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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Ayahuasca, chá da Amazónia e famosas "viagens mentais"

Tea from the Amazon provides mental psychedelic voyages
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Viagem ao inconsciente, com o chá autorizado pelo Governo em rituais religiosos:

"Traz rede, frutas, uma contribuição, e dorme bem esta noite", diz-me a voz do outro lado da linha. "Podes ficar o tempo que quiseres". É noite de lua cheia, por isso o ritual é "especial" e dura "um dia", para quem quiser "usufruir" dos "verdadeiros poderes do chá". Depois, a última recomendação: "Se estiveres a tomar algum remédio forte, é melhor não vires, porque o chá pode ter um efeito adverso."

Não conheço a voz. Soube, através de amigos, da "Comunidade Irmandade Comuníndios Bandeira Branca", em Alter-do-Chão, no Amazonas, que faz "rituais" com o famoso chá da Amazónia, a Ayahuasca. A curiosidade pelo líquido "sacramental" arrasta-me até lá. Falaram-me, já, da cabana redonda, no meio da floresta, onde são as cerimónias, das redes para descansar e das viagens "mentais".

Uns pintaram, inventaram histórias, pensaram nos familiares, choraram, dançaram, riram, abraçaram e, no limite, dependendo das doses tomadas ou do grau de "elevação" mental, vomitaram. É que o líquido não é uma coisa agradável. Aqui chamado de Xamãe, é cor-de-terra, gosmento, e de uma ardência acre que desliza desde a boca até ao estômago.

"Como só ficas até ao fim do dia, o ideal é tomares apenas uma dose, para que o efeito passe", diz-me a tal voz que, agora, sei ser do Paulo Brasil, da Comunidade Fraternidade Branca. Somos uma dúzia para a "cerimónia". O chá é "feito em casa", usado como forma de ascensão pessoal para autoconhecimento, diz Paulo, e aponta para o painel onde está a Resolução de 2004 do Conselho Nacional Anti-Drogas do Brasil, que permite o uso religioso da Ayhuasca. A campainha tine. Vibraria várias vezes, nas sete horas que lá ficaria, para quem quisesse repetir. Uma dose seria suficiente para que, uma hora depois, embalada na rede, olhasse para a floresta e visse cores fluorescentes como se fossem prismas coloridos; a palma da mão em câmara lenta, reconhecendo cada textura como se fizesse zoom in ; achasse que o corpo é um lugar estranho ao toque, mole, e bocejasse como se fosse a primeira vez. Os sentidos ficam hipersensíveis, em câmara lenta, e fechar os olhos é um processo de introspecção. É impossível adormecer: a mente está em hiperactividade, mesmo com a rede como embalo. A experiência é pessoal e lembramo-nos de tudo, até do Paulo a perguntar se está "tudo bem" e a dizer, no tom de voz pausado, igual ao da primeira conversa, por telefone. "Esta é uma viagem ao inconsciente, disfruta."



Fonte: DN

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sábado, 10 de outubro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Doença mental

Mental Disorders (looneys)
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Todos os anos, 15 por cento dos portugueses desenvolvem uma doença mental. Muitos deles têm de ser tratados nos centros de saúde por falta de capacidade de resposta dos serviços especializados, segundo o coordenador nacional para a saúde mental.

“Há um número tão grande de pessoas com estas perturbações que é impossível os serviços especializados assegurarem a responsabilidade de todas essas situações”, disse Caldas de Almeida em entrevista à Lusa, a propósito do Dia Mundial da Saúde Mental, que se assinala sábado.

Por outro lado, adiantou, há pessoas que têm um acesso mais fácil aos cuidados de saúde primários ou que, que pelas características específicas daqueles serviços, encontram respostas que “são até melhores do que a nível dos serviços especializados”.

Este ano, o Dia Mundial da Saúde Mental é subordinado ao tema “Saúde mental nos cuidados primários: Melhoria do tratamento e promoção da saúde mental”. “É bom que os cuidados de saúde primários tenham uma intervenção significativa no campo da saúde mental e que haja uma articulação efectiva”, defendeu o coordenador do Programa Nacional da Saúde Mental.

