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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Crise chega a Hollywood

Economic crisis has reached Hollywood
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A crise é mundial e não há sector que não sente os efeitos da recessão económica. Hollywood não é excepção e os actores, que já cobraram cachets avultadíssimos, vêem-se agora obrigados a reduzir o valor para metade (ou menos!) para conseguirem trabalho.


Há quatro anos Tom Cruise cobrou cerca de 60 milhões de euros pelo papel de protagonista no filme «Missão Impossível 3». Prestes a entrar em novo capítulo da mesma saga, o actor viu o seu cache decrescer consideravelmente. O diário «24 Horas» avança que pelo novo trabalho vai receber 15 milhões.


Fonte: IOL

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A geração perdida?

The lost generation?
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Geração perdida. A expressão, amarga, integral, acaba de ser usada no Reino Unido para encaixar quem tem agora entre 16 e 25 anos. Em Portugal há indicadores.

Com a recessão, por ser tão difícil encontrar emprego e segurá-lo, uma geração inteira está desesperançada. Se o país não responder, toda ela se perderá, avisam os autores desse estudo encomendado pela organização não governamental Prince"s Trust. Em Portugal, não há qualquer estudo equivalente a este financiado pelo príncipe Carlos - que auscultou 2088 britânicos. Mas há indicadores. A Eurostat acaba de actualizar o fulcral: em Novembro, o desemprego nos jovens até aos 25 anos estava nos 18,8 por cento, abaixo da média da União Europeia (21,4 por cento). Nos extremos, a Holanda (7,5) e a Espanha (43,8).
O fenómeno é bem conhecido, julga Virgínia Ferreira, da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (UC): "Ao lado, em Espanha, chamam-lhes os mileuristas. Aqui, ficamos pela metade, pelos 500 euros." Falar em geração perdida, contudo, parece-lhe um exagero: "Isso é um rótulo, uma máxima usada para simplificar uma ideia complexa".
Há cada vez menos jovens. Em 1999, segundo o Instituto Nacional de Estatística, eram 3,1 milhões - 48 por cento tinham entre 15 e 24 anos (1,5 milhões). Em 2008, eram menos 327 mil. E o grosso da contracção (295 mil) verificou-se naquela faixa etária. É a geração mais escolarizada de sempre. No ano lectivo 2007-2008, estavam inscritos no ensino superior 377 mil alunos - mais 20 por cento do que em 1995-1996. No final, as universidades mandaram para o mercado mais de 83 mil diplomados - mais 16 por cento do que no ano anterior. Apesar disto, "as gerações anteriores entraram mais facilmente no mercado de trabalho", avalia Carlos Gonçalves, que tem estudado a empregabilidade dos universitários. Agora demora mais. E quem fura, amiúde, fá-lo através de contratos a termo certo ou de recibos verdes. O exemplo típico é o do licenciado no call center.
Havia, aponta Elísio Estanque, da Faculdade de Economia da UC, "uma empregabilidade relacionada com a aprendizagem". Os alunos tentavam se-guir o gosto, a vocação. O ensino "democratizou-se, mercantilizou-se". A garantia esfumou-se. A crise agudizou o fosso. Agora, "a grande preocupação é se o curso tem ou não saída. Per-versamente, têm mais dificuldades em obter melhores resultados".
A difícil transição
Nem só os universitários vivem a calamidade. Os menos qualificados também - todos os dias, empresas a falir, fábricas a fechar portas. A transição do mundo juvenil para o mundo adulto alterou-se. Os jovens deixam-se estar em casa dos pais. Adiam compromissos - como comprar casa ou constituir família, precisa Virgínia Ferreira. Por toda a parte se vê desejar um trabalho precário. Não aquele em vez de outro: aquele porque não há outro. "À minha volta está tudo deprimido por não ter expectativas e por ter de conviver com um emprego insatisfatório", desabafa Sara Gamito, do movimento Precários Inflexíveis. "Ficam com os pés e as mãos atados e vão perdendo o alento."
"Apesar de não nos definirmos só pelo que fazemos, o trabalho desempenha um papel fundamental na construção do eu", explica Sofia Marques da Silva, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto. "E o salário é um elemento essencial para aceder a bens e organizar a transição. Sem salário, há um recuo ligado até à dignidade.
"Recusa o epíteto "perdida", mas está convencida de que "esta geração tem muita dificuldade em ter uma cultura de projecto - em imaginar o que vai fazer num tempo que ainda não existe". Fixa no presente o sentido dos dias e isso parece-lhe "perigoso": "Alguém que não imagina etapas na sua vida, às vezes, só quer usufruir rapidamente momentos, sensações". Não fala em revolta, como se viu noutros países europeus. Fala de ingresso na criminalidade, por exemplo. Elísio Estanque observa alheamento e inquieta-se com a saúde da democracia. Não só por o sistema não funcionar sem uma base de participação eleitoral. Também por ser importante haver associações para o olear. E existir "pouca disponibilidade dos jovens para participar: condiciona-os o medo".
Não se pode homogeneizar. Há focos de protesto, inclusive através de blogues e movimentos, como lembra Cristina Andrade, da Fartos d"Estes Recibos Verdes. Mas impera "uma docilidade que é assustadora", torna Sofia Marques da Silva. "As empresas olham para estes jovens como dóceis. Aceitam tudo." Ao fazer uma etnografia numa casa de juventude de Matosinhos, ouviu um dizer: "Comem a carne e deixam-nos os ossos". O rapaz que pronunciou aquela frase não aceitava tudo. Tinha 20 anos e já fora cortador de carne, já fora estivador no Porto de Leixões e não aceitou um trabalho na construção - era mal pago, era nocturno e em tempo de chuva.
Há estratégias de valorização - de sobrevivência mental. Às vezes, basta-lhes uma centelha. Sofia Marques da Silva viu aquele rapaz explicar, por exemplo, como carregar contentores é exigente em termos físicos. Ou uma rapariga que trabalhava numa fábrica gabar-se de saber fazer de tudo: cortar, coser, limpar.
Factos e números sobre o problema maior de uma geração
-Entre 1999 e 2009 foram criados 273,3 mil postos de trabalho. Mas destruíram-se 221 mil empregos ocupados por jovens.
- Na mesma década, foram criados 117 mil postos de trabalho com contratos permanentes. Mas destruíram-se 175 mil empregos com contratos sem termo ocupados pelos jovens e 77 mil ocupados por empregados com idades entre os 25 e os 34 anos.
- De 1999 a 2009, foram criados 205 mil postos de trabalho com contratos a prazo. Mas destruíram-se nove mil postos de trabalho a prazo ocupados por jovens. Mais de metade dos postos de trabalho criados com contratos a prazo foram ocupados por pessoas com idades entre os 25 e os 34 anos.
- Nesses dez anos, destruíram-se 48 mil empregos com outro tipo de contratos (incluindo recibos verdes). Três em quatro desses postos de trabalho eram ocupados por jovens.
- Em 1999, cerca de 60 por cento dos jovens tinham um contrato permanente. Dez anos depois, esse grupo desceu para 46 por cento do total.
- Em 1999, cerca de 30 por cento dos jovens tinham um contrato a prazo. Dez anos depois, o seu número representava já 47 por cento do total.
- Em 1999, um em cada quatro desempregados era jovem. Em 2009, passou a ser um em cada seis.
- Em 1999, três em cada quatro desempregados jovens tinham o ensino básico. Dez anos depois, o seu número baixou para dois em cada quatro.
- Em 1999, os jovens desempregados licenciados representavam cinco por cento do desemprego juvenil. Dez anos depois, o seu peso era já de 12 por cento.
- Em 1999, havia nove mil jovens licenciados inactivos (não eram empregados nem desempregados). Dez anos depois, passaram a ser 26 mil. Nesse período, subiu também o número de jovens inactivos com o ensino secundário (de 212 mil para 228 mil).



