com que se tinha afundado, quase 20 anos antes, o universo comunista. E, as pessoas perguntam-se, legítima e angustiosamente: e agora?
A crise - note-se - não foi uma novidade. Tinha sido anunciada por politólogos, economistas, sociólogos e alguns comentadores mais avisados. Mas ninguém ligou. Tanto que chegou com pés de lã e começou por ser um espanto - uma enorme surpresa - para os banqueiros, gestores, políticos, economistas, empresários e especuladores envolvidos.
Apesar dos múltiplos avisos, nunca lhes passou pela cabeça que lhes pudesse acontecer, ou melhor: que lhes caísse em cima da cabeça, com a brutalidade que tem acontecido...
E agora, repito? O Presidente Obama disse que "é preciso mudar o modelo económico". É evidente! Claro, o capitalismo financeiro especulativo faliu, como o neoliberalismo, que o tornou possível. Quanto a isso não há qualquer dúvida.
Embora as mentalidades de políticos, economistas, empresários e especuladores, na maior parte dos casos, ainda não tenham mudado. Por mais paradoxal que seja, as mesmas ideias e comportamentos persistem.
E, por isso, insisto: mas mudar, como? Respondo: buscando gente jovem, novos rostos de políticos, economistas e empresários, novas ideias, novos comportamentos. Sobretudo, com respeito pelos valores éticos, sociais e ambientais e habituando-se a uma estrita moralidade pública.
Passar do capitalismo para o socialismo? Como alguns sugerem, regressando às velhas utopias do século XX, em que tantas pessoas excelentes persistem em acreditar, neste início conturbado do século XXI?
Contudo, o socialismo totalitário - não o esqueçamos - faliu, tanto o de tipo soviético como o maoísta ou de Deng Xiao Ping, para não falar do fidelismo. Sem mercado não há cidadãos livres: há funcionários e escravos de um outro tipo, aprendemos isso com o colapso do universo comunista e, alguns de nós, em décadas antes, quando conhecemos a realidade dos goulags e os crimes de Estaline, através do relatório de Kruschev ao XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética, que fica então?
Uma economia de mercado, mas com regras éticas e políticas estritas. Estados de direito capazes de controlar os mercados e de assegurar sociedades de cidadãos livres, pluralistas e participantes, democracias não oligárquicas como era o caso, mas sociais, preocupadas com o bem-estar de todos, com uma justiça independente, acima dos media, e com a defesa do ambiente, indispensável à sobrevivência da humanidade e da biodiversidade.
Claro que isso, nas suas grandes linhas, é o que, durante décadas, se chamou na Europa social-democracia ou socialismo democrático. Ou, se quiserem, um capitalismo avançado ou progressista onde o superior valor são as pessoas e não o dinheiro ou a pura especulação financeira...
Não creio que, de momento, se possa inventar nada de melhor, para conseguirmos sair da crise e conceder à humanidade uns anos de paz e de bem-estar, sob a égide da lei e dos grandes valores universais.
Um modo de conciliar dois valores antinómicos da Grande Revolução Francesa: a liberdade com a igualdade possível e também com a fraternidade, dado que, como humanos, pertencemos todos à mesma casa comum.
Contudo, é importante, direi mesmo, indispensável, regulamentar a globalização, sem o que, também, não venceremos a crise. Ora se a globalização económica é um facto irreversível e global, como está à vista, importa que se estabeleça uma regularização política global, mediante a reforma das instituições financeiras internacionais (Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional) e a sua integração nas Nações Unidas, reformuladas segundo os objectivos do milénio.
O que implica uma nova ordem mundial, com um esquema de governação mundial, que não seja um directório de países ricos, mas a consequência multilateral e democrática do mundo de hoje, com os países emergentes e blocos regionais que representam todos os continentes. Não vai ser fácil. Mas é o caminho que teremos de percorrer, abolindo as guerras e construindo um mundo melhor e mais humano.

Texto do Dr. Mário Soares


Fonte: DN Online

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sexta-feira, 18 de julho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Mário Soares é «obamomaníaco»

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Mário Soares admitiu o seu apoio a Barack Obama nas eleições presidenciais dos EUA. Caso o candidato democrata vença em Novembro, o ex-Presidente da República vai mesmo festejar um novo ciclo para o mundo.


«Um afro-americano no gabinete oval da Casa Branca representa por si só uma revolução cultural nos EUA e no mundo. É algo só comparado com a vitória de Roosevelt nos anos 30», disse durante uma palestra no primeiro Fórum Açoriano Franklin Roosevelt, nos Açores, citado pela TSF.


Soares confessou-se mesmo um «obamomaníaco» e considera que a «candidatura de Barack Obama é portadora de mudanças radicais na América e na relação com o mundo».


Bush foi um «ciclo trágico»


Depois do «ciclo trágico» com George W. Bush na Casa Branca, que pôs em causa de forma «quase irremediável» o prestígio norte-americano, o socialista acredita numa nova esperança mundial. «Com o aproximar das eleições presidenciais, a consciência política, o sentido da responsabilidade, pioneirismo e idealismo americano parece ter despertado como milagre», declarou.

