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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O imperativo do combate à fome

The anti-hunger imperative
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São muitas as cimeiras previstas este ano, mas a Cimeira Mundial sobre a Segurança Alimentar merece uma especial atenção. Este encontro, que ontem começou em Roma e que termina amanhã, dará um impulso político imprescindível a três questões estreitamente interligadas que se incluem entre os principais desafios deste século: segurança alimentar, biodiversidade e alterações climáticas.


Estamos a fracassar colectivamente na luta contra a fome no mundo. Actualmente, mais de mil milhões de pessoas de todo o mundo carecem de comida suficiente para atenderem às suas necessidades nutricionais diárias e a situação nos países em desenvolvimento piora de dia para dia.
Esta situação é, antes de mais, um verdadeiro escândalo moral. Como é possível que, em pleno século XXI, quando o Homem já foi à lua e voltou, ainda não tenhamos sido capazes de alimentar todos os habitantes do nosso planeta? Os responsáveis políticos devem reconhecer, além disso, que a insegurança alimentar está associada aos persistentes efeitos da crise económica e às alterações climáticas em curso e que constitui uma ameaça real para a nossa sociedade no seu conjunto.
Sejamos justos: é verdade que os líderes mundiais reagiram a esta situação. Na recente cimeira do G-8 em L'Aquila, Itália, assumimos o firme compromisso de "actuar na escala e com a urgência necessárias para alcançar a segurança alimentar global" e comprometemo-nos colectivamente a desembolsar um total de 20 mil milhões de dólares ao longo de três anos.
Trata-se de um compromisso considerável, mas que poderá não ser suficiente - é preciso fazer ainda mais para aumentar a produção agrícola, para liberalizar o potencial comercial de maneira a reforçar a segurança alimentar e para gerir o crescente impacto das alterações climáticas sobre a agricultura.
Também a Comissão Europeia reagiu positivamente, ao libertar - através de diferentes instrumentos - meios financeiros destinados a promover a segurança alimentar. O "mecanismo alimentar" da União Europeia, adoptado no ano passado, mobiliza actualmente 2,5 mil milhões de dólares suplementares para ajudar a uma rápida resposta à escalada dos preços dos alimentos. E injectaremos mais 4 mil milhões de dólares nos próximos três anos para financiar actividades destinadas a ajudar os países a melhorarem a sua segurança alimentar e a adaptarem-se às alterações climáticas.
O aumento da dotação financeira destinada a combater, entre outros, os problemas de segurança alimentar, deveria ser um dos principais resultados dos programas financeiros vigorosamente apoiados pela UE com vista ao próximo evento crucial no calendário das cimeiras deste ano: a Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, a realizar em Copenhaga no próximo mês. Tanto as alterações dos padrões climáticos como a crescente magnitude e a frequência dos fenómenos climáticos extremos vão exigir investimentos substanciais se quisermos que os agricultores possam adaptar-se com êxito à nova situação.
Os mais pobres são os mais duramente afectados por estas alterações e as tendências globais dissimulam profundas disparidades regionais.Os pequenos agricultores, em particular nos países em desenvolvimento, serão as primeiras vítimas das alterações climáticas. Se não agirmos rapidamente, os 40 países mais pobres do mundo, principalmente na África Subsaariana e na América Latina, perderão até 2080 entre 10% e 20% da sua capacidade de produção de cereais de base devido à seca.
Mas as soluções para este problema estão ao nosso alcance. O impacto da biodiversidade não é muitas vezes, compreendido na sua plenitude, o que significa que também subavaliamos o seu contributo para lidarmos com os desafios globais. Quanto mais diversas são as formas de vida num determinado ecossistema, maior é a sua capacidade de reacção face à mudança.
Assim sendo, a biodiversidade pode actuar como uma "apólice de seguro" natural contra as alterações repentinas no meio ambiente e amortecer as perdas causadas por elas (assim como as que são causadas pelas pragas e doenças). A biodiversidade desempenha um papel essencial para uma produção alimentar de longo prazo fiável e estável. A fome que assolou a Irlanda no século XIX e a Etiópia no século XX demonstram claramente a vulnerabilidade das culturas não diversificadas às alterações ambientais e as consequências dramáticas dessa vulnerabilidade para a população.
A diversidade das culturas oferece igualmente importantes vantagens para o ecossistema. As variedades resistentes à seca e às inundações não só aumentam a produtividade como também podem evitar a erosão do solo e a desertificação. No Sul do Gana, por exemplo, os agricultores conseguiram reduzir o número de más colheitas resultantes do carácter variável e imprevisível das precipitações, através do cultivo de diferentes variedades de uma mesma espécie, resistentes à seca. Além disso, a diversificação das culturas reduziu a necessidade dos dispendiosos e pesticidas, que também são nocivos para o meio ambiente.
Por isso, estou convencido que convém apostar na biodiversidade para lutar contra as alterações climáticas e a insegurança alimentar e que temos de prestar mais atenção a este assunto.
Esta semana, no encontro de líderes em Roma, espero que consigamos definir unanimemente quais são as principais prioridades para combatermos a fome e a insegurança alimentar, e - mais particularmente - espero que cheguemos a acordo quanto à designação de uma autoridade encarregada de assessorar os governos e as instituições internacionais em matéria de segurança alimentar. Com efeito, precisamos nesta matéria de fazer aquilo que o Painel Intergovernamental das Nações Unidas fez em relação às alterações climáticas: um sistema de alerta vermelho para o planeta, baseado em constatações científicas. Comprometo-me, no início do meu novo mandato de cinco anos na Comissão Europeia, a continuar a fazer tudo o que me for possível para promover esse assunto crucial.
Mas mesmo as melhores e mais actualizadas políticas de financiamento continuarão a ser inúteis se os governos nos países em desenvolvimento não conseguirem traduzir os seus compromissos em dinheiro efectivo e em maiores investimentos no sector agrícola à escala mundial.
Deixemos, pois, que a Cimeira Mundial sobre Segurança Alimentar apresente uma prova palpável de um compromisso de todos os governos em prol de um objectivo comum: um mundo sem fome. A História não deixará de nos julgar desfavoravelmente se falharmos.