Fonte: Público

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


700.000 questões colocadas a Putin

Russians asked Putin 700.000 questions
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A economia, o terrorismo e a crise financeira são as questões que mais preocupam os russos. O primeiro-ministro responde todos os anos às dúvidas dos cidadãos. Em 2009 foram endereçadas a Valdimir Putin cerca de 700.000 questões, através da internet, telefone e sms’s. As resposta chegaram, hoje, após uma prévia selecção.


De acordo com o Vladimir Putin, o pico da crise terá sido ultrapassado, o primeiro-ministro lembra, no entanto, que é necessário tempo para que tudo volte ao normal. Segundo o chefe de Governo, a economia russa cresceu 0,5% nos últimos cinco meses e as previsões apontam para o aumento do crescimento em 2010. No que toca ao terrorismo, Putin admite que a ameaça é elevada e alerta para as dificuldades na prevenção deste tipo de ataques. Na memória está ainda bem presente o atentado contra o comboio de luxo, que fazia a ligação entre Moscovo e São Petersburgo.


A adesão do país à Organização Mundial do Comércio também não foi esquecida. Este continua a ser um objectivo estratégico da Rússia, afirma o primeiro-ministro, mas que esbarra com interesses de países como os Estados Unidos



Fonte: Euronews

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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Barack Obama confiante no "fim da recessão"

Barack Obama hails beginning of the end of US recession
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O presidente dos EUA, Barack Obama, considerou que "é muito provável que estejamos a assistir ao princípio do fim da recessão" e voltou a defender o plano de relançamento da economia norte-americana.


Num discurso de apoio ao candidato democrata ao cargo de governador da Virginia, Obama sustentou que as medidas de apoio ao emprego que a sua Administração levou a cabo ajudaram a travar o desemprego.

