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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


O imperativo do combate à fome

The anti-hunger imperative
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São muitas as cimeiras previstas este ano, mas a Cimeira Mundial sobre a Segurança Alimentar merece uma especial atenção. Este encontro, que ontem começou em Roma e que termina amanhã, dará um impulso político imprescindível a três questões estreitamente interligadas que se incluem entre os principais desafios deste século: segurança alimentar, biodiversidade e alterações climáticas.


Estamos a fracassar colectivamente na luta contra a fome no mundo. Actualmente, mais de mil milhões de pessoas de todo o mundo carecem de comida suficiente para atenderem às suas necessidades nutricionais diárias e a situação nos países em desenvolvimento piora de dia para dia.
Esta situação é, antes de mais, um verdadeiro escândalo moral. Como é possível que, em pleno século XXI, quando o Homem já foi à lua e voltou, ainda não tenhamos sido capazes de alimentar todos os habitantes do nosso planeta? Os responsáveis políticos devem reconhecer, além disso, que a insegurança alimentar está associada aos persistentes efeitos da crise económica e às alterações climáticas em curso e que constitui uma ameaça real para a nossa sociedade no seu conjunto.
Sejamos justos: é verdade que os líderes mundiais reagiram a esta situação. Na recente cimeira do G-8 em L'Aquila, Itália, assumimos o firme compromisso de "actuar na escala e com a urgência necessárias para alcançar a segurança alimentar global" e comprometemo-nos colectivamente a desembolsar um total de 20 mil milhões de dólares ao longo de três anos.
Trata-se de um compromisso considerável, mas que poderá não ser suficiente - é preciso fazer ainda mais para aumentar a produção agrícola, para liberalizar o potencial comercial de maneira a reforçar a segurança alimentar e para gerir o crescente impacto das alterações climáticas sobre a agricultura.
Também a Comissão Europeia reagiu positivamente, ao libertar - através de diferentes instrumentos - meios financeiros destinados a promover a segurança alimentar. O "mecanismo alimentar" da União Europeia, adoptado no ano passado, mobiliza actualmente 2,5 mil milhões de dólares suplementares para ajudar a uma rápida resposta à escalada dos preços dos alimentos. E injectaremos mais 4 mil milhões de dólares nos próximos três anos para financiar actividades destinadas a ajudar os países a melhorarem a sua segurança alimentar e a adaptarem-se às alterações climáticas.
O aumento da dotação financeira destinada a combater, entre outros, os problemas de segurança alimentar, deveria ser um dos principais resultados dos programas financeiros vigorosamente apoiados pela UE com vista ao próximo evento crucial no calendário das cimeiras deste ano: a Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, a realizar em Copenhaga no próximo mês. Tanto as alterações dos padrões climáticos como a crescente magnitude e a frequência dos fenómenos climáticos extremos vão exigir investimentos substanciais se quisermos que os agricultores possam adaptar-se com êxito à nova situação.
Os mais pobres são os mais duramente afectados por estas alterações e as tendências globais dissimulam profundas disparidades regionais.Os pequenos agricultores, em particular nos países em desenvolvimento, serão as primeiras vítimas das alterações climáticas. Se não agirmos rapidamente, os 40 países mais pobres do mundo, principalmente na África Subsaariana e na América Latina, perderão até 2080 entre 10% e 20% da sua capacidade de produção de cereais de base devido à seca.
Mas as soluções para este problema estão ao nosso alcance. O impacto da biodiversidade não é muitas vezes, compreendido na sua plenitude, o que significa que também subavaliamos o seu contributo para lidarmos com os desafios globais. Quanto mais diversas são as formas de vida num determinado ecossistema, maior é a sua capacidade de reacção face à mudança.
Assim sendo, a biodiversidade pode actuar como uma "apólice de seguro" natural contra as alterações repentinas no meio ambiente e amortecer as perdas causadas por elas (assim como as que são causadas pelas pragas e doenças). A biodiversidade desempenha um papel essencial para uma produção alimentar de longo prazo fiável e estável. A fome que assolou a Irlanda no século XIX e a Etiópia no século XX demonstram claramente a vulnerabilidade das culturas não diversificadas às alterações ambientais e as consequências dramáticas dessa vulnerabilidade para a população.
A diversidade das culturas oferece igualmente importantes vantagens para o ecossistema. As variedades resistentes à seca e às inundações não só aumentam a produtividade como também podem evitar a erosão do solo e a desertificação. No Sul do Gana, por exemplo, os agricultores conseguiram reduzir o número de más colheitas resultantes do carácter variável e imprevisível das precipitações, através do cultivo de diferentes variedades de uma mesma espécie, resistentes à seca. Além disso, a diversificação das culturas reduziu a necessidade dos dispendiosos e pesticidas, que também são nocivos para o meio ambiente.
Por isso, estou convencido que convém apostar na biodiversidade para lutar contra as alterações climáticas e a insegurança alimentar e que temos de prestar mais atenção a este assunto.
Esta semana, no encontro de líderes em Roma, espero que consigamos definir unanimemente quais são as principais prioridades para combatermos a fome e a insegurança alimentar, e - mais particularmente - espero que cheguemos a acordo quanto à designação de uma autoridade encarregada de assessorar os governos e as instituições internacionais em matéria de segurança alimentar. Com efeito, precisamos nesta matéria de fazer aquilo que o Painel Intergovernamental das Nações Unidas fez em relação às alterações climáticas: um sistema de alerta vermelho para o planeta, baseado em constatações científicas. Comprometo-me, no início do meu novo mandato de cinco anos na Comissão Europeia, a continuar a fazer tudo o que me for possível para promover esse assunto crucial.
Mas mesmo as melhores e mais actualizadas políticas de financiamento continuarão a ser inúteis se os governos nos países em desenvolvimento não conseguirem traduzir os seus compromissos em dinheiro efectivo e em maiores investimentos no sector agrícola à escala mundial.
Deixemos, pois, que a Cimeira Mundial sobre Segurança Alimentar apresente uma prova palpável de um compromisso de todos os governos em prol de um objectivo comum: um mundo sem fome. A História não deixará de nos julgar desfavoravelmente se falharmos.

