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Um blog de cartoons sobre as notícias da actualidade. Um sector informativo do Grupo Galeriacores.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Dia Mundial do Livro

WORLD BOOK DAY
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O Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor comemora-se hoje, a 23 de Abril. Desde 1995 que, por iniciativa da UNESCO, se celebra em todo o mundo o prazer da leitura. Lisboa, Évora, Beja e Vila Franca de Xira são algumas das cidades que, em Portugal, têm actividades especiais neste dia.



Em Lisboa, o Palácio Galveias recebe nos seus jardins crianças das escolas do 1º ciclo da cidade para um piquenique em que leitura e alimentação saudável dão corpo à máxima “mente sã em corpo são”. Várias escolas e jardins públicos da capital serão hoje palco para piqueniques animados por leituras de contos, ateliers e momentos de teatro.
Na cidade de Évora este dia comemora-se com a estreia da peça "Uma noite na biblioteca", na Biblioteca Pública de Évora. É uma encenação de Luís Varela e conta com as interpretações de Isabel Lopes, José Carlos Faria, Victor Santos e Miguel Araújo.
Em Beja, “Mudar de Vida” é o lema que serve de mote aos festejos promovidos pela Biblioteca Municipal José Saramago. O espectáculo “Pele e Fole”, da Associação Imaginário, irá percorrer a cidade, intercalada por leituras ao desafio por elementos da Homlet – Companhia de Teatro da Sociedade Capricho Bejense. Haverá inúmeras actividades para grupos escolares, pais, filhos e público em geral.
No âmbito das comemorações deste dia, a Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira inaugurou no dia 21 a exposição “Vozes da Liberdade: literatura, liberdade e censura” e lança hoje o livro “A Riba do Rio Grande”, de José Bico de Matos, às 21h30.


O Dia do Livro no Mundo


Da Austrália ao México, passando pelo Paquistão, muitos serão os países que ao longo do dia de hoje assinalam esta data com inúmeras iniciativas. Na sede da UNESCO, em Paris, Beirute será oficialmente anunciado como Capital Mundial do Livro 2009.
A Escola Médica da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul, inaugura uma exposição de cartazes do Dia Mundial do Livro.
A Esplanada da Presidência Municipal de Tacamac, no México, recebe uma maratona de leitura.
A Nigéria também não falhará as comemorações: concursos de leitura entre alunos e exposições de arte e literatura serão algumas das iniciativas empreendidas pela Comissão Nacional de Campanhas de Leitura da Nigéria.
Em Andorra-a-Velha poderá assistir-se a uma leitura pública na praça principal.
O auditório do Stoney Hall em Melbourne, Austrália, convida o filósofo e escritor Alain De Botton para um encontro com o público. “The Independent Type: Books and Writing in Victoria” é a exposição que será inaugurada no mesmo país, no estado de Victoria.
A Biblioteca Central do Paquistão organiza uma caminhada entre o Clube da Imprensa e o Concelho das Artes, em Carachi.
Já Bogotá e Medelín, na Colômbia, recebem três conferências internacionais sobre as indústrias culturais, o sector do audiovisual e os direitos de autor.
Na Bósnia-Herzegovina as comemorações do Dia Mundial do Livro juntam-se às da XXI Feira Internacional do Livro de Sarajevo, que decorre de 22 a 27 de Abril.
Em Toronto, Canadá, celebra-se o quarto centenário da primeira publicação de “Comentários Reales” de Inca Garcilaso de la Vega na Universidade da cidade.
Quem estiver em Bilbao, Espanha, e for ao café Iruña y La Granja receberá um livro.
“Campanha de sensibilização para os direitos de autor” é o título da exposição que se inaugura na Biblioteca “Alma”, na Índia.
No Reino Unido e na Irlanda o Dia Mundial do Livro comemorou-se mais cedo, a 5 de Março, onde este ano foram distribuídos mais de 13 milhões de livros nas escolas britânicas, com o intuito de promover a leitura.
A UNESCO escolheu o dia 23 de Abril para festejar o livro por se tratar de um dia emblemático para a literatura mundial. Foi a 23 de Abril que, em 1616, morreu Miguel de Cervantes e que, em 1899, nasceu Vladimir Nabokov. Neste mesmo dia também nasceu e morreu William Shakespeare, entre outros nomes que povoam as nossas estantes.