Obama olhou para o passado, nomeadamente para a Administração de George W. Bush, para explicar que 'há anos que esta crise estava em gestação' e que 'não começou no último mês'. Ainda assim, o actual presidente norte-americano não foge às responsabilidades. 'Aceitarei ser responsável pelos efeitos do plano de relançamento, porque sou o presidente', frisou.

'Mas não quero que os que nos puseram nesta situação discutam. Que se vão embora e que nos deixem recolher os pedaços', avisou Obama, referindo-se aos republicanos que opõem ao plano de relançamento económico.

A economia norte-americana começa a dar sinais do fim da queda livre e os analistas mostram-se confinantes no relançamento dos mercados. As expecativas só foram quebradas em Julho, quando mais de 300 mil pessoas perderam o emprego no sector privado norte-americano.



Fonte: Correio da Manhã

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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Fraudes bancárias pela Internet

Internet fraud
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As fraudes na Internet envolvendo contas bancárias estão a disparar e os burlões não querem saber qual o montante nas contas, destaca o Diário Económico esta segunda-feira.

Desde o início do ano, só em Lisboa já se perderam em fraudes 1,8 milhões de euros, mais 20% do que no período homólogo. De acordo com o jornal, este montante está associado ao phishing (acesso ilícito a contas bancárias através da Internet).

Estes crimes envolvem muitas vezes a lavagem de dinheiro, situação que está a agravar-se com a crise, segundo explicação do inspector-chefe da Polícia Judiciária, Rogério Bravo.

Fonte: Dinheiro Digital

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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A crise iraniana

THE IRANIAN CRISIS
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Mais de 100 políticos reformistas e centenas de manifestantes foram detidos nos últimos dias no Irão durante manifestações contra a reeleição do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.

Eleito com 62,7% dos votos, o político ultra-conservador é acusado pela oposição de promover «irregularidades em massa» nas eleições.

O candidato derrotado à Presidência do Irão, o reformista moderado Mir Hossein Mousavi, pediu domingo a anulação das eleições de sexta-feira.

O candidato, que está escondido desde sexta-feira, obteve 33% dos votos, quase metade dos votos de Ahmadinejad.

Dezenas de pequenas manifestações decorreram domingo, pelo segundo dia consecutivo, contra os resultados, tendo a maior delas reunido 2.000 estudantes na Universidade de Teerão, que gritavam «Morte ao ditador» e «Fomos roubados», sendo em seguida violentamente reprimida pela polícia.

Autocarros, motos e lixeiras foram incendiados. Registaram-se protestos ainda em Mashhad, Shiraz e Tabriz, três das maiores cidades do país.
O ayatollah Ali Khamenei, líder supremo político e religioso do país, que controla as Forças Armadas, os media e a Justiça, disse sábado que as eleições foram limpas e que «todos deveriam apoiar o vitorioso».

Hoje, o Governo proibiu manifestações a favor de Moussavi. O presidente comparou os protestos à frustração que muitos torcedores sentem quando seus times perdem uma partida de futebol. Para ele, essas manifestações são "naturais". Em discurso perante milhares de fiéis partidários no norte de Teerã, o presidente retomou o tom mais agressivo e lembrou que o país nunca renunciará ao polêmico programa nuclear.



Fonte: Diário Digital

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sábado, 6 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Para Mário Soares será difícil sair da crise sem o PS

FOR MARIO SOARES IT WILL BE DIFFICULT TO GET OUT OF THE ECONOMIC CRISIS IN PORTUGAL WITHOUT THE SOCIALIST PARTY
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Acaba a campanha para as europeias, começa a campanha para as legislativas. Foi assim o comício do PS em Lisboa, o maior desta primeira fase da jornada eleitoral de 2009 e onde, de Mário Soares a José Sócrates, ninguém escondeu que já (só) se pensa em Outubro. “Sem nós é muito difícil sair da crise”, afirmou o fundador do PS, para quem “o povo tem vindo a compreender isso mesmo”.

Com a parte reservada da sala principal do Centro de Congressos completamente cheia, entre o colorido ondulante das bandeiras, a música apoteótica, o coro de vozes a gritar “Soares é fixe”, Mário Soares afirmou, com a autoridade de quem já participou em todas as campanhas do PS, que “esta campanha começou por ser difícil mas tornou-se numa campanha extraordinária”. E enalteceu “a popularidade de que goza o nosso primeiro-ministro e secretário-geral”, graças “ao povo”.

Mas foi na “crise económica dificílima” que centrou a sua intervenção, crise que “tem de ser vencida primeiro com o voto nestas eleições, porque não podemos fazê-lo sem a Europa”, frisou. Não falou em legislativas – ninguém o fez -, também não era preciso. Bastou dizer, como também fizeram José Sócrates, Vital Moreira, António Costa e Inês de Medeiros, que “a oposição não tem projecto alternativo”. E sublinhar o que diz o último cartaz socialista: “O PS combate a crise, os outros combatem o PS”.