Texto da autoria de
José Manuel Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia.




Fonte: Jornal de Negócios

DADOS IMPORTANTES: 30 milhões de pessoas por ano morrem à fome. Em cada 3.6 segundos uma pessoa morre à fome e 75% são crianças.

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Unidos contra a pobreza

United against poverty
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“A maior mobilização humana da história por uma mesma causa”. É desta forma que a acção “Levanta-te e Actua” está registada no livro dos recordes do Guiness.


Um novo recorde foi estabelecido com 173 milhões de pessoas que se organizaram em mais 120 países, para exigir aos seus governos que erradiquem a pobreza extrema e que cumpram os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM).


Portugal contribuiu com mais de 147 mil pessoas para esta mobilização mundial e provou uma vez mais que a sociedade civil está presente, activa, informada e interessada em mudar o mundo.


O nosso país foi o que teve mais participantes na Europa em termos percentuais, mobilizando cerca de 1,4% da sua população. Em relação ao número de acções, estas representam 10% dos eventos mundiais.


Destacam-se centenas de acções em escolas, que realizaram concentrações nos pátios, exposições, representações culturais e dezenas de mobilizações de rua, com cordões humanos e marchas brancas. A maior concentração de pessoas ocorreu em Lisboa, seguida de Aveiro, Porto e Braga.


A sociedade civil mostrou assim, uma vez mais, que quer viver num mundo com menos pobreza; em que as mulheres não continuem a morrer durante o parto; onde não há discriminação de género; onde crianças e adultos não morram por doenças que se podem prevenir; onde há o direito à educação primária para todos; onde o ambiente é protegido e onde os nossos líderes tomam decisões ponderadas à escala global.


“Temos cidadãs e cidadãos determinados em mostrar aos seus governos que os responsabilizam para o cumprimento das suas promessas para acabar com a pobreza", afirmou Salil Shetty, Director da Campanha do Milénio das Nações Unidas


Números internacionais da participação no “Levanta-te e Actua”


» Ásia - 100 milhões de pessoas
» África - 37 milhões de pessoas
» Médio Oriente - 31 milhões de pessoas
» Europa - 2 milhões de pessoas
» América Latina – 200 mil pessoas
» Estados Unidos da América – 200 mil pessoas
» Oceânia – 170 mil pessoas


Fonte: Notícias MSN

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domingo, 18 de outubro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Um mundo com fome

A hungry world
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A fome afecta mais de 1 000 milhões de seres humanos no mundo, enquanto a subnutrição é a sorte de uma em cada seis pessoas, segundo números que são recordados esta sexta-feira, Dia Mundial da Alimentação.

De acordo com dados da FAO, agência da ONU para a Agricultura e a Alimentação, só em 2009 o número de seres humanos afectados pela mal-nutrição e a fome cresceu em 105 milhões de pessoas, para um universo que agora deverá rondar 1 020 milhões de indivíduos.