Questionado sobre a prevalência das doenças psiquiátricas na população portuguesa, o responsável adiantou que não existe actualmente qualquer estudo epidemiológico sobre o assunto, situação que estará ultrapassada em breve. Segundo Caldas de Almeida, foi iniciado um estudo que dará resultados “dentro de poucos meses”.

“Com os dados que nós temos de estudos mais parcelares e da extrapolação feita a partir de países com características semelhantes, nós sabemos que há seguramente 15 por cento da população portuguesa geral que, em cada ano, tem uma doença mental de qualquer tipo”, sublinhou. A depressão é uma das patologias de maior prevalência em Portugal, mas há outras situações, como os quadros de ansiedade, abusos de álcool, problemas das crianças e adolescentes, entre outras, acrescentou.

Fazendo um balanço da aplicação do Plano Nacional de Saúde Mental, o responsável adiantou que ainda há muito por fazer, mas lembrou que é “um plano até 2016”. “Não estou totalmente satisfeito, porque as carências são muitas, mas acho que no espaço de mais de um ano foram dados passos muito importantes”, sublinhou.

Um dos aspectos mais importantes do plano, segundo o responsável, é “completar a rede de serviços locais de saúde mental com serviços de boa qualidade e com uma capacidade, cada vez maior, de oferecer programas modernos, sobretudo para os doentes mentais graves”. “Já estão aprovados projectos e cativadas verbas para a criação destes serviços locais”, avançou, enumerando alguns serviços que abriram desde o ano passado nos hospitais de Almada, Tomar, Torres Vedras e Caldas da Rainha.

Destacou ainda a importância dos cuidados continuados de saúde mental, com a criação de residências, centros de reabilitação e equipas de intervenção domiciliária. “Foi aprovada no início de Setembro pelo Governo a legislação que regulamenta as condições de funcionamento destas novas estruturas para as quais existe já um plano para ser implementado até 2016”, acrescentou.



Fonte: Público

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terça-feira, 17 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Envelhecimento mental começa aos 27 anos

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Cientistas americanos sugerem que a capacidade mental de uma pessoa começa a deteriorar-se aos 27 anos, marcando o início do processo de envelhecimento.

Timothy Salthouse, da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos da América (EUA) descobriu que o raciocínio, a agilidade mental e a visualização espacial entram em declínio perto dos 30 anos de idade, depois de atingir o auge aos 22 anos. Daí que defenda que os tratamentos que têm como objectivo amenizar o processo de envelhecimento deveriam começar mais cedo.

O estudo, publicado na revista "Neurobiology of Aging", foi feito ao longo de sete anos e incluiu 2 mil pessoas saudáveis com idades entre os 18 e os 60 anos.

Os participantes tiveram que resolver quebra-cabeças, lembrar-se de palavras e detalhes de histórias, para além de identificar padrões em grupos de letras e símbolos. Os testes são os mesmos já utilizados por médicos no diagnóstico de demência.

Em nove dos 12 testes realizados, a média de idades dos indivíduos que tiveram o melhor desempenho foi de 22 anos.

A idade em que se observou uma piora marcante no desempenho dos participantes em testes de agilidade mental, raciocínio e habilidade para resolver quebra-cabeças visuais foi 27.

Funções como a memória ficaram intactas, em média, até os 37 anos e as habilidades baseadas na acumulação de informações, tais como desempenho em testes de vocabulário e conhecimentos gerais, aumentaram até aos 60 anos de idade.

Fonte: MSN Notícias

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Aparelhos criam cérebros preguiçosos

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O uso desregrado das novas tecnologias pode ser meio caminho andado para uma má memória na velhice. O cérebro, não sendo um músculo, comporta-se como tal. Se não for usado, enferruja, alertam os especialistas.


"Se não se fizer alguma coisa já, teremos uma geração onde imperará a lei do menor esforço. Estamos a ficar escravos das máquinas. Sem estimulação, o cérebro ficará mais preguiçoso", alerta Manuel Domingos, coordenador da Unidade de Neuropsicologia do Hospital Miguel Bombarda, em Lisboa, e presidente da Comissão Científica da Sociedade Portuguesa de Neuropsicologia.


O cérebro parece estar a cair em desuso para muitas tarefas. Graças ao telemóvel, não é necessário memorizar números. As caixas registadoras fazem os trocos, enquanto o GPS retira a necessidade de ter "mapas mentais" ou pontos de referência. Poupa-se no cálculo e no raciocínio e corre-se o risco de alterar o funcionamento do cérebro, gerando massas cinzentas apáticas, atrofiadas.