Fonte: Público.pt

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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Biblioteca digital mundial em português

WORLD DIGITAL LIBRARY AVAILABLE IN PORTUGUESE
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A UNESCO reuniu 32 instituições mundiais e criou uma plataforma gratuita de internet que reúne documentos de bibliotecas e arquivos de todo o mundo. O projecto, que foi desenvolvido por uma equipa da biblioteca do congresso norte-americano, tem com objectivo aprofundar a singularidade das diferentes culturas num único projecto global, que está acessível em português.

Através do endereço
http://www.wdl.org/pt é possível aceder directamente ao site da Biblioteca Digital Mundial em português.

Depois basta clicar num dos continentes pretendidos. Se escolhermos, por exemplo, o continente europeu e procurarmos Portugal, vemos que os técnicos da UNESCO mostram mapas e gravuras muito antigas com datas que vão desde 1500 até quase 1900.

Um dos destaques vai para o mapa de Lisboa, depois do terramoto de 1755. A reconstrução da cidade pode ser vista neste mapa.

Um outro mapa, em aguarela e bico de pena do século XVI, faz parte de um Atlas da Madeira e dos Açores, onde é possível ver detalhadamente os diversos portos da ilha da Madeira.

A descrição de Portugal, por alturas de 1500 é incluído num outro mapa feito pelo cartógrafo que fez o primeiro mapa do país, mas mostra o Algarve no sudoeste da Península Ibérica.

Neste site podemos consultar documentos históricos, também um novo mapa que mostra as explorações espanholas e portuguesas com observações dos mais engenhosos geógrafos de Espanha e Portugal, que fazem as delícias dos que gostam de História.

Portugal tem direito a 13 arquivos históricos, Espanha por exemplo a três e Timor Leste a um arquivo. Trata-se de um livro, da autoria de Afonso de Castro, um capitão de infantaria do Exército Português que serviu como governador de Timor-Leste no período de 1859 a 1863, que pode ir analisado online e que é um dos primeiros estudos históricos desta antiga colónia Portuguesa.

Ao clicar no Reino Unido e Irlanda do Norte percebe-se que existem alguns documentos históricos que apresentam vídeos do curador.

É o exemplo do Resumo dos Direitos da América Britânica. Um panfleto, cópia pessoal de Thomas Jefferson, esboçado em 1774 como um conjunto de instruções para os delegados da Virgínia para o primeiro Congresso Continental.

Esta é uma biblioteca gratuita, disponíbvel para os utilizadores que queiram aceder a mapas, manuscritos, partituras, gravações, filmes, gravuras e imagens de fotografia e pintura dos cinco continentes.



Fonte: TSF

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sábado, 7 de março de 2009

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Livros: ler ou não ler eis a questão

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Uma sondagem levada a cabo pelo site britânico World Book Day revelou que dois terços dos inquiridos já mentiram sobre livros que leram, sendo o 1984 de George Orwell (42 por cento) e o Guerra e Paz de Leo Tolstoi (31 por cento), seguido do Ulisses de James Joyce (25 por cento), aqueles que mais pessoas tinham dito que leram sem ser verdade.

A razão da mentira, na maior parte dos casos, era simples: impressionar o interlocutor. A Bíblia (em quarto lugar, com 24 por cento) e a autobiografia de Obama A Minha Herança (Dreams From My Father, no original) (nono lugar, com 6 por cento) também estão na lista dos livros sobre os quais as pessoas mais mentiram.

Antes de Obama estão Madame Bovary, de Gustav Flaubert (16 por cento), Uma Breve História do Tempo de Stephen Hawking (15 por cento), Os Filhos da Meia-Noite, de Salman Rushdie (14 por cento), Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust (9 por cento). A lista termina com O Gene Egoísta, de Richard Dawkins.

Outras conclusões do inquérito: 41 por cento dos que responderam às questões confessaram ter ido espreitar à última página para saber o que acontece antes de terem terminado o livro. E ainda 96 por cento admitiram ter ficado acordadas até tarde para acabar um livro.

Fonte: Publico.pt

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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Vida e obra de José Saramago

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A história da vida e da obra de José Saramago, o "escritor tardio" que deu o único Nobel da literatura a Portugal, vai ser contada num documentário a ser emitido esta quarta-feira em horário nobre na RTP1.


O documentário "procura ser um retrato da vida e da obra de José Saramago, contado de um modo que não é o da convencional biografia.