A segurança alimentar mundial, o número de crianças que todos os dias morrem à fome, o impacto de crise nas regiões pobres do mundo, a agricultura e os preços dos cereais e outras culturas, são alguns dos temas recuperados na efeméride que envergonha a condição humana.

Esta semana, em Roma, um fórum de especialistas deixou alertas para um cenário que vai agravar-se até meados do século: em 2050, quando a população atingir 9,1 milhões de pessoas, haverá mais um terço de bocas para alimentar, a pressão sobre os recursos agrícolas terá aumentado (produção terá de crescer 70% ao ano) e os recursos da biodiversidade serão mais escassos.

O próximo evento está marcado para Novembro, com a Cimeira Mundial de Segurança Alimentar convocada pela FAO, cujo objectivo é a erradicação da fome no mundo.





Fonte: Diário Digital

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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Crescimento da população

Population growth
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O crescimento desregulado da população está a acelerar as alterações climáticas e a danificar os ecossistemas e a condena vários países à pobreza, concluem especialistas, que defendem o controlo da natalidade.

Nos estudos da autoria de 42 especialistas, e publicados na segunda-feira, é referido que nascem todas as semanas mais 1,5 mil milhões de seres humanos, o que pode conduzir a um desastre planetário, refere a «AFP», citada pela Lusa.

«É preciso dar mais atenção à necessidade de controlar a natalidade: todas as mulheres deveriam ser protegidas para evitar nascimentos não desejados», afirmaram os investigadores, num editorial colectivo publicado na revista British Royal Society.

A menos que se reduza a taxa de natalidade de forma drástica, através dos programas de planeamento familiar, a população mundial pode chegar aos 11 mil milhões de pessoas a meio do século, estimam os especialistas.

As Nações Unidas prevêem que a população passe dos 6,8 mil milhões de pessoas que actualmente existem para oito a 10,5 mil milhões até 2050.

«Em vários países (entre) os menos desenvolvidos, um crescimento rápido e contínuo da população poderá levar à fome, à falha do sistema educativo e ao conflito», alerta Malcom Potts, do Centro Bixby para a População, Saúde e Desenvolvimento Sustentável (Universidade da Califórnia).

«Não há nenhuma dúvida de que a taxa actual de crescimento da população mundial é impossível de suportar ao longo do tempo», afirmou Roger Short, da Universidade de Melbourne, Austrália.

A quase totalidade deste crescimento (98 por cento) deverá produzir-se em países em desenvolvimento, sobretudo em África, onde a população deverá chegar aos 1,93 mil milhões de habitantes até 2050.

«Como é que o Níger vai alimentar uma população que vai passar dos 11 mil milhões actualmente para os 50 mil milhões, em 2050? Um país semi-árido que poderá ser confrontado com os problemas climáticos?», questionou Lord Adair Turner, antigo chefe do patronato britânico, que preside a autoridade dos mercados financeiros.



Fonte: IOL Diário

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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


José Sócrates e o PS em Portugal

Portuguese Prime-Minister and the Socialist Party
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José Sócrates considera que os dados oficiais provam que as desigualdades e a pobreza se reduziram em Portugal na última legislatura e que 120 mil idosos saíram da pobreza. «Cada vez que o PS passa pelo Governo a sociedade portuguesa fica com menos pobres e com menores desigualdades sociais porque há melhores políticas sociais no país», afirmou, citado pela agência Lusa.

Segundo o primeiro-ministro, a taxa de pobreza em Portugal era de 20 por cento no início da legislatura, em 2005 mas reduziu-se agora para 18 por cento. «Na comparação entre os 20 por cento mais ricos e os 20 por cento mais pobres, esse indicador desceu para níveis muito significativos. O nível de 2008 era de 6,1, quando em 2005 era de 6,9. Quer no respeita à pobreza, quer no que respeita às desigualdades, estes números são os menores desde 1995».

Sócrates considera que houve nesta legislatura uma «redução das desigualdades e da pobreza em Portugal». «Isto não aconteceu por acaso. Aconteceu porque houve um esforço do Estado ao nível da redistribuição e da justiça social», afirmou.

«A taxa de pobreza nas pessoas com mais de 65 anos era de 29 por cento em 2004. Neste momento é de 22 por cento, o que significa que houve uma redução de sete por cento. Temos consciência que a acção política deste Governo, com as transferências sociais que foi possível efectuar, retirou da pobreza mais de 120 mil idosos», disse.

José Sócrates passou depois ao ataque às forças da oposição, acusando-as de faltarem à verdade quando diziam que as desigualdades e a pobreza estavam a aumentar. «De uma vez por todas que cesse a demagogia e o embuste», declarou Sócrates.