Para o neuropsicólogo, as crianças são o grupo de maior risco. Na escola, o cálculo mental anda muito substituído pela calculadora. Em casa, são as consolas, os computadores e a televisão que captam as atenções, porque é mais seguro brincar em casa ou por falta de tempo dos pais, mergulhados nas lides domésticas.


Os circuitos cerebrais envolvidos na interacção com os outros ficam relegados para segundo plano, critica, por seu turno, Ana Queiroz, psicóloga no Porto. A má socialização, o isolamento, as distorções verbais, a dificuldade em interpretar mensagens verbais e de expressão são algumas das consequências nocivas para as crianças decorrentes dos excessos. A estes malefícios acrescem os casos extremos de fotossensibilidade, que podem até descarrilar em crises de epilepsia, quando os monitores passam a ser a única companhia diária.


"A culpa é da sociedade e dos planos de ensino, pelo mau uso que se dá às novas tecnologias e por não se estimular mais o cálculo mental. A escolaridade básica está a ficar muito dependente, escrava da maquinaria", diz o neuropsicólogo Manuel Domingos.


"Em vez de se fazer uma multiaprendizagem, restringem-se as actividades, penalizando a aprendizagem futura", reforça Ana Queiroz, lembrando a facilidade com que uma criança é capaz de aprender duas línguas em simultâneo e como pode ser demorado e difícil alfabetizar um adulto.


Na óptica dos especialistas, exercitar os neurónios enriquece o cérebro. É uma espécie de "seguro" de vida. Uma boa ou má reserva cognitiva será uma defesa ou um risco para a vida futura.


"Fala-se da estimulação cognitiva para prevenir doenças degenerativas, utiliza-se a mesma nessas doenças como forma de atrasar o processo. No entanto, no dia-a-dia, com todos os facilitismos à disposição, não implementamos comportamentos que nos ajudariam a manter as nossa capacidades em constante desenvolvimento. Prevenir nunca fez mal a ninguém", sustenta Ana Queiroz.



Fonte: Jornal de Notícias

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Aprenda a viver sem stress

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Dicas e conselhos para uma melhor saúde mental
Na corrida desenfreada por uma vida melhor, os portugueses esquecem-se muitas vezes da sua própria saúde mental. O stress e as depressões invadem quase todos os lares para corresponder às pressões e expectativas de uma sociedade do século XXI.

O PortugalDiário esteve à conversa com o presidente da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, Adriano Vaz Serra, que deixou alguns conselhos para os portugueses viverem melhor.

Potencie o auto-conhecimento e fomente a auto-estima:
«Há pessoas que se sentem em inferioridade em relação aos outros. O que precisam é de se aperceber que há dentro de si uma voz de uma mãe, de um pai, que está a dizer mal de si. Compreendendo que isso é uma forma defeituosa de viver, têm de modificar a maneira como se vêem a si próprios.»

Viva uma vida afectiva satisfatória:
«Os amigos e familiares são muito importantes, principalmente aqueles que têm uma boa orelha para escutar e depois dar um bom conselho. É fundamental que a pessoa se sinta compreendida, mesmo que o amigo diga aquilo que não quer ouvir. Nestes afectos pode surgir a relação com Deus também, que ajuda muita gente a suportar as dificuldades do dia-a-dia.»

Promova pensamentos positivos e não sofra por antecipação:
«Há uma tendência para as pessoas verem só os aspectos negativos de alguma coisa, chama-se a dramatização da existência. Isso não é saudável. É um sentimento um bocadinho português, é verdade, mas vejam como se saíram os nossos emigrantes. Devemos acreditar nas aptidões do nosso povo e esse é um exemplo que deve vir de cima.»

Mime-se e mime os que estão próximos de si:
«Temos de compreender que o nosso comportamento afecta o outro e vice-versa. Mas cuidado, mimo a mais também faz mal, sobretudo nas crianças sobreprotegidas, que um dia mais tarde vão estar sempre à espera que alguém resolva os seus problemas.»