Fonte da notícia: IOL Diário

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terça-feira, 27 de maio de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Mário Soares "conselho de amigo" cartoon


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O socialista Mário Soares, ex-Presidente da República (1986-96) sugere aos responsáveis do PS “uma reflexão profunda sobre as questões” da pobreza, das desigualdades sociais, sobre o descontentamento da classe média, descritas como as que “afligem mais” o país, bem como “as questões prioritárias com elas relacionadas”, que diz serem a saúde, a educação, o desemprego, a previdência social e o trabalho.

“Quem vos avisa vosso amigo é”, diz ainda Mário Soares, num artigo de opinião publicado hoje no “Diário de Notícias”, onde considera que estas são “questões verdadeiramente prioritárias” sobre as quais “importa actuar com políticas eficazes, urgentes e bem compreensíveis para as populações”, e recomenda que isso seja feito “ainda durante este ano e no seguinte”, sob pena de o Governo “pôr em causa” tudo o que fez (e bem, segundo Soares) para “reduzir o défice das contas públicas e tentar modernizar a sociedade”.

Para ler este artigo na íntegra queira, por favor, consultar o
Público.
Segundo artigo relacionado no Público.

Nota Pessoal:

O Dr. Mário Soares é um político com muita experiência de vida e julgo que o governo lhe deve dar ouvidos sobre este conselho de amigo. Julgo ser um conselho extremamente sensato e prudente e penso que Portugal só terá a ganhar com isso.

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domingo, 30 de março de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dr. Mário Soares prevê «novos» conflitos

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Mário Soares pensa que o mundo vai «assistir nos próximos anos a grandes conflitos, de natureza diferente» daqueles que tivemos até hoje, já «não de estados contra estados, mas de pessoas contra estados».

Segundo a Lusa, o ex-presidente da República transmitiu esta ideia quinta-feira, à noite, na Fundação Serralves, no Porto, naquela que foi a primeira de quatro conferências sobre a «A Política» promovida por aquela instituição.

Soares explicou que actualmente a economia sobrepõe-se à política. «Pobreza, desemprego crescente e dinheiro sujo» são apenas alguns dos «resultados» que, na sua análise, foram produzidos por «esta ideologia» de matriz economicista.

Mundo vive crise «seríssima»

Para Soares, o mundo vive uma «crise seríssima» e os estados têm sido forçados a intervir.

Para o antigo presidente português (1986-1996), «é preciso fazer reformas a sério se quisermos evitar tumultos e revoltas».

A política «com P grande» está de volta e Soares revelou que pretende contribuir para a sua revitalização com um «livro dedicado aos jovens», que intitulou «O Elogio da Política».

A sua atenção encaminhou-se depois para a «democracia», que já «não é só o direito ao voto»; é também «social, ambiental» e muito mais, tanto que, sustentou aquele que foi também fundador, primeiro líder do PS e primeiro-ministro, «a democracia, nesta acepção, é a grande utopia do nosso século».

Fonte da notícia: Portugal Diário
Nota Pessoal:
Penso que todos os portugueses deveriam prestar mais atenção àquilo que o Dr. Mário Soares diz porque, na minha óptica, trata-se de um dos grandes peritos portugueses em política (talvez um dos maiores de todos os tempos) que tem de certa forma sido tão lamentavelmente criticado e menosprezado por muitos, sobretudo por alguns daqueles borra botas, pacóvios e cretinos à mistura, que o criticam e nada sabem sobre política.

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segunda-feira, 17 de março de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A guerra do Iraque: cinco anos depois

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Azores, Açores, viagens, turismo, Deus, Jesus Cristo, Igreja

.O ex-presidente da República Mário Soares disse este sábado em Elvas que «a situação do Iraque criada pelos Estados Unidos, e em parte pela Europa, foi mais do que um erro, foi um crime irreparável», escreve a Lusa.

«Tomei posição contra a guerra do Iraque mesmo antes da cimeira dos Açores», destacou o ex-Chefe de Estado.

Mário Soares proferiu uma conferência intitulada «situação política internacional» no auditório de S. Mateus em Elvas, no âmbito da inauguração da exposição «Sobre o ataque e a defesa» este sábado, no Museu de Arte Contemporânea de Elvas.

«Uma desculpa para atacar o Iraque foi acabar com o terrorismo», observou Soares lembrando que, «pelo contrário, a invasão do Iraque veio reforçar o terrorismo islâmico em vez de o combater».

Esta situação, adiantou, «criou uma crise gravíssima nos Estados Unidos difícil de reparar e teve reflexos muito negativos na União Europeia».


Coligação internacional, «uma vergonha inapagável» Lembrou ainda o momento da decisão da coligação internacional, a que chamou «a tristíssima cimeira dos Açores» que foi «uma vergonha inapagável para todos os que nela participaram», sem referir o nome de Durão Barroso.

«Hoje o mundo e o Ocidente em particular atravessam uma fase de transição e de grande insegurança, daí a imprevisibilidade dos próximos tempos», referiu.

Fazendo uma abordagem económica do panorama mundial, o ex-presidente considerou que «estamos à beira de uma recessão económica internacional que começou na América e que se está a reflectir na União Europeia e no resto do mundo».

Muito crítico em relação a política internacional de Bush, Mário Soares considerou que «a América apostou no unilateralismo mas já reconheceu que não o pode fazer» e que «o Império americano, como tal, está em vias de desaparecer».

Fonte da notícia: Portugal Diário

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Jorge Goncalves

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