«Aprendam com a história»

Sócrates apelou ainda aos eleitores de esquerda que «aprendam a lição da História» e lembrou que a fraqueza do PS resultou sempre em governos de direita em Portugal.

perante militantes do PS da Federação da Área Urbana de Lisboa (FAUL), Sócrates defendeu que: «Está em jogo quem vai governar e só há duas forças que podem governar: ou o PS ou a direita, essa é a escolha».



Fonte: IOL Diário

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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Desigualdade entre ricos e pobres

Rich and Poor
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A disparidade entre os rendimentos na população portuguesa mais rica face à mais pobre diminuiu no ano passado e o risco de pobreza manteve-se, atingindo 18% dos portugueses.

As conclusões constam do relatório do Instituto Nacional de Estatística sobre rendimento e condições de vida, hoje divulgado.

No ano passado, o rendimento dos 20% da população com maior rendimento era 6,1 vezes o rendimento dos 20% da população com menor rendimento, quando em 2007 este rácio era de 6,5. A tendência tem sido de queda ao longo dos últimos anos, já que em 2006 se situava em 6,8 e em 2005 em 6,9.

Ou seja, o fosso entre o rendimento dos ricos face aos pobres baixou no ano passado, tendo por base os rendimentos auferidos pelos portugueses em 2007, de acordo com a análise do INE.

Estreitando a análise para apenas 10% da população, o rácio que mede a desigualdade sobe para 10. Ou seja, os 10% mais ricos auferiram rendimentos 10 vezes superiores aos 10% mais pobres. O que também representa uma descida da desigualdade, já que em 2007 este rácio era de 10,8.

No relatório o INE adianta que o coeficiente de Gini, com um valor de 36%, evidencia também uma ligeira melhoria no distanciamento entre os mais ricos e os mais pobres.

Apesar de a população residente continuar a caracterizar-se por forte desigualdade na distribuição dos rendimentos.

O coeficiente de Gini é indicador de desigualdade na distribuição do rendimento que visa sintetizar num único valor a assimetria dessa distribuição. Assume valores entre 0(quando todos os indivíduos têm igual rendimento) e 100 (quando todo o rendimento se concentra num único indivíduo).

Risco de pobreza nos 18%

O INE refere ainda que inquérito revela que segundo os dados provisórios de 2007, 18% dos indivíduos encontravam-se em risco de pobreza, mantendo-se o valor estimado para 2005 e para 2006.

Segundo o INE, a taxa de risco de pobreza correspondia à proporção de habitantes com rendimentos anuais por adulto equivalente inferiores a 4.878 euros em 2007 (cerca de 406 euros por mês).

A análise por grandes grupos etários evidencia uma melhoria no risco de pobreza para os idosos: de 26% em 2006 para um valor de 22% em 2007. O risco de pobreza agravou-se para a população em situação de desemprego, com 35%, em comparação com 32% no ano anterior.

O relatório do INE refere que considerando apenas os rendimentos do trabalho, de capital e transferências privadas, 41% da população residente em Portugal estaria em risco de pobreza.

As transferências sociais, relacionadas com a doença e incapacidade, família desemprego e inclusão social, que reduziram em aproximadamente 6 pontos percentuais a proporção da população em risco de pobreza.



Fonte: Jornal de Negócios

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sábado, 31 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A crise e o desemprego

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A sucessão de despedimentos em empresas de todo o mundo, já deixou desempregados milhares de trabalhadores, só durante esta semana. A crise financeira que está a afectar as economias e os mercados internacionais é apontada como a principal responsável por esta situação.

Esta semana sucederam-se anúncios de despedimentos em várias empresas e por isso vários milhares de trabalhadores estão no desemprego.

A crise financeira internacional continua a ser apontada como a principal responsável por este cenário.

A empresa multinacional norte-americana Manitowoc Crane Group (MCG) vai eliminar 2.100 postos de trabalho ligados à produção de gruas em vários países, incluindo Portugal, um dia após a divulgação das perdas registadas no quarto trimestre de 2008.

O grupo japonês Toshiba, um dos maiores mundiais no ramo da electrónica de consumo, anunciou a supressão de 4.500 postos de trabalho até Março, para fazer face à crise económica mundial.

A redução tem por objectivo fazer regressar a empresa aos lucros, depois dos anunciados 159,6 mil milhões de ienes (1,33 mil milhões de euros) de prejuízos registados entre Abril e Dezembro de 2008.

Com a redução dos 4.500 postos de trabalho a empresa espera reduzir os custos fixos do grupo em 300 mil milhões de ienes (2,5 mil milhões de euros).