Texto da autoria de
José Manuel Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia.




Fonte: Jornal de Negócios

DADOS IMPORTANTES: 30 milhões de pessoas por ano morrem à fome. Em cada 3.6 segundos uma pessoa morre à fome e 75% são crianças.

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Fome no mundo debatida em Roma

World hunger summit in Rome
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Arranca hoje a Cimeira Mundial da Alimentação, em Roma. O encontro do Fundo da ONU para a Alimentação (FAO), que junta mais de 60 chefes de Estado e de Governo, vai debater a fome do mundo.


Pela primeira vez, a cimeira conta com a presença do Papa na abertura dos trabalhos. O director da FAO, Jacques Diouf, já sublinhou a importância da presença de bento XVI, uma vez que o problema da fome não é apenas económico, mas é também um problema moral. O mesmo responsável espera que a participação do Papa, no arranque dos trabalhos, possa sensibilizar os grandes líderes mundiais a favor de acções políticas baseadas na ética, que coloquem o Homem e o respeito pela sua dignidade no centro das decisões
Recorde-se que Jacques Diouf (de origem muçulmana) participou - a convite do Papa - nos trabalhos do mais recentes Sínodo dos Bispos sobre África e foi, nessa ocasião, que o Vaticano anunciou a disponibilidade de Bento XVI em participar nesta Cimeira. A última vez que a FAO recebeu a visita do Papa foi há dez anos com João Paulo II. Os problemas da fome no mundo e, sobretudo, a falta de vontade política em resolvê-los têm sido uma constante das preocupações pontifícias. As estimativas indicam que, este ano, a fome pode atingir mil milhões de pessoas em todo o planeta.
Apelo inédito da ONU Afectado pela crise mundial e pela diminuição das contribuições de países doadores, o Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas lançou um apelo inédito pela Internet. Pede a mil milhões de cidadãos dos países mais ricos que dêem um euro por semana para o combate à fome, o que será suficiente para alimentar outros mil milhões de pessoas nos países mais pobres. As doações feitas por particulares podem ser enviadas através deste site.



Fonte: Renascença

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domingo, 18 de outubro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Um mundo com fome

A hungry world
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A fome afecta mais de 1 000 milhões de seres humanos no mundo, enquanto a subnutrição é a sorte de uma em cada seis pessoas, segundo números que são recordados esta sexta-feira, Dia Mundial da Alimentação.

De acordo com dados da FAO, agência da ONU para a Agricultura e a Alimentação, só em 2009 o número de seres humanos afectados pela mal-nutrição e a fome cresceu em 105 milhões de pessoas, para um universo que agora deverá rondar 1 020 milhões de indivíduos.

A segurança alimentar mundial, o número de crianças que todos os dias morrem à fome, o impacto de crise nas regiões pobres do mundo, a agricultura e os preços dos cereais e outras culturas, são alguns dos temas recuperados na efeméride que envergonha a condição humana.

Esta semana, em Roma, um fórum de especialistas deixou alertas para um cenário que vai agravar-se até meados do século: em 2050, quando a população atingir 9,1 milhões de pessoas, haverá mais um terço de bocas para alimentar, a pressão sobre os recursos agrícolas terá aumentado (produção terá de crescer 70% ao ano) e os recursos da biodiversidade serão mais escassos.

O próximo evento está marcado para Novembro, com a Cimeira Mundial de Segurança Alimentar convocada pela FAO, cujo objectivo é a erradicação da fome no mundo.





Fonte: Diário Digital

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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Mais de um bilião de pessoas passarão fome em 2009

OVER ONE BILLION PEOPLE WILL GO HUNGRY THIS YEAR Para ver a animação clique neste cartoon gif e aguarde uns segundos.
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A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), alertou esta sexta-feira, para que pela primeira vez na história será ultrapassada a barreira de um bilião de pessoas famintas.

Num comunicado emitido da sede da FAO em Roma, a organização estima que este ano o número de vítimas da fome aumente 11 por cento.
«Pela primeira vez na história da humanidade, mais de um bilião de pessoas, concretamente 1,02 bilião, sofrerão de subnutrição em todo o mundo», diz o comunicado, referindo que «O número supera quase em 100 milhões o do ano passado e equivale a uma sexta parte aproximadamente da população mundial».
Segundo as estimativas da FAO, baseadas em um estudo do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, «a maioria das pessoas subnutridas vive em países em desenvolvimento».
Na Ásia e no Pacífico calcula-se que cerca de 642 milhões de pessoas sofrem com fome crónica, 265 milhões em África Subsaariana, 53 milhões na América Latina e no Caribe, 42 milhões na África do norte e Oriente Médio e 15 milhões nos países desenvolvidos.
«A actual desaceleração da economia mundial, a que se segue a crise dos alimentos e dos combustíveis e coincide em parte com ela, está no centro do forte aumento da fome no mundo», refere a agência da ONU, que divulga estas estimativas três semanas antes da cimeira dos chefes de Estado e de Governo do G8, os oito países mais ricos do mundo, na cidade italiana de L Aquila, de 8 a 10 Julho.



Fonte: Jornal Digital

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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Cristiano Ronaldo podia alimentar 8,6 milhões de etíopes

RONALDO COULD FEED 8,6 MILLION ETHIOPIANS
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O Programa Mundial de Alimentação (World Food Programme), da Organização das Nações Unidas, não passou ao lado da milionária transferência de Cristiano Ronaldo para o Real Madrid. No seu «site» oficial, um responsável do programa fez as contas e percebeu que os 94 milhões de euros oferecidos ao Manchester United serviriam para financiar cerca de 520 milhões de refeições escolares!

Os montantes envolvidos na transferência do internacional português continuam a provocar reacções fortes e este texto serve de alerta. «Podíamos usar essa verba para alimentar 8,6 milhões de bocas famintas na Etiópia, até final do ano. Precisávamos mesmo desse dinheiro neste momento, no Paquistão, onde teríamos condições para alimentar dois milhões de desalojados», escreve Greg Barrow.

O responsável do Programa Mundial de Alimentação alonga o raciocínio: «94 milhões de euros parecem trocos. Mas se virmos as nossas operações no Burkina Faso, Cambodja, Guatemala, Libéria e Suazilândia, servia para financiar todas elas durante um ano inteiro. Ainda sobrava dinheiro». Dá que pensar.