Dê atenção ao essencial e aprenda a relativizar situações difíceis:
«Há pessoas que se preocupam com tudo, mas é necessário estabelecerem prioridades para avançarem na vida. Definam bem os vossos objectivos.»

Não crie expectativas irrealistas nem alimente comportamentos destrutivos:
Quem cria muitas fantasias e depois não é capaz de as viver, fica frustrado. Compreendam que as vidas perfeitas que vêem nas revistas são escolhidas de propósito para serem vendidas. A realidade não é assim.»

Potencie hábitos de vida saudável:
«Há estudos que provam mesmo o mote mente sã em corpo são. Façam exercício físico e alimentem-se bem, evitando as gorduras e os doces. Evitem o consumo de substâncias que possam causar dependência (nicotina, drogas, álcool), porque a curto prazo podem sentir-se bem, mas a longo prazo é auto-destrutivo.»

Faça uma pausa:
«Quando chegar a casa pendure o trabalho como o casaco, está na hora de tratar de outras coisas. Vá a locais tranquilos, faça actividades que lhe dêem prazer e esteja com pessoas que lhe façam bem.»

Repense a sua atitude face às doenças mentais:
«Hoje em dia, há uma capacidade de tratamento maior, que permite que essas pessoas se mantenham na comunidade. Claro que há pessoas com uma boa compreensão dos seus problemas e da sua existência, que conseguem ultrapassar isso. Isso era o ideal, mas não há super-homens. Os anti-depressivos ajudam mesmo aqueles que têm crises depressivas periódicas.»





Fonte da notícia: IOL Diário

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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O manicómio global do futuro

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As sociedades actuais estão a transformar-se num «grande manicómio global», tão grande vai ser, no futuro, o número de pessoas afectadas por doenças do foro psíquico, defende o psiquiatra e investigador brasileiro Augusto Cury.


«O mundo vai ser um grande hospital psiquiátrico. As doenças vão aumentar, não tenho dúvida nenhuma», disse, em entrevista à Lusa, após uma conferência que realizou em Penafiel. «O modelo de sociedade actual transformou-se numa fábrica de pessoas stressadas e ansiosas, que apresentam sintomas como a irritabilidade, a impaciência, a intolerância e pensamentos antecipatórios», explicou.


Para o investigador, não espanta que um número crescente de pessoas tenha dores de cabeça e musculares, queda de cabelo, fadiga, défice de concentração e défice de memória, sintomas que, sublinha, decorrem muitas vezes do modo de vida agitado que têm.


O «Síndrome do Pensamento Acelerado»


«O normal é ter essa sintomatologia, o anormal é ser tranquilo, sereno, trocar experiências de vida com as pessoas que nos rodeiam, não ter medo das nossas lágrimas diante dos nossos filhos, não ter medo dos nossos fracassos, não ter medo de falar deles diante dos nossos alunos», disse.


Augusto Cury considera que a situação se agravou nas últimas décadas, marcadas pela globalização da economia, mas também a globalização da informação, que conduz àquilo que diz ser o «Síndrome do Pensamento Acelerado».


Segundo o psiquiatra, as pessoas são hoje mais inseguras do que eram no passado, «mas o verniz demonstra que elas são falsamente seguras»: «Elas vendem a imagem de que está tudo bem, vendem a imagem de que a sua vida não tem conflitos, mas, por dentro, estão chorando».


«Truques» para recuperar equilíbrio emocional


Augusto Cury insiste em que «a sociedade moderna tomou o caminho errado», porque as pessoas têm cada vez mais uma vida exteriorizada e não sabem «desenvolver a arte da introspecção, da observação, da capacidade de pensar antes de agir, de se colocar no lugar dos outros».


O psiquiatra diz que as pessoas conseguirão um maior equilíbrio emocional «se derem ao outro sem esperar demais o retorno, se entenderem que uma pessoa que fere é uma pessoa ferida e se nunca exigirem dos outros o que os outros não podem dar».


O investigador apresentou o livro «O Código da Inteligência - Formação de Mentes Brilhantes», onde propõe uma nova teoria sobre a inteligência humana. O psiquiatra aponta, no seu novo livro, «doze leis fundamentais» para as pessoas mudarem a sua qualidade de vida, propondo «um caminho menos agitado e stressante e um diálogo permanente com o eu».

Fonte da notícia: IOL Diário

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Jorge Goncalves

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