Sócrates dramatizou o tom: “Nunca Portugal precisou tanto da Europa como agora, nunca como agora o mundo precisa tanto de uma Europa forte”. Mas rapidamente passou para o país e para zurzir na oposição. Primeiro à esquerda: “O que eles querem é porventura era substituir o PS pela direita no Governo de Portugal”. Depois à direita: “Há quem queira um país parado, sentado à espera que a crise passe”.

Sócrates apostou no seu rumo: “políticas sociais, investimento público, porque o Estado tem de fazer o seu papel”. “Quem age pode vir a cometer erros, mas quem não age já cometeu um erro”, frisou. Vital Moreira, provando ser hoje “tão socialista como o mais profundo PS”, insistiu no tema: “Não existe melhor tema para marcar campos do que a luta contra a crise”. E pediu um voto de protesto, mas contra “esta oposição, negativista, oportunista e sem alternativa”.

Eufórico com o mega-comício que Lisboa lhe proporcionou, embora tenham vido autocarros desde Cabeceiras de Basto a Setúbal (pelo menos), Vital Moreira fez mais de dez minutos de agradecimentos e dez segundos para fazer a comparação com o PSD: “Alguns acham que a era dos comícios acabou, qual a raposa da fabula diante das uvas a que não consegue chegar e diz: ‘estão verdes’”.



Fonte: Público.pt

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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Ganhou o Euromilhões e continua a trabalhar

WON THE LOTTERY JACKPOT AND WENT BACK TO WORK
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Afinal os euromilionários não são assim tão excêntricos. Uma mulher espanhola, cuja identidade não foi divulgada, venceu, na passada semana, 126 milhões de euros no prémio máximo do Euromilhões e no entanto continua a trabalhar.

A apostadora, que jogou através da Internet, só soube na segunda-feira, depois de não ter visto os e-mails durante o fim-de-semana porque se encontrava doente.

No entanto, mesmo depois de saber uma das melhores notícias que podia receber, a mulher decidiu ir trabalhar na mesma, porque, segundo a casa de apostas de Madrid, tem «medo da crise e do desemprego».



Fonte: IOL Diário

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domingo, 3 de maio de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Desemprego atinge 20 milhões na UE

EU UNEMPLOYMENT HITS 20 MILLION
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O desemprego atingiu mais de 20 milhões de pessoas na União Europeia, no mês de Março.

As estatísticas do Eurostat revelam que, face a Fevereiro, há mais 626 mil trabalhadores sem emprego nos 27 países da UE.

A taxa de desemprego na UE aumentou de 8,1%, em Fevereiro, para 8,3% em Março deste ano, e nos 16 países da Zona Euro subiu de 8,7%, para 8,9%, a percentagem mais alta desde Novembro de 2005. Em Portugal, a taxa de desemprego apurada pelo Eurostat foi de 8,5%, em Março, mais uma décima do que a registada no mês anterior (8,4%), e bem acima dos 7,6% que se registaram em Março do ano passado. Portugal continua, no entanto, a manter um nível de desemprego abaixo da média da Eurozona, o que não passou despercebido ao ministro do Trabalho, Vieira da Silva.

Referindo-se aos dados do Eurostat, Vieira da Silva adiantou que as taxas de desemprego na Europa "apontam para um crescimento generalizado em todo o continente. Portugal acompanha essa tendência, ainda que com uma intensidade menor do que na generalidade dos países".

Do total de 20,154 milhões de desempregados existentes na UE, 14,158 milhões pertencem aos países da moeda única, como é o caso de Portugal. O Eurostat conclui que neste grupo de países há mais 419 mil pessoas sem emprego, do que havia no mês anterior, e mais 2816 milhões que no mesmo mês de 2008. Na Europa a 27, existem mais 4,061 milhões de desempregados do que em Março do ano passado. Nesse mês, a taxa de desemprego na Eurozona era de 7,2%, e de 6,7% na UE.

O país com a taxa de desemprego mais elevada é Espanha, com 17,4% da população activa sem trabalho, no mês de Março, percentagem que há um ano atrás era de 9,5%. A taxa mais baixa registou-se na Holanda (2,8%).

Por géneros, o desemprego masculino subiu para uma taxa de 8,6%, e o feminino para 9,2%, nos países da moeda única. Na UE, os homens e mulheres são 8,3% da população desempregada. Os jovens representam mais de 18% da população sem emprego, tanto na Zona Euro como na UE a 27.

Enquanto a crise leva a despedimentos em massa, os preços no consumidor estão a estabilizar.

No mês de Março, a taxa de inflação na Zona Euro tinha atingido um mínimo histórico, nos 0,6%, percentagem que se manteve em Abril.