Começamos pelo momento da grande viragem, quando ele escreve `Levantado do Chão` [no final da década de 1970] e encontra a sua maneira de escrita", explicou à Lusa o autor e jornalista Alberto Serra.


No trabalho do jornalista da RTP, estão os "pontos cardeais" da vida do escritor, desde Azinhaga do Ribatejo, onde José Saramago nasceu, até Lavre, onde escreveu "Levantado do Chão" e começou a caminhada para o Nobel, além de Lisboa e Lanzarote, onde vive actualmente.


Testemunhos e depoimentos de quem o conheceu na infância e de quem o conhece agora fazem parte do documentário.


A companheira Pilar del Rio, a filha Violante, o "colega" Gabriel Garcia Marquez, o ensaísta Eduardo Lourenço, o professor e linguista Carlos Reis e o crítico literário norte-americano Harold Bloom são alguns dos que falam do homem e do escritor.


As reconstituições e criações de atmosferas permitem ao grande público entrar na obra do Nobel, "sem que tenha de fazer um esforço enorme de perceber as leituras".


Marionetas, um coro tradicional alentejano e leituras ilustradas com imagens cinematográficas foram os recursos escolhidos por Alberto Serra e Pedro Silveira Ramos, "autor da linha gráfica e imagens".


"Há um momento feito em teatro de marionetas, para recriar `As Intermitências da Morte`, que conta com um personagem adicional, que é o próprio Saramago, a assistir à representação", ilustrou a título de exemplo Alberto Serra.


"Em `Todos os Nomes` [título de uma das obras de Saramago] procurámos recriar o ambiente da conservatória onde o José [personagem central] anda à procura dos registos de nascimento de uma mulher que veio a descobrir mais tarde que desapareceu.


As imagens são complementadas com a leitura de excertos do livro feita pelo actor João Reis", explicou ainda.


No documentário há uma preocupação em "humanizar", aproximar a "figura" do público em geral.


"Como ele próprio diz, as pessoas têm ideia que ele é distante, duro, arrogante, e há momentos neste documentário em que essa ideia é desmontada pelo próprio Saramago", disse Alberto Serra.


Quarta-feira às 21:00, logo após o "Telejornal", os telespectadores podem aproveitar para "conhecer melhor Saramago e aperceberem-se da riqueza e profunda humanidade que a sua obra mostra", adianta.


O documentário vai para o ar no chamado "horário nobre", exactamente 10 anos depois de o prémio Nobel da Literatura ter sido atribuído a José Saramago.


A escolha do horário é vista pelo autor como "uma das obrigações do serviço público de televisão".


Fonte da notícia: RTP

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domingo, 7 de dezembro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Morreu António Alçada Baptista

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O escritor e jornalista António Alçada Baptista morreu esta tarde, em Lisboa, aos 81 anos. O "escritor de afectos", "com uma sensibilidade feminina", como um dia disse de si próprio, deixa uma vasta obra na área da ficção e ensaio e uma imagem de defensor da liberdade e dos direitos do homem, como frisaram hoje a escritora Inês Pedrosa ou o deputado socialista Manuel Alegre.

Nasceu em 1927 na Covilhã. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, Alçada Baptista, que apenas exerceu advocacia entre 1950 e 1957, tem uma vasta obra literária publicada. Esteve também ligado ao jornalismo e à edição. Foi ainda cronista.

Admitindo ter “uma sensibilidade feminina”, Alçada Baptista enquadrava-se, segundo o próprio, entre os raros escritores que não tinham “vergonha dos afectos”: "A minha obra escrita vende-se muito por uma razão simples, porque eu sou talvez o primeiro escritor que não teve vergonha dos afectos", disse um dia o escritor sobre a sua obra - ao todo 14 títulos - que percorreu o ensaio, crónica, novela e o romance.

"A Pesca à Linha - Algumas Memórias", obra assumidamente de memórias e recordações, revelou o profundo sentido afectivo que caracteriza a escrita de Alçada Baptista, enquanto em "Um Olhar à Nossa Volta" deixou o testemunho de uma vivência colectiva registada na década de 70 e 80 marcada por inquietações político-sociais.

Mas foi com "Peregrinação Interior - Reflexões sobre Deus" (1971) e "Peregrinação Interior II - O Anjo da Esperança" (1982) que obteve a unanimidade da crítica e do público. Tem uma escrita influenciada pelo cristianismo e por pensadores como Emmanuel Mounier e Teillard de Chardin.

