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quinta-feira, 26 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


A Páscoa e o chocolate

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Seja ao leite, branco, meio amargo, diet, light ou crocante, qualquer tipo de chocolate torna-se irresistível ao olhar dos mais gulosos, especialmente na Páscoa, época em que fileiras de ovos de chocolate se multiplicam nos supermercados, exigindo muita força de vontade de quem não pode ou não quer ceder à tentação.

Por incrível que pareça, o chocolate em si não é o grande problema. Rico em vitaminas, minerais, magnésio e ácido oléico, é uma ótima fonte de energia apesar de seu elevado teor calórico, principalmente por causa da presença de gorduras em sua composição. Se consumido de forma moderada, pode contribuir para o bom funcionamento do coração, favorecido pela presença da substância teobromina que estimula e age no sistema nervoso central e muscular, beneficiando o funcionamento do coração e prevenindo hipertensão arterial.

Segundo a Dra. Claudete Luz, nutricionista da Clínica Plástica e Beleza recomenda-se ingerir somente 30 gramas de chocolate por dia, quantidade que varia de acordo com o organismo de cada pessoa. Pessoas diabéticas devem consumir moderadamente chocolates diet que não contém açúcar e evitam o aumento de peso.

O excesso de chocolate pode causar enxaqueca, pois ele possui substâncias vasodilatadoras que podem estimular essa doença. Já o chocolate meio amargo é o mais indicado para os aficionados, pois contém alto teor de flavonóides, antioxidantes que reduzem os riscos das doenças cardiovasculares.

Outra curiosidade é que o chocolate contém três substâncias que podem provocar dependência: a Teobromina, a Cafeína e a Feniletiamina. Para ser caracterizada como dependente, a pessoa precisa consumir chocolate para se sentir bem ou ter sintomas depressivos quando fica muito tempo sem comê-lo.

Os dependentes se caracterizam por ser indivíduos angustiados e ansiosos que precisam comer chocolate para relaxarem e se sentirem bem, sensação provocada pela substância Serotonina, um neurotransmissor que ajuda a combater a depressão e a ansiedade, além de estimular os centros de prazer e de bem-estar.

Nenhum estudo científico comprova a relação entre o consumo de chocolate e o surgimento de espinhas. Em alguns casos, no entanto, é possível notar uma piora considerável em pessoas com aptidão à acne.

Já que o excesso deve ser evitado, divida seus ovos de páscoa com os familiares e amigos, e durante o ano substitua o chocolate por frutas e doces mais leves na hora da sobremesa ou em qualquer momento do dia, sua saúde vai agradecer.



Fonte: Fator Brasil

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domingo, 15 de junho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Exames escolares e as vitaminas

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Com a aproximação da época de exames nacionais, aumentam os nervos dos estudantes que inventam «mil e uma» estratégias de estudo, recorrendo muitos deles a estimulantes para aguentar as longas maratonas a «queimar pestanas» em frente aos livros.

«Quase todos os estudantes que têm metas muito altas recorrem a vitaminas para ter maior concentração», disse à agência Lusa Joana, que admitiu já ter tomado vitaminas para estudar.
Funcionam ou é psicológico?

A aluna do 12º ano que está com os «nervos em franja» com os exames nacionais que vai realizar explicou que «as vitaminas permitem não ir abaixo e dão energia para estudar».

Miguel, também aluno do 12º ano, diz que nunca tomou medicamentos para conseguir maior concentração, mas conhece colegas que o fazem para poder estar «mais horas a estudar».

«Eles dizem que tomam vitaminas porque ajudam a concentrar. Eu não tenho necessidade disso, mas admito que alguns colegas possam ter mais dificuldades e se sintam melhor», contou.

Apesar de os colegas dizerem que «funciona», Miguel considera que «é mais psicológico».

Pais e médicos preocupados

A toma livre deste tipo de medicamentos suscita alguma preocupação de médicos e de pais, que têm receio de consequências para a saúde dos jovens, que dão tudo na época de exames para obter bons resultados.

«O que mais me preocupa é a pressão a que os adolescentes estão sujeitos. Às vezes andam muito agitados, o que não é nada de mais, e recorrem de uma forma pouco razoável, sensata e com muita ligeireza a uma medicação», disse à Lusa o psicólogo Eduardo Sá.

Segundo o psicólogo, esta medicação com efeito estimulante muitas vezes é prescrita pelos médicos de família de «uma forma um bocadinho precipitada» ou então são «os próprios pais e adolescentes que acabam por recorrer a ela vezes de mais».

Eduardo Sá alerta que «alguns tipos de estimulantes que podem dar resultado no imediato, a curto prazo se revertem contra quem os toma» e os jovens têm de estar informados sobre isso.
«Não havendo um controlo anti-doping para os estudantes é bom que haja percepção que a forma mais fácil e imediata de obter resultados não é saudável», frisou o psicólogo, sublinhando que os jovens «vão fazer centenas de exames ao longo da vida e têm de estar preparados para eles».

A preocupação de Eduardo Sá é partilhada pela presidente da comissão instaladora da Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE), Maria José Viseu, que avisa para o facto destes medicamentos serem de venda livre e não passarem por um acompanhamento médico.

«Não sei até que ponto estes estimulantes poderão eventualmente criar habituação», disse a responsável. «Começa a haver muitos jovens com problemas de cansaço que podem dever-se a toda a pressão a que estão sujeitos, mas também ao facto de tomarem medicamentos e não fazerem os descansos necessários, uma vez que estes reduzem o sono», acrescentou.

«Nada de novo»

O presidente da Confederação Nacional de Associação de Pais (CONFAP), Albino Almeida, lembrou que os estudantes sempre procuraram estratégias para estudar e obter os melhores resultados.

«Como estudante que fui e pai que sou, lembro-me que, em todos os tempos, quando alguém é submetido a uma prova que é decisiva para o seu futuro e para o seu projecto de vida tem tendência a deitar mão de tudo aquilo que possa significar melhoria das condições de desempenho», afirmou.

«Desde uma alimentação mais cuidada, ao abuso da cafeína, aos pés metidos em água para não dar sono não me parece que haja nada de novo», comentou o responsável.

Fonte da notícia: IOL Diário
Nota Pessoal:
Julgo que para a maioria dos estudantes portugueses esta não será seguramente a grande preocupação deles. Eu diria que actualmente eles preocupam-se mais em arranjar novos métodos de cabular sem serem apanhados pelos professores. E julgo saber também que existem actualmente muitos professores que, sem nenhuns escrúpulos ou sentido de responsabilidade moral e ética, até facilitam o uso dessas malditas cábulas, o que é muito triste.

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Jorge Goncalves

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