Esta estabilização dos preços no consumidor levanta de novo, o problema da deflação (queda generalizada dos preços no consumidor), situação que tem provocado pressões no Banco Central Europeu para novas descidas de juros.



Fonte: JN

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quinta-feira, 2 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cimeira do G20

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Os líderes mundiais começaram esta manhã a chegar à cimeira do G20, em Londres, para conseguir um consenso sobre que medidas tomar para combater a pior crise desde 1933. O Presidente norte-americano, Barack Obama, foi dos primeiros a cumprimentar o anfitrião do encontro, o primeiro-ministro Gordon Brown, no Excel Centre.
Durante a noite, Brown tentou evitar que uma ruptura franco-germânica impedisse um acordo que pretende que seja histórico. O encontro deverá terminar com a defesa do fortalecimento de maior regulação do sector financeiro, para impedir uma crise semelhante no futuro.
A BBC online adianta que também poderão ser acordados esforços extra para dar um empurrão à economia, mas que objectivos específicos sobre os planos de gastos governamentais parecem pouco prováveis.
Depois de um dia frenético de encontros diplomáticos, ontem, o chefe do Governo britânico passou longas horas a tentar evitar que os líderes das principais economias mundiais deixem hoje Londres sem consenso sobre a forma de combater a crise. O Presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, foram ontem claros sobre as linhas vermelhas que não pretendem ultrapassar, recusando adoptar mais planos de estímulo económico.
Os dois líderes também afirmaram que o processo de reforma do sistema de regulação financeiro era “não negociável”. “Queremos resultados, mas não resultados que não tenham qualquer efeito na prática”, disse o Presidente francês, assinalando ainda que “o compromisso tem de vir de todos os países” e que “a crise não começou na Europa” – uma referência ao papel dos Estados Unidos.



Fonte: Público.pt

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domingo, 15 de março de 2009

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Crise não é razão para comer mal

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A falta de dinheiro devido à crise não é motivo para as famílias deixarem de ter uma alimentação boa, segundo dietistas contactadas pela Lusa, que apontam várias soluções saudáveis.

«Não é preciso comer carne e peixe diariamente ao almoço e jantar», disse à Lusa a presidente da Associação Portuguesa dos Dietistas, atribuindo a estes alimentos um preço elevado.

Esta opinião é corroborada pela dietista Maria Fernanda Fogaça, que considera que há um consumo muito excessivo de proteínas na alimentação. «As nossas necessidades de proteínas são de um grama por cada quilo e por dia, sendo que só metade devem ser de origem animal», referiu, adiantando: «100 gramas de carne ou de peixe têm 20 gramas de proteínas».

Considerando o elevado preço do peixe e da carne, as duas dietistas defendem um menor consumo daqueles tipos de alimentos. Graça Raimundo aconselha, por exemplo, a confecção de feijoadas, «com pouca gordura», jardineiras ou caldeiradas, pratos que levam menos quantidades de carne e peixe.

«Posso substituir a carne de avestruz ou o bife da vazia por carne de aves, que são mais económicas e também posso substituir a carne e o peixe por ovos e leguminosas, nomeadamente o feijão ou o grão», referiu, aconselhando também a compra de fruta da época e hortaliças.

Para esta dietista, esta altura de crise económica poderá também servir para recuperar hábitos antigos, como seja o aproveitamento de restos de comida como o pão para fazer migas ou açordas.

Outro aspecto em que as duas profissionais concordam é na ideia de que se devem evitar os pequenos-almoços fora de casa. «Criou-se muito o hábito de se tomar o pequeno-almoço fora de casa. Acaba por se comer folhados e bolos em vez do pão», disse Maria Fernanda Fogaça, adiantando que também se pode aproveitar o momento para não gastar dinheiro em produtos com açúcar.



Fonte: IOL Diário

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sábado, 31 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A crise e o desemprego

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A sucessão de despedimentos em empresas de todo o mundo, já deixou desempregados milhares de trabalhadores, só durante esta semana. A crise financeira que está a afectar as economias e os mercados internacionais é apontada como a principal responsável por esta situação.

Esta semana sucederam-se anúncios de despedimentos em várias empresas e por isso vários milhares de trabalhadores estão no desemprego.

A crise financeira internacional continua a ser apontada como a principal responsável por este cenário.

A empresa multinacional norte-americana Manitowoc Crane Group (MCG) vai eliminar 2.100 postos de trabalho ligados à produção de gruas em vários países, incluindo Portugal, um dia após a divulgação das perdas registadas no quarto trimestre de 2008.

O grupo japonês Toshiba, um dos maiores mundiais no ramo da electrónica de consumo, anunciou a supressão de 4.500 postos de trabalho até Março, para fazer face à crise económica mundial.