A norte-americana IBM por sua vez, que de acordo com fonte sindical, traçou já um plano social que visa suprimir mais de 2.800 empregos.

O fabricante nipónico de vidro Nippon Sheet Glass (NSG) anunciou também a supressão de 5.800 empregos em todo o mundo, no quadro de um plano de reestruturação visando a tirar o grupo do vermelho.

Na Europa, o grupo bancário belga Dexia, que beneficiou de ajudas dos governos francês, belga e luxemburguês no final de Setembro último, deverá anunciar a supressão de 700 a 800 empregos, adiantava hoje o diário belga De Standaard.

Em Espanha, a construtora de automóveis francesa Renault anunciou uma redução da produção na fábrica de Palencia (norte) devido à crise que afecta o sector e que levou à não renovação dos contratos de 400 trabalhadores temporários.

Nos Estados Unidos, a Eastman Kodak anunciou que vai suprimir entre 3.500 a 4.500 pessoas em 2009, entre 14 e 18 por cento, após falhar a passagem à fotografia digital.

Ainda nos Estados Unidos, a Ford Motor Credit, o braço financeiro da construtora automóvel Ford, informou que perdeu 1.536 milhões de dólares em 2008 e que eliminará cerca de 20 por cento dos seus efectivos, o que deverá afectar 1.200 postos de trabalho em 2009.

A farmacêutica norte-americana AstraZeneca anunciou a eliminação de 6.000 postos de trabalho a nível mundial até 2013, após registar uma ligeira queda no lucro líquido do quarto trimestre de 2008.

O Metropolitano de Londres também anunciou o corte de 1.000 postos de trabalho durante o ano de 2009, após a revisão dos seus custos operacionais, afirmou a Transport of London, que gere a rede de comboios, autocarros e o metropolitano.

A cadeia de lojas norte-americana Bon-Ton anunciou o despedimento de 1.150 pessoas, e acrescentou que vai eliminar o bónus dos seus executivos e as promoções por mérito, num esforço que pretende reduzir custos anuais na ordem dos 70 milhões de dólares.

Nos EUA, os números do desemprego divulgados pelo Departamento do Trabalho, apontam para novos recordes negativos.

Na semana terminada a 24 de Janeiro, 3.000 pessoas requereram subsídio de desemprego pela primeira vez, aumentando o acumulado de Janeiro para os 588 mil novos pedidos, apenas menos 1.000 do que os mínimos de 26 anos estabelecidos no mês passado, quando falta contabilizar uma semana.

O número de pessoas a receber subsídio de desemprego nos EUA aumentou em 159 mil, na semana terminada a 17 de Janeiro, elevando para 4.776 milhões as pessoas que recebem esta ajuda estatal, o mais elevado desde pelo menos 1967, ano em que se começaram a realizar este tipo de registos.

O relatório da organização analisa vários cenários, consoante o crescimento da economia e a capacidade de resistência à crise económica. Numa versão mais optimista, a OIT estima que os países desenvolvidos terão mais cinco a sete milhões de desempregados este ano.

Caso a situação económica continue a deteriorar-se ao longo de 2009, haverá mais 11 milhões de desempregados em comparação com 2007, elevando o total de desempregados para os 40 milhões.

Na Alemanha, o mercado de trabalho piorou em Janeiro, com uma taxa de desemprego de 8,3 por cento, ou seja, 9 por cento maior que a de Dezembro de 2008, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela Agência Federal para o Emprego.

A primeira economia da Europa registou 3,49 milhões de desempregados em Janeiro, destacou a instituição em comunicado. Este dado representa um aumento de 387.000 pessoas em relação a Dezembro de 2008.

A taxa de desemprego no Japão aumentou para 4,4 por cento em Dezembro, para o seu valor mais alto dos últimos três anos, com mais 2,7 milhões de pessoas ficaram sem os seus empregos.





Fonte da notícia: TSF Notícias

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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Crise alimentar

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Mais de 963 milhões de pessoas continuam a ter fome ou a passar graves carências alimentares, o que representa uma «grave crise alimentar» que tende a agravar-se e para a qual é necessário um esforço global, noticia a Lusa.

O diagnóstico foi feito esta segunda-feira em Madrid pelo Director-Geral da FAO, Jaques Diouf, que afirmou que mais do que responder à fome no mundo há ainda que desenhar estratégias para poder alimentar, em 2050, nove mil milhões de pessoas.

Diouf, que falava em Madrid no âmbito de uma conferência sobre segurança alimentar das Nações Unidas, disse aos jornalistas que a redução dos preços dos bens alimentares, não significa que a crise desapareceu.