Da sua obra constam ainda "Documentos Políticos" (crónicas e ensaios, 1970), "O Tempo das Palavras" (1973), "Conversas com Marcello Caetano" (1973), "Os Nós e os Laços" (romance, 1985), "Catarina ou o Sabor da Maçã" (novela, 1988), "Tia Suzana, meu Amor" (romance, 1989) e "O Riso de Deus" (romance, 1994).

Em 1961 e 1969 foi candidato pela Oposição Democrática nas eleições para a Assembleia Nacional e, de 1971 a 1974, foi assessor para a Cultura do então ministro da Educação Nacional, Veiga Simão. Funcionário da Secretaria de Estado da Cultura desde 1978, presidiu aos trabalhos da criação do Instituto Português do Livro, a que presidiu até 1986.

Foi ainda um dos fundadores da revista “O tempo e o Modo”, que marcou gerações. Era ainda editor da Moraes Editora.

O escritor foi condecorado com a Ordem de Santiago, com a Grã Cruz da Ordem Militar de Cristo pelo Presidente Ramalho Eanes, em 1983 e com a Grã Cruz da Ordem do Infante pelo Presidente Mário Soares, de quem foi colaborador, em 1995.

Sócio da Academia Brasileira de Letras, da Academia das Ciências de Lisboa, e da Academia Internacional de Cultura Portuguesa, foi também presidente da Comissão de Avaliação do Mérito Cultural e administrador da Fundação Oriente.

Esquecer o autor, lembrar a pessoa

Inês Pedrosa, directora da Casa Fernando Pessoa, lembrou, em declarações à TSF, o “homem de causas”: “Foi um homem de causas, dos direitos do homem e da democracia. Mas temo que seja esquecido enquanto escritor para ser lembrado enquanto pessoa”.

Uma figura marcante da cultura portuguesa

O deputado e poeta Manuel Alegre lamentou também a morte do escritor e amigo António Alçada Baptista, de 81 anos, e descreveu-o como uma "figura marcante da cultura portuguesa". Em declarações à Agência Lusa, Manuel Alegre sublinhou ainda o papel político do ensaísta e romancista nascido na Covilhã, em 1927, "na luta pela democracia em Portugal".

"Era uma figura multifacetada, com uma cultura vastíssima, e um homem muito afectuoso nas suas relações, com os amigos e a família", recordou o poeta. Lembrou ainda "o papel importante" no estreitamento das relações de Portugal com o Brasil, e com os países africanos de língua oficial portuguesa.

Conversador e terno

O jornalista Baptista Bastos recordou Lusa que "conversar com Alçada Baptista era como assistir a um festival de memórias", a propósito da morte do escritor, hoje aos 81 anos.

"Era uma pessoa muito conversadora e terna. Talvez dos poucos escritores portugueses que não tinham inimigos, tal era a sua generosidade", referiu o jornalista.

Baptista Bastos lamentou que a obra de António Alçada Baptista fosse "um pouco esquecida" e apontou o livro "Peregrinação Interior I - Reflexões Sobre Deus" como sendo um dos livros mais importantes dos últimos 50 anos.

"É uma dramática interrogação do que é ser católico que devia ser lido e relido mais do que uma vez", afirmou.

O jornalista recordou ainda uma viagem que fez ao Brasil com Alçada Baptista juntamente com outros escritores e lembrou o amigo como "um excelente contador de histórias" de quem vai ter "muitas saudades".

Um estilo que marcou a diferença

A escritora Lídia Jorge destacou hoje o estilo de escrita de António Alçada Baptista, porque marcou a diferença pelo "imaginário intimista numa época em que predominava o imaginário social".

Em declarações à Agência Lusa sobre o desaparecimento do escritor de 81 anos, Lídia Jorge salientou que este imaginário diferente, sobre a relação entre as pessoas, "levou alguns a compará-lo a Virgílio Ferreira".

"Tocou-me, por exemplo, porque expunha uma espécie de lado metafísico que não era também comum na altura, e que era muito importante", salientou, comentando que Alçada Baptista "não o fazia com exuberância, mas com recato e delicadeza".