A redução tem por objectivo fazer regressar a empresa aos lucros, depois dos anunciados 159,6 mil milhões de ienes (1,33 mil milhões de euros) de prejuízos registados entre Abril e Dezembro de 2008.

Com a redução dos 4.500 postos de trabalho a empresa espera reduzir os custos fixos do grupo em 300 mil milhões de ienes (2,5 mil milhões de euros).

A norte-americana IBM por sua vez, que de acordo com fonte sindical, traçou já um plano social que visa suprimir mais de 2.800 empregos.

O fabricante nipónico de vidro Nippon Sheet Glass (NSG) anunciou também a supressão de 5.800 empregos em todo o mundo, no quadro de um plano de reestruturação visando a tirar o grupo do vermelho.

Na Europa, o grupo bancário belga Dexia, que beneficiou de ajudas dos governos francês, belga e luxemburguês no final de Setembro último, deverá anunciar a supressão de 700 a 800 empregos, adiantava hoje o diário belga De Standaard.

Em Espanha, a construtora de automóveis francesa Renault anunciou uma redução da produção na fábrica de Palencia (norte) devido à crise que afecta o sector e que levou à não renovação dos contratos de 400 trabalhadores temporários.

Nos Estados Unidos, a Eastman Kodak anunciou que vai suprimir entre 3.500 a 4.500 pessoas em 2009, entre 14 e 18 por cento, após falhar a passagem à fotografia digital.

Ainda nos Estados Unidos, a Ford Motor Credit, o braço financeiro da construtora automóvel Ford, informou que perdeu 1.536 milhões de dólares em 2008 e que eliminará cerca de 20 por cento dos seus efectivos, o que deverá afectar 1.200 postos de trabalho em 2009.

A farmacêutica norte-americana AstraZeneca anunciou a eliminação de 6.000 postos de trabalho a nível mundial até 2013, após registar uma ligeira queda no lucro líquido do quarto trimestre de 2008.

O Metropolitano de Londres também anunciou o corte de 1.000 postos de trabalho durante o ano de 2009, após a revisão dos seus custos operacionais, afirmou a Transport of London, que gere a rede de comboios, autocarros e o metropolitano.

A cadeia de lojas norte-americana Bon-Ton anunciou o despedimento de 1.150 pessoas, e acrescentou que vai eliminar o bónus dos seus executivos e as promoções por mérito, num esforço que pretende reduzir custos anuais na ordem dos 70 milhões de dólares.

Nos EUA, os números do desemprego divulgados pelo Departamento do Trabalho, apontam para novos recordes negativos.

Na semana terminada a 24 de Janeiro, 3.000 pessoas requereram subsídio de desemprego pela primeira vez, aumentando o acumulado de Janeiro para os 588 mil novos pedidos, apenas menos 1.000 do que os mínimos de 26 anos estabelecidos no mês passado, quando falta contabilizar uma semana.

O número de pessoas a receber subsídio de desemprego nos EUA aumentou em 159 mil, na semana terminada a 17 de Janeiro, elevando para 4.776 milhões as pessoas que recebem esta ajuda estatal, o mais elevado desde pelo menos 1967, ano em que se começaram a realizar este tipo de registos.

O relatório da organização analisa vários cenários, consoante o crescimento da economia e a capacidade de resistência à crise económica. Numa versão mais optimista, a OIT estima que os países desenvolvidos terão mais cinco a sete milhões de desempregados este ano.

Caso a situação económica continue a deteriorar-se ao longo de 2009, haverá mais 11 milhões de desempregados em comparação com 2007, elevando o total de desempregados para os 40 milhões.

Na Alemanha, o mercado de trabalho piorou em Janeiro, com uma taxa de desemprego de 8,3 por cento, ou seja, 9 por cento maior que a de Dezembro de 2008, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela Agência Federal para o Emprego.

A primeira economia da Europa registou 3,49 milhões de desempregados em Janeiro, destacou a instituição em comunicado. Este dado representa um aumento de 387.000 pessoas em relação a Dezembro de 2008.

A taxa de desemprego no Japão aumentou para 4,4 por cento em Dezembro, para o seu valor mais alto dos últimos três anos, com mais 2,7 milhões de pessoas ficaram sem os seus empregos.





Fonte da notícia: TSF Notícias

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Igrejas no Fórum Social Mundial

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Representantes de diversas Igrejas cristãs estão presentes na localidade brasileira de Belém do Pará, participando no nono Fórum Social Mundial. A presença católica passa, principalmente, pela Caritas e numerosos institutos religiosos.

No centro dos trabalhos, iniciados no dia 27, está a crise global, económica e ambiental, que muitos participantes vêem como uma oportunidade para relançar a actualidade dos princípios de base do Fórum, distanciando-se do capitalismo selvagem, do neoliberalismo e do imperialismo, com a proposta de uma agenda alternativa para a reconstrução do sistema global.

