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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Gordon Brown e as suas dez novas centrais nucleares

Gordon Brown's Ten Nuclear Power Plants
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O Governo britânico escolheu esta segunda-feira os dez locais que vão receber novas centrais nucleares e anunciou uma modificação da legislação para acelerar a sua construção, informa a AFP.

A Grã-Bretanha dispõe actualmente de dez centrais nucleares em actividade, duas das quais devem fechar em 2010.

O ministro para a Energia e as Alterações Climáticas, Ed Miliband, explicou que este plano permitirá fornecer rapidamente uma nova geração de centrais para produzir energia com fraca emissão de CO2, a fim de lutar contra as alterações climáticas.



Fonte: IOL Diário

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sábado, 26 de setembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Os 3 mosqueteiros do G20

The three Mosqueteers at the G20 Summit Meeting in Pittsburgh
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Os líderes de Estados Unidos, França e Grã-Bretanha ameaçaram nesta sexta-feira adoptar mais sanções contra o Irão, depois do governo do país ter reconhecido que construiu uma segunda fábrica de enriquecimento de urânio, informa a BBC.

Na cimeira do G20, na cidade americana de Pittsburgh, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que o tamanho e a estrutura da fábrica não condizem com um programa nuclear para uso civil, como alega Teerão. Obama afirmou que o Irão escondeu a construção da fábrica, desafiando os pedidos de transparência pedidos pela comunidade internacional.

O presidente norte-americano recusou mesmo afastar a opção militar face ao Irão, admitindo porém preferir a via diplomática. «Não é a primeira vez que o Irão esconde informações sobre seu programa nuclear», disse o presidente. O Irão tem direito ao uso pacífico de energia nuclear, que atenda às necessidades energéticas de seu povo, mas o tamanho e a configuração desta instalação é contraditória em relação a um programa pacífico».

«O Irão está a desrespeitar as regras que todas as nações devem seguir. Ameaçando o regime global de não proliferação, negando ao seu próprio povo o acesso à oportunidade que merece e ameaçando a estabilidade e segurança da região e do mundo».

O presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, disse que ainda deve levar 18 meses até que as novas instalações estejam em operação e que o seu governo informou a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) da ONU sobre a fábrica no prazo determinado pelas regras da agência. «Não é um local secreto. Se fosse, porque teríamos informado a AIEA um ano antes (de entrar em operação)?», disse o líder iraniano.

Falando juntamente com o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, Obama afirmou que o Irão deve seguir as resoluções do Conselho de Segurança da ONU e «deixar claro que está pronto para cumprir com suas obrigações como membro de uma comunidade de nações».

Os três líderes exigiram que os inspectores da ONU tenham acesso imediato à instalação. Gordon Brown acusou os iranianos de enganar repetidas vezes a comunidade internacional quanto ao seu programa nuclear e acrescentou que agora não há escolha a não ser impor limites.





Fonte: IOL Diário

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sexta-feira, 5 de junho de 2009

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O pesadelo de Gordon Brown

GORDON BROWN'S WORST NIGHTMARE
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O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, está a braços hoje com a necessidade de fazer uma profunda remodelação governamental – de sucesso crucial para a manutenção do Executivo – após a demissão apresentada por cinco ministros nos últimos três dias. A mais recente, do ministro do Trabalho, James Purnell, data de ontem e constituiu uma machadada violenta, apresentada em carta aberta de demissão, com um desafio a Brown para que ele deixe o poder.

Esta demissão de Purnell veio fragilizar ainda mais a autoridade do chefe do Executivo, não há muito elogiado pelos esforços feitos para estabilizar o sistema financeiro global, e abre a porta a um cenário em que Brown pode não ser mais capaz de manter o Governo trabalhista, ao fim de apenas dois anos de mandato.

Esta crise é ainda mais aguçada pelo desenlace das eleições locais de ontem no país, das quais o Labour terá saído com uma significativa derrota de acordo com os resultados preliminares divulgados: terão perdido uns 23 deputados nas 34 concelhias locais que foram a votos. Os valores finais do sufrágio serão conhecidos esta tarde. E também se perspectiva um mau resultado para o Labour, que só será conhecido no domingo, nas eleições para o Parlamento Europeu que se realizaram também ontem no Reino Unido.

A remodelação governamental, confirmada esta manhã às agências noticiosas pelo porta-voz de Downing Street, e que deverá ser anunciada nas próximas horas, é vista como a última hipótese de Brown reconquistar a autoridade num partido que, cada vez mais, parece amotinar-se contra o líder.

Mas a capacidade de manobra de Brown – já em dificuldades, com baixas taxas de aprovação e que desde 2007 convive com os rumores de um golpe político interno entre os trabalhistas – ficou largamente reduzida com a demissão de Purnell, assim como já antes da ministra do Interior, Jacqui Smith, e da ministra das Comunidades, Hazel Blears.

Uma eventual queda do Governo de Brown aumentará ainda mais a pressão sobre o Labour para marcar eleições legislativas antecipadas, previstas para daqui a um ano. Isto numa altura em que os conservadores levam clara vantagem nas sondagens e se apresentam, assim, como favoritos a uma vitória e a um regresso ao poder executivo pela primeira vez desde 1997.



Fonte: Público.pt

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quinta-feira, 2 de abril de 2009

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Cimeira do G20

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Os líderes mundiais começaram esta manhã a chegar à cimeira do G20, em Londres, para conseguir um consenso sobre que medidas tomar para combater a pior crise desde 1933. O Presidente norte-americano, Barack Obama, foi dos primeiros a cumprimentar o anfitrião do encontro, o primeiro-ministro Gordon Brown, no Excel Centre.
Durante a noite, Brown tentou evitar que uma ruptura franco-germânica impedisse um acordo que pretende que seja histórico. O encontro deverá terminar com a defesa do fortalecimento de maior regulação do sector financeiro, para impedir uma crise semelhante no futuro.
A BBC online adianta que também poderão ser acordados esforços extra para dar um empurrão à economia, mas que objectivos específicos sobre os planos de gastos governamentais parecem pouco prováveis.
Depois de um dia frenético de encontros diplomáticos, ontem, o chefe do Governo britânico passou longas horas a tentar evitar que os líderes das principais economias mundiais deixem hoje Londres sem consenso sobre a forma de combater a crise. O Presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, foram ontem claros sobre as linhas vermelhas que não pretendem ultrapassar, recusando adoptar mais planos de estímulo económico.
Os dois líderes também afirmaram que o processo de reforma do sistema de regulação financeiro era “não negociável”. “Queremos resultados, mas não resultados que não tenham qualquer efeito na prática”, disse o Presidente francês, assinalando ainda que “o compromisso tem de vir de todos os países” e que “a crise não começou na Europa” – uma referência ao papel dos Estados Unidos.



Fonte: Público.pt

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Jorge Goncalves

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