Recordou o impacto que tiveram as obras "Peregrinação Interior - Reflexões sobre Deus" (1971), e "Peregrinação Interior II - O Anjo da Esperança" (1982), sobretudo este último, "único dentro do género".

"A voz dele prolongou-se em romances como 'Os Nós e o Laços'" (1985), acrescentou a romancista, que o conheceu já como presidente do Instituto Português do Livro, nos anos 80 do século passado.

Era "um homem dos livros, defensor dos livros, agregador e embaixador dos escritores, o que foi muito importante na altura, e ainda hoje faz falta", sublinhou ainda a autora.

O corpo vai ser velado na Igreja das Mercês, em Lisboa, sendo amanhã levado para o Cemitério dos Prazeres.

Fonte da notícia: Público.pt

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sábado, 25 de outubro de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


José Rodrigues dos Santos, o fenómeno português

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Entrevista por e-mail ao jornalista e escritor bestseller português, que lança agora o seu sexto romance - «A Vida Num Sopro». Um livro esgotado num único dia. José Rodrigues dos Santos explica a razão de tanto sucesso.

Em menos de nada, 50 mil exemplares de A Vida Num Sopro desapareceram. O último romance do jornalista José Rodrigues dos Santos foi posto à venda na quinta-feira, dia 23, e no dia seguinte já estava nas bancas a 2ª edição - outros 60 mil exemplares.

Rodrigues dos Santos é um fenómeno de vendas em Portugal. Está traduzido em treze países, da Tailândia aos Estados Unidos. Os seis romances que assina atingiram o meio milhão de livros vendidos em Portugal. Há ainda a acrescentar o facto de, no caso de O Codex 632, os direitos cinematográficos terem sido vendidos para os EUA. E, a nível nacional, o realizador Leonel Vieira tem os direitos de adaptação ao grande ecrã de A Ilha das Trevas.

A Vida Num Sopro, que tem o carimbo da Gradiva, é um livro cuja acção se passa nos anos 30, num Portugal transmontano afectado pelo arranque do Estado Novo. A acção deste livro centra-se no amor de Luís e Amélia, posto à prova pela tensão das relações familiares, numa morte inesperada e na guerra espanhola que se vive do lado de lá da fronteira.

PortugalDiário - A Vida Num Sopro é um romance que tem a guerra e a ditadura como pano de fundo? O que o motivou a escrever mais um livro com esta temática - a guerra? José Rodrigues dos Santos - Bem, este não é um livro sobre guerra, é um livro sobre a ascensão do Estado Novo. Através do enredo desfiado por uma história de amor, viajamos até ao período histórico que corresponde à afirmação de Salazar. A Guerra Civil de Espanha constitui um importantíssimo episódio desse período, mas é apenas um dos elementos do romance.

PD - Este livro baseia-se muito nas histórias que a sua avó Amélia lhe contou. Há aqui um retrato biográfico sobre a sua família? J.R.S - Sim, sem dúvida que a história da minha família inspirou a narrativa ficcional. Amélia e Luís, os dois principais personagens do romance, eram na verdade os meus avós maternos. Usei muitos elementos verídicos da sua vida, mas misturei-os com muita ficção.

PD - Neste livro, qual é a sua personagem preferida, e porquê? J.R.S - Não há uma personagem favorita. As minhas personagens em A vida num sopro reflectem os tempos que se viviam.

PD - Este livro utiliza uma série de palavras com um uso muito local. São expressões que conhecia ou que aprendeu/pesquisou? J.R.S - Está a falar dos regionalismos de Trás-os-Montes, presumo. Uma parte já conhecia de ouvir da minha avó Amélia. Expressões como «não me arrelies», «levas uma trepa», «bota aí», «ra`is t`a parta o diabo» e outras eram usadas por ela. Mas outras foram pesquisadas.

PD - Relê os seus livros depois de publicados? J.R.S - Pontualmente algumas coisas. Mas o facto é que os tenho a todos gravados na minha mente.

PD - Este livro é já um bestseller e, ainda antes da sua apresentação, já vai na segunda edição. Como é que explica o sucesso editorial dos seus livros? J.R.S - Essa pergunta deveria ser dirigida aos leitores, claro, mas parece-me que há três factores determinantes. Primeiro, a escrita. Procuro escrever de uma forma límpida e fluida, sem aqueles burilados estilísticos que irritam tanta gente. Depois, a história. Invisto muito na narrativa, há muita acção, há sempre coisas a acontecer, surpresas, reviravoltas, penso que tudo isso os leitores também apreciam. Finalmente, a mistura de ficção com não ficção. Procuro que os meus romances não se limitem a contar uma história, mas a acrescentar algo de novo ao conhecimento dos leitores. Em vez de um simples passatempo, tento que os meus romances sejam sobretudo um ganhatempo. Através de uma história de ficção, os leitores ficam a conhecer os Descobrimentos, como aconteceu em O Codex 632, ou o problema do fim do petróleo, como é o caso de O Sétimo Selo, ou a ascensão do Estado Novo, como se verifica em A vida num sopro.

Fonte da notícia: IOL Diário

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quinta-feira, 10 de julho de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Livros portugueses na Net

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O grupo editorial Leya vai disponibilizar excertos de obras de autores portugueses na Internet ainda durante este ano, no âmbito de uma parceria com o portal Google, refere a Lusa. O objectivo é cativar mais leitores e promover os escritores a nível internacional.

Através do site http://books.google.pt, será possível ver excertos e capítulos de mais de mil títulos de autores como José Saramago, António Lobo Antunes, Inês Pedrosa, Rodrigo Guedes de Carvalho, Manuel Alegre, Alice Vieira ou José Eduardo Agualusa.

O administrador-delegado do grupo, Isaías Gomes Teixeira, encara esta iniciativa como uma «mudança estrutural na forma como se irá promover os autores lá fora» e garantiu que os autores podem recusar a proposta, mas acredita que esta será uma «óptima forma de promoção».

Como fazer a pesquisa

De futuro, esta parceria abre a hipótese de pré-publicações de capítulos de novas obras de autores portugueses antes de serem colocadas à venda e a disponibilização de excertos já traduzidos para inglês.

As pesquisas no Google poderão ser feitas por palavras-chave, por expressão ou por palavras que integrem o conteúdo da obra em causa. Em cada pesquisa estão associados links que remetem para sites de compras de livros online e haverá hipótese de cada editora adicionar publicidade.

«Nós queremos reformular à séria o mercado de vendas online», disse Isaías Gomes Teixeira, que se escusou a revelar o investimento nesta parceria e a estimativa de aumento de receitas de vendas de títulos.

Fonte da notícia: IOL Diário

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domingo, 18 de maio de 2008

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Zélia Gattai, a rainha da cultura brasileira


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O presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL), Cícero Sandoni, disse ontem que a morte de Zélia Gattai, aos 91 anos, representou a perda de "um exemplo de escritora".

"A ABL perde com Zélia uma notável e querida colega; o Brasil, um exemplo de escritora, de militante e de mulher", salientou o presidente, num comunicado distribuído à imprensa.

"Militante exemplar de causas sociais, Zélia foi também figura de mulher que, a par da actividade intelectual, organizou uma vida em família de rara harmonia. A Academia chora a perda de uma notável e querida colega", sublinhou.

Viúva do escritor Jorge Amado (1912-2001), Zélia Gattai estava internada há 31 dias, num hospital em São Salvador, capital do Estado da Baía, no Nordeste brasileiro, onde morreu vítima de complicações de uma cirurgia no intestino.

O corpo será cremado hoje, numa cerimónia simples, às 16h30 horas (20h30 horas em Lisboa), e as cinzas serão depositadas num jardim, onde já estão as de Jorge Amado, segundo divulgaram familiares da escritora.

"Zélia e Jorge promoveram a união do Brasil através de sua literatura e das suas vidas. Na paixão dos dois, os brasileiros de todos os quadrantes se reconheciam e se queriam bem", afirmou Sandroni.

O governo da Baía e o prefeito de São Salvador decretaram luto oficial de três dias pela morte da escritora, eleita "imortal" da ABL em Maio de 2002 para ocupar a cadeira de Jorge Amado, que já tinha sido de Machado de Assis (1839-1908).

Num comunicado divulgado à imprensa, o Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, disse ter recebido com "pesar" a morte de Zélia Gattai.

O Presidente sublinhou que a escritora representou um "símbolo da força, da doçura e da perseverança da mulher brasileira".

Fonte da notícia: Público.pt
Nota Pessoal:

Morre a escritora mas a sua escrita ficará imortalizada para sempre nos livros, nas bibliotecas e nos corações de todos os seus leitores por esse mundo fora.

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sábado, 17 de maio de 2008

Fazer dinheiro, trabalhar em casa, ganhar muito dinheiro, emprego, ser rico, criar empresa, fazer dinheiro, computador


Coleccionismo: Paixão ou vício?

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«Sou bastante racional nas minhas compras, no entanto, adquirir 200 euros de banda desenhada pode ser considerada uma loucura para muita gente». A afirmação é de Sérgio Sousa, coleccionador de livros de BD há mais de 30 anos. A timidez em miúdo fê-lo refugiar numa paixão, em especial pela personagem Tex, que diz ser para a vida. Actualmente possui cerca de três mil livros, que guarda com todos os cuidados em dois roupeiros, que adquiriu propositadamente para a colecção.

Sérgio é apenas um entre milhares de portugueses que, pelas mais diversas motivações, se dedica ao coleccionismo. Todos os motivos são válidos para se iniciar uma colecção. «Esta paixão por objectos que contenham as iniciais JB, nasce precisamente pelo facto de coincidirem com as letras que iniciam o meu nome, e também porque familiares e amigos assim me chamam», refere Joaquim Barbosa, responsável por uma colecção que integra todo o tipo de objectos relacionados com a JB.

Em apenas oito anos de coleccionador, já atingiu o número de 775 objectos, que fez questão de catalogar, numerar e expor num espaço reservado. Revela já ter sido um coleccionador «insaciável», mas hoje em dia refere que «partilha paixões».

Quando questionado sobre o objecto que mais valoriza de todos os que possui, a resposta é politicamente correcta. «Na minha opinião, um coleccionador, raramente consegue distinguir este ou aquele objecto no seio de tantos», sublinha Joaquim Barbosa. No entanto, destaca uma mesa de bilhar da JB com um objecto «especial», devido ao preço que custou o seu transporte.
Joaquim Barbosa, ou JB, como é conhecido possui uma ambição que é comum à maioria dos coleccionadores: «quero poder partilhar este espólio, dando a conhecê-lo à sociedade em geral».

Moedas, selos e pacotes de açúcar

Em Portugal já existem várias empresas e lojas que vendem material para coleccionadores.

Moedas, selos e pacotes de açúcar estão no topo das preferências do coleccionismo em Portugal.


Bruno Santos colecciona moedas desde os 12 anos. «Gosto de moedas. E as moedas contam histórias, especialmente as comemorativas», justifica. Em vinte anos juntou mais de 1300 moedas, que guarda em caixas próprias de coleccionador. A mais antiga que possui é de 1778. Ao contrário de outros coleccionadores, refere que «não procura as moedas», nem frequenta feiras de objectos antigos. Mas lá reconhece uma loucura, quando adquiriu uma pequena moeda de ouro por 50 euros.

A paixão clubística também assume relevância no coleccionismo. Pedro Freire é coleccionador há apenas um ano e meio. A paixão surgiu após ter ensinado a filha sobre como criar um blogue. O tema escolhido foi os cachecóis e desde esse momento nunca mais parou. Actualmente tem mais de 400 modelos. «Tenho duas doenças, sou asmático e do Benfica. Interesso-me pelos cachecóis mas a paixão é pelo Benfica», sublinha Pedro Freire.

A colaboração da esposa assume um papel preponderante. «Quando recebo cachecóis em mau estado peço ajuda à minha mulher, que os lava», refere. O seu objectivo é tentar obter todos os cachecóis que existem do Benfica, naquele que considera ser «um hobby para a vida e para continuar em família».

O coleccionismo é, segundo vários psicólogos, uma forma de aprendizagem e satisfação para o ser humano. «Se nos dedicarmos a algo que não termina e enquanto continuarmos a sentir prazer, pode ser para a vida inteira», reforça Sérgio Sousa.

Fonte da notícia: IOL Portugal Diário

Nota Pessoal:

Quer sejam livros, moedas, selos ou outra coisa qualquer, o factor principal a ter em conta é que esse coleccionismo proporcione ao respectivo coleccionador satisfação e bem estar. Sei o que é ser um coleccionador porque também o sou. No meu caso particular sempre me interessei por livros e pedras (todo o tipo de livros e pedras). Certo dia, enquanto procurava mais pedras para a minha colecção fui encontrar uma pré-histórica, bastante rara e repleta de fósseis marinhos, que guardo com toda a reverência.

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Jorge Goncalves

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