O responsável das Nações Unidas recordou que só para garantir a alimentação dos seres humanos no futuro será necessário duplicar a produção alimentar global, dedicando ao sector agrícola os recursos financeiros necessários.

Classificando o problema da insegurança alimentar como «especialmente grave», afirmou que a crise financeira mundial «não facilita o trabalho que tem que se fazer». Apesar de sinais positivos, como os aumentos de financiamento da UE, por exemplo, que dedicou mil milhões de euros entre 2008 e 2010 para o desenvolvimento da agricultura em países mais pobres, os fundos dedicados ao problema «ainda estão aquém» do necessário.

Intervindo por vídeo nas sessões de hoje, a secretária de Estado norte-americana Hilary Clinton, afirmou que combater a fome será uma das prioridades do novo presidente Barack Obama.


Fonte da notícia: IOL Diário

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quinta-feira, 10 de julho de 2008

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O festim dos G8

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Os líderes mais poderosos do planeta deixaram de lado suas preocupações com a crise dos alimentos e a fome mundial para desfrutar de um banquete que marcou o início da cimeira do G8.

A ementa, que entretanto foi divulgada por diversas agências internacionais era composta por 24 pratos, incluindo algumas iguarias raras e caras, confeccionadas por 25 chefs japoneses e estrangeiros, entre os quais alguns galardoados com as afamadas três estrelas do Guia Michelin. Tudo isto custou 300 euros por pessoa.

Trufas pretas, caranguejos gigantes, bolbos de lírio de Inverno, uma selecção de queijos acompanhados de mel e amêndoas caramelizadas, entradas de milho recheado com caviar e salmão fumado, foram apenas algumas das iguarias do jantar que, para não destoar, foi regado com cinco vinhos diferentes, alguns igualmente caros.

E se o mais certo é a refeição ter agradado aos comensais, o mesmo não aconteceu com a opinião pública internacional. Segundo a imprensa britânica, citada pelo DN, Dominic Nutt, da organização Britain Save the Children, referiu que «é bastante hipócrita que os líderes do G8 não tenham resistido a um festim destes numa altura em que existe uma crise alimentar e milhões de pessoas não conseguem sequer uma refeição decente por dia».

Para Andrew Mitchell, do governo-sombra conservador britânico, «é irracional que cada um destes líderes tenha dado a garantia de que vão ajudar os mais pobres e depois façam isto».

Os media avançam ainda que «o decoro» dos líderes do G8 impediu-os de convidar para o jantar alguns dos participantes nas reuniões sobre as questões alimentares, como sejam os representantes da Etiópia, Tanzânia ou Senegal.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
Vivemos numa existência de extremos. É um facto real que esta existência é constituída por grandes extremos, ora vejam só: ricos e pobres, o quente e o frio, a paz e a guerra, a saúde e a doença, a alegria e a tristeza e, até na energia podemos observar esses mesmos extremos como, por exemplo, numa bateria temos um terminal positivo e outro negativo. E se entrarmos no mundo da metafísica temos Deus por um lado e o diabo pelo outro. Com todos esses extremos não admira que os G8 tenham feito este tipo de festim. "Bota que tem"!!!...

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quinta-feira, 3 de julho de 2008

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Será a pobreza uma violação dos direitos humanos?

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Todos os partidos com assento parlamentar vão definir «um limar de pobreza» que «sirva de referência obrigatória à definição e à avaliação das politica públicas» para combater o fenómeno, noticia a Lusa. A decisão responde a uma petição entregue na Assembleia da República, que visava reconhecer a pobreza como uma violação dos direitos humanos.

A proposta foi saudada e apoiada pelos partidos presentes na Assembleia esta quinta-feira, que apresentaram o projecto de resolução 348/X, da autoria de PS, PSD, CDS-PP, PCP e Bloco de Esquerda, no qual recordam que já anteriormente, em Março deste ano, o Parlamento tinha declarado numa Resolução que «a pobreza expressa e conduz à violação dos direitos humanos».

Assim, todos os partidos concordam que a Assembleia da República deve recomendar «a avaliação regular das políticas públicas» para erradicar a pobreza, «a definição de um limiar de pobreza em função do nível de rendimento nacional e das condições de vida padrão» e que este «sirva de referência obrigatória à definição e à avaliação das políticas públicas» para combater o fenómeno.

A petição, entregue em Outubro de 2007 com um total de 21.268 subscrições (a que acrescem outras 2.015 assinaturas online) pela Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP), solicitava à Assembleia da República (AR) que reconhecesse a pobreza como uma violação de direitos humanos e estabelecesse um limiar oficial para o fenómeno.

Os partidos presentes na Assembleia saudaram a iniciativa da Comissão Nacional Justiça e Paz, órgão laico da Igreja Católica em Portugal, pronunciando-se a favor da iniciativa e associando-se à causa, que deverá merecer a aprovação na votação a que será submetida sexta-feira, no Parlamento.

Fonte da notícia: IOL Diário

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sexta-feira, 6 de junho de 2008

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Exploração sexual de crianças no Brasil

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O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) do Brasil considerou "vergonhoso" que o país seja apontado como "fonte de tráfico de mulheres e crianças" para exploração sexual e defendeu a cooperação internacional para combater o problema.


"É lamentável e vergonhoso. A gente fica de mãos atadas. A origem deste problema está na pobreza, na má distribuição de riqueza do país. Quando a miséria entra pela porta, a dignidade sai pela janela", disse à Lusa Humberto Gomes de Barros.


O presidente do STJ criticou, entretanto, a posição dos países ricos que apontam o problema, mas são responsáveis pela grande procura da prostituição infantil.


"A demanda da exploração sexual de crianças vem principalmente de países como os Estados Unidos e os da Europa. Eles que desarrumaram o mundo, agora têm que ajudar a reajustar", afirmou, defendendo uma maior actuação da polícia desses países para combater o tráfico de seres humanos.


O Relatório sobre Tráfico de Pessoas, divulgado esta semana pelo Departamento de Estado norte-americano denuncia que mais de 250 mil crianças brasileiras são exploradas na prostituição, segundo dados da própria Polícia Federal.


O documento refere ainda que o governo brasileiro "não preenche os padrões mínimos para a eliminação do tráfico", mas que "tem feito esforços nessa direcção."


Por seu lado, o senador Magno Malta, presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre Pedofilia, em funcionamento no Congresso brasileiro, defende a cooperação internacional é crucial no combate à pedofilia e ao tráfico de pessoas.
"Queremos assinar tratados com a União Europeia, Estados Unidos e com outros países para haver mais rigor na luta contra a pedofilia. É fundamental a colaboração internacional para combater o problema", destacou o parlamentar à agência Lusa.


Magno Malta, senador do Partido da República (PR) pelo Estado do Espírito Santo, lembrou ainda que, pela lei em vigor, um pedófilo estrangeiro não pode ser preso no Brasil.


Em 2002, o Relatório Nacional sobre Tráfico de Mulheres, Crianças e Adolescentes com o Propósito de Exploração Sexual, indicou a existência de mais de 240 rotas internas ou que passam pelo Brasil utilizadas para esse fim.


Em 2004, um estudo feito pelo governo brasileiro em parceria com o escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC), apontou Portugal como o segundo principal destino do tráfico de seres humanos no Brasil, atrás da Espanha.


De acordo com a Polícia Federal, 60 por cento das pessoas traficadas no Brasil são meninas que começam a prostituir-se com apenas 12 anos.

Fonte da notícia: SAPO / LUSA

Nota Pessoal:

Não há dúvida que a pobreza é a maior causa desta triste e complexa patologia social. Por outro lado, e a julgar por aquilo que vejo em alguns canais de televisão brasileiros, julgo que a componente do crime excessivo que se verifica actualmente na sociedade brasileira também se deve em grande parte ao facto desses mesmos canais de televisão terem a mania de aderirem a um tipo de sensacionalismo barato, ou seja, estes divulgam os acontecimentos e as notícias de uma forma espalhafatosa e exagerada com o intuito de ganhar mais telespectadores. É o caso, por exemplo, do novo canal de televisão "Record News" e outros. Esta é uma atitude perversa dos jornalistas que, na minha opinião, deveria ser punida e extinta da sociedade.

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terça-feira, 27 de maio de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Mário Soares "conselho de amigo" cartoon


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O socialista Mário Soares, ex-Presidente da República (1986-96) sugere aos responsáveis do PS “uma reflexão profunda sobre as questões” da pobreza, das desigualdades sociais, sobre o descontentamento da classe média, descritas como as que “afligem mais” o país, bem como “as questões prioritárias com elas relacionadas”, que diz serem a saúde, a educação, o desemprego, a previdência social e o trabalho.

“Quem vos avisa vosso amigo é”, diz ainda Mário Soares, num artigo de opinião publicado hoje no “Diário de Notícias”, onde considera que estas são “questões verdadeiramente prioritárias” sobre as quais “importa actuar com políticas eficazes, urgentes e bem compreensíveis para as populações”, e recomenda que isso seja feito “ainda durante este ano e no seguinte”, sob pena de o Governo “pôr em causa” tudo o que fez (e bem, segundo Soares) para “reduzir o défice das contas públicas e tentar modernizar a sociedade”.

Para ler este artigo na íntegra queira, por favor, consultar o
Público.
Segundo artigo relacionado no Público.

Nota Pessoal:

O Dr. Mário Soares é um político com muita experiência de vida e julgo que o governo lhe deve dar ouvidos sobre este conselho de amigo. Julgo ser um conselho extremamente sensato e prudente e penso que Portugal só terá a ganhar com isso.

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sexta-feira, 23 de maio de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A pobreza em Portugal

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O coordenador do estudo “Um Olhar Sobre a Pobreza”, Alfredo Bruto da Costa, não tem dúvidas: os baixos salários são um problema grave, que contribui para a pobreza em Portugal. É preciso aumentar os ordenados e democratizar as empresas.

Para ler este artigo na íntegra consulte a página do Público.

Nota Pessoal:

Julgo que em relação à pobreza em Portugal não podemos culpar apenas o Governo. Tudo isto está relacionado com a problemática económica mundial. O próprio governo não tem culpa, por exemplo, de Portugal ser um país pobre e de haverem poucas indústrias no nosso país e, além disso, dos empresários que têm muito dinheiro não estarem a investir como seria desejado. (Não há cabeça!)

De salientar que Portugal, na era dos descobrimentos, já foi uma grande potência mundial e, na minha opinião, teria capacidade de o ser actualmente caso os portugueses (ao exemplo dos ingleses) tivessem tido cabeça para aproveitar os recursos das ex-colónias. Infelizmente todos nós sabemos que esse não foi o caso.

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domingo, 4 de maio de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Guterres e a crise global cartoon

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António Guterres, alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, alertou hoje para situações de crise global, como a subida do preço dos alimentos, considerando que, "da maneira como a comunidade internacional está a olhar para o mundo", não serão feitos muitos progressos.

O ex-primeiro-ministro português falava no final uma visita ao Fundão e à aldeia das Donas, onde passou parte da sua infância, onde foi homenageado pela câmara e junta de freguesia locais.

António Guterres mostrou-se preocupado com a subida do preço dos alimentos, da energia, a desaceleração da economia mundial, "que se faz sentir sobretudo nos mais pobres" e as alterações climáticas. Tudo isto a par de conflitos "no Afeganistão, Iraque, Palestina, Sudão". "E esperemos que não no Líbano", acrescentou.

Guterres considera que "há uma série de ameaças que já se concretizaram ou estão como uma espada sobre as nossas cabeças e que nos devem levar a pensar como é possível olhar para o mundo de outra maneira". "Pela maneira como estamos, como a comunidade internacional está a olhar para o mundo, não iremos longe", defendeu.

O alto-comissário da ONU sublinha que "o fosso entre ricos e pobres é um dos problemas mais dramáticos da globalização", recordando que foi na infância nas Donas que primeiro tomou consciência de desigualdades sociais. "As recordações da primeira infância são as que nos marcam para a vida toda e eu ainda muito pequeno pude sentir o que era a injustiça". "Eu vinha de uma família privilegiada, não éramos ricos mas vivíamos bem, e muitos dos meus amigos andavam de pé descalço, não comiam carne todos os dias nem tiveram acesso à educação. Isso marcou-me para o resto da vida", referiu.

Hoje foi homenageado pela Câmara do Fundão e descerrou quatro placas com o seu próprio nome, atribuído a ruas à entrada do Fundão e das Donas, numa via que dá acesso à auto-estrada A23 e que foi construída no seu mandato como primeiro-ministro.

A quarta placa foi descerrada no espaço museológico com o seu nome, no edifício da Junta de Freguesia das Donas, onde passam a ficar expostas 75 das peças que lhe foram entregues enquanto primeiro-ministro e que doou à autarquia.

Fonte da notícia: Público.pt

Nota Pessoal:
Ou com globalização ou sem ela, é sempre a mesma coisa, os ricos vão ficando sempre mais ricos e os pobres sempre mais pobres. E, claro, quem está a beneficiar com tudo isto são as grandes multinacionais e empresas petrolíferas associadas de uma forma ou de outra ao governo norte-americano e todos os seus apoiantes.
Todo o mundo sabe que as políticas chanfradas de George W. Bush e a guerra do Iraque estão actualmente na origem de todos os problemas financeiros e económicos mundialmente conhecidos. Estamos todos a pagar por aquela maldita guerra e os pobres são os que mais pagam.

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Jorge Goncalves

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