Fonte: IOL Diário

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domingo, 15 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Crise não é razão para comer mal

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A falta de dinheiro devido à crise não é motivo para as famílias deixarem de ter uma alimentação boa, segundo dietistas contactadas pela Lusa, que apontam várias soluções saudáveis.

«Não é preciso comer carne e peixe diariamente ao almoço e jantar», disse à Lusa a presidente da Associação Portuguesa dos Dietistas, atribuindo a estes alimentos um preço elevado.

Esta opinião é corroborada pela dietista Maria Fernanda Fogaça, que considera que há um consumo muito excessivo de proteínas na alimentação. «As nossas necessidades de proteínas são de um grama por cada quilo e por dia, sendo que só metade devem ser de origem animal», referiu, adiantando: «100 gramas de carne ou de peixe têm 20 gramas de proteínas».

Considerando o elevado preço do peixe e da carne, as duas dietistas defendem um menor consumo daqueles tipos de alimentos. Graça Raimundo aconselha, por exemplo, a confecção de feijoadas, «com pouca gordura», jardineiras ou caldeiradas, pratos que levam menos quantidades de carne e peixe.

«Posso substituir a carne de avestruz ou o bife da vazia por carne de aves, que são mais económicas e também posso substituir a carne e o peixe por ovos e leguminosas, nomeadamente o feijão ou o grão», referiu, aconselhando também a compra de fruta da época e hortaliças.

Para esta dietista, esta altura de crise económica poderá também servir para recuperar hábitos antigos, como seja o aproveitamento de restos de comida como o pão para fazer migas ou açordas.

Outro aspecto em que as duas profissionais concordam é na ideia de que se devem evitar os pequenos-almoços fora de casa. «Criou-se muito o hábito de se tomar o pequeno-almoço fora de casa. Acaba por se comer folhados e bolos em vez do pão», disse Maria Fernanda Fogaça, adiantando que também se pode aproveitar o momento para não gastar dinheiro em produtos com açúcar.



Fonte: IOL Diário

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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dia Mundial da Alimentação

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Dia Mundial da Alimentação assinala-se esta quinta-feira


A crise económica pode ser um bom pretexto para comer mais barato e melhor e obter mais saúde através de desportos acessíveis, como andar a pé ou de bicicleta, defendeu esta quarta-feira a presidente da Associação Portuguesa de Nutricionistas (APN).


Alexandra Bento falava à Lusa a propósito do Dia Mundial da Alimentação, que se comemora quinta-feira e que será assinalado com rastreios gratuitos à obesidade em várias partes do país.


A nutricionista lembrou que a altura de «alguma crise em termos económicos» que se vive «pode e deve ser aproveitada para comer melhor e até mais barato».
«Muitas vezes, o que é mais barato até pode ser mais equilibrado em termos nutricionais», disse.


Alexandra Bento dá um exemplo «saudável e barato»: «Se levarmos uma peça de fruta e um pão preparado em casa, essa é uma opção economicamente e nutricionalmente mais acessível».


A especialista defende «bom senso nas escolhas» e «opções mais favoráveis em termos de preço».


Também ao nível do desgaste das energias que são ingeridas em excesso a APN apresenta uma solução económica.


«Uma inscrição no ginásio pode sair caro, mas se optarmos por um passeio a pé ou de bicicleta, com a família e amigos, não nos vai sair mais caro», disse.


Alexandra Bento deixa ainda algumas recomendações para uma alimentação saudável e equilibrada ao longo do dia, na qual não devem faltar as merendas, refeições ligeiras ao meio da manhã e ao meio da tarde.


«O que tem mais importância é olharmos para o nosso dia alimentar e ver em que locais e a que horas é que vamos colocar as nossas refeições e como elas devem ser compostas», concluiu.


Para assinalar o Dia Mundial da Alimentação, a APN vai proporcionar a avaliação do Índice de Massa Corporal e prestar aconselhamento nutricional em alguns hospitais, centros de saúde, autarquias e outras instituições.


A mensagem da APN é clara: «Está nas suas mãos mudar de atitude em relação ao excesso de peso!».


Em 2010 uma em cada dez crianças e em 2050 metade da população mundial será obesa, alerta a APN

Fonte da notícia: IOL Diário

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sábado, 17 de maio de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dia Mundial da Hipertensão

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Assinala-se este sábado o Dia Mundial da Hipertensão. Nesta data pretende-se, entre outras questões, sensibilizar a população para os perigos do excesso de sal na alimentação.

É neste sentido que será lançado hoje o «Pão Vida», um tipo de pão que beneficia de um decréscimo de 25 por cento de teor de sal e que foi fabricado após alguns estudos realizados pela Associação dos Industriais de Panificação, Pastelaria e Similares do Norte.
O pão será feito em Guimarães, mas não estará já à venda, neste dia, em grande escala. Isto porque o lançamento do «Pão Vida» vai acontecer no Largo do Toural e será oferecido à população no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Hipertensão.
Ainda que num valor mais reduzido, é um facto que o «Pão Vida» continua a ter sal. António Fontes, da organização desta iniciativa, esclarece que o produto "não seria bem aceite" se fosse completamente sem sal, embora seja objectivo da Associação dos Industriais de Panificação, Pastelaria e Similares do Norte "reduzir gradualmente aos valores adicionados."

Fonte da notícia: Guimarães Digital

Nota Pessoal:
Pois é, há que cuidar da nossa saúde porque mais ninguém o fará por nós. Consumir menos sal é benéfico para a saúde e garante-nos uma vida mais saudável.

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sexta-feira, 21 de março de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Hoje é dia de comer peixe.

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Açores, pesca, Azores, peixe, cartaz turístico, viagens e passeios, ilhas dos Açores


Uns por convicção, outros por tradição. Muitos católicos optam, hoje, por se abster de comer carne, optando por se alimentar de peixe. Em dia de Sexta-Feira Santa, a Igreja Católica recomenda, na sua doutrina tradicional, que os crentes recordem a morte de Jesus também através da alimentação. Mas o que tem o peixe a ver com o facto de Jesus ter morrido?


Num estudo sobre as origens desta tradição, o teólogo Cyrille Vogel (em Eucharisties d"Orient et d"Occident, ed. Cerf, Paris), propõe que o peixe, mais que um substituto da carne, era, entre os primeiros cristãos, um elemento de uma refeição sagrada. Possivelmente, uma tradição herdada do judaísmo, em primeiro lugar, e de outras religiões.


No caso cristão, o peixe como "alimento sagrado" está também fortemente filiado em várias das refeições de Jesus contadas nos evangelhos - e, em especial, nas refeições após a ressurreição, quando Jesus se encontra com os seus companheiros mais próximos. Terá sido na Síria, diz Vogel, que pela primeira vez o peixe como simbólica cristã foi introduzido.


"Olha-se muitas vezes para o cristianismo como religião do sofrimento, do sacrifício e da reparação", diz João Eleutério, padre e professor de Teologia dos Sacramentos na Universidade Católica, referindo-se à proposta tradicional da abstinência. "Mas o ponto de partida devem ser as refeições pascais de Jesus, após a ressurreição. É sobretudo a liberdade de Jesus, na entrega que ele livremente faz de si mesmo, que está em causa, e não um qualquer fatalismo.


"Terá sido Tertuliano (180-220 d. C.), um cristão romano que não conhecia o judaísmo, a travestir a tradição e a propor a abstinência de carne como alimento. Já em meados do século V, Eznik de Kolk escreve que, como Jesus comeu peixe depois de ressuscitar, os cristãos devem seguir-lhe o exemplo. O peixe tinha outro simbolismo entre os cristãos: a palavra grega, ichthys, servia de acróstico para Iesus Christus Theos Yctis Soter, ou seja, Jesus Cristo Filho de Deus Salvador.


A evolução histórica e a codificação normativa fizeram o resto e o peixe, em vez da carne, passou a ser a norma para os dias de jejum e abstinência obrigatórios - hoje limitados a Quarta-Feira de Cinzas (primeiro dia da Quaresma, o tempo de preparação da Páscoa) e a Sexta-Feira Santa.


Em dois documentos, de 1982 e 1985, a Conferência Episcopal Portuguesa diz que "a abstinência consiste na escolha de uma alimentação simples e pobre". Mas o texto oscila, depois, recordando que "a sua concretização na disciplina tradicional da Igreja é a abstenção de carne".


O padre Pedro Ferreira, director do Secretariado Nacional de Liturgia, da Igreja Católica, afirma que o espírito deve ser o de se abster de comer "alguma coisa em benefício de outro mais necessitado".


Reconhecendo que falta uma pedagogia mais contemporânea, João Eleutério concorda: "Estamos presos a uma tradição, precisamos de entrar na lógica de que queremos fazer determinado gesto por opção positiva, por oblação, e não como sacrifício no mau sentido."

Questões sobre o peixe



Comer peixe é um hábito dos portugueses que se estende a muitos outros dias e que está a ser visto como um "pecado" contra o planeta.

O preço do peixe subiu 11 por cento entre 2002 e 2007. Gasta-se mais nos produtos do mar mas come-se mais carne.


Hoje é, em muitas casas, dia de ter peixe à mesa. Como o é em muitos outros dias. Por razões religiosas, gastronómicas, tradicionais ou outras, Portugal continua a ser o país europeu que mais adesão demonstra aos produtos do mar e o terceiro a nível mundial. A sua frota pesqueira é a quarta maior da União Europeia (UE).


Mas é isto razão suficiente para considerar Portugal um predador dos oceanos? Há quem ache que sim, mas outros contrapõem com a ausência de modernização dos barcos nacionais, incapaz de causar a destruição que lhe imputam. Pelo menos, uma coisa pesa a seu favor: o que pesca é consumido por humanos, não por porcos ou aquecedores de casas.Muitos dos bancos pesqueiros do planeta estão esgotados ou sobreexplorados.


O alerta tem o aval de cientistas, Nações Unidas e ambientalistas, que prevêem que a situação tenha tudo para piorar devido às alterações climáticas e ao aumento do consumo mundial. Daí as atenções virarem-se para aqueles que devoram tudo o que o mar pode oferecer. Portugal ganha aqui uma posição de destaque, tanto como consumidor como pescador, como se viu em recentes declarações da Greenpeace (ver caixa).


Em que ficamos?


Sendo o peixe um alimento defendido por nutricionistas, o alerta causa espanto. Tirando algumas espécies contaminadas com metais pesados, como é o caso do peixe-de-espada-preto de algumas regiões dos oceanos que apresenta teores preocupantes de mercúrio, o peixe é visto como uma opção à carne muito mais saudável (ver texto nestas páginas).Resta saber se este apetite pela carne dos oceanos pesa muito no declínio deste manancial.


É um facto que, como grande consumidor de peixe per capita - os números variam entre os 50 e os 56 quilos por ano quando a média mundial não chega ao 20 quilos -, Portugal tem tudo para ser olhado com desconfiança. Mas ponham-se os números em perspectiva: são 10 milhões de consumidores num planeta com 6600 milhões.


Ou seja, em cerca de 95 milhões de toneladas de peixe pescados em todo o mundo, os portugueses comem 500 mil toneladas, portanto, pouco mais de 0,5 por cento do total. E estes números não traduzem toda a realidade porque entre o que é consumido pelos lusitanos, parte vem de aquacultura.Há ainda o esforço de pesca. Novamente os números: Portugal pescou, em 2007, nas suas águas, em Espanha e no Norte de África, 168 mil toneladas, o que não chega nem a 0,2 por cento do total que é retirado aos oceanos. O que faz com que a balança comercial da pesca no país seja muito negativa. E que indicia que a frota nacional não consegue apresentar grandes produtividades face à imensa Zona Económica Exclusiva em que actua.


Críticas criticadas"Ridículas".


É assim que reage Carlos Sousa Reis, biólogo da Faculdade de Ciências de Lisboa, às acusações da Greenpeace. "A larga maioria do que pescamos é para consumo humano, ao contrário do que se passa pelo mundo fora, em que uma larga percentagem vai para farinhas para porcos e perus ou serve para aquecer casas [através do óleo retirado de algumas espécies]", diz.Para este especialista, o problema da frota nacional põe-se precisamente ao contrário do que se pensaria. "Por imposição europeia, já abatemos demasiados navios e assistimos a outros, como os espanhóis, a pescar nas nossas águas ou em águas comuns não cumprindo as mesmas regras a que os nossos pescadores são obrigados", diz.


O facto é que, segundo os últimos dados do Eurostat (o gabinete de estatística da UE), a frota portuguesa é a segunda mais envelhecida do espaço comunitário, com embarcações de 45,7 anos de idade média contra um padrão europeu de 23,9 anos. Além disso, 91 por cento dos barcos têm menos de 12 metros e 60 por cento menos de seis metros. É também das menos potentes e com menor capacidade da União - só em relação à tonelagem, a média nacional é cerca de um terço da espanhola.Este cenário tem um custo: a produtividade das embarcações, o que noutra leitura pode ser visto como menos predadoras. Mas há ainda o arrastão, a arte de pesca considerada mais destrutiva. Do que foi pescado no continente em 2007, 11 por cento saiu do mar por esta via. Que tem de obedecer a regras mas que continua a ser vista como dramática em termos de recursos piscícolas.


O que se retém disto tudo é que a maioria do que Portugal consome vem de fora, congelado. Os preços do pescado têm aumentado - de 2002 a 2007 subiram 11 por cento -, o que faz com que, segundo um estudo recente, Portugal esteja a gastar mais com o peixe com a carne embora continue a consumir mais desta última: cerca de 100 quilos per capita por ano.Mas apesar do aumento dos preços, os pescadores continuam descapitalizados porque a diferença do valor entre a primeira venda e o consumidor é abissal, ganhando os intermediários nesta cadeia. Um problema que continuará por resolver enquanto não houver uma profunda remodelação das lotas, diz Carlos Reis, que defende que se caminhe para uma venda livre.


Como consumidores, os portugueses estão assim cada vez mais dependentes da importação, que nem sempre garante uma produção sustentável. Resta a aquacultura, que também tem impactos ambientais, e que dificilmente irá satisfazer o paladar nacional, habituada à riqueza e variedade do que o mar providencia. Perante estas incertezas, uma coisa parece certa: "Quem se aguentar na pesca, vai ganhar muito dinheiro dentro de algum tempo porque o que vier do mar - não de quintas de peixes - vai ser altamente valorizado", defende o biólogo.


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Consumo de peixe só tem benefícios


O consumo de peixe apenas apresenta benefícios, desde que a quantidade ingerida não seja excessiva, defende a presidente da Associação Portuguesa de Nutricionistas, Alexandra Bento. As regras mandam que se faça uma refeição de carne e outra de peixe, por dia, e que a quantidade não exceda as 100 a 120 gramas diárias de cada um, precisa.


Do ponto de vista nutricional, o peixe é "um excelente fornecedor de proteínas, de qualidade semelhante à da carne, presente numa percentagem de 15 a 22 por cento". Com a vantagem de a maior parte dos peixes serem magros e as suas gorduras serem, na sua maioria, ácidos gordos insaturados. A riqueza do peixe em ácidos gordos ómega 3 confere-lhe mesmo efeito protector contra doenças cardiovasculares.


Em suma, a pequena quantidade de gordura, associada à sua boa qualidade e ao valor energético baixo "tornam estes alimentos muito vantajosos em relação a carnes", sublinha a nutricionista. Quanto à composição mineral e vitamínica, esta é semelhante à das carnes (o peixe é menos rico em ferro, mas mais rico em iodo).


Uma outra vantagem passa pela sua digestibilidade. Costuma até dizer-se que "o peixe não puxa carroça", lembra Alexandra Bento, destacando o facto de a digestão se fazer melhor do que a da carne, por causa da constituição muscular e da escassez de tecido conjuntivo. Quanto a eventuais malefícios, a nutricionista explica que estes existem sempre se as pessoas exagerarem na quantidade. E desdramatiza o tão badalado problema da contaminação do peixe por metais pesados. Alexandra Campos

Fonte da notícia: PÚBLICO.PT

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Jorge Goncalves

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