O encontro foi precedido, na mesma cidade da Amazónia, por um Fórum mundial sobre teologia e libertação, centrado no desenvolvimento de uma teologia da “sustentabilidade da vida na Terra”.

Este encontro em solo brasileiro constitui, há muitos anos, um espaço de encontro e debate para associações e movimentos comprometidos na construção de “outro mundo possível”, mais solidário, democrático e justo.

Como em ocasiões anteriores, o Fórum conta com uma forte participação de organizações eclesiais e ecuménicas. A delegação do Conselho Mundial das Igrejas irá estar presente em vários seminários dedicados à crise económica e à emergência ecológica.

Rogate Mshana, responsável do Conselho para área da pobreza e da ecologia, diz que desde uma perspectiva cristã “não existe um sistema” económica que seja “tão sagrado ao ponto de não poder ser mudado”.

Uma tenda ecuménica e uma capela inter-religiosa, para além de uma série de laboratórios, são algumas das iniciativas eclesiais oferecidas por ocasião deste encontro.

Os Institutos religiosos são uma presença constante nestas iniciativas. Só da família Comboniana, por exemplo, está presentes cerca de 100 membros, entre padres, irmãos, irmãs, leigos, jovens e estudantes.

A organização católica para a solidariedade e a ajuda humanitária, Caritas, considera o Fórum como uma ocasião de diálogo e debate sobre questões ligadas à globalização e à recessão mundial.

Cristina dos Anjos, directora nacional da Caritas Brasil, explicou que “para a nossa organização, o Fórum Social Mundial é uma oportunidade para globalizar a solidariedade, algo crucial na construção de um mundo diferente”.

Os representantes da Caritas liderarão vários dos grupos de trabalho programados para esta edição do Fórum dedicados a questões que vão do tráfico de pessoas ou o processo de paz na Colômbia até à produção de gás e petróleo no Delta do Níger.

O Fórum Social Mundial regressa este ano ao Brasil, onde nasceu (Porto Alegre, 200), após ter passado pela cidade indiana de Mumbai, o Quénia e uma edição tripartida (2006) pela Venezuela, Paquistão e Mali.

Em 2008, o Fórum foi substituído por uma jornada de acção global, que integrou manifestações e encontros em mais de 100 países.





Fonte da notícia: Agência Ecclesia

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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Crise alimentar

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Mais de 963 milhões de pessoas continuam a ter fome ou a passar graves carências alimentares, o que representa uma «grave crise alimentar» que tende a agravar-se e para a qual é necessário um esforço global, noticia a Lusa.

O diagnóstico foi feito esta segunda-feira em Madrid pelo Director-Geral da FAO, Jaques Diouf, que afirmou que mais do que responder à fome no mundo há ainda que desenhar estratégias para poder alimentar, em 2050, nove mil milhões de pessoas.

Diouf, que falava em Madrid no âmbito de uma conferência sobre segurança alimentar das Nações Unidas, disse aos jornalistas que a redução dos preços dos bens alimentares, não significa que a crise desapareceu.

O responsável das Nações Unidas recordou que só para garantir a alimentação dos seres humanos no futuro será necessário duplicar a produção alimentar global, dedicando ao sector agrícola os recursos financeiros necessários.

Classificando o problema da insegurança alimentar como «especialmente grave», afirmou que a crise financeira mundial «não facilita o trabalho que tem que se fazer». Apesar de sinais positivos, como os aumentos de financiamento da UE, por exemplo, que dedicou mil milhões de euros entre 2008 e 2010 para o desenvolvimento da agricultura em países mais pobres, os fundos dedicados ao problema «ainda estão aquém» do necessário.

Intervindo por vídeo nas sessões de hoje, a secretária de Estado norte-americana Hilary Clinton, afirmou que combater a fome será uma das prioridades do novo presidente Barack Obama.


Fonte da notícia: IOL Diário

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sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Natal em tempo de crise

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Crise, crise, crise. A palavra é repetida todos os dias, em todos os locais, por toda a gente. E por causa dela, a pouco mais de um mês do Natal, os portugueses andam a contar os trocos para os presentes.


Esta é a principal conclusão da 11ª edição do estudo de Natal da Deloitte, pois as famílias vão gastar menos 4,8 por cento em prendas, em relação ao ano transacto. «77 por cento dos inquiridos declararam que têm um poder de compra inferior ao ano passado e que o rendimento disponível para as compras de Natal é igualmente mais reduzido», pode ler-se no documento.


«Este ano tenho de gastar menos, porque não tenho tanto dinheiro para as prendas. Só vou comprar para os meus filhos», disse Lurdes Ferreira, de 38 anos, ao PortugalDiário, enquanto olhava para as montras da Rua de Santa Catarina, no Porto.


Procurar mais é a melhor táctica


As crianças serão mesmo as menos afectadas pela crise, de acordo com o mesmo estudo, e os brinquedos electrónicos serão o grande sucesso deste Natal.


Mais tempo à procura de prendas mais úteis e, se possível, que estejam em promoção: é assim que a Deloitte acredita que os portugueses vão enfrentar a montanha de presentes que ainda está por comprar.


«Já tenho vários presentes comprados, porque já ando há muito tempo a ver quais são os melhores, sobretudo em termos de preço», confirmou Fátima Machado, de 52 anos.


Menos presentes, mas mais comida


Segundo esta análise, os presentes preferidos dos portugueses são roupa, livros e dinheiro. Paulo Correia, de 32 anos, levava dois sacos na mão: «Só comprei roupa para dar à namorada, mas não estou a contar gastar muito mais».


A boa notícia é que a mesa dos portugueses vai estar mais bem recheada, de acordo com o estudo da Deloitte: «Pretendem equilibrar o orçamento global, gastando menos em presentes, utilizando o dinheiro extra para comprar alimentos para as festividades».


E o leitor, o que vai mudar no seu Natal por causa da crise?



Fonte da notícia: IOL Diário

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domingo, 26 de outubro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Crise é momento ideal para fazer grande fortuna

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Como em tudo, o azar de uns é a sorte de outros. As crises criam boas oportunidades de investimento e aquela que estamos a atravessar não é excepção. Por isso mesmo, quem souber manter a calma, pode fazer verdadeiras fortunas.


Isso mesmo é o que pensa o presidente do BPI, Fernando Ulrich. «Quem tiver sangue frio e algum capital vai forrar-se de dinheiro», disse, na conferência em que o banco apresentou os resultados relativos aos primeiros nove meses do ano.


«Quem melhor sabe fazer isso é talvez o Warren Buffett. Ele tem estado a investir, não sei como nem em quê, mas tenho a certeza que daqui a dez anos ele vai ser ainda muito mais rico do que já é», acrescentou Ulrich.


Warren Buffett é hoje o homem mais rico do Mundo, tendo já ultrapassado o presidente da Microsoft, Bill Gates, que ocupa actualmente a terceira posição do ranking da revista «Forbes», e até Carlos Slim, o magnata mexicano.


Ulrich vê assim boas oportunidades na queda dos mercados e atribui estas descidas não à desvalorização dos activos das empresas mas à falta de confiança.
«Os intervenientes no mercado estão preocupados e vendem, e é isso que está a fazer com que os mercados caiam. Os investidores nesta altura estão a tomar decisões mais pelo que vêem ao espelho do que pelo que vêem pela janela», disse.


Ulrich admitiu ainda que existem casos em que os investidores vendem não porque considerem que as acções não valem dinheiro, mas porque precisam de realizar liquidez ou porque preferem reduzir a exposição ao risco das acções, independentemente do mérito que as acções que estão a vender tenham.

Fonte da notícia: Agência Financeira

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


ONU alerta para crise alimentar a nível mundial

Organismo diz que se está perante um problema «imprevisível»


O último relatório de Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) lançou um alerta preocupante no seu último relatório: o mundo vai enfrentar uma crise devido à falta e ao aumento de preço dos alimentos nos próximos anos. O estudo Perspectivas Alimentares, citado pelo jornal espanhol El País, refere que as reservas estão a descer rapidamente ao contrário dos preços, que têm atingido níveis históricos.


De acordo com a FAO, a conjugação destes dois factores pode criar nos próximos anos uma crise «imprevisível e preocupante». O estudo da organização aponta que as reservas de cereais caíram 11 por cento, para o nível mais baixo desde 1980. Já os preços dos alimentos subiram 40 por cento, um progresso muito acentuado, relativamente aos 9 por cento de aumento de há um ano.


«Temos que fazer frente à fome mundial que se aproxima», disse o director do programa mundial de alimentos da ONU, Josette Sheeran, dando conta que o problema «pode prejudicar os mais necessitados durante décadas».


Pobres são o grupo de maior risco


Os dados indicam que os países mais frágeis são os que terão mais dificuldades em enfrentar os problemas previstos no estudo da FAO. No último ano, os alimentos que importaram subiram de preço 25 por cento.


Os países em vias de desenvolvimento também serão afectados de forma especial num cenário de crise.


Além do aumento excessivo do preço dos alimentos e da descida das reservas de comida há ainda outros dados a ter e conta e que podem contribuir para o acentuar do problema como as alterações climáticas, que têm provocado um maior número de secas e inundações, e ainda o aumento do preço do petróleo e da procura de biocombustíveis.

A FAO já apelou a que se tomem medidas urgentes para evitar uma crise mundial. Entre elas defende a venda a preços reduzidos de sementes e fertilizantes aos agricultores dos países pobres, de forma a aumentar a produção de alimentos básicos.

Fonte da notícia: PORTUGAL DIÁRIO

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Jorge